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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Como uma estação polar, 14 cientistas e uma colónia de pinguins entraram na estratégia de guerra da Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[A milhares de quilómetros da guerra, entre glaciares, pinguins e montanhas geladas, a Ucrânia mantém uma frente improvável contra a Rússia: a sua base científica na Antártida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A milhares de quilómetros da guerra, entre glaciares, pinguins e montanhas geladas, a Ucrânia mantém uma frente improvável contra a Rússia: a sua base científica na Antártida. A estação Vernadsky, situada na Península Antártica, tornou-se mais do que um posto de investigação: para Kiev, é também uma forma de garantir voz num dos fóruns internacionais onde Moscovo continua a ter influência, apontou o &#8216;POLITICO&#8217;.</p>
<p>À frente da equipa está Anzhelika Hanchuk, meteorologista ucraniana que lidera um grupo de 14 pessoas na base. Mesmo isolada no extremo sul do planeta, continua ligada à guerra. No telemóvel, mantém ativa a aplicação que alerta para ataques aéreos sobre Kiev. Quando há notificações de mísseis russos, a distância desaparece.</p>
<p>“Parar a base durante um ano e tentar recomeçar depois é simplesmente impossível”, afirma Hanchuk. “Parar a base por um ano significaria perdê-la para sempre.”</p>
<p>A frase resume a importância estratégica atribuída por Kiev à presença polar. Para um país em guerra, manter uma base na Antártida pode parecer secundário. Mas as autoridades ucranianas veem a presença em Vernadsky como uma plataforma científica, diplomática e geopolítica.</p>
<p><strong>Uma base que garante lugar à mesa</strong></p>
<p>A estação Vernadsky assegura à Ucrânia um lugar no sistema de governação da Antártida, regulado pelo Tratado da Antártida e decidido por consenso entre os países com estatuto consultivo.</p>
<p>Esse estatuto é crucial. Permite à Ucrânia participar nas decisões sobre o futuro do continente gelado, desde a proteção ambiental à pesca de krill, passando pelo turismo polar e pela eventual exploração de recursos.</p>
<p>Em fevereiro, o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sybiha, aprovou uma nova estratégia polar de longo prazo. O documento classifica a presença ucraniana na Antártida, no Ártico e no Oceano Mundial como uma questão de “importância estratégica e geopolítica”.</p>
<p>Para Kiev, estar presente nestes fóruns ajuda a reforçar a segurança nacional, a projetar o país no plano internacional e a contrariar a política agressiva da Rússia.</p>
<p>É também uma forma de lembrar, em todos os espaços diplomáticos possíveis, que a guerra continua.</p>
<p><strong>A guerra entrou no Tratado da Antártida</strong></p>
<p>A próxima reunião dos países com poder de decisão no Tratado da Antártida realiza-se em Hiroshima, no Japão, a partir de 11 de maio. Em teoria, estará em causa a gestão de um continente dedicado à ciência e à cooperação pacífica.</p>
<p>Na prática, a guerra na Ucrânia contaminou também este organismo internacional.</p>
<p>Desde a invasão russa de 2022, as divisões tornaram-se mais visíveis. De um lado estão os países ocidentais que apoiam Kiev. Do outro, a Rússia, muitas vezes alinhada com a China em matérias como restrições ambientais, proteção de espécies ou limites à atividade humana no continente.</p>
<p>A Ucrânia tem usado estes encontros para denunciar a agressão russa e para tentar travar a influência de Moscovo. Para Evgen Dykyi, diretor do Centro Científico Nacional Antártico da Ucrânia, um Estado que viola o direito internacional e a Carta das Nações Unidas dificilmente poderá ser visto como um parceiro fiável no quadro do Tratado da Antártida.</p>
<p>O próprio centro que dirige, em Kiev, foi atingido por um míssil russo em 2022.</p>
<p><strong>A herança soviética e a compra simbólica por uma libra</strong></p>
<p>A ligação da Ucrânia à Antártida nasceu depois do colapso da União Soviética. Quando a URSS se desfez, as 12 estações soviéticas no continente passaram para controlo russo, deixando os cientistas ucranianos sem base própria.</p>
<p>A oportunidade surgiu quando o Reino Unido decidiu transferir a antiga estação Faraday, na ilha Galindez, cerca de 1.200 quilómetros a sul da Argentina.</p>
<p>Em 1996, a Ucrânia comprou a estação por uma libra simbólica e deu-lhe o nome de Vernadsky, em homenagem ao mineralogista ucraniano que foi o primeiro presidente da Academia Nacional de Ciências da Ucrânia.</p>
<p>A condição britânica era clara: Kiev teria de continuar os estudos atmosféricos iniciados em 1947, fundamentais para acompanhar as alterações climáticas numa das regiões do planeta que mais rapidamente aquece.</p>
<p>Oito anos depois, a Ucrânia conquistou estatuto consultivo no Tratado da Antártida.</p>
<p><strong>Quando a invasão começou, a missão continuou</strong></p>
<p>A atual dimensão simbólica da base intensificou-se com a invasão russa de fevereiro de 2022.</p>
<p>Nessa altura, Hanchuk preparava-se para viajar para o Chile, de onde seguiria para a Antártida. A guerra começou quando o navio polar ucraniano &#8216;Noosfera&#8217; estava a caminho da estação Vernadsky.</p>
<p>A equipa teve de improvisar. Com os aeroportos ucranianos encerrados, os cientistas viajaram de autocarro para a Polónia. O programa antártico polaco acolheu-os e ajudou-os com material. Dez dias depois da invasão, voaram de Varsóvia para Punta Arenas, no Chile, onde embarcaram rumo à base.</p>
<p>A decisão de seguir viagem não foi simples. Havia receio de que o Estado ucraniano deixasse de existir ou de que ninguém pudesse recolher a equipa anterior, que já estava há um ano em Vernadsky.</p>
<p>Ainda assim, a missão avançou.</p>
<p>A &#8216;POLITICO&#8217; descreve essa presença como uma forma invulgar de esforço de guerra: não com armas, mas com continuidade científica, diplomacia e resistência institucional.</p>
<p><strong>Ciência como poder suave</strong></p>
<p>Desde 2022, a base Vernadsky tornou-se também uma ferramenta de alianças.</p>
<p>Países que evitam tomar posição aberta na guerra, como o México ou a Colômbia, colaboram com cientistas ucranianos em projetos de investigação polar. Kiev oferece alojamento e apoio logístico a investigadores estrangeiros, reforçando a imagem de parceiro útil e não apenas de país vítima.</p>
<p>“Queremos ser um parceiro, não apenas uma vítima”, resume Olena Marushevska, porta-voz do programa antártico ucraniano.</p>
<p>O navio &#8216;Noosfera&#8217;, que não regressa a Odessa desde janeiro de 2022, também ganhou valor diplomático. Entre viagens à estação Vernadsky, fica atracado na África do Sul e é usado para transportar equipas de outros países para uma região onde as opções logísticas são limitadas.</p>
<p>Essa cooperação dá à Ucrânia presença, influência e receitas adicionais para manter o programa a funcionar.</p>
<p><strong>Cientistas que se tornaram soldados</strong></p>
<p>A guerra também chegou diretamente às equipas polares ucranianas.</p>
<p>Desde a invasão russa, 32 cientistas e funcionários ligados ao programa antártico, conhecidos informalmente como “pinguins militares”, juntaram-se ao exército ucraniano. Oito ficaram gravemente feridos.</p>
<p>Um deles, Yuriy Lyshenko, eletricista diesel com várias missões em Vernadsky, sofreu a amputação parcial de uma perna após uma explosão de mina em 2024. No ano seguinte, regressou à Antártida com uma prótese para a sua quinta missão.</p>
<p>Na base, a guerra está sempre presente. A internet, antes instável, tornou-se mais fiável graças à Starlink. Os membros da expedição acompanham alertas de ataques aéreos, notícias sobre familiares e relatos do conflito em tempo real.</p>
<p>Hanchuk conta que, quando ouve o estrondo de uma avalanche ou de um glaciar a partir-se, o corpo reage como se estivesse de novo em Kiev, a ouvir mísseis.</p>
<p>“O cérebro sabe que é uma avalanche. Mas o corpo reage a outro som”, diz.</p>
<p><strong>Rússia, recursos e bloqueios</strong></p>
<p>A Antártida deveria ser um espaço dedicado à ciência e livre de disputas militares. O Tratado de 1959 determina que o continente seja usado apenas para fins pacíficos e congela reivindicações territoriais.</p>
<p>Mas a realidade é mais complexa. Especialistas ouvidos pela &#8216;POLITICO&#8217; sublinham que ciência e geopolítica sempre caminharam lado a lado na Antártida.</p>
<p>Antes da invasão da Ucrânia, a Rússia já era apontada por atividades de prospeção de petróleo, gás e metais preciosos ao largo da costa antártica. A exploração de recursos está proibida pelo protocolo ambiental do Tratado da Antártida, pelo menos até 2048.</p>
<p>Depois de 2022, os países ocidentais passaram a criticar Moscovo de forma mais aberta. Em 2024, a administração Biden sancionou o navio russo &#8216;Alexandr Karpinsky&#8217;, ligado à empresa estatal Rosgeo, por alegada exploração e prospeção mineral.</p>
<p>Com o regresso de Donald Trump à Casa Branca, porém, os Estados Unidos afastaram-se das sessões informais do grupo Amigos da Ucrânia, que antes tinham ajudado a reunir à margem das reuniões do Tratado da Antártida.</p>
<p>O Departamento de Estado americano defendeu que as organizações internacionais devem concentrar-se nos seus mandatos técnicos e evitar a politização, incluindo tentativas de levar a guerra da Ucrânia para reuniões antárticas.</p>
<p><strong>O primeiro “prisioneiro político da Antártida”</strong></p>
<p>Com o sistema de governação cada vez mais bloqueado, Kiev chega à reunião de Hiroshima com poucas expectativas de avanços práticos.</p>
<p>Uma das prioridades será chamar a atenção para Leonid Pshenichnov, biólogo marinho ucraniano de 70 anos, detido pela Rússia na Crimeia ocupada.</p>
<p>Pshenichnov participava há duas décadas na delegação ucraniana ao comité de proteção marinha da Antártida. As autoridades russas acusam-no de alta traição, alegando que a sua defesa de novas áreas marinhas protegidas prejudicava as operações russas de pesca de krill no Oceano Austral.</p>
<p>A Ucrânia considera-o o primeiro preso político ligado à governação antártica.</p>
<p>Mesmo que não consiga desbloquear decisões, Kiev considera essencial manter o tema na agenda. Para as autoridades ucranianas, deixar a cadeira vazia seria dar espaço à Rússia para impor a sua narrativa e os seus interesses.</p>
<p><strong>A voz de Kiev no fim do mundo</strong></p>
<p>Na base Vernadsky, os 14 ucranianos preparam-se para meses de isolamento, com o fim da época turística e a chegada da escuridão quase permanente do inverno antártico.</p>
<p>À porta da estação, um letreiro azul e amarelo aponta para várias cidades ucranianas: Kiev fica a 15.168 quilómetros, Kharkiv a 15.375 e Lviv a 14.840.</p>
<p>A distância é imensa, mas para Hanchuk a presença ali continua a fazer sentido. Garante a continuidade da ciência ucraniana, mantém viva uma rede diplomática e assegura que o país tem palavra num continente governado por consenso.</p>
<p>“Dá-nos o direito de ter a nossa voz ali”, afirma.</p>
<p>Num país em guerra pela sobrevivência, até uma pequena base polar se tornou parte da resistência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760270]]></sapo:autor>
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		<title>Knower Hopitality: O luxo para além da estética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:35:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Knower Hospitaly]]></category>
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					<description><![CDATA[Na hotelaria de luxo, a excelência deixou de ser uma promessa. é uma responsabilidade diária, que se cumpre na execução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por: Andreia Costa, senior Business Manager da Knower Hospitality.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na hotelaria de luxo, a excelência deixou de ser uma promessa. é uma responsabilidade diária, que se cumpre na execução.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Durante anos, o luxo foi comunicado através da estética dos espaços, da exclusividade das experiências ou da assinatura de conceitos diferenciadores. Hoje, esses factores continuam a ser relevantes, mas já não são suficientes. O hóspede de luxo está mais informado, mais exigente e mais atento ao detalhe.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdadeira diferenciação está, cada vez mais, na capacidade de garantir consistência – todos os dias, em todos os pontos de contacto. É neste contexto que a operação assume um papel absolutamente crítico.</p>
