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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 17 Jun 2026 18:18:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Cadeia hoteleira lança &#8220;anti-appy hour&#8221; para afastar hóspedes das redes sociais e dos telemóveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[YOTEL]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma cadeia internacional de hotéis decidiu combater a crescente dependência dos dispositivos móveis durante as viagens através de uma iniciativa pouco convencional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma cadeia internacional de hotéis decidiu combater a crescente dependência dos dispositivos móveis durante as viagens através de uma iniciativa pouco convencional. A YOTEL lançou o chamado “anti-appy hour”, um programa que desafia os hóspedes a afastarem-se temporariamente das redes sociais e de outras distrações digitais para privilegiarem experiências mais autênticas durante a estadia.</p>
<p>A iniciativa foi apresentada por ocasião do Dia Mundial do Bem-Estar e está disponível em várias unidades da marca espalhadas pelo mundo. Em cidades europeias como Amesterdão, Edimburgo, Glasgow, Londres e Manchester, os hóspedes podem participar numa experiência concebida para promover uma maior ligação ao momento presente e reduzir o tempo passado em frente aos ecrãs.</p>
<p>Segundo a empresa, o objetivo passa por “criar espaço para experiências de viagem mais significativas”, numa altura em que as férias deixaram de representar necessariamente um período de desconexão tecnológica. A expansão do acesso à internet de alta velocidade, incluindo em voos comerciais, e a utilização constante de plataformas como Instagram, X e outras redes sociais fizeram com que muitos viajantes permanecessem ligados ao mundo digital mesmo durante os períodos de lazer.</p>
<p><strong>Como funciona a “anti-appy hour”</strong><br />
Para participar, os hóspedes têm primeiro de descarregar a aplicação Bloom. Depois, ao dirigirem-se ao bar do hotel, podem aproximar o telemóvel de um cartão físico Bloom, ativando o bloqueio temporário das aplicações que escolherem.</p>
<p>Durante uma hora, as aplicações selecionadas ficam inacessíveis no dispositivo. Redes sociais como Instagram ou X estão entre os exemplos mais óbvios, mas o sistema pode ser utilizado para bloquear outras plataformas consideradas distrativas.</p>
<p>Terminada a sessão, os funcionários do hotel informam o participante de que o período terminou. Para recuperar o acesso às aplicações bloqueadas, é necessário voltar a aproximar o telemóvel do cartão físico Bloom.</p>
<p><strong>Tecnologia criada para dificultar recaídas digitais</strong><br />
A aplicação Bloom foi lançada em 2024 e distingue-se de outros programas de bloqueio digital por exigir a utilização de um cartão físico para desbloquear novamente o acesso às aplicações.</p>
<p>A lógica é simples: se o utilizador tiver de se levantar e procurar fisicamente o cartão para recuperar o acesso às redes sociais, terá menos tendência para interromper a experiência de desconexão.</p>
<p>Este mecanismo pretende reduzir os impulsos automáticos de consultar notificações, verificar atualizações ou navegar sem objetivo pelas plataformas digitais.</p>
<p><strong>Conversas, postais e cocktails em vez de notificações</strong><br />
Durante a hora de bloqueio digital, a cadeia hoteleira sugere várias atividades alternativas. Os hóspedes são incentivados a escrever um postal para alguém de quem sintam saudades, experimentar um cocktail especial criado no âmbito da parceria com a Bloom ou simplesmente conversar com amigos, familiares ou outros viajantes.</p>
<p>A iniciativa surge num contexto de crescente preocupação com os impactos do excesso de tempo de ecrã na saúde mental e no bem-estar. Diversos estudos têm apontado para os benefícios de períodos regulares de desconexão digital, sobretudo durante férias e momentos de descanso.</p>
<p>A colaboração entre a YOTEL e a Bloom não se limita ao período de estadia. Os hóspedes que participarem na iniciativa podem adquirir cartões Bloom com um desconto de 10%, permitindo continuar a utilizar o sistema de bloqueio digital fora do ambiente hoteleiro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777544]]></sapo:autor>
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		<title>Fed decide manter taxas de juro em primeira reunião liderada por Warsh</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reserva Federal americana (Fed) decidiu manter as taxas de juro no intervalo entre 3,50% e 3,75%, após uma reunião de dois dias que marcou a estreia de Kevin Warsh à frente da instituição, anunciou, num comunicado. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Reserva Federal americana (Fed) decidiu manter as taxas de juro no intervalo entre 3,50% e 3,75%, após uma reunião de dois dias que marcou a estreia de Kevin Warsh à frente da instituição, anunciou, num comunicado.</p>
<p>O Presidente dos EUA, Donald Trump, tem pressionado a instituição para que acelere a descida de juros, que se mantém no mesmo nível desde dezembro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777783]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Inaugurado novo Centro de Coordenação Operacional da Afocelca na Figueira da Foz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Afocelca, empresa de proteção florestal detida pelos grupos do setor da celulose Altri e The Navigator Company, inaugurou hoje o novo Centro de Coordenação Operacional, reforçando a capacidade de prevenção, monitorização e resposta aos incêndios rurais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Afocelca, empresa de proteção florestal detida pelos grupos do setor da celulose Altri e The Navigator Company, inaugurou hoje o novo Centro de Coordenação Operacional, reforçando a capacidade de prevenção, monitorização e resposta aos incêndios rurais.</P><br />
<P>&#8220;Este centro é a expressão concreta e o compromisso continuado com a inovação, a excelência operacional e a melhoria permanente dos meios de prevenção de combate. Aqui estarão concentradas capacidades acrescidas de monitorização, coordenação, gestão operacional, apoiadas por tecnologia de última geração e por equipas altamente qualificadas&#8221;, afirmou o presidente executivo da Altri José Pina.</P><br />
<P>O novo Centro de Coordenação Operacional da Afocelca está localizado nas instalações da Celbi, na Leirosa, no concelho da Figueira da Foz, no litoral do distrito de Coimbra.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de um investimento orientado para o futuro, preparado para responder aos desafios de uma floresta cada vez mais exigente e de um contexto climático que requer maior capacidade de antecipação e de adaptação&#8221;, defendeu José Pina, na sua intervenção.</P><br />
<P>A cerimónia de inauguração contou, entre outros, com a presença do secretário de Estado das Florestas, Rui Ladeira, e do vereador do Ambiente da Câmara da Figueira da Foz, Ricardo Silva. </P><br />
<P>O diretor executivo da Afocelca, Sérgio Gomes, explicou aos jornalistas que desde a criação da empresa de proteção florestal, em 2002, já existia um Centro de Coordenação Operacional, que agora foi alvo de intervenção.</P><br />
<P>&#8220;Nós ampliámos o Centro de Coordenação Operacional e a sala de operações. A sala de operações era um espaço muito mais pequeno que não nos permitia desenvolver determinado tipo de tarefas que hoje nos é permitido. E, naturalmente, a tecnologia, tudo o que é associado à inteligência artificial, hoje, é nos permitido usufruir dessa tecnologia&#8221;, disse. </P><br />
<P>O Centro de Coordenação Operacional é, segundo o responsável, onde &#8220;começa e termina&#8221; toda a atividade da Afocelca.</P><br />
<P>&#8220;É aqui que os incêndios chegam para poderem ser tratados, para poderem ser despachados meios, se houver a necessidade de o fazer. Se tivermos de simular, de recorrer a outras tecnologias para perceber o potencial que aquele incêndio nos pode vir a trazer, é aqui que é estudado&#8221;, adiantou. </P><br />
<P>Sérgio Gomes apontou como mais-valias do novo centro para país o facto de a Afocelca intervir &#8220;em mais de 90% fora do património&#8221; das empresas e de &#8220;ter grande parte do seu dispositivo assente em pessoas que, ao longo de todo ano, trabalham na floresta&#8221;.</P><br />
<P>A AFOCELCA conta com cerca de 500 elementos e, para 2026, o orçamento previsto é de 5,164 milhões de euros.</P><br />
