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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Produção industrial cai 2,3% em maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Produção Industrial caiu 2,3% em maio face ao mesmo mês de 2025, após ter estabilizado em abril, após quebras nos agrupamentos de bens de consumo e energia, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice de Produção Industrial caiu 2,3% em maio face ao mesmo mês de 2025, após ter estabilizado em abril, após quebras nos agrupamentos de bens de consumo e energia, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Segundo o INE, se excluído o agrupamento de energia, o índice agregado recuou 0,7%, depois de um crescimento de 3,8% no mês anterior.</p>
<p>No mês em análise, o agrupamento de energia teve uma taxa de variação homóloga de 9,7%, resultando num contributo negativo de 1,7 pontos percentuais (p.p.), enquanto os bens de consumo baixaram 2,9% em termos homólogos, contribuindo negativamente 0,9 p.p. para o índice.</p>
<p>Em sentido inverso, os bens intermédios cresceram 0,8% e os bens de investimento 0,3%, o que resultou em contributos respetivos de 0,3 e 0,1 p.p..</p>
<p>A taxa de variação da secção das indústrias transformadoras recuou 1,1%, depois de um aumento de 2,8% em abril.</p>
<p>Em termos mensais, o índice registou um crescimento de 0,9%, depois da contração de 2,7% em abril.</p>
<p>O INE detalha que os grandes agrupamentos industriais tiveram evoluções díspares.</p>
<p>O agrupamento de energia deu o contributo negativo mais intenso (1,1 p.p.), resultado do crescimento mensal de 7,4% (após contração de 11,6% em abril).</p>
<p>Os bens de consumo contribuíram com -0,2 p.p., depois de uma quebra de 0,6% &#8211; idêntica à de abril &#8211;, os bens intermédios com 0,1 p.p. (taxa de variação de 0,2%) e os bens de investimento com -0,1 p.p. (taxa de variação de -0,4%).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784090]]></sapo:autor>
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		<title>NATO: Ministro afirma que Portugal parte para cimeira com 2,01% do PIB em Defesa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nato-ministro-afirma-que-portugal-parte-para-cimeira-com-201-do-pib-em-defesa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:36:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa Nacional afirmou hoje que Portugal já atingiu 2,01% do Produto Interno Bruto (PIB) em despesas militares, e considerou que a próxima cimeira da NATO, em Ancara, será "muito importante" do ponto de vista geoestratégico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Defesa Nacional afirmou hoje que Portugal já atingiu 2,01% do Produto Interno Bruto (PIB) em despesas militares, e considerou que a próxima cimeira da NATO, em Ancara, será &#8220;muito importante&#8221; do ponto de vista geoestratégico.</p>
<p>&#8220;Estamos a dias de partir para a cimeira de Ancara [capital da Turquia] na bagagem levamos a certeza que Portugal atingiu e até superou o investimento na Defesa Nacional de 2% do PIB. Na verdade atingimos um valor agora confirmado pela NATO de 2,01%&#8221;, adiantou Nuno Melo, numa audição regimental na Assembleia da República.</p>
<p>Na sua intervenção inicial, Nuno Melo realçou que este valor foi atingido &#8220;apesar da revisão em alta por duas vezes do PIB&#8221; e afirmou que &#8220;Portugal pode agora orgulhar-se de dizer que cumpre os compromissos que assume&#8221;.</p>
<p>Mais adiante, numa resposta ao deputado do PS, Luís Dias, Nuno Melo especificou que Portugal investiu em Defesa no ano passado 6,1 mil milhões de euros.</p>
<p>Deste valor, 4,1 mil milhões estão afetos ao Ministério da Defesa Nacional, 1,16 mil milhões às Finanças, 266 milhões do Ministério da Administração Interna, 63 milhões do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e 558 milhões afetos a &#8220;outros ministérios&#8221;.</p>
<p>O ministro realçou que, contudo, este objetivo dos 2% &#8212; que já foi fixado em 2014 pela NATO &#8212; é apenas um primeiro marco uma vez que na cimeira de Haia, no ano passado, os aliados comprometeram-se a atingir os 5%.</p>
<p>Nuno Melo afirmou que Portugal &#8220;continuará a cumprir seus compromissos com a NATO, nomeadamente no que tem a ver com a formação de uma brigada média, capacidades na luta de antissubmarina e defesa aérea&#8221;.</p>
<p>Numa nota geopolítica, Nuno Melo notou que os Estados Unidos da América (EUA) &#8220;estão a retrair em muitas das suas capacidades e apoio junto da NATO por razoes geopolíticas&#8221; e notou que, neste contexto, &#8220;o Canadá e aliados europeus aumentaram o seu investimento de 27% para perto de 40%&#8221;.</p>
<p>O governante apontou que este aumento de investimento demonstra &#8220;a preparação para um cenário em que os aliados&#8221; europeus e o Canadá terão que assumir maior uma responsabilidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784087]]></sapo:autor>
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		<title>Greenvolt e BYD vão desenvolver em conjunto um dos maiores projetos de baterias da Europa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/greenvolt-e-byd-vao-desenvolver-em-conjunto-um-dos-maiores-projetos-de-baterias-da-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:30:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Greenvolt]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Greenvolt Power, do Grupo Greenvolt, reforçou a parceria com a BYD Energy Storage para o desenvolvimento do projeto Siedlce, na Polónia, que deverá tornar-se o maior sistema de armazenamento de energia em baterias do país e um dos maiores da Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Greenvolt Power, do Grupo Greenvolt, reforçou a parceria com a BYD Energy Storage para o desenvolvimento do projeto Siedlce, na Polónia, que deverá tornar-se o maior sistema de armazenamento de energia em baterias do país e um dos maiores da Europa.</p>
<p>O projeto terá uma capacidade prevista de 600 MW / 2,4 GWh e será desenvolvido com tecnologia de armazenamento fornecida pela BYD Energy Storage, através do sistema BYD Haohan. A entrada em operação comercial está prevista para o final de 2027.</p>
<p>Segundo as empresas, o projeto já tem receitas asseguradas através do mercado de capacidade polaco, o que garante maior previsibilidade financeira numa fase ainda pré-operacional. A construção deverá arrancar no terceiro trimestre de 2026.</p>
<p>Na prática, o Siedlce BESS pretende funcionar como uma espécie de “amortecedor” da rede elétrica, ajudando a equilibrar produção e consumo e a integrar mais energia renovável no sistema elétrico polaco.</p>
<p>“As baterias são fundamentais para sistemas energéticos mais resilientes e flexíveis”, sublinha João Manso Neto, CEO do Grupo Greenvolt, destacando o crescimento do portefólio da empresa neste segmento e a aposta em projetos de grande escala na Europa.</p>
<p>Do lado da BYD Energy Storage, Yin Xueqin, responsável da unidade, sublinha que o projeto reforça o papel crescente do armazenamento na transição energética europeia e valida a tecnologia escolhida para esta instalação de grande dimensão.</p>
<p>Já Weronika Nowak, CEO da Greenvolt Power, destaca que o projeto traduz a ambição da empresa no mercado polaco e representa mais um passo na execução da sua estratégia de crescimento no armazenamento de energia.</p>
<p>Este novo acordo aprofunda uma colaboração já existente entre as duas empresas na Polónia. Em 2025, a Greenvolt e a BYD Energy Storage já tinham fechado contratos para projetos de menor escala, incluindo Turośń Kościelna e Nowa Wieś Ełcka, com capacidade combinada de 1,6 GWh.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784081]]></sapo:autor>
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		<title>Governo apresenta novo plano para enfrentar ondas de calor: “A resposta não começa no hospital”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-apresenta-novo-plano-para-enfrentar-ondas-de-calor-a-resposta-nao-comeca-no-hospital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:21:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Ana Povo]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Ana Povo, secretária de Estado da Saúde, defende que o combate aos efeitos das temperaturas extremas não pode depender apenas dos hospitais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo apresentou um novo guia destinado a municípios e freguesias para reforçar a resposta às ondas de calor, com foco na preparação local e no apoio às populações mais vulneráveis. A apresentação foi feita por Ana Povo, secretária de Estado da Saúde, que sublinhou o papel das autarquias na identificação de espaços climatizados que possam funcionar como locais de abrigo temporário durante os períodos de maior risco.</p>
