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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Cuba: Cerca de 500 pessoas pedem em Lisboa o fim do bloqueio e agressão dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:33:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 500 pessoas reuniram-se hoje em Lisboa para denunciar as ameaças dos Estados Unidos (EUA) a Cuba e para pedir o fim da agressão e do bloqueio à ilha caribenha, alvo de sucessivas sanções por parte de Washington.</P><br />
<P>A manifestação, dinamizada pela Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC) e pelo Conselho Português para a Paz Cooperação (CPPC), começou na Cidade Universitária em Lisboa e seguiu até à embaixada dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Na convocatória do protesto, sob o lema &#8220;Cuba não está só! Cuba vencerá!&#8221;, as organizações promotoras partilharam várias razões que motivaram a ação.</P><br />
<P>A denúncia de &#8220;mais de 60 anos de criminoso bloqueio&#8221; dos EUA que &#8220;tem consequências dramáticas na vida do povo cubano&#8221;, das &#8220;sanções ilegais&#8221; visando empresas, bancos e outras entidades de países que queiram comerciar ou cooperar com Cuba e a defesa que &#8220;ser solidário com Cuba é respeitar a Constituição da República portuguesa&#8221; foram alguns dos motivos mencionados. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781990]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Novo balanço regista 188 mortos e 1.520 feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela na quarta-feira subiu para pelo menos 188, registando-se também mais de 1.500 feridos, segundo o último balanço hoje divulgado pelo presidente do parlamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela na quarta-feira subiu para pelo menos 188, registando-se também mais de 1.500 feridos, segundo o último balanço hoje divulgado pelo presidente do parlamento.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, infelizmente, devemos informar 188 venezuelanos mortos, 1.520 feridos&#8221;, disse Jorge Rodríguez numa declaração televisiva, atualizando o último número de 164 mortos e cerca de mil feridos.</P><br />
<P>O dirigente venezuelano indicou que pelo menos 157 pessoas permanecem desaparecidas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781989]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo angolano Opaia quer parcerias e investimentos na indústria moçambicana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:13:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo angolano Opaia manifestou interesse em estabelecer parcerias com Moçambique e investir na indústria de fertilizantes e construção civil, durante um encontro com o Presidente moçambicano, em Maputo, indica a empresa em comunicado divulgado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Grupo angolano Opaia manifestou interesse em estabelecer parcerias com Moçambique e investir na indústria de fertilizantes e construção civil, durante um encontro com o Presidente moçambicano, em Maputo, indica a empresa em comunicado divulgado hoje.</P><br />
<P>&#8220;A reunião permitiu reforçar o interesse do Grupo Opaia em Moçambique como mercado prioritário para a sua próxima fase de crescimento, com especial enfoque no investimento industrial, no desenvolvimento de parcerias com empresários e instituições locais, e na identificação de oportunidades que possam contribuir para a industrialização, a criação de emprego e o crescimento económico sustentável&#8221;, lê-se no documento da empresa, representada no encontro por Agostinho Kapaia, presidente do Conselho de Administração.</P><br />
<P>No comunicado, o Grupo Opaia, sociedade gestora de participações do direito angolano, com sede em Luanda, capital de Angola, refere que a recente reunião com o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, marca uma &#8220;nova etapa&#8221; na avaliação de oportunidades de investimento industrial, num momento em que a empresa consolida projetos pioneiros em Angola nas áreas dos fertilizantes e da montagem industrial de automóveis.</P><br />
<P>A empresa explica ainda que o interesse em Moçambique enquadra-se na estratégia &#8220;mais ampla&#8221; da sua expansão internacional, estando na fase de avaliação de oportunidades em novos mercados africanos, que incluem também a República Democrática do Congo (RDCongo), com o objetivo de &#8220;alargar a sua presença industrial no continente e apoiar projetos alinhados com as prioridades nacionais de desenvolvimento&#8221;.</P><br />
<P>Para Agostinho Kapaia, a reunião com Daniel Chapo foi &#8220;uma oportunidade importante&#8221; para reafirmar o interesse do Grupo Opaia em Moçambique e para avaliar as formas de cooperação alinhadas com as prioridades de desenvolvimento do país.</P><br />
<P>&#8220;A nossa ambição é clara: queremos construir uma plataforma industrial africana com capacidade para investir, executar e estabelecer parcerias além-fronteiras. Moçambique e a República Democrática do Congo representam mercados estratégicos para essa visão&#8221;, frisou Kapaia, citado no comunicado.</P><br />
<P> O Grupo Opaia também identificou a RDCongo como um mercado estratégico para o crescimento futuro, tendo em conta a sua &#8220;dimensão, base de recursos, necessidades de infraestruturas e potencial industrial&#8221;.</P><br />
<P>O Grupo, que atua nas áreas de fertilizantes, automóvel, engenharia e construção, mineração e finanças, encontra-se a desenvolver trabalho de análise de mercado, com vista à identificação de oportunidades concretas de investimento e de parcerias locais credíveis, explica.</P><br />
<P>&#8220;O Grupo Opaia pretende levar a sua experiência industrial, capacidade de desenvolvimento de projetos, competências de financiamento e abordagem de investimento de longo prazo a mercados onde a execução liderada por africanos possa contribuir para acelerar a transformação económica do continente&#8221;, conclui a empresa angolana.</P><br />
<P>O Governo moçambicano quer instalar no país uma fábrica de montagem de autocarros e já avançou com o processo de consultoria para procurar e escolher um investidor, segundo edital do concurso a que a Lusa teve acesso e noticiou na segunda-feira.</P><br />
<P>O objetivo é &#8220;reforçar a capacidade nacional de provisão de transporte público, apoiar a renovação da frota, criar emprego qualificado, desenvolver competências industriais e reduzir a dependência exclusiva da importação de autocarros completamente montados&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781988]]></sapo:autor>
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		<title>Binance vai suspender os seus serviços em vários países da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Binance, a maior plataforma mundial de negociação de criptoativos, vai suspender parte dos seus serviços em vários países europeus a partir de 01 de julho, devido à impossibilidade de obter a tempo a autorização para operar na UE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Binance, a maior plataforma mundial de negociação de criptoativos, vai suspender parte dos seus serviços em vários países europeus a partir de 01 de julho, devido à impossibilidade de obter a tempo a autorização para operar na UE.</P><br />
<P>Segundo a agência AFP, a empresa disse que &#8220;já não está em condições de aceitar novos utilizadores e, a partir de 01 de julho de 2026, deixará de disponibilizar serviços relacionados com criptoativos em França&#8221;, de acordo com um email enviado aos clientes na quarta-feira.</P><br />
<P>A partir dessa data, &#8220;as operações disponíveis ficarão limitadas às que permitam reduzir posições e levantar ativos&#8221;, esclarece a Binance France, acrescentando que nem ela nem &#8220;qualquer outra entidade do grupo&#8221; obterão a autorização necessária para prosseguir as suas atividades antes do prazo limite de 30 de junho.</P><br />
<P>&#8220;Isto não se limita à França; foram enviadas comunicações semelhantes aos utilizadores afetados noutros mercados da União Europeia&#8221;, precisou a Binance à AFP, afirmando ter fornecido aos clientes &#8220;as informações relevantes sobre a sua situação, incluindo os próximos passos e as opções disponíveis&#8221;.</P><br />