<P>Desde 2006, integra o dispositivo nacional de defesa da floresta contra incêndios, atuando em coordenação com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e demais entidades responsáveis pela gestão integrada de fogos rurais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777782]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A corrida para trazer o ouro de volta: bancos centrais já não confiam como antes em Londres e Nova Iorque</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-corrida-para-trazer-o-ouro-de-volta-bancos-centrais-ja-nao-confiam-como-antes-em-londres-e-nova-iorque/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante décadas, guardar ouro em Londres ou Nova Iorque era quase sinónimo de segurança absoluta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, guardar ouro em Londres ou Nova Iorque era quase sinónimo de segurança absoluta. Os cofres do Banco de Inglaterra e da Reserva Federal de Nova Iorque funcionavam como pilares discretos da arquitetura financeira do pós-guerra, lugares onde bancos centrais de todo o mundo mantinham parte das suas reservas estratégicas. Mas esse consenso começa a mudar, escreve o &#8216;El Economista&#8217;: cada vez mais países querem recuperar o ouro e trazê-lo para dentro das suas fronteiras.</p>
<p>O que parecia uma questão meramente logística tornou-se uma decisão estratégica. A repatriação do ouro está hoje ligada à soberania financeira, à fragmentação geopolítica e a uma palavra que surge de forma recorrente nos relatórios dos bancos centrais: confiança. Ou, mais precisamente, a perda gradual dessa confiança.</p>
<p>Segundo dados do Conselho Mundial do Ouro citados pelo jornal espanhol, 19% dos bancos centrais afirmam ter aumentado as reservas domésticas de ouro ou diversificado a localização das suas reservas nos últimos 12 meses. Um ano antes, essa percentagem era de apenas 7%. Ao mesmo tempo, diminui a fatia de instituições que mantém parte do ouro em Londres ou Nova Iorque.</p>
<p>A explicação passa pelo receio de que ativos guardados sob jurisdição estrangeira possam deixar de estar plenamente acessíveis em momentos de crise. Shaokai Fan, responsável global para bancos centrais no Conselho Mundial do Ouro, aponta as “preocupações geopolíticas” e o risco de perda de acesso às reservas como fatores centrais desta mudança.</p>
<p>O grande alerta surgiu em 2022, depois da invasão russa da Ucrânia e do congelamento de quase 300 mil milhões de dólares, cerca de 258 mil milhões de euros, em reservas internacionais russas. Embora o ouro físico seja diferente das reservas cambiais, a mensagem foi clara para muitos governos: ativos mantidos no estrangeiro podem ficar expostos a decisões políticas, sanções e disputas entre potências.</p>
<p>A Alemanha já tinha iniciado antes esse caminho, mas o debate ganhou nova força. O Bundesbank mantém ainda 1.236 toneladas de ouro em Nova Iorque, cerca de 37% das suas reservas totais. Oficialmente, Berlim continua a considerar segura a custódia nos Estados Unidos, mas aumentou a pressão política para rever a estratégia e repatriar mais barras.</p>
<p>A questão tornou-se ainda mais sensível com o regresso de Donald Trump à Casa Branca e com o receio, em algumas capitais europeias, de políticas americanas mais erráticas. O &#8216;El Economista&#8217; refere que França e Alemanha estão a tomar, ou a ponderar tomar, decisões que antes seriam vistas como delicadas: retirar ouro dos Estados Unidos e reforçar as reservas em território nacional.</p>
<p>França protagonizou um dos movimentos mais relevantes dos últimos anos ao retirar 129 toneladas de ouro da Reserva Federal de Nova Iorque entre julho de 2025 e janeiro de 2026, passando a armazenar todas as suas reservas dentro das próprias fronteiras. Já a Índia reduziu a proporção de ouro guardado no estrangeiro de 55%, em março de 2023, para 22%, em março de 2026.</p>
<p>A valorização do ouro também ajuda a explicar a mudança. Com a onça em torno de 4.200 dólares, cerca de 3.612 euros, muitos países voltaram a olhar para reservas que tinham permanecido durante anos longe do centro da discussão política. Quando o metal parecia estabilizado entre 1.000 e 1.500 dólares, entre cerca de 860 e 1.290 euros, mantê-lo fora do país parecia menos problemático. Quanto mais valioso se torna, maior é o interesse em controlar diretamente a sua localização.</p>
<p>O movimento tem ainda uma dimensão simbólica. Charles-Henry Monchau, diretor de investimentos do Syz Group, recorda o precedente francês de 1965, quando Charles de Gaulle enviou um navio de guerra a Nova Iorque para recuperar ouro em troca de dólares, num desafio direto à hegemonia monetária americana. Seis décadas depois, a desconfiança em relação aos sistemas baseados no dólar volta a ganhar espaço.</p>
<p>A repatriação do ouro coincide com outro dado relevante: pela primeira vez, o metal precioso ultrapassou as obrigações do Tesouro dos EUA como principal ativo de reserva dos bancos centrais. O valor do ouro detido pelas autoridades monetárias ronda agora os quatro biliões de dólares, cerca de 3,44 biliões de euros, superando os cerca de 3,9 biliões de dólares, perto de 3,35 biliões de euros, investidos em dívida pública americana.</p>
<p>Isto não significa uma substituição abrupta do dólar, mas indica uma procura crescente por diversificação. De acordo com o Conselho Mundial do Ouro, 45% dos bancos centrais inquiridos esperam aumentar as reservas de ouro nos próximos 12 meses, a percentagem mais elevada desde o início da série estatística, em 2018. Grande parte desse apetite vem de economias emergentes, para as quais acumular ouro é uma forma de reduzir exposição a riscos externos.</p>
<p>Londres, ainda assim, continua longe de perder o seu papel central. O Banco de Inglaterra mantém mais de 700 mil milhões de dólares, cerca de 602 mil milhões de euros, em barras de ouro e continua a ser o maior depositário de ouro de um banco central no mundo. Mas o aparecimento de alternativas como Singapura e Hong Kong mostra que a tendência já não é concentrar tudo numa única jurisdição.</p>
<p>A Polónia já tinha dado um sinal claro em 2019, antes da pandemia, ao repatriar 100 toneladas de ouro dos cofres do Banco de Inglaterra. A operação envolveu oito viagens, camiões blindados, escolta policial, helicóptero e aviões, numa logística preparada durante meses. Varsóvia justificou a decisão com a força da economia polaca e com a necessidade de ter acesso imediato a um dos ativos mais preciosos das reservas nacionais.</p>
<p>No fundo, a repatriação do ouro mostra que os bancos centrais estão a reavaliar o significado de segurança financeira. Num mundo marcado por sanções, guerras, rivalidade entre potências e desconfiança entre aliados, o ouro está a regressar ao seu papel histórico: não apenas como refúgio contra crises e inflação, mas como símbolo máximo de soberania monetária.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777511]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O recall mais exclusivo do ano? Até o Aston Martin Valkyrie tem de voltar à oficina</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-recall-mais-exclusivo-do-ano-ate-o-aston-martin-valkyrie-tem-de-voltar-a-oficina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aston Martin Valkyrie]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[recall]]></category>
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					<description><![CDATA[Campanha envolve unidades do ano-modelo 2024 equipadas com suspensão ‘track’ e está relacionada com uma possível deformação interna num dos cilindros mestres de travão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Aston Martin anunciou um recall para apenas sete exemplares do Valkyrie, o hipercarro desenvolvido para levar tecnologia de pista ao limite da estrada, devido a um possível problema no sistema de travagem, avança o &#8216;Motor1&#8217;. A campanha envolve unidades do ano-modelo 2024 equipadas com suspensão ‘track’ e está relacionada com uma possível deformação interna num dos cilindros mestres de travão.</p>
<p>O número é pequeno, e esse é precisamente o detalhe mais curioso da notícia. Não se trata de uma chamada massiva à oficina, mas de uma intervenção dirigida a sete carros muito específicos, num modelo já por si raro e extremo. Ainda assim, a falha identificada pode desencadear uma sequência perigosa caso surja em utilização intensiva em circuito.</p>