<p>“Apresento hoje um novo guia destinado aos municípios e freguesias, que têm um papel fundamental na preparação e apoio às populações”, afirmou a governante, explicando que se trata de “um plano que envolve todo o Governo”.</p>
<p>No âmbito dos planos locais, as Unidades Locais de Saúde estão a reforçar a articulação com municípios, juntas de freguesia, Proteção Civil e serviços da Segurança Social, com o objetivo de identificar locais de abrigo temporários, devidamente climatizados, que possam ser ativados sempre que se justifique para acolher pessoas em situação de maior vulnerabilidade.</p>
<p>Segundo Ana Povo, foi também pedido aos municípios que identifiquem outros espaços públicos, sociais ou privados, desde que tenham condições de climatização, para poderem funcionar como locais de permanência temporária durante os períodos de calor mais intenso. “Apelamos à população que utilize estas respostas sempre que necessário”, acrescentou.</p>
<p>A secretária de Estado da Saúde garante que está em curso, em todo o país, uma resposta coordenada à onda de calor, com diferentes níveis de atuação a serem ativados “de forma gradual e proporcional ao risco identificado”. Para Ana Povo, o combate aos efeitos das temperaturas extremas não pode depender apenas dos hospitais.</p>
<p>“Ao contrário do que acontece com as infeções respiratórias no inverno, cuja pressão recai sobretudo sobre os cuidados de saúde, as ondas de calor exigem uma resposta ampla, que envolve toda a sociedade”, afirmou a governante, sublinhando que a prevenção deve começar antes de os casos chegarem ao Serviço Nacional de Saúde.</p>
<p>Segundo Ana Povo, a resposta mais eficaz ao calor “não começa no hospital”. Começa, diz, “muito antes, na prevenção, na proteção ativa das pessoas mais vulneráveis, na atenção aos familiares, vizinhos e, em particular, aos que vivem em situação de maior isolamento”.</p>
<p>A governante defende, por isso, que a resposta às temperaturas extremas tem de envolver vários setores e não apenas as unidades de saúde. “Começa na ação coordenada de municípios, instituições sociais, Proteção Civil, forças de segurança, entidades empregadoras e, naturalmente, de cada cidadão”, acrescentou.</p>
<p>Nos últimos dias, a Direção-Geral da Saúde tem vindo a reforçar a comunicação dirigida à população, com recomendações de prevenção e proteção perante as temperaturas elevadas. Entre os principais conselhos estão a ingestão regular de água, a permanência em locais frescos, a redução da exposição solar nas horas de maior calor e a atenção redobrada a idosos, crianças, grávidas, doentes crónicos e pessoas que vivem sozinhas.</p>
<p>Para Ana Povo, o desafio passa por garantir que a resposta é antecipada e não apenas reativa. A governante insiste que as ondas de calor obrigam a uma vigilância próxima das pessoas mais frágeis, sobretudo quando vivem em isolamento ou têm menos capacidade para se protegerem das temperaturas extremas.</p>
<p>A mensagem do Governo é, por isso, dupla: os serviços de saúde estão envolvidos na resposta, mas a primeira linha de proteção deve estar nas comunidades, nas autarquias, nas instituições sociais, nas famílias, nos vizinhos e nos locais de trabalho. Em períodos de calor extremo, prevenir pode ser tão decisivo como tratar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784078]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pode dizer “não” ao trabalho por causa do calor? A resposta depende das condições</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pode-dizer-nao-ao-trabalho-por-causa-do-calor-a-resposta-depende-das-condicoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:08:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Rita Garcia Pereira]]></category>
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					<description><![CDATA[A resposta, em Portugal, não passa por um limite fixo de temperatura. A lei não estabelece uma temperatura máxima a partir da qual o trabalho tenha de parar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com as temperaturas a subir e as ondas de calor a tornarem-se mais frequentes, há uma pergunta que regressa todos os verões: até que ponto pode um trabalhador ser obrigado a exercer funções em condições de calor extremo? A resposta, em Portugal, não passa por um limite fixo de temperatura. A lei não estabelece uma temperatura máxima a partir da qual o trabalho tenha de parar.</p>
<p>A explicação é dada pela especialista em direito laboral Rita Garcia Pereira, que sublinha que a responsabilidade principal cabe às entidades empregadoras. “Compete às entidades empregadoras garantirem as regras de segurança”, afirma à &#8216;CNN Portugal&#8217;, lembrando que os incumprimentos nesta matéria podem ter consequências graves. “Há inúmeros incumprimentos que resultam em acidentes de trabalho.”</p>
<p>A Autoridade para as Condições do Trabalho também enquadra a exposição ao calor como um risco profissional, lembrando que a temperatura e a humidade nos locais de trabalho devem ser adequadas ao organismo humano e ao tipo de atividade desempenhada. A legislação de segurança e saúde no trabalho impõe ao empregador o dever de assegurar condições seguras em todos os aspetos da atividade profissional, incluindo a avaliação e prevenção dos riscos associados ao ambiente térmico.</p>
<p>O problema, defende Rita Garcia Pereira, é que a lei portuguesa não fixa um valor concreto a partir do qual se considera que já não há condições para trabalhar. “Não há temperatura máxima para trabalhar e, atendendo às falhas, devia haver uma temperatura mínima e máxima para trabalhar”, sustenta a especialista.</p>
<p>A falta desse limite é particularmente relevante em setores mais expostos ao exterior. “Claro que se nota em determinados setores de atividade e não noutros”, explica Rita Garcia Pereira. Na construção civil, por exemplo, o risco é maior. “É muito difícil controlar as temperaturas e a forma como os trabalhadores vão desenvolver funções. É muito mais arriscado.”</p>
<p>Nestes casos, a obrigação da empresa não desaparece. Pelo contrário: deve ser reforçada. A ACT recomenda que os empregadores organizem o trabalho de forma a reduzir a exposição ao calor, incluindo a realização das tarefas mais exigentes nas horas mais frescas do dia, a adaptação dos horários, a previsão de pausas, a disponibilização de água e a avaliação dos equipamentos de proteção individual usados pelos trabalhadores.</p>
<p>Mas pode um trabalhador recusar-se a trabalhar por estar demasiado calor? A resposta de Rita Garcia Pereira é cautelosa. “A única coisa que pode fazer é fazer denúncia à ACT, que naturalmente não agirá em tempo útil”, afirma. Segundo a especialista, em regra, o trabalhador só poderá recusar-se a desempenhar funções se existir um parecer da medicina do trabalho que sustente essa impossibilidade.</p>
<p>A lei prevê, ainda assim, proteção para situações de perigo grave e iminente. O regime jurídico da segurança e saúde no trabalho estabelece que o trabalhador não pode ser prejudicado por se afastar do posto de trabalho ou de uma área perigosa quando exista perigo grave e iminente, nem por adotar medidas destinadas à sua própria segurança ou à segurança de terceiros.</p>
<p>Na prática, porém, esta avaliação pode ser difícil de aplicar em tempo real, sobretudo quando não há um limite legal objetivo de temperatura. É aqui que Rita Garcia Pereira identifica uma fragilidade do sistema: a resposta depende da avaliação do risco, da atuação da entidade empregadora, da medicina do trabalho e, muitas vezes, de mecanismos de fiscalização que podem não chegar a tempo.</p>
<p>Em caso de acidente associado ao calor, a responsabilidade passa pelo empregador e pela companhia de seguros contratada no âmbito do seguro de acidentes de trabalho, sem prejuízo da avaliação concreta das circunstâncias em que o acidente ocorreu. Para a especialista, o ponto central é que a prevenção deve acontecer antes, e não apenas depois de haver danos.</p>