<p style="text-align: justify;">A percepção de excelência constrói-se, muitas vezes, nos bastidores. No rigor com que um quarto é preparado, na precisão dos timings, na fluidez dos processos, na atenção ao detalhe que não pode falhar. É um trabalho silencioso, mas altamente estruturado, onde cada elemento contribui para uma experiência final que deve ser irrepreensível. O hóspede pode não ver a operação, mas sente-a na forma como tudo acontece sem fricção.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo do meu percurso em hotelaria, sobretudo em funções de liderança ligadas ao housekeeping, fui consolidando uma convicção muito clara: a qualidade do serviço não é circunstancial – é construída. Depende de método, de formação contínua, de cultura operacional e, acima de tudo, de equipas bem preparadas, alinhadas e comprometidas com padrões elevados. Mais tarde, também na área da docência, tive a oportunidade de reforçar esta visão, acompanhando de perto a evolução de um sector que exige, cada vez mais, especialização, rigor e capacidade de adaptação.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi precisamente desta experiência acumulada que nasceu a forma como encaro a Knower Hospitality.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que uma unidade de negócio, vejo-a como uma resposta estruturada às exigências reais da hotelaria contemporânea – especialmente no segmento de luxo, onde a margem de erro é muito reduzida. Num contexto marcado pela sazonalidade, pela escassez de recursos humanos, pela pressão sobre custos e pela necessidade de manter standards elevados, o outsourcing só cria verdadeiro valor quando deixa de ser visto como uma solução operacional de recurso e passa a assumir-se como uma extensão qualificada da própria unidade.</p>
<p style="text-align: justify;">É esse o posicionamento em que acreditamos na Knower Hospitality: um modelo especializado, profundamente alinhado com a realidade do sector, orientado para a excelência na execução e para a criação de valor sustentável nas operações hoteleiras. Um modelo que reconhece o housekeeping como uma função estratégica – não apenas operacional – e que entende a organização, a consistência e o detalhe como pilares fundamentais da experiência do hóspede.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque, no turismo de luxo, a excelência já não está apenas no que se mostra. Está, sobretudo, naquilo que se garante, todos os dias, com rigor, discrição e competência.</p>
<p style="text-align: justify;">E é exactamente nesse território – o da operação bem executada, da exigência permanente e da parceria com verdadeiro conhecimento do sector – que se define uma parte decisiva do futuro da hotelaria com a Knower Hospitality.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Abril  (n.º 241</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_753187]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>XLVII Barómetro: Teresa Brantuas, Allianz Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:32:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de Teresa Brantuas, CEO, Allianz Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de Teresa Brantuas, CEO, Allianz Portugal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As prioridades estratégicas identificadas para os restantes trimestres de 2026 reflectem uma mudança clara da agenda. A eficiência operacional e a redução de custos surgem como a principal prioridade, sinalizando que o foco das organizações está agora na protecção de margens e na sustentabilidade do desempenho num contexto mais exigente. A expansão de mercado e o crescimento económico mantêm‑se como eixos relevantes, mas de forma mais selectiva e pragmática, subordinados à capacidade de execução e ao retorno do capital investido. A ambição não desaparece, mas é calibrada por uma leitura mais realista do contexto macroeconómico e o geopolítico. A digitalização e a implementação de Inteligência Artificial assumem um papel estruturante enquanto alavancas de produtividade e eficiência, deixando o plano conceptual e passando a parte integrante da estratégia a curto prazo. O foco desloca‑se para a aplicação prática e para impactos mensuráveis no desempenho operacional. Em contraste, temas como sustentabilidade e retenção de talento surgem com menor peso directo na hierarquia imediata de prioridades, não por perda de relevância estratégica, mas porque são cada vez mais entendidos como dimensões transversais, integradas nas decisões de eficiência, crescimento e transformação tecnológica. O sucesso em 2026 dependerá menos de novas estratégias e mais da capacidade e rapidez na adaptação e resiliência das organizações.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Abril (nº. 241) da Executive Digest, no âmbito da XLVII edição do seu Barómetro</em>.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_750718]]></sapo:autor>
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		<title>Foram criadas 19.503 novas empresas desde o início do ano em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[constituições]]></category>
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		<category><![CDATA[insolvências]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre janeiro e abril de 2026 foram constituídas 19.503 novas empresas em Portugal, o que representa uma descida de 4,6% face ao mesmo período do ano passado (-944 constituições), segundo o Barómetro da Informa D&#038;B. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="141" data-end="528">Entre janeiro e abril de 2026 foram constituídas 19.503 novas empresas em Portugal, o que representa uma descida de 4,6% face ao mesmo período do ano passado (-944 constituições), segundo o Barómetro da Informa D&amp;B. Apesar de um arranque positivo em janeiro, os três meses seguintes registaram quebras sucessivas na criação de empresas.</p>
<p data-start="530" data-end="708">O comportamento negativo é transversal à maioria dos setores de atividade, com duas exceções: Construção e Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), que continuam a crescer.</p>
<p data-start="762" data-end="1049">O setor da Construção registou um aumento de 7,7% na criação de novas empresas (+203 constituições), consolidando uma trajetória de crescimento iniciada em 2020. O desempenho é sustentado pela procura de habitação e reabilitação urbana, bem como por oportunidades no mercado imobiliário.</p>
<p data-start="762" data-end="1049"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-760272" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/1.png" alt="" width="944" height="440" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/1.png 944w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/1-300x140.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/1-900x419.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/1-768x358.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/1-600x280.png 600w" sizes="(max-width: 944px) 100vw, 944px" /></p>
<p data-start="1051" data-end="1145">Já as TIC cresceram 8,4% (+112 constituições), com destaque para as atividades de informática.</p>
<p data-start="1202" data-end="1482">Na oposição, o setor da Agricultura e outros recursos naturais apresentou a maior descida, com uma quebra de 37% (-283 constituições). Dentro deste segmento, as atividades de agricultura e pecuária recuaram 42%, com impacto mais significativo nos distritos de Beja, Braga e Viseu.</p>
<p data-start="1484" data-end="1601">Também o Retalho (-13%; -226 constituições) e os Transportes (-15%; -217 constituições) registaram quedas relevantes.</p>
<h3 data-section-id="1okav0u" data-start="1603" data-end="1670">Encerramentos descem, mas há sinais de pressão em algumas áreas</h3>
<p data-start="1672" data-end="1813">Entre janeiro e abril de 2026 encerraram 3.736 empresas em Portugal, uma descida de 24% (-1.165 encerramentos) face ao mesmo período de 2025.</p>
<p data-start="1815" data-end="2036">No acumulado dos últimos 12 meses (maio de 2025 a abril de 2026), foram registados 14.298 encerramentos, menos 8,7% do que no período homólogo, refletindo uma tendência global de abrandamento das dissoluções empresariais.</p>
<p data-start="2038" data-end="2360">A descida foi transversal a quase todos os setores, com destaque para o Retalho (-16%; -342 encerramentos). Ainda assim, algumas atividades registaram aumentos expressivos, como o retalho não especializado por correspondência ou via internet (+228%; +114 encerramentos) e a fabricação de calçado (+37%; +33 encerramentos).</p>
<h3 data-section-id="fvh9dg" data-start="2362" data-end="2425">Insolvências sobem 7,8% e quebram tendência do ano anterior</h3>
<p data-start="2427" data-end="2627">Em sentido contrário ao ano passado, as insolvências voltaram a subir. Entre janeiro e abril de 2026 registaram-se 701 novos processos de insolvência, mais 7,8% (+51 casos) do que no período homólogo.</p>
<p data-start="2629" data-end="2813">O aumento foi mais expressivo na Construção (+28%; +20 insolvências) e nas Indústrias (+14%; +20 insolvências), com destaque para a indústria têxtil e da moda (+21%; +14 insolvências).</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760271]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Retomado interrogatório dos polícias detidos no caso da esquadra do Rato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:10:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os polícias detidos no âmbito dos casos de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, continuam hoje a falar em primeiro interrogatório e os advogados vão ver os vídeos que circulavam nos grupos de 'WhatsApp'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os polícias detidos no âmbito dos casos de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, continuam hoje a falar em primeiro interrogatório e os advogados vão ver os vídeos que circulavam nos grupos de &#8216;WhatsApp&#8217;.</P><br />
<P>A partir das 9:30, no Tribunal Central de Instrução Criminal, os advogados deverão ter acesso aos vídeos que mostram as agressões a várias vítimas, e que envolvem os detidos, dentro das esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto e cujos vídeos e fotografias eram partilhados em grupos de &#8216;WhatsApp&#8217; compostos por outros polícias, adiantou à Lusa fonte ligada ao processo. </P><br />
<P>O primeiro interrogatório dos 14 polícias detidos começou na quinta-feira, dia em que foram ouvidos apenas quatro polícias e hoje deverão continuar a falar, no Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa, os restantes 10 polícias, depois de os advogados terem acesso aos vídeos e fotografias partilhadas.</P><br />
<P>No total, foram detidos 15 polícias e um civil, segurança de um espaço noturno, tendo um dos polícias sido libertado logo depois da detenção, que aconteceu na terça-feira, e o civil libertado na quinta-feira, depois de o tribunal de instrução ter aceitado o pedido de &#8216;habeas corpus&#8217; por detenção ilegal. </P><br />
<P>Dos 15 polícias detidos, 14 são suspeitos de 19 crimes de tortura, além de outros que incluem ofensas à integridade física, abuso de poder e falsificação de documento em nove casos apontados pelo Ministério Público, referiu à Lusa fonte próxima do processo.</P><br />
<P>Um dos polícias não terá participado nas agressões, sendo suspeito dos crimes de tortura, abuso de poder e ofensas à integridade física por omissão, uma vez que terá assistido às agressões, e outro polícia é suspeito dos crimes de ofensas à integridade física, falsificação de documento, furto e violação de correspondência. </P><br />
<P>Com a detenção de 15 polícias &#8211; 13 agentes e dois chefes -, aumenta para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto, numa investigação denunciada pela PSP.</P><br />