<P>Em vigor desde o final de 2024, o MiCA &#8211; Regulamento Europeu sobre o Mercado de Criptoativos estabelece um quadro harmonizado e impõe obrigações em matéria de proteção dos investidores, bem como de combate ao branqueamento de capitais, às entidades que exercem atividades relacionadas com criptoativos na União Europeia.</P><br />
<P>As empresas abrangidas são obrigadas a obter uma licença junto da autoridade reguladora de um Estado-membro até 30 de junho, sob pena de terem de organizar a cessação das suas atividades na União Europeia. Contudo, a maioria não conseguirá cumprir esse prazo ou nem sequer solicitou a respetiva autorização.</P><br />
<P>&#8220;A Binance retirou o seu pedido de licença MiCA na Grécia e solicitará autorização noutro Estado-membro da União Europeia&#8221;, anunciou a plataforma num comunicado divulgado na quarta-feira, sem especificar qual o país escolhido.</P><br />
<P>O grupo afirmou ter tomado esta &#8220;decisão prudente&#8221; devido à &#8220;ausência de uma decisão formal&#8221; por parte das autoridades, numa altura em que o prazo limite se aproxima rapidamente.</P><br />
<P>Em França, continua em curso uma investigação à Binance, suspeita de não ter cumprido as suas obrigações de controlo da origem dos fundos dos clientes.</P><br />
<P>O antigo presidente executivo da Binance, Changpeng Zhao, que foi condenado nos Estados Unidos em abril de 2024 por violação da legislação de combate ao branqueamento de capitais, foi amnistiado em outubro pelo Presidente norte-americano Donald Trump.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781986]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: França e Itália querem lançar coligação multinacional para o Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 18:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[França e Itália querem lançar uma nova coligação multinacional que substitua a missão da ONU no Líbano (FINUL), cujo mandato termina em dezembro, para garantir "a soberania" do país, anunciaram hoje o Presidente francês e a primeira-ministra italiana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>França e Itália querem lançar uma nova coligação multinacional que substitua a missão da ONU no Líbano (FINUL), cujo mandato termina em dezembro, para garantir &#8220;a soberania&#8221; do país, anunciaram hoje o Presidente francês e a primeira-ministra italiana.</P><br />
<P>&#8220;Queremos lançar uma coligação no âmbito do dispositivo pós-FINUL, evidentemente em coordenação com a União Europeia e as Nações Unidas, para reforçar a soberania do Líbano e das suas forças armadas e impedir que o seu território se torne um ponto de apoio para uma escalada regional&#8221;, anunciou o chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, numa conferência de imprensa conjunta com Giorgia Meloni após a 26ª cimeira intergovernamental França-Itália, hoje celebrada em Antibes, na Riviera francesa.</P><br />
<P>&#8220;Itália e França podem, sem dúvida, fazer a diferença. É necessário, do nosso ponto de vista, garantir uma presença internacional que evite um vazio de segurança extremamente perigoso&#8221;, declarou, por seu lado, a primeira-ministra italiana, sublinhando a necessidade de &#8220;um mandato claro e estruturado, que ajude a construir um futuro diferente para o Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre que países poderão fazer parte da coligação, Macron disse ser muito cedo para antecipar, mas expressou o desejo de que a mesma seja &#8220;o mais alargada possível&#8221;, insistindo que o seu objetivo será garantir, ao lado das forças armadas libanesas, &#8220;a soberania e a integridade territorial do país&#8221;.</P><br />
<P>O anúncio desta missão impulsionada por Paris e Roma para o Líbano, país afetado pelo conflito entre Israel e o movimento xiita libanês Hezbollah, marcou a cimeira hoje realizada em Antibes, a primeira entre França e Itália desde a entrada em vigor, em 2021, do Tratado do Quirinal, que estrutura a relação bilateral entre os dois países, e desde que Meloni assumiu a chefia do Governo italiano, em 2022.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781985]]></sapo:autor>
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		<title>Afinal, quanto calor aguenta o corpo humano? Menos do que parece&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[corpo humano]]></category>
		<category><![CDATA[Penn State University]]></category>
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					<description><![CDATA[As vagas de calor estão a tornar-se mais longas, mais frequentes e mais intensas à medida que o clima muda. Mas a pergunta mais importante talvez não seja apenas quantos graus marca o termómetro...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As vagas de calor estão a tornar-se mais longas, mais frequentes e mais intensas à medida que o clima muda. Mas a pergunta mais importante talvez não seja apenas quantos graus marca o termómetro. É saber a partir de que ponto o calor deixa de ser compatível com atividades normais do dia a dia, mesmo para adultos jovens e saudáveis.</p>
<p>Num artigo publicado originalmente na &#8216;The Conversation&#8217;, investigadores da Penn State University explicam que a resposta depende da combinação entre temperatura e humidade. E os resultados dos testes em laboratório apontam para um limite mais baixo do que aquele que durante anos foi usado como referência teórica.</p>
<p>O indicador central é a chamada temperatura de bolbo húmido, uma medida que combina calor e humidade. Quando a humidade é elevada, o suor evapora com mais dificuldade e o corpo perde capacidade de se arrefecer. É por isso que 38 ºC com muita humidade podem ser mais perigosos do que uma temperatura superior em ambiente seco.</p>
<p>Durante anos, muitos investigadores apontaram para uma temperatura de bolbo húmido de 35 ºC como o limite máximo de adaptação humana. Acima desse patamar, o corpo deixaria de conseguir arrefecer-se através da evaporação do suor e manter uma temperatura interna estável.</p>
<p>Mas os ensaios realizados no Noll Laboratory, da Penn State University, indicam que o limite crítico pode estar mais perto dos 31 ºC de temperatura de bolbo húmido. Isso equivale, por exemplo, a 31 ºC com 100% de humidade ou a cerca de 38 ºC com 60% de humidade.</p>
<p>Os testes foram feitos com homens e mulheres jovens e saudáveis. Cada participante ingeriu uma pequena cápsula de telemetria para medir a temperatura interna do corpo e entrou numa câmara ambiental onde a temperatura ou a humidade eram aumentadas gradualmente.</p>
<p>Os investigadores pediram aos participantes que se movimentassem apenas o suficiente para simular atividades muito leves do dia a dia, como cozinhar ou comer. O objetivo era perceber em que ponto a temperatura interna começava a subir de forma contínua.</p>
<p>Esse ponto é chamado limite ambiental crítico. Abaixo dele, o organismo consegue manter a temperatura interna relativamente estável. Acima desse limite, a temperatura do corpo começa a aumentar, elevando o risco de doenças associadas ao calor quando a exposição se prolonga.</p>
<p>Quando o corpo sobreaquece, o coração tem de trabalhar mais para levar sangue até à pele e libertar calor. Ao mesmo tempo, a transpiração reduz os fluidos corporais. Nos casos mais graves, a exposição prolongada pode provocar golpe de calor, uma emergência médica potencialmente fatal que exige arrefecimento rápido e assistência imediata.</p>
<p>O risco é ainda maior entre pessoas idosas, doentes crónicos e pessoas que tomam certos medicamentos. Os autores lembram que os maiores de 65 anos representam entre 80% e 90% das vítimas mortais em vagas de calor.</p>
<p>Mesmo temperaturas abaixo destes limites podem pressionar o coração, os pulmões e outros sistemas do corpo. Por isso, a hidratação, a permanência em locais frescos e a possibilidade de fazer pausas para arrefecer são essenciais em períodos de calor extremo.</p>
<p>O problema é que nem todos têm acesso a ar condicionado ou a espaços de arrefecimento. Mesmo quando esse acesso existe, há quem evite ligar equipamentos devido ao custo da energia. Em situações de falhas elétricas durante vagas de calor ou incêndios, o risco torna-se ainda maior.</p>