<p>“Não estamos ainda habituados a lidar com estas ondas de calor”, alerta Rita Garcia Pereira. A frase resume o desafio: as regras gerais de segurança existem, mas o agravamento dos fenómenos extremos está a expor limites na forma como empresas, trabalhadores e autoridades lidam com o calor no local de trabalho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784073]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taxa de desemprego recua para 5,5% em maio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-de-desemprego-recua-para-55-em-maio-ine/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:08:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desemprego fixou-se em 5,5% em maio, abaixo dos 5,7% de abril e menos 0,7 pontos percentuais (p.p.) que no mesmo mês do ano passado, segundo dados provisórios hoje divulgados pelo INE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego fixou-se em 5,5% em maio, abaixo dos 5,7% de abril e menos 0,7 pontos percentuais (p.p.) que no mesmo mês do ano passado, segundo dados provisórios hoje divulgados pelo INE.</p>
<p>Em maio, &#8220;a taxa de desemprego situou-se em 5,5%, valor inferior ao de abril de 2026 (0,2 p.p.), ao de fevereiro desse ano (0,5 p.p.) e ao de maio de 2025 (0,7 p.p.)&#8221;, refere o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Já a taxa de subutilização do trabalho foi estimada em 9,4%, &#8220;valor inferior ao do mês anterior (0,3 p.p.), ao de três meses antes (0,5 p.p.) e ao do mesmo mês do ano anterior (1,0 p.p.)&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784075]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Os 5 maiores erros ao contratar um seguro de viagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:00:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[seguro de viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Vai viajar e precisa de um seguro de viagem? Antes de contratar, certifique-se de que não comete uma série de erros comuns que tantas vezes comprometem a utilidade do seguro. Escolher bem vai fazer, certamente, a diferença se surgir um imprevisto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se se prepara para escolher um seguro de viagem, não caia na tentação de olhar apenas para o preço. Nem todas as apólices oferecem as mesmas condições e uma má escolha pode deixá-lo desamparado precisamente quando mais precisa de proteção. Afinal, o seguro ideal para um fim de semana em Marrocos pode não ser suficiente para uma viagem de três semanas à Tailândia ou umas férias que incluam desportos radicais. </p>
<p>Por isso, antes de subscrever um <a href="https://www.doutorfinancas.pt/seguros/vou-de-ferias-vale-a-pena-fazer-um-seguro/?src=partner.executive.art" target="_blank" rel="noopener">seguro de viagem</a>, saiba quais os erros mais comuns dos viajantes e como, no final de contas, até são fáceis de evitar. Alguns minutos dedicados à leitura das condições, das exclusões e dos limites das coberturas podem fazer toda a diferença se surgir um imprevisto em viagem.</p>
<p><strong>1. Assumir que todos os seguros de viagem têm as mesmas coberturas</strong></p>
<p>Embora tenham o mesmo objetivo, os seguros de viagem não são todos iguais. Algumas apólices incluem apenas assistência médica e repatriamento, enquanto outras cobrem situações como cancelamento da viagem, perda ou atraso da bagagem, responsabilidade civil ou interrupção antecipada da estadia.</p>
<p>Além disso, os capitais seguros também podem variar bastante entre apólices. Uma cobertura de despesas médicas de 30 mil euros pode ser adequada para alguns destinos, mas revelar-se insuficiente em países onde os cuidados de saúde são particularmente caros, como os Estados Unidos, por exemplo.</p>
<p>Por isso, antes de contratar, confirme exatamente o que está incluído e se as coberturas são adequadas às características da viagem que pretende fazer.</p>
<p><strong>2. Não verificar se o destino está abrangido Nem todos os seguros de viagem são válidos em qualquer parte do mundo. </strong></p>
<p><a href="https://www.doutorfinancas.pt/seguros/seguro-de-viagem-atencao-aos-destinos-excluidos-da-apolice/?src=partner.executive.art" target="_blank" rel="noopener">Destinos afetados por guerras</a>, conflitos armados ou situações de instabilidade podem ficar total ou parcialmente excluídos das coberturas. Em certos casos, apenas algumas garantias deixam de ser aplicáveis; noutros, a exclusão pode abranger toda a apólice.</p>
<p>Se vai viajar para fora da União Europeia ou para destinos mais remotos, confirme antecipadamente se o país está abrangido e se os capitais seguros são adequados.</p>
<p>Além disso, acompanhe os avisos das autoridades portuguesas sobre as condições de segurança no destino, sobretudo se existirem recomendações para evitar deslocações.</p>
<p><strong>3. Pagar por coberturas que já tem noutros produtos</strong></p>
<p>Não vale a pena gastar mais do que aquilo que precisa. Embora seja importante ter um seguro de viagem, poderá já beneficiar de algumas coberturas através de outros produtos financeiros. É o caso de determinados cartões de crédito, que incluem seguros associados às viagens pagas com esse meio de pagamento. Além disso, alguns seguros de saúde ou multirriscos também podem prever garantias de assistência no estrangeiro.</p>
<p>Isso não significa que deva dispensar um seguro de viagem específico. Mas vale a pena confirmar que proteção já tem disponível. Por isso, antes de contratar uma nova apólice, consulte as condições do cartão de crédito e dos seguros que detém. Caso contrário, pode acabar por pagar duas vezes pelas mesmas garantias.</p>
<p><strong>4. Escolher o primeiro seguro sem comparar ofertas</strong></p>
<p>O preço não deve ser o único critério de escolha do seguro de viagem. Duas apólices com prémios semelhantes podem apresentar diferenças significativas ao nível das franquias, exclusões ou capitais seguros. Como tal, há uma regra de ouro que tanto se aplica a este caso como à escolha de qualquer outro produto financeiro: compare sempre várias ofertas antes de tomar uma decisão.</p>
<p>Mais do que perceber quanto custa o seguro, comparar propostas permite identificar a solução mais adequada ao destino, à duração da estadia e às atividades que pretende fazer.</p>
<p><strong>5. Ignorar exclusões relacionadas com doenças preexistentes e atividades de risco</strong></p>
<p>Um dos erros mais frequentes na contratação de um seguro de viagem é assumir que qualquer problema de saúde ou acidente em viagem estará automaticamente coberto.</p>
<p>Muitas seguradoras excluem despesas relacionadas com doenças preexistentes ou exigem que estas sejam declaradas previamente. O mesmo acontece com atividades consideradas de risco, como mergulho, escalada, parapente, esqui ou outros desportos radicais.</p>
<p>Se pretende praticar este tipo de atividades ou tem uma condição médica preexistente, confirme antecipadamente se estas situações estão abrangidas ou se é necessário contratar coberturas adicionais. Caso contrário, poderá descobrir demasiado tarde que determinadas despesas não serão cobertas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783517]]></sapo:autor>
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		<title>PJ detém médica de Benavente suspeita de receber dinheiro para viabilizar reformas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) deteve hoje uma médica de Benavente, no distrito de Santarém, suspeita de ter recebido verbas indevidas para viabilizar reformas por invalidez, confirmou à Lusa fonte da força policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária (PJ) deteve hoje uma médica de Benavente, no distrito de Santarém, suspeita de ter recebido verbas indevidas para viabilizar reformas por invalidez, confirmou à Lusa fonte da força policial.</p>
<p>O alegado esquema em que a médica cobraria cerca de mil euros para viabilizar processos de reforma por invalidez, conseguindo que dezenas de trabalhadores se reformassem por invalidez numa empresa pública, foi revelado em abril pela SIC.</p>
<p>A Ordem dos Médicos abriu, na altura, um inquérito à médica, por estarem em causa &#8220;alegadas práticas gravemente lesivas da ética e da deontologia médica&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784072]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro diz que maioria dos relatos são falsos e garante condições para correção digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação disse hoje que a maioria das falhas relatadas no processo de classificação dos exames nacionais é falsa e garantiu que existem condições para manter o modelo de correção digital, sem que nenhum aluno seja prejudicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação disse hoje que a maioria das falhas relatadas no processo de classificação dos exames nacionais é falsa e garantiu que existem condições para manter o modelo de correção digital, sem que nenhum aluno seja prejudicado.</p>
