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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Canal Conta Lá manda trabalhadores para &#8216;lay-off&#8217; em processo de redução de custos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O canal de televisão Conta Lá, que transmite no cabo desde 2025, vai recorrer à suspensão temporária dos contratos de trabalho ou redução de horário ('lay-off'), numa restruturação para reduzir custos, em contexto de salários em atraso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O canal de televisão Conta Lá, que transmite no cabo desde 2025, vai recorrer à suspensão temporária dos contratos de trabalho ou redução de horário (&#8216;lay-off&#8217;), numa restruturação para reduzir custos, em contexto de salários em atraso.</P><br />
<P>Esta informação foi transmitida aos trabalhadores pelo presidente executivo, Sérgio Figueiredo, num email enviado na sexta-feira, a que a Lusa teve hoje acesso.</P><br />
<P>&#8220;Em setembro, com o dia 15 como referência, o projeto entra numa nova fase, conseguindo meios que nunca teve para acelerar investimentos e cumprir o Conta Lá tal qual ele foi pensado. [&#8230;] A questão é &#8216;como sobreviver até lá&#8217;? O que tem de ser feito para que o colapso não seja drástico e definitivo&#8221;, refere a missiva.</P><br />
<P>A comissão executiva adiantou que a solução que pretende implementar &#8220;imediatamente&#8221; é um processo de &#8216;lay-off&#8217;, por entender que &#8220;protege mais as pessoas e a empresa&#8221;, evita a &#8220;bomba atómica&#8221; do despedimento coletivo, mantém os trabalhadores vinculados e é reversível a qualquer momento.</P><br />
<P>&#8220;Reduzir a escala de custos é vital. Temos de voltar a ser menos, para voltarmos a ser mais&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O também ex-diretor de informação da TVI apontou que o atraso no pagamento dos salários de maio se deve à falta de &#8220;fundos suficientes para pagar a todos&#8221;, tendo sido possível regularizar a situação a cerca de 40 trabalhadores, &#8220;mas a maioria continua sem receber o que lhe é devido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Como não se comete segunda vez o mesmo erro (e apesar de novamente nos terem assegurado o pagamento até dia 7 de uma verba que permite liquidar todos os vencimentos e prestações de serviço do mês de maio), a única data possível de ser mencionada para o acerto das nossas contas é 31 de julho&#8221;, adiantou Sérgio Figueiredo, garantindo que a administração continua a &#8220;fazer de tudo para antecipar&#8221; essa data.</P><br />
<P>A empresa assegurou que vai cooperar com os trabalhadores que, em caso extremo de dificuldades financeiras, se queiram desvincular rapidamente para procurar uma alternativa de trabalho que garanta fonte de rendimento imediato e adiantou que nas próximas 12 semanas é &#8220;crítico&#8221; encontrar uma grelha de programas que, &#8220;de forma inteligente e a baixo custo, crie a sensação de que há sempre algo de novo a cada dia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tenho a noção de que uma empresa que não está a conseguir pagar às suas pessoas não pode exigir-lhes que trabalhem normalmente, sobretudo quando não existe uma certeza absoluta relativamente à data em que o primeiro pagamento acontecerá. O que vos estou a dizer é que estão isentos de cumprir as obrigações que o contrato de trabalho vos vincula, a partir de segunda-feira&#8221;, esclareceu o presidente executivo.</P><br />
<P>O &#8216;lay-off&#8217; consiste na redução temporária do horário de trabalho ou na suspensão dos contratos por iniciativa da empresa, em que o Estado assegura, através da Segurança Social, entre 60% e 70%)da remuneração dos trabalhadores afetados.</P><br />
<P>O Conta Lá é um canal de televisão por cabo, com uma programação direcionada para as regiões e jornalismo de proximidade.</P><br />
<P>A Lusa tentou contactar Sérgio Figueiredo, mas ainda não foi possível até ao momento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782693]]></sapo:autor>
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		<title>PS pede ao ministro da Educação &#8220;palavra de tranquilidade&#8221; e garantias sobre exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PS pediu hoje ao ministro da Educação que "não perca nem mais uma hora" e venha a público "dar uma palavra de tranquilidade" e garantias aos estudantes e famílias após as recentes polémicas sobre os exames nacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 27 jun 2026 (Lusa) &#8211; O PS pediu hoje ao ministro da Educação que &#8220;não perca nem mais uma hora&#8221; e venha a público &#8220;dar uma palavra de tranquilidade&#8221; e garantias aos estudantes e famílias após as recentes polémicas sobre os exames nacionais.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o deputado socialistas Porfírio Silva sublinhou que o país está num período de exames em que &#8220;dezenas de milhares de famílias estão preocupadas com a sucessão de notícias que têm vindo a público sobre incidentes vários no processo de exames nacionais&#8221;.</P><br />