<p>Os autores alertam ainda que algumas soluções de arrefecimento de baixo custo, como sistemas evaporativos, perdem eficácia quando a humidade é elevada. Estes equipamentos usam ar a passar por uma superfície húmida para baixar a temperatura, mas deixam de funcionar bem quando a temperatura de bolbo húmido sobe demasiado.</p>
<p>A conclusão é direta: o calor perigoso não começa apenas nos valores extremos que parecem impossíveis de suportar. Pode chegar mais cedo, sobretudo quando a humidade impede o corpo de fazer aquilo de que depende para sobreviver ao calor: suar e arrefecer.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781979]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Zelensky aprova operação de 40 dias para pressionar a Rússia e tentar acelerar fim da guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/zelensky-aprova-operacao-de-40-dias-para-pressionar-a-russia-e-tentar-acelerar-fim-da-guerra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente ucraniano não revelou detalhes sobre o que implicará a operação de “influência” nem explicou que ações concretas poderão decorrer durante esse período de 40 dias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Volodymyr Zelensky aprovou uma operação de 40 dias de “influência” sobre a Rússia, com o objetivo de pressionar Moscovo e contribuir para o fim da guerra. O anúncio foi feito pelo próprio presidente ucraniano nas redes sociais, depois de uma reunião com o major-general Yevhenii Khmara, uma das figuras relevantes da defesa da Ucrânia. Em cima da mesa estiveram o plano de sanções a médio e longo prazo e os resultados dos serviços de segurança ucranianos na linha da frente.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Report by Major General Yevhenii Khmara on our long-range sanctions plan, mid-range sanctions, and the results of the Security Service of Ukraine – specifically the Center of Special Operations “Alpha” – on the front. </p>
<p>I approved a 40-day influence operation for the Service… <a href="https://t.co/Ue6O21i6xH">pic.twitter.com/Ue6O21i6xH</a></p>
<p>&mdash; Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) <a href="https://x.com/ZelenskyyUa/status/2070191621656678650?ref_src=twsrc%5Etfw">June 25, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Zelensky não revelou detalhes sobre o que implicará a operação de “influência” nem explicou que ações concretas poderão decorrer durante esse período de 40 dias. Ainda assim, a mensagem surge num momento em que a Ucrânia tem intensificado operações de longo alcance contra alvos russos e infraestruturas ligadas à ocupação.</p>
<p>“É importante referir que, durante vários meses consecutivos, o SSU tem demonstrado o melhor desempenho na defesa das posições da Ucrânia nas linhas da frente, através da utilização de vários tipos de drones”, afirmou o presidente ucraniano.</p>
<p>Zelensky destacou ainda o papel do Centro de Operações Especiais ‘Alpha’, unidade que, segundo o líder ucraniano, se tem distinguido pelos resultados obtidos contra forças e equipamentos russos.</p>
<p>“O Centro de Operações Especiais ‘Alpha’ lidera em termos de pessoal e equipamento do ocupante neutralizados”, escreveu.</p>
<p>Além da componente militar, a reunião abordou também os desafios de segurança interna enfrentados pela Ucrânia. “Estou grato pela proteção do nosso Estado e dos ucranianos”, acrescentou Zelensky.</p>
<p>Segundo a &#8216;CNN Portugal&#8217;, o anúncio surge cinco dias depois de ataques ucranianos de grande dimensão na península da Crimeia, ocupada pela Rússia desde 2014, e após várias operações contra alvos associados a Moscovo e São Petersburgo.</p>
<p>No passado sábado, forças ucranianas atingiram alvos a mais de 1.200 quilómetros de distância, em ambos os lados da Ponte de Kerch, que liga a Crimeia à Rússia. A dimensão dos danos levou as autoridades russas instaladas na região a suspender o fornecimento de combustíveis em todas as estações de abastecimento da península.</p>
<p>A Ponte de Kerch tem sido um símbolo estratégico e político da ocupação russa da Crimeia. Qualquer ataque nas suas imediações ou contra estruturas de apoio à península tem impacto militar, logístico e psicológico, sobretudo quando afeta o abastecimento de combustível.</p>
<p>A nova operação anunciada por Zelensky parece enquadrar-se nessa estratégia de pressão contínua: atingir capacidades russas, obrigar Moscovo a desviar recursos e manter a iniciativa ucraniana através de drones, operações especiais e medidas de influência.</p>
<p>Para já, o presidente ucraniano não explicou se a operação será sobretudo militar, informativa, diplomática, cibernética ou uma combinação de várias frentes. Mas a escolha do termo “influência” sugere uma campanha pensada para produzir efeitos para lá do campo de batalha, num momento em que Kiev procura aumentar o custo da guerra para a Rússia.</p>
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		<title>Trabalhadores da EMEL com balanço positivo de greve parcial que termina hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:42:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Ainda sem números finais da adesão, Orlando Gonçalves apontou para uma adesão de quase 100% nas lojas da EMEL, de mais de 80% nos parques de estacionamento, entre 60 a 65% dos trabalhadores que fazem o desbloqueio e entre 30 e 40% na fiscalização]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sindicato representativo dos trabalhadores da Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) fez hoje um balanço positivo dos quatro dias de greve parcial, afirmando que a paralisação levou ao encerramento de lojas e parques de estacionamento.</p>
<p>&#8220;Conseguiu-se encerrar várias lojas e vários parques e, portanto, a EMEL irá sentir em termos do seu impacto também económico relativamente a estes quatro dias&#8221;, afirmou Orlando Gonçalves, dirigente do CESP &#8211; Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal.</p>
<p>Em declarações à Lusa, o sindicalista referiu que a paralisação abrangeu diversas categorias profissionais da empresa municipal, que conta com um universo de cerca de 800 trabalhadores.</p>
<p>Ainda sem números finais da adesão, Orlando Gonçalves apontou para uma adesão de quase 100% nas lojas da EMEL, de mais de 80% nos parques de estacionamento, entre 60 a 65% dos trabalhadores que fazem o desbloqueio e entre 30 e 40% na fiscalização.</p>
<p>A greve parcial dos trabalhadores decorre entre segunda-feira e hoje, entre as 10:00 e as 12:00 (turno da manhã), das 15:30 às 17:30 (tarde), das 18:00 às 20:00 (noite) e das 06:00 às 08:00 (madrugada), com piquetes de greve junto à sede da EMEL nos turnos da manhã e da tarde.</p>
<p>Os trabalhadores da EMEL reivindicam aumentos salariais com efeitos retroativos a janeiro, mas acusam a empresa de manter uma posição inflexível nas negociações.</p>
<p>&#8220;A última proposta avançada não vai ainda ao encontro de um aumento de salário digno dos trabalhadores&#8221;, criticou Orlando Gonçalves.</p>
<p>Segundo o sindicalista, a proposta da administração prevê uma atualização salarial faseada, com uma parte do aumento em janeiro e outra a partir de julho, uma solução que os trabalhadores rejeitam.</p>
<p>O dirigente sindical criticou ainda a recusa da empresa em avançar com a implementação das diuturnidades, apesar de compromissos anteriormente assumidos.</p>
<p>Entretanto, o sindicato vai realizar, na sexta-feira, um plenário de trabalhadores junto à Câmara Municipal de Lisboa, entre as 12:30 e as 14:00.</p>
<p>&#8220;Esperamos ser recebidos pelo dr. Carlos Moedas [presidente da Câmara de Lisboa] e que o próprio conselho de administração também esteja presente e que se faça, de imediato, a negociação para se chegar a um acordo&#8221;, apontou.</p>
<p>A Lusa questionou a EMEL acerca da greve, mas não obteve qualquer resposta.</p>
<p>A empresa municipal, além fiscalização do estacionamento à superfície e em parques, gere a rede de bicicletas Gira, elevadores e escadas rolantes em zonas turísticas e a rede ciclável da cidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781966]]></sapo:autor>
