Disney inicia segunda e maior vaga de despedimentos: 4 mil funcionários estão de saída

No início de 2023, a empresa americana garantiu que pretendia cortar 7 mil empregos como parte de uma reorganização maior que visa reduzir os custos em 5 mil milhões de euros

Francisco Laranjeira

A Disney iniciou, esta segunda-feira, a segunda e maior onda de demissões, elevando o total de cortes de empregos para 4 mil – no início de 2023, a empresa americana garantiu que pretendia cortar 7 mil empregos como parte de uma reorganização maior que visa reduzir os custos em 5 mil milhões de euros, um anúncio realizado na primeira teleconferência de Bob Iger desde que regressou como CEO.

A eliminação de 7 mil empregos corresponde a cerca de 3% da sua força de trabalho – a Disney empregava, a 1 de outubro último, 220 mil pessoas, sendo que 166 mil operavam nos Estados Unidos, e cerca de 54 mil internacionalmente.

A primeira ronda de despedimentos da Disney ocorreu a 28 de março, que resultou em cortes na sua unidade de estratégias de metaverso e parte do seu escritório em Pequim. Nesta segunda ronda, que vai estar concluída 5ª feira, vão ser afetadas várias divisões da empresa, incluindo a Disney Entertainment e ESPN, bem como parques, experiências e produtos da Disney.

A empresa garantiu ainda que espera iniciar sua terceira onda de demissões antes do início do verão, a fim de atingir a meta de 7 mil. A Disney revelou que não espera que as demissões afetem os seus trabalhadores nos seus parques e resorts.

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