<P>O socialista disse que o Grupo Parlamentar do PS não quer, para já, &#8220;entrar no escrutínio&#8221; político do processo, remetendo essa avaliação para uma audição do ministro da Educação no parlamento, prevista para o dia 01 de julho, mas pediu a Fernando Alexandre que se pronuncie antes disso.</P><br />
<P>&#8220;O senhor ministro da Educação não pode perder nem mais uma hora para dar uma palavra de tranquilidade aos estudantes e às famílias sobre o processo dos exames de ensino secundário, que como sabemos implicam diretamente com o acesso ao ensino superior&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Porfírio Silva acrescentou que esta é uma fase da vida dos estudantes e das famílias em que &#8220;já há muita pressão&#8221; e &#8220;muita ansiedade&#8221;, sendo por isso necessário que o Governo transmita &#8220;uma palavra de tranquilidade sustentada e de garantia&#8221; de que o processo vai decorrer &#8220;sem mais perturbações e será concluído em devidas condições&#8221;.</P><br />
<P>O deputado socialista referiu ainda que o PS tem recebido mensagens &#8220;de todo o país&#8221; de pessoas preocupadas com o processo dos exames nacionais.</P><br />
<P>Questionado sobre que garantias concretas devem ser dadas, Porfírio Silva remeteu para o escrutínio na audição parlamentar da próxima semana do ministro, referindo também que não se sabe ainda &#8220;exatamente o que é que está a acontecer&#8221;, mas que há &#8220;muitos indicadores de que há várias coisas que não estão a correr como deviam&#8221;. </P><br />
<P>No início da polémica está o item de desenvolvimento no exame nacional do ensino secundário de Português que era igual ao de um manual publicado pela Leya em agosto de 2025 e que levou vários professores a alertar para o perigo de a situação poder favorecer os alunos que tiveram acesso ao manual.</P><br />
<P>Em 19 de junho, foi divulgado um parecer assinado pela presidente do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), Ana Cristina Cortesão Casimiro, que rejeita que essa pergunta tenha violado o princípio da equidade ou beneficiado os alunos que já a tinham treinado.</P><br />
<P>No entanto, o jornal Público noticia hoje que esse parecer, disponibilizado pelo Ministério da Educação, foi redigido à revelia dos conselheiros científicos do EduQA.</P><br />
<P>A somar a esta questão, a nova classificação digital dos exames tem registado constrangimentos, com professores a relatarem atrasos na distribuição das credenciais de acesso às provas, o que levou o Júri Nacional de Exames a ajustar o calendário para a correção.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782692]]></sapo:autor>
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		<title>Falta dois dias para cuidar do filho e perde 84 euros no salário. Agora a empresa terá de pagar 3.000 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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					<description><![CDATA[Mãe pediu uma licença remunerada para cuidar do filho, com base num relatório do Serviço de Saúde das Ilhas Canárias que indicava a necessidade de cuidados maternos durante três dias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tinha um bebé de 15 meses doente em casa e um relatório médico a dizer que a criança precisava dos cuidados da mãe durante três dias. Ainda assim, a empresa recusou a licença e disse-lhe que tinha de se apresentar ao trabalho, por considerar que o documento não indicava uma doença suficientemente grave. A trabalhadora decidiu ficar com o filho. Acabou penalizada no salário, mas o caso chegou ao tribunal — e a decisão foi contra a empresa.</p>
<p>O caso, relatado pelo &#8216;El Economista&#8217;, aconteceu nas Ilhas Canárias e expõe uma tensão comum entre regras laborais, necessidades familiares e a forma como algumas empresas interpretam o direito à conciliação entre trabalho e vida pessoal. A mãe pediu uma licença remunerada para cuidar do filho, com base num relatório do Serviço de Saúde das Ilhas Canárias que indicava a necessidade de cuidados maternos durante três dias.</p>
<p>A empresa recusou. Entendeu que o relatório não provava a existência de uma doença grave e, por isso, considerou que a trabalhadora tinha de comparecer ao serviço. Apesar da recusa, a mulher não foi trabalhar nos dias 10 e 11 de fevereiro para ficar com o bebé. Em consequência, foram-lhe descontados 84 euros do salário.</p>
