<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 Jul 2026 11:05:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Dos &#8220;Pissioun&#8221; ao &#8220;Inferno&#8221;: os nomes dos drones ucranianos que estão a enlouquecer a Rússia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dos-pissioun-ao-inferno-os-nomes-dos-drones-ucranianos-que-estao-a-enlouquecer-a-russia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/dos-pissioun-ao-inferno-os-nomes-dos-drones-ucranianos-que-estao-a-enlouquecer-a-russia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791825</guid>

					<description><![CDATA[Humor, trocadilhos e mensagens de desafio tornaram-se parte da guerra psicológica travada contra Moscovo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uns destroem drones russos que atacam cidades ucranianas. Outros percorrem centenas de quilómetros para atingir refinarias de petróleo em território russo. Mas há um pormenor que também está a chamar a atenção: os nomes pouco convencionais dos drones desenvolvidos pela Ucrânia.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, humor, trocadilhos e mensagens de desafio tornaram-se parte da guerra psicológica travada contra Moscovo, transformando os próprios nomes dos aparelhos numa arma de propaganda e de resistência.</p>
<p><strong>&#8220;Pissioun&#8221;: o drone que virou um fenómeno</strong></p>
<p>Um dos casos mais conhecidos é o PS-1 Sun, desenvolvido pela empresa ucraniana SkyFall. Rapidamente ganhou o apelido de &#8220;Pissioun&#8221;, uma expressão da gíria ucraniana para &#8220;pénis&#8221;, e o nome acabou por ultrapassar o próprio modelo.</p>
<p>O sucesso foi tal que nasceu até um novo verbo entre militares e apoiantes da Ucrânia: quando um drone kamikaze russo é abatido, diz-se que foi &#8220;pissiouned&#8221;, numa mistura de humor negro com provocação.</p>
<p>Na feira aeronáutica de Farnborough, no Reino Unido, a empresa apresentou uma nova versão, o PS-1 Sun Jet Killer, concebido para intercetar drones Shahed a jato utilizados pela Rússia. Um dos porta-vozes surgiu mesmo com uma t-shirt onde se lia apenas uma palavra: &#8220;Pissioun&#8221;.</p>
<p>Ao &#8216;Kyiv Post&#8217;, responsáveis da SkyFall explicaram que a intenção era criar um equipamento eficaz, mas também elevar o moral dos soldados. O resultado, garantem, superou todas as expectativas, transformando o drone numa &#8220;estrela global&#8221;.</p>
<p><strong>Há drones chamados &#8220;F***-se Putin&#8221;</strong></p>
<p>Nem todos os nomes chegam ao público.</p>
<p>A Fire Point, fabricante especializada em drones de longo alcance, comercializa oficialmente os modelos FP1 e FP2, mas, internamente, a sigla tem outro significado bem mais explícito: &#8220;F***-se Putin&#8221;.</p>
<p>É mais um exemplo de como o humor, a irreverência e a provocação passaram a fazer parte da identidade da indústria militar ucraniana.</p>
<p><strong>&#8220;Inferno&#8221;, &#8220;Fevereiro&#8221; e até um pão tradicional</strong></p>
<p>Também a estatal Ukroboronprom escolhe cuidadosamente os nomes dos seus drones.</p>
<p>O Liutyi, utilizado em ataques profundos contra refinarias russas, significa simultaneamente &#8220;furioso&#8221; e &#8220;fevereiro&#8221;, uma referência ao mês em que Moscovo lançou a invasão em grande escala da Ucrânia, em 2022.</p>
<p>Outro modelo recebeu o nome Palianytsia, o tradicional pão branco ucraniano cuja pronúncia é conhecida por denunciar quem fala russo, tendo sido usada como forma de distinguir ucranianos de infiltrados russos.</p>
<p>Já Peklo, que significa &#8220;Inferno&#8221;, foi o nome escolhido pelo presidente Volodymyr Zelensky para outro drone de ataque.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, um responsável da Ukroboronprom explicou que a designação simboliza a &#8220;vingança por toda a Ucrânia&#8221; e a punição pela destruição provocada pela Rússia, incluindo a do lendário Antonov An-225 Mriya, o maior avião de carga do mundo.</p>
<p><strong>Mais do que armas, símbolos de resistência</strong></p>
<p>Para os fabricantes, estes drones representam muito mais do que simples equipamentos militares.</p>
<p>&#8220;Este não é apenas mais um produto comercial feito para gerar lucro. É um objeto que nos protege, que nos permite viver mais um dia e voltar a ver os nossos entes queridos&#8221;, afirmou um alto responsável da Ukroboronprom, citado pelo Kyiv Post.</p>
<p>Num país em guerra há mais de quatro anos, até os nomes dos drones passaram a fazer parte da resistência, misturando humor, provocação e vontade de mostrar que, apesar dos ataques russos, a capacidade de rir e desafiar o inimigo continua intacta.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/dos-pissioun-ao-inferno-os-nomes-dos-drones-ucranianos-que-estao-a-enlouquecer-a-russia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791825]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal entre os países mais endividados da Europa: famílias portuguesas ocupam o 9.º lugar no ranking da dívida</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-entre-os-paises-mais-endividados-da-europa-familias-portuguesas-ocupam-o-9-o-lugar-no-ranking-da-divida/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-entre-os-paises-mais-endividados-da-europa-familias-portuguesas-ocupam-o-9-o-lugar-no-ranking-da-divida/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791827</guid>

					<description><![CDATA[Portugal é o nono país da União Europeia com maior nível de endividamento das famílias em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), segundo os mais recentes dados do Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal é o nono país da União Europeia com maior nível de endividamento das famílias em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), segundo os mais recentes dados do Eurostat. Ao contrário da ideia frequentemente associada às economias do sul da Europa, são os países mais ricos do Norte e do Oeste europeu que concentram os maiores níveis de dívida privada, enquanto os Estados do sul apresentam, em regra, famílias financeiramente mais conservadoras.</p>
<p>Os números mais recentes mostram que, em 2025, a dívida das famílias na União Europeia correspondia a 49,4% do PIB, enquanto na zona euro ascendia a 50,7%. Ambos os indicadores têm vindo a diminuir de forma consistente desde 2020, quando ultrapassavam os 60%, refletindo uma tendência de desalavancagem do setor privado.</p>
<p><strong>O que mede a dívida das famílias</strong><br />
Este indicador inclui todos os passivos das famílias, como créditos à habitação, crédito ao consumo e outros empréstimos. Ao ser expresso em percentagem do PIB, permite comparar economias de diferentes dimensões, relacionando o volume total de dívida privada com a riqueza produzida anualmente por cada país.</p>
<p>Uma taxa de 50% significa, por exemplo, que o montante total da dívida das famílias equivale a metade de tudo o que a economia nacional produz num ano. O indicador não revela quanto deve cada agregado familiar individualmente, mas oferece uma visão global do grau de alavancagem financeira das famílias.</p>
<p><strong>Porque preocupa o endividamento</strong><br />
Um elevado nível de dívida não representa necessariamente um problema. Países com mercados hipotecários desenvolvidos, elevada aquisição de habitação através de financiamento bancário ou sistemas financeiros mais sofisticados tendem naturalmente a apresentar rácios superiores.</p>
<p>Ainda assim, a Comissão Europeia considera que valores acima dos 55% do PIB começam a constituir um risco macroeconómico, uma vez que crises financeiras provocadas pelo excesso de dívida privada tendem a ter impactos profundos na economia. A crise financeira internacional de 2008 é frequentemente apontada como exemplo, por ter tido origem no excesso de endividamento das famílias e não nas contas públicas.</p>
<p><strong>O mapa europeu desmente os estereótipos</strong><br />
Os dados revelam uma divisão geográfica clara. Os sete países que ultrapassam o limiar de risco definido pela Comissão Europeia situam-se exclusivamente no Norte e no Oeste da Europa.</p>
<p>Em sentido inverso, economias frequentemente associadas a crises financeiras soberanas apresentam níveis de dívida das famílias bastante inferiores à média europeia. Itália regista um rácio de 35,9% do PIB, a Grécia 38% e Espanha 42,9%, todos claramente abaixo da média da União Europeia.</p>
<p>Segundo esta leitura, enquanto vários governos do sul europeu acumulam elevados níveis de dívida pública, as respetivas famílias revelam um comportamento bastante mais prudente no recurso ao crédito.</p>
<p><strong>Portugal ocupa o nono lugar europeu</strong><br />
Portugal surge na 9.ª posição entre os países da União Europeia com maior dívida das famílias, atingindo 53,9% do PIB, um valor já muito próximo do limiar de risco de 55% estabelecido pela Comissão Europeia.</p>
<p>No final de 2025, a dívida das famílias portuguesas rondava os 171 mil milhões de euros, representando um crescimento anual de 8,6%, impulsionado sobretudo pelo crédito à habitação.</p>
<p>A subida está diretamente relacionada com uma das mais rápidas valorizações dos preços das casas na União Europeia, fenómeno que tem levado muitas famílias a recorrer a financiamentos de maior dimensão.</p>
<p>Outro fator apontado como especialmente relevante é a estrutura do mercado hipotecário português. Mais de 90% dos contratos de crédito à habitação em Portugal utilizam taxas de juro variáveis ou mistas indexadas à Euribor, tornando os agregados familiares particularmente sensíveis às decisões do Banco Central Europeu sobre as taxas de referência.</p>
<p><strong>Os 10 países com maior dívida das famílias</strong><br />
O ranking europeu é liderado pelos Países Baixos, onde a dívida das famílias corresponde a 93,5% do PIB, resultado de um sistema fiscal que incentiva fortemente o recurso ao crédito hipotecário e permite financiamentos que podem atingir o valor total do imóvel.</p>
<p>Segue-se a Dinamarca, com 84,1%, e a Suécia, com 82,3%, dois mercados altamente dependentes do crédito à habitação.</p>
<p>A lista prossegue com a Finlândia (62,9%), Luxemburgo (60,5%), França (59,5%), Bélgica (56,4%), Chipre (54,2%), Portugal (53,9%) e Alemanha (49%), que fecha o grupo dos dez países mais endividados.</p>
<p><strong>Porque alguns países apresentam rácios tão elevados</strong><br />
As razões variam de país para país. Nos Países Baixos, o Governo incentiva fiscalmente o recurso ao crédito para aquisição de casa própria, permitindo empréstimos equivalentes a 100% do valor do imóvel.</p>
<p>Na Dinamarca, embora a dívida bruta seja muito elevada, é parcialmente compensada por elevados níveis de poupança em fundos de pensões e património imobiliário.</p>
<p>Na Suécia predominam os empréstimos a taxa variável, tornando as famílias mais vulneráveis às alterações das taxas de juro.</p>
<p>Na Finlândia, grande parte da dívida resulta não apenas dos empréstimos à habitação, mas também dos chamados empréstimos das sociedades de habitação, que são assumidos pelos compradores dos imóveis.</p>
<p>Em França predominam contratos de taxa fixa e regras rigorosas que limitam o peso das prestações mensais no rendimento líquido das famílias, enquanto na Bélgica a elevada percentagem de proprietários com crédito explica boa parte do nível de endividamento.</p>
<p>Já na Alemanha, apesar da dimensão da economia, o reduzido número de proprietários de habitação — apenas 46,7% em 2022 — ajuda a manter a dívida das famílias próxima da média europeia, uma vez que uma larga parte da população vive em casas arrendadas e necessita menos de recorrer a financiamento hipotecário.</p>
<p>Os dados mostram, assim, que o nível de endividamento das famílias na Europa depende sobretudo das características dos mercados imobiliários, das políticas fiscais e da estrutura dos sistemas financeiros de cada país, contrariando a ideia de que são apenas as economias do sul europeu que vivem excessivamente dependentes do crédito.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-entre-os-paises-mais-endividados-da-europa-familias-portuguesas-ocupam-o-9-o-lugar-no-ranking-da-divida/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791827]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal regista uma das maiores taxas de utilização de 5G entre países comparáveis</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-regista-uma-das-maiores-taxas-de-utilizacao-de-5g-entre-paises-comparaveis/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-regista-uma-das-maiores-taxas-de-utilizacao-de-5g-entre-paises-comparaveis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791816</guid>