<p>&#8220;Do ponto de vista logístico, da distribuição dos exames e da digitalização, não houve nenhum percalço. Obviamente, houve um caso ou outro, mas não são erros que ponham em causa o rigor do sistema&#8221;, afirmou Fernando Alexandre.</p>
<p>Ouvido em audição regimental na comissão parlamentar de Educação e Ciência, o governante foi inicialmente questionado, pelo grupo parlamentar do Chega, sobre os vários problemas relatados, durante os últimos dias, no processo de correção dos exames nacionais.</p>
<p>Desde o atraso na atribuição das credenciais necessárias para aceder às provas, a erros na convocatória de professores classificadores ou falhas na digitalização das folhas de resposta, movimentos e sindicatos de professores têm descrito um cenário de &#8220;caos generalizado&#8221;.</p>
<p>O ministro da Educação, Ciência e Inovação, que, na segunda-feira, garantiu que a correção dos exames nacionais continua a decorrer &#8220;dentro dos prazos previstos&#8221;, afirmou hoje que muitas das situações denunciadas nas redes sociais não se verificam.</p>
<p>&#8220;Pedimos sempre ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) e ao Júri Nacional de Exames (JNE) que estejam atentos a todas as comunicações que são feitas, para verificar se são verdadeiras ou falsas. A maioria é falsa&#8221;, disse, em resposta aos deputados.</p>
<p>Admitindo a existência de anomalias pontuais, &#8220;que depois são corrigidas&#8221;, Fernando Alexandre disse que a tutela chegou a ponderar recuar na implementação do modelo de correção digital, alargado este ano a todas as disciplinas, depois de testado, no ano passado, com a prova de Filosofia.</p>
<p>&#8220;O EduQA reiterou que está confiante que vai conseguir garantir a correção digital&#8221;, acrescentando que, para a tutela, o rigor e a transparência da avaliação &#8220;sobrepõem-se a tudo&#8221;.</p>
<p>O governante assegurou ainda que nenhum aluno será prejudicado &#8220;por qualquer processo de avaliação&#8221;.</p>
<p>Quanto aos erros relatados na convocatória dos professores classificadores &#8212; segundo sindicatos e movimentos de professores, foram convocados professores de outras disciplinas, aposentados e até falecidos &#8212; Fernando Alexandre reiterou que &#8220;quem convoca são os diretores&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se convocam erradamente, então é uma responsabilidade dos diretores&#8221;, afirmou o ministro, rejeitando, por outro lado, acusações de desresponsabilização, depois de a Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas ter apontado, na segunda-feira, uma aparente transferência de responsabilidades por parte da tutela.</p>
<p>Ainda assim, segundo o ministro, também nestes casos a esmagadora maioria das situações relatadas acabou por não se confirmar, após averiguação do EduQA.</p>
<p>Na sua intervenção inicial, Fernando Alexandre defendeu o modelo de classificação digital, argumentando que permitirá tornar o processo mais eficiente, uma vez que &#8220;no lugar de corrigir 40 exames iguais, cada professor vai corrigir 200 vezes a mesma pergunta&#8221; de exames diferentes.</p>
<p>&#8220;E esse é um ponto muito importante, porque quando nós temos um professor a corrigir apenas uma parte do exame, reduzimos o viés que a correção individual introduz e, por isso, vamos garantir mais rigor, mais objetividade na avaliação e este é mais um avanço do sistema&#8221;, disse.</p>
<p>A propósito dos exames nacionais, o ministro adiantou ainda que, no próximo ano letivo, será implementado um projeto-piloto de normalização das notas, com o objetivo de corrigir diferenças de dificuldade entre anos, tornando comparáveis os resultados e reduzindo o efeito de variações na dificuldade das provas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784062]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Navio estrangeiro encalhou no Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Um navio encalhou no Estreito de Ormuz depois de alegadamente se ter desviado da rota aprovada pelo Irão para a navegação, informou hoje a televisão estatal iraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um navio encalhou no Estreito de Ormuz depois de alegadamente se ter desviado da rota aprovada pelo Irão para a navegação, informou hoje a televisão estatal iraniana. </P><br />
<P>A estação iraniana identificou a embarcação afetada como um navio porta-contentores estrangeiro, mas não forneceu outros detalhes, referindo que encalhou devido às águas pouco profundas ao longo da rota que escolheu.</P><br />
<P>A emissora declarou que as empresas de transporte marítimo precisam de seguir as instruções da Guarda Revolucionária do Irão sobre rotas de navegação.</P><br />
<P>A força naval da Guarda &#8220;alertou repetidamente capitães, armadores e executivos de companhias de navegação em todo o mundo que qualquer entrada ou saída por rotas diferentes poderia levar a incidentes irreparáveis&#8221;, informou a televisão. </P><br />
<P>A notícia da televisão de teerão não mencionou os dois navios que o Irão atacou nos últimos dias por tentarem cruzar o estreito sem a permissão de Teerão, incluindo uma embarcação que transportava crude do Qatar.</P><br />
<P>O incidente relativo ao navio encalhado ocorreu na altura em que os enviados dos Estados Unidos para o Médio Oriente, Steve Witkoff, e Jared Kushner, genro do presidente norte-americano Donald Trump, se encontravam em Doha, no Qatar, para conversações com mediadores, onde também deveriam estar presentes negociadores iranianos.</P><br />
<P> O Irão e os Estados Unidos concordaram, como parte de um acordo provisório, em permitir a passagem de navios sem cobrança de taxas durante 60 dias.</P><br />
<P>No entanto, Teerão insistiu que deveria controlar as rotas das embarcações e, posteriormente, cobrar taxas pela passagem, alterando décadas de práticas estabelecidas para as vias marítimas do Golfo Pérsico. </P><br />
<P>Os Estados Unidos e muitos países árabes do Golfo afirmaram que não vão aceitar o pagamento de taxas adicionais. </P><br />
<P>Uma iniciativa de Omã e de uma agência das Nações para estabelecer uma nova rota junto à costa do sultanato desencadeou reações no Médio Oriente no passado fim de semana, evidenciando as tensões que ainda dominam a região.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784061]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal entra no top 5 dos países europeus com maior potencial de crescimento — mas viver no país tornou-se o grande desafio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-entra-no-top-5-dos-paises-europeus-com-maior-potencial-de-crescimento-mas-viver-no-pais-tornou-se-o-grande-desafio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:53:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[PlayersTime]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo analisou 31 países europeus e atribuiu pontuações em 11 métricas, com base em dados de entidades como o Eurostat, a Organização Internacional do Trabalho, a Numbeo e a StartupBlink]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal surge entre os cinco países europeus com maior potencial de crescimento em 2026, num ranking elaborado pela &#8216;<a href="https://www.playerstime.com/reports/europe-countries-growth/" target="_blank" rel="noopener">PlayersTime</a>&#8216; que cruza indicadores de demografia, inovação, atividade económica, produtividade, salários, emprego qualificado, criação de empresas e evolução dos preços da habitação.</p>
<p>O estudo analisou 31 países europeus e atribuiu pontuações em 11 métricas, com base em dados de entidades como o Eurostat, a Organização Internacional do Trabalho, a Numbeo e a StartupBlink. O objetivo foi perceber onde é que a Europa está a ganhar mais dinamismo — não apenas em termos de riqueza, mas também de capacidade para atrair pessoas, empresas, talento e investimento.</p>