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		<title>O drama depois dos sismos na Venezuela: infraestrutura precária e sistema de saúde em crise dificultam resgates</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois dos sismos que abalaram o país, o líder da oposição venezuelana Edmundo González Urrutia afirmou que as equipas de resgate, o sistema de saúde e as infraestruturas de comunicações estão a chegar a um território “destruído”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Venezuela voltou a ser atingida por uma tragédia num momento de extrema fragilidade económica e social. Depois dos sismos que abalaram o país, o líder da oposição venezuelana Edmundo González Urrutia afirmou que as equipas de resgate, o sistema de saúde e as infraestruturas de comunicações estão a chegar a um território “destruído”, escreve o El &#8216;Español&#8217;.</p>
<p>“E vai precisar porque o próprio Governo a abandonou”, acrescentou González Urrutia, numa mensagem publicada nas redes sociais, defendendo que a Venezuela terá de contar com apoio internacional para responder à emergência.</p>
<p>Poucas horas depois dos abalos, o Governo venezuelano declarou o estado de emergência e classificou La Guaira, no norte do país, como “zona de desastre”. As autoridades divulgaram um primeiro balanço oficial de 164 mortos e mais de 700 feridos, embora a dimensão dos danos no terreno faça recear números mais elevados.</p>
<p>O Serviço Geológico dos Estados Unidos aponta para “um grande número de vítimas e danos extensos” e admite que o número de mortos possa chegar a dezenas de milhares. O impacto económico, num país já profundamente fragilizado, é ainda incalculável.</p>
<p><strong>La Guaira entre as zonas mais afetadas</strong></p>
<p>Os danos mais significativos foram registados no estado costeiro de La Guaira, no norte da Venezuela. “A situação é uma verdadeira tragédia”, afirmou a presidente interina Delcy Rodríguez, numa declaração pública feita na manhã desta quinta-feira.</p>
<p>“Dezenas de edifícios desabaram e estamos a realizar duras operações de resgate para salvar o máximo de vidas possível”, acrescentou, apelando à união e à calma da população perante a dimensão da catástrofe.</p>
<p>Segundo Delcy Rodríguez, equipas de resgate dos Estados Unidos, da República Dominicana, de El Salvador, do México e do Qatar deverão chegar à Venezuela para apoiar os trabalhos de resposta à emergência. Portugal, Espanha, China, Brasil e países das Caraíbas também ofereceram ajuda humanitária.</p>
<p><strong>A crise humanitária pode agravar-se</strong></p>
<p>A necessidade de apoio externo é particularmente urgente porque o sismo atingiu a Venezuela num momento de grande debilidade económica. Uma das maiores preocupações continua a ser a falta de medicamentos, problema que afeta sobretudo pessoas com doenças crónicas, como hipertensão e diabetes, mas também o acesso a antibióticos.</p>
<p>Em fevereiro, os Estados Unidos enviaram mais de 70 toneladas de medicamentos e material médico básico para apoiar a recuperação do país. Mas, segundo relatos recolhidos pelo &#8216;El Español&#8217;, esse apoio ainda não chegou de forma visível a muitas famílias.</p>
<p>“Nada mudou aqui. Pelo contrário, estamos pior”, afirmou Arantxa, uma mulher de 59 anos, residente em Caracas e descendente de bascos que emigraram para a Venezuela durante o franquismo. “Dizem que enviaram muitos medicamentos, mas não conheço ninguém que os tenha visto”, acrescentou.</p>
<p>A mesma residente admite que o abastecimento melhorou em alguns casos, mas sublinha que os preços continuam inacessíveis. “Às vezes tenho de escolher entre tomar o comprimido ou comprar comida para mim e para a minha mãe”, contou.</p>
<p><strong>Dólares não chegam às famílias</strong></p>
<p>A crise também se sente na circulação de moeda. Em março, um funcionário do Departamento de Estado americano afirmou à &#8216;Reuters&#8217; que entraram mais dólares na economia venezuelana nos dois primeiros meses de 2026 do que em todo o ano de 2025. No entanto, esse dinheiro não está a chegar às economias domésticas.</p>
<p>Um estudo da Universidade Católica Andrés Bello e da consultora Mercer indicou que 64% das empresas venezuelanas esperavam receber pagamentos em dólares e 53% planeavam pagar salários nessa moeda. Mas a Ecoanalítica apontou, em junho, que o dinheiro em espécie continua pouco visível nas ruas.</p>
<p>Gloria, produtora audiovisual que vive no norte do país, explicou ao &#8216;El Español&#8217; que, desde que o tráfico de droga foi interrompido, os dólares deixaram de circular com facilidade. “Antes era fácil encontrá-los no mercado negro. Agora, a menos que um familiar os envie do exterior, não há forma de os conseguir”, afirmou.</p>
<p>O problema é que grande parte da economia já funciona em dólares: preços nas lojas, salários e serviços são muitas vezes pensados nessa moeda, enquanto o bolívar se tornou um símbolo da perda de poder de compra.</p>
<p><strong>Salário mínimo vale menos de meio euro</strong></p>
<p>O salário mínimo continua fixado por lei em 130 bolívares por mês. Em dezembro, antes da captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, a taxa oficial era de cerca de 300 bolívares por dólar. Isso equivalia a 43 cêntimos, cerca de 0,38 euros, por mês.</p>
<p>Desde então, a moeda venezuelana voltou a cair. Um dólar vale agora 621,52 bolívares. Sem atualização do salário mínimo, o rendimento mensal garantido pelo Estado fica abaixo dos 20 cêntimos de euro.</p>
<p>O Governo de Delcy Rodríguez aprovou no final de abril uma lei que garante uma renda mínima integral de 240 dólares, cerca de 211 euros, através de um bónus único. Atualmente, os pensionistas recebem uma pensão mensal de 61,61 euros.</p>
<p>Ainda assim, estas medidas são insuficientes face à evolução dos preços. Antes do decreto de abril, estimava-se que o rendimento médio de um trabalhador através de complementos salariais rondasse os 170 euros. O novo valor representa uma subida de 24%, mas a inflação estimada entre janeiro e maio ronda os 102%.</p>
<p>Sem dados oficiais fiáveis, é difícil traçar um cenário económico sólido para a Venezuela. O economista Jesús Palacios Chacín estimou em maio que o PIB venezuelano poderá crescer 12% este ano e que a inflação anual poderá atingir 192%. Já o Fundo Monetário Internacional projetou uma inflação de 682,1% para 2025.</p>
<p>No meio destas previsões extremas, o sismo acrescenta uma nova camada de vulnerabilidade a um país já marcado por escassez, salários colapsados, serviços públicos degradados e uma população com pouca margem para enfrentar outra emergência.</p>
<p>A tragédia natural expõe, assim, uma crise que já existia antes dos abalos. A Venezuela precisa agora de resgatar sobreviventes, reconstruir infraestruturas e garantir ajuda médica urgente. Mas também enfrenta uma pergunta mais profunda: como responder a uma catástrofe quando o próprio Estado e a economia chegam ao desastre já em ruínas?</p>
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		<title>Prestação Social Única aprovada após abstenção do PS e voto contra do Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:24:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prestação Social Única, conhecida como PSU, é uma medida que pretende concentrar 13 subsídios e apoios sociais num único mecanismo de proteção social, integrado no subsistema de solidariedade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de lei que autoriza o Governo a criar a Prestação Social Única foi aprovado no Parlamento, tanto na generalidade como na especialidade, com a abstenção do PS, depois de um acordo entre os socialistas e o Executivo da AD. A proposta, que cria a PSU no âmbito do subsistema de solidariedade, foi rejeitada pelo Chega, PAN, Livre, PCP, BE e JPP.</p>
<p>A Prestação Social Única, conhecida como PSU, é uma medida que pretende concentrar 13 subsídios e apoios sociais num único mecanismo de proteção social, integrado no subsistema de solidariedade. O objetivo é simplificar o acesso aos apoios, reorganizar prestações atualmente dispersas e criar uma nova resposta social financiada pelo Orçamento do Estado e gerida pela Segurança Social, com acompanhamento de entidades como autarquias, núcleos locais de inserção e o IEFP.</p>
<p>A proposta avançou no Parlamento depois de um acordo entre PSD e PS, que permitiu viabilizar a medida apesar do voto contra do Chega, Livre, PCP e Bloco de Esquerda. O entendimento introduziu alterações à versão inicial do Governo, incluindo a eliminação do canal de denúncias, o reforço das garantias sobre o valor da prestação e mudanças nas obrigações associadas aos beneficiários.</p>