<P>Na terça-feira, o Ministério Público e a PSP realizaram 30 buscas, domiciliárias e em esquadras, tendo sido detidos 15 polícias e um civil, num inquérito que investiga a eventual prática de crimes como &#8220;tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas&#8221;, segundo um comunicado sobre um inquérito tutelado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, relativo a factos ocorridos nas esquadras do Rato e do Bairro Alto.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760244]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador: Nova Lei do Lobby vai obrigar empresas a revelar contactos com o Estado. Advogadas esclarecem alterações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova Lei do Lobby entra em vigor a 27 de julho e promete mudar a relação entre empresas, consultoras, associações e decisores públicos em Portugal. Maria Raquel Moreira, Sócia, e Rita Travassos Pimentel, Associada Sénior, esclarecem todas as mudanças.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova Lei do Lobby entra em vigor a 27 de julho e promete mudar a relação entre empresas, consultoras, associações e decisores públicos em Portugal. Maria Raquel Moreira, Sócia, e Rita Travassos Pimentel, Associada Sénior, esclarecem todas as mudanças.</p>
<p>O novo regime, aprovado através da Lei n.º 5-A/2026, cria pela primeira vez um quadro legal para a representação legítima de interesses junto do Estado, impondo regras de transparência, registo obrigatório e novas restrições à atividade de lobbying.</p>
<p>O diploma cria o Registo de Transparência da Representação de Interesses (RTRI), que ficará sob gestão da Assembleia da República e será obrigatório para todas as entidades que pretendam influenciar políticas públicas, legislação, contratos públicos ou decisões administrativas. O registo será público, gratuito e de acesso aberto.</p>
<p>A nova legislação abrange contactos com um vasto conjunto de entidades públicas, incluindo Presidência da República, Assembleia da República, Governo, Banco de Portugal, reguladores, entidades administrativas independentes e administração local e regional.</p>
<p>Segundo o guia prático divulgado pela Cuatrecasas, passam a ser consideradas atividades de lobbying ações como reuniões com entidades públicas, envio de documentação e posições institucionais, organização de eventos ou participação em consultas legislativas e regulamentares.</p>
<p>As entidades registadas terão de fornecer informação detalhada ao RTRI, incluindo clientes representados, setores de atividade, rendimentos anuais associados à atividade de representação de interesses e eventuais apoios financeiros recebidos de entidades públicas ou instituições europeias.</p>
<p>A lei prevê ainda novas obrigações de transparência para o Estado. As entidades públicas passam a ter de divulgar trimestralmente as reuniões realizadas com representantes de interesses e identificar, no final de cada processo legislativo, todas as interações ocorridas durante a preparação das decisões, através do chamado “Mecanismo de Pegada Legislativa”.</p>
<p>Outra das novidades passa pelas incompatibilidades impostas a ex-governantes e titulares de cargos públicos. A lei determina que antigos membros do Governo, altos cargos públicos e elementos de gabinetes ministeriais ficam impedidos, durante três anos, de exercer lobbying junto das entidades onde desempenharam funções.</p>
<p>O incumprimento das regras poderá levar à suspensão do registo até dois anos, limitações de acesso institucional e exclusão de consultas públicas. Em casos mais graves, como exercício da atividade sem registo ou prestação de falsas informações, a situação poderá ser comunicada ao Ministério Público.</p>
<p>O guia da sociedade de advogados recomenda às empresas e organizações que iniciem desde já a adaptação ao novo regime, através da avaliação das suas atividades, preparação da informação necessária para registo e implementação de mecanismos internos de compliance e atualização de dados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760243]]></sapo:autor>
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		<title>&#8216;Montanha-russa&#8217; dos preços. Combustíveis voltam a baixar na próxima semana &#8211; sobretudo o gasóleo. Saiba quanto vai poupar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:48:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de segunda-feira, vai chegar a quarta queda nos preços nas últimas cinco semanas no caso do gasóleo e apenas a terceira na gasolina 95]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da subida expressiva registada <a href="https://executivedigest.sapo.pt/combustiveis-com-mais-uma-subida-de-precos-a-partir-de-hoje-veja-os-postos-mais-baratos-do-pais/">na última semana</a>, a partir de segunda-feira vai sentir um forte alívio na sua carteira, com previsão de descida dos preços dos combustíveis: de acordo com fontes do setor contactadas pela ‘Executive Digest’, “a orientação será para uma queda de até 8 cêntimos por litro no preço do gasóleo” e de “até 2 cêntimos por litro no preço da gasolina 95”.</p>
<p>Os postos de marca própria – que normalmente funcionam junto aos hipermercados – seguem a tendência dos postos de abastecimento ‘normais’ e reportam “uma descida de 0,0754 euros no gasóleo e de 0,0192 euros na gasolina 95”, adiantou outra fonte.</p>
<p>Assim, a partir de segunda-feira, vai chegar a quarta queda nos preços nas últimas cinco semanas no caso do gasóleo e apenas a terceira na gasolina 95. Recorde-se que desde o início do ano os condutores de carros diesel passaram de pagar 1,533 para os atuais 2,034 €/litro, ao passo que a gasolina 95 subiu de 1,661 para 1,944 €/litro. No entanto, essa diferença vai diluir-se um pouco mais no início da próxima semana. Veja como evoluiu o preço dos combustíveis nos dois períodos referidos:</p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/montanha-russa-dos-precos-combustiveis-voltam-a-baixar-fortemente-na-proxima-semana-saiba-quanto-vai-poupar/combustiveis-erse-1/" rel="attachment wp-att-760251"><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1.png" alt="" width="1249" height="554" class="alignnone size-full wp-image-760251" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1.png 1249w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1-300x133.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1-900x399.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1-768x341.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1-1200x532.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1-600x266.png 600w" sizes="(max-width: 1249px) 100vw, 1249px" /></a></p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/montanha-russa-dos-precos-combustiveis-voltam-a-baixar-fortemente-na-proxima-semana-saiba-quanto-vai-poupar/combustiveis-erse/" rel="attachment wp-att-760252"><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE.png" alt="" width="1214" height="535" class="alignnone size-full wp-image-760252" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE.png 1214w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-300x132.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-900x397.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-768x338.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1200x529.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-600x264.png 600w" sizes="(max-width: 1214px) 100vw, 1214px" /></a></p>
<p><strong>Portugal está em 7º lugar dos países da UE com preço da gasolina 95 mais cara</strong></p>
<p>No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal está no sétimo lugar entre os países com a gasolina simples 95 mais cara, 12,9 cêntimos acima da média europeia e 46,2 cêntimos acima do preço verificado em Espanha. Quanto ao gasóleo simples, o nosso país está na 9ª posição do preço mais caro, a 29,4 cêntimos do preço no país vizinho e mais 5,3 cêntimos da média europeia.</p>
<p>Os Países Baixos têm, de longe, o preço mais elevado do Velho Continente no que diz respeito à gasolina 95: 2,388 euros/litro. Também no caso do gasóleo são os campeões dos preços caros: 2,365 euros/litro.</p>
<p>Mesmo com a descida de preço previsto para a próxima segunda-feira, é possível poupar alguns euros se souber onde estão os postos mais baratos do país. Consulte a lista:</p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/montanha-russa-dos-precos-combustiveis-voltam-a-baixar-na-proxima-semana-sobretudo-o-gasoleo-saiba-quanto-vai-poupar/postos-combustiveis-gasoleo/" rel="attachment wp-att-760259"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustiveis-gasoleo.png" alt="" width="1024" height="613" class="alignnone size-full wp-image-760259" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustiveis-gasoleo.png 1024w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustiveis-gasoleo-300x180.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustiveis-gasoleo-752x450.png 752w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustiveis-gasoleo-768x460.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustiveis-gasoleo-600x359.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/montanha-russa-dos-precos-combustiveis-voltam-a-baixar-na-proxima-semana-sobretudo-o-gasoleo-saiba-quanto-vai-poupar/postos-combustivel-gasolina-95/" rel="attachment wp-att-760260"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustivel-gasolina-95.png" alt="" width="1030" height="542" class="alignnone size-full wp-image-760260" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustivel-gasolina-95.png 1030w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustivel-gasolina-95-300x158.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustivel-gasolina-95-855x450.png 855w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustivel-gasolina-95-768x404.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustivel-gasolina-95-600x316.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1030px) 100vw, 1030px" /></a></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760241]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Família real dos Emirados recebeu mais de 71 milhões em subsídios agrícolas da União Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[PAC]]></category>
		<category><![CDATA[União europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[PAC representa cerca de um terço do orçamento total da União Europeia e distribui aproximadamente 54 mil milhões de euros por ano para apoiar agricultores e zonas rurais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A família real que governa os Emirados Árabes Unidos beneficiou de mais de 71 milhões de euros em subsídios agrícolas da União Europeia destinados a explorações em Espanha, Itália e Roménia, avança o &#8216;Correio da Manhã&#8217;, citando uma investigação internacional conduzida pela organização DeSmog, em parceria com o espanhol &#8216;El Diario&#8217; e o romeno &#8216;G4Media&#8217;.</p>
<p>Em causa estão empresas e subsidiárias ligadas à dinastia Al Nahyan, que terão recebido dezenas de milhões de euros ao abrigo da Política Agrícola Comum entre 2019 e 2024.</p>
<p>A PAC representa cerca de um terço do orçamento total da União Europeia e distribui aproximadamente 54 mil milhões de euros por ano para apoiar agricultores e zonas rurais dos Estados-membros.</p>
<p>O caso está a reacender críticas à forma como estes apoios são atribuídos, uma vez que os pagamentos são calculados sobretudo com base na dimensão das terras agrícolas. Na prática, os maiores proprietários acabam por receber uma fatia desproporcional dos subsídios.</p>
<p><strong>Segunda família mais rica do mundo</strong></p>
<p>A família Al Nahyan, que lidera os Emirados Árabes Unidos, é considerada a segunda família mais rica do mundo, com uma fortuna estimada em mais de 320 mil milhões de dólares, cerca de 270 mil milhões de euros.</p>
<p>A riqueza da dinastia vem sobretudo das reservas petrolíferas do país. No topo da hierarquia está Sheikh Mohamed bin Zayed Al Nahyan, presidente dos Emirados Árabes Unidos e líder de Abu Dhabi.</p>
<p>Apesar dessa fortuna, empresas ligadas à família receberam milhões de euros em apoios europeus destinados à agricultura.</p>
<p>O maior montante identificado pela investigação foi atribuído à Agricost, empresa agrícola romena proprietária da maior exploração agrícola da União Europeia.</p>
<p>A empresa controla cerca de 57 mil hectares e recebeu, só em 2024, 10,5 milhões de euros em pagamentos diretos da PAC. O valor é mais de 1.600 vezes superior ao montante médio recebido por uma exploração agrícola europeia.</p>
<p><strong>Maior exploração agrícola da União Europeia</strong></p>
<p>A Agricost foi comprada em 2018 pelo grupo agrícola Al Dahra, ligado à família Al Nahyan, por cerca de 230 milhões de euros.</p>
<p>A operação deu ao grupo o controlo de uma das maiores áreas agrícolas da Europa e colocou a empresa entre as principais beneficiárias dos pagamentos diretos da Política Agrícola Comum.</p>
<p>Além da Roménia, a Al Dahra adquiriu várias empresas agrícolas em Espanha desde 2012. No total, controla mais de 8 mil hectares de terrenos agrícolas no país.</p>
