A empresa chinesa Geely Automobile Holdings, proprietária da sueca Volvo Cars, e um grupo petrolífero estão em negociações para adquirir participações na unidade de motores de combustível fóssil da Renault, numa altura em que a construtora pretende separar a sua unidade de veículos elétricos.
A informação foi avançada por duas fontes próximas do assunto à ‘Reuters’, que adiantam que, caso o negócio se concretize, a Renault deteria uma participação de 40% na unidade de motores a combustível fóssil, enquanto a Geely também deteria 40% e um grupo petrolífero os 20% restantes.
A construtora deve revelar em outono planos para a criação da unidade dedicada a EV com sede na França e outra no exterior que reunirá todos os seus locais de produção de motores a gasolina e híbridos em Espanha, Portugal, Turquia, Romênia e na América Latina.
A divisão elétrica da Renault, a “Ampère”, empregará cerca de 10.000 pessoas e poderá ser cotada na bolsa de valores no segundo semestre de 2023.
A Geely é proprietária da sueca Volvo Cars, da fabricante britânica de carros desportivos Lotus e tem participação na Mercedes.













