A Direção-Geral da Saúde (DGS) teve de cancelar o seu maior contrato para comprar material de proteção individual, designadamente, máscaras e respiradores, no valor total de 19,7 milhões de euros, noticia a ‘TSF’.
Este contrato, por ajuste direto e com um prazo de execução de 288 dias, assinado já no final do passado mês de março, foi firmado para a aquisição de 15 milhões de máscaras cirúrgicas e dois milhões de respiradores contra agentes biológico.
O contrato foi entretanto dado como revogado, mas à ‘TSF’ a empresa visada, a FHC – Farmacêutica, recusou prestar qualquer tipo de esclarecimento sobre as razões que levaram a este desfecho.
Questionada sobre este assunto, a DGS explicou, por escrito, que “o contrato foi revogado uma vez que existe a incerteza no fornecimento e nas condições de realização da transação dos bens em causa (Equipamentos de Proteção Individual) no âmbito do covid-19, comprometendo a sua boa execução”.
Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), entidade que faz compras centralizadas para o Serviço Nacional de Saúde (SNS), mostra que a maior compra dos últimos meses, para responder ao novo coronavírus, fica-se pelos 11,5 milhões de euros.




