<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 16 Jun 2026 20:12:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Plataforma LiveModeTV que transmite jogos do Mundial2026 obrigada a registo na ERC</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/plataforma-livemodetv-que-transmite-jogos-do-mundial2026-obrigada-a-registo-na-erc/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/plataforma-livemodetv-que-transmite-jogos-do-mundial2026-obrigada-a-registo-na-erc/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 20:12:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/plataforma-livemodetv-que-transmite-jogos-do-mundial2026-obrigada-a-registo-na-erc/</guid>

					<description><![CDATA[A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) divulgou hoje que a plataforma LiveModeTV, que transmite jogos do Mundial2026 de futebol em Portugal, está sujeita a registo obrigatório no regulador enquanto órgão de comunicação social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) divulgou hoje que a plataforma LiveModeTV, que transmite jogos do Mundial2026 de futebol em Portugal, está sujeita a registo obrigatório no regulador enquanto órgão de comunicação social.</P><br />
<P>Em comunicado, a ERC referiu que a sua intervenção surge após ter recebido uma comunicação da LiveModeTV a dar conta &#8220;da intenção de interromper o processo de registo enquanto serviço de programas audiovisual que tinha em curso&#8221; na entidade desde o início de maio.</P><br />
<P>&#8220;O prazo legal para a efetivação do registo (60 dias) já terá decorrido, podendo o respetivo incumprimento constituir uma contraordenação&#8221;, assinalou o regulador.</P><br />
<P>A ERC referiu que, de acordo com a sua análise, a plataforma apresenta &#8220;características próprias de um serviço de comunicação social organizado editorialmente, incluindo identidade visual e editorial própria, programação estruturada, responsabilidade editorial sobre os conteúdos, presença de apresentadores e comentadores, bem como exploração económica do serviço&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A difusão regular de conteúdos audiovisuais e a transmissão em direto de eventos de interesse público, com destaque para o Mundial de Futebol de 2026, reforçam este enquadramento legal&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O regulador determinou assim que a atividade desenvolvida pela Livemode Portugal, Unipessoal, Lda., através da LiveModeTV na plataforma YouTube, se &#8220;enquadra no âmbito da Lei da Televisão e dos Serviços Audiovisuais a Pedido (LTSAP) e, como tal, tem obrigatoriamente de ser sujeita a registo na ERC enquanto órgão de comunicação social&#8221;.</P><br />
<P>A LiveModeTV divulgou em 11 de junho, quando arrancou o Mundial2026 que decorre nos Estados Unidos, no México e no Canadá, que iria transmitir 34 jogos da competição, incluindo todos da seleção portuguesa.</P><br />
<P>Na nota de imprensa, a plataforma destacou que está disponível em Portugal na rede social YouTube e na Prime Video, e que &#8220;além do jogo do dia de cada jornada, terá várias horas de programação dedicada ao Campeonato do Mundo 2026, contando com cerca de 8 horas diárias&#8221;.</P><br />
<P>A LiveModeTV apresentou-se como uma &#8220;plataforma de transmissão digital que combina futebol de alto nível com uma experiência interativa e próxima dos fãs&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/plataforma-livemodetv-que-transmite-jogos-do-mundial2026-obrigada-a-registo-na-erc/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777187]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PGR do Brasil pede condenação de Eduardo Bolsonaro por coação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pgr-do-brasil-pede-condenacao-de-eduardo-bolsonaro-por-coacao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pgr-do-brasil-pede-condenacao-de-eduardo-bolsonaro-por-coacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/pgr-do-brasil-pede-condenacao-de-eduardo-bolsonaro-por-coacao/</guid>

					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral da República (PGR) do Brasil pediu hoje a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação durante o processo sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Procuradoria-Geral da República (PGR) do Brasil pediu hoje a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação durante o processo sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022.</P><br />
<P>Segundo a acusação, Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, intercedeu junto de autoridades e parlamentares dos Estados Unidos para pressionar a Casa Branca a adotar medidas contra juízes do Supremo Tribunal Federal (STF) e contra o próprio Brasil, em retaliação pelo processo que corria visando o seu pai, que acabou condenado a uma pena de prisão de 27 anos e três meses.</P><br />
<P>Em março de 2025, Eduardo Bolsonaro anunciou que iria suspender temporariamente o mandato de deputado federal para morar nos Estados Unidos e, à época, disse que o afastamento do Brasil seria para &#8220;se dedicar integralmente e buscar as devidas sanções aos violadores de direitos humanos&#8221;.</P><br />
<P>Hoje, na sessão do julgamento no Supremo Tribunal Federal brasileiro, o representante da PGR apresentou várias publicações e mensagens trocadas entre Eduardo e o seu pai, para sustentar o pedido de condenação contra o ex-deputado.</P><br />
<P>&#8220;Essa é uma situação relativamente simples do ponto de vista penal. Há todo um elemento, um contexto fático e conjunto de provas evidenciando que essa coação efetivamente existiu&#8221;, argumentou o subprocurador-geral da República Antônio Edílio Magalhães, acrescentando que a Justiça brasileira foi atacada pelo bolsonarista.</P><br />
<P>&#8220;A estratégia criminosa culminou em prejuízos concretos a diversos setores produtivos onerados pelas sobretarifas norte-americanas, alcançando, em última instância, trabalhadores vinculados a essas cadeias económicas, completamente alheios aos processos penais atacados&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>Eduardo Bolsonaro está a ser julgado na 1.ª Turma do STF, formada por quatro juízes.</P><br />
<P>Os votos serão realizados pelo juiz relator, Alexandre de Moraes, seguido por outros três juízes do Supremo brasileiro.</P><br />
<P>Como não há tempo definido para os juízes apresentarem o seu voto, o julgamento, que começou às 14:00 locais (18:00 em Lisboa), pode durar horas.</P><br />
<P>Ainda assim, são necessários três votos para condenar ou absolver o ex-deputado federal.</P><br />
<P>Como Eduardo Bolsonaro não constituiu advogado neste processo, a sua defesa é realizada pela Defensoria Pública da União, que alega, entre outros pontos, que Moraes não poderia atuar no julgamento por ser uma das autoridades atingidas pelas sanções impostas pelos EUA.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pgr-do-brasil-pede-condenacao-de-eduardo-bolsonaro-por-coacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777186]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Carro vandalizado? Saiba o que fazer, que seguro cobre os danos e quando pode ficar sem indemnização</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/carro-vandalizado-saiba-o-que-fazer-que-seguro-cobre-os-danos-e-quando-pode-ficar-sem-indemnizacao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/carro-vandalizado-saiba-o-que-fazer-que-seguro-cobre-os-danos-e-quando-pode-ficar-sem-indemnizacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[acp]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[seguros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=777106</guid>