<p>Essas propriedades espanholas receberam mais de 5 milhões de euros em subsídios europeus entre 2015 e 2024.</p>
<p>Em Itália, o fundo ADQ comprou, em 2022, a empresa frutícola Unifrutti, avaliada em cerca de 830 milhões de dólares, aproximadamente 700 milhões de euros.</p>
<p>As explorações italianas da empresa terão recebido pelo menos 186 mil euros em subsídios europeus nos três anos seguintes à aquisição.</p>
<p><strong>Investimento agrícola global</strong></p>
<p>Nos últimos 15 anos, os Emirados Árabes Unidos têm reforçado fortemente os investimentos agrícolas fora do país.</p>
<p>A expansão passou por África, América do Sul e Europa, numa estratégia que permite controlar terras agrícolas em várias regiões do mundo.</p>
<p>Atualmente, entidades ligadas aos Emirados controlam cerca de 960 mil hectares de terrenos agrícolas a nível global.</p>
<p>Este movimento está ligado à necessidade de garantir segurança alimentar num país com forte dependência externa e limitações naturais para produção agrícola em grande escala.</p>
<p>Mas a revelação dos apoios europeus pagos a empresas ligadas a uma das famílias mais ricas do mundo reacendeu o debate sobre a justiça na distribuição dos subsídios agrícolas da União Europeia.</p>
<p><strong>Críticas à distribuição da PAC</strong></p>
<p>A investigação citada pelo &#8216;Correio da Manhã&#8217; sublinha que o modelo atual da PAC favorece os maiores proprietários, por assentar sobretudo na dimensão das explorações agrícolas.</p>
<p>Segundo os dados referidos, apenas 0,5% dos maiores proprietários agrícolas da União Europeia captam atualmente 16% de todo o orçamento da Política Agrícola Comum.</p>
<p>Esta concentração de apoios tem sido criticada por agricultores de menor dimensão, organizações ambientais e defensores de uma distribuição mais equilibrada dos fundos europeus.</p>
<p>A Comissão Europeia apresentou, em julho de 2025, uma proposta de reforma da PAC para o período entre 2028 e 2034.</p>
<p>Entre as medidas previstas está a possibilidade de limitar os pagamentos diretos a 100 mil euros por agricultor e por ano.</p>
<p>Um porta-voz da Comissão Europeia defendeu que os apoios ao rendimento “devem ser mais bem direcionados”, incluindo através da redução e limitação dos pagamentos às maiores explorações agrícolas.</p>
<p>A polémica deixa em evidência uma das maiores tensões da política agrícola europeia: os fundos foram criados para apoiar agricultores e zonas rurais, mas continuam a beneficiar, em larga escala, alguns dos maiores proprietários agrícolas do mundo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760237]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Guerra no Médio Oriente está a dividir os mercados e investidores já temem novo choque energético. Especialista diz que mercados vivem “duas realidades”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:26:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[obrigações]]></category>
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					<description><![CDATA[O prolongamento da guerra no Irão e o fecho contínuo do Estreito de Ormuz estão a aprofundar a divergência entre os mercados acionistas e obrigacionistas, numa altura em que os investidores tentam avaliar o impacto da crise energética na inflação e nas decisões dos bancos centrais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prolongamento da guerra no Irão e o fecho contínuo do Estreito de Ormuz estão a aprofundar a divergência entre os mercados acionistas e obrigacionistas, numa altura em que os investidores tentam avaliar o impacto da crise energética na inflação e nas decisões dos bancos centrais.</p>
<p>O alerta é deixado por Thomas Hempell, responsável de análise macro e de mercados da Generali Investments. Na análise, o especialista sublinha que, apesar de a guerra no Irão já ter entrado no terceiro mês, os mercados acionistas globais continuam a recuperar em “V”, impulsionados sobretudo pelas tecnológicas norte-americanas e pelo setor dos semicondutores. Em sentido contrário, as obrigações permanecem pressionadas devido ao receio de inflação persistente e à expectativa de taxas de juro mais elevadas.</p>
<p>Segundo Thomas Hempell, o principal fator de risco continua a ser o Estreito de Ormuz, que permanece encerrado apesar do cessar-fogo em vigor. Ainda assim, a Generali AM acredita que existe uma “boa probabilidade” de reabertura negociada nas próximas semanas, o que poderá aliviar a pressão sobre os preços da energia e favorecer uma recuperação adicional das bolsas, em especial na Europa.</p>
<p>A gestora considera, no entanto, que os mercados estão a exagerar nas expectativas sobre a reação dos bancos centrais. Enquanto os investidores antecipam três subidas de juros pelo Banco Central Europeu, a Generali AM prevê apenas uma subida “preventiva”, defendendo que o atual choque energético dificilmente desencadeará uma espiral salários-preços semelhante à de 2022.</p>
<p>“A inflação impulsionada pela energia e pelos alimentos deverá ser temporária”, refere o analista, acrescentando que os mercados laborais estão hoje menos pressionados e que os bancos centrais partem de uma posição monetária mais neutra do que há quatro anos.</p>
<p>Do ponto de vista económico, a gestora alerta que os efeitos do bloqueio começam a acumular-se, sobretudo na Europa e em algumas economias emergentes asiáticas. A previsão de crescimento da Zona Euro para 2026 foi revista em baixa em 0,6 pontos percentuais, para 0,8%, enquanto a projeção de crescimento global caiu para 2,8%.</p>
<p>Apesar dos riscos, a Generali AM mantém um viés pró-risco nas carteiras, embora recomende coberturas de curto prazo. As ações europeias são vistas como uma oportunidade caso haja uma rápida desescalada do conflito e reabertura do Estreito de Ormuz, enquanto o crédito continua atrativo devido ao retorno proporcionado pelas yields.</p>
<p>Por outro lado, um colapso das negociações ou um prolongamento do fecho do estreito poderá provocar um choque energético mais severo, cenário em que a gestora aconselha uma maior exposição a liquidez e obrigações indexadas à inflação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760234]]></sapo:autor>
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		<title>Guerra na Ucrânia faz crescer adesão ao Dia da Defesa Nacional: 36% dos jovens admitem entrar nas Forças Armadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:22:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Defesa Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em números absolutos, essa adesão correspondeu a cerca de 94 mil jovens. No ano passado, a taxa manteve-se elevada, nos 87%, acima da média de 83% registada ao longo de duas décadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A participação dos jovens no Dia da Defesa Nacional aumentou em 2024 e 2025, num contexto marcado pela guerra na Ucrânia e pelo agravamento das preocupações com a segurança europeia. No ano em que a Rússia invadiu a Ucrânia, 88% dos jovens convocados compareceram, a taxa mais elevada desde a criação da iniciativa, avançou esta sexta-feira o &#8216;Público&#8217;.</p>
<p>Em números absolutos, essa adesão correspondeu a cerca de 94 mil jovens. No ano passado, a taxa manteve-se elevada, nos 87%, acima da média de 83% registada ao longo de duas décadas.</p>
<p>O ministro da Defesa, Nuno Melo, admite que o aumento possa estar relacionado com as alterações no contexto geopolítico, que trouxeram maior atenção pública às questões da defesa. Ao &#8216;Público&#8217;, o governante aponta também o recente aumento dos salários dos militares e as “múltiplas missões de natureza militar e de apoio às populações civis” como fatores que podem ter contribuído para esse crescimento.</p>
<p>O Dia da Defesa Nacional foi criado em 1999, no âmbito da alteração à Lei do Serviço Militar que acabou com o Serviço Militar Obrigatório, mas só começou a ser aplicado em 2004, quando Paulo Portas era ministro da Defesa.</p>
<p>Duas décadas depois, o modelo está novamente em discussão política. A AD propôs a criação de um serviço cívico voluntário, com duração entre três e seis semanas. O PS defende que sejam estudadas alternativas. O Chega quer avançar com uma Semana da Defesa Nacional, com uma duração mínima de cinco dias úteis.</p>
<p><strong>36% admitem entrar nas Forças Armadas</strong></p>
<p>Segundo Nuno Melo, 36% dos participantes no Dia da Defesa Nacional admitiram poder vir a ingressar mais tarde nas Forças Armadas.</p>
<p>O principal motivo apresentado pelos jovens que afastam essa hipótese é a vontade de prosseguir o percurso escolar. Ainda assim, o ministro sublinha que o Dia da Defesa Nacional pretende, enquanto ação de comunicação, gerar uma imagem positiva das Forças Armadas e potenciar recrutamentos futuros.</p>
<p>A tutela está agora a refletir sobre alterações mais profundas ao modelo, com o objetivo de criar uma relação mais direta entre o Dia da Defesa Nacional e os índices de recrutamento.</p>
<p>Nuno Melo não comenta diretamente a proposta de serviço cívico apresentada pela AD, mas reconhece que o Governo quer reforçar a ligação entre os jovens e a Defesa.</p>
<p><strong>Mais adesão, menos militares</strong></p>
<p>Apesar do aumento da participação dos jovens, o problema do recrutamento continua por resolver.</p>
<p>Ao longo de 20 anos, cerca de 1,878 milhões de jovens responderam à convocatória para o Dia da Defesa Nacional. Ainda assim, o número de militares diminuiu de forma expressiva.</p>
<p>Entre 2005 e 2023, as Forças Armadas passaram de 38.246 para 23.757 militares. Nos últimos anos houve uma ligeira recuperação, mas a Marinha continua a registar uma quebra.</p>
<p>A meta do atual Governo é chegar a 2027 com mais 3.700 efetivos. Esse reforço é justificado pela necessidade de acompanhar os novos equipamentos que o Estado pretende adquirir e pelos compromissos assumidos com a NATO.</p>
<p><strong>Um dia obrigatório, mas sem coimas</strong></p>
<p>O Dia da Defesa Nacional foi criado para manter uma ligação entre os jovens e as Forças Armadas depois do fim do Serviço Militar Obrigatório.</p>
<p>Na prática, consiste num dia de contacto com instituições militares, realizado em vários distritos do país, para jovens que completam 18 anos.</p>
<p>A comparência é obrigatória, salvo em situações como doença ou residência no estrangeiro. No entanto, segundo o &#8216;Público&#8217;, nunca foram aplicadas coimas a quem faltou sem justificação.</p>
<p>Durante esse dia, os jovens visitam unidades militares, conhecem equipamentos e recebem informação sobre as missões das Forças Armadas, os objetivos da defesa nacional, os direitos e deveres dos cidadãos e as possibilidades de prestação de serviço militar.</p>
<p>Nas primeiras seis edições, apenas eram convocados jovens do sexo masculino. A partir de 2010, as mulheres passaram também a participar.</p>
<p><strong>Defesa volta ao centro do debate</strong></p>
<p>A guerra na Ucrânia, o reforço dos compromissos com a NATO e o debate sobre investimento militar voltaram a colocar a Defesa Nacional no centro da agenda política.</p>
<p>O aumento da adesão ao Dia da Defesa Nacional mostra que há maior disponibilidade dos jovens para contactar com estas matérias. Mas o desafio principal continua a ser outro: transformar esse interesse em recrutamento efetivo.</p>
<p>É esse o ponto que une o debate político em curso. AD, PS e Chega partem de propostas diferentes, mas convergem num diagnóstico: o atual Dia da Defesa Nacional pode já não ser suficiente para responder às necessidades das Forças Armadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760229]]></sapo:autor>
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		<title>Drones russos no mar português: alerta cresce sobre navios de Moscovo e cabos submarinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:09:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[marinha]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Revelação foi feita pelo deputado socialista André Pinotes Baptista, vice-presidente da Comissão Parlamentar de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, durante uma conferência na Assembleia da República sobre geopolítica e segurança dos cabos submarinos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A atividade de navios russos e da chamada ‘frota fantasma’ da Federação Russa em águas sob soberania ou jurisdição portuguesa poderá ter ido além da simples passagem pelo mar nacional. O &#8216;Expresso&#8217; revelou esta sexta-feira que a Marinha já terá detetado o uso de drones a partir de navios russos, uma informação mantida sob reserva e que foi comentada durante uma visita de António José Seguro à Base Naval do Alfeite, quando era candidato presidencial.</p>