<p>A conclusão principal é clara: a nova geografia do crescimento europeu está a ser desenhada por países que combinam inovação, emprego qualificado, população ativa e mercados imobiliários em valorização. Espanha lidera o ranking geral, seguida dos Países Baixos, Irlanda e França. Portugal fecha o top 5, destacando-se sobretudo no empreendedorismo, no crescimento da população em idade ativa e no emprego ligado a setores tecnológicos.</p>
<p>Segundo o relatório, Portugal conta com quase sete milhões de pessoas entre os 15 e os 64 anos, num total de 10,38 milhões de habitantes. Este grupo representa cerca de 65% da população, um dado que coloca o país entre os mercados europeus com maior peso relativo da população em idade ativa. Entre 2024 e 2025, Portugal registou ainda um crescimento de 1,5% neste segmento, passando de 6,71 milhões para 6,81 milhões de pessoas.</p>
<p>Este desempenho coloca Portugal em terceiro lugar na Europa no crescimento da população em idade ativa, atrás apenas de Malta e da Irlanda. Para a &#8216;PlayersTime&#8217;, este dado é relevante porque sugere que o país tem conseguido criar condições para fixar mais jovens e trabalhadores, nomeadamente através de uma economia urbana mais dinâmica e de um ecossistema de startups em crescimento.</p>
<p>Mas há um reverso cada vez mais difícil de ignorar: a habitação. O relatório sublinha que Portugal enfrenta pressão crescente no mercado imobiliário, sobretudo nas grandes áreas urbanas, onde o aumento dos preços começa a desafiar a acessibilidade. Apesar de o estudo não colocar Portugal entre os cinco países europeus com maior subida de preços entre junho de 2025 e junho de 2026, identifica a habitação como um dos principais fatores de tensão no caso português.</p>
<p>No mercado imobiliário europeu, a Suíça lidera a lista das maiores subidas. O preço médio dos apartamentos no centro das cidades passou de 14.296 euros por metro quadrado em junho de 2025 para 16.412 euros em junho de 2026, uma subida de 14,8%. Malta aparece em segundo lugar, com um aumento de 12,06%, para 3.860 euros por metro quadrado, seguida da Hungria, onde os preços cresceram 11,6%, para 3.352 euros.</p>
<p>Dinamarca e Países Baixos completam o top 5 das maiores valorizações imobiliárias, com subidas de 9,8% e 8,6%, respetivamente. No caso neerlandês, a evolução dos preços acompanha um desempenho muito forte no ranking geral: os Países Baixos surgem como o segundo país europeu com maior potencial de crescimento, reforçados por elevada produtividade, inovação e procura imobiliária persistente.</p>
<p>Na direção oposta, há mercados que começam a arrefecer. A Lituânia registou a maior queda nos preços dos apartamentos no centro das cidades, com uma descida de 14,78%, para 3.183 euros por metro quadrado. Seguem-se Finlândia, com uma quebra de 13,45%, França, com menos 10,89%, Suécia, com menos 9,75%, e Reino Unido, onde os preços recuaram 7,86%.</p>
<p>A leitura da PlayersTime é que os mercados mais atrativos e de crescimento mais rápido não são necessariamente os mais baratos. Pelo contrário, muitos dos países com melhor desempenho são também os mais caros, precisamente porque os preços refletem procura sustentada, confiança económica e atratividade de longo prazo para compradores nacionais e internacionais.</p>
<p>Silvana Vladimirova, analista de dados da PlayersTime, defende que a Europa está a dividir-se entre mercados caros, muito procurados e economicamente mais fortes, e mercados mais acessíveis que podem estar ainda numa fase de recuperação ou a refletir menor intensidade de procura. “Mais do que a acessibilidade, é agora o ritmo de crescimento dos preços — e a procura que está por trás dele — que melhor mostra a posição de cada país no mapa europeu de desenvolvimento”, comenta.</p>
<p>Para Portugal, a leitura é dupla. O país aparece bem posicionado no novo mapa europeu de crescimento, apoiado por população ativa, empreendedorismo e setores qualificados. Mas o mesmo relatório deixa um aviso: se a habitação continuar a encarecer nas grandes cidades, uma das forças que torna Portugal atrativo pode transformar-se num obstáculo para quem vive, trabalha ou quer investir no país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784056]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Taxa de inflação da zona euro abranda para 2,8% em junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-de-inflacao-da-zona-euro-abranda-para-28-em-junho-eurostat/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de inflação anual da zona euro abrandou em junho para 2,8%, face a maio, após dois meses de subida, devido à desaceleração do aumento dos preços da energia, estima hoje o Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de inflação anual da zona euro abrandou em junho para 2,8%, face a maio, após dois meses de subida, devido à desaceleração do aumento dos preços da energia, estima hoje o Eurostat.</p>
<p>Segundo uma estimativa rápida do serviço de estatísticas da União Europeia, a taxa de inflação homóloga abrandou face aos 3,2% de maio, mas mantém-se acima da de 2,0% de junho de 2025.</p>
<p>Analisando os principais componentes da inflação na área do euro, prevê-se que a energia registe a taxa anual mais elevada em junho (8,7%, em comparação com 10,8% em maio), seguida dos serviços (3,2%, face a 3,5% em maio), alimentos, bebidas alcoólicas e tabaco (1,6%, em comparação com 1,9% em maio) e bens industriais não energéticos (0,9%, estável em relação a maio).</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784057]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Parlamento vai ouvir com urgência secretária-geral do SSI sobre ameaças da extrema-direita armada</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-vai-ouvir-com-urgencia-secretaria-geral-do-ssi-sobre-ameacas-da-extrema-direita-armada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:29:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Assuntos Constitucionais aprovou hoje, por unanimidade, um requerimento do Bloco de Esquerda para audição urgente à secretária-geral do Sistema de Segurança Interna (SSI) sobre ameaças do Movimento Armilar Armado, de extrema-direita.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Constitucionais aprovou hoje, por unanimidade, um requerimento do Bloco de Esquerda para audição urgente à secretária-geral do Sistema de Segurança Interna (SSI) sobre ameaças do Movimento Armilar Armado, de extrema-direita.</p>
<p>Esta audição com Patrícia Barão, centrada no funcionamento da Unidade de Coordenação Antiterrorismo (UCAT), vai decorrer à porta fechada e acontece, segundo deputados de todas bancadas, após serem conhecidas &#8220;falhas de segurança gravíssimas&#8221; contra o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o ex-Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, entre outras figuras políticas.</p>
<p>Na apresentação do seu requerimento, Fabian Figueiredo referiu que na lista de alvos do grupo de extrema-direita armado estavam deputados, sedes de partidos de esquerda, associações como o SOS Racismo ou a Casa do Brasil.</p>
<p>&#8220;Queremos saber o que vai ser feito para futuro. Não se pode repetir o que aconteceu. Temos de acabar com a cultura de quintal entre as diferentes entidades responsáveis pela segurança&#8221;, declarou o deputado do Bloco de Esquerda, depois de ter lembrado que o primeiro-ministro e o seu corpo de segurança desconheciam as ameaças e que se assistiu depois a uma tentativa de desresponsabilização por parte de diferentes entidades na área da segurança.</p>
<p>O vice-presidente do Grupo Parlamentar do PSD António Rodrigues subscreveu as declarações do deputado do Bloco de Esquerda, tal como o deputado do CDS João Almeida. Ambos consideraram que Fabian fez uma apresentação &#8220;limpa&#8221; sobre as razões inerentes ao requerimento que apresentara,</p>
<p>António Rodrigues fez questão de observar que Patrícia Barão não era secretária-geral do SSI quando ocorreu a investigação ao grupo armado de extrema-direita.</p>
<p>&#8220;Mas esta questão tem de ser esclarecida, dentro dos limites do segredo de justiça&#8221;, frisou.</p>
<p>A deputada socialista Isabel Moreira manifestou-se de acordo com o requerimento do Bloco de Esquerda e referiu que o atual ministro da Administração Interna, Luís Neves, esteve envolvido na investigação a este grupo de extrema-direita enquanto ex-diretor nacional da PJ</p>
<p>&#8220;O ministro tem alertado para a existência de uma extrema-direita armada perigosa cujo objetivo é atentar contra o Estado de Direito democrático&#8221;, salientou.</p>