					<description><![CDATA[A primeira ideia a reter é simples: o seguro obrigatório de responsabilidade civil, conhecido como seguro contra terceiros, não paga os prejuízos sofridos pelo próprio veículo em caso de vandalismo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar o carro vandalizado é uma situação inesperada e, muitas vezes, cara. Riscos na pintura, vidros partidos, espelhos danificados, amolgadelas ou peças arrancadas podem representar uma despesa significativa. Mas, como explica o <a href="https://www.acp.pt/veiculos/condutor-em-dia/o-que-saber-sobre-carros/carro-vandalizado-o-seguro-cobre-o-que" target="_blank" rel="noopener">ACP</a>, nem todos os seguros automóvel cobrem este tipo de danos.</p>
<p>A primeira ideia a reter é simples: o seguro obrigatório de responsabilidade civil, conhecido como seguro contra terceiros, não paga os prejuízos sofridos pelo próprio veículo em caso de vandalismo. Para que estes danos possam ser cobertos, é necessário ter uma apólice com danos próprios e uma cobertura específica para atos de vandalismo ou atos maliciosos.</p>
<p><strong>O que cobre o seguro obrigatório?</strong></p>
<p>O seguro de responsabilidade civil automóvel é obrigatório por lei. Garante o pagamento de indemnizações por danos corporais e materiais causados a terceiros e às pessoas transportadas no veículo, com exceção do condutor.</p>
<p>Na prática, este seguro protege os outros em caso de acidente causado pelo veículo segurado. Não protege o próprio carro contra danos provocados por vandalismo.</p>
<p>Assim, se encontrar o carro riscado, com vidros partidos ou com peças arrancadas e tiver apenas seguro contra terceiros, a reparação ficará, em princípio, a seu cargo.</p>
<p><strong>O seguro cobre atos de vandalismo?</strong></p>
<p>Depende das coberturas contratadas. Para ter proteção em caso de vandalismo, o condutor deve ter um seguro de danos próprios, frequentemente conhecido como seguro contra “todos os riscos”, que inclua cobertura para atos de vandalismo ou maliciosos.</p>
<p>Esta cobertura pode aplicar-se quando o veículo é danificado de forma intencional por terceiros, nomeadamente em contextos de tumultos, greves, motins ou alterações da ordem pública.</p>
<p>De forma geral, pode abranger riscos na pintura, vidros e espelhos partidos, amolgadelas ou peças arrancadas. Ainda assim, o ACP recomenda confirmar sempre a apólice, porque as coberturas e exclusões variam de seguro para seguro.</p>
<p>Também é importante verificar se a apólice inclui assistência em viagem. Se o carro tiver de ser transportado para uma oficina, essa cobertura pode evitar mais uma despesa inesperada.</p>
<p><strong>O Fundo de Garantia Automóvel ajuda nestes casos?</strong></p>
<p>Não. O Fundo de Garantia Automóvel, gerido pela Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, indemniza vítimas de acidentes em situações específicas, como quando o responsável é conhecido mas não tem seguro, quando há danos corporais e o responsável é desconhecido ou não tem seguro válido, ou quando a seguradora do culpado está insolvente.</p>
<p>No caso de vandalismo, estas condições não se aplicam. Por isso, o Fundo de Garantia Automóvel não cobre danos de um carro vandalizado.</p>
<p><strong>O que fazer se encontrar o carro vandalizado?</strong></p>
<p>A primeira coisa a fazer é recolher provas antes de mexer no veículo. Tire fotografias e faça um vídeo em que os danos sejam visíveis. Registe também o dia, a hora e o local onde encontrou o carro.</p>
<p>Se houver testemunhas, tente recolher o nome e um contacto telefónico. Estes elementos podem ser úteis para apresentar queixa às autoridades e fazer a participação ao seguro.</p>
<p>Se o carro tiver sido vandalizado num parque de estacionamento, contacte os vigilantes ou a entidade responsável pela gestão do espaço. O local pode ter seguro próprio que cubra alguns danos ou pode haver imagens de videovigilância relevantes para a investigação.</p>
<p>Depois, deve contactar as autoridades e apresentar queixa, mesmo que não saiba quem causou os danos. Entregue todas as provas recolhidas e descreva o sucedido com o máximo de detalhe possível.</p>
<p>O passo seguinte é comunicar o caso à seguradora o mais rapidamente possível. A participação deve incluir fotografias, vídeos, auto de ocorrência, dados de testemunhas e qualquer outra informação relevante.</p>
<p><strong>Quais são os prazos da seguradora?</strong></p>
<p>Depois de receber a participação, a seguradora tem dois dias úteis para agendar a peritagem. A peritagem deve estar concluída em oito dias úteis, prazo que pode subir para 12 dias úteis se for necessário desmontar o veículo.</p>
<p>Após a peritagem, os relatórios devem ser disponibilizados quatro dias úteis depois. A seguradora tem ainda de comunicar se assume ou não a responsabilidade pelos danos até 30 dias úteis após o primeiro contacto com o segurado.</p>
<p>Estes prazos são importantes para o condutor acompanhar o processo e saber quando deve insistir com a seguradora caso não receba resposta.</p>
<p><strong>Como escolher um seguro que proteja contra vandalismo?</strong></p>
<p>O preço do prémio não deve ser o único critério na escolha do seguro automóvel. O mais importante é perceber o que quer proteger e que riscos está disposto a assumir.</p>
<p>Se o carro for novo, tiver valor elevado ou ficar estacionado frequentemente na rua, pode fazer sentido contratar danos próprios com cobertura de atos de vandalismo. Também pode ser útil incluir assistência em viagem e proteção jurídica.</p>
<p>Antes de assinar, deve confirmar as exclusões. Nem todos os danos estão automaticamente cobertos e algumas situações podem ficar fora da apólice.</p>
<p>Também deve verificar onde é que as coberturas são válidas. Isto é especialmente importante para quem viaja de carro para o estrangeiro.</p>
<p>Outro ponto essencial é a franquia, ou seja, o valor que fica a cargo do segurado em caso de dano. Uma cobertura pode existir, mas implicar uma franquia que torne a reparação menos compensadora.</p>
<p>Por fim, convém perceber como funciona o sistema bónus-malus, que pode fazer o preço do seguro subir ou descer consoante o histórico de sinistros.</p>
<p><strong>O que deve reter?</strong></p>
<p>Se o carro for vandalizado e tiver apenas seguro contra terceiros, o mais provável é ter de pagar a reparação. Para estar protegido, precisa de um seguro de danos próprios com cobertura de atos de vandalismo ou maliciosos.</p>
<p>Em caso de dano, não mova logo o carro, recolha provas, apresente queixa, contacte a seguradora e acompanhe os prazos da peritagem.</p>
<p>A prevenção começa antes do problema acontecer: ler a apólice, conhecer as exclusões e perceber a franquia pode fazer a diferença entre ter a reparação paga ou suportar a despesa do próprio bolso.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/carro-vandalizado-saiba-o-que-fazer-que-seguro-cobre-os-danos-e-quando-pode-ficar-sem-indemnizacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777106]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Parlamento dos Açores aprova recomendação sobre divulgação da informação financeira da SATA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-dos-acores-aprova-recomendacao-sobre-divulgacao-da-informacao-financeira-da-sata/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-dos-acores-aprova-recomendacao-sobre-divulgacao-da-informacao-financeira-da-sata/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-dos-acores-aprova-recomendacao-sobre-divulgacao-da-informacao-financeira-da-sata/</guid>

					<description><![CDATA[O parlamento açoriano aprovou hoje por unanimidade um projeto de resolução do Chega que recomenda ao Governo Regional dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) a divulgação integral da informação financeira, operacional e de gestão do grupo SATA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento açoriano aprovou hoje por unanimidade um projeto de resolução do Chega que recomenda ao Governo Regional dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) a divulgação integral da informação financeira, operacional e de gestão do grupo SATA.</P><br />
<P>Na apresentação do projeto de resolução, no primeiro dia do plenário de junho, na Horta, o parlamentar do Chega Francisco Lima disse que estava em causa o direito de os açorianos &#8220;saberem como está a ser gerida uma empresa que lhes pertence e que tem sido sustentada com dinheiro públicos&#8221;.</P><br />
<P>A companhia aérea SATA &#8220;é essencial à mobilidade, à economia, ao turismo e à coesão territorial dos Açores&#8221;, salientou, considerando que a empresa &#8220;não pode continuar rodeada de respostas incompletas, atrasos sucessivos e da invocação permanente do segredo comercial para limitar a fiscalização parlamentar&#8221;.</P><br />
<P>Francisco Lima justificou a apresentação da iniciativa por continuarem &#8220;por esclarecer matérias fundamentais&#8221;, como o custo e o histórico das rotas deficitárias, os critérios para abrir e manter rotas, encargos com aeronaves imobilizadas, o cumprimento do plano de reestruturação e a eventual necessidade de novos apoios da região.</P><br />
<P>Ainda segundo o deputado do Chega, a falta de transparência alimenta dúvidas e, sabendo-se que existe informação comercial sensível, nunca foi defendida a sua divulgação irresponsável.</P><br />
<P>Contudo, acrescentou, &#8220;há uma diferença clara entre divulgar informação ao público e prestá-la ao parlamento que dispõe de mecanismos para consultar documentação confidencial e reservada&#8221;.</P><br />
<P>O parlamentar recordou que em 2025 o grupo SATA apresentou um prejuízo consolidado de 58,4 milhões de euros, defendendo que, embora esse resultado represente uma melhoria face ao ano anterior, &#8220;um prejuízo desta dimensão continua a exigir explicações, responsabilidades e medidas concretas&#8221;.</P><br />
<P>A iniciativa &#8220;não pretende fragilizar&#8221; a SATA e quem defende a empresa &#8220;não deve ter medo dos números&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Pelo PSD, Paulo Simões admitiu que o partido acompanha a preocupação do Chega, mas alertou que &#8220;o ponto fulcral é como garantir transparência sem colocar em risco informação que sendo tornada pública pode prejudicar a SATA perante a sua concorrência num mercado altamente competitivo&#8221;.</P><br />
<P>O social-democrata referiu ainda que a empresa publica todos os anos o relatório de contas e que a administração está sempre disponível para esclarecer dúvidas, existindo também um &#8220;escrutínio muito apertado&#8221; por parte da Comissão Europeia.</P><br />
<P>O socialista Carlos Silva contrapôs que a informação disponibilizada aos parlamentares &#8220;nunca é suficiente&#8221; e é &#8220;relevante&#8221; para a análise da situação da empresa açoriana de aviação, chamando a atenção para um &#8220;padrão de incumprimento&#8221; do Governo Regional quando &#8220;responde tardiamente&#8221; ou, em alguns casos, não responde às perguntas colocadas pelos deputados.</P><br />
<P>A resolução &#8220;representa uma chamada de atenção clara ao Governo Regional e é um alerta para uma mudança de rumo&#8221;, salientou.</P><br />
<P>António Lima (BE) corroborou que aos deputados &#8220;não deve ser negada informação&#8221; sobre a SATA, &#8220;apesar de ela ser confidencial&#8221;, pois existem mecanismos para tal.</P><br />
<P>Relativamente às contas da empresa, o bloquista observou que a administração transmite informação que &#8220;muitas vezes não é totalmente correta&#8221; ou &#8220;utilizando até manobras de marketing para disfarçar problemas que há no grupo SATA&#8221;.</P><br />
<P>Por seu lado, Nuno Barata (IL) disse que acompanhava a preocupação do Chega porque a informação divulgada, mesmo ao parlamento, &#8220;é esquiva e insuficiente&#8221;, embora admita que alguma informação é &#8220;sensível&#8221; e são necessárias cautelas no acesso.</P><br />
<P>Por parte do Governo Regional, o secretário das Finanças, Duarte Freitas, explicou que ocorreu um atraso na disponibilização de informações relativamente ao grupo SATA, que já estão na posse dos deputados, e admitiu que a companhia aérea regional &#8220;é o assunto mais escrutinado nos Açores&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, insistiu, há a necessidade de ser respeitado o segredo comercial em relação à divulgação de informação e, por isso, a informação disponibilizada &#8220;nunca parecerá suficiente&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-dos-acores-aprova-recomendacao-sobre-divulgacao-da-informacao-financeira-da-sata/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777185]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: China avisa que próxima fase das negociações com EUA &#8220;será mais complicada&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-china-avisa-que-proxima-fase-das-negociacoes-com-eua-sera-mais-complicada/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-china-avisa-que-proxima-fase-das-negociacoes-com-eua-sera-mais-complicada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:28:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-china-avisa-que-proxima-fase-das-negociacoes-com-eua-sera-mais-complicada/</guid>