<p>Uma das principais polémicas esteve ligada ao trabalho social. A versão final deixa cair um modelo uniforme de participação obrigatória em atividades de solidariedade social e passa a prever uma avaliação caso a caso. Os beneficiários em idade ativa devem manter disponibilidade para formação, educação, procura ativa de emprego, aceitação de trabalho adequado ou atividades solidárias sociais, mas sempre no quadro dos planos individuais de inserção e tendo em conta as suas condições pessoais e familiares.</p>
<p>O acordo prevê ainda exceções para pessoas com incapacidade e aumenta o limite patrimonial permitido para acesso à prestação, de 30 para 60 vezes o Indexante dos Apoios Sociais, ou seja, 32.227,80 euros. O valor da PSU terá de ser definido por Decreto-Lei e não por portaria, com a garantia política de que a nova prestação não deverá ser mais desfavorável do que os apoios atualmente existentes.</p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Parlamento unânime no pesar pelas vítimas e solidário com comunidade luso-venezuelana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:21:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ No texto do presidente do Parlamento, defende-se que os "povos português e venezuelano estão unidos por profundos laços históricos, culturais e humanos, que se refletem na numerosa comunidade portuguesa e luso-venezuelana residente na Venezuela"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O parlamento aprovou hoje, por unanimidade, um voto de pesar pelas vítimas dos sismos que atingiram a Venezuela, na quarta-feira, e expressou uma mensagem de solidariedade e preocupação em relação aos cidadãos da comunidade luso-venezuelana.</p>
<p>Este voto, apresentado pelo presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, salienta que &#8220;os violentos sismos provocaram um grande número de mortos, feridos e desalojados&#8221;.</p>
<p>&#8220;Causaram também um cenário de grande destruição, afetando particularmente a região de Caracas e outras zonas do norte do país e mobilizando amplas operações de emergência, socorro e assistência humanitária. Neste momento de enorme sofrimento, a Assembleia da República apresenta as suas mais sentidas condolências às famílias das vítimas, deseja uma rápida recuperação a todos os feridos e exprime a sua solidariedade para com todos os cidadãos e comunidades afetados por esta catástrofe natural&#8221;, refere-se.</p>
<p>No texto do presidente do Parlamento, defende-se que os &#8220;povos português e venezuelano estão unidos por profundos laços históricos, culturais e humanos, que se refletem na numerosa comunidade portuguesa e luso-venezuelana residente na Venezuela&#8221;.</p>
<p>&#8220;Particularmente a estes cidadãos, o Parlamento expressa uma mensagem de proximidade, solidariedade e preocupação. Assinala também o empenho das equipas de proteção civil, dos profissionais de saúde, das forças de segurança, dos voluntários e de todas as entidades envolvidas nas operações de socorro e assistência às populações afetadas&#8221;, acrescenta-se.</p>
<p>Dois grandes sismos foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causando pelo menos 164 mortos, entre os quais um cidadão português e dois luso-descendentes, e mais de 900 feridos, segundo balanço oficial provisório.</p>
<p>O primeiro sismo de magnitude 7,2 ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um segundo de magnitude 7,5 e por cerca de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</p>
<p>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na região de La Guaira, a norte de Caracas, uma das mais afetadas.</p>
<p>As autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.</p>
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		<item>
		<title>Euro sobe face ao dólar e interrompe ciclo de seis sessões em queda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:20:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O euro subiu hoje face ao dólar e interrompeu um ciclo de seis sessões em queda, quando foi anunciado que a taxa de inflação dos EUA atingiu, em maio, o valor mais alto dos últimos três anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O euro subiu hoje face ao dólar e interrompeu um ciclo de seis sessões em queda, quando foi anunciado que a taxa de inflação dos EUA atingiu, em maio, o valor mais alto dos últimos três anos.</P><br />
<P>Às 18:01 (hora de Lisboa), o euro seguia a 1,1374 dólares, quando na quarta-feira, pela mesma hora, negociava a 1,1359 dólares. </P><br />
<P>O euro também subiu em comparação com o iene, mas recuou em comparação com a libra.</P><br />
<P>O Banco Central Europeu (BCE) fixou hoje o câmbio de referência do euro em 1,1342 dólares.</P><br />
<P>Na sessão de hoje, o euro oscilou entre 1,1334 e 1,1380 dólares.</P><br />
<P>A taxa de inflação nos EUA atingiu, em maio, 4,1%, o valor mais alto dos últimos três anos, segundo o Índice de Preços do Consumidor (IPC) hoje divulgado. </P><br />
<P>De acordo com o Departamento do Comércio dos EUA, a economia norte-americana cresceu 2,1% entre janeiro e março. </P><br />
<P>Nos últimos três meses de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano teve um crescimento de 0,5%, quando uma paralisação do Governo federal, que durou 43 dias, afetou a economia.  </P><br />
<P> </P><br />
<P></P><br />
<P>Divisas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..hoje&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.quarta-feira</P><br />
<P></P><br />
<P>Euro/dólar&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..1,1374&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..1,1359</P><br />
<P></P><br />
<P>Euro/libra&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..0,86134&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;0,86248</P><br />
<P></P><br />
<P>Euro/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;183,99&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..183,75</P><br />
<P></P><br />
<P>Dólar/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..161,77&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..161,60</P></p>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Portugal e 7 países da UE enviam ajuda no âmbito do Mecanismo de Proteção Civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:03:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal e outros sete países da União Europeia (UE) vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela, na sequência dos sismos, no âmbito da ativação do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, anunciou hoje a Comissão Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal e outros sete países da União Europeia (UE) vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela, na sequência dos sismos, no âmbito da ativação do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, anunciou hoje a Comissão Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Nestes momentos difíceis, estamos com os venezuelanos. A Comissão Europeia está a coordenar a resposta europeia ao sismo através do Mecanismo de Proteção Civil. A Espanha, Itália, República Checa, França, Alemanha, Luxemburgo, Países Baixos e Portugal estão a enviar equipas de busca e salvamento&#8221;, anunciou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, numa publicação na rede social X.</P><br />
<P>&#8220;Estamos preparados para oferecer mais apoio, incluindo assistência médica&#8221;, adiantou a responsável.</P><br />
<P>O número de países da UE que mobilizam ajuda no âmbito deste mecanismo ainda pode aumentar.</P><br />
<P> Portugal já colocou à disposição da Venezuela, que aceitou, uma equipa de proteção civil de emergência de 50 elementos para ajudar nas operações no país após os dois sismos, anunciou o primeiro-ministro, Luís Montenegro. </P><br />
<P>O Mecanismo de Proteção Civil da UE é um sistema de cooperação para coordenar a assistência internacional em situações de emergência, como sismos.</P><br />
<P>Quando um país afetado ativa o mecanismo, solicita formalmente ajuda à UE, que passa a coordenar as ofertas de apoio dos Estados participantes.</P><br />