<p>Pelo Chega, o deputado Ricardo Lopes Reis disse concordar com a realização da audição urgente com a secretária-geral do SSI e defendeu que o seu partido &#8220;não tem afinidade com nenhum dos extremos&#8221;.</p>
<p>A única nota de polémica aconteceu quando o ex-presidente da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, acusou as deputadas socialistas Eva Cruzeiro e Isabel Moreira de terem difundido nas redes sociais um vídeo manipulado. Um vídeo no qual se pretendia mostrar que Rui Rocha tinha ficado surpreendido quando o ministro da Administração Interna afirmou que a extrema-direita representa uma ameaça mais grave à segurança do que a extrema-esquerda.</p>
<p>Eva Cruzeiro, na resposta, rejeitou qualquer atitude de desrespeito por outros deputados e defendeu que o vídeo em causa sobre o ex-presidente da IL era sobretudo satírico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784055]]></sapo:autor>
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		<title>Sucessão de Macron já tem datas: França vota a 18 de abril e 2 de maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:27:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os eleitores franceses vão escolher o próximo Presidente da República em duas voltas, marcadas para 18 de abril e 2 de maio do próximo ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os eleitores franceses vão escolher o próximo Presidente da República em duas voltas, marcadas para 18 de abril e 2 de maio do próximo ano. As datas foram indicadas por dois responsáveis governamentais, sob anonimato, antes do anúncio oficial.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão deverá ser comunicada publicamente após a reunião do Conselho de Ministros desta quarta-feira. A informação tinha sido inicialmente avançada pelo jornal local Ouest France.</p>
<p class="isSelectedEnd">Macron termina segundo mandato em maio</p>
<p class="isSelectedEnd">O segundo mandato de Emmanuel Macron termina a 13 de maio. As datas escolhidas aproximam a eleição desse limite, respeitando as exigências legais e constitucionais aplicáveis às presidenciais francesas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tendo em conta essas restrições, as únicas outras datas possíveis seriam 11 e 25 de abril. No entanto, o calendário definido coloca a votação mais perto do fim formal do mandato de Macron.</p>
<p class="isSelectedEnd">Presidente francês não pode recandidatar-se</p>
<p class="isSelectedEnd">Emmanuel Macron está impedido pela Constituição de concorrer a um terceiro mandato consecutivo. A saída do atual Presidente abre uma corrida presidencial com vários candidatos já posicionados para tentar suceder-lhe no Eliseu.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os nomes que se perfilam estão dois antigos primeiros-ministros de Macron, Edouard Philippe e Gabriel Attal, bem como o líder da esquerda radical, Jean-Luc Mélenchon.</p>
<p class="isSelectedEnd">Extrema-direita parte em posição de força</p>
<p class="isSelectedEnd">O favorito à corrida deverá ser o candidato apresentado pelo Reagrupamento Nacional. No entanto, o partido de extrema-direita ainda não decidiu se avançará com Marine Le Pen, figura histórica da formação, ou com Jordan Bardella, uma das suas estrelas em ascensão.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão está dependente do desfecho do recurso apresentado por Marine Le Pen contra a condenação por desvio de fundos europeus e contra a proibição de se candidatar a cargos públicos durante cinco anos.</p>
<p>Com Macron fora da disputa, as presidenciais francesas deverão abrir uma nova fase política em França, marcada pela fragmentação do campo governativo, pela mobilização da esquerda radical e pela expectativa em torno da escolha do Reagrupamento Nacional.</p>
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		<title>“Uma confusão”: Comissão Europeia acusada de se exceder na política externa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:24:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo chefe da diplomacia europeia Josep Borrell acusa o executivo comunitário de ultrapassar os poderes previstos nos tratados e de criar confusão sobre quem fala em nome da Europa no palco internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O antigo chefe da diplomacia europeia Josep Borrell fez a sua crítica pública mais dura ao crescente papel da Comissão Europeia na diplomacia e na defesa, acusando o executivo comunitário de ultrapassar os poderes previstos nos tratados e de criar confusão sobre quem fala em nome da Europa no palco internacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em entrevista ao POLITICO, Borrell afirmou que a sobreposição crescente entre a Comissão Europeia e o Serviço Europeu para a Ação Externa, o braço diplomático da União Europeia que liderou entre 2019 e o final de 2024, criou uma situação de “grande confusão” na máquina de política externa do bloco.</p>
<p class="isSelectedEnd">“A Comissão não fala em representação da União Europeia; a Comissão representa apenas a Comissão”, afirmou o antigo alto representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Crítica direta ao papel de Ursula von der Leyen</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As declarações de Borrell representam uma das críticas mais claras feitas por um antigo responsável máximo da diplomacia europeia à expansão do papel da Comissão Europeia em matérias de política externa e defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tensão institucional tem vindo a crescer durante a presidência de Ursula von der Leyen. Vários responsáveis atuais e antigos já tinham manifestado reservas em privado sobre o aumento da presença diplomática da Comissão, mas Borrell foi mais longe ao defender publicamente que o executivo comunitário atravessou uma linha definida pelo direito da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Veterano da política europeia, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha e antigo presidente do Parlamento Europeu, Borrell antecedeu Kaja Kallas na liderança do Serviço Europeu para a Ação Externa. Tal como Kallas, também teve uma relação difícil com von der Leyen.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Israel volta a expor divergências em Bruxelas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos pontos que mais irrita Borrell é a relação da Comissão Europeia com Israel. O antigo chefe da diplomacia europeia apontou o exemplo da comissária para o Mediterrâneo, Dubravka Šuica, que se reuniu com responsáveis israelitas poucos dias depois de o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Sa’ar, ter cortado relações com Kaja Kallas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão israelita surgiu na sequência de relatos segundo os quais Kallas teria comparado o tratamento dado por Israel aos palestinianos ao regime de apartheid na África do Sul.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Borrell, o encontro de Šuica com autoridades israelitas demonstra que a Comissão está a ocupar espaço que deveria caber ao Serviço Europeu para a Ação Externa.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Com que autoridade é que uma comissária vai a Israel dizer que a União Europeia e Israel se amam, concordam e celebram o papel de Israel na paz e na estabilidade, quando, ao mesmo tempo, a alta representante da União Europeia para a política externa é banida por Israel?”, questionou.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Borrell invoca tratados europeus</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo alto representante citou o tratado da União Europeia, que determina que a Comissão assegura a representação externa da União, mas exclui dessa competência a política externa e de segurança comum.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Borrell, há uma diferença clara entre a dimensão externa das políticas europeias, que cabe à Comissão, e a política externa da União Europeia, que permanece nas mãos das capitais nacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Certamente, a Comissão tem políticas com uma dimensão externa”, afirmou. “Mas uma coisa é isso, outra coisa é pretender definir a posição da União na guerra contra o Irão, ou no conflito israelo-palestiniano e noutros conflitos no Médio Oriente.”</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Borrell, estes temas não pertencem ao domínio das relações externas da Comissão, mas sim à política externa. Por isso, defende que qualquer posição comum deve passar pelo Conselho, onde os Estados-membros têm competência sobre política externa.