					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês alertou hoje de que a próxima fase das negociações entre os Estados Unidos (EUA) e o Irão, para alcançar um acordo para pôr fim ao conflito na região, será "mais complicada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês alertou hoje de que a próxima fase das negociações entre os Estados Unidos (EUA) e o Irão, para alcançar um acordo para pôr fim ao conflito na região, será &#8220;mais complicada&#8221;.</P><br />
<P>Wang Yi emitiu estas declarações agora, que Washington e Teerão acordaram um memorando de entendimento que será oficialmente assinado na sexta-feira, na Suíça.</P><br />
<P>Durante uma conversa telefónica com o homólogo paquistanês, Ishaq Dar, Wang indicou que &#8220;é possível prever&#8221; que haverá &#8220;mais dificuldades&#8221; após a assinatura e defendeu que o Conselho de Segurança da ONU &#8220;deve desempenhar um maior papel no apoio a estas conversações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O consenso atual está longe de ser o ponto final. Em vez disso, é um novo ponto de partida&#8221;, esclareceu Wang, segundo um comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.</P><br />
<P>&#8220;Alcançar uma paz duradoura no Médio Oriente e no Golfo Pérsico exige esforços substanciais de todos os lados&#8221;, sustentou o ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) chinês.  </P><br />
<P>&#8220;Enquanto houver esperança de paz, o esforço vale a pena. Desde o início do conflito, a China tem cooperado com todas as partes, trabalhando ativamente para cessar os combates e promover a paz. Desde o início, a China apoiou firmemente o Paquistão, sublinhando a todas as partes que é um mediador fiável, e também tem cooperado com o Irão e os Estados Unidos, à sua maneira&#8221;, destacou.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia chinesa salientou ainda que Pequim está disposta a trabalhar com o Paquistão para promover a paz.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que as negociações não devem recuar, muito menos voltar ao uso da força&#8221;, vincou, acrescentando que &#8220;a viagem está apenas a meio, e o consenso atual está longe de ser o final&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Médio Oriente sofreu enormemente por causa da guerra, e os seus habitantes merecem paz. A China está disposta a cooperar (&#8230;) para promover incansavelmente a paz e o diálogo, e a continuar a esforçar-se para restaurar a paz, a estabilidade e o desenvolvimento na região o mais rapidamente possível&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Na conversa telefónica, os MNE de Pequim e Islamabad aproveitaram o marco diplomático que constituiu o acordo de cessar-fogo entre os EUA e o Irão para destacar o êxito do seu plano conjunto de cinco pontos para a paz e a estabilidade no Médio Oriente.</P><br />
<P>Ishaq Dar &#8220;reconheceu os importantes contributos de Pequim para a restauração da paz e da estabilidade regionais, especialmente a Iniciativa de Cinco Pontos entre o Paquistão e a China&#8221;, segundo um comunicado divulgado na rede social X.</P><br />
<P>Este plano, apresentado em conjunto pelos próprios Dar e Wang em março, na capital chinesa, instava à entabulação de negociações de paz imediatas para evitar uma escalada do conflito e exigia o restabelecimento da navegação no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O ministro paquistanês elogiou o constante apoio da China aos esforços de Islamabad para facilitar o diálogo e a diplomacia entre o Irão e os Estados Unidos.</P><br />
<P>A estreita coordenação entre ambos foi mantida durante todo o processo negocial, um período fundamental em que o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, também viajou até à China para consolidar a estratégia diplomática.</P><br />
<P>Por seu lado, o ministro chinês também agradeceu &#8220;o dinâmico trabalho diplomático do Paquistão e os seus sólidos esforços de mediação, que contribuíram para criar as condições propícias ao diálogo&#8221;.</P><br />
<P>Ambos destacaram a importância da aplicação dos acordos alcançados entre as partes e da manutenção de contactos contínuos para a resolução pacífica de todas as questões pendentes.</P><br />
<P>Islamabad desempenhou um papel central nas negociações, ao encarregar-se nas últimas semanas de servir de intermediário na troca de propostas de paz entre Washington e Teerão.</P><br />
<P>Desta intensa mediação resultou um memorando que põe fim a três meses e 16 dias de conflito entre os Estados Unidos e o Irão, um acordo que será oficializado na próxima sexta-feira na Suíça, durante uma cerimónia de assinatura presidida por Sharif.</P><br />
<P>A China, o principal aliado e parceiro comercial do Irão, adotou uma postura mais discreta nas negociações, mas reiterou em várias ocasiões a necessidade de resolver o conflito e evitar uma escalada. </P><br />
<P>Por fim, para além do Médio Oriente, os dois ministros aproveitaram a conversa para discutir os resultados da recente visita de Sharif à China e concordaram continuar a trabalhar em conjunto na segunda fase do Corredor Económico China-Paquistão (CPEC 2.0) para reforçar o investimento e a cooperação económica bilateral.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-china-avisa-que-proxima-fase-das-negociacoes-com-eua-sera-mais-complicada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777184]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>I Liga: Casa Pia e Álvaro Pacheco chegam a acordo para cessação do contrato</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/i-liga-casa-pia-e-alvaro-pacheco-chegam-a-acordo-para-cessacao-do-contrato/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/i-liga-casa-pia-e-alvaro-pacheco-chegam-a-acordo-para-cessacao-do-contrato/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:20:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/i-liga-casa-pia-e-alvaro-pacheco-chegam-a-acordo-para-cessacao-do-contrato/</guid>

					<description><![CDATA[O Casa Pia e o treinador Álvaro Pacheco chegaram a acordo para a cessação do contrato que unia as duas partes, confirmou hoje o clube da I Liga portuguesa de futebol, através de um comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Casa Pia e o treinador Álvaro Pacheco chegaram a acordo para a cessação do contrato que unia as duas partes, confirmou hoje o clube da I Liga portuguesa de futebol, através de um comunicado.</P><br />
<P>&#8220;O Casa Pia AC vem por este meio informar que chegou a acordo com o treinador Álvaro Pacheco e a sua equipa técnica para a cessação da relação profissional que unia as partes&#8221;, começaram por dizer os &#8216;gansos&#8217;, no sítio oficial na internet.</P><br />
<P>No mesmo comunicado, os lisboetas explicaram os motivos que levaram à saída de Álvaro Pacheco e da respetiva equipa técnica, na sequência de uma &#8220;reflexão conjunta sobre o futuro do projeto desportivo&#8221; do emblema de Pina Manique.</P><br />
<P>&#8220;Após reflexão conjunta sobre o futuro do projeto desportivo, o clube e a equipa técnica concluíram que não estavam reunidas as condições necessárias para prosseguir o trabalho de forma plenamente alinhada com as expectativas de ambas as partes&#8221;, expressou o conjunto casapiano, que permaneceu na I Liga.</P><br />
<P>Os casapianos colocam fim a um ciclo &#8220;marcado pelo compromisso, dedicação e profissionalismo de todos os envolvidos, durante o qual foram alcançados os objetivos definidos para a época 2025/26&#8221;, agradecendo a toda a equipa técnica.</P><br />
<P>Álvaro Pacheco, de 54 anos, chegou em janeiro e ajudou o Casa Pia a assegurar a permanência na I Liga &#8211; apesar do 16.º e antepenúltimo lugar -, através do play-off, superando o Torreense, terceiro na II Liga e histórico vencedor da Taça de Portugal.</P><br />
<P>O treinador passou antes pelos sauditas do Al-Orobah e pelos brasileiros do Vasco da Gama, já depois de ter representado Vitória de Guimarães, Estoril Praia, Vizela, Fafe e Lixa, tendo sido ainda adjunto nos lituanos do FK Jonava, além de Boavista, Moreirense e Penafiel.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/i-liga-casa-pia-e-alvaro-pacheco-chegam-a-acordo-para-cessacao-do-contrato/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777183]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fação venezuelana alvo de operação policial no Brasil por fornecer armas ao Comando Vermelho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/facao-venezuelana-alvo-de-operacao-policial-no-brasil-por-fornecer-armas-ao-comando-vermelho/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/facao-venezuelana-alvo-de-operacao-policial-no-brasil-por-fornecer-armas-ao-comando-vermelho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/facao-venezuelana-alvo-de-operacao-policial-no-brasil-por-fornecer-armas-ao-comando-vermelho/</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Estado de Roraima realizou hoje uma operação contra a Tren de Aragua, organização criminosa da Venezuela que atua no Norte do Brasil, por fornecimento de armas ao Comando Vermelho (CV).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Civil do Estado de Roraima realizou hoje uma operação contra a Tren de Aragua, organização criminosa da Venezuela que atua no Norte do Brasil, por fornecimento de armas ao Comando Vermelho (CV).</P><br />
<P>Segundo a corporação, as autoridades policiais cumpriram 25 mandados de detenção e mais de 30 de busca e apreensão contra suspeitos investigados por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de armas.</P><br />
<P>Entre o armamento movimentado pelo grupo criminoso estão fuzis, metralhadoras calibre .50 e lança-granadas, além de equipamentos de alto poder destrutivo utilizados em confrontos. </P><br />
<P>Os investigadores também identificaram elementos que intervinham no abastecimento de armamentos destinados a outras organizações criminosas, incluindo membros do Comando Vermelho com atuação nos estados do Amazonas e do Rio de Janeiro.</P><br />
<P>A operação, batizada de &#8216;Rota do Norte&#8217;, foi realizada em Roraima e Amazonas, na região Norte do Brasil, e nos estados do Sudeste e Sul do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. </P><br />
<P>Durante conferência de imprensa, o coordenador da operação, delegado Wesley Costa de Oliveira, afirmou que os investigados movimentavam grandes quantias provenientes da venda de armamentos pesados.</P><br />
<P>&#8220;Cada vez mais as fações têm agido como empresas&#8221;, declarou, ao explicar que o grupo se tem atualizado quanto às transações financeiras e ao uso de criptomoedas.</P><br />
<P>Segundo o delegado, parte dessas armas tinham origem nos Estados Unidos, na Colômbia e na Venezuela e o grupo criminoso utilizava Roraima como corredor logístico para chegar a outros estados brasileiros.</P><br />
<P>Investigadores disseram à Lusa que um dos alvos é um brasileiro responsável por lavar dinheiro para as organizações criminosas, e foi detido hoje no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.</P><br />
<P>Esse homem, cuja identidade não foi revelada, movimentou 300 milhões de reais (50,86 milhões de euros) em criptoativos em 2025, sendo responsável por ser o elo entre membros do CV e da Tren de Aragua.</P><br />
<P>Até ao momento, a Polícia Civil do Estado de Roraima não divulgou um balanço geral sobre bens apreendidos e detenções realizadas.</P><br />
<P>Fundado numa prisão da Venezuela, o grupo criminoso expandiu a sua atuação para diferentes países da América Latina, especializando-se no tráfico de drogas, tráfico humano e garimpo ilegal.</P><br />
<P>Em fevereiro deste ano, os Estados Unidos classificaram a Tren de Aragua como organização terrorista global, o que tem sido rebatido por especialistas que olham para a ação política da Casa Branca como meio para justificar a intervenção dos EUA sobre a Venezuela.</P><br />
<P>Na última sexta-feira, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a morte do líder da Tren de Aragua, Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero.</P><br />
<P>Para Wesley Oliveira, a morte de Niño Guerrero pelos EUA na Venezuela pode gerar um efeito de fuga de criminosos do país vizinho para o Brasil.  </P><br />
<P>&#8220;Provavelmente alguns desses faccionados venezuelanos vão querer utilizar o Brasil como rota de fuga&#8221;, declarou, ao apontar que a extensa faixa de fronteira entre o país e a Venezuela impõe desafios para as forças de segurança.</P><br />
<P>A Venezuela faz fronteira com o Brasil pelos estados do Amazonas e de Roraima, numa extensão territorial de aproximadamente 2,2 mil quilómetros, o equivalente, em linha reta, a sair de Lisboa e chegar praticamente ao centro da Europa, perto de Berlim.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/facao-venezuelana-alvo-de-operacao-policial-no-brasil-por-fornecer-armas-ao-comando-vermelho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777181]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Xiaomi faz o que a Tesla prometeu há dez anos: um braço robótico que carrega carros elétricos sozinho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/xiaomi-faz-o-que-a-tesla-prometeu-ha-dez-anos-um-braco-robotico-que-carrega-carros-eletricos-sozinho/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/xiaomi-faz-o-que-a-tesla-prometeu-ha-dez-anos-um-braco-robotico-que-carrega-carros-eletricos-sozinho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Tesla]]></category>
		<category><![CDATA[Xiaomi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=777000</guid>

