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DGS esclarece: «Redução da quarentena para 10 dias só se aplica a pacientes com doença ligeira a moderada»

A diretora geral da saúde, Graça Freitas, disse esta sexta-feira que a redução do período de quarentena para 10 dias, apenas se aplica «uma única situação»: pacientes «com doença ligeira a moderada», afirmou na habitual conferência de imprensa.

«No dia em que uma pessoa fica doente é o mesmo em que se faz o diagnóstico porque tem sintomas ou deu um teste positivo e a ciência já permite saber que essa pessoa era infeciosa 48 horas antes de manifestar os sintomas», afirma.

Para além disso a responsável refere que «também sabemos que este doente infecioso pode transmitir a doença a outras pessoas e que essa transmissão vai sendo menor ao longo do tempo, isto é uma doença aguda que evolui para a cura, felizmente na maior parte dos casos».

«E sabemos que num doente ligeiro essa capacidade de infetar outros vai diminuindo e se ele não tiver febre nem agravamento de nenhum dos sintomas, ao fim do décimo dia, depois de ter iniciado a sua doença praticamente já não contagia ninguém», explica Graça Freitas sublinhando que é por isso que tem alta clínica, que coincide com a sua saída para a comunidade», sem ser preciso um teste.

Por outro lado, é diferente ter uma contacto assintomático, que está 14 dias em isolamento profilático, que tem a ver com o período de incubação. Não sabemos se está infetado porque teve um contacto com um doente e está a incubar a doença (pode ter o vírus mas não se manifesta)», refere explicando que é este período que «é mais incerto».

«Se a ciência colaborar também vamos conseguir reduzir o período de isolamento destas pessoas», adianta a responsável ressalvando que para já, «é mais difícil».

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