<p>O problema começa quando a vedação deformada impede que o fluido dos travões regresse ao reservatório depois de o condutor libertar o pedal. Nessa situação, a pressão no sistema pode não ser totalmente aliviada, mantendo os travões em ligeiro contacto com o disco. Se a temperatura já estiver elevada e o carro continuar a ser conduzido de forma agressiva, os discos podem sobreaquecer ao ponto de inflamar a resina no duto de refrigeração do travão traseiro em fibra de carbono.</p>
<p>A própria descrição das condições necessárias mostra como o cenário é improvável em estrada. Para que o problema ocorra, o Valkyrie tem de estar a ser usado em pista, com o controlo eletrónico de estabilidade nos modos Sport, Track ou desligado, em situação de sobreviragem ou derrapagem, com intervenção do ESP e aplicação simultânea de travagem pelo condutor no momento exato em que o sistema já pré-carregou os travões dianteiros e traseiros.</p>
<p>Na prática, é preciso que o carro esteja a deslizar lateralmente a velocidade muito elevada, que o condutor esteja no acelerador durante ou imediatamente antes da intervenção do ESP, que a roda traseira interna seja travada para evitar perda de tração e que o pedal do travão seja pressionado com força no instante crítico. Se todos estes fatores coincidirem, a pressão acumulada pode provocar travagem residual. O condutor não recebe um aviso específico, mas deverá conseguir sentir a anomalia no pedal.</p>
<p>Segundo o &#8216;Motor1&#8217;, a origem do problema está no desenho inicial do sistema de travagem do Valkyrie. A Aston Martin não terá previsto originalmente que os travões integrassem ESP ou controlo de tração ajustável, o que significa que o sistema não estava preparado para gerir em simultâneo o fluido comandado pelo pedal e pelas intervenções eletrónicas.</p>
<p>A marca britânica tomou conhecimento de um potencial problema em novembro de 2022 e começou a trabalhar com a Alcon, fornecedora do sistema, para identificar a falha. A causa foi determinada em fevereiro de 2025 e a solução ficou pronta no mês seguinte. A nova peça começou a ser distribuída em setembro de 2025 e, no final de maio, a Aston Martin decidiu avançar com um recall voluntário de segurança.</p>
<p>Os proprietários dos sete carros afetados serão contactados para levar os veículos a um concessionário, onde será substituído o cilindro mestre de travão por uma peça nova, concebida para funcionar corretamente com os sistemas de ESP e controlo de tração. A intervenção pode demorar até cinco horas.</p>
<p>A campanha mostra a particularidade de trabalhar com hipercarros de produção quase artesanal: mesmo um problema que exige uma combinação rara de fatores pode justificar uma ação formal de segurança. No caso do Valkyrie, a Aston Martin prefere corrigir sete carros antes de transformar uma falha improvável num risco real para quem leva o carro ao limite em pista.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777355]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Férias, reservas falsas e Wi-Fi público: os cuidados digitais que deve ter antes de viajar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ferias-reservas-falsas-e-wi-fi-publico-os-cuidados-digitais-que-deve-ter-antes-de-viajar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[As férias de verão são sinónimo de descanso, viagens e reservas feitas à distância, mas também de maior exposição a burlas online]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As férias de verão são sinónimo de descanso, viagens e reservas feitas à distância, mas também de maior exposição a burlas online. Sites falsos de alojamento, mensagens fraudulentas, esquemas de phishing e pedidos de pagamento fora das plataformas oficiais tendem a aumentar nesta altura do ano, alerta a Atlântica – Instituto Universitário.</p>
<p>Os especialistas em Cibersegurança da instituição deixam um conjunto de recomendações para ajudar os consumidores a identificar sinais de alerta antes de reservar viagens, alojamentos, bilhetes ou outros serviços associados às férias. A primeira regra é simples: a segurança deve começar antes do clique.</p>
<p>“O esquema mais frequente nesta época são os alojamentos inexistentes. Os anúncios com fotografias reais retiradas de outras plataformas, avaliações inventadas e preços abaixo do mercado enganam milhares de consumidores todos os anos”, explica Mauro Gil, coordenador da Licenciatura em Gestão de Dados e Computação da Atlântica.</p>
<p>Antes de avançar com qualquer reserva, os utilizadores devem verificar o endereço do site, confirmar se a página utiliza uma ligação segura, pesquisar avaliações em motores de busca independentes e desconfiar de contactos feitos por mensagens privadas ou links enviados por desconhecidos. Preços demasiado baixos ou pedidos de urgência no pagamento devem ser encarados como sinais de risco.</p>
<p>A segurança do pagamento é outro ponto essencial. De acordo com Mauro Gil, os burlões recorrem frequentemente a links falsos, mensagens que simulam confirmações de reserva e pedidos urgentes de transferência por MBWay para desconhecidos. A recomendação dos especialistas é clara: os consumidores não devem realizar pagamentos fora das plataformas oficiais.</p>
<p>Viajar também significa ligar telemóveis, computadores e tablets a ambientes digitais menos controlados. Redes Wi-Fi públicas em aeroportos, hotéis ou cafés podem facilitar o roubo de dados e ataques de phishing. Por isso, a Atlântica recomenda evitar o acesso a contas bancárias nestas redes, utilizar uma VPN sempre que possível e proteger os equipamentos com PIN, biometria e autenticação multifator.</p>
<p>Mesmo com todos os cuidados, podem ocorrer situações inesperadas. Mauro Gil aconselha os utilizadores a manterem as notificações bancárias ativas, uma vez que os alertas em tempo real permitem identificar rapidamente movimentos suspeitos e agir antes de os danos aumentarem.</p>
<p>Para o especialista, a proteção contra burlas digitais não depende apenas da tecnologia. “A melhor defesa contra as burlas digitais não é tecnológica, mas sim humana”, sublinha. Saber reconhecer um e-mail suspeito, questionar uma oferta demasiado vantajosa ou resistir a um clique motivado pela pressa pode fazer a diferença.</p>
<p>Quanto mais informado estiver o utilizador, mais difícil será enganá-lo. Em período de férias, a recomendação da Atlântica é que o entusiasmo com a viagem não se sobreponha à prudência digital: antes de reservar, pagar ou ligar-se a uma rede pública, vale a pena confirmar se tudo é realmente seguro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777635]]></sapo:autor>
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		<title>O ‘filho do Concorde’ já quebrou a barreira do som. Agora a NASA quer provar que pode fazê-lo quase em silêncio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Concorde]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>
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					<description><![CDATA[O X-59, descrito como uma espécie de ‘filho do Concorde’, atingiu Mach 1.1, equivalente a 713 milhas por hora (1.150 km/h), durante um voo de ensaio realizado a 5 de junho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo avião supersónico experimental da NASA quebrou pela primeira vez a barreira do som, num teste que pode abrir caminho ao regresso de viagens comerciais ultrarrápidas, avança o &#8216;Daily Mail&#8217;. O X-59, descrito como uma espécie de ‘filho do Concorde’, atingiu Mach 1.1, equivalente a 713 milhas por hora (1.150 km/h), durante um voo de ensaio realizado a 5 de junho.</p>
<p>O aparelho, desenvolvido pela Lockheed Martin para a NASA, partiu e aterrou na Base Aérea de Edwards, na Califórnia, pilotado por Jim ‘Clue’ Less. Durante o voo, que durou 81 minutos, o X-59 subiu até aos 43.400 pés (13.200 metros) antes de ultrapassar a velocidade do som.</p>
<p>O objetivo da NASA não é apenas voar depressa. A ambição é resolver o problema que durante décadas limitou os voos supersónicos sobre terra: o estrondo sónico. Aviões como o Concorde produziam ondas de choque audíveis no solo como um forte ‘boom’, que podia chegar a níveis próximos de 110 decibéis, comparáveis a um concerto de rock ruidoso.</p>
<p>Esse ruído levou à proibição generalizada de voos supersónicos sobre zonas habitadas e tornou mais difícil a expansão comercial deste tipo de aviação. A tecnologia testada no X-59, designada Quiet SuperSonic Technology, procura transformar esse estrondo num som muito mais discreto, descrito pela NASA como algo entre um trovão distante e o fechar de uma porta de carro a seis metros de distância.</p>