<P>No caso de um sismo, o mecanismo permite uma resposta mais rápida e organizada, facilitando o envio de equipas de resgate para procurar sobreviventes nos escombros, prestar assistência médica aos feridos e apoiar as autoridades locais nas operações de emergência e recuperação.</P><br />
<P>Dois grandes sismos foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causando pelo menos 164 mortos e mais de 900 feridos, segundo o balanço oficial provisório.</P><br />
<P>O primeiro sismo de magnitude 7,2 ocorreu a cerca de 200 quilómetros de Caracas, seguido por um segundo de magnitude 7,5 e por cerca de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na região de La Guaira, a norte de Caracas, uma das mais afetadas.</P><br />
<P>As autoridades venezuelanas decretaram o estado de emergência.</P><br />
<P>A Venezuela acolhe uma das maiores comunidades de emigrantes portugueses e lusodescendentes no mundo.</P><br />
<P>Pelo menos um cidadão português morreu na sequência dos dois sismos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios português.</P><br />
<P>A vítima, do sexo masculino, foi retirada dos escombros com vida, mas acabou por morrer a caminho do hospital.</P><br />
<P>A diplomacia portuguesa tinha anunciado que pelo menos cinco portugueses, quatro dos quais de uma família, estavam desaparecidos na sequência destes sismos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781936]]></sapo:autor>
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		<title>Governo agrava sanções no setor financeiro e proíbe reincidentes de exercer por 10 a 12 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:02:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo aprovou hoje alterações ao Código de Valores Mobiliários fazendo com que administradores reincidentes possam ficar proibidos de exercer funções no setor financeiro por um período entre 10 e 12 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo aprovou hoje alterações ao Código de Valores Mobiliários fazendo com que administradores reincidentes possam ficar proibidos de exercer funções no setor financeiro por um período entre 10 e 12 anos.</P><br />
<P>Uma das mudanças visa &#8220;endurecer o combate ao abuso de informação privilegiada e à manipulação do mercado com sanções mais exigentes, que incluem, por exemplo, que os administradores reincidentes possam ficar proibidos de exercer funções no setor financeiro por um período entre 10 e 12 anos&#8221;, afirmou o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, em conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros. </P><br />
<P>O ministro referiu também que foi alterada a Lei Geral Tributária, alargando a lista de paraísos ficais, em linha com a União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;O que nós fizemos é alterar a Lei Geral Tributária, passando a usar como referência a lista de paraísos fiscais da União Europeia relativamente às jurisdições que não são cooperantes para efeitos fiscais&#8221;.</P><br />
<P>Leitão Amaro anunciou ainda alterações ao Código de Expropriações, permitindo uma atuação ao nível local por iniciativa dos municípios.</P><br />
<P>&#8220;Ajustamos no Código de Expropriações o poder para tomar decisão de expropriações que são decididas localmente relativamente a projetos de iniciativa do próprio município, permitindo que a declaração de utilidade pública seja realizada a um nível mais descentralizado&#8221;, disse. </P><br />
<P>Numa perfectiva mais generalizada, o ministro anunciou uma reforma da lei do mercado de capitais &#8220;para os tornar mais acessíveis e transparentes&#8221;, considerando que &#8220;é um problema conhecido em Portugal e na Europa&#8221;.</P><br />
<P>O ministro crê que existe a &#8220;dificuldade de financiamento das empresas no mercado de capitais, portanto, excessiva dependência do mercado bancário para o financiamento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isso é uma dificuldade particularmente relevante para as empresas mais pequenas, para quem toda a burocracia, toda a papelada que envolve a participação no mercado de capitais atrasa e dificulta a sua entrada no mercado de capitais&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781939]]></sapo:autor>
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		<title>Parece um buggy de praia, é elétrico e nasceu em Portugal: o Amble One quer provar que nem tudo tem de ser um carro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:59:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apresentado pela Amble, o pequeno veículo elétrico foi divulgado pelo site 'Electrek' como uma proposta pensada para deslocações curtas, resorts, comunidades privadas, propriedades rurais, zonas costeiras e locais onde um automóvel convencional pode ser mais do que aquilo que é realmente necessário]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há veículos elétricos que querem substituir o carro. E há outros que parecem querer fugir dele. O Amble One entra claramente na segunda categoria: é aberto, compacto, elétrico, tem ar de buggy de praia e nasceu de uma startup com base em Portugal.</p>
<p>Apresentado pela Amble, o pequeno veículo elétrico foi divulgado pelo site &#8216;Electrek&#8217; como uma proposta pensada para deslocações curtas, resorts, comunidades privadas, propriedades rurais, zonas costeiras e locais onde um automóvel convencional pode ser mais do que aquilo que é realmente necessário.</p>
<p>A ideia é simples: criar uma alternativa entre o carrinho de golfe, o buggy recreativo e o pequeno veículo urbano. O resultado é um modelo que não quer competir diretamente com os carros elétricos tradicionais, mas antes ocupar um espaço próprio, mais leve, mais simples e mais adaptado a trajetos de proximidade.</p>
<p>O Amble One tem um motor elétrico de 15 kW, equivalente a cerca de 20 cv, e uma velocidade máxima anunciada de 65 km/h. A bateria tem 11 kWh e permite uma autonomia até 100 quilómetros, valores que mostram bem o território em que este veículo quer viver: não é a autoestrada, nem a grande viagem, mas sim o uso diário em percursos curtos.</p>
<p>Visualmente, o Amble One joga com uma imagem quase lúdica. A carroçaria aberta, a postura elevada e o desenho minimalista aproximam-no mais de um buggy de lazer do que de um automóvel urbano convencional. Mas essa é também parte da aposta: tornar a mobilidade elétrica menos pesada, menos formal e mais ajustada a contextos onde o carro tradicional pode ser excessivo.</p>
<p>Segundo a &#8216;Electrek&#8217;, a produção deverá arrancar em 2027, enquanto uma versão legal para circulação em estrada está prevista para 2028. O preço anunciado começa nos 25 mil dólares, cerca de 21.500 euros, antes de impostos e taxas.</p>
<p>É precisamente esse posicionamento que torna o projeto curioso. Num mercado elétrico cada vez mais dominado por SUV pesados, baterias enormes, potências elevadas e preços difíceis de justificar para muitos utilizadores, a Amble tenta seguir a direção oposta: menos carro, menos peso, menos aparato.</p>
<p>A pergunta que fica é se há mercado para este tipo de proposta. Em resorts, ilhas, praias, condomínios, zonas turísticas ou propriedades privadas, a resposta pode ser sim. São espaços onde a velocidade é menos importante do que a facilidade de utilização, onde a autonomia de 100 quilómetros pode ser suficiente e onde um veículo aberto, silencioso e compacto pode fazer sentido.</p>
<p>Também por isso, o Amble One não deve ser visto apenas como um brinquedo elétrico. É antes mais um sinal de que a mobilidade elétrica pode abrir caminho a formatos diferentes, mais especializados e menos presos à ideia tradicional de automóvel.</p>
<p>Para Portugal, há ainda outro elemento de interesse: a ligação nacional do projeto. Numa indústria onde o país surge quase sempre como mercado consumidor, fornecedor industrial ou destino de produção, a Amble aparece com uma proposta própria, ainda que de nicho, e com uma identidade visual suficientemente distinta para chamar a atenção fora do circuito habitual dos lançamentos automóveis.</p>