					<description><![CDATA[Solução da marca chinesa deverá chegar ao mercado no quarto trimestre deste ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Xiaomi apresentou um braço robótico de carregamento para veículos elétricos que promete ligar e desligar automaticamente o carro da tomada, uma ideia que a Tesla mostrou há cerca de dez anos, mas nunca chegou a industrializar, escreve o &#8216;Motor1&#8217;.</p>
<p>A solução da marca chinesa deverá chegar ao mercado no quarto trimestre deste ano, de acordo com o &#8216;CarNewsChina&#8217; citado pelo &#8216;Motor1&#8217;, e surge como mais um sinal da rapidez com que a Xiaomi está a tentar expandir o seu ecossistema automóvel depois da entrada no mercado dos elétricos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Xiaomi Home Charging Robotic Arm is coming! 🤖⚡️</p>
<p>Expected launch: Q4 2026</p>
<p>This smart robotic charger is designed for effortless, fully hands-free home charging:<br />✅ Automatically plugs in when you park⁰✅ Automatically unplugs &amp; stores the cable when done⁰✅ Works remotely via… <a href="https://t.co/nviiELcpB5">pic.twitter.com/nviiELcpB5</a></p>
<p>&mdash; DriveGreenLiveGreen (@DriveGreen80167) <a href="https://x.com/DriveGreen80167/status/2066414689538412680?ref_src=twsrc%5Etfw">June 15, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O conceito é simples: se o condutor estacionar o carro em casa e se esquecer de ligar o cabo, o braço robótico pode fazê-lo sozinho. Também poderá iniciar o carregamento automaticamente assim que o veículo estiver estacionado, desligar-se quando a bateria atingir o nível definido e permitir ao utilizador começar uma sessão de carregamento à distância.</p>
<p><strong>O robô de carregamento que quer entrar na garagem</strong></p>
<p>O novo braço robótico da Xiaomi tem um desenho compacto, com menos de 15,2 centímetros de largura, o que, segundo a marca, permite a instalação em garagens pequenas ou até em parques de estacionamento públicos.</p>
<p>A Xiaomi apresenta o equipamento como mais uma peça do seu ecossistema doméstico inteligente, ao lado de produtos como aspiradores robóticos ou eletrodomésticos conectados. A diferença é que, neste caso, a automação passa para uma das tarefas mais repetitivas da utilização diária de um carro elétrico: ligar o cabo de carregamento.</p>
<p>Numa apresentação em vídeo com menos de um minuto, a marca afirma que o sistema usa visão computacional com inteligência artificial para conseguir uma precisão submilimétrica ao encaixar o conector na porta de carregamento do automóvel.</p>
<p>O equipamento também consegue comunicar diretamente com o veículo para abrir e fechar a tampa motorizada da porta de carregamento, dispensando qualquer intervenção física do utilizador.</p>
<p><strong>A ideia que a Tesla mostrou e nunca vendeu</strong></p>
<p>A comparação com a Tesla é inevitável. Há dez anos, a marca americana mostrou um braço robótico flexível capaz de se ligar sozinho a um veículo elétrico, mas a solução nunca chegou ao mercado.</p>
<p>A Tesla acabou por direcionar parte da atenção para o carregamento sem fios, sobretudo associado ao futuro Cybercab, enquanto a Xiaomi parece estar mais próxima de transformar o braço robótico num produto comercial.</p>
<p>Ainda assim, a marca chinesa não está sozinha nesta corrida. Hyundai e Star Charge também já apresentaram soluções semelhantes para automatizar o carregamento de veículos elétricos.</p>
<p><strong>O que ainda falta saber</strong></p>
<p>Apesar da apresentação, continuam por esclarecer detalhes importantes. A Xiaomi ainda não revelou o preço do braço robótico, nem confirmou se o equipamento inclui o carregador propriamente dito ou se funcionará apenas como uma extensão ligada a uma estação de carregamento doméstica já existente.</p>
<p>A marca já vende carregadores domésticos com potências entre 7 kW e 11 kW, pelo que a expectativa é que o braço automatizado possa surgir como uma solução completa ou integrada com esses equipamentos.</p>
<p>Se cumprir o prometido, o sistema pode transformar uma tarefa simples, mas repetitiva, num processo totalmente automático. Para os utilizadores de carros elétricos, a vantagem não está apenas no conforto: está também na possibilidade de evitar esquecimentos, gerir carregamentos à distância e aproximar a garagem doméstica da lógica de uma casa inteligente.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/xiaomi-faz-o-que-a-tesla-prometeu-ha-dez-anos-um-braco-robotico-que-carrega-carros-eletricos-sozinho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777000]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Portugal e Arábia Saudita defendem livre circulação no estreito de Ormuz</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-portugal-e-arabia-saudita-defendem-livre-circulacao-no-estreito-de-ormuz/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-portugal-e-arabia-saudita-defendem-livre-circulacao-no-estreito-de-ormuz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/irao-portugal-e-arabia-saudita-defendem-livre-circulacao-no-estreito-de-ormuz/</guid>

					<description><![CDATA[Os chefes da diplomacia de Portugal e Arábia Saudita saudaram hoje em Lisboa o acordo entre Irão e Estados Unidos para pôr fim ao conflito no Médio Oriente e defenderam a livre circulação no estreito de Ormuz, sem taxação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os chefes da diplomacia de Portugal e Arábia Saudita saudaram hoje em Lisboa o acordo entre Irão e Estados Unidos para pôr fim ao conflito no Médio Oriente e defenderam a livre circulação no estreito de Ormuz, sem taxação.</P><br />
<P>&#8220;Abordámos os desenvolvimentos regionais e internacionais e sublinhamos a necessidade de evitar a escalada&#8221;, disse, numa declaração à imprensa, o chefe da diplomacia saudita, Faisal Bin Farham Al Saud, após um encontro com o homólogo português, Paulo Rangel, no Palácio das Necessidades, em Lisboa.</P><br />
<P>Por seu lado, o ministro Paulo Rangel defendeu ser &#8220;fundamental, em primeiro lugar, que este acordo seja assinado na sexta-feira e que essencialmente se olhe também para a questão libanesa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esteja ela dentro ou fora do acordo, ela vai ser sempre essencial para o seu sucesso&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Rangel recordou que estão previstas negociações entre os governos do Líbano e de Israel, em Washington, na próxima segunda-feira, e fez &#8220;um apelo muito grande para que, seja o Hezbollah, que tem estado com uma atividade bastante forte, seja Israel, tenham contenção porque isso tem impacto numa questão de alcance mais geral e global, que é justamente o acordo de paz ou de um cessar-fogo duradouro&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-portugal-e-arabia-saudita-defendem-livre-circulacao-no-estreito-de-ormuz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777180]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Parlamento Europeu preocupado com proposta de orçamento da UE por reduzir valor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-europeu-preocupado-com-proposta-de-orcamento-da-ue-por-reduzir-valor/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-europeu-preocupado-com-proposta-de-orcamento-da-ue-por-reduzir-valor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:28:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-europeu-preocupado-com-proposta-de-orcamento-da-ue-por-reduzir-valor/</guid>