<p>A aeronave resulta de um contrato de 247,5 milhões de dólares (cerca de 213 milhões de euros) atribuído à divisão Skunk Works da Lockheed Martin em 2016. O X-59 tem 99,7 pés de comprimento (30 metros), uma envergadura de 29,7 pés (nove metros) e uma geometria radicalmente diferente da de um jato convencional. O nariz fino e alongado representa quase um terço do comprimento total do avião e foi desenhado para dispersar as ondas de choque.</p>
<p>Essa configuração tem uma consequência invulgar: o cockpit fica praticamente a meio da aeronave e não tem janelas frontais. Em vez de olhar diretamente para a frente, o piloto usa câmaras e ecrãs de realidade aumentada, num sistema conhecido como eXternal Vision System, para ter visibilidade durante o voo.</p>
<p>Apesar do sucesso do teste, a NASA ainda não conseguiu medir com precisão o som produzido pelo X-59 no solo. Durante o ensaio, a aeronave foi acompanhada por um F-15 supersónico, equipado com uma sonda para registar as ondas de choque, mas o estrondo do próprio avião de perseguição acabou por dificultar a avaliação direta do ruído emitido pelo X-59.</p>
<p>Os próximos ensaios serão mais exigentes. Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, a NASA pretende levar o X-59 a Mach 1.4, cerca de 1.490 km/h, a uma altitude de 16.764 metros, antes de o empurrar até Mach 1.6 a 60.000 pés (18.288 metros), aproximadamente o dobro da altitude e da velocidade de um avião comercial comum.</p>
<p>Se os testes confirmarem que o X-59 consegue voar a velocidade supersónica sem provocar o estrondo tradicional, a NASA pretende sobrevoar comunidades nos Estados Unidos para perceber como as pessoas reagem ao som produzido pela aeronave. Esses dados serão depois partilhados com reguladores americanos e internacionais, com o objetivo de apoiar novas normas de ruído e, eventualmente, permitir um futuro mercado de voos comerciais supersónicos sobre terra.</p>
<p>O Concorde, que entrou ao serviço em 1976 e foi retirado em 2003, continua a ser a grande referência desse passado supersónico. Voava a mais de duas vezes a velocidade do som e podia ligar Londres a Nova Iorque em menos de quatro horas, mas acabou condicionado por custos elevados, restrições operacionais, queda da procura e pelo impacto do acidente de 2000, dos ataques de 11 de setembro de 2001 e da retirada do apoio de manutenção pela Airbus. O X-59 não é ainda o novo Concorde, mas pode ser o teste que decide se o supersónico comercial tem uma segunda vida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777307]]></sapo:autor>
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		<title>ONU: Montenegro destaca reforço da &#8220;reputação internacional&#8221; com eleição para Conselho de Segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:27:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, destacou hoje a importância "muito significativa" da eleição de Portugal como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU, que "fortalece a reputação" internacional do país, admitindo estranhar alguma desvalorização "cá dentro".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, destacou hoje a importância &#8220;muito significativa&#8221; da eleição de Portugal como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU, que &#8220;fortalece a reputação&#8221; internacional do país, admitindo estranhar alguma desvalorização &#8220;cá dentro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta eleição tem uma importância muito significativa, por mais fastidioso que possa parecer a alguns deputados das oposições, porque é o reconhecimento da credibilidade da nossa política externa&#8221;, defendeu hoje o chefe do Governo, durante o debate parlamentar de preparação do Conselho Europeu de quinta e sexta-feira.</p>
<p>Portugal foi eleito, em 03 de junho, para um lugar de membro não-permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas no biénio 2027-2028, com 134 votos, liderando a votação no grupo Europa Ocidental e Outros Estados, à frente da Áustria, que também foi eleita, e a Alemanha, que teve uma derrota inédita.</p>
<p>Montenegro destacou que &#8220;a reputação que advém do resultado&#8221; que Portugal obteve &#8220;também fortalece&#8221; o país nas outras dimensões da intervenção externa, nomeadamente na União Europeia, na comunidade lusófona ou na relação ibero-americana.</p>
<p>&#8220;Não perceber isso sinceramente é ter uma visão muito redutora do que é ter um papel na comunidade internacional. Não se chega lá, levanta-se o dedo e toda a gente respeita aquilo que se está a dizer&#8221;, sublinhou.</p>
<p>&#8220;Às vezes é um bocadinho estranho que esta valorização seja feita de uma forma muito intensa lá fora por todos os outros responsáveis políticos dos outros países e nós cá dentro, ignoramos ou desvalorizamos aquilo que está diante de nós&#8221;, comentou o primeiro-ministro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777767]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: João Neves marcou prirmeiro golo de Portugal na edição 23</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:19:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O médio João Neves marcou hoje, aos seis minutos, o primeiro golo da seleção portuguesa de futebol no Mundial de futebol de 2026, no confronto com a República Democrática do Congo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O médio João Neves marcou hoje, aos seis minutos, o primeiro golo da seleção portuguesa de futebol no Mundial de futebol de 2026, no confronto com a República Democrática do Congo.</p>
<p>Em encontro da primeira jornada do Grupo K, em Houston, o jogador do Paris Saint-Germain, que só tinha marcado por Portugal no 9-1 à Arménia, em 16 de novembro de 2025, marcou de cabeça, após centro da esquerda de Pedro Neto.</p>
<p>João Neves, jogador de 21 anos formado do Benfica, está a cumprir em Houston a 23.ª internacionalização &#8216;AA&#8217;.</p>
<p>Em Mundiais, o líder luso, desde que faturou por nove vezes na edição de 1966, sendo o &#8216;rei&#8217; dos marcadores dessa edição, é Eusébio, secundado por Cristiano Ronaldo, que soma oito e tem hoje mais uma oportunidade para igualar o &#8216;pantera negra&#8217;.</p>
<p>Seguem-se Pauleta, isolado no terceiro lugar, com quatro golos, apenas mais um do que os &#8216;magriços&#8217; José Augusto e José Torres e do que Gonçalo Ramos, hoje suplente.</p>
<p>O golo de João Neves foi o 62.º de Portugal em Mundiais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777766]]></sapo:autor>
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		<title>Usa Teams, Outlook ou OneDrive? FBI avisa para ameaça que pode dar acesso sem palavra-passe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[FBI]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
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					<description><![CDATA[Ferramenta estará a circular através do Telegram, serviço de mensagens encriptadas, e inclui recursos que facilitam campanhas de ataque a utilizadores com menos conhecimentos técnicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O FBI lançou um novo alerta público sobre a expansão do Kali365, um esquema de ‘phishing-as-a-service’ que permite a atacantes contornar mecanismos de autenticação em serviços da Microsoft, como Teams, Outlook e OneDrive, avança o &#8216;Unilad Tech&#8217;. A ameaça preocupa as autoridades porque reduz a barreira técnica para ataques sofisticados e pode dar acesso persistente a ambientes Microsoft 365.</p>
<p>A autenticação multifator, incluindo códigos 2FA e aplicações autenticadoras, tem sido uma das recomendações mais repetidas por especialistas em cibersegurança, precisamente por acrescentar uma camada extra de proteção além da palavra-passe. O problema é que ferramentas como o Kali365 procuram explorar métodos alternativos de autenticação e capturar tokens de acesso, evitando que o atacante precise de conhecer a palavra-passe da vítima.</p>
<p>No alerta, o FBI explica que o Kali365 permite a agentes maliciosos capturar tokens OAuth e ganhar acesso persistente a contas e ambientes Microsoft 365 de pessoas ou entidades visadas. A ferramenta estará a circular através do Telegram, serviço de mensagens encriptadas, e inclui recursos que facilitam campanhas de ataque a utilizadores com menos conhecimentos técnicos.</p>
<p>Entre essas funcionalidades estão mensagens de ‘phishing’ geradas com recurso a inteligência artificial, modelos automatizados para campanhas, painéis de acompanhamento em tempo real dos alvos e capacidades de captura de tokens OAuth. Na prática, isto permite que atacantes lancem campanhas mais convincentes e organizadas, mesmo sem dominarem ferramentas de intrusão mais complexas.</p>