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Relação difícil com von der Leyen</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Borrell também recordou os atritos que teve com Ursula von der Leyen durante o seu mandato. O antigo responsável espanhol, socialista, assumiu frequentemente posições críticas sobre Israel, enquanto críticos acusavam a presidente da Comissão, conservadora alemã, de estar demasiado alinhada com Telavive.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Não foi fácil, mas tentámos gerir a situação”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo alto representante evocou ainda o lançamento, em 2021, do Conselho de Comércio e Tecnologia entre a União Europeia e os Estados Unidos, criado por von der Leyen e pelo então Presidente norte-americano Joe Biden.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Borrell, do lado norte-americano o fórum era presidido pelo secretário de Estado Antony Blinken, enquanto do lado europeu o alto representante nem sequer integrava o formato.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Defesa é novo foco de tensão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para Borrell, a mesma disputa institucional está agora a surgir na área da defesa. O antigo chefe da diplomacia europeia afirmou que se sentiria desconfortável se, enquanto alto representante, estivesse sentado à mesa perante alguém a anunciar a construção de uma União Europeia da Defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sua perspetiva, a Comissão também está a ultrapassar o seu papel nesta área, uma vez que a defesa, tal como a política externa, é competência dos Estados-membros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2024, Ursula von der Leyen nomeou o primeiro comissário europeu da Defesa, o antigo primeiro-ministro lituano Andrius Kubilius. Na carta de missão, encarregou-o de construir uma União Europeia da Defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Borrell considera que esta decisão mostra que a Comissão “expandiu claramente” a vontade de assumir o comando da política externa e de segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>“Comissão não pode fingir ser um Pentágono sombra”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Borrell, em teoria, Kubilius é apenas comissário para a indústria da defesa, uma função compatível com as competências da Comissão em áreas como a regulação do mercado. No entanto, ao ser incumbido de criar uma União Europeia da Defesa, a missão aproxima-se da Política Comum de Segurança e Defesa, o quadro já existente da União Europeia para defesa e gestão de crises.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o antigo alto representante, essa tarefa pertence ao cargo que lidera a diplomacia europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Se se começa a construir este enquadramento institucional, o conflito está lá, é inevitável”, afirmou, defendendo que o sistema tem de ser clarificado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Borrell sublinha que a política de defesa é, na prática, uma política intergovernamental, porque essa é a realidade da União Europeia. “A Comissão não pode fingir ser um Pentágono sombra”, afirmou.</p>
<p>A Comissão Europeia não respondeu ao pedido de comentário feito pelo POLITICO.</p>
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		<title>Nova SBE recebe o maior encontro mundial de economia do ambiente em Carcavelos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:24:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Nova SBE, em Carcavelos, está a acolher até 3 de julho o World Congress of Environmental and Resource Economists (WCERE 2026), considerado o principal encontro mundial na área da economia do ambiente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nova SBE, em Carcavelos, está a acolher até 3 de julho o World Congress of Environmental and Resource Economists (WCERE 2026), considerado o principal encontro mundial na área da economia do ambiente.</p>
<p>O evento, que reúne mais de 1.500 participantes de 65 países, junta ao longo de cinco dias investigadores, decisores políticos, representantes de organizações internacionais, líderes empresariais e jovens cientistas. No total, estão previstas mais de 270 sessões, entre conferências plenárias, debates temáticos, workshops e encontros dedicados à ligação entre ciência, políticas públicas e setor privado.</p>
<p>Entre os nomes em destaque nesta edição estão Rashid Sumaila (University of British Columbia), distinguido com o Tyler Prize e referência mundial na economia dos oceanos e pescas; Juan-Pablo Montero (Pontificia Universidad Católica de Chile), especialista em mercados de energia e regulação ambiental; Natalia Fabra (CEMFI), com trabalho focado na transição energética; e Lint Barrage (ETH Zurique), conhecida pela investigação sobre os impactos macroeconómicos das políticas climáticas.</p>
<p>A agenda científica do congresso reflete alguns dos principais desafios ambientais e económicos da atualidade: alterações climáticas, perda de biodiversidade, transição energética, descarbonização e financiamento da economia verde. Em discussão estão também temas como o preço do carbono, a economia circular, a justiça ambiental, os mercados de energias renováveis e as finanças sustentáveis. Um dos pontos emergentes do programa é ainda o papel da inteligência artificial na economia do ambiente.</p>
<p>Coorganizado pelo Nova SBE Environmental Economics Knowledge Center e pelo Nova Forum, em conjunto com as principais associações regionais da área — AAERE, AERE, AFAERE, EAERE e LAERE — o WCERE 2026 reforça o estatuto do congresso como o maior encontro global de economia do ambiente.</p>
<p>Para a instituição, a realização do evento em Portugal representa um sinal de reconhecimento internacional. “Receber em Carcavelos a maior comunidade mundial da economia do ambiente é, para a Nova SBE, um motivo de grande orgulho. Quando os melhores investigadores do mundo se sentam à mesma mesa que decisores políticos e líderes empresariais, é a sociedade que ganha”, afirma Pedro Oliveira, dean da Nova SBE.</p>
<p>O responsável acrescenta ainda que o congresso “consolida a posição como um centro global de sustentabilidade, liderança responsável e investigação com impacto real”, sublinhando também o reforço do papel de Portugal como palco de debates internacionais sobre política climática.</p>
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		<title>PJ faz mais de uma dezena de detenções em operação ligada a fraude milionária ao Santander</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação incide nomeadamente sobre um esquema de phishing, através do qual terá sido concretizada a fraude ao Santander.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Polícia Judiciária tem em curso, esta quarta-feira de manhã, uma operação de combate ao cibercrime relacionada com um esquema de fraude que terá lesado o banco Santander em cerca de 50 milhões de euros em Espanha.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a CNN Portugal, a operação está a ser realizada em articulação com as autoridades espanholas e envolve buscas e mais de uma dezena de detenções.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a mesma fonte, a investigação incide nomeadamente sobre um esquema de phishing, através do qual terá sido concretizada a fraude ao Santander.</p>
<p class="isSelectedEnd">Grande parte do valor lesado em Espanha terá sido posteriormente colocado em contas bancárias em Portugal, com recurso a testas de ferro, num alegado esquema de branqueamento de capitais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação mobiliza a unidade de combate ao cibercrime da Polícia Judiciária e a Diretoria do Norte da PJ.</p>
<p>As diligências decorrem no âmbito da cooperação entre as autoridades portuguesas e espanholas, perante suspeitas de fraude informática e branqueamento de capitais associados ao caso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784043]]></sapo:autor>