					<description><![CDATA[O Parlamento Europeu manifestou hoje "preocupações" com a proposta de orçamento plurianual da União Europeia apresentada pelo Conselho, por baixar o montante total e não prever avanços nos novos recursos próprios, disse a eurodeputada portuguesa negociadora do dossiê.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Parlamento Europeu manifestou hoje &#8220;preocupações&#8221; com a proposta de orçamento plurianual da União Europeia apresentada pelo Conselho, por baixar o montante total e não prever avanços nos novos recursos próprios, disse a eurodeputada portuguesa negociadora do dossiê.</P><br />
<P>&#8220;Temos preocupações relativamente ao facto de haver uma redução significativa no montante total, de não haver progressos nos recursos próprios e por o fundo social europeu não estar autonomizado&#8221;, elencou a eurodeputada do PS Carla Tavares, correlatora da assembleia europeia para o Quadro Financeiro Plurianual 2028-2034, em declarações à agência Lusa.</P><br />
<P>Poucos dias depois de a presidência cipriota do Conselho da UE ter apresentado a sua caixa de negociação, que será debatida pelos líderes europeus na cimeira europeia de final desta semana, a parlamentar salientou a &#8220;absoluta necessidade de haver novos recursos próprios&#8221; no próximo orçamento comunitário a longo prazo.</P><br />
<P>Aludindo ao processo de alargamento, a eurodeputada do PS comparou: &#8220;Se Montenegro entrar na UE, nós conseguimos suportar com uma revisão do quadro financeiro plurianual, mas com a Ucrânia isso não é possível porque seria o principal beneficiário, nomeadamente das verbas agrícolas e de coesão, e temos de nos preparar para isso&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vemos com grande preocupação a questão dos recursos próprios&#8221;, insistiu, lembrando a ambição de concluir as negociações ainda este ano, apesar dos diferentes posicionamentos das instituições e dos países, que vão dificultar as discussões.</P><br />
<P>Em julho de 2025, a Comissão Europeia propôs cinco novos recursos próprios para financiar o orçamento da UE para 2028-2034 e apoiar o reembolso do fundo de recuperação pós-covid 19: receitas do mercado de carbono, do mecanismo de ajustamento carbónico fronteiriço, dos resíduos eletrónicos não recolhidos, uma contribuição das grandes empresas e uma parcela das receitas do imposto especial sobre o tabaco.</P><br />
<P>Posteriormente, o Parlamento Europeu apoiou estas propostas e sugeriu acrescentar novos recursos ligados aos serviços digitais, aos criptoativos e aos jogos de azar em linha, defendendo uma maior autonomia financeira do orçamento europeu.</P><br />
<P>Na caixa de negociação publicada na passada sexta-feira pela presidência cipriota do Conselho da UE apenas é mencionado o proposto pelo executivo comunitário.</P><br />
<P>O documento servirá de base para a discussão dos líderes da UE na reunião do Conselho Europeu de quinta e sexta-feira, sendo o mote para negociações interinstitucionais nos próximos meses entre países (no Conselho da UE) e os eurodeputados (no Parlamento).</P><br />
<P>A proposta da presidência cipriota da UE prevê uma redução global moderada de cerca de 2% face ao orçamento apresentado pela Comissão Europeia, o equivalente a 32,8 mil milhões de euros, para um total de 1,94 biliões.</P><br />
<P>Ao todo, com esta revisão, o orçamento da União passaria a representar 1,23% do Rendimento Nacional Bruto (RNB) da UE, ou 1,13% se for excluído o reembolso associado ao fundo de recuperação pós-pandemia, que financia o PRR.</P><br />
<P>Já a proposta da Comissão Europeia, de julho de 2025, prevê um novo orçamento da UE a longo prazo, para 2028-2034 de dois biliões de euros, acima dos 1,2 biliões do atual quadro, que inclui mais contribuições nacionais e novos impostos.</P><br />
<P>O Parlamento Europeu sugeriu, porém, um orçamento mais ambicioso, defendendo contribuições nacionais equivalentes a 1,27% do RNB da UE, face aos 1,15% propostos pela Comissão Europeia, sem incluir os encargos associados ao reembolso da dívida dos Planos de Recuperação e Resiliência (0,11% do RNB).</P><br />
<P>Ao todo, e mesmo sem incluir tais juros, o QFP proposto pelo Parlamento Europeu ronda os 2,014 biliões, o que se compara aos dois biliões propostos pelo executivo comunitário incluindo o reembolso da dívida, estando em causa um aumento de cerca de 10%.</P><br />
<P>Os colegisladores (eurodeputados e países) vão trabalhar nos documentos técnicos e nos processos negociais com vista a um acordo até final do ano.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-europeu-preocupado-com-proposta-de-orcamento-da-ue-por-reduzir-valor/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777179]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Carneiro diz que não recebeu convite de Montenegro para reunião sobre reforma laboral ou PSU</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/carneiro-diz-que-nao-recebeu-convite-de-montenegro-para-reuniao-sobre-reforma-laboral-ou-psu/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/carneiro-diz-que-nao-recebeu-convite-de-montenegro-para-reuniao-sobre-reforma-laboral-ou-psu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:11:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/carneiro-diz-que-nao-recebeu-convite-de-montenegro-para-reuniao-sobre-reforma-laboral-ou-psu/</guid>

					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, disse hoje que não recebeu qualquer convite do primeiro-ministro, Luís Montenegro, para reuniões sobre a reforma laboral ou a Prestação Social Única (PSU).</P><br />
<P>&#8220;Para tratar das questões laborais não houve qualquer convite. Nem para tratar da PSU&#8221;, respondeu José Luís Carneiro aos jornalistas à entrada para o encontro da plataforma &#8220;Solução para um futuro melhor&#8221;, hoje lançada pelo PS, que decorre na Nova School of Business and Economics, em Cascais, Lisboa.</P><br />
<P>O líder do PS foi questionado sobre se tinha recebido algum convite para ir à residência oficial do primeiro-ministro, tal como o líder do Chega, André Ventura, que hoje voltou a reunir-se com Luís Montenegro sobre a reforma laboral.</P><br />
<P>O presidente do Chega anunciou hoje que a reunião que teve com o primeiro-ministro sobre as alterações à lei laboral terminou sem acordo e indicou que o partido e o Governo vão &#8220;continuar a trabalhar&#8221; nas próximas horas.</P><br />
<P>André Ventura indicou também que a eventual viabilização da proposta de lei do Governo estará dependente de &#8220;haver um princípio de entendimento&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/carneiro-diz-que-nao-recebeu-convite-de-montenegro-para-reuniao-sobre-reforma-laboral-ou-psu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777177]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pedrógão Grande: Memorial às Vítimas dos Incêndios sofreu danos com o mau tempo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pedrogao-grande-memorial-as-vitimas-dos-incendios-sofreu-danos-com-o-mau-tempo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pedrogao-grande-memorial-as-vitimas-dos-incendios-sofreu-danos-com-o-mau-tempo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:11:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/pedrogao-grande-memorial-as-vitimas-dos-incendios-sofreu-danos-com-o-mau-tempo/</guid>

					<description><![CDATA[O Memorial às Vítimas dos Incêndios de 2017, localizado junto à Estrada Nacional 236-1, no concelho de Pedrógão Grande, sofreu danos devido à depressão Kristin, revelou hoje a Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Leiria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Memorial às Vítimas dos Incêndios de 2017, localizado junto à Estrada Nacional 236-1, no concelho de Pedrógão Grande, sofreu danos devido à depressão Kristin, revelou hoje a Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Leiria.</P><br />
<P>Numa informação enviada à agência Lusa, dada a data simbólica de quarta-feira, quando passam nove anos sobre os incêndios de Pedrógão Grande, o secretário executivo da CIM, Paulo Batista, afirmou que o memorial sofreu danos provocados pela tempestade Kristin.</P><br />
<P>&#8220;O fenómeno causou o colapso de todo o sistema elétrico e de bombagem associado ao memorial, deixando o sistema de abastecimento de água inoperacional&#8221;, esclareceu, adiantando que se encontram &#8220;em curso os trabalhos de reparação e reposição das infraestruturas afetadas&#8221;.</P><br />
<P>Ainda segundo Paulo Batista, &#8220;em paralelo, está também a ser executado um furo adicional de captação de água, para reforço e suporte do sistema, aumentando a sua resiliência futura&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O investimento global associado a estas intervenções ascende a cerca de 57 mil euros&#8221;, referiu, acrescentando que a CIM conta terminar as obras nos próximos 30 a 45 dias.</P><br />
<P>O memorial abriu em 15 de junho de 2023, junto à Estrada Nacional (EN) 236-1, na zona de Pobrais, Pedrógão Grande, com o nome das 115 vítimas mortais dos fogos naquele ano.</P><br />
<P>Foi no memorial que, em 09 de junho do ano seguinte, foi hasteada a Bandeira Nacional, no âmbito das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, então centradas em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, no norte do distrito de Leiria, os concelhos mais atingidos pelos incêndios de junho de 2017.</P><br />
<P>A bandeira foi entregue no Dia de Portugal à Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande (AVIPG).</P><br />
<P>Os incêndios que deflagraram em 17 junho de 2017 em Pedrógão Grande e que alastraram a concelhos vizinhos provocaram a morte de 66 pessoas, além de ferimentos a 253 populares, sete dos quais graves. Os fogos destruíram cerca de meio milhar de casas e 50 empresas.</P><br />
<P>Foi na EN 236-1, que liga Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera, que foi encontrada a maioria das vítimas mortais.</P><br />
<P>Em outubro do mesmo ano, incêndios na região Centro provocaram 49 mortos e cerca de 70 feridos, registando-se ainda a destruição, total ou parcial, de cerca de 1.500 casas e mais de 500 empresas.</P><br />
<P>Na quarta-feira, a AVIPG assinala mais um aniversário da tragédia de Pedrógão Grande.</P><br />
<P>A sede da associação, na antiga escola primária da Figueira, freguesia da Graça (Pedrógão Grande), abre às 16:00.</P><br />
<P>Pelas 17:45, decorre uma homenagem no Memorial às Vítimas dos Incêndios, seguindo-se uma missa, na Igreja Paroquial de Vila Facaia, também no concelho de Pedrógão Grande.</P><br />
<P>Já no domingo, a AVIPG promove mais uma &#8220;Caminhada Renascer&#8221;, com saída às 09:30 da sua sede.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pedrogao-grande-memorial-as-vitimas-dos-incendios-sofreu-danos-com-o-mau-tempo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777176]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Ativista portuguesa detida na Líbia &#8220;de boa saúde&#8221;, garante Governo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-ativista-portuguesa-detida-na-libia-de-boa-saude-mne/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-ativista-portuguesa-detida-na-libia-de-boa-saude-mne/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:02:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Líbia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=777167</guid>

					<description><![CDATA[Ativista portuguesa participava num comboio humanitário com destino à Faixa de Gaza e foi detida, juntamente com cidadãos de outras nacionalidades, quando tentava passar a fronteira da Líbia para o Egito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades portuguesas conseguiram estar hoje pela primeira vez com a ativista detida na Líbia desde final de maio, acusada de manifestação, que se encontra bem de saúde, embora &#8220;em baixo&#8221;, disse hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros.</p>
<p>&#8220;Hoje mesmo [as autoridades consulares portuguesas] estiveram com a cidadã Ana Margarida e encontraram-na de boa saúde física. Obviamente que, do ponto de vista psicológico, é uma situação muito difícil porque ela continua detida a aguardar julgamento, algo que ainda pode demorar algumas semanas, por um suposto crime de manifestação&#8221;, revelou Paulo Rangel à imprensa, à margem de um encontro com o homólogo da Arábia Saudita, no Palácio das Necessidades.</p>
<p>A ativista portuguesa participava num comboio humanitário com destino à Faixa de Gaza e foi detida, juntamente com cidadãos de outras nacionalidades, quando tentava passar a fronteira da Líbia para o Egito.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-ativista-portuguesa-detida-na-libia-de-boa-saude-mne/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777167]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fundo americano renuncia à compra de participação qualificada no Benfica</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fundo-norte-americano-renunciou-a-compra-de-participacao-qualificada-no-benfica/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/fundo-norte-americano-renunciou-a-compra-de-participacao-qualificada-no-benfica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 17:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Benfica SAD]]></category>
		<category><![CDATA[Entrepreneurial Equity Partners]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=777147</guid>