<p>O método começa normalmente com uma mensagem falsa, muitas vezes por email, a imitar um serviço ou entidade aparentemente legítima. A vítima é depois encaminhada para páginas reais da Microsoft, onde o processo de autenticação pode acabar por expor a informação necessária para abrir a porta ao atacante.</p>
<p>A partir desse momento, os atacantes podem capturar tokens de acesso e de atualização associados à conta. Esses tokens podem permitir acesso prolongado a serviços ligados ao Microsoft 365, como Teams, Outlook ou OneDrive, sem necessidade de palavra-passe e sem novo pedido de autenticação. É precisamente esse acesso silencioso e persistente que torna a ameaça particularmente sensível para empresas e utilizadores individuais.</p>
<p>Para reduzir o risco, o FBI recomenda que empresas e pessoas em situação de exposição restrinjam o chamado ‘device code flow’, mecanismo usado em determinados processos de autenticação. A recomendação passa por criar políticas de acesso condicional que bloqueiem este fluxo para todos os utilizadores, mantendo apenas exceções limitadas quando forem indispensáveis para processos internos.</p>
<p>O &#8216;Unilad Tech&#8217; refere ainda que o FBI aconselha o bloqueio de políticas de transferência de autenticação e, quando não for possível impedir totalmente o uso de ‘device code flow’, a exclusão de contas de acesso de emergência. Além das medidas técnicas, a recomendação mais básica mantém-se: desconfiar de ligações recebidas por email, mesmo quando parecem legítimas, e reportar atividade suspeita, como tentativas de início de sessão, mensagens estranhas ou dispositivos desconhecidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777271]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Ronaldo ultrapassa Pepe como o mais velho e chega à sexta presença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cristiano Ronaldo tornou-se hoje no jogador mais velho a representar a seleção portuguesa de futebol, superando o antigo defesa Pepe, e igualou o argentino Lionel Messi como recordista de presenças a competir em Campeonatos do Mundo, com seis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</p>
<p>Houston, Estados Unidos, 17 jun 2026 (Lusa) &#8212; Cristiano Ronaldo tornou-se hoje no jogador mais velho a representar a seleção portuguesa de futebol, superando o antigo defesa Pepe, e igualou o argentino Lionel Messi como recordista de presenças a competir em Campeonatos do Mundo, com seis.</p>
<p>Em Houston, quando o árbitro catari Abdulrahman Al Jassim apitou para o inicio do Portugal-República Democrática do Congo, da primeira jornada do Grupo K do Mundial2026, Ronaldo ultrapassou automaticamente Pepe e, com 41 anos e 132 dias, passou a ser o mais velho de sempre da equipa das &#8216;quinas&#8217;.</p>
<p>Pepe detinha esse recorde desde o Euro2024, quando Portugal foi eliminado pela França nos quartos de final da prova, despedindo-se da seleção nacional com 41 anos e 130 dias.</p>
<p>O capitão de Portugal reforçou também a sua presença no livros da histórias do Mundiais, passando a ser o segundo jogador de campo mais velho de sempre a competir na prova, só atrás dos 42 anos e 39 dias do camaronês e lendário Roger Milla, alcançado em 1994, precisamente nos Estados Unidos.</p>
<p>Ronaldo junta-se também a Messi como únicos jogadores da história do futebol a competirem em seis Campeonatos do Mundo. O argentino estreou-se na terça-feira com um &#8216;hat-trick&#8217; na vitória dos atuais campeões sobre a Argélia (3-0).</p>
<p>Com esse três golos, Messi, com 38 anos e 357 dias, passou a ser o jogador mais velho a marcar três golos num só jogo de um Campeonato do Mundo, destronando precisamente Ronaldo, que era detentor desse recorde com 33 anos e 130 dias, desde 2018, quando fez um &#8216;hat-trick&#8217; frente à Espanha.</p>
<p>No Estádio NRG, Ronaldo pode alcançar mais dois registos, mas para isso tem de marcar pelo menos um golo. Se tal acontecer, também ultrapassa Pepe como o jogador mais velho a &#8216;faturar&#8217; em Mundiais pela seleção portuguesa e iguala Eusébio como o melhor marcador de sempre luso na história da competição.</p>
<p>Com 39 anos e 283 dias, Pepe marcou na goleada de Portugal sobre a Suíça (6-1), nos oitavos de final do Mundial2022, no Qatar.</p>
<p>Já o &#8216;rei&#8217; Eusébio continua até hoje como o melhor marcador de sempre de Portugal em Mundiais, com os nove golos, todos alcançados em 1966, em Inglaterra, no que é até hoje a melhor campanha lusa de sempre, com o terceiro lugar.</p>
<p>LG/AJO // PFO</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777765]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>UE/Cimeira: Líderes debatem apoio à Ucrânia e iniciam difíceis negociações sobre orçamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:04:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes da União Europeia (UE) vão debater, esta semana, o apoio contínuo à Ucrânia numa fase de avanços no alargamento e iniciar difíceis negociações em torno do próximo orçamento de longo prazo visando um acordo este ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os líderes da União Europeia (UE) vão debater, esta semana, o apoio contínuo à Ucrânia numa fase de avanços no alargamento e iniciar difíceis negociações em torno do próximo orçamento de longo prazo visando um acordo este ano.</p>
<p>Dias depois de a UE e a Ucrânia terem aberto o primeiro bloco de negociações de adesão, os chefes de Estado e de Governo da União reúnem-se em Bruxelas, na quinta e sexta-feira, para reafirmar o compromisso político, militar e financeiro com Kiev, incluindo novas verbas que deverão ser mobilizadas ainda este mês, e defender uma paz &#8220;justa e duradoura&#8221; na sequência da invasão russa.</p>
<p>Neste que é, à semelhança de outras reuniões, o primeiro tema na agenda do Conselho Europeu, os líderes da UE vão garantir ao Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, presente na capital belga, apoio para reforçar a posição ucraniana e manter a pressão sobre Moscovo para quando se chegar a uma fase de negociações de paz.</p>
<p>A discussão acontece numa altura em que o alargamento da UE ganha novo impulso, num processo que Bruxelas considera ter uma dimensão geopolítica fundamental para a estabilidade e segurança do continente, embora assente no mérito e na concretização das reformas exigidas aos países candidatos.</p>
<p>&#8220;Queremos avançar com o alargamento em boa e devida forma&#8221;, afirmou uma fonte europeia na antevisão da cimeira.</p>
<p>A mesma fonte destacou que, pela primeira vez em quatro anos, os líderes deverão aprovar conclusões sobre a Ucrânia com o apoio dos 27 Estados-membros, depois de a Hungria ter vindo a impedir a adoção unânime do texto em anteriores Conselhos Europeus.</p>
<p>Na sexta-feira, segundo dia da reunião, as atenções estarão centradas no Quadro Financeiro Plurianual (QFP) para o período 2028-2034, considerado por diplomatas como o tema politicamente mais complexo do encontro.</p>
<p>&#8220;Chegou agora o momento em que as coisas começam a ficar mais difíceis e mais tensas&#8221;, admitiu uma fonte europeia ouvida pela agência Lusa.</p>
<p>Os líderes vão fazer o ponto da situação das negociações apresentado pela presidência cipriota, que neste semestre liderou o Conselho da UE, numa fase em que as posições entre os Estados-membros continuam afastadas.</p>
<p>&#8220;A cimeira de junho será sobre fazer convergências e intensificar o trabalho sobre os recursos próprios&#8221;, referiu um alto funcionário europeu.</p>
<p>Apesar de não ser esperado um acordo nesta fase, mantém-se o objetivo de concluir as negociações até ao final de 2026, evitando atrasos que possam comprometer a entrada em vigor do novo orçamento em 2028, numa altura em que o calendário eleitoral em alguns Estados-membros (como França e Itália) no próximo ano poderá dificultar um compromisso.</p>
<p>&#8220;Não é surpreendente que as posições ainda não estejam convergentes. Temos de consolidar o caminho para chegar a acordo até final do ano&#8221;, comentou um diplomata europeu.</p>
<p>Outra fonte alertou que &#8220;há um risco elevadíssimo&#8221; de atrasos caso não seja possível fechar um entendimento ainda este ano.</p>
<p>Um dos principais pontos de discórdia prende-se com os novos recursos próprios (novos impostos) da União, que representam cerca de 23% da proposta da Comissão Europeia e continuam a dividir os Estados-membros.</p>
<p>Portugal chega a esta fase das negociações com uma posição reforçada, depois de Bruxelas ter reconhecido a necessidade de um ajustamento do envelope nacional, traduzido num reforço adicional de cerca de 1,6 mil milhões de euros, sobretudo na coesão.</p>