<p>A revelação foi feita pelo deputado socialista André Pinotes Baptista, vice-presidente da Comissão Parlamentar de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, durante uma conferência na Assembleia da República sobre geopolítica e segurança dos cabos submarinos.</p>
<p>Segundo o deputado, durante uma visita ao Alfeite foi referida a existência de “visitas persistentes de viaturas não tripuladas russas, que entretanto desapareceram”. Pinotes Baptista confirmou depois ao &#8216;Expresso&#8217; que a informação foi transmitida em público, perante cerca de 20 ou 30 pessoas que acompanhavam António José Seguro.</p>
<p>A Marinha confirmou que Seguro visitou o Comando Naval durante a pré-campanha presidencial e que recebeu um briefing sobre o funcionamento do Centro de Operações da Marinha e do Centro Coordenador de Busca e Salvamento de Lisboa.</p>
<p>Nesse briefing, segundo o porta-voz da Marinha, comandante Ricardo Sá Granja, foram abordadas as atividades de acompanhamento de “navios de interesse”, em concreto os da Federação Russa.</p>
<p>A informação estatística sobre essa vigilância já tinha sido divulgada em janeiro. Em 2025, passaram por águas portuguesas 69 navios russos ou associados à chamada ‘frota fantasma’, tendo a Marinha realizado 373 ações de monitorização.</p>
<p>Sobre a alegada utilização de drones, porém, a Marinha não confirmou nem desmentiu. Limitou-se a dizer que, “nos termos indicados” pelo deputado André Pinotes Baptista, não tinha “qualquer comentário adicional a fazer”.</p>
<p><strong>Defesa critica divulgação de matéria reservada</strong></p>
<p>O &#8216;Expresso&#8217; questionou a Marinha sobre a razão pela qual esta informação não foi tornada pública, à semelhança do que aconteceu recentemente no Reino Unido, onde a deteção de meios russos em águas britânicas foi comunicada pelo secretário da Defesa.</p>
<p>A Marinha remeteu a resposta para o Ministério da Defesa Nacional. Já depois do fecho da edição em papel, o gabinete de Nuno Melo respondeu com críticas à divulgação pública deste tipo de informação.</p>
<p>“Só por irresponsabilidade se podem tratar matérias reservadas de natureza operacional na praça pública”, afirmou fonte oficial do Ministério da Defesa.</p>
<p>A mesma fonte defendeu que não revelar aos visados as ações e técnicas militares de fiscalização, prevenção ou vigilância “é uma questão de senso e prudência”.</p>
<p>O Ministério sublinhou ainda que a reserva sobre estas matérias não impede a divulgação de balanços anuais ou de informação considerada oportuna. É precisamente isso que passou a acontecer com o acompanhamento de navios russos: em vez de comunicados ao longo do ano, a informação é agora tratada de forma estatística nos balanços operacionais.</p>
<p><strong>Cabos submarinos entre as principais preocupações</strong></p>
<p>A possível utilização de drones por navios russos surge num contexto de crescente preocupação com a segurança das infraestruturas críticas no mar, em especial os cabos submarinos.</p>
<p>O Relatório Anual de Segurança Interna, divulgado no início de abril, já tinha sinalizado preocupações das autoridades portuguesas, durante 2025, com a eventual preparação de ações de sabotagem contra infraestruturas críticas, incluindo cabos submarinos.</p>
<p>O documento, porém, não detalhava em que moldes poderiam estar a ser preparadas essas eventuais ações.</p>
<p>Durante a visita ao Comando Naval, a interpretação transmitida a António José Seguro sobre o alegado desaparecimento repentino desses sistemas não tripulados terá sido que os russos poderiam ter esgotado os meios disponíveis ou, em alternativa, já ter recolhido a informação de que precisavam.</p>
<p>Nos últimos meses, foram reportadas várias atividades suspeitas com drones em território da NATO. Também no mar do Norte foram recentemente noticiadas atividades suspeitas de sistemas não tripulados junto de plataformas petrolíferas britânicas.</p>
<p><strong>Drones aéreos, de superfície ou subaquáticos?</strong></p>
<p>Ainda não é claro que tipo de sistemas não tripulados estará em causa no caso português. Podem ser drones aéreos, de superfície ou subaquáticos.</p>
<p>Um especialista militar ouvido pelo &#8216;Expresso&#8217;, sob anonimato, explicou que os meios de subsuperfície são particularmente difíceis de detetar. Pequenos submarinos de alta profundidade podem ser lançados a partir de águas internacionais para mapear cabos submarinos ou recolher informação sobre infraestruturas sensíveis.</p>
<p>Outra hipótese colocada por fontes ouvidas pelo jornal é que os navios russos estivessem a testar o tempo e a capacidade de resposta dos militares portugueses perante incursões de drones.</p>
<p>A Marinha tem previsto reforçar esta capacidade nos próximos anos. A partir de 2027, o futuro navio porta-drones deverá permitir incorporar sistemas autónomos na vigilância e inspeção do leito submarino, uma área considerada cada vez mais crítica para a segurança nacional.</p>
<p>O caso mostra como a presença russa no mar português deixou de ser apenas uma questão de acompanhamento naval. A preocupação passa agora pela possibilidade de recolha de informação, teste de respostas militares e vigilância de infraestruturas estratégicas, num contexto em que os cabos submarinos se tornaram um dos pontos mais sensíveis da segurança europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760221]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Três mortos e 10 desaparecidos após erupção de vulcão na Indonésia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tres-mortos-e-10-desaparecidos-apos-erupcao-de-vulcao-na-indonesia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:03:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos dois estrangeiros e um indonésio morreram e 10 pessoas foram dadas como desaparecidas devido à erupção ocorrida hoje do vulcão Dukono, na ilha de Halmahera, no leste da Indonésia, anunciaram as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos dois estrangeiros e um indonésio morreram e 10 pessoas foram dadas como desaparecidas devido à erupção ocorrida hoje do vulcão Dukono, na ilha de Halmahera, no leste da Indonésia, anunciaram as autoridades.</p>
<p>&#8220;Há três mortos, dois estrangeiros e um residente da ilha de Ternate&#8221;, afirmou o chefe da polícia da província de Halmahera do Norte, Erlichson Pasaribu, em declarações à cadeia Kompas TV.</p>
<p>Pasaribu não especificou a nacionalidade das vítimas estrangeiras, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).</p>
<p>Dez pessoas foram dadas como desaparecidas numa zona que tinha sido encerrada a visitantes devido ao aumento da atividade vulcânica.</p>
<p>De acordo com as autoridades, sete pedestrianistas conseguiram descer a montanha em segurança, enquanto cinco sofreram ferimentos.</p>
<p>O porta-voz da agência indonésia de gestão de catástrofes (BNPB), Abdul Muhari, disse num comunicado que equipas conjuntas de busca e salvamento mantinham as operações de varrimento e evacuação da zona montanhosa, apesar do agravamento da atividade do vulcão.</p>
<p>Erlichson Pasaribu explicou que a operação de resgate decorria num terreno acidentado, onde o uso de veículos era limitado, obrigando ao transporte de vítimas em macas.</p>
<p>&#8220;Ainda se ouvem estrondos da erupção, o que torna a evacuação [da zona em perigo] mais lenta&#8221;, afirmou.</p>
<p>A erupção ocorreu ao início da manhã de hoje (hora local), projetando uma coluna de fumo e cinzas que atingiu os 10 quilómetros de altitude, segundo Lana Saria, da agência nacional de geologia.</p>
<p>As autoridades alertaram as zonas residenciais e a cidade de Tobelo para o risco de chuva de cinzas, que pode ser prejudicial à saúde e afetar os transportes.</p>
<p>O monte Dukono encontra-se atualmente no nível três de alerta (numa escala de quatro).</p>
<p>Desde dezembro que o Centro de Vulcanologia e Mitigação de Riscos Geológicos recomenda que não se ultrapasse um raio de quatro quilómetros em redor da cratera Malupang Warirang.</p>
<p>Segundo o chefe da polícia local, os pedestrianistas terão ignorado os avisos colocados no início do trilho e os alertas nas redes sociais.</p>
<p>&#8220;Muitos são turistas estrangeiros que pretendem criar conteúdos [para as redes sociais]&#8221;, referiu Pasaribu.</p>
<p>A Indonésia regista uma atividade sísmica e vulcânica frequente por se situar no &#8220;Anel de Fogo&#8221; do Pacífico, uma zona de colisão de placas tectónicas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760220]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias descem pendentes da resposta de Teerão ao memorando de Washington</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-descem-pendentes-da-resposta-de-teerao-ao-memorando-de-washington/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[bolsas europeias]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje a última sessão da semana com quedas moderadas, pendentes da resposta iraniana ao memorando de entendimento dos EUA, com o barril de Brent estabilizado, a subir 0,46%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As principais bolsas europeias abriram hoje a última sessão da semana com quedas moderadas, pendentes da resposta iraniana ao memorando de entendimento dos EUA, com o barril de Brent estabilizado, a subir 0,46%.</P><br />
<P>Cerca das 08:30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a descer 0,84% para 611,24 pontos.                                             </P><br />
<P>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,76%, 0,87% e 0,96%, bem como as Madrid e Milão que desciam 0,82% e 0,62%, respetivamente.</P><br />
<P>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência da abertura, com o principal índice, o PSI, a recuar 0,75% para 9.065,68 pontos, depois de ter terminado num novo máximo desde junho de 2008 em 09 de abril (9.484,93 pontos). </P><br />
<P>O euro estava em alta ligeira e subia 0,16% para 1,1745 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>A esta hora, os futuros do Dow Jones e do Nasdaq apontam para ganhos de 0,11% e de 0,48%, respetivamente.</P><br />
<P>Os principais índices bolsistas dos Estados Unidos terminaram na quinta-feira em baixa, o Dow Jones a baixar 0,63% e o Nasdaq 0,13%.</P><br />
<P>À espera de que as autoridades iranianas transmitam a sua resposta ao memorando de entendimento com 14 pontos que lhes foi entregue pelos mediadores paquistaneses em nome do Governo dos EUA para poder retomar, assim, as negociações de paz, os investidores adotam uma postura prudente nesta sexta-feira, com o preço do petróleo a subir moderadamente.</P><br />
<P>Neste contexto, o preço do petróleo Brent, o de referência na Europa, para entrega em julho, avança 0,46% para 100,51 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em julho, de referência nos EUA, sobe 0,05% para 91,11 dólares.</P><br />
<P>O gás natural para entrega a um mês no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 2,22% para 44,52 euros por megawatt-hora (MWh).</P><br />
<P>Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou com uma queda de 0,19%, enquanto o mercado de Xangai fechou estável, o de Shenzhen caiu 0,50% e o Hang Seng de Hong Kong descia 0,78% no final da sessão.</P><br />
<P>Esta tarde será publicado nos EUA o relatório de emprego não agrícola de abril e, em princípio, espera-se que a economia norte-americana tenha continuado a gerar emprego líquido no mês, embora de forma moderada, e que a taxa de desemprego se tenha mantido estável em 4,3%, nível historicamente muito baixo.</P><br />
<P>Por sua vez, os metais preciosos estão em alta ligeira, com um aumento de 0,28% no caso do ouro, para 4.699,12 dólares a onça, e de 1,25% no caso da prata, para 79,44 dólares.</P><br />
<P>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos subia para 3,017%, depois de ter fechado em 3,001% na sessão anterior.</P><br />