					<description><![CDATA[Portugal ocupa o segundo lugar entre os países de dimensão comparável no que diz respeito à utilização de redes 5G, com uma quota de 43,3% dos testes realizados nesta tecnologia entre janeiro e julho de 2026, segundo dados da nPerf.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal ocupa o segundo lugar entre os países de dimensão comparável no que diz respeito à utilização de redes 5G, com uma quota de 43,3% dos testes realizados nesta tecnologia entre janeiro e julho de 2026, segundo dados da nPerf.</p>
<p>Na classificação, Portugal surge apenas atrás da Áustria, que lidera com 48,2% dos testes realizados em 5G. O país fica à frente da Eslováquia (41,8%), República Checa (41,7%), Irlanda (41,1%), Croácia (40,3%), Grécia (39,9%), Bulgária (26,4%) e Tunísia (13,5%).</p>
<p>A diferença entre Portugal e a Áustria é de 4,9 pontos percentuais, enquanto a vantagem portuguesa face à Eslováquia é de 1,5 pontos. Os dados evidenciam diferenças significativas na adoção e disponibilidade da tecnologia 5G entre os países analisados.</p>
<p>A maior utilização desta tecnologia permite uma experiência mais fluida em tarefas que exigem maior capacidade de rede, como o download de ficheiros de grandes dimensões, o streaming de vídeo em alta qualidade ou a partilha instantânea de ficheiros com vários gigabytes.</p>
<p>A classificação da nPerf, baseada na proporção de testes realizados em redes 5G, procura refletir assim as diferenças no acesso e na utilização desta tecnologia entre países de dimensão semelhante.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-791817" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026.jpg" alt="" width="1600" height="900" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026.jpg 1600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026-300x169.jpg 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026-800x450.jpg 800w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026-768x432.jpg 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026-1536x864.jpg 1536w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026-1200x675.jpg 1200w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Countries-comparable-to-Austria-by-surface-area-41936-to-167744-km_2-by-5G-Share-from-January-1-2026-to-July-1-2026-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-regista-uma-das-maiores-taxas-de-utilizacao-de-5g-entre-paises-comparaveis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791816]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Do pedido de reapreciação à matrícula: O guia completo com todos os prazos e datas do concurso de acesso ao Ensino Superior</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/do-pedido-de-reapreciacao-a-matricula-o-guia-completo-com-todos-os-prazos-e-datas-do-concurso-de-acesso-ao-ensino-superior/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/do-pedido-de-reapreciacao-a-matricula-o-guia-completo-com-todos-os-prazos-e-datas-do-concurso-de-acesso-ao-ensino-superior/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791773</guid>

					<description><![CDATA[Os alunos que pretendem ingressar no ensino superior enfrentam nas próximas semanas um calendário particularmente exigente, marcado por exames, pedidos de reapreciação, candidaturas e matrículas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os alunos que pretendem ingressar no ensino superior enfrentam nas próximas semanas um calendário particularmente exigente, marcado por exames, pedidos de reapreciação, candidaturas e matrículas. Depois da polémica em torno da digitalização e correção das provas da 1.ª fase dos exames nacionais, que provocou atrasos na divulgação de classificações e gerou dúvidas entre milhares de estudantes, o Ministério da Educação mantém, para já, o calendário das principais etapas do concurso nacional de acesso, embora tenha anunciado uma época especial de exames para setembro destinada aos alunos afetados pelas falhas registadas no processo.</p>
<p>Apesar dos pedidos de adiamento feitos por vários setores da comunidade educativa, o Governo optou por preservar o calendário do acesso ao ensino superior, procurando apenas criar mecanismos extraordinários para impedir que os estudantes prejudicados pelas falhas técnicas percam oportunidades de candidatura.</p>
<p><strong>Candidaturas arrancam enquanto continuam pedidos de reapreciação</strong><br />
O dia 20 de julho assinala o início das candidaturas ao Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, coincidindo também com o último dia para inscrição na 2.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário e das provas finais do 9.º ano.</p>
<p>Entre 20 e 22 de julho, decorrem os pedidos de reapreciação das provas de exame. Este ano, o prazo não é uniforme para todos os alunos, uma vez que as classificações não foram divulgadas em simultâneo devido aos problemas registados no sistema de correção e disponibilização das provas.</p>
<p><strong>Segunda fase dos exames decorre entre 21 e 24 de julho</strong><br />
A 2.ª fase dos exames nacionais começa esta terça-feira, 21 de julho, com as provas de:</p>
<ul>
<li>Português (12.º ano);</li>
<li>Língua Segunda;</li>
<li>Português Língua Não Materna;</li>
<li>Literatura Portuguesa (11.º ano);</li>
<li>Economia A;</li>
<li>História da Cultura e das Artes;</li>
<li>Latim A.</li>
</ul>
<p>No mesmo dia realizam-se igualmente os exames de Português do 9.º ano, incluindo as modalidades de Língua Segunda e Língua Não Materna.</p>
<p>No dia 22 de julho, é a vez das provas de:</p>
<ul>
<li>Matemática A (12.º ano);</li>
<li>Matemática B;</li>
<li>Matemática Aplicada às Ciências Sociais;</li>
<li>Filosofia.</li>
</ul>
<p>A 23 de julho realizam-se os exames de:</p>
<ul>
<li>História A (12.º ano);</li>
<li>Biologia e Geologia;</li>
<li>História B;</li>
<li>Geometria Descritiva A;</li>
<li>Alemão;</li>
<li>Espanhol;</li>
<li>Francês;</li>
<li>Italiano;</li>
<li>Mandarim.</li>
</ul>
<p>Nesse mesmo dia decorre ainda a prova de Matemática do 9.º ano.</p>
<p>Já 24 de julho fica reservado para:</p>
<ul>
<li>Desenho A (12.º ano);</li>
<li>Física e Química A;</li>
<li>Geografia;</li>
<li>Inglês.</li>
</ul>
<p><strong>Datas das candidaturas ao ensino superior</strong><br />
O calendário das candidaturas prolonga-se durante várias semanas.</p>
<p>O dia 27 de julho marca o fim do prazo para apresentação de candidaturas à 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso por parte dos candidatos abrangidos pelos contingentes prioritários destinados a emigrantes, lusodescendentes e estudantes que solicitaram a substituição das provas de ingresso por exames estrangeiros.</p>
<p>Para os restantes candidatos, o prazo termina a 6 de agosto.</p>
<p>Entretanto, 7 de agosto será um dos momentos mais importantes do processo, com:</p>
<ul>
<li>divulgação das classificações da 2.ª fase dos exames nacionais;</li>
<li>publicação dos resultados dos pedidos de reapreciação das provas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resultados da primeira fase conhecidos em agosto</strong><br />
Os resultados da 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior serão divulgados a 23 de agosto.</p>
<p>A partir de 24 de agosto, os candidatos colocados poderão efetuar a matrícula e inscrição nas respetivas instituições de ensino superior, num processo que decorre até 27 de agosto.</p>
<p>No mesmo dia abre igualmente o prazo para:</p>
<ul>
<li>apresentação de reclamações dos resultados da 1.ª fase, até 28 de agosto;</li>
<li>candidaturas à 2.ª fase do concurso, que decorrem até 2 de setembro.</li>
</ul>
<p>As decisões relativas às reclamações da primeira fase deverão ser conhecidas a 28 de setembro.</p>
<p><strong>Governo cria época especial de exames em setembro</strong><br />
Na sequência das dificuldades provocadas pelas falhas na correção eletrónica dos exames, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, anunciou a criação de uma época especial de exames, prevista para setembro, destinada aos estudantes que não conseguiram obter toda a informação necessária para decidir se deveriam repetir provas na segunda fase.</p>
<p>A medida pretende assegurar que esses alunos possam ainda candidatar-se ao ensino superior através da 2.ª fase do concurso, evitando que fiquem limitados às vagas disponíveis apenas na 3.ª fase.</p>
<p>Apesar do anúncio, o Governo ainda não divulgou as datas concretas desta época especial.</p>
<p><strong>Segunda e terceira fases do concurso</strong><br />
Os resultados da 2.ª fase do concurso serão publicados a 13 de setembro.</p>
<p>Os estudantes colocados poderão realizar a matrícula entre 14 e 16 de setembro, enquanto o prazo para reclamações decorre até 18 de setembro.</p>
<p>Já a 3.ª fase abre candidaturas entre 22 e 24 de setembro.</p>
<p>Os resultados finais desta última fase serão conhecidos a 30 de setembro, data a partir da qual decorrem igualmente:</p>
<ul>
<li>as matrículas, até 2 de outubro;</li>
<li>o prazo para apresentação de reclamações, também até 2 de outubro.</li>
<li>Reclamações prolongam-se até ao final de outubro</li>
</ul>
<p>O processo apenas ficará totalmente concluído nas semanas seguintes.</p>
<p>As decisões sobre as reclamações relativas à 2.ª fase serão divulgadas a 16 de outubro, enquanto as decisões referentes à 3.ª fase deverão ser conhecidas a 30 de outubro, encerrando assim o calendário oficial do acesso ao ensino superior referente ao ano letivo de 2026/2027.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/do-pedido-de-reapreciacao-a-matricula-o-guia-completo-com-todos-os-prazos-e-datas-do-concurso-de-acesso-ao-ensino-superior/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791773]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Almada não consegue deitar água na fervura: guerra no PS de Inês de Medeiros acaba em crise na torneira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/almada-nao-consegue-deitar-agua-na-fervura-guerra-no-ps-de-ines-de-medeiros-acaba-em-crise-na-torneira/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/almada-nao-consegue-deitar-agua-na-fervura-guerra-no-ps-de-ines-de-medeiros-acaba-em-crise-na-torneira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Almada]]></category>
		<category><![CDATA[Inês de Medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791798</guid>