					<description><![CDATA[O fundo norte-americano Entrepreneurial Equity Partners (EEP) renunciou à aquisição de uma participação qualificada na Benfica SAD, informou hoje em comunicado o clube presidido por Rui Costa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fundo americano Entrepreneurial Equity Partners (EEP) renunciou à aquisição de uma participação qualificada na Benfica SAD, informou hoje em comunicado o clube presidido por Rui Costa.</p>
<p>&#8220;A Sport Lisboa e Benfica &#8212; Futebol SAD (Benfica SAD) vem por este meio informar que recebeu o comunicado anexo do seu acionista Sport Lisboa e Benfica, que este também divulgará no seu sítio oficial, que informa o mercado que o fundo americano Entrepreneurial Equity Partners (EEP) renunciou à aquisição de uma participação qualificada no capital social da Benfica SAD&#8221;, lê-se no documento divulgado através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</p>
<p>Em causa está o negócio anunciado no final de abril pelo empresário José António dos Santos, presidente do Grupo Valouro, para venda da sua participação de 16,38% na Benfica SAD ao fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partners.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/fundo-norte-americano-renunciou-a-compra-de-participacao-qualificada-no-benfica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777147]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O imposto especial que pode chegar aos elétricos: especialista avisa que Portugal pode estar a discutir a taxa errada</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-imposto-especial-que-pode-chegar-aos-eletricos-especialista-avisa-que-portugal-pode-estar-a-discutir-a-taxa-errada/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-imposto-especial-que-pode-chegar-aos-eletricos-especialista-avisa-que-portugal-pode-estar-a-discutir-a-taxa-errada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 17:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Faria]]></category>
		<category><![CDATA[UVE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=777143</guid>

					<description><![CDATA[Pedro Faria, presidente da UVE, em entrevista à 'Executive Digest', lembra que os veículos elétricos já pagam imposto sobre a eletricidade consumida e alerta que novas taxas prematuras podem travar a transição energética]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os carros elétricos escapam à gasolina e ao gasóleo, mas não escapam ao debate fiscal. À medida que a mobilidade elétrica cresce, vários Governos começam a estudar como substituir a receita que atualmente entra através dos impostos sobre combustíveis. A pergunta é simples: se os condutores deixam de abastecer na bomba, quem paga a conta das estradas e da receita pública?</p>
<p>Em Portugal, o debate tem uma dimensão menor do que em Espanha, mas está longe de ser irrelevante. O Estado arrecadou mais de 3,7 mil milhões de euros em Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos em 2025, o valor mais alto desde que há registo, segundo cálculos da Entidade Orçamental e do Banco de Portugal. A proposta de Orçamento do Estado para 2026 prevê que o ISP renda 4.254 milhões de euros, mais 4,6% face a 2025. Já em Espanha, o imposto especial sobre hidrocarbonetos representou 12,366 mil milhões de euros de receita para o Estado em 2025, segundo dados citados pelo &#8216;El Economista&#8217;. No Reino Unido, o Governo já colocou em consulta uma taxa específica para veículos elétricos calculada por distância percorrida. O tema está a deixar de ser uma hipótese distante.</p>
<p>Em Portugal, porém, Pedro Faria, presidente do Conselho Diretivo da UVE, Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos, considera que abrir agora esse caminho seria prematuro.</p>
<p>“Estamos muito longe ainda de um número de veículos em circulação que justifique sequer iniciar esse diálogo”, afirma, em entrevista exclusiva à &#8216;Executive Digest&#8217;.</p>
<p><strong>“Não é correto dizer que os elétricos não pagam impostos”</strong></p>
<p>Para Pedro Faria, o primeiro erro do debate está na ideia de que os utilizadores de veículos elétricos circulam sem contribuir para a receita pública associada à energia que consomem.</p>
<p>“Importa desde logo esclarecer que os veículos elétricos já contribuem para a receita pública associada à eletricidade consumida”, defende.</p>
<p>O responsável da UVE lembra que a eletricidade está sujeita ao Imposto Especial de Consumo sobre a Eletricidade, um imposto da mesma categoria do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos aplicado à gasolina e ao gasóleo.</p>
<p>“Não é, por isso, correto passar uma imagem de que os utilizadores de veículos elétricos não pagam qualquer imposto relacionado com a energia que utilizam”, sublinha.</p>
<p>A posição da UVE não é a de negar que a fiscalidade automóvel terá de mudar. Pedro Faria admite que receitas como o ISV, o IUC e outras fontes de financiamento das estradas poderão ser progressivamente ajustadas aos veículos 100% elétricos. Mas rejeita que esse debate tenha urgência em Portugal.</p>
<p>“O número de veículos 100% elétricos em circulação é muito reduzido por comparação com as restantes energias e assim continuará por largos anos”, afirma.</p>
<p><strong>O risco de matar a vantagem do elétrico</strong></p>
<p>A questão mais sensível é saber se uma nova taxa sobre elétricos pode destruir uma das razões que mais pesam na decisão de compra: o custo de utilização mais baixo do que num carro a gasolina ou gasóleo.</p>
<p>Pedro Faria rejeita que a poupança dependa apenas dos benefícios fiscais atuais.</p>
<p>“A poupança ligada aos veículos elétricos vai muito além dos benefícios temporários nos impostos”, afirma. “Mesmo com o mesmo nível de impostos, a vantagem económica pende largamente para os veículos elétricos.”</p>
<p>A razão, diz, está na eficiência da própria tecnologia. Um veículo elétrico consome menos energia para fazer o mesmo percurso do que um automóvel a combustão. Por isso, para a UVE, a fiscalidade deve reconhecer essa diferença em vez de a anular.</p>
<p>“Os veículos elétricos são intrinsecamente mais eficientes do ponto de vista energético do que os veículos a combustão, pelo que faz sentido que continuem a apresentar custos de utilização inferiores”, defende.</p>
<p>O aviso é claro: se os Governos forem demasiado longe, demasiado cedo, podem enfraquecer a transição que dizem querer acelerar.</p>
<p>“Esse risco existe se forem tomadas medidas fiscais excessivas ou prematuras”, admite Pedro Faria. “A mobilidade elétrica continua numa fase de crescimento e de democratização. Qualquer alteração fiscal deverá ser gradual e proporcional.”</p>
<p><strong>Taxar carregamentos públicos seria “claramente injusto”</strong></p>
<p>Entre os modelos em discussão noutros países está a possibilidade de cobrar uma taxa sobre carregamentos públicos. Para a UVE, essa seria uma das soluções mais problemáticas, porque penalizaria quem não tem garagem ou possibilidade de carregar em casa.</p>
<p>“Uma tributação adicional sobre os carregamentos públicos afetaria sobretudo os utilizadores que não dispõem de estacionamento privado, nomeadamente habitantes de zonas urbanas densas residentes em apartamentos”, alerta Pedro Faria.</p>
<p>O resultado seria uma mobilidade elétrica a duas velocidades: mais barata para quem pode carregar em casa, mais cara para quem depende da rede pública.</p>
<p>“Criar uma diferença fiscal entre quem pode carregar em casa e quem depende da rede pública introduziria um fator de desigualdade que importa evitar”, afirma.</p>
<p>Para a UVE, este ponto é central porque a transição elétrica só será efetiva se for acessível a mais pessoas, e não apenas a quem tem condições habitacionais favoráveis.</p>
<p>“A transição para a mobilidade elétrica deve ser inclusiva e acessível a todos os cidadãos, independentemente das suas condições habitacionais. Esta seria uma solução que não cumpre um dos critérios essenciais: seria claramente injusta”, sustenta.</p>
<p><strong>Quilómetros, peso ou matrícula?</strong></p>
<p>Outra possibilidade em discussão é cobrar aos elétricos por quilómetro percorrido, pelo peso do veículo ou através de uma taxa anual associada à matrícula. Pedro Faria não fecha a porta a uma solução combinada, mas defende que qualquer modelo deve ser previsível, transparente e justo.</p>
<p>“Não existe uma solução única e perfeita”, afirma. “Teremos de procurar uma solução justa, transparente e previsível.”</p>
<p>O presidente da UVE vê problemas numa taxa dependente dos quilómetros ou da energia consumida, porque são variáveis difíceis de prever no momento da compra do veículo. Também vê riscos numa tributação baseada no peso.</p>
<p>Embora admita que o peso influencia o desgaste das infraestruturas, lembra que os principais responsáveis pela degradação das estradas são os veículos pesados de mercadorias e de passageiros.</p>
<p>“O impacto de um automóvel ligeiro, mesmo sendo elétrico, continua a ser muito reduzido em comparação”, afirma.</p>
<p>Além disso, uma taxa baseada no peso poderia penalizar de forma desproporcionada veículos elétricos mais antigos, precisamente porque a evolução tecnológica deverá reduzir progressivamente o peso das baterias.</p>
<p>“Uma tributação baseada no peso acaba por penalizar injustamente uma tecnologia em particular”, defende.</p>
<p><strong>Antes de taxar elétricos, penalizar quem polui</strong></p>
<p>Para a UVE, Portugal deve manter o foco nos incentivos à mobilidade elétrica e na penalização progressiva das tecnologias mais poluentes. Pedro Faria defende que o princípio do utilizador poluidor-pagador deve ser explorado antes de qualquer nova tributação específica sobre veículos 100% elétricos.</p>
<p>“Todo o tipo de incentivos à mobilidade elétrica deve ser adotado”, afirma. “O princípio do utilizador poluidor ser penalizado como forte incentivo para a sua transição deve ser explorado muito antes de toda e qualquer solução de tributação fiscal sobre os veículos 100% elétricos.”</p>
<p>A associação considera que a estabilidade regulatória é essencial para que consumidores e empresas continuem a investir na mudança. Novos impostos, se forem percebidos como uma inversão de rumo, podem criar incerteza num mercado ainda em crescimento.</p>
<p>“Mais importante do que criar impostos adicionais é garantir estabilidade regulatória e previsibilidade”, sublinha Pedro Faria.</p>
<p>O ponto final da UVE é que o debate não deve partir da ideia de que os elétricos estão isentos de contribuir para as contas públicas. Deve partir da necessidade de adaptar gradualmente o sistema fiscal a uma tecnologia mais eficiente e menos dependente de combustíveis fósseis.</p>
<p>“Qualquer evolução futura da fiscalidade deve respeitar o princípio de que uma tecnologia mais eficiente e menos dependente de combustíveis fósseis deve continuar a proporcionar menores custos de utilização aos cidadãos”, afirma.</p>
<p>Caso contrário, conclui, Portugal arrisca-se a penalizar precisamente a solução que diz querer promover para reduzir emissões, melhorar a qualidade do ar e diminuir a dependência energética externa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-imposto-especial-que-pode-chegar-aos-eletricos-especialista-avisa-que-portugal-pode-estar-a-discutir-a-taxa-errada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777143]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Reforma laboral em risco? Ventura diz que não houve entendimento com Governo antes da votação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reforma-laboral-em-risco-ventura-diz-que-nao-houve-entendimento-com-governo-antes-da-votacao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/reforma-laboral-em-risco-ventura-diz-que-nao-houve-entendimento-com-governo-antes-da-votacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 17:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[reforma laboral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=777149</guid>