<p>Ainda assim, o resultado final permanece em aberto, dependendo do equilíbrio global do orçamento, incluindo o desfecho das negociações sobre as novas fontes de receita.</p>
<p>A cimeira abordará ainda, na quinta-feira à noite, os desafios à competitividade europeia, nomeadamente os desequilíbrios económicos globais e a relação da UE com a China.</p>
<p>Na sexta-feira, durante o almoço, os líderes discutirão também a situação no Médio Oriente, incluindo a evolução dos conflitos em Gaza e no Líbano e o impacto do recente entendimento entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Portugal estará representado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777764]]></sapo:autor>
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		<title>Mais AMG, menos motores: Mercedes prepara mais de 27 novos modelos em três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:00:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de ter vendido 145 mil carros no ano passado, a divisão desportiva da Mercedes quer aproximar-se da rival de Garching]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mercedes-AMG prepara uma ofensiva inédita de produto para reduzir a distância face à BMW M até ao final da década. Depois de ter vendido 145 mil carros no ano passado, a divisão desportiva da Mercedes quer aproximar-se da rival de Garching, que voltou a crescer pelo 14º ano consecutivo e atingiu um recorde de 213.457 unidades, avança o &#8216;Motor1&#8217;.</p>
<p>O plano passa por lançar mais de 27 veículos nos próximos três anos. Michael Schiebe, responsável máximo da Mercedes-AMG, detalhou a estratégia no podcast ‘Hot Pursuit!’, da &#8216;Bloomberg&#8217;, assumindo uma expansão forte da gama numa altura em que a marca procura recuperar clientes e reforçar a sua presença num segmento cada vez mais competitivo.</p>
<p>A ofensiva já começou com o GT Coupé 4 portas totalmente elétrico, seguido pelos GLE 63 e GLS 63, ambos equipados com o novo V8 de cambota plana da marca. Mas a lista de novidades deverá ir bastante mais longe, incluindo modelos de combustão, elétricos e versões de alto desempenho ainda por revelar.</p>
<p>Entre os projetos em preparação está o aguardado modelo Mythos, bem como um CLE com motor V8 em configuração mais radical, que deverá também dar origem a uma variante CLE 63 menos extrema. A Mercedes-AMG estará ainda a preparar um G63 Cabriolet, uma nova geração do GT Black Series e um C53 de seis cilindros, numa lógica semelhante à do GLC 53 recentemente lançado, que utiliza um seis cilindros em linha.</p>
<p>Também está previsto um SUV elétrico assente na mesma plataforma do novo GT Coupé 4 portas. A estratégia confirma que a eletrificação continuará a fazer parte do futuro da AMG, mas sem substituir por completo a aposta nos motores de combustão, sobretudo nos modelos em que a sonoridade, a resposta mecânica e a identidade desportiva continuam a pesar na decisão dos clientes.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Next level active aerodynamics. The all-new Mercedes-AMG GT 4-Door Coupe Prototype is designed to redefine electric performance. Get ready. <a href="https://t.co/h9769Ymyaw">pic.twitter.com/h9769Ymyaw</a></p>
<p>&mdash; Mercedes-AMG (@MercedesAMG) <a href="https://x.com/MercedesAMG/status/2019461878284435766?ref_src=twsrc%5Etfw">February 5, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A expansão da gama terá, contudo, uma contradição aparente: haverá mais modelos, mas menos escolhas mecânicas. Segundo a &#8216;Automotive News&#8217;, Schiebe confirmou que o número de variantes de motorização será reduzido de dez para apenas quatro. A base da oferta térmica deverá assentar num seis cilindros evoluído e num novo V8.</p>
<p>Ainda não há indicação clara sobre o futuro dos quatro cilindros na AMG. Estes motores poderão continuar a ter algum papel, sobretudo se a marca quiser alcançar o objetivo de 200 mil unidades vendidas por ano até ao final da década, mas o reposicionamento parece apontar para uma gama mais simples e mais coerente do ponto de vista mecânico.</p>
<p>A Mercedes-AMG quer inspirar-se na estratégia da BMW M, oferecendo “um modelo para cada cliente” em vez de acelerar de forma agressiva a eletrificação. Essa revalorização dos motores térmicos pode ajudar a recuperar compradores que olharam para outras marcas depois da aposta controversa da AMG em motorizações mais pequenas e eletrificadas.</p>
<p>Ainda assim, o regresso de uma Classe C AMG com V8 não deverá acontecer no curto prazo. A aposta parece estar mais concentrada em novos derivados, em modelos de topo e em versões especiais capazes de reforçar a imagem da AMG sem inverter totalmente a estratégia dos últimos anos.</p>
<p>Uma das grandes ausências continua a ser a nova E63, sobre a qual ainda pouco se sabe. Há, no entanto, informações de que a Mercedes já terá mostrado a próxima geração da Classe E a concessionários nos Estados Unidos. A chegada estará prevista para o início de 2028 em versão totalmente elétrica, com variantes de combustão a surgirem mais tarde.</p>
<p>Ao contrário do que alguns rumores indicavam, a Classe E deverá voltar a contar com carrinha. Se isso se confirmar, abre-se a possibilidade de uma futura E63 Break capaz de enfrentar a BMW M5 Touring e a próxima Audi RS6 Avant. Para a AMG, essa pode ser uma das peças mais importantes numa ofensiva que quer voltar a colocar Affalterbach mais perto da BMW M.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777517]]></sapo:autor>
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		<title>Governo está a preparar taxas sobre lucros extraordinários, garante Montenegro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:58:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA["O projeto está em elaboração no Governo e chegará naturalmente à Assembleia da República", disse hoje Luís Montenegro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro afirmou hoje no Parlamento que o Governo está a elaborar o projeto de criação de taxas sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, anunciado em maio, que enviará depois à Assembleia da República.</p>
<p>&#8220;O projeto está em elaboração no Governo e chegará naturalmente à Assembleia da República&#8221;, disse hoje Luís Montenegro, durante o debate parlamentar de preparação do Conselho Europeu de quinta e sexta-feira, em resposta ao deputado único do Bloco de Esquerda, Fabian Figueiredo.</p>
<p>O bloquista recordou que o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, &#8220;anunciou em 05 de maio que ia avançar com a contribuição extraordinária&#8221; e &#8220;já passou mais de um mês&#8221;, perguntando: &#8220;Desistiu deste imposto?&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não desistimos&#8221;, respondeu Luís Montenegro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777759]]></sapo:autor>
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		<title>Petróleo sobe 5% antes de acordo para pôr fim à guerra no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:49:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços do petróleo chegaram hoje a subir 5%, refletindo o nervosismo dos mercados antes da assinatura, prevista para sexta-feira, de um acordo entre Teerão e Washington para pôr termo à guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços do petróleo chegaram hoje a subir 5%, refletindo o nervosismo dos mercados antes da assinatura, prevista para sexta-feira, de um acordo entre Teerão e Washington para pôr termo à guerra no Médio Oriente.</p>
<p>Pelas 15:20 GMT (16:20 em Lisboa), o barril de Brent do Mar do Norte, referência para o mercado europeu, para entrega em agosto avançava 1,44%, para 80,10 dólares, depois de ter estado próximo dos 83 dólares.</p>
<p>Já o barril de West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, para entrega em julho, valorizava 1,58%, para 77,25 dólares.</p>
<p>Os analistas contactados pela AFP não conseguiram identificar uma razão específica para a subida repentina das cotações, que acabou por perder força pouco depois.</p>
<p>A assinatura do memorando de entendimento está prevista para sexta-feira e marcará o início de um processo negocial de 60 dias destinado a alcançar um acordo de paz definitivo entre Washington e Teerão.</p>
<p>O entendimento foi anunciado no domingo pelo Paquistão, que tem desempenhado funções de mediação entre as partes, e posteriormente confirmado pelos governos norte-americano e iraniano.</p>