<P>Em relação às criptomoedas, a bitcoin desce 0,55% e cai abaixo da barreira de 80.000 dólares (79.429 dólares). </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760215]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>IRS 2026: O Fisco enganou-se nas contas e o reembolso é menor do que esperava? Veja como exigir de volta o seu dinheiro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irs-2026-o-fisco-enganou-se-nas-contas-e-o-reembolso-e-menor-do-que-esperava-veja-como-exigir-de-volta-o-seu-dinheiro/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irs-2026-o-fisco-enganou-se-nas-contas-e-o-reembolso-e-menor-do-que-esperava-veja-como-exigir-de-volta-o-seu-dinheiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[fisco]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo depois de ter concluído todo o processo de entrega da declaração de IRS, ao receber a nota de liquidação, pode aperceber-se de que o Fisco cometeu um erro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo depois de ter concluído todo o processo de entrega da declaração de IRS, ao receber a nota de liquidação, pode aperceber-se de que o Fisco cometeu um erro. Por exemplo, verificar na liquidação de IRS que nem todas as deduções que efetuou em 2024 foram consideradas ou que o desconto do IMI Familiar não foi tido em conta na notificação para o seu pagamento. Neste caso, pode avançar com os meios que a lei coloca ao dispor dos contribuintes para fazer valer os seus direitos.</p>
<p>Se apresentar a declaração de IRS dentro do prazo legal (até 30 de junho), tem 30 dias após a data de envio para entregar uma declaração de substituição.</p>
<p>Mas há mais possibilidades de correção da declaração. Depois do fim do prazo para pagamento voluntário do imposto, tem 120 dias para reagir através de reclamação graciosa. Caso esta seja recusada, ainda pode interpor recurso hierárquico até 30 dias após a recusa.</p>
<p>A reclamação graciosa é a forma mais simples e barata de corrigir erros da responsabilidade da Administração Tributária, sobretudo se o fizer através do portal das Finanças (só precisa da senha de acesso). Este tipo de reclamação tem como objetivo anular total ou parcialmente os atos tributários, por iniciativa do contribuinte. Além de ter natureza administrativa, só envolve o contribuinte e a Autoridade Tributária.</p>
<p>À partida, não precisa de constituir advogado para fazer uma reclamação graciosa. Mas pondere e fundamente bem antes de apresentar este tipo de reclamação, pois a Autoridade Tributária pode agravar o imposto a pagar se considerar ter agido contra a Autoridade Tributária de má-fé. Não pode recorrer à reclamação graciosa se já tiver impugnado o mesmo ato judicialmente.</p>
<p>Se não houver indicação legal em contrário, caso passem quatro meses sobre a apresentação de pedido de revisão de um ato tributário, o interessado pode considerar que a sua pretensão não foi aceite e, se assim o entender, reclamar de novo.</p>
<p>Os procedimentos são idênticos quando estão em causa outros impostos, como o IUC ou o IMI, por exemplo. Veja a carta-tipo que poderá ser usada para uma reclamação graciosa ou para uma revisão do ato tributário, neste caso, para efeitos de IMI.</p>
<p><strong>Como fazer a reclamação graciosa no Portal das Finanças</strong><br />
No portal das Finanças, selecione o assunto da reclamação, como retenções na fonte erradas, e escolha o ano a que se refere. O sistema apresenta-lhe a lista das suas retenções e regista aquela de que pretende reclamar. No campo destinado ao fundamento da reclamação, indique o motivo, como rendimentos mal classificados ou valores errados das retenções na fonte.</p>
<p>A reclamação graciosa dispensa formalidades e é orientada por princípios de simplicidade, mas deve ser apresentada ao chefe do serviço de Finanças. Deve conter, pelo menos, a identificação completa de quem pretende apresentar a reclamação e a exposição clara dos factos, devidamente acompanhada da respetiva documentação de suporte. O documento deve ser assinado e datado.</p>
<p><strong>Revisão oficiosa</strong><br />
A revisão oficiosa é mais uma forma de reposição da verdade fiscal. Na prática, é a mera explicação dos factos, acompanhada do pedido para que a questão seja corrigida. Há elementos que não devem faltar no pedido, como a identificação completa de quem pede e a exposição clara dos factos, devidamente acompanhada da respetiva documentação de suporte. À semelhança da reclamação graciosa, também o pedido de revisão oficiosa deve ser datado e assinado pelo autor.</p>
<p>A lei determina que a revisão dos atos tributários pode ser praticada com fundamento em qualquer ilegalidade, no prazo de quatro anos após a liquidação ou em qualquer altura se o imposto ainda não tiver sido pago.</p>
<p>O pedido deve ser enviado por e-mail ou carta registada, com aviso de receção, para o chefe do serviço de Finanças. Também pode ser apresentado no portal das Finanças, na opção “Atendimento e-Balcão > Registar nova questão > Reclamações e Recursos > Revisão oficiosa”.</p>
<p><strong>Verificar o estado da reclamação</strong><br />
Pode consultar os dados e o estado da reclamação no portal das Finanças: número do processo, data da instauração, imposto em causa, código do serviço de Finanças e situação em certa data. O processo pode encontrar-se em vários estados:</p>
<p>– extinção por deferimento – processo terminou e foi dada razão ao contribuinte;<br />
– extinção por deferimento parcial – processo terminou e foi dada razão parcial ao contribuinte;<br />
– extinção por indeferimento – processo terminou e não foi dada razão ao contribuinte.</p>
<p>Em caso de deferimento, o Fisco fará os “acertos” necessários. Se a Autoridade Tributária entender que não há lugar a acertos, mas o contribuinte continuar convicto de que tem razão, pode avançar para o recurso hierárquico e para a impugnação judicial.</p>
<p><strong>Recurso hierárquico só depois da reclamação</strong><br />
Se está convicto de que tem razão e houve deferimento expresso ou tácito, pode dirigir o recurso hierárquico ao ministro das Finanças, no prazo de 30 dias a contar da decisão sobre a reclamação graciosa. Mas tal não suspende a decisão anterior: se tem um pagamento em falta, terá de o liquidar na mesma. O contribuinte pode subscrever a petição de recurso hierárquico. Neste caso, aconselha-se que peça ajuda a um advogado, devido à complexidade do processo e dos prazos.</p>
<p>O recurso hierárquico é gratuito e também deve ser entregue no serviço de Finanças, presencialmente ou através do portal das Finanças. A resposta da Autoridade Tributária chega no prazo máximo de 60 dias. A decisão deve ser precedida de uma audição quando se prevê que não vai ser dada razão ao contribuinte.</p>
<p><strong>Arbitragem ou tribunal são últimas tentativas</strong><br />
Pense em constituir advogado se quiser optar por avançar com a sua reclamação.</p>
<p>Optando pela arbitragem, terá de suportar os respetivos encargos processuais. Neste caso, o custo sobe à medida que aumenta o valor do imposto reclamado. No entanto, se ganhar, é reembolsado da taxa paga. Em regra, a decisão é conhecida no prazo máximo de seis meses. Este prazo pode ser prorrogado por igual período nos casos de especial complexidade.</p>
<p>Em alternativa, pode seguir para tribunal, onde a ação tem de dar entrada até três meses depois de conhecida a decisão da reclamação graciosa ou do recurso hierárquico. Neste caso, conte com custos mais avultados e maior demora na tomada da decisão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759239]]></sapo:autor>
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		<title>Padres, motéis e casas paroquiais: denúncia na PJ aponta para alegados encontros sexuais no Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Judiciária]]></category>
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					<description><![CDATA[Caso envolve sacerdotes alegadamente ligados à Diocese do Porto, embora o denunciante afirme que também haverá padres da Diocese de Braga envolvidos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma denúncia entregue na Polícia Judiciária do Porto aponta para alegados encontros sexuais entre homens, alguns dos quais com a presença de padres, que terão ocorrido em motéis e até em casas paroquiais no Norte do país, noticia o &#8216;Correio da Manhã&#8217;.</p>
<p>O caso envolve sacerdotes alegadamente ligados à Diocese do Porto, embora o denunciante afirme que também haverá padres da Diocese de Braga envolvidos. A Igreja diz desconhecer o assunto e afirma ter sido apanhada de surpresa.</p>
<p>Segundo a participação a que o &#8216;Correio da Manhã&#8217; teve acesso, os encontros começariam através da aplicação Grindr, usada sobretudo por homens gay, e prosseguiam depois por WhatsApp. Aos interessados seria dada uma palavra-passe e indicado o local onde deveriam comparecer.</p>
<p>O denunciante, identificado pelo jornal como Joaquim, afirma ter participado em vários desses encontros e garante que alguns contaram com a presença de padres. “Na última orgia onde participei estavam vários padres: entra e sai muita gente. Muitos homens, porque é só preciso dar uma senha. Quem quiser entrar, entra”, relatou ao jornal.</p>
<p>De acordo com a denúncia, os participantes seriam todos adultos e os atos sexuais consentidos. O denunciante diz não ter visto menores nos encontros.</p>
<p>Em causa poderá estar, sobretudo, a eventual utilização indevida de espaços da Igreja. No entanto, para que essa vertente seja investigada pela Polícia Judiciária, poderá ser necessária uma queixa da própria instituição.</p>
<p><strong>Encontros semanais e grupos apagados</strong></p>
<p>O denunciante afirma que as festas decorrem todas as semanas, mas nem sempre nos mesmos locais. Segundo o relato feito ao &#8216;Correio da Manhã&#8217;, terão ocorrido em motéis e em casas paroquiais no Norte do país, prolongando-se durante a noite.</p>
<p>A organização passaria pela criação de grupos temporários no WhatsApp. De acordo com a denúncia, esses grupos seriam apagados após cada encontro, para não deixar rasto.</p>
<p>Na participação entregue à Polícia Judiciária foram incluídos nomes de alegados padres envolvidos, números de telemóvel e outros pormenores sobre os encontros. O denunciante afirma ainda ter na sua posse mensagens, fotografias e vídeos, que diz estar disponível para entregar às autoridades caso seja chamado a depor.</p>
<p>Segundo o jornal diário, algumas fotografias mostram homens com a cara tapada por máscaras. O denunciante sustenta que se trata de padres e afirma que a identificação poderá ser feita através de marcas físicas distintivas.</p>
<p><strong>Padres negam envolvimento</strong></p>
<p>O &#8216;Correio da Manhã&#8217; contactou um padre apontado pelo denunciante como alegado organizador dos encontros em casas paroquiais. Contactou também outros sacerdotes cujos nomes surgem referidos na denúncia.</p>
<p>Todos negaram a participação em encontros homossexuais. Segundo o jornal, um dos visados chegou a ameaçar avançar com uma providência cautelar para impedir a divulgação da sua identidade.</p>
<p>A Diocese do Porto também reagiu, afirmando que foi “colhida de surpresa” e que desconhece completamente o assunto. Formalmente, o bispo do Porto não terá sido notificado da queixa.</p>
<p>Para já, o caso assenta numa denúncia apresentada à Polícia Judiciária e em alegações de um participante. Não há indicação de que tenha sido aberta uma investigação formal ou de que existam arguidos constituídos.</p>
<p><strong>Um caso sensível para a Igreja</strong></p>
<p>A denúncia surge num contexto particularmente delicado para a Igreja Católica, que mantém uma doutrina crítica em relação aos atos homossexuais e defende a castidade para pessoas homossexuais.</p>
<p>É precisamente esse contraste que torna o caso especialmente sensível: as alegações apontam para práticas privadas consentidas entre adultos, mas envolvendo sacerdotes e, em alguns casos, espaços ligados à Igreja.</p>
<p>A dimensão disciplinar e institucional dependerá agora de eventuais diligências das autoridades e de uma possível reação formal da própria Igreja, caso entenda apresentar queixa ou abrir averiguações internas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760213]]></sapo:autor>
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		<title>Vistos gold em choque com a nova Lei da Nacionalidade: mais de 500 estrangeiros preparam processo contra o Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 07:52:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Nacionalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[vistos gold]]></category>