<p>A trabalhadora contestou a decisão e o Tribunal Superior de Justiça das Ilhas Canárias deu-lhe razão. A empresa foi condenada a devolver os 84 euros descontados e a pagar uma indemnização de 3.000 euros por danos morais: 1.500 euros à mãe e 1.500 euros à criança.</p>
<p>No centro do caso esteve uma pergunta simples, mas decisiva: pode uma empresa exigir mais detalhes sobre a doença de uma criança para autorizar uma licença de cuidado familiar? Para os juízes, a resposta foi negativa. O relatório médico era suficiente para demonstrar que o bebé precisava de cuidados da mãe. A empresa não podia exigir informação sensível sobre a saúde da criança para decidir se autorizava ou não a ausência.</p>
<p>A decisão também chama a atenção para um erro frequente: avaliar a doença de uma criança pequena com critérios pensados para adultos. Uma situação que pode parecer ligeira num adulto pode exigir atenção constante num bebé de 15 meses, por maior fragilidade, dependência e menor capacidade de resposta do organismo.</p>
<p>É essa a leitura destacada pelo advogado Pere Vidal, citado pelo &#8216;El Economista&#8217;, ao sublinhar que aquilo que é uma doença leve para um adulto pode exigir cuidados intensivos quando está em causa uma criança tão pequena. Para o tribunal, a autorização da licença devia basear-se na necessidade real de cuidado, não numa classificação rígida da doença feita pela empresa.</p>
<p>O enquadramento jurídico espanhol prevê uma licença remunerada de até cinco dias em caso de acidente ou doença grave do cônjuge, companheiro ou familiares até ao segundo grau, incluindo filhos, pais, avós, netos e irmãos. O objetivo é permitir que o trabalhador acompanhe situações familiares que exigem presença e cuidado.</p>
<p>Neste caso, os juízes entenderam que a interpretação da empresa foi demasiado restritiva e prejudicou direitos fundamentais da trabalhadora. O tribunal teve ainda em conta que o direito à conciliação entre vida profissional e familiar afeta de forma particular as mulheres e que, quando está em causa um bebé de 15 meses, deve prevalecer uma interpretação favorável à efetividade da licença e ao superior interesse da criança.</p>
<p>A decisão acabou por anular a atuação da empresa e confirmar que a proteção da família não pode depender apenas da leitura administrativa feita pelo empregador. Quando há um relatório médico a justificar a necessidade de cuidados, a empresa não pode exigir detalhes clínicos sensíveis nem tratar um bebé doente como se fosse um adulto com autonomia.</p>
<p>Mais do que uma disputa por 84 euros, o caso tornou-se um aviso às empresas: negar licenças familiares com base numa leitura estreita da gravidade da doença pode sair caro. E, para os trabalhadores, deixa uma mensagem igualmente clara: a necessidade de cuidar de um filho pequeno pode e deve ser protegida quando está devidamente comprovada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782041]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>GNR deteve quatro pessoas e apreendeu duas embarcações com droga em Setúbal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A GNR deteve hoje de madrugada, na zona de Setúbal, quatro pessoas e apreendeu cerca de quatro toneladas de fardos de haxixe e duas embarcações após a deteção da droga no mar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A GNR deteve hoje de madrugada, na zona de Setúbal, quatro pessoas e apreendeu cerca de quatro toneladas de fardos de haxixe e duas embarcações após a deteção da droga no mar.</P><br />
<P>O comandante de destacamento de Controlo Costeiro de Lisboa, Pedro Marujo, disse à Lusa que a Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF) da GNR deteve hoje de madrugada quatro homens com idades entre os 26 e os 66 anos que seguiam nas duas embarcações que foram apreendidas.</P><br />
<P>A Guarda Nacional Republicana apreendeu também 101 fardos de haxixe e 10 jerricãs, quatro deles ainda com combustível no seu interior.</P><br />
<P>Pedro Marujo explicou que o Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC) detetou, na noite de sexta-feira, uma embarcação de alta velocidade a navegar em direção à barra de Setúbal, cujos movimentos foram permanentemente identificados, o que permitiu identificar um transbordo de carga entre esta embarcação e duas outras de menor dimensão.</P><br />
<P>O comandante de destacamento de Controlo Costeiro de Lisboa adiantou que este transbordo de carga indiciava o crime de tráfico de droga, pelo que foi iniciada uma ação policial para deteção das embarcações. </P><br />
<P>Em comunicado, a GNR refere que, &#8220;numa ação concertada entre as componentes marítima, terrestre e aérea da UCCF, foi possível intercetar uma das embarcações&#8221;, tendo sido detidos os dois ocupantes e apreendida a droga e o combustível que estava no interior. </P><br />