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		<title>Siemens investe 300 ME em distribuição de energia na Alemanha e cria 700 postos de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:58:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo industrial e tecnológico alemão Siemens vai investir 300 milhões de euros na expansão de instalações de distribuição de energia altamente eficientes na Alemanha e criar 700 postos de trabalho até 2030.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo industrial e tecnológico alemão Siemens vai investir 300 milhões de euros na expansão de instalações de distribuição de energia altamente eficientes na Alemanha e criar 700 postos de trabalho até 2030.</p>
<p>A Siemens informou hoje que estes sistemas de distribuição de energia são utilizados em centros de dados, na mobilidade elétrica e na automação industrial, pelo que o investimento pretende ampliar a fábrica de Frankfurt e construir uma fábrica fornecedora na cidade de Offenbach.</p>
<p>A Siemens pretende expandir tecnologias que são fundamentais para a transição energética e para os centros de dados destinados à Inteligência Artificial (IA), face ao aumento da procura.</p>
<p>Este anúncio de investimento e consequente criação de novos postos de trabalho, surge um ano depois de a empresa alemã ter anunciado a intenção de cortar 6.000 postos de trabalho em todo o mundo, dos quais quase metade (2.850) na Alemanha, sobretudo na divisão de digitalização das fábricas.</p>
<p>O corte de postos de trabalho foi justificado pela necessidade de ajustamento da capacidade de produção do grupo à queda da procura.</p>
<p>No ano fiscal de 2025, a Siemens reportou um resultado líquido recorde de 10,4 mil milhões de euros, um aumento de 16% face a 2024.</p>
<p>No exercício fiscal terminado a 30 de setembro de 2025, a empresa registou 10,4 mil milhões de euros em resultado líquido, &#8220;um recorde pelo terceiro ano consecutivo, com crescimento nas encomendas e nas receitas a uma taxa média de 5 a 6%&#8221;.</p>
<p>Além disso, a Siemens iniciou hoje a recompra de ações próprias no valor de até 6.000 milhões de euros e prevê adquirir, o mais tardar até ao final de julho de 2031, um máximo de 70 milhões de ações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784034]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EDP, Galp e Jerónimo Martins são as marcas portuguesas com maior valor financeiro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/edp-galp-e-jeronimo-martins-sao-as-marcas-portuguesas-com-maior-valor-financeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:57:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP atinge 3,161 mil milhões de euros, com um crescimento de 10,1%. Segue-se a Galp, com 2,519 mil milhões (+16,2%), e a Jerónimo Martins, que sobe para 1,890 mil milhões (+17,7%).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP volta a ocupar o primeiro lugar no ranking das marcas portuguesas mais valiosas em 2026, seguida pela Galp e pela Jerónimo Martins. A conclusão é do estudo anual da consultora OnStrategy, que avaliou mais de 500 marcas nacionais com base na metodologia Royalty Relief, em conformidade com as normas ISO 20671 e ISO 10668.</p>
<p>A liderança mantém-se inalterada: a EDP atinge 3,161 mil milhões de euros, com um crescimento de 10,1%. Segue-se a Galp, com 2,519 mil milhões (+16,2%), e a Jerónimo Martins, que sobe para 1,890 mil milhões (+17,7%).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-784021" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/1.png" alt="" width="436" height="541" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/1.png 436w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/1-242x300.png 242w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/1-363x450.png 363w" sizes="(max-width: 436px) 100vw, 436px" /></p>
<p>O setor financeiro foi um dos grandes motores de crescimento, com destaque para a Caixa Geral de Depósitos e o Millennium bcp, ambas com aumentos de 25,4%, e para a Fidelidade, que cresce 24,1%. Também o Novo Banco e o Banco BPI apresentam evolução positiva.</p>
<p>No retalho, a tendência de crescimento é transversal. A Worten sobe 27%, a Continente cresce 22,8% e a Sonae regista +18,6%.</p>
<p>O setor energético mantém-se no topo em termos de dimensão absoluta, com EDP e Galp a serem as únicas marcas a ultrapassar os 2,5 mil milhões de euros. O desempenho reflete o investimento contínuo na transição energética, nas renováveis e na inovação tecnológica.</p>
<p>Na área da mobilidade e serviços, a TAP Air Portugal destaca-se com o maior crescimento percentual do ranking (+28,5%). Também os CTT sobem 18,8%, acompanhando a recuperação da procura e melhorias operacionais.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-784022" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/2.png" alt="" width="392" height="527" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/2.png 392w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/2-223x300.png 223w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/2-335x450.png 335w" sizes="(max-width: 392px) 100vw, 392px" /></p>
<p>Na alimentação e bebidas, a Super Bock, a Delta Cafés e a Sagres mantêm o seu lugar no ranking, com crescimentos mais moderados.</p>
<p>No setor da saúde, a CUF e a Luz Saúde continuam a ganhar valor, impulsionadas pela confiança dos consumidores e pela inovação nos serviços.</p>
<p>Já nas telecomunicações, o cenário é mais pressionado. A MEO recua 1,5% e a NOS cai 6,5%, num mercado cada vez mais competitivo e maduro.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784020]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Lisboa, Setúbal, Leiria e Coimbra entram em aviso vermelho devido ao calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:47:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O aviso vermelho é o nível mais elevado da escala de avisos meteorológicos e é emitido quando estão previstas condições de risco extremo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os distritos de Lisboa, Setúbal, Leiria e Coimbra vão passar a estar sob aviso vermelho devido à previsão de temperaturas muito elevadas nos próximos dias, no âmbito da onda de calor que está a afetar Portugal continental.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, Lisboa e Setúbal entram em aviso vermelho a partir da meia-noite. O alerta vai vigorar entre as 00h00 e as 23h00 de sexta-feira, devido à “persistência de valores extremamente elevados de temperatura, quer da máxima, quer da mínima”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também Leiria e Coimbra viram o nível de alerta ser elevado para vermelho. Nestes dois distritos, o aviso entra em vigor a partir da meia-noite de quarta para quinta-feira e mantém-se até às 07h00 de sábado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O aviso vermelho é o nível mais elevado da escala de avisos meteorológicos e é emitido quando estão previstas condições de risco extremo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A subida para vermelho em Lisboa, Setúbal, Leiria e Coimbra reflete o agravamento da onda de calor, que deverá prolongar-se durante vários dias e afetar praticamente todo o território continental.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta quarta-feira, a maior parte de Portugal continental encontra-se sob aviso amarelo devido ao calor. As exceções são Beja, Évora, Portalegre e Castelo Branco, que já estão sob aviso laranja.</p>
<p class="isSelectedEnd">Até sexta-feira, todo o país deverá ficar abrangido por avisos laranja e vermelho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o IPMA, o tempo quente e seco deverá manter-se durante, pelo menos, uma semana.</p>
<p class="isSelectedEnd">As temperaturas máximas poderão chegar aos 44 ºC em algumas regiões, enquanto as mínimas deverão situar-se entre os 24 ºC e os 28 ºC. Uma noite é considerada tropical quando a temperatura mínima não desce abaixo dos 20 ºC.</p>
<p class="isSelectedEnd">A combinação entre máximas muito elevadas e noites quentes deverá agravar o desconforto térmico, sobretudo nas zonas abrangidas pelo aviso vermelho.</p>
<p class="isSelectedEnd">O IPMA classifica esta situação como “particularmente anómala” nas regiões do litoral.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o instituto, a ausência de progressão da brisa marítima para o interior, ou a sua fraca intensidade, deverá contribuir para valores elevados de temperatura durante vários dias consecutivos.</p>
<p>Este fator ajuda a explicar a persistência do calor em zonas onde, em condições normais, a influência marítima tende a moderar as temperaturas.</p>
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