					<description><![CDATA[Crise da água em Almada acabou por destapar muito mais do que problemas nas condutas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crise da água em Almada acabou por destapar muito mais do que problemas nas condutas. A escassez que afetou milhares de moradores tornou-se o símbolo de uma autarquia mergulhada em conflitos internos, acusações de má gestão e uma guerra pela sucessão de Inês de Medeiros, numa altura em que o PS vê crescer a contestação dentro e fora de portas.</p>
<p>Poucos dias depois de iniciar o terceiro mandato, em outubro de 2025, recordou a revista &#8216;<a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/almada-furia-no-refugio-de-boys-do-ps" target="_blank" rel="noopener">Sábado</a>&#8216;, Inês de Medeiros protagonizou um episódio que ainda hoje é recordado nos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS). Segundo relatos de funcionários, a presidente da Câmara terá perdido a calma por causa da distribuição de gabinetes, exigindo um escritório que estava ocupado por adjuntos do novo presidente dos SMAS, cargo entregue à CDU no âmbito do acordo que garantiu maioria ao executivo socialista.</p>
<p>Meses depois, o município enfrentaria uma situação bem mais grave: sucessivas falhas no abastecimento de água levaram Almada a decretar situação de alerta. Os problemas resultaram de perdas de água muito acima da média nacional, investimento insuficiente na renovação da rede e de um furo colapsado que nunca foi recuperado.</p>
<p><strong>Ministra aponta falta de entendimento político</strong></p>
<p>A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, atribuiu parte das responsabilidades às dificuldades de relacionamento entre Almada e a vizinha Câmara do Seixal, liderada pela CDU. Segundo a governante, a incapacidade de entendimento impediu a resolução atempada de um problema essencial para o abastecimento do concelho.</p>
<p>Já a autarquia recusou comentar relatos sobre alegados episódios de exaltação da presidente, limitando-se a afirmar que &#8220;não responde a boatos&#8221;. Ainda assim, fontes socialistas ouvidas pela revista descrevem Inês de Medeiros como uma dirigente de temperamento difícil e imprevisível.</p>
<p><strong>Oposição acusa presidente de fugir ao escrutínio</strong></p>
<p>Outro foco de polémica surgiu quando a presidente decidiu reduzir para o mínimo legal as reuniões camarárias abertas ao público e transmitidas online.</p>
<p>A autarca justificou a decisão com a necessidade de tornar o trabalho &#8220;mais eficaz&#8221;, mas os partidos da oposição acusam-na de querer limitar o escrutínio público, sobretudo numa altura em que dezenas de moradores afetados pelas tempestades compareciam regularmente nas reuniões para exigir respostas.</p>
<p><strong>Acusações de favorecer &#8216;boys&#8217; do PS</strong></p>
<p>A gestão de recursos humanos da autarquia também está sob fogo.</p>
<p>Segundo a investigação da &#8216;Sábado&#8217;, Almada recebeu, desde 2021, dezenas de dirigentes, assessores e técnicos provenientes da Câmara de Lisboa, de gabinetes ministeriais de governos socialistas e de estruturas ligadas ao PS.</p>
<p>Há antigos colaboradores de Fernando Medina, técnicos de ministérios de António Costa e dirigentes próximos de Ana Catarina Mendes e de Ivan Gonçalves a ocupar cargos de chefia na autarquia e em empresas municipais. A Câmara responde que todas as nomeações respeitaram integralmente a lei e os critérios de qualificação exigidos.</p>
<p><strong>Demissões, ruturas e guerra pela sucessão</strong></p>
<p>O ambiente interno também se deteriorou ao longo dos últimos anos.</p>
<p>Vários chefes de gabinete e assessores abandonaram funções antes do previsto, alguns incompatibilizados com Inês de Medeiros. Entre eles encontram-se antigos colaboradores provenientes de gabinetes ministeriais, enquanto outras figuras próximas do PS passaram a criticar abertamente a liderança da autarca.</p>
<p>Um dos episódios mais marcantes foi protagonizado por Débora Rodrigues, líder da bancada socialista na Assembleia Municipal, que, numa mensagem interna entretanto tornada pública, afirmou que &#8220;a perceção pública é que Almada está pior, mais suja, menos habitável e agora sem água&#8221;.</p>
<p><strong>PS divide-se e procura alternativa para 2029</strong></p>
<p>Nos bastidores trava-se agora uma disputa pela liderança futura do município.</p>
<p>Inês de Medeiros aposta no atual vice-presidente, Filipe Pacheco, como sucessor. Porém, Ivan Gonçalves, antigo líder da concelhia socialista e número dois das listas, continua a reunir apoios significativos.</p>
<p>Perante o agravamento das divisões internas e o desgaste da atual liderança, cresce igualmente no PS distrital e nacional a ideia de avançar, nas autárquicas de 2029, com uma figura de âmbito nacional para tentar preservar um dos municípios mais importantes para os socialistas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/almada-nao-consegue-deitar-agua-na-fervura-guerra-no-ps-de-ines-de-medeiros-acaba-em-crise-na-torneira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791798]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Disponibilizados cerca de 227 mil exames nacionais aos alunos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-disponibilizados-cerca-de-227-mil-exames-nacionais-aos-alunos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/exames-disponibilizados-cerca-de-227-mil-exames-nacionais-aos-alunos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:29:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791814</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Educação revelou hoje que já foram distribuídos cerca de 227 mil exames nacionais do 11.º e 12.º anos, num universo de quase 300 mil provas, que terão sido entregues a mais de 100 mil alunos do secundário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação revelou hoje que já foram distribuídos cerca de 227 mil exames nacionais do 11.º e 12.º anos, num universo de quase 300 mil provas, que terão sido entregues a mais de 100 mil alunos do secundário.</P><br />
<P>Na noite de segunda-feira, tinham sido disponibilizados os PDF de &#8220;227 mil provas que já chegaram a mais de 100 mil alunos&#8221;, revelou hoje o ministro da Educação, Fernando Alexandre, que está a ser ouvido no parlamento sobre o processo de digitalização e avaliação dos exames nacionais, a requerimento do PCP e do Livre.</P><br />
<P>Este ano, cerca de 166 mil alunos do ensino secundário realizaram os exames nacionais em papel, tendo as cerca de 190 mil provas sido digitalizadas e corrigidas pela primeira vez neste formato, um modelo que trouxe muitos problemas hoje reconhecidos mais uma vez pelo ministro.</P><br />
<P>No entanto, no dia em que arranca a 2.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário, Fernando Alexandre mostrou-se confiante: &#8220;Eu estou certo de que nós vamos avançar para uma segunda fase com muito mais normalidade, com muito mais rigor, e acredito que no próximo ano letivo, da mesma forma que as provas digitais de 9.º ano e as provas de moda deixaram de ser tema, porque as escolas conseguem realizá-las em normalidade, também no próximo ano este tema não será discutido publicamente&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/exames-disponibilizados-cerca-de-227-mil-exames-nacionais-aos-alunos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791814]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: Detalhes da época especial serão divulgados hoje</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-detalhes-da-epoca-especial-serao-divulgados-hoje/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/exames-detalhes-da-epoca-especial-serao-divulgados-hoje/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:12:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791799</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Educação assegurou que serão divulgadas hoje "todas as informações" sobre a época especial de exames que foi criada para os alunos prejudicados com o processo de digitalização dos exames nacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação assegurou que serão divulgadas hoje &#8220;todas as informações&#8221; sobre a época especial de exames que foi criada para os alunos prejudicados com o processo de digitalização dos exames nacionais.</P><br />
<P>&#8220;Hoje serão dadas todas as informações sobre a época especial e serão garantidos os mesmos direitos a estes alunos&#8221;, disse o ministro da Educação que está a ser ouvido no parlamento sobre o processo de digitalização e avaliação dos exames nacionais a pedido do PCP e do Livre.</P><br />
<P>Sobre as acusações de que estes alunos seriam prejudicados em relação aos colegas, ao serem &#8220;empurrados&#8221; para uma segunda fase por falhas na digitalização, Fernando Alexandre sublinhou que &#8220;esses concorrem sempre para um número mais limitado de vagas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A data final [da época especial] para já é a 14 de setembro, mas terá de ser prolongada por mais alguns dias&#8221;, disse o ministro, que na segunda-feira reconheceu os erros no processo de classificação das provas e anunciou que os alunos que não tivessem toda a informação necessária para decidir se deveriam ir à 2.ª fase dos exames nacionais, teriam a possibilidade de realizar exames numa época especial no início de setembro.</P><br />
<P>As datas dos exames nessa nova fase especial implica a alteração do calendário da 2.ª fase do concurso e por isso terá de ser articulado com o Conselho de Reitores das Universidades e com o Conselho Coordenador dos Institutos Superior Politécnicos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/exames-detalhes-da-epoca-especial-serao-divulgados-hoje/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791799]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Quem faz pate do novo Governo do Reino Unido? Remodelação de Andy Burnham expõe nova direção política</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quem-faz-pate-do-novo-governo-do-reino-unido-remodelacao-de-andy-burnham-expoe-nova-direcao-politica/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/quem-faz-pate-do-novo-governo-do-reino-unido-remodelacao-de-andy-burnham-expoe-nova-direcao-politica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:05:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791793</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, iniciou o seu mandato com uma remodelação governamental de grande alcance, afastando vários dos mais próximos aliados do seu antecessor, Keir Starmer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, iniciou o seu mandato com uma remodelação governamental de grande alcance, afastando vários dos mais próximos aliados do seu antecessor, Keir Starmer, e promovendo uma nova equipa ministerial que procura refletir o equilíbrio entre diferentes sensibilidades do Partido Trabalhista. A reorganização do Executivo, anunciada na segunda-feira, evidencia uma mudança de estilo e de prioridades, demonstrando que Burnham pretende imprimir rapidamente a sua marca na governação e afastar-se da herança política do anterior líder.</p>
<p>Segundo o Politico, Burnham avançou de imediato para uma profunda reorganização do Governo, relegando para os bancos traseiros do Parlamento várias figuras identificadas com Keir Starmer, entre as quais Rachel Reeves e David Lammy. Em sentido inverso, promoveu antigos aliados, dirigentes oriundos do norte de Inglaterra e ministros que se tinham incompatibilizado com o anterior primeiro-ministro, procurando construir um Executivo representativo das várias correntes internas do Labour.</p>
<p>A decisão mais inesperada foi a nomeação de John Healey para ministro das Finanças (Chancellor). Antigo titular da Defesa, Healey abandonara o Governo pouco mais de um mês antes, alegando divergências relativamente ao nível do investimento militar. Na altura, defendia um reforço mais ambicioso das despesas com a Defesa num contexto internacional cada vez mais instável e criticava a resistência do Tesouro às suas propostas.</p>
<p>Agora responsável pelas finanças públicas britânicas, Healey terá pela frente um dos maiores desafios do novo Executivo: encontrar financiamento para os compromissos assumidos em matéria de defesa, incluindo o objetivo de elevar a despesa militar para 3% do Produto Interno Bruto até 2030. Entre as principais decisões estarão a eventual subida de impostos ou cortes noutras áreas da despesa pública.</p>
<p>Apesar destes desafios, Downing Street acredita que Healey transmite estabilidade aos mercados financeiros. Um responsável do gabinete do primeiro-ministro afirmou ao Politico que Burnham e o novo ministro das Finanças partilham a mesma visão em matérias como a reindustrialização do país, a descentralização administrativa, o combate ao aumento do custo de vida e o compromisso com as regras orçamentais destinadas a garantir estabilidade económica.</p>
<p>Outra das alterações mais relevantes ocorreu na diplomacia britânica. Ed Miliband passa a assumir a pasta dos Negócios Estrangeiros, depois de ter recusado abandonar anteriormente o Ministério da Energia durante o Governo de Starmer. Antigo líder do Partido Trabalhista, Miliband foi também uma das primeiras figuras do Executivo cessante a defender publicamente que Starmer deveria abandonar o cargo.</p>
<p>A escolha surge numa altura em que Burnham pretende concentrar a ação governativa sobretudo nos assuntos internos, entregando a política externa a uma personalidade experiente e respeitada dentro da ala mais à esquerda do Labour. No entanto, Miliband poderá enfrentar desafios delicados nas relações com os Estados Unidos.</p>
<p>O novo chefe da diplomacia britânica tem um histórico de posições que nem sempre coincidiram com as prioridades de Washington. Em 2013 foi determinante para impedir a participação britânica numa intervenção militar na Síria, complicando os planos da administração de Barack Obama. Mais recentemente, foi também uma das vozes que, segundo o Politico, defendeu internamente que Londres não autorizasse a utilização da base de Diego Garcia pelos Estados Unidos para eventuais ataques contra o Irão.</p>
<p>Na primeira declaração enquanto ministro dos Negócios Estrangeiros, Miliband recordou que os seus pais chegaram ao Reino Unido como refugiados judeus que fugiam do regime nazi e comprometeu-se a trabalhar &#8220;incansavelmente&#8221; para alcançar uma paz sustentável entre Israel e os seus vizinhos.</p>
<p>Shabana Mahmood permanece no Ministério da Administração Interna, contrariando as expectativas de parte da imprensa britânica que a apontava ao Ministério das Finanças. A ministra continuará responsável pela política de imigração, embora alguns dos seus aliados admitam que Burnham poderá introduzir maior equilíbrio entre as posições mais restritivas e as exigências da ala moderada do partido.</p>
<p>Também Miatta Fahnbulleh foi promovida, assumindo a liderança do Ministério da Segurança Energética e Neutralidade Carbónica. Antiga ministra de Estado e responsável por um centro de estudos, Fahnbulleh integrava o grupo de conselheiros políticos de Burnham e terá agora a missão de garantir segurança energética, reduzir os custos da eletricidade para famílias e empresas e assegurar o cumprimento das metas climáticas legalmente estabelecidas pelo Reino Unido.</p>
<p>Segundo duas fontes citadas pelo mesmo jornal, Burnham prepara ainda um conjunto de medidas destinadas a aliviar rapidamente o custo de vida, podendo anunciar já esta terça-feira uma redução da taxa de IVA aplicada às faturas domésticas de eletricidade, atualmente fixada em 5%.</p>
<p>Na Defesa, Wes Streeting sucede a Dan Jarvis apenas algumas semanas depois da nomeação deste último. Embora nunca tenha exercido funções diretamente relacionadas com assuntos militares ou internacionais, Streeting tem defendido um aumento do investimento na Defesa, incluindo a emissão de obrigações específicas para financiar esse esforço, bem como a eliminação de programas militares considerados ultrapassados.</p>
<p>A remodelação também permitiu o regresso ao Governo de várias figuras afastadas durante a liderança de Keir Starmer. Louise Haigh, que desempenhou um papel relevante na contestação interna ao anterior primeiro-ministro e coordenou a campanha eleitoral parcial de Burnham em Makerfield, passa agora a liderar o Cabinet Office enquanto Chanceler do Ducado de Lancaster e Primeira Secretária de Estado, assumindo um dos cargos mais influentes do Executivo.</p>
<p>Angela Rayner regressa igualmente ao Governo como ministra da Habitação, depois de ter resolvido questões relacionadas com a sua situação fiscal. A dirigente ficará responsável pela concretização de uma das principais prioridades do novo primeiro-ministro: aumentar o controlo público sobre infraestruturas consideradas estratégicas e aprofundar o processo de descentralização de poderes para as autoridades locais.</p>
<p>Lucy Powell regressa ao Executivo para assumir a pasta da Educação. A deputada tinha sido afastada anteriormente por Starmer, mas acabaria por reforçar a sua posição política ao vencer a eleição interna para vice-líder do Partido Trabalhista, tornando-se uma das aliadas mais próximas de Burnham.</p>
<p>Jonathan Reynolds volta igualmente ao Ministério dos Negócios e Comércio, cargo que já desempenhara anteriormente, enquanto Anneliese Midgley assume funções como chefe da disciplina parlamentar (Chief Whip), sendo apontada como uma figura capaz de unir diferentes sensibilidades dentro da bancada trabalhista.</p>
<p>Nem todas as mudanças representam, contudo, perdas de influência. Yvette Cooper deixa os Negócios Estrangeiros para assumir a Saúde, um ministério que poderá ganhar enorme protagonismo caso Burnham avance com a prometida reforma do sistema de apoio social e dos cuidados continuados.</p>
<p>Pat McFadden mantém-se responsável pelo Trabalho e Pensões, sinalizando que o novo primeiro-ministro pretende prosseguir a reforma do sistema de prestações sociais. Já Lisa Nandy permanece à frente do Ministério da Cultura, Media e Desporto, que passa igualmente a incorporar competências na área do digital, numa altura em que Burnham pretende reduzir gradualmente as funções do atual Departamento para a Ciência, Inovação e Tecnologia.</p>
<p>Entre as novidades figura ainda Kanishka Narayan, promovido a ministro da Inteligência Artificial. O novo responsável responderá simultaneamente perante o Cabinet Office e o Ministério da Cultura, Media e Desporto, participando também nas reuniões do Conselho de Ministros, reforçando o peso político desta área estratégica.</p>
<p>A remodelação governamental evidencia a intenção de Andy Burnham de romper rapidamente com a liderança anterior, recompensando aliados que desempenharam um papel determinante na queda de Keir Starmer e distribuindo responsabilidades por várias correntes internas do Partido Trabalhista. Ao mesmo tempo, procura transmitir uma imagem de estabilidade económica, reforço da indústria, descentralização do poder e resposta às dificuldades provocadas pelo aumento do custo de vida, prioridades que deverão marcar os primeiros meses do novo Governo britânico.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/quem-faz-pate-do-novo-governo-do-reino-unido-remodelacao-de-andy-burnham-expoe-nova-direcao-politica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791793]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: &#8220;Governo não tem relatório nenhum&#8221; sobre teste piloto do exame de Filosofia, garante ministro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-governo-nao-tem-relatorio-nenhum-sobre-teste-piloto-do-exame-de-filosofia-ministro/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/exames-governo-nao-tem-relatorio-nenhum-sobre-teste-piloto-do-exame-de-filosofia-ministro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791794</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Educação disse hoje que "o Governo não tem relatório nenhum" sobre o projeto-piloto de digitalização dos exames nacionais de Filosofia realizados no ano passado, acusando o ex-presidente do Júri Nacional de Exames de nunca o ter entregue.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação disse hoje que &#8220;o Governo não tem relatório nenhum&#8221; sobre o projeto-piloto de digitalização dos exames nacionais de Filosofia realizados no ano passado, acusando o ex-presidente do Júri Nacional de Exames de nunca o ter entregue.</P><br />
<P>&#8220;O Governo não tem relatório nenhum&#8221;, afirmou hoje o ministro da Educação, Fernando Alexandre, durante uma audição parlamentar pedida pelos grupos parlamentares do PCP e do Livre no âmbito dos problemas detetados durante o processo de digitalização dos exames nacionais do ensino secundário.</P><br />
<P>A declaração de Fernando Alexandre surgiu na sequência de uma entrevista à Radio Renascença do ex-presidente do Júri Nacional dos Exames (JNE), Luís Duque de Almeida, na qual acusou o ministro de não ter solicitado &#8220;ao JNE qualquer balanço sobre a prova Filosofia&#8221;, questionando em que se baseou a tutela para decidir avançar com o processo de digitalização das provas.</P><br />
<P>Os &#8220;erros graves&#8221; detetados durante o processo de digitalização das provas de Filosofia não chegaram ao conhecimento da tutela&#8221;, segundo o ministro, que disse hoje que Luís Duque de Almeida &#8220;não deixou relatório nenhum&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se tinha informação que não partilhou nem sequer com a Direção Geral da Educação nem com o EduQa. Se tinha essa informação e não a transmitiu vai ter que explicar isso, porque não deu essa informação a ninguém. Foi-se embora em setembro e não deixou relatório a ninguém&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Para Fernando Alexandre, &#8220;se agora, passado um ano, depois de o processo ter tido problemas vem dizer que houve problemas que podiam ter sido antecipados e que não foram [&#8230;] vai ter de explicar isso&#8221;.</P><br />
<P>O ministro voltou na audição a defender o modelo testado este ano e que envolveu cerca de 300 mil exames do 11.º e 12.º anos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/exames-governo-nao-tem-relatorio-nenhum-sobre-teste-piloto-do-exame-de-filosofia-ministro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791794]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dívida agrava-se na zona euro e UE no 1.º trimestre e Portugal regista a 5.ª maior</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/divida-agrava-se-na-zona-euro-e-ue-no-1-o-trimestre-e-portugal-regista-a-5-a-maior/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/divida-agrava-se-na-zona-euro-e-ue-no-1-o-trimestre-e-portugal-regista-a-5-a-maior/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791792</guid>

