Dirigente do Chega surge em vídeo ao lado de skinheads

Luís Graça, presidente da mesa da Convenção do Chega, negou por três vezes ligação à extrema-direita e ter pertencido à Nova Ordem Social (NOS) movimento neonazi fundado por Mário Machado.

Executive Digest

Luís Graça, presidente da mesa da Convenção do Chega, negou por três vezes ligação à extrema-direita e ter pertencido à Nova Ordem Social (NOS) movimento neonazi fundado por Mário Machado. Contudo, fotografias e publicações nas redes sociais mostram o contrário, escreve a “Sábado”, acrescentando que Graça surge  num vídeo de protesto de grupos com proximidades fascistas e neonazis, revela a “Sábado”.

O actual dirigente do Chega surge em registos de uma acção do Movimento de Oposição Nacional, que viria a ser a organização-mãe da fase embrionária da NOS. a 1 de Dezembro de 2011, Dia da Restauração, nos Restauradores, em Lisboa. No vídeo, divulgado pela revista, pode ver-se Graça a montar e agitar as bandeiras do movimento ao lado do filho e de skinheads jovens do movimento Falcata, um grupo que se dizia «a favor do etno-diferencialismo» para preservar a identidade europeia.

Dos vários membros do Chega em cargos de responsabilidades com passado a movimentos extremistas, apenas Tiago Monteiro (conselheiro e líder de Mafra) apresentou demissão. Luís Graça ainda foi ao congresso do CDS, já depois de noticiada a sua ligação ao movimento NOS. À “Sábado”, fonte do Chega garante que Graça não foi ao congresso em representação do partido: «Foi uma presença informal. Diogo Pacheco de Amorim e Ricardo Regalla foram os representantes do Chega».

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