					<description><![CDATA[Segundo o líder do Chega, continuam a existir matérias “de fundo” que separam os dois partidos, nomeadamente a idade da reforma, o pagamento mais significativo do trabalho por turnos e a reposição de dias de férias nos setores público e privado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não houve acordo entre Governo e Chega sobre a reforma laboral. André Ventura afirmou esta terça-feira, na Assembleia da República, que não foi possível chegar a um entendimento com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, antes da discussão e votação da proposta no Parlamento.</p>
<p>A reforma laboral deverá ser discutida esta quinta-feira e votada na sexta-feira, num momento decisivo para o futuro da iniciativa do Governo, que não dispõe de maioria absoluta e precisa de apoio ou abstenção de partidos da oposição.</p>
<p>“Não foi possível chegar a um entendimento sobre estas matérias”, afirmou André Ventura, depois de uma nova ronda negocial com o primeiro-ministro.</p>
<p>Segundo o líder do Chega, continuam a existir matérias “de fundo” que separam os dois partidos, nomeadamente a idade da reforma, o pagamento mais significativo do trabalho por turnos e a reposição de dias de férias nos setores público e privado.</p>
<p>“Há matérias de fundo que separam os dois partidos, que vão desde as reformas até ao pagamento substantivo ao trabalho por turnos em Portugal, e também à reposição das férias nos setores privado e público”, afirmou.</p>
<p><strong>Reformas, férias e trabalho por turnos continuam a dividir</strong></p>
<p>André Ventura voltou a defender que a proposta de reforma laboral do Governo não responde a exigências centrais do Chega.</p>
<p>Para o líder do partido, a legislação laboral “estava mal feita desde o início” e deveria incluir alterações em áreas que considera essenciais para os trabalhadores.</p>
<p>Entre as propostas defendidas pelo Chega está também o desenvolvimento de uma licença especial para avós que cuidem dos netos.</p>
<p>“Mantive na reunião com o primeiro-ministro a linha do que tínhamos dito e as exigências fundamentais para esta alteração”, declarou Ventura.</p>
<p>O líder do Chega insistiu ainda na reposição de direitos que, no seu entender, ficaram penalizados no período da troika e não acompanharam o levantamento das restrições posteriores.</p>
<p><strong>Subvenções vitalícias entram no debate</strong></p>
<p>André Ventura voltou também a ligar a reforma laboral ao fim das subvenções políticas vitalícias, tema que o Chega tem colocado como uma das suas bandeiras políticas.</p>
<p>“Todos sabem que não podemos estar a fazer reformas à legislação laboral e deixar em vigor uma das maiores vergonhas nacionais, que são as subvenções políticas vitalícias”, afirmou.</p>
<p>O presidente do Chega defendeu que estas subvenções devem acabar e que devem ser revisitados pagamentos que considera terem sido feitos de forma injusta ou ilegal.</p>
<p>“Temos de acabar e poder revisitar as que foram injusta e ilegalmente pagas”, sustentou.</p>
<p><strong>Chega garante que mantém pontos essenciais</strong></p>
<p>Apesar de não haver acordo, André Ventura afirmou que o Chega deixou claras as suas prioridades ao Governo e que, da parte do Executivo, também ficaram identificados os pontos onde existe ou não convergência.</p>
<p>“Da parte do Chega ficou a garantia dos pontos que são para nós necessários do ponto de vista do trabalho e dos objetivos. Da parte do Governo, ficaram claras as suas posições onde há e onde não há convergência”, afirmou.</p>
<p>A nova ronda negocial surge depois de uma primeira reunião entre Luís Montenegro e André Ventura, realizada na semana passada em São Bento, também ter terminado sem entendimento sobre a reforma laboral.</p>
<p>Na altura, Ventura já tinha avisado que o Chega não acompanharia a proposta se o Governo não alterasse matérias consideradas essenciais pelo partido.</p>
<p><strong>Votação aproxima-se no Parlamento</strong></p>
<p>A proximidade da votação aumenta a pressão sobre o Executivo. Sem maioria absoluta, o Governo precisa de encontrar entendimentos parlamentares para aprovar a reforma laboral na generalidade.</p>
<p>Luís Montenegro tem defendido que a proposta pretende valorizar o trabalho, aumentar a produtividade e introduzir maior flexibilidade em determinados setores de atividade. Mas o Chega mantém reservas profundas sobre o conteúdo do diploma.</p>
<p>Com o novo falhanço negocial, a votação de sexta-feira poderá clarificar se ainda existe margem para alterações capazes de aproximar Governo e Chega ou se a reforma laboral seguirá para o Parlamento sem o apoio do partido de André Ventura.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/reforma-laboral-em-risco-ventura-diz-que-nao-houve-entendimento-com-governo-antes-da-votacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777149]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Três em cada quatro portugueses compram a primeira casa antes dos 35 anos, mais cedo do que a média europeia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tres-em-cada-quatro-portugueses-compram-a-primeira-casa-antes-dos-35-anos-mais-cedo-do-que-a-media-europeia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/tres-em-cada-quatro-portugueses-compram-a-primeira-casa-antes-dos-35-anos-mais-cedo-do-que-a-media-europeia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 17:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=777140</guid>

					<description><![CDATA[Entre os 23 mercados analisados, a idade média de compra da primeira habitação varia entre os 28 anos em Malta e os 34,7 anos na Suíça e na Grécia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os portugueses compram a primeira casa, em média, aos 29,8 anos, abaixo da média europeia de 31,3 anos e antes de países como Espanha, Irlanda ou Finlândia, revela a &#8216;Euronews Business&#8217;, com base em dados do RE/MAX European Housing Trend Report 2025.</p>
<p>O retrato mostra diferenças significativas entre países europeus. Entre os 23 mercados analisados, a idade média de compra da primeira habitação varia entre os 28 anos em Malta e os 34,7 anos na Suíça e na Grécia. Portugal surge no grupo dos países onde os compradores entram no mercado imobiliário antes dos 30 anos.</p>
<p>Segundo os dados disponibilizados, 27% dos compradores portugueses adquirem a primeira casa entre os 18 e os 25 anos, enquanto 48% o fazem entre os 26 e os 35 anos. Outros 13% compram entre os 36 e os 45 anos e apenas 1% entre os 46 e os 55 anos.</p>
<p><strong>Portugal compra antes de Espanha, Irlanda e Finlândia</strong></p>
<p>A média portuguesa, de 29,8 anos, coloca o país abaixo da média dos 23 mercados europeus analisados. Também fica à frente de Espanha, onde a idade média da primeira compra é de 30,9 anos, e da Irlanda, onde se situa nos 30,8 anos.</p>
<p>Portugal surge ainda ligeiramente antes da Finlândia, onde a primeira compra acontece, em média, aos 29,9 anos. A diferença é curta, mas coloca o mercado português entre os que registam uma entrada mais precoce na compra de habitação.</p>
<p>No conjunto dos países onde a primeira casa é comprada antes dos 30 anos surgem também Malta, Reino Unido, Luxemburgo, Hungria, Países Baixos e Áustria.</p>
<p><strong>Família, preços e cultura de arrendamento contam</strong></p>
<p>Michael Polzler, presidente executivo da RE/MAX Europe, explicou à &#8216;Euronews Business&#8217; que a acessibilidade financeira é muitas vezes determinante na idade em que as pessoas compram casa, mas não é o único fator.</p>
<p>O apoio familiar e as normas culturais em torno do arrendamento também pesam na decisão. Em alguns países, o arrendamento é visto como uma solução de longo prazo mais normalizada, o que pode atrasar a compra. Noutros, a permanência na casa dos pais durante mais anos permite poupar para a entrada inicial, mas também pode adiar a independência habitacional.</p>
<p>O caso alemão é um dos exemplos mais claros. A idade média de compra da primeira casa na Alemanha é de 33,6 anos, mais de cinco anos acima do Reino Unido, onde se situa nos 28,4 anos. Segundo a análise, na Alemanha o arrendamento é mais aceite como solução habitacional prolongada, com maior estabilidade e proteção dos inquilinos.</p>
<p><strong>Europa continua pressionada pela habitação</strong></p>
<p>Apesar de a compra da primeira casa acontecer relativamente cedo em alguns países, a Europa continua a enfrentar uma crise habitacional marcada pela subida dos preços das casas e pelo aumento dos custos associados à habitação.</p>
<p>Em 2025, 68,5% dos agregados familiares da União Europeia vivem em casas próprias, de acordo com dados do Eurostat citados no relatório. Este valor está 2,2 pontos percentuais abaixo do registado em 2010.</p>
<p>As diferenças entre países continuam a ser muito acentuadas. A taxa de propriedade varia entre 47,2% na Alemanha e 93,8% na Eslováquia, mostrando que comprar cedo a primeira casa não significa necessariamente que o país tenha uma taxa de propriedade mais elevada.</p>
<p>De resto, a &#8216;Euronews Business&#8217; conclui que não existe uma correlação direta entre a idade média de compra da primeira habitação e a taxa de propriedade. A idade de entrada no mercado depende de vários fatores, desde preços e salários até apoio familiar, estabilidade no arrendamento e disponibilidade de crédito.</p>
<p><strong>O que mostram os dados portugueses</strong></p>
<p>No caso português, o dado central é que a maioria dos compradores entra no mercado até aos 35 anos. Somando os grupos dos 18 aos 25 anos e dos 26 aos 35 anos, 75% compram a primeira casa antes dos 36 anos.</p>
<p>A faixa mais expressiva é a dos 26 aos 35 anos, que representa 48% dos compradores portugueses. Isto sugere que, apesar da pressão dos preços da habitação e das dificuldades de acesso ao crédito, a primeira compra continua concentrada numa fase relativamente jovem da vida adulta.</p>
<p>Ainda assim, os dados também mostram que uma parte dos compradores chega mais tarde ao mercado: 13% fazem a primeira aquisição entre os 36 e os 45 anos. Já entre os 46 e os 55 anos, a percentagem desce para 1%.</p>
<p>O relatório da RE/MAX teve por base mais de 21 mil adultos, com uma amostra superior a 13 mil respostas na questão relativa à idade de compra da primeira habitação.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/tres-em-cada-quatro-portugueses-compram-a-primeira-casa-antes-dos-35-anos-mais-cedo-do-que-a-media-europeia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777140]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Adolescentes portugueses entre os que mais usam ecrãs ao fim de semana na UE, revela Eurobarómetro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/adolescentes-portugueses-entre-os-que-mais-usam-ecras-ao-fim-de-semana-na-ue-eurobarometro/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/adolescentes-portugueses-entre-os-que-mais-usam-ecras-ao-fim-de-semana-na-ue-eurobarometro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 17:17:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Eurobarómetro]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=777126</guid>