					<description><![CDATA[A dívida pública da zona euro agravou-se, no primeiro trimestre, para os 88,9% do Produto Interno Bruto (PIB) e a da União Europeia (UE) para 82,9%, com Portugal a registar a quinta mais alta (91%), segundo o Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A dívida pública da zona euro agravou-se, no primeiro trimestre, para os 88,9% do Produto Interno Bruto (PIB) e a da União Europeia (UE) para 82,9%, com Portugal a registar a quinta mais alta (91%), segundo o Eurostat.</P><br />
<P>De acordo com os dados hoje divulgados pelo gabinete estatístico europeu, no trimestre homólogo, a dívida pública da área do euro foi de 87,2% e entre outubro e dezembro de 2025 atingiu os 87,7% do PIB.</P><br />
<P>Na UE, o rácio da dívida pública bruta em relação ao PIB situou-se no primeiro trimestre de 2025 nos 81,4% e nos últimos três meses de 2025 em 81,8% do PIB.</P><br />
<P>No final do primeiro trimestre de 2026, a dívida das administrações públicas era composta por 84,3% de títulos de dívida na zona euro e por 83,6% na UE, por 13,2% de empréstimos na área do euro e 13,9% na UE, e por 2,5% de numerário e depósitos em ambas.</P><br />
<P>Entre os Estados-membros, a Grécia apresentou, no primeiro trimestre, o maior rácio da dívida (143,5% do PIB), seguida por Itália (138,9%), França (117,6%), com Portugal a apresentar a quinta maior (91% do PIB).</P><br />
<P>No extremos oposto da tabela, com menores pesos da dívida pública estão a Estónia (25,2%), a Dinamarca (26,8%) e a Bulgária (28,5%).</P><br />
<P>Face ao trimestre homólogo, os maiores recuos da dívida registaram-se na Grécia (-9,4 pontos percentuais &#8211; pp), em Chipre (-7,4 pp), na Eslovénia (-4,8 pp) e em Portugal (-3,9 pp).</P><br />
<P>Os maiores agravamentos face ao primeiro trimestre de 2025, por outro lado, foram observados na Finlândia (5,5 pp), Bulgária (4,8 pp) e Polónia (4,5 pp).</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/divida-agrava-se-na-zona-euro-e-ue-no-1-o-trimestre-e-portugal-regista-a-5-a-maior/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791792]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ó Capital investe dois milhões em plataforma para desenvolver indústria criativa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-capital-investe-dois-milhoes-em-plataforma-para-desenvolver-industria-criativa/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-capital-investe-dois-milhoes-em-plataforma-para-desenvolver-industria-criativa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791788</guid>