<P>A GNR indica que a segunda embarcação tentou a fuga, mas &#8220;os meios projetados conseguiram&#8221; intercetá-la junto à península de Tróia e deter os dois tripulantes e apreender a embarcação, bem como a droga e o combustível no interior.</P><br />
<P>Os quatro detidos, um deles em processo de expulsão do país, vão ser hoje apresentados ao Tribunal Judicial de Setúbal para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782691]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Vídeos descontextualizados circulam nas redes sociais após desastre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Conteúdos enganadores estão a circular nas redes sociais, atribuindo vídeos descontextualizados ou imagens de incidentes anteriores, sem relação com o duplo sismo que afetou a Venezuela na quarta-feira, um padrão comum após desastres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Conteúdos enganadores estão a circular nas redes sociais, atribuindo vídeos descontextualizados ou imagens de incidentes anteriores, sem relação com o duplo sismo que afetou a Venezuela na quarta-feira, um padrão comum após desastres.</P><br />
<P>Entre as publicações estão vídeos e imagens de alegadas explosões, tsunamis, derrocadas de edifícios e danos em infraestruturas como consequência do sismo, que, segundo a EFE Verifica, não têm qualquer relação com o desastre na Venezuela.</P><br />
<P>Um dos vídeos mais partilhados, com mais de 400 mil visualizações no Google, mostra uma alegada explosão no metro de Caracas provocada pelo sismo de 24 de junho, mas a gravação corresponde, na verdade, a uma explosão ocorrida em 2021 devido a uma falha no sistema de metro de Caracas. </P><br />
<P>Foi também partilhado um vídeo antigo de um grande cano de água rebentado no bairro El Cafetal, em Caracas, apresentado como se tivesse sido causado pelo duplo sismo, mas, na realidade, embora as imagens correspondam a El Cafetal, o incidente ocorreu no final de maio, devido ao rompimento de um cano principal de água de 72 polegadas.</P><br />
<P>Circula também nas redes sociais um vídeo que mostra um tsunami que terá atingido La Guaira (a zona mais afetada pelos sismos), mas na verdade trata-se de um tsunami que atingiu o Japão em 2011, e não a Venezuela. </P><br />
<P>Estes casos mostram um padrão frequente após desastres naturais, uma vez que, na ausência de imagens verificadas de um acontecimento tão recente, a necessidade de ilustrar a tragédia leva à disseminação de material chocante, muitas vezes real, mas descontextualizado.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 28 portugueses e luso-descendentes, e outros 85 estão desaparecidos.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782690]]></sapo:autor>
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		<title>Estão em alimentos do dia a dia e podem fazer mal ao coração: os oito aditivos que alarmam os especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação analisou dados de mais de 100 mil pessoas e foi publicada no 'European Heart Journal']]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estão em muitos alimentos processados, ajudam a conservar produtos, impedem a deterioração e fazem parte da alimentação quotidiana de milhões de pessoas. Mas um novo estudo feito em França, citado pelo &#8216;El Economista&#8217;, associa oito aditivos alimentares a um risco aumentado de hipertensão, uma das principais portas de entrada para problemas cardiovasculares.</p>
<p>A investigação analisou dados de mais de 100 mil pessoas e foi publicada no &#8216;European Heart Journal&#8217;. Os participantes forneceram informação sobre saúde, estilo de vida e alimentação, além de indicarem se desenvolveram problemas cardiovasculares ao longo do período estudado. A partir daí, os cientistas procuraram perceber se havia ligação entre determinados aditivos presentes na dieta e o aparecimento de hipertensão.</p>
<p>A conclusão não significa que estes compostos causem diretamente doença cardíaca, mas deixa um sinal de alerta. Os investigadores encontraram uma associação entre o consumo mais elevado de certos aditivos e um maior risco de desenvolver hipertensão. Como a tensão arterial elevada é um fator de risco importante para eventos cardiovasculares, os resultados reforçam as recomendações para limitar o consumo de alimentos ultraprocessados.</p>
<p>Os cientistas analisaram dois grandes grupos de aditivos: antioxidantes, usados para evitar a deterioração dos alimentos, e não antioxidantes, usados para travar o crescimento de bactérias e fungos. Entre os participantes que consumiram mais aditivos antioxidantes, o risco de hipertensão foi 22% superior ao observado entre os que consumiram