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					<description><![CDATA[Tempo passa a contar apenas a partir da emissão do cartão de residência e o prazo sobe para sete anos no caso de cidadãos da CPLP e da União Europeia, ou para dez anos para nacionais de outros países]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Kevin Goff estava a menos de seis semanas de completar os cinco anos necessários para pedir a nacionalidade portuguesa quando a nova Lei da Nacionalidade foi promulgada. No espaço de um dia, a meta que julgava estar ao alcance passou para uma espera de oito anos, relata o &#8216;Expresso&#8217;.</p>
<p>O advogado americano mudou-se para Portugal no verão de 2021 com o marido e os dois filhos, então com 6 e 4 anos, através de um visto de investimento, conhecido como ARI ou visto gold. Ao abrigo das regras em vigor, o prazo para aceder à cidadania era de cinco anos, contados a partir da entrada do pedido de autorização de residência.</p>
<p>A nova lei altera essa contagem. O tempo passa a contar apenas a partir da emissão do cartão de residência e o prazo sobe para sete anos no caso de cidadãos da CPLP e da União Europeia, ou para dez anos para nacionais de outros países. É neste último grupo que se encontra a maioria dos beneficiários dos vistos gold.</p>
<p>“Quando soube que se preparavam estas alterações foi esmagador. Foi um grande ‘puxar de tapete’”, lamenta Kevin Goff. “Fizemos o investimento com a promessa do Governo de que se o mantivéssemos cinco anos poderíamos aceder à cidadania. Mudámos a vida toda para aqui, confiámos na estabilidade do país.”</p>
<p>O caso não é isolado. Mais de 500 cidadãos estrangeiros que vieram para Portugal atraídos pelas condições dos vistos gold estão a preparar uma ação judicial coletiva contra o Estado português. O grupo, representado por vários escritórios de advogados, deverá avançar depois de conhecida a regulamentação final.</p>
<p>“Não somos pessoas zangadas. Somos um grupo organizado, residente em Portugal, que precisa que o Estado português cumpra os contratos que celebrou”, afirma um dos mentores da iniciativa, que pediu anonimato ao semanário. A expectativa, diz, era clara: obter a cidadania ao fim de cinco anos.</p>
<p>A contestação às alterações à Lei da Nacionalidade já tinha chegado ao Tribunal Constitucional no final de 2025, com beneficiários dos vistos gold a contestarem a instabilidade das novas regras. </p>
<p><strong>Cidadania mais longe e investimento preso mais tempo</strong></p>
<p>A alteração não tem apenas impacto jurídico. Tem também consequências económicas para quem investiu em Portugal com base num calendário concreto.</p>
<p>Kevin Goff explica que terá de manter o dinheiro aplicado durante mais tempo do que esperava. O investimento, que deveria começar a gerar dividendos este ano, poderá ficar condicionado até 2030. Ainda assim, decidiu avançar com o pedido de nacionalidade poucos dias antes da promulgação da lei.</p>
<p>Como advogado, acredita que há várias fragilidades jurídicas no processo e admite ir “até às últimas instâncias”. Outros beneficiários dos vistos gold preparam o mesmo caminho.</p>
<p>Em 2024, foram concedidas 4.990 Autorizações de Residência para Investimento pela AIMA, das quais 2.909 disseram respeito a reagrupamento familiar. O universo afetado inclui sobretudo cidadãos americanos, mas também investidores de várias outras nacionalidades.</p>
<p><strong>Advogados apontam a atrasos da AIMA</strong></p>
<p>Para os advogados que acompanham estes processos, uma das questões centrais está na forma como o tempo de espera passa a ser contado.</p>
<p>Madalena Monteiro, advogada da Liberty Legal, diz receber contactos diários de investidores que querem avançar com ações. Um dos problemas, explica, está nos fundos de investimento: muitos beneficiários terão de manter as aplicações durante mais anos do que o previsto, e alguns fundos fechados nem sequer têm duração suficiente para acompanhar o novo prazo até à nacionalidade.</p>
<p>A isto somam-se os custos das renovações dos vistos. Cada renovação custa 3.700 euros por pessoa, a cada dois anos. Numa família de quatro pessoas, o valor aproxima-se dos 15 mil euros.</p>
<p>A advogada defende que o novo regime põe em causa princípios de igualdade e dignidade humana. Nas ações judiciais, pretende sustentar que o prazo deve começar 90 dias depois da submissão do pedido de residência, que corresponde ao prazo legal de resposta da AIMA.</p>
<p>“Tenho clientes à espera desde 2020. Esse tempo não pode ser apagado, porque resulta de incumprimento administrativo”, critica.</p>
<p><strong>Desistências e menos novos processos</strong></p>
<p>As alterações já estão a ter impacto no mercado. Segundo Madalena Monteiro, há desistências “várias por dia”, incluindo de investidores que já tinham feito pagamentos.</p>
<p>A advogada questiona o efeito económico da medida, lembrando que cada processo representa, em muitos casos, menos um investimento de meio milhão de euros em Portugal. Parte destes investimentos estava ligada a fundos e projetos culturais.</p>
<p>Stephan Morais, presidente da Associação Portuguesa de Capital de Risco e Investimento, é ainda mais duro. Considera que a situação “tem sido uma fraude” para os investidores e aponta o dedo às demoras administrativas da AIMA.</p>
<p>No ano passado, o sector do capital de risco registou uma corrida aos fundos de investimento elegíveis para vistos gold, perante a expectativa de novas restrições. O problema, agora, é que as alterações também abrangem processos que já estavam em curso.</p>
<p><strong>Fundos também podem ficar sob pressão</strong></p>
<p>Embora as ações em preparação sejam dirigidas contra o Estado português, há especialistas que admitem que as sociedades gestoras de fundos também possam vir a ser chamadas à responsabilidade.</p>
<p>Zeev Fischer, advogado e fundador da Fresh Portugal, considera que deveria ter sido explicado de forma clara aos investidores que o prazo até à cidadania dependia da lei em vigor e que esta poderia mudar, eventualmente com efeitos sobre processos em curso.</p>
<p>Se ficar demonstrado que houve falhas de informação, a CMVM poderá ser chamada a intervir. O regulador não esclarece se existem ações concretas de supervisão ou processos sancionatórios em curso, mas a via judicial poderá levar a anulações de contrato, indemnizações, penalizações ou devolução de comissões.</p>
<p>Também é levantada a hipótese de intervenção da SEC, o regulador do mercado americano, sobretudo quando estejam em causa investidores dos Estados Unidos e entidades privadas. A SEC, questionada, recusou comentar.</p>
<p>Para Sara Sousa Rebolo, advogada da Prime Legal, o problema principal está, ainda assim, no Estado. A maioria dos promotores e fundos, defende, comunicou as condições que estavam em vigor à data. O que está em causa, sustenta, é a aplicação de regras mais gravosas a situações já iniciadas.</p>
<p>A nova Lei da Nacionalidade transformou, assim, uma promessa de estabilidade num conflito jurídico com impacto económico, político e reputacional. Para muitos beneficiários dos vistos gold, a questão já não é apenas esperar mais tempo por um passaporte português. É saber se o Estado pode mudar as regras a meio do caminho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760206]]></sapo:autor>
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		<title>Greenpeace lança expedição às águas profundas do Ártico esta sexta-feira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/greenpeace-lanca-expedicao-as-aguas-profundas-do-artico-esta-sexta-feira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 07:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ártico]]></category>
		<category><![CDATA[Greenpeace]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo fontes da Greenpeace à agência Efe, a organização já realizou outras expedições ao Ártico, mas esta será a primeira a explorar as profundezas das suas águas marinhas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Greenpeace lança esta sexta-feira a sua primeira expedição de um mês às águas profundas do Ártico, com cientistas que vão explorar ecossistemas em águas internacionais e recolher provas científicas sobre a necessidade de criar áreas marinhas protegidas.</p>
<p>A expedição &#8220;Ártico Profundo&#8221; parte da Irlanda em 08 de maio em direção à Dorsal Médio-Atlântica, localizada entre a Noruega e a Gronelândia, e terminará em 05 de junho em Bergen, na Noruega, onde as descobertas iniciais serão apresentadas aos políticos e ao público, de acordo com um comunicado da Greenpeace Espanha.</p>
<p>Segundo fontes da Greenpeace à agência Efe, a organização já realizou outras expedições ao Ártico, mas esta será a primeira a explorar as profundezas das suas águas marinhas.</p>
<p>A partir daí, os investigadores transmitirão em direto de uma profundidade de aproximadamente 3.000 metros entre 15 e 30 de maio.</p>
<p>A expedição &#8220;Ártico Profundo&#8221; é liderada pela Greenpeace Internacional, Greenpeace Alemanha e Greenpeace Nórdico.</p>
<p>Na Dorsal Médio-Atlântica, os cientistas vão concentrar-se na exploração de montes submarinos &#8212; pontos de biodiversidade no oceano profundo &#8211; e de campos de fontes hidrotermais, nascentes vulcânicas subaquáticas que sustentam a vida na escuridão total.</p>
<p>Segundo a Greenpeace, esta área tem sido alvo da insaciável indústria mineira em águas profundas, uma atividade que, de acordo com a comunidade científica, causaria danos irreversíveis a estes ecossistemas marinhos vulneráveis, incluindo a destruição de habitats e a potencial extinção de espécies.</p>
<p>O Governo norueguês, sublinhou ainda a organização, planeava aprovar a mineração na área da expedição, mas os protestos de organizações ambientais, cientistas e partidos verdes da oposição conseguiram suspender os seus planos por enquanto.</p>
<p>A expedição, acrescentaram, é um alerta para que os governos trabalhem em &#8220;propostas ambiciosas para a criação de santuários marinhos e se comprometam, com a meta de conservação 30&#215;30&#8221;, a proteger pelo menos 30% das áreas terrestres, de água doce e oceânicas do planeta até 2030, uma meta apoiada por quase 200 países para travar a perda de biodiversidade e reduzir o impacto climático.</p>
<p>De acordo com a Greenpeace, o Ártico é uma das &#8220;regiões que mais rapidamente se transformam e estão menos protegidas da Terra&#8221;.</p>
<p>A organização ambientalista alertou também que &#8220;à medida que a fronteira industrial se expande em direção ao abismo, pontos críticos de biodiversidade únicos correm o risco de sofrer alterações irreversíveis&#8221;.</p>
<p>Segundo a Greenpeace, as profundezas do Ártico albergam uma &#8220;vida selvagem única&#8221;, desde baleias mergulhadoras e polvos-dumbo a ecossistemas com corais de águas profundas e antigos jardins de esponjas, &#8220;as formas de vida mais antigas do planeta&#8221;.</p>
<p>Anne Helene Tandberg, do Museu Universitário de Bergen (Noruega), frisou que &#8220;as profundezas do Ártico e dos mares nórdicos são o coração pulsante dos oceanos do norte&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estamos a documentar os órgãos vitais de um ecossistema global que mantém o nosso planeta habitável&#8221;, apontou.</p>
<p>Já Sandra Schöttner, cientista-chefe da Greenpeace Internacional, afirmou que não é possível proteger o que não é conhecido e garantiu que esta expedição irá recolher provas científicas sobre os vulneráveis ecossistemas marinhos de águas profundas do Ártico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759913]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Candidato a oficial da PSP expulso do curso por publicações racistas, homofóbicas e xenófobas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 07:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Caso sucedeu no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna e chegou aos tribunais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um cadete-aluno do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna foi expulso do Curso de Formação de Oficiais de Polícia depois de ter sido denunciado por publicações nas redes sociais associadas à extrema-direita, noticiou esta sexta-feira o &#8216;<a href="https://www.jn.pt/justica/artigo/candidato-a-oficial-de-policia-expulso-do-curso-por-publicacoes-homofobicas-e-racistas/18081514" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>&#8216;.</p>
<p>Os posts tinham sido feitos antes da entrada na escola da PSP, quando o jovem tinha entre 16 e 18 anos, mas permaneceram online já depois do início da formação.</p>