					<description><![CDATA[A Ó Capital lançou o Ó Studio, uma plataforma de investimento para a indústria criativa e comunicação, que arranca com dois milhões de euros investidos e prevê alcançar uma faturação agregada de quase quatro milhões de euros em 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ó Capital lançou o Ó Studio, uma plataforma de investimento para a indústria criativa e comunicação, que arranca com dois milhões de euros investidos e prevê alcançar uma faturação agregada de quase quatro milhões de euros em 2026.</P><br />
<P>Em comunicado, a Ó Capital, um fundo de investimento em Pequenas e Médias Empresas (PME), referiu que o Ó Studio é a primeira &#8220;Scale-Up Platform&#8221; dedicada ao setor em Portugal, assumindo-se como um modelo que combina investimento, operação e criatividade para apoiar o crescimento de empresas com modelos de negócio já validados.</P><br />
<P>Segundo a empresa, a plataforma entra no capital das participadas e disponibiliza uma estrutura comum de gestão, tecnologia e operação, visando acelerar o crescimento das empresas e prepará-las para futuras rondas de investimento institucional ou processos de consolidação no setor.</P><br />
<P>O projeto inicia atividade com um investimento acumulado de cerca de dois milhões de euros, uma carteira de mais de 100 clientes, entre os quais Grupo Pestana, Prosegur e HUG Lusíadas Home Care, uma equipa de cerca de 35 trabalhadores e uma previsão de faturação agregada próxima dos quatro milhões de euros para este ano.</P><br />
<P>Criado por um grupo de empreendedores ligados à gestão, criatividade e desenvolvimento de marcas, o Ó Studio pretende afirmar-se entre os maiores grupos de comunicação em Portugal até 2030.</P><br />
<P>A plataforma agrega atualmente cinco empresas &#8211; Pato Bravo, Rame-Rame, Boost, Not Digital e Oratório &#8211; que operam de forma integrada e recorrem a ferramentas de Inteligência Artificial (IA) para automatizar tarefas e reforçar a capacidade operacional das equipas.</P><br />
<P>De acordo com a Ó Capital, a estratégia para os próximos anos passa pela integração de novas empresas nas áreas da produção, audiovisual, eventos, relações-públicas, influência e tecnologia aplicada às marcas, reforçando o ecossistema da plataforma.</P><br />
<P>Citada no comunicado, a fundadora e presidente executiva (CEO) da Ó Capital, Sara do Ó, afirmou que o objetivo passa por apoiar pequenas e médias empresas que enfrentam dificuldades em investir na gestão, tecnologia e desenvolvimento do negócio, através de uma estrutura multidisciplinar que permita ganhar escala e eficiência sem perder a identidade.</P><br />
<P>A Ó Capital apresenta-se como um &#8216;family office&#8217; português com participações em cerca de 25 empresas de diferentes setores.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-capital-investe-dois-milhoes-em-plataforma-para-desenvolver-industria-criativa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791788]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Défice da zona euro e da UE sobe para 3,1% do PIB no 1.º trimestre, indica Eurostat</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/defice-da-zona-euro-e-da-ue-sobe-para-31-do-pib-no-1-o-trimestre-eurostat/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/defice-da-zona-euro-e-da-ue-sobe-para-31-do-pib-no-1-o-trimestre-eurostat/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791783</guid>

					<description><![CDATA[O défice público da zona euro e da União Europeia tiveram um agravamento homólogo, no primeiro trimestre, de 0,1 pontos percentuais para 3,1% do PIB, com Portugal a registar o terceiro maior excedente (0,3%), divulga hoje o Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O défice público da zona euro e da União Europeia tiveram um agravamento homólogo, no primeiro trimestre, de 0,1 pontos percentuais para 3,1% do PIB, com Portugal a registar o terceiro maior excedente (0,3%), divulga hoje o Eurostat.</P><br />
<P>Já na comparação com o trimestre anterior, entre janeiro e março, o rácio do défice em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) da área do euro diminuiu ligeiramente face aos 3,2%, enquanto o da União Europeia (UE) diminuiu em comparação com os 3,4% do período anterior.</P><br />
<P>Entre os Estados-membros para os quais há dados disponíveis, a Bulgária (-7,6%) apresentou o maior défice público em função do PIB ajustado sazonalmente, seguida pela Hungria (-6,6%) e Polónia (-5,9%), de acordo com o serviço estatístico da UE.</P><br />
<P>Por outro lado, Chipre (4,4%), Irlanda (2,4%) e Portugal (0,3%) registaram, nos primeiros três meses do ano, excedentes nas contas públicas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/defice-da-zona-euro-e-da-ue-sobe-para-31-do-pib-no-1-o-trimestre-eurostat/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791783]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: Presidente do EduQa garante que sistema de digitalização foi &#8220;testado várias vezes&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-presidente-do-eduqa-garante-que-sistema-de-digitalizacao-foi-testado-varias-vezes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/exames-presidente-do-eduqa-garante-que-sistema-de-digitalizacao-foi-testado-varias-vezes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:38:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791780</guid>

					<description><![CDATA[O presidente do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQa) garantiu hoje que o sistema de digitalização das provas foi "testado várias vezes" antes dos exames do secundário, sublinhando que a implementação começou há vários anos, "não começou ontem".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQa) garantiu hoje que o sistema de digitalização das provas foi &#8220;testado várias vezes&#8221; antes dos exames do secundário, sublinhando que a implementação começou há vários anos, &#8220;não começou ontem&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O sistema de digitalização de fichas de prova foi testado várias vezes&#8221;, afirmou hoje o presidente do EduQa, Luís Pereira, durante a audição parlamentar sobre o processo de digitalização e avaliação dos exames nacionais, requerida pelos grupos parlamentares do Livre e do PCP, assegurando que foi seguido &#8220;um processo de pilotagem sistemático que não começou ontem&#8221;.</P><br />
<P>Luís Pereira dos Santos sublinhou que foi um processo gradual que começou com as provas do 9.º ano, ficando os exames nacionais do ensino secundário &#8220;para a última fase&#8221;, depois de testados os sistemas.</P><br />
<P>&#8220;A prova de matemática do 9.º ano utiliza um sistema idêntico e não teve problemas logo na primeira aplicação&#8221;, disse, referindo-se ao facto de existir uma parte da prova que é feita pelos alunos em papel e posteriormente digitalizada.</P><br />
<P>&#8220;Quem acha que esta é uma transição assética, nunca implementou nada desta complexidade&#8221;, acusou o presidente do EduQa, na sua primeira declaração pública desde o arranque dos exames nacionais do ensino secundário, que este ano foram pela primeira vez digitalizados.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/exames-presidente-do-eduqa-garante-que-sistema-de-digitalizacao-foi-testado-varias-vezes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791780]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Proporção de cesarianas programadas quadruplicou no ano passado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/proporcao-de-cesarianas-programadas-quadruplicou-no-ano-passado/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/proporcao-de-cesarianas-programadas-quadruplicou-no-ano-passado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791777</guid>