<p>O documento surge após mais de três meses de conflito no Médio Oriente, desencadeado pela ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão.</p>
<p>Entretanto, persistem divergências quanto ao alcance do acordo, com Teerão a alertar que os ataques israelitas no Líbano poderão constituir uma violação dos compromissos assumidos no âmbito do entendimento alcançado com Washington.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777755]]></sapo:autor>
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		<title>Empresas podem limpar terrenos no verão com autorização de autarcas, indica Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:41:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado das Florestas disse hoje que as empresas podem remover material lenhoso durante o verão, com autorização dos autarcas, através da plataforma do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Estado das Florestas disse hoje que as empresas podem remover material lenhoso durante o verão, com autorização dos autarcas, através da plataforma do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).</p>
<p>&#8220;Isto não existia. Neste momento, é possível fazê-lo em Portugal, em particular nesta região, para que as empresas possam trabalhar, operar e remover aquilo que todos queremos, que é garantir que podem, durante o verão, em determinadas condições, [realizar] a operação de remoção de todo o material lenhoso&#8221;, afirmou Rui Ladeira.</p>
<p>O governante falava aos jornalistas por ocasião da inauguração do novo Centro de Coordenação Operacional da AFOCELCA, empresa de proteção florestal detida pelos grupos do setor da celulose Altri e The Navigator Company, nas instalações da Celbi, na Leirosa, Figueira da Foz (distrito de Coimbra).</p>
<p>Rui Ladeira explicou que o Governo criou, &#8220;através do ICNF, uma plataforma específica&#8221;, em funcionamento desde esta semana, em que as empresas identificam os &#8220;operadores que estão no território a fazer a exploração e remoção&#8221; do material lenhoso.</p>
<p>&#8220;O que isto quer dizer é que têm de cumprir, nos termos da lei, as medidas de segurança, as medidas de atuação em caso de haver uma ignição. Faz parte dessa obrigação&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ainda de acordo com o secretário de Estado das Florestas, &#8220;os senhores presidentes de câmara, em cada um dos municípios, podem autorizar&#8221; a operação das empresas, através daquela plataforma, em função das &#8220;condições climatéricas e da conjugação dos vários fatores&#8221;.</p>
<p>&#8220;As empresas podem operar em função da apresentação nesta plataforma daquilo que é o equipamento, dos trabalhadores e das medidas de segurança para garantir a operação de remoção do material lenhoso. E isso é validado, como parecer final, pelo responsável máximo da autoridade municipal de proteção civil, que é senhor presidente da câmara ou em quem ele delegar para esse efeito&#8221;, concretizou.</p>
<p>Para Rui Ladeira, &#8220;é muito positivo&#8221;, porque as empresas, &#8220;ano após ano, precisam trabalhar, têm os seus meios, os seus recursos humanos, as necessidades de intervir no território, e isso, de facto, em determinados contextos, não era possível&#8221;.</p>
<p>Questionado se os proprietários a título individual podem também realizar limpezas, o secretário de Estado das Florestas sustentou que &#8220;há prazos para executar&#8221;, face ao período, às temperaturas e à conjugação de todos os fatores climatéricos, salientando que o prazo para a limpeza de terrenos foi alargado até 30 de junho.</p>
<p>&#8220;É o prazo em que tem que haver, de facto, a limpeza, até o final deste mês, individual dos proprietários de remover aquilo que é a zona de interface, à volta das casas, das aldeias, daquilo que são zonas de risco e que está há muito conhecido&#8221;, salientou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777749]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ex-funcionário de clínica onde Kate Middleton esteve internada tentou divulgar dados médicos por dinheiro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ex-funcionario-de-clinica-onde-kate-middleton-esteve-internada-tentou-divulgar-dados-medicos-por-dinheiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Kate Middleton]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Caso remonta a março de 2024, quando o Information Commissioner’s Office, autoridade britânica responsável pela proteção de dados, abriu uma investigação criminal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um antigo profissional de saúde da London Clinic foi alvo de uma advertência formal por uso indevido dos registos médicos privados da princesa de Gales e por se ter oferecido para divulgar essa informação em troca de dinheiro, avança o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>O caso remonta a março de 2024, quando o Information Commissioner’s Office, autoridade britânica responsável pela proteção de dados, abriu uma investigação criminal depois de a London Clinic ter comunicado uma violação de segurança. Na altura, foi noticiado que pelo menos um funcionário teria tentado aceder às notas clínicas de Kate Middleton enquanto esta esteve internada no hospital privado, no centro de Londres, em janeiro desse ano.</p>
<p>A princesa de Gales permaneceu 13 dias na London Clinic depois de ter sido submetida a uma cirurgia abdominal. Em março de 2024, revelou publicamente que tinha sido diagnosticada com cancro, detetado na sequência dessa intervenção.</p>
<p>O regulador britânico afirmou esta quarta-feira que, após avaliação completa do caso, decidiu emitir uma advertência formal a um antigo profissional de saúde de Londres por uma infração prevista na lei de proteção de dados de 2018. A conduta envolveu, segundo o ICO, o uso deliberado de informação pessoal altamente sensível e uma oferta para a divulgar mediante pagamento.</p>
<p>A autoridade considerou que o caso representou uma clara quebra de confiança, mas concluiu que a advertência formal era a resposta “adequada e proporcional”. O regulador analisou ainda se existiam problemas mais amplos na prestação de cuidados de saúde neste caso, mas afirmou não ter encontrado falhas que justificassem uma ação regulatória contra a instituição.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Mirror&#8217;, o antigo funcionário será uma enfermeira e terá sido afastado da profissão. O &#8216;The Independent&#8217; refere, no entanto, que a identidade da pessoa envolvida não foi oficialmente divulgada pelo regulador.</p>
<p>Ian Hulme, diretor executivo de supervisão regulatória do ICO, sublinhou que os cidadãos devem poder confiar que a informação pessoal entregue a unidades de saúde é mantida segura e protegida contra exploração. “Quando essa confiança é quebrada, é correto que a lei nos permita agir”, afirmou.</p>
<p>O responsável acrescentou que o regulador não hesitará em avançar com processos criminais quando isso for necessário e proporcional. A London Clinic, por seu lado, afirmou que se orgulha dos padrões de cuidado e discrição prestados a todos os pacientes e considerou que a colaboração com o ICO permitiu encerrar um “incidente triste e isolado”.</p>
<p>A clínica sublinhou ainda que não foram identificadas infrações regulatórias por parte do hospital. Kate anunciou em janeiro de 2025 que o cancro estava em remissão e tem vindo a regressar progressivamente aos compromissos oficiais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777739]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha &#8216;no verde&#8217; com BCP a subir mais de 3%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-fecha-no-verde-com-bcp-a-subir-mais-de-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:39:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno positivo, com o PSI a subir 0,76% para 9.090,72 pontos, impulsionada pela subida de mais de 4% da Teixeira Duarte e de mais de 3% do BCP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno positivo, com o PSI a subir 0,76% para 9.090,72 pontos, impulsionada pela subida de mais de 4% da Teixeira Duarte e de mais de 3% do BCP.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, sete terminaram no &#8216;verde&#8217;, oito no &#8216;vermelho&#8217; e os CTT terminaram inalterados a cotar nos 6 euros.</p>
