Distribuição espera vender nesta ‘Black Friday’ tanto como em 2019

A crise nas cadeias de abastecimento está a assolar o mundo, no entanto, na Península Ibérica o setor prevê uma ‘Black Friday’ “de valor agregado”, com preços médios mais altos porque os produtos “terão uma componente de inovação”, embora as ofertas de outros anos sejam mantidas. expectativa é que as vendas superem os níveis pré-pandemia.

Empresas como Media Markt ou Leroy Merlin (no segmento espanhol), que têm muito peso nas vendas durante a Black Friday e o Natal, confessam, em entrevista ao “El Mundo” que não vão aumentar os preços, a fim de preservar a essência desta campanha de desconto, embora haja produtos com um valor médio mais alto, como smartphones, computadores e frigoríficos.

Contactada pela Executive Digest, a Leroy Merlin Portugal explicou que o destacamento da marca no nosso país se “desassociou da Black Friday”.

As empresas de eletrodomésticos têm esperado há meses por este dia, armazenado vários produtos, tendo em conta os atrasos nas entregas, e devido à crise dos semicondutores que “que afeta alguns produtos específicos mas não a generalidade da oferta”, segundo o Samuel González, diretor de compras da Media Markt.

Questionada pela Executive Digest, se a marca de eletrodomésticos mantinha as mesmas metas de venda para Portugal, como as relatadas ao jornal espanhol, a empresa respondeu positivamente.

Para Daniel Molero, diretor de vendas B2C da Samsung, “o desafio para os fabricantes é agregar valor, mas isso vai pressionar muitas empresas que não têm essa capacidade de ajustar a cadeia”. O executivo revê, como o resto dos gestores, um aumento no preço médio do produto na Black Friday, mas porque “haverá produtos com maior componente de inovação”.

 

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