					<description><![CDATA[A proporção de cesarianas programadas quadruplicou no ano passado, segundo dados da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), que mostram um peso total de 41,3% destas cesarianas, que no privado ultrapassam os 55%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A proporção de cesarianas programadas quadruplicou no ano passado, segundo dados da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), que mostram um peso total de 41,3% destas cesarianas, que no privado ultrapassam os 55%.</P><br />
<P>A ERS analisou a atividade das unidades de obstetrícia e neonatologia em Portugal continental no ano de 2025, com base nos relatórios das unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e do setor não público, contabilizando um total de  83.089 partos, um crescimento de 3,6% face ao ano anterior.</P><br />
<P>As regiões de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) e Norte concentraram 78% de todos os partos, a grande maioria dos quais ocorreu no SNS (80%).</P><br />
<P>Quanto à proporção de partos por cesariana, os dados da ERS indicam que no ano passado foram 39,1%, valor ligeiramente superior a 2024 (38,7%), que tinha já registado uma pequena subida face a 2023 (38,2%).</P><br />
<P>Dentro e fora do SNS, a nível regional, a região Centro é a que tem a menor proporção de partos por cesariana (29%).</P><br />
<P>Os dados mostram ainda um aumento significativo na proporção de cesarianas programadas no global, que passaram de 10,2% em 2024 para 41,3% no ano passado.</P><br />
<P>Fora do SNS, a proporção de cesarianas é mais elevada (62%), mas reduziu ligeiramente face a 2024 (63,4%). Contudo, houve um aumento significativo nas cesarianas programadas, que passaram de 10,2% em 2024 para mais de metade ( 55,3%) no ano passado.</P><br />
<P>A proporção de cesarianas urgentes também subiu fora do SNS, passando de 38,8% para 42,3%. No sentido contrário, a proporção de cesarianas emergentes fora do serviço público caiu a pique: passou de 51% para 2,3%.</P><br />
<P>Nas unidades do SNS, a percentagem total de partos por cesariana é quase metade do privado, com 33,3%, mas também aqui as programadas subiram (de 10,2% para 28,7%), o mesmo acontecendo com as cesarianas consideradas urgentes (de 35,6% para 67%). No sentido oposto, o peso das cesarianas emergentes, que tinham disparado de 7,5% (2023) para 54,2% (2024), caiu a pique para 4,3%.</P><br />
<P>Segundo a norma da Direção Geral da Saúde, a cesariana urgente quando há uma condição clínica que precisa de resolução num curto intervalo de tempo, mas sem perigo iminente de saúde para o feto e/ou para a parturiente, ao contrário da cesariana emergente, onde esse perigo existe e pode ser reduzido se a cirurgia for realizada &#8220;o mais brevemente possível&#8221;.</P><br />
<P>No caso particular das unidades do SNS predominaram as cesarianas urgentes ou emergentes (71%) enquanto nas unidades não públicas preponderaram as cesarianas programadas (55%).</P><br />
<P>As cesarianas devem também ser classificadas quanto à ausência ou fase do trabalho do parto. Neste sentido, 58% de todas as cesarianas ocorreram em ausência de trabalho de parto &#8211; 52% nas unidades do SNS e 62% nas unidades não públicas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/proporcao-de-cesarianas-programadas-quadruplicou-no-ano-passado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791777]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Especialistas questionam sigilo da PJ sobre contratos com empreiteiro ligado ao caso Luís Neves</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/especialistas-questionam-sigilo-da-pj-sobre-contratos-com-empreiteiro-ligado-ao-caso-luis-neves/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/especialistas-questionam-sigilo-da-pj-sobre-contratos-com-empreiteiro-ligado-ao-caso-luis-neves/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791769</guid>

					<description><![CDATA[A crescente polémica em torno da relação entre o ministro da Administração Interna, Luís Neves, e o empreiteiro João Carvalho continua a ganhar novos contornos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crescente polémica em torno da relação entre o ministro da Administração Interna, Luís Neves, e o empreiteiro João Carvalho continua a ganhar novos contornos. Dez dias depois de terem sido reveladas as ligações entre o governante e o empresário da Construbarcelos, especialistas em direito público, transparência e cibersegurança levantam agora dúvidas sobre o nível de confidencialidade aplicado pela Polícia Judiciária (PJ) aos contratos celebrados com aquela empresa. Em causa está o facto de a polícia de investigação não divulgar informação detalhada sobre a maioria das adjudicações efetuadas entre 2019 e 2025, alimentando questões sobre a transparência dos procedimentos públicos.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/21/sociedade/noticia/especialistas-questionam-secretismo-contratos-pj-empreiteiro-barcelos-2182432" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a Polícia Judiciária confirmou apenas que celebrou 17 contratos com a Construbarcelos, no valor global de 2,3 milhões de euros, limitando-se a indicar o montante total e o período em que os contratos foram celebrados. Apenas cinco dessas adjudicações, todas relacionadas com obras em instalações da PJ na Guarda, têm informação pública disponível sobre o respetivo objeto, regime de contratação e valor. Quanto às restantes 12, não existe qualquer detalhe no Portal Base, nem a instituição esclarece se esses contratos ainda estão em execução ou se já foram concluídos, justificando a ausência de informação com razões de confidencialidade.</p>
<p>Essa posição é contestada por vários especialistas ouvidos pelo jornal. O assistente convidado da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Tiago Serrão, reconhece que o Código dos Contratos Públicos prevê exceções para determinados contratos ligados à defesa e à segurança, mas considera difícil aceitar que esse enquadramento possa justificar o sigilo aplicado a empreitadas desta natureza. Na sua perspetiva, mesmo que alguns elementos processuais permanecessem reservados, nada impediria a divulgação de informação essencial, como o objeto de cada adjudicação ou o respetivo valor. O jurista lamenta, por isso, aquilo que descreve como uma persistente &#8220;cultura de opacidade&#8221; na Administração Pública. Também o especialista em cibersegurança Nuno Pires manifesta estranheza perante a inexistência de informação pública sobre 12 contratos, sublinhando que preocupações de segurança fazem sentido em áreas como a aquisição de tecnologia crítica, mas dificilmente justificam o mesmo nível de reserva em contratos de obras, salvo em casos muito específicos, como intervenções em infraestruturas sensíveis, situação que, tanto quanto é conhecido, não se verifica neste caso. Na mesma linha, Ana Coimbra, vogal da Transparência Internacional Portugal, considera que seria &#8220;normal e exigível&#8221; que os elementos essenciais das adjudicações fossem divulgados, recordando que o Portal Base foi criado precisamente para reforçar a transparência da contratação pública.</p>
<p>A Polícia Judiciária mantém, contudo, a mesma posição, afirmando que a escolha do procedimento aplicável é analisada caso a caso, tendo em conta fatores como a localização das intervenções, a natureza dos trabalhos e as exigências de segurança associadas a cada empreendimento. A instituição não concretiza, porém, quais foram os critérios específicos que justificaram a não divulgação da informação relativa à maioria dos contratos celebrados com a Construbarcelos.</p>
<p>Entretanto, a controvérsia alargou-se também ao desaparecimento de um atrelado apreendido numa operação de combate ao tráfico de droga, que acabou por ser encontrado junto às instalações da empresa de João Carvalho. Um antigo juiz de instrução criminal alertou que tanto o reboque como os produtos químicos nele apreendidos constituem prova num processo judicial ainda pendente de julgamento, defendendo que a preservação rigorosa da cadeia de custódia é essencial para garantir a integridade da prova. O magistrado questiona, por isso, se os acontecimentos entretanto conhecidos poderão comprometer o valor jurídico desses elementos probatórios, uma preocupação que, segundo o Público, também já foi manifestada pelos advogados dos arguidos envolvidos no processo, que admitem invocar eventuais falhas na preservação da prova em benefício da defesa dos seus clientes.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/especialistas-questionam-sigilo-da-pj-sobre-contratos-com-empreiteiro-ligado-ao-caso-luis-neves/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791769]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Celfocus: O futuro da operação passa por uma base única</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/celfocus-o-futuro-da-operacao-passa-por-uma-base-unica/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/celfocus-o-futuro-da-operacao-passa-por-uma-base-unica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:28:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Celfocus]]></category>
		<category><![CDATA[Vodafone]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=781524</guid>

