Discussão em aberto. Ministério da Saúde garante que ainda não validou plano de vacinação para a Covid-19

O Ministério da Saúde emitiu esta sexta-feira uma nota de esclarecimento na qual refere que ainda não foi discutido, muito menos validado, qualquer plano de vacinação que a Direção Geral Geral da Saúde (DGS) se encontra a desenvolver. 

Simone Silva

O Ministério da Saúde emitiu esta sexta-feira uma nota de esclarecimento na qual refere que ainda não foi discutido, muito menos validado, qualquer plano de vacinação que a Direção Geral Geral da Saúde (DGS) se encontra a desenvolver.

«A estratégia de vacinação contra a Covid 19, em preparação pela Direção-Geral da Saúde (DGS), ainda não foi discutida com o Ministério da Saúde nem validada politicamente», afirma o organismo num comunicado enviado às redações.

Em resposta às notícias avançadas esta manhã sobre já terem sido definidos grupos prioritários para a toma da vacina, o ministério acrescenta que, «as informações vindas a público estão incluídas num documento meramente técnico e são parcelares e desatualizadas».

Recorde-se que a ‘SIC Notícias’ avançou esta sexta-feira que as pessoas que têm entre 50 e 75 anos e sofrem de doenças graves seriam as primeiras a receber as novas vacinas contra a Covid-19, pois segundo a estação televisiva o documento que estabelece as prioridades já teria sido concluído pela comissão técnica e enviado para o Ministério da Saúde e para o grupo de trabalho que foi encarregado de planear a campanha de inoculação.

Em conjunto com estes cidadãos mais vulneráveis, adiantou a publicação, deveriam ser vacinados nesta primeira fase os funcionários e os utentes de lares de idosos e os profissionais de saúde de primeira linha, que trabalham nas unidades de cuidados intensivos ou em enfermarias com doentes que sofrem do novo coronavírus.

Continue a ler após a publicidade

O segundo grupo para vacinação seria composto por pessoas da mesma faixa etária, que sofrem de doenças menos graves, mas que também são de risco. A estes, acresce a população institucionalizada.

Fora destes grupos ficaria uma das principais comunidades de risco, que são as pessoas acima dos 75 anos, mas isso acontece porque as farmacêuticas e autoridades de saúde ainda não conseguiram confirmar que a vacina tem efeito e é segura para este setor da população.

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.