					<description><![CDATA[Os adolescentes portugueses estão entre os que mais tempo gastam na União Europeia (UE) à frente de ecrãs durante o fim de semana, acima das seis horas, indica um Eurobarómetro hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os adolescentes portugueses estão entre os que mais tempo gastam na União Europeia (UE) à frente de ecrãs durante o fim de semana, acima das seis horas, indica um Eurobarómetro hoje divulgado.</P><br />
<P>Segundo este Eurobarómetro, os adolescentes portugueses inquiridos, entre 13 e 18 anos, dizem estar cerca de 6,7 horas à frente de telemóveis, &#8216;tablets&#8217;, computadores, televisões ou consolas durante o fim de semana, o quarto valor mais elevado em toda a União Europeia (UE), semelhante ao registado em França, Espanha, Roménia e Letónia.</P><br />
<P>A média europeia é de 6,1 horas e o valor de Portugal só é superado na Suécia (7,3 horas), Chéquia (7,0) e Polónia (6,8). O país da UE onde os adolescentes usam menos ecrãs ao fim de semana é Chipre, com 4,3 horas.</P><br />
<P>Instados a fazer uma avaliação sobre o tempo que os filhos gastam à frente de ecrãs, 40% dos pais portugueses consideram que é &#8220;demasiado elevado&#8221; &#8212; abaixo da média europeia de 44% &#8211;, 37% afirmam ser um &#8220;tempo adequado&#8221; e 16% que é &#8220;muito pouco&#8221;.</P><br />
<P>Já interrogados se consideram que os ecrãs têm um impacto positivo ou negativo na vida dos adolescentes, 62% dos pais portugueses afirmam ser negativo &#8212; a segunda taxa mais elevada em toda a UE, apenas ultrapassada pela Grécia (66%).</P><br />
<P>Esta avaliação dos pais contrasta com a dos adolescentes portugueses: só 34% consideram que a utilização de ecrãs é nociva, o sexto valor mais elevado no bloco. Outros 34% estimam que a utilização de ecrãs &#8220;não é positiva nem negativa&#8221;, enquanto 31% consideram-na positiva.</P><br />
<P>No entanto, mais de um em três (41%) admite que, nos últimos 30 dias, se sentiram &#8220;cansados ou sobrecarregados&#8221;, 38% têm &#8220;dificuldade em concentrar-se&#8221;, 36% tiveram dores de cabeça e 33% cansaço nos olhos.</P><br />
<P>A principal preocupação dos pais portugueses quanto à utilização de ecrãs pelos seus filhos prende-se com a exposição a conteúdos inapropriados ou prejudiciais (79% manifestam-se preocupados com essa possibilidade), seguida da possibilidade de serem contactados por desconhecidos (72%) e do impacto que terá no sono (64%).</P><br />
<P>Sobre quais acham que são as melhores medidas que podem ser introduzidas para garantir o bem-estar dos seus filhos &#8216;online&#8217;, a maioria dos pais portugueses (57%) defende limites ou restrições consoante a idade, enquanto 54% pedem uma melhor aplicação das regras atualmente em vigor e 46% mais campanhas de informação destinadas aos jovens.</P><br />
<P>Essas taxas baixam quando se questionam os adolescentes: 49% são favoráveis a restrições de idade, 47% a uma melhor aplicação das regras e 46% a mais campanhas de informação.</P><br />
<P>Interrogados especificamente sobre uma medida de proibição das redes sociais como a que tem sido aplicada na Austrália, os adolescentes portugueses estão entre os mais céticos da UE: 41% consideram que seria positivo para o seu bem-estar mental &#8212; uma taxa superada noutros 15 Estados-membros &#8211;, 38% afirmam que não teria um impacto positivo nem negativo e 20% manifestam-se contra.</P><br />
<P>A nível da média UE, os adolescentes gastam 4,5 horas durante a semana à frente de ecrãs e 6,1 horas ao fim de semana. Cerca de 14% dos adolescentes relatam estar diariamente mais de 10 horas à frente de ecrãs.</P><br />
<P>Este Eurobarómetro foi divulgado no dia em que se realiza a última reunião do painel especial sobre a segurança das crianças &#8216;online&#8217;, criado pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, sobre medidas que podem vir a ser implementadas, incluindo uma eventual restrição na utilização de redes sociais por menores.</P><br />
<P>O Eurobarómetro baseia-se em entrevistas feitas entre 30 março e 16 de abril a mais de 26 mil adolescentes e quase 13 mil pais em toda a União Europeia (UE). Em Portugal, foram entrevistados mil adolescentes e 500 pais. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/adolescentes-portugueses-entre-os-que-mais-usam-ecras-ao-fim-de-semana-na-ue-eurobarometro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777126]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Concorrência notificada pela Greenview sobre a compra da Jardins do Paço</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/concorrencia-notificada-pela-greenview-sobre-a-compra-da-jardins-do-paco/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/concorrencia-notificada-pela-greenview-sobre-a-compra-da-jardins-do-paco/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 17:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AdC]]></category>
		<category><![CDATA[Autoridade da Concorrência]]></category>
		<category><![CDATA[Greenview]]></category>
		<category><![CDATA[Jadins do Paço]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=777119</guid>

					<description><![CDATA[A Greenview notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) da compra do controlo exclusivo sobre a Jardins do Paço, anunciou hoje o regulador, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Greenview notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) da compra do controlo exclusivo sobre a Jardins do Paço, anunciou hoje o regulador, em comunicado. </P><br />
<P>&#8220;A operação de concentração consiste na aquisição pela Greenview, Unipessoal LDA. (&#8220;Greenview&#8221;), do controlo exclusivo da Jardins do Paço &#8212; Arquitectura Paisagista, Lda. (&#8220;Jardins do Paço&#8221;)&#8221;, adianta a entidade liderada por Nuno Cunha Rodrigues no seu &#8216;site&#8217;. </P><br />
<P>A Greenview é uma sociedade controlada pelo fundo de investimento Draycott II FCR e que se dedica à conceção, construção, manutenção e requalificação de jardins, espaços verdes e áreas paisagísticas. </P><br />
<P>Por sua vez, a Jardins do Paço é uma sociedade que &#8220;tem como principais atividades a execução de empreitadas de construção civil e obras públicas e trabalhos de manutenção técnica, a elaboração de projetos de arquitetura paisagista, a gestão e a fiscalização de empreitadas de espaços verdes&#8221;, lê-se na ficha do processo divulgada pela AdC.</P><br />
<P>No aviso hoje publicado, a AdC dá conta de que a notificação foi recebida em 08 de junho e que &#8220;as observações&#8221; devem ser remetidas ao regulador no prazo de 10 dias úteis contados da publicação do presente aviso.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/concorrencia-notificada-pela-greenview-sobre-a-compra-da-jardins-do-paco/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777119]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PJ detém suspeito de colaborar em fuga de presos de Vale de Judeus em 2024</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pj-detem-suspeito-de-colaborar-em-fuga-de-presos-de-vale-de-judeus-em-2024/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pj-detem-suspeito-de-colaborar-em-fuga-de-presos-de-vale-de-judeus-em-2024/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 17:14:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PJ]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Vale dos Judeus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=777127</guid>

					<description><![CDATA[Durante a operação "Sapatada", efetuada pela Secção Central de Combate ao Banditismo, foram ainda realizadas sete buscas domiciliárias e constituídos 25 arguidos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária (PJ) deteve hoje, em Lisboa, um homem suspeito de ter colaborado na fuga de cinco presos da cadeia de Vale de Judeus, em 2024, e apreendeu uma arma de fogo, anunciou aquela força policial.</p>
<p>&#8220;A Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional Contraterrorismo, procedeu, no dia de hoje, na zona da Grande Lisboa, à detenção de um homem, de nacionalidade portuguesa, com 43 anos, sobre o qual recaem fortes indícios da prática dos crimes de tirada de presos e de detenção de arma proibida&#8221;, explicou a PJ, em comunicado.</p>
<p>Durante a operação &#8220;Sapatada&#8221;, efetuada pela Secção Central de Combate ao Banditismo, foram ainda realizadas sete buscas domiciliárias e constituídos 25 arguidos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pj-detem-suspeito-de-colaborar-em-fuga-de-presos-de-vale-de-judeus-em-2024/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777127]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