					<description><![CDATA[Programa de transformação Onex, da Vodafone: a simplificação tecnológica, a inteligência artificial e a integração de canais estão a redefinir a experiência de cliente e a eficiência operacional nas telecomunicações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A transformação digital está a redefinir a forma como as empresas se relacionam com os clientes, exigindo operações mais ágeis, integradas e capazes de responder em tempo real às expectativas do mercado. Neste contexto, a simplificação de processos, a automatização e a inteligência artificial assumem um papel central na construção de experiências mais consistentes e eficientes. Em entrevista à Executive Digest, Luísa Pestana, administradora da Vodafone Portugal responsável pela Transformação Comercial e Operações, e João Teixeira, CIO da Vodafone Portugal, explicam como o projecto OneX está a transformar a operação da empresa, os desafios ultrapassados e o impacto estratégico desta nova base tecnológica para o futuro da organização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num sector em que os clientes são cada vez mais exigentes em termos de rapidez e consistência, que desafios operacioCarranchonais foram identificados pela Vodafone Portugal para justificar o arranque do projecto OneX?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luísa Pestana (LP):</strong> A Vodafone sempre foi conhecida por inovar e por ter o cliente no centro de tudo o que faz. O OneX é uma sequência natural dessa estratégia. Repare que hoje o cliente procura ter a mesma experiência em todos os canais de contacto com as empresas, e quer jornadas simples e muito rápidas. Nesta senda de evolução, adaptámo-nos proactivamente a estas exigências. E preparámos as novas jornadas com mecanismos mais avançados, para uma transformação que integra a inteligência artificial com componentes como a mesmo de sempre: servir o cliente da forma mais eficaz e rápida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>João Teixeira (JT):</strong> Essa transformação de que a Luísa fala exige que a arquitetura dos sistemas vá, por assim dizer, “de braço dado” com esta mudança. E temos de a projetar para acomodar futuras evoluções que sejam necessárias, de forma a não ficar limitada no futuro &#8211; por exemplo, em termos de segurança ou proteção de dados. No fundo, passamos de ter sistemas monolíticos para ter sistemas modulares. Ou seja, sistemas em que se vai construindo em blocos, com as funcionalidades pretendidas a cada momento e integrando o que faz mais sentido para o serviço que queremos prestar aos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O OneX é apresentado como uma plataforma única para consolidar canais, processos e lógica de negócio. Que transformação está em causa relativamente ao modelo anterior?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> Hoje o negócio – com um cliente mais informado e mais exigente na relação com as empresas &#8211; requer uma capacidade de resposta diferente, e isso exige de todos uma flexibilidade acrescida. Este modelo que estamos a implementar na Vodafone é mais flexível e ágil, tem uma componente digital muito mais visível e que permite uniformizar os padrões nas transacções comerciais e de serviço, quer seja em canais assistidos ou não assistidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando se fala em uniformizar a experiência entre canais digitais e assistidos, quais eram os principais pontos de fricção que a Vodafone procurava resolver?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> Os principais pontos de fricção estavam na descontinuidade da experiência entre os vários canais de contacto da Vodafone com o cliente. Um mesmo processo podia implicar jornadas diferentes e sistemas distintos e, muitas vezes, obrigava a repetir operações quando havia vários canais envolvidos. Ao consolidar sistemas e uniformizar a lógica de execução, o OneX está a garantir que a jornada é contínua e consistente, independentemente do canal que o cliente usa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os ganhos operacionais anunciados são significativos, desde a redução dos tempos de jornada comercial até à diminuição de erros operacionais. Que impacto prático têm estes resultados no dia-a-dia da operação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> O impacto é muito directo, sobretudo na dinâmica diária das equipas. Quando reduzimos os tempos de jornada para poucos minutos, aumentamos significativamente a capacidade de atendimento e melhoramos o tempo de resposta ao cliente. Ao mesmo tempo, reduzindo erros e a repetição de operações dá-nos maior fiabilidade e ficamos menos dependentes de correcções posteriores. O ganho final é claro: mais optimização operacional e maior consistência na execução das actividades comerciais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O OneX foi desenvolvido pela Celfocus para responder a desafios concretos da operação da Vodafone. O que pesou na escolha deste parceiro tecnológico para um projecto desta dimensão?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> A escolha da Celfocus esteve alinhada com a necessidade de endereçar um problema estrutural e não apenas tecnológico. A experiência da Celfocus em contextos de elevada complexidade e a sua abordagem orientada à simplificação foram determinantes. O projecto exigia capacidade de consolidar sistemas, eliminar redundâncias e desenhar uma arquitectura única com impacto mensurável no negócio. A cocriação entre as equipas da Celfocus e da Vodafone permitiu garantir que a solução respondia concretamente às necessidades da operação e não apenas a um exercício tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num programa com esta complexidade, que implicou transformação operacional e integração tecnológica, quais foram os maiores desafios do processo de implementação e que papel teve a Celfocus na sua superação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> O principal desafio passou por simplificar a base instalada, acumulada ao longo do tempo, sem comprometer a continuidade da operação. Isto implicou integrar sistemas, alinhar processos e redesenhar a forma como a organização executa as suas actividades. A Celfocus teve um papel central na estruturação desta transição, assegurando a convergência tecnológica e operacional e garantindo que a simplificação se traduzia em ganhos reais, e não ape- nas conceptuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Este tipo de transformação exige também adesão interna. Como foi gerida a adopção do OneX pelas equipas comerciais, de atendimento e outros utilizadores da organização?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> Sejamos claros: sem adesão interna, não há transformação que se faça. Para colocar o OneX em marcha tivemos de evangelizar para a mudança, fazer o onboarding das equipas comerciais e envolver as equipas que iam beneficiar da transformação. Verdadeira transformação exige aculturação, exige tornar claros os benefícios que gera para o negócio. E tem de ser feita ao mesmo tempo que a organização continua em funcionamento, porque o negócio não para. No final do dia, não é só de alteração tecnológica que falamos: a transformação impacta de forma transversal na organização e na experiência do cliente, que é muito importante para o negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A automatização surge como um dos pilares do projecto. Até que ponto esta evolução permite libertar as equipas para tarefas de maior valor acrescentado?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> A automatização e introdução de agentes de inteligência artificial têm um impacto estrutural na forma como o trabalho é distribuído. Ao automatizar até 90% dos processos, reduz-se significativamente a carga de tarefas repetitivas e operacionais. Isso permite às equipas focarem-se em actividades que exigem maior intervenção humana, como a interacção com o cliente, a personalização da oferta e a componente comercial, onde conseguem acrescentar mais valor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O OneX parece ir além de uma simples modernização tecnológica, tocando directamente a estratégia operacional da Vodafone Portugal. Em que medida este projecto mudou a forma como a organização pensa a gestão da experiência de cliente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> O OneX levou-nos a pensar a experiência do cliente de uma forma ainda mais integrada. Partimos da análise das necessidades actuais do cliente e do que ele procura quando interage com a Vodafone, seja em jornadas comerciais ou de serviço. E mobilizámos a organização para, com base nesses resultados, operar sobre uma base única. Dessa forma, a Vodafone passou a focar-se totalmente em garantir que toda e qualquer experiência do cliente é pensada de forma transversal para ser consistente em todos os canais com que ele possa vir a interagir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O facto de o OneX poder ser replicado noutros mercados do grupo Vodafone significa que este projecto vai além de uma necessidade local? Que significado estratégico tem isso para a organização?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> Esse carácter replicável do OneX que refere demonstra, de facto, que o projecto foi pensado desde o início como um activo estratégico e não apenas como uma solução local. Ao permitir a adaptação a outros mercados, criou-se uma base comum que pode ser escalada dentro do grupo Vodafone, acelerando processos de transformação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num mercado onde o time-to-market é cada vez mais crítico, que vantagens competitivas existem em ter uma arquitectura mais simples e uma base tecnológica mais flexível?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> Uma arquitectura simplificada reduz a dependência de sistemas legados e a complexidade técnica associada a alterações. Isso permite introduzir novos serviços, adaptar ofertas ou implementar mudanças com menor esforço e maior rapidez. Numa indústria onde o tempo de resposta é decisivo, esta agilidade na execução é uma mais-valia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O OneX criou uma nova base operacional para a Vodafone. Que oportunidades abre agora esta transformação em termos de inovação, novos serviços ou evolução da experiência de cliente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> Com uma base única e reutilizável, a Vodafone passa a ter condições para evoluir de forma contínua sem reintroduzir complexidade. A capacidade de reaproveitar componentes acelera o desenvolvimento de novos serviços e permite uma evolução mais consistente da experiência de cliente. A evolução natural será fazer uma transição das jornadas comerciais para jornadas de serviço, ainda mais próximas das necessidades dos clientes, tirando partido, a um nível ainda mais expressivo, das potencialidades da inteligên- cia artificial.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/celfocus-o-futuro-da-operacao-passa-por-uma-base-unica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781524]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>XLVIII BARÓMETRO: Pedro Carvalho, Generali Tranquilidade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/xlviii-barometro-pedro-carvalho-catolica-porto-business-school/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/xlviii-barometro-pedro-carvalho-catolica-porto-business-school/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780655</guid>

					<description><![CDATA[A análise de Pedro Carvalho, CEO da Generali Tranquilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de Pedro Carvalho, CEO da Generali Tranquilidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Num contexto ainda marcado pela incerteza decorrente do contexto externo, os resultados revelam um tecido empresarial globalmente resiliente, com as empresas a anteciparem crescimento e níveis de investimento superiores ao inicialmente previsto. Nas prioridades estratégicas, a inteligência artificial, associada à digitalização, é a segunda mais referida, mas ainda a uma distância significativa da primeira. Ainda assim, mais de metade dos empresários reporta ganhos de produtividade nulos ou inferiores a 5% decorrentes da IA. Este desfasamento sugere que a IA está presente na agenda estratégica da generalidade das empresas portuguesas, mas não se destaca ainda como uma aposta prioritária e de ganhos imediatos. Simultaneamente, antecipa-se uma pressão moderada sobre os custos, sobretudo nos setores da energia e da logística, no entanto, a perceção sobre o grau de preparação estrutural do país mantém-se cautelosa (41% considera-a insuficiente), o que pode indiciar vulnerabilidades na capacidade de adaptação ao contexto atual de incerteza e volatilidade, bem como um risco de desaceleração do investimento e do crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">No que respeita à atuação do Governo, a desburocratização destaca-se como prioridade evidente, refletindo a necessidade estrutural de maior eficiência e previsibilidade. A carga fiscal mantém relevância, mas com menor centralidade, o que sugere uma valorização crescente da estabilidade do sistema e da qualidade institucional, nomeadamente a nível da justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Em síntese, os dados revelam um tecido empresarial mais confiante e focado na execução, mas ainda com um otimismo moderado atendendo ao atual contexto internacional e posicionamento económico-estrutural português.”</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Junho (nº. 243) da Executive Digest, no âmbito da XLVIII edição do seu Barómetro</em>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/xlviii-barometro-pedro-carvalho-catolica-porto-business-school/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780655]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nova SBE, BPI e Fundação &#8220;la Caixa&#8221; lançam nova edição de programa que liga gestores ao setor social</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nova-sbe-bpi-e-fundacao-la-caixa-lancam-nova-edicao-de-programa-que-liga-gestores-ao-setor-social/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nova-sbe-bpi-e-fundacao-la-caixa-lancam-nova-edicao-de-programa-que-liga-gestores-ao-setor-social/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BPI]]></category>
		<category><![CDATA[gestores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nova SBE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791767</guid>