<p>Em causa estavam publicações feitas na rede social &#8216;X&#8217;, incluindo a imagem de uma bandeira LGBT a arder e uma referência no perfil ao grupo ultranacionalista 1143. A denúncia foi feita por uma colega de um curso anterior, que alertou a hierarquia para a possibilidade de Henrique C. estar ligado ou ser apoiante daquele grupo.</p>
<p>O cadete frequentava o curso desde outubro de 2024. As publicações analisadas tinham sido feitas em vários momentos entre dezembro de 2022 e abril de 2024. Depois de ser alertado por colegas, o aluno acabou por desativar a conta na rede social &#8216;X&#8217;.</p>
<p>A PSP abriu um processo disciplinar, recolheu depoimentos e ouviu o contraditório do cadete. A defesa contestou o processo, argumentando que os factos eram anteriores ao ingresso na escola da Polícia e tinham ocorrido quando o jovem era adolescente e menor de idade.</p>
<p>Ainda assim, o instrutor do processo e o Conselho de Disciplina consideraram que estavam em causa infrações muito graves e propuseram a “eliminação” do cadete do curso. A decisão foi aceite pelo diretor do ISCPSI e, posteriormente, pelo diretor nacional da PSP.</p>
<p>Para a PSP, a expulsão ajudava a “mitigar e a prevenir os riscos internos associados à infiltração de ideologias contrárias aos valores constitucionais”. O caso chegou, entretanto, aos tribunais.</p>
<p>Numa primeira fase, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Penafiel deu razão ao cadete e suspendeu a expulsão. O tribunal considerou que a medida poderia criar uma situação difícil de reparar, ou até impossibilitar a reintegração do aluno, caso a ação principal viesse a terminar com uma decisão desfavorável à PSP.</p>
<p>O TAF de Penafiel entendeu ainda que os factos não seriam suficientes, por si só, para justificar a sanção máxima. Sublinhou também que as publicações eram anteriores à entrada no curso e que não provavam uma ligação efetiva do cadete a ideologias extremistas.</p>
<p>A PSP recorreu e o Tribunal Central Administrativo Norte veio agora dar razão à Polícia, por maioria de dois juízes contra um, de acordo com o &#8216;Jornal de Notícias&#8217;. O tribunal considerou os factos graves e suscetíveis de justificar a expulsão.</p>
<p>Na decisão, os juízes sublinharam que a conduta disciplinarmente punida não foi apenas a publicação dos posts, mas a sua manutenção online depois da entrada no curso. O acórdão refere que estavam em causa ideias de conteúdo “nacionalista, fascista, racista, xenófobas, homofóbicas e que propagam o ódio”, suscetíveis de pôr em causa “a disciplina, a autoridade e a coerência” da formação policial.</p>
<p>O Tribunal Central Administrativo Norte concluiu ainda que a permanência do cadete no curso representava uma lesão manifesta do interesse público, por comprometer a imagem institucional da PSP e a confiança dos cidadãos na Polícia.</p>
<p>A decisão não foi, contudo, unânime. O desembargador que votou vencido considerou que houve apenas “mera negligência” por parte do cadete e defendeu que a sanção adequada seria uma suspensão até 30 dias, tendo em conta o seu “bom comportamento” e a ausência de reincidência nas condutas censuradas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760202]]></sapo:autor>
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		<title>Greve dos trabalhadores da Casa da Música foi desconvocada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 07:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A greve na Casa da Música, no Porto, marcada para a próxima semana, foi desconvocada, visto ter sido acordada entre a instituição e os representantes dos trabalhadores uma revisão ao novo modelo de carreiras, instituído em abril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A greve na Casa da Música, no Porto, marcada para a próxima semana, foi desconvocada, visto ter sido acordada entre a instituição e os representantes dos trabalhadores uma revisão ao novo modelo de carreiras, instituído em abril.</p>
<p>De acordo com o Conselho de Administração da Casa da Música, num &#8220;comunicado conjunto&#8221; enviado à Lusa, foi acordado entre a instituição, a Comissão de Trabalhadores e o Sindicato dos Trabalhadores de Espectáculos, do Audiovisual e dos Músicos (Cena-STE) &#8220;iniciar, desde já, uma revisão ao modelo de carreiras instituído na Fundação a 01 de abril de 2026&#8221;.</p>
<p>A revisão &#8220;urgente&#8221; do modelo de carreiras, que os trabalhadores alegam ter sido &#8220;instituído unilateralmente&#8221; pela Administração, foi a razão para os trabalhadores terem marcado uma greve com início na segunda-feira, 11 de Maio, e término a 16 de Maio.</p>
<p>No comunicado hoje divulgado é anunciado que o acordo entre a Administração e os representantes dos trabalhadores &#8220;resulta, no imediato, na desmarcação da greve&#8221;.</p>
<p>Na segunda-feira, o Cena-STE explicava, em comunicado, que, com a revisão do modelo, os trabalhadores da Casa da Música pretendem, entre outros, &#8220;anular os reposicionamentos de trabalhadores em categorias profissionais recém-criadas e que correspondam a despromoções ou posicionamento em carreiras mais desfavoráveis&#8221;, assim como que haja uma &#8220;diminuição substancial das diferenças entre os salários de base e os salários de topo&#8221;.</p>
<p>O Cena-STE referiu-se ao modelo de carreiras como &#8220;absurdo, discriminatório e mal desenhado, com critérios opacos&#8221;, dizendo que a sua &#8220;imposição unilateral foi feita com o anúncio de grandes aumentos&#8221;, mas &#8220;vários trabalhadores tiveram aumento zero em relação a 2025, e outros pouco mais de zero&#8221;.</p>
<p>O sindicato alega que o novo modelo &#8220;trouxe um grande número de despromoções para categorias inferiores, sem qualquer explicação nem aviso prévio, de modo a travar as respetivas evoluções salariais&#8221;, e &#8220;colocou nos níveis iniciais de carreira trabalhadores com 20 e mais anos de profissão, com o aviso de que só poderão passar a níveis seguintes mediante avaliações de desempenho futuras &#8211; apagando assim toda a carreira e experiência profissional passada&#8221;.</p>
<p>Além disso, segundo o Cena-STE, o modelo &#8220;pretende fixar as diferenças salariais chocantes que têm manchado a Casa da Música, sendo possível que alguns trabalhadores entrem nos quadros a ganhar 10% do salário do administrador-delegado e 20% dos cargos de direção&#8221;, e &#8220;comprime 80% dos trabalhadores na metade menos vantajosa da tabela salarial&#8221;.</p>
<p>Também na segunda-feira, num comunicado enviado à Lusa, o Conselho de Administração da Fundação Casa da Música defendeu que a aplicação do novo modelo de carreiras levou ao &#8220;maior aumento salarial na história da Fundação, com um aumento médio global de 5,1%&#8221;.</p>
<p>Segundo a Administração, &#8220;esta fase inicial permitiu uma valorização remuneratória concreta, com aumentos salariais efetivos na maioria dos casos situando-se, em média, acima dos 100 euros, evidenciando um esforço financeiro relevante e direcionado às carreiras mais técnicas&#8221;.</p>
<p>O Conselho de Administração alega que o novo modelo de carreiras resulta de &#8220;um processo longo de identificação e caracterização das funções e estrutura de funcionamento da Casa da Música&#8221;, que foi apresentado ao Sindicato e à CT.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760196]]></sapo:autor>
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		<title>Meta retira encriptação ponto a ponto do Instagram: o que muda nas mensagens privadas a partir de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 07:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Instagram]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão está relacionada com a baixa utilização da funcionalidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Meta vai retirar a opção de encriptação ponto a ponto das mensagens diretas do Instagram a partir desta sexta-feira. Até agora, a funcionalidade era opcional e tinha de ser ativada manualmente pelos utilizadores nas conversas privadas.</p>
<p>Com esta alteração, as mensagens enviadas através das DM do Instagram deixam de poder beneficiar dessa camada adicional de privacidade. Quando a encriptação ponto a ponto estava ativa, apenas o remetente e o destinatário conseguiam aceder ao conteúdo das conversas. Nem a própria Meta podia visualizar essas comunicações.</p>
<p>Segundo um porta-voz da empresa, citado pelo &#8216;The Guardian&#8217;, a decisão está relacionada com a baixa utilização da funcionalidade.</p>
<p>“Poucas pessoas estavam a optar por mensagens com encriptação ponto a ponto nas DM, por isso vamos remover esta opção do Instagram nos próximos meses”, afirmou.</p>
<p>Ainda assim, a Meta sublinha que os utilizadores que pretendam continuar a enviar mensagens com encriptação ponto a ponto podem fazê-lo através do WhatsApp, aplicação também pertencente ao grupo.</p>
<p><strong>O que muda para os utilizadores?</strong></p>
<p>Na prática, a principal mudança está no nível de privacidade das mensagens privadas no Instagram.</p>
<p>Até agora, os utilizadores podiam escolher ativar a encriptação ponto a ponto em determinadas conversas. Com essa opção ligada, o conteúdo das mensagens ficava protegido por chaves únicas associadas aos dispositivos do remetente e do destinatário.</p>
<p>A partir de hoje, essa possibilidade deixa de estar disponível nas DM do Instagram.</p>
<p>Isto significa que a Meta poderá ter acesso técnico ao conteúdo das mensagens trocadas na plataforma, ao contrário do que acontecia quando a conversa estava protegida por encriptação ponto a ponto.</p>
<p><strong>O que é a encriptação ponto a ponto?</strong></p>
<p>A encriptação ponto a ponto é um sistema de segurança que garante que apenas as pessoas envolvidas numa conversa conseguem ler as mensagens ou aceder às chamadas.</p>
<p>Quando uma mensagem é enviada, é codificada no dispositivo de origem e só pode ser descodificada no dispositivo do destinatário. Para isso, cada conversa é protegida por chaves próprias, associadas aos equipamentos dos utilizadores.</p>
<p>Este modelo impede que terceiros, incluindo a própria empresa que fornece o serviço, consigam ler o conteúdo das comunicações.</p>
<p>É o sistema usado, por exemplo, no WhatsApp, onde a encriptação ponto a ponto está ativa por defeito.</p>
<p><strong>Meta justifica decisão com baixo uso</strong></p>
<p>A Meta afirma que a opção de encriptação nas DM do Instagram era pouco utilizada. Por esse motivo, decidiu retirar a funcionalidade e concentrar essa experiência no WhatsApp.</p>
<p>A empresa defende que quem pretender manter conversas protegidas por encriptação ponto a ponto pode continuar a fazê-lo “facilmente” nessa aplicação.</p>
<p>A decisão, porém, deverá reacender o debate sobre privacidade nas plataformas digitais, sobretudo porque o Instagram é uma das redes sociais mais usadas para comunicação direta entre utilizadores.</p>
<p>Segurança infantil no centro das críticas à encriptação</p>
<p>A encriptação ponto a ponto tem sido defendida por organizações de privacidade digital como uma ferramenta essencial para proteger comunicações pessoais, jornalistas, ativistas e cidadãos em contextos sensíveis.</p>
<p>Mas também tem sido alvo de críticas por parte de grupos ligados à segurança infantil e de autoridades policiais.</p>
<p>Nos últimos anos, instituições como o FBI, a Interpol e autoridades do Reino Unido e da Austrália têm alertado que a encriptação pode dificultar a deteção de crimes online, incluindo conteúdos de abuso sexual infantil e aliciamento de menores.</p>
<p>Para estes organismos, o facto de as plataformas não conseguirem aceder ao conteúdo das mensagens cria uma barreira à investigação criminal e à proteção de menores.</p>
<p>Debate entre privacidade e segurança continua aberto</p>
<p>A decisão da Meta coloca novamente em confronto dois princípios difíceis de conciliar: a privacidade das comunicações e a capacidade das plataformas e autoridades para detetar abusos.</p>
<p>Para os utilizadores, a mudança significa menos controlo sobre o nível de proteção das mensagens privadas no Instagram. Para a Meta, trata-se de retirar uma funcionalidade pouco usada e manter a encriptação ponto a ponto disponível no WhatsApp.</p>
<p>A partir de 8 de maio, quem quiser manter conversas encriptadas dentro do ecossistema da Meta terá, portanto, de recorrer ao WhatsApp.</p>
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