<p>Nas restantes principais bolsas europeias, o espanhol IBEX-35 somou 1,35%, o britânico FTSE 100 avançou 0,14% e o alemão DAX valorizou 0,10%, ao passo que o francês CAC-40 recuou 0,20%.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777725]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>IGAI arquiva processo disciplinar contra ex-diretor do SIRESP</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/igai-arquiva-processo-disciplinar-contra-ex-diretor-do-siresp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:38:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[António Pombeiro]]></category>
		<category><![CDATA[IGAI]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[SIRESP]]></category>
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					<description><![CDATA[A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) arquivou o processo disciplinar aberto em 2025 contra o antigo diretor técnico da empresa que gere o SIRESP após queixas apresentadas pelo ex-secretário-geral adjunto do MAI, António Pombeiro, anunciou hoje o ministro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) arquivou o processo disciplinar aberto em 2025 contra o antigo diretor técnico da empresa que gere o SIRESP após queixas apresentadas pelo ex-secretário-geral adjunto do MAI, António Pombeiro, anunciou hoje o ministro.</P><br />
<P>Em causa estavam duas denúncias do ex-secretário-geral do Ministério da Administração Interna (MAI) sobre alegada má gestão e conflito de interesses de Carlos Leitão enquanto diretor técnico da Siresp SA., cargo para que foi escolhido pelo presidente da empresa, Viegas Nunes.</P><br />
<P>No parlamento, o ministro da Administração Interna avançou que este inquérito, aberto em novembro de 2025, foi arquivado pela IGAI.</P><br />
<P>Luís Neves foi ouvido no parlamento a pedido dos grupos parlamentares da Iniciativa Liberal e do Chega para esclarecer as afirmações constantes na carta de demissão de António Pombeiro, na qual &#8220;constam, nomeadamente, acusações de favorecimento, de conflitos de interesses&#8221; e de tomada de decisões &#8220;eticamente reprováveis&#8221; dirigidas ao presidente da empresa que gere o SIRESP, Viegas Nunes.</P><br />
<P>António Pombeiro demitiu-se do cargo no passado dia 22 de maio alegando um conjunto de &#8220;graves irregularidades&#8221; na gestão da Siresp S.A. durante a presidência de Viegas Nunes, que foi presidente da empresa entre 2022 e 2024 e regressou agora à liderança da empresa.</P><br />
<P>Segundo as conclusões do inquérito da IGAI, a que Lusa teve acesso, a atuação de Carlos Leitão foi &#8220;transparente&#8221; e &#8220;sem merecer qualquer censura&#8221;.</P><br />
<P>António Pombeiro relatou à IGAI duas situações em que estava envolvido o ex-diretor técnico da Siresp SA: &#8220;Contrato de aquisição dos gravadores de voz para a rede SIRESP, que configurava má gestão do erário público e favorecimento de um concorrente específico, a NOS&#8221; e &#8220;por ter tentado que a Siresp contratasse a empresa da sua mulher para realizar um trabalho de certificação que seria executado por ele próprio, como perito externo&#8221;, quando já tinha saído da Siresp). </P><br />
<P>Luís Neves indicou que o valor em causa era 12 mil euros, tendo depois a Siresp SA pagado 87 mil euros pelo mesmo trabalho.</P><br />
<P>O ministro recordou que Carlos Leitão era em novembro de 2025 coordenador do grupo de trabalho criado pelo Governo para alterar o SIRESP, tendo depois sido substituído por António Pombeiro.</P><br />
<P>No parlamento, o ministro anunciou também que vai pedir à IGAI a reabertura do inquérito para apurar o que foi feito pela administração da Siresp SA após a saída do ex-diretor técnico, tal como a Inspeção-Geral da Administração Interna propôs.</P><br />
<P>&#8220;O inquérito vai continuar e eu vou querer saber o que é que foi feito e o que é que devia ter sido feito e não foi feito&#8221;, disse aos deputados, frisando que vai determinar a instauração de inquérito &#8220;para se perceber porque é que determinadas cobranças não foram feitas, quem é que era responsável por essas cobranças e porque é que determinados contratos ficaram para trás&#8221;.</P></p>
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		<title>Bruxelas alerta que Portugal está a ficar para trás na adoção de tecnologias avançadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:38:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Comissão Europeia refere que Portugal "dispõe de uma boa infraestrutura de conectividade em todo o território e ocupa uma posição de destaque nos serviços públicos digitais destinados aos cidadãos e às empresas"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia avisou hoje que Portugal está a ficar atrás dos restantes Estados-membros da União Europeia na adoção de tecnologias avançadas pelas empresas, advertindo que isso poderá comprometer a &#8220;competitividade digital do país&#8221;.</p>
<p>Num relatório hoje divulgado, relativo ao cumprimento das metas do Programa da Década Digital, a Comissão Europeia refere que Portugal &#8220;dispõe de uma boa infraestrutura de conectividade em todo o território e ocupa uma posição de destaque nos serviços públicos digitais destinados aos cidadãos e às empresas&#8221;.</p>
<p>&#8220;No entanto, o país enfrenta uma série de desafios para alcançar uma digitalização bem-sucedida nas empresas através de tecnologias avançadas, uma vez que continua atrás dos seus parceiros europeus na adoção de computação em nuvem [&#8216;cloud computing&#8217;] e de Inteligência Artificial (IA) pelas empresas&#8221;, refere o executivo comunitário.</p>
<p>Apesar de reiterar que Portugal está a mostrar &#8220;progressos consistentes no seu ecossistema de inovação digital e de crescimento empresarial&#8221;, a Comissão Europeia avisa que os &#8220;esforços das autoridades portuguesas nesta área podem ser condicionados&#8221; pela &#8220;lenta adoção&#8221; de tecnologias avançadas nas empresas.</p>
<p>&#8220;Esta adoção reduzida poderá comprometer a competitividade digital do país, uma vez que as empresas com baixos níveis de digitalização não conseguem tirar pleno partido dos ganhos de produtividade proporcionados pelas ferramentas digitais, nem aproveitar as oportunidades de acesso a novos mercados &#8216;online'&#8221;, alerta.</p>
<p>Nas metas analisadas pela Comissão Europeia, refere-se que a taxa de adoção de IA nas pequenas e médias empresas (PME) portuguesas é de 11,54%, abaixo da média europeia de 19,95%, com um crescimento anual de 33,7% desde 2023, igualmente inferior ao que se regista no resto da UE (48%).</p>
<p>O mesmo se verifica relativamente às empresas com mais de 250 empregados: a taxa de adoção de IA em Portugal é de 49,15%, contra uma média europeia de 55,03%, registando-se um crescimento anual igualmente inferior (17,3% em Portugal, contra 33,7% na UE).</p>
<p>O cenário é parecido na adoção de tecnologias de nuvem: a taxa é de 34,11% nas PME, contra uma média de 46,69% na UE. Para as grandes empresas, a taxa de adoção é de 74,15%, contra 78,32% na UE.</p>
<p>Devido a estes dados, a Comissão Europeia considera que Portugal &#8220;precisa de acelerar os seus esforços de transformação digital para reduzir a distância em relação à média da UE&#8221;.</p>
<p>&#8220;Deve ser dada especial atenção às tecnologias de computação em nuvem e à IA, áreas em que tanto as taxas de adoção como os ritmos de crescimento são significativamente inferiores à média europeia&#8221;, indica o executivo.</p>
<p>No entanto, no que se refere aos serviços públicos digitais, Portugal surge na linha da frente da UE, com a Comissão Europeia a indicar que o desempenho do país nesta área dá um &#8220;contributo significativo para o cumprimento das metas do Programa da Década Digital da UE&#8221;.</p>
<p>A Comissão Europeia indica que a pontuação global de Portugal nos serviços públicos digitais para utilizadores nacionais é de 99,85 pontos em 100 (contra uma média europeia de 94,01), valor que desce para os 90 pontos quando os destinatários são as empresas, ainda assim acima da média europeia de 88,59.</p>
<p>Este relatório foi hoje divulgado no âmbito do balanço que é feito anualmente pela Comissão Europeia para ver se os Estados-membros estão a cumprir as metas estabelecidas no Programa da Década Digital, que visa garantir que a UE reforça a sua competitividade e soberania digital até 2030.</p>
<p>A nível europeu, a Comissão Europeia refere que tem havido progressos, designadamente a nível da cobertura 5G ou, ao contrário de Portugal, na adoção de tecnologias pelas empresas.</p>
<p>No entanto, adverte que há problemas que persistem, designadamente no que se refere aos semicondutores: a UE &#8220;só representa 9% do mercado global de semicondutores, longe da meta de 20% para 2030&#8221;.</p>
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