					<description><![CDATA[A Nova SBE, o BPI e a Fundação "la Caixa" vão lançar, em outubro, a 13.ª edição do programa Liderança Social para Gestores, uma iniciativa que desafia executivos com mais de 15 anos de experiência a colaborar diretamente com organizações da economia social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nova SBE, o BPI e a Fundação &#8220;la Caixa&#8221; vão lançar, em outubro, a 13.ª edição do programa Liderança Social para Gestores, uma iniciativa que desafia executivos com mais de 15 anos de experiência a colaborar diretamente com organizações da economia social.</p>
<p>Desenvolvido no âmbito da Iniciativa para a Equidade Social, o programa procura reforçar a capacidade estratégica das organizações sociais através da criação de conselhos consultivos compostos por gestores experientes. O objetivo passa por aproximar o setor empresarial da economia social, promovendo a partilha de conhecimento e a capacitação das instituições.</p>
<p>A edição de 2026 mantém o formato intensivo de três dias e meio de formação presencial, organizado em três etapas — <em>Learn, Apply</em> e <em>Engage</em>. Para além da componente formativa, os participantes são convidados a integrar Conselhos Consultivos e a acompanhar as organizações sociais de forma continuada, incentivando relações de longo prazo.</p>
<p>Desde a sua criação, o programa já envolveu mais de 270 participantes ao longo de 12 edições. Destes, cerca de 150 continuam ligados a organizações sociais, quer através dos Conselhos Consultivos, quer em processos de mentoria.</p>
<p>Uma das novidades da próxima edição é a criação de oito bolsas, no valor de mil euros cada, destinadas a profissionais do distrito de Setúbal. A iniciativa pretende incentivar a participação de talento local e reforçar o impacto do programa na região, promovendo uma colaboração mais próxima entre gestores e organizações sociais do território.</p>
<p>Para Miguel Pina e Cunha, diretor académico do programa, a iniciativa aproxima dois setores que têm benefícios mútuos a retirar desta colaboração. &#8220;Ao colocar gestores experientes ao serviço de quem trabalha todos os dias para causas sociais, criamos uma troca de conhecimento que fortalece as instituições e, ao mesmo tempo, transforma a forma como estes profissionais olham para a liderança&#8221;, afirma.</p>
<p>Também Célia Crato, participante e conselheira do programa, destaca o impacto da experiência, considerando que a participação foi &#8220;transformadora&#8221; e reforçou a convicção de que liderar passa por servir os outros e contribuir para uma sociedade melhor.</p>
<p>Já Rita Diniz, gestora do programa, sublinha que a iniciativa continua a criar ligações entre organizações sociais e profissionais do setor privado que dificilmente aconteceriam de outra forma. Segundo a responsável, esta partilha permite às instituições sociais reforçarem as suas competências de gestão, enquanto os gestores regressam às suas organizações com uma visão mais abrangente sobre liderança e impacto social.</p>
<p>Este ano, o programa reforça a aposta no distrito de Setúbal, através da atribuição de bolsas destinadas a profissionais da região.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nova-sbe-bpi-e-fundacao-la-caixa-lancam-nova-edicao-de-programa-que-liga-gestores-ao-setor-social/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791767]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Luís Neves mantém silêncio e resiste à pressão: Montenegro continua a defender ministro da Administração Interna</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/luis-neves-mantem-silencio-e-resiste-a-pressao-montenegro-continua-a-defender-ministro-da-administracao-interna/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/luis-neves-mantem-silencio-e-resiste-a-pressao-montenegro-continua-a-defender-ministro-da-administracao-interna/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791751</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, continua sem responder publicamente às mais recentes notícias relacionadas com a sua ligação ao empresário da construção civil João Santos Carvalho e às alegadas irregularidades em obras realizadas numa propriedade sua, no concelho de Odemira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, continua sem responder publicamente às mais recentes notícias relacionadas com a sua ligação ao empresário da construção civil João Santos Carvalho e às alegadas irregularidades em obras realizadas numa propriedade sua, no concelho de Odemira. Apesar da crescente pressão política e mediática, o governante mantém a confiança do primeiro-ministro, Luís Montenegro, que já garantiu publicamente confiar &#8220;plenamente&#8221; no ministro e não dá sinais de estar disposto a afastá-lo do Executivo, mesmo perante as sucessivas exigências da oposição para a sua demissão.</p>
<p>Segundo avança esta terça-feira o <a href="https://www.dn.pt/pol%C3%ADtica/lus-neves-mantm-silncio-e-conta-que-montenegro-fique-surdo-s-presses" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias (DN)</a>, Luís Neves aposta no silêncio como estratégia para enfrentar a polémica, contando que o apoio de Luís Montenegro seja suficiente para resistir às críticas. O ministro nega ter favorecido João Santos Carvalho, que assume ser seu amigo, na adjudicação de contratos públicos quando liderava a Polícia Judiciária, e rejeita igualmente qualquer irregularidade relacionada com as obras na sua propriedade. Paralelamente, enfrenta ainda um inquérito interno instaurado pela atual direção nacional da Polícia Judiciária para esclarecer as circunstâncias em que um atrelado apreendido numa operação de combate ao tráfico de droga acabou nas instalações da empresa Construbarcelos, pertencente ao empresário.</p>
<p>A pressão política tem sido liderada por André Ventura, que voltou a exigir a saída de Luís Neves do Governo. Depois de ter enviado uma carta ao primeiro-ministro a defender que o ministro não reúne condições para permanecer em funções, o líder do Chega reiterou as críticas numa conferência de imprensa, acusando o governante de estar envolvido em &#8220;suspeitas de atividades ilícitas e criminais, eticamente reprováveis e criminalmente relevantes, e de flagrante abuso de autoridade&#8221;. Ventura apelou igualmente ao Presidente da República, António José Seguro, para que intervenha junto do Governo, sustentando que Luís Neves deveria seguir o exemplo de Miguel Macedo, antigo ministro da Administração Interna que se demitiu durante o caso dos vistos gold, apesar de mais tarde ter sido ilibado pela Justiça. Ainda assim, o DN considera improvável que o chefe de Estado pressione Luís Montenegro a afastar qualquer membro do Executivo, recordando que o primeiro-ministro tem demonstrado uma postura consistente de apoio aos seus ministros quando enfrentam situações politicamente delicadas.</p>
<p>Embora mantenha o respaldo do líder do Governo, Luís Neves começa também a enfrentar críticas dentro do próprio PSD. O conselheiro nacional social-democrata Vitório Rosário Cardoso apelou, através das redes sociais, a um maior escrutínio sobre pessoas próximas do ministro, defendendo que o partido deve impedir qualquer tentativa de captura do Estado por interesses particulares. O dirigente, associado ao setor mais conservador do PSD, criticou ainda a nomeação de pessoas consideradas próximas de Luís Neves para cargos na Administração Interna e voltou a recordar posições anteriores em que desafiava o atual ministro a filiar-se no PSD, afirmando que tal nunca aconteceria devido à sua alegada &#8220;verticalidade socialista&#8221;. Estas declarações contrastam com a solidariedade que vários dirigentes sociais-democratas têm demonstrado relativamente a outros ministros, como Fernando Alexandre, na sequência da polémica dos exames nacionais.</p>
<p>A controvérsia em torno de Luís Neves intensificou-se ao longo das últimas semanas. A 10 de julho, o semanário Nascer do Sol revelou a relação pessoal e profissional entre o ministro e João Santos Carvalho, referindo que a Polícia Judiciária adjudicou contratos no valor de cerca de 1,9 milhões de euros à Construbarcelos durante o período em que Luís Neves dirigia aquela força policial. Dois dias depois, em entrevista à TVI, o ministro garantiu que as obras na sua propriedade se limitavam a intervenções de pequena dimensão, estimando um custo entre 20 e 30 mil euros e assegurando que os trabalhos foram devidamente pagos. No entanto, novas reportagens colocaram em causa esses valores e revelaram que a piscina existente no imóvel não teria o respetivo licenciamento municipal. A situação agravou-se novamente a 17 de julho, quando o Nascer do Sol noticiou que um atrelado apreendido pela Polícia Judiciária numa operação antidroga foi encontrado nas instalações da empresa de João Santos Carvalho, facto que motivou a abertura de um inquérito interno e aumentou a pressão política sobre o ministro, que continua, para já, a contar com o apoio inequívoco de Luís Montenegro.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/luis-neves-mantem-silencio-e-resiste-a-pressao-montenegro-continua-a-defender-ministro-da-administracao-interna/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791751]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: Júri Nacional dá instruções às escolas para notificarem erros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-juri-nacional-da-instrucoes-as-escolas-para-notificarem-erros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/exames-juri-nacional-da-instrucoes-as-escolas-para-notificarem-erros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791766</guid>

					<description><![CDATA[O Júri Nacional de Exames (JNE) avisou hoje as direções escolares que devem notificar erros de digitalização das provas no sistema, para que sejam corrigidos, com novos prazos para reapreciação das notas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Júri Nacional de Exames (JNE) avisou hoje as direções escolares que devem notificar erros de digitalização das provas no sistema, para que sejam corrigidos, com novos prazos para reapreciação das notas.</p>
<p>&#8220;Tendo sido detetadas desconformidades em digitalizações de exames nacionais do ensino secundário, foi adotado um procedimento específico para a correção das mesmas, através da plataforma criada para o envio aos alunos e encarregados de educação das provas digitalizadas&#8221;, referiu o presidente do JNE, numa comunicação enviada aos diretores de escolas a que a Lusa teve acesso.</p>
<p>Nos casos em que a &#8220;digitalização da prova que lhe foi enviada não corresponde à prova de exame realizada, na totalidade ou em parte&#8221;, os alunos e encarregados de educação têm dois dias apara &#8220;requerer, junto dos serviços de administração escolar da escola onde foram afixados os resultados, a correção da informação em falta no ficheiro disponibilizado&#8221;.</p>
<p>Depois, a &#8220;escola deve aceder à plataforma de disponibilização das provas em formato digital, localizar a prova e clicar no botão &#8216;Erro de digitalização&#8217;, o que permite reportar um problema de digitalização da prova&#8221;, cabendo depois ao JNE a verificação do problema.</p>
<p>&#8220;Depois de corrigida, a escola é informada via agrupamento&#8221; e o aluno ou encarregado de educação recebem &#8220;o ficheiro corrigido (prova reconstruída)&#8221;, dispondo &#8220;dos dois dias úteis seguintes para, se assim o entender, solicitar a reapreciação&#8221; da nota.</p>
<p>Na mensagem, o JNE/EduQA (Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação) &#8220;agradece a colaboração das direções e dos serviços administrativos das escolas e apresenta as suas desculpas aos alunos afetados por desconformidades no processo de digitalização&#8221;.</p>
<p>Pela primeira vez este ano, os cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital, mas o processo registou várias falhas.</p>
<p>As pautas dos exames nacionais começaram a ser afixadas apenas na sexta-feira à noite, mas inicialmente sem todas as classificações, devido a falhas identificadas pelo JNE.</p>
<p>As classificações em falta chegaram às escolas durante o fim de semana, mas, na segunda-feira, milhares de alunos ainda viram corrigidas as notas inicialmente atribuídas a Física e Química e a Geografia, por erros na avaliação de itens da prova.</p>
<p>Apesar dos problemas reconhecidos pelo ministro Fernando Alexandre, o Governo manteve os calendários do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que termina a 06 de agosto, bem como os da segunda fase dos exames.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/exames-juri-nacional-da-instrucoes-as-escolas-para-notificarem-erros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791766]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