<p>O desafio será transformar essa originalidade num produto viável. O preço, a homologação, a produção em série e a capacidade de convencer clientes profissionais serão decisivos. Mas, pelo menos à partida, o Amble One tem uma virtude rara: não parece apenas mais um elétrico. Parece uma tentativa de responder a uma pergunta simples e pouco feita no setor automóvel: precisamos mesmo de um carro completo para todas as deslocações?</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">no doors. no screens. cork and canvas interior. ex-apple designer built an open-air ev for slow roads. amble one. 2028 deliveries. 👀 <a href="https://t.co/o54czSdCiC">pic.twitter.com/o54czSdCiC</a></p>
<p>&mdash; Martin Filipovič (@manekenthe) <a href="https://x.com/manekenthe/status/2070154334193516582?ref_src=twsrc%5Etfw">June 25, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781935]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mulheres são mais afetadas no emprego pela impacto da IA, alerta estudo alemão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mulheres-sao-mais-afetadas-no-emprego-pela-impacto-da-ia-estudo-alemao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A revolução impulsionada pela inteligência artificial (IA) no mercado de trabalho alemão terá um impacto maior nas mulheres, segundo um estudo publicado hoje pelo jornal económico Handelsblatt.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A revolução impulsionada pela inteligência artificial (IA) no mercado de trabalho alemão terá um impacto maior nas mulheres, segundo um estudo publicado hoje pelo jornal económico Handelsblatt.</P><br />
<P>O diário cruzou dados do Instituto de Investigação sobre o Emprego (IAB), da Agência Federal de Emprego, do instituto económico IfW Kiel e da plataforma de recrutamento Indeed.</P><br />
<P>A principal conclusão: as mulheres são, &#8220;globalmente, mais afetadas pelas transformações ligadas à IA&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com um estudo do Handelsblatt, as 10 profissões em que as mulheres representam 95% da força de trabalho estão &#8220;mais sujeitas a pressões para a transformação&#8221; devido a esta tecnologia.</P><br />
<P>Isto aplica-se especialmente a profissionais de escritório, como datilógrafos e assistentes administrativos.</P><br />
<P>Inversamente, os empregos na indústria e artesanais &#8212; ocupados maioritariamente por homens &#8212; são de difícil automatização.</P><br />
<P>No entanto, Virginia Sondergeld, especialista em mercado de trabalho da Indeed entrevistada pelo Handelsblatt, alerta para o risco de presumir uma relação direta entre a proporção de mulheres e o grau de automatização.</P><br />
<P>Em termos absolutos, as mulheres também estão fortemente representadas em profissões de cuidado (assistência a doentes e idosos), as quais dificilmente serão substituídas pela IA.</P><br />
<P>Contudo, ao analisar as tarefas específicas desempenhadas pelos funcionários, aquelas que podem ser delegadas à IA envolvem, com maior frequência, as mulheres.</P><br />
<P>Em média, para as mulheres, o &#8220;potencial de transformação&#8221; dos seus empregos devido à IA é de 51%, em comparação com 42% para os homens, segundo cálculos citados no inquérito.</P><br />
<P>A concretização deste &#8220;potencial&#8221; depende de vários fatores: a disponibilidade da empresa para inovar, a resistência dos colaboradores, o quadro regulamentar, entre outros.</P><br />
<P>Ter um emprego minimamente afetado pela IA não é necessariamente algo bom, observa também Virginia Sondergeld.</P><br />
<P>&#8220;São os empregos com menor remuneração que são considerados seguros em relação à IA&#8221;, aponta o jornal.</P><br />
<P>Na Alemanha, espera-se que a inteligência artificial crie ou elimine cerca de 1,6 milhões de empregos nos próximos 15 anos, de acordo com um estudo do IAB.</P><br />
<P>Isto representa 3,5% do total de empregos atuais do país, com base nos dados do instituto Destatis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781925]]></sapo:autor>
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		<title>Mais armas, mais produção e pressão de Trump: NATO prepara cimeira decisiva em Ankara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:43:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Turquia]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião dos líderes da NATO, incluindo o presidente americano, Donald Trump, decorrerá nos dias 7 e 8 de julho, na capital turca]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os aliados da NATO deverão comprometer-se com milhares de milhões de dólares em novos contratos de armamento e com o aumento da produção militar na cimeira da Aliança Atlântica, marcada para julho em Ankara, avança o &#8216;POLITICO&#8217;, citando cinco diplomatas da organização.</p>
<p>A reunião dos líderes da NATO, incluindo o presidente americano, Donald Trump, decorrerá nos dias 7 e 8 de julho, na capital turca, num momento de tensão transatlântica e de crescente pressão dos Estados Unidos sobre os aliados europeus.</p>
<p>Apesar das críticas repetidas de Trump à NATO desde o seu regresso à Casa Branca, os aliados deverão reafirmar na declaração final o compromisso com o Artigo 5.º, a cláusula de defesa mútua da Aliança. O texto deverá também voltar a descrever a Rússia como uma ameaça de longo prazo.</p>
<p>A declaração conjunta ainda está a ser negociada pelos embaixadores dos países aliados e pode sofrer alterações até ao último momento. Segundo os diplomatas citados, o documento deverá ser curto, à semelhança do que aconteceu no ano passado.</p>
<p>O valor exato dos contratos de armamento ainda não está fechado. Parte dos acordos de aquisição poderá já estar previamente negociada e ser apresentada no contexto da cimeira como sinal político de reforço da defesa comum.</p>
<p>O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, quer centrar a reunião no aumento da produção industrial de defesa. O objetivo é encontrar um tema capaz de unir os aliados e, ao mesmo tempo, atenuar as divisões internas da organização.</p>
<p>A aposta na produção militar responde a um dos principais desafios europeus: passar de uma indústria focada em armamento de elevado valor para uma capacidade de produção rápida e em grande escala. Ao mesmo tempo, novos contratos que beneficiem a indústria americana permitem a Rutte apresentar a NATO como uma aliança com retorno económico para os Estados Unidos, um argumento que pode ter peso junto de Trump.</p>
<p>Na semana passada, Rutte afirmou que os aliados europeus e o Canadá investiram mais 139 mil milhões de dólares, cerca de 119,5 mil milhões de euros, em defesa no ano passado face a 2024. O aumento surge depois de os aliados terem acordado gastar 3,5% do PIB em defesa até 2035.</p>
<p>O apoio à Ucrânia será outro ponto central da cimeira. No projeto de declaração, os aliados da NATO comprometem-se a reforçar Kiev com 70 mil milhões de euros em apoio militar e prometem uma verba pelo menos equivalente para o próximo ano, segundo os diplomatas ouvidos pelo &#8216;POLITICO&#8217;. Os Estados Unidos não deverão participar neste objetivo financeiro.</p>
<p>Um dos diplomatas admitiu que o apoio à Ucrânia será provavelmente o ponto mais sensível das negociações. Ainda assim, outro responsável sénior da NATO afirmou que as conversações sobre a declaração estão a decorrer “sem sobressaltos”.</p>
<p>A divisão de responsabilidades entre a Europa e os Estados Unidos também deverá ganhar destaque. Washington tem pressionado os aliados europeus a assumirem uma fatia maior da defesa do continente, numa estratégia descrita como transferência de encargos.</p>
<p>Na semana passada, o secretário da Defesa americano, Pete Hegseth, anunciou uma revisão de seis meses à presença militar dos Estados Unidos na Europa, numa tentativa de pressionar os aliados a aumentarem a despesa em defesa. A decisão surgiu poucas semanas depois de Washington ter informado os parceiros de que passaria a disponibilizar menos equipamento militar, como aviões, submarinos e drones, para o conjunto de capacidades que a NATO pode usar em caso de guerra.</p>
<p>No projeto de declaração, os aliados europeus prometem assumir maior envolvimento na defesa do continente, com referências específicas ao investimento em capacidades de ataque em profundidade, sistemas de defesa aérea e drones.</p>
<p>As capacidades de ataque em profundidade, ou seja, mísseis de longo alcance capazes de atingir alvos inimigos atrás da linha da frente, tornaram-se um ponto de tensão entre os Estados Unidos e a Europa. Os europeus querem desenvolver estes meios para dissuadir a Rússia, mas Washington tem reservas quanto à sua utilização. O Pentágono recusou recentemente enviar mísseis Tomahawk para a Alemanha, argumentando que Moscovo poderia interpretar a decisão como uma escalada.</p>
<p>Outro tema sensível será a guerra no Irão. Apesar de os Estados Unidos terem assinado um acordo preliminar para pôr fim ao conflito, responsáveis europeus receiam que questões ainda por resolver, como a reabertura do Estreito de Ormuz, possam tornar-se um foco de tensão na cimeira de Ankara.</p>
<p>Num gesto que poderá ser lido como uma aproximação a Trump, apesar das divisões internas sobre a guerra, o projeto de declaração deverá apelar ao Irão para respeitar a liberdade de navegação naquela rota crítica para o comércio internacional. O texto deverá também afirmar que Teerão nunca deve adquirir uma arma nuclear.</p>
<p>A cimeira de Ankara surge, assim, num momento delicado para a NATO. Os aliados procuram mostrar unidade perante a Rússia, garantir novo apoio militar à Ucrânia, responder às exigências americanas por mais despesa europeia e, ao mesmo tempo, evitar que as divergências sobre o Irão e a defesa do continente dominem a reunião.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781916]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha em alta com Teixeira Duarte a ganhar mais de 6%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Teixeira Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a subir 1,12% para 9.157,33 pontos e a Teixeira Duarte a ascender mais de 6%, em linha com a restante Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a subir 1,12% para 9.157,33 pontos e a Teixeira Duarte a ascender mais de 6%, em linha com a restante Europa. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que fazem parte do PSI, 12 subiram, duas desceram e o BCP e a Altri ficaram inalterados em, respetivamente, 1,02 e 4,88 euros.</P><br />
<P>A liderar as subidas ficou a Teixeira Duarte, que ganhou 6,78% para 0,55 euros.</P><br />
<P>No resto da Europa, Frankfurt progrediu 1,03%, Londres 0,65%, Madrid 0,64% e Paris 0,55%. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781898]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CIP quer voltar a discutir alterações à lei laboral com &#8220;documento novo de raiz&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:21:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Armindo Monteiro]]></category>
		<category><![CDATA[CIP]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[reforma laboral]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Confederação Empresarial de Portugal defendeu hoje que a discussão sobre as alterações à lei laboral deve ser retomada, mas que o processo não deve ser "precipitado" e que deve existir "um documento novo de raiz".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente Confederação Empresarial de Portugal defendeu hoje que a discussão sobre as alterações à lei laboral deve ser retomada, mas que o processo não deve ser &#8220;precipitado&#8221; e que deve existir &#8220;um documento novo de raiz&#8221;. </P><br />
<P>Em declarações à Lusa, à margem da iniciativa &#8220;O Futuro de Portugal&#8221;, organizada pelo IDL &#8211; Instituto Amaro Da Costa, em Lisboa, Armindo Monteiro indicou que o &#8216;chumbo&#8217; da proposta de lei de revisão da legislação laboral não invalida que a discussão seja retomada. </P><br />
<P>&#8220;O propósito para as alterações propostas continua a ser absolutamente premente&#8221;, defendeu, considerando que continua a haver &#8220;uma necessidade de fazer uma alteração ao Código do Trabalho&#8221;.</P><br />
<P>Para o líder da CIP, parceiros sociais e Governo têm agora &#8220;uma oportunidade de fazer diferente&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre se a discussão deve ser retomada já na próxima reunião de Concertação Social, Armindo Monteiro considera que &#8220;este processo não pode ser um processo precipitado&#8221; e que &#8220;os parceiros [sociais] têm que estar de acordo&#8221; com a necessidade de retomar a discussão. </P><br />
<P>Deste modo, para a CIP, caso a discussão seja retomada, esta deve partir de &#8220;um documento novo de raiz&#8221;. </P><br />
<P>No entanto, o presidente desta confederação sublinha que a necessidade de mexer nas leis laborais &#8220;não é uma birra da CIP&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A CIP tem muitas discussões e portanto não quer concentrar toda a sua energia em volta do Código do Trabalho&#8221;, sublinhou, dando como exemplos os salários e as pensões.</P><br />
<P>Questionado sobre se tornaria mais provável uma eventual aprovação no parlamento caso o Governo tivesse vertido na proposta de lei todas as medidas que constavam do último documento discutido na Concertação Social, Armindo Monteiro disse acreditar que &#8220;teria sido mais benéfico&#8221;, mas afirma compreender &#8220;a posição do Governo&#8221; de ter optado por um documento que lhe permitisse &#8220;ter margem para negociar&#8221;, isto é, &#8220;dando aos partidos aquilo que já tinha dado à UGT&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Portanto, entendo isso mais como uma estratégia negocial, do que propriamente como uma questão de querer ir mais longe ou querer ir mais perto&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Questionado sobre se o Governo explicou da melhor forma as razões que tinha para alterar o Código do Trabalho, Armindo Monteiro admite que numa fase inicial &#8221; foi criada uma primeira impressão que, de alguma maneira, condicionou as explicações seguintes&#8221;. </P><br />
<P>Na sua intervenção durante o almoço organizado pelo IDL, o presidente da CIP já tinha referido a necessidade de alterar a legislação laboral, admitindo que é uma &#8220;matéria que gera desconforto&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;E as matérias que geram desconforto, os partidos entenderam ou ignorá-las ou não querer dar a cara por elas. Isto aconteceu na Assembleia da República como já tinha acontecido em Concertação Social&#8221;, rematou. </P><br />
<P>A proposta do Governo para rever a legislação laboral foi chumbada na sexta-feira passada, na generalidade, com os votos contra do Chega e da esquerda parlamentar, após o partido de André Ventura não ter alcançado um acordo com o PSD. </P><br />
<P>O texto contou apenas com os votos a favor dos partidos que suportam o Governo (PSD-CDS-PP) e da IL.</P><br />
<P>Chega, PS, Livre, PCP, BE, PAN e JPP votaram contra. </P><br />
<P>Após não ter alcançado acordo na Concertação Social, a proposta de lei deu entrada na Assembleia da República em 18 de maio e contemplava &#8220;mais de 50 alterações&#8221; ao anteprojeto inicial, das quais 12 provenientes da UGT, segundo referiu a ministra do Trabalho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781901]]></sapo:autor>
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		<title>Miguel Albuquerque confirma duas lusodescendentes entre as vítimas mortais na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:18:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Albuquerque]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Governante madeirense afirmou já ter a confirmação de que pelo menos “duas lusodescendentes perderam a vida” na sequência dos abalos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas lusodescendentes com ligação à Madeira estão entre as vítimas mortais dos sismos que atingiram a Venezuela, adiantou Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas, o governante madeirense afirmou já ter a confirmação de que pelo menos “duas lusodescendentes perderam a vida” na sequência dos abalos.</p>
<p>As duas vítimas tinham ligação à Madeira, região com uma forte comunidade emigrante e lusodescendente na Venezuela.</p>
<p>Além das mortes já confirmadas, Miguel Albuquerque referiu que há ainda registo de muitos desaparecidos, num momento em que as autoridades continuam a avaliar a dimensão total da tragédia.</p>
<p>A confirmação surge na sequência dos sismos que abalaram a Venezuela e que provocaram danos significativos em várias zonas do país, afetando também comunidades com fortes ligações a Portugal.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781907]]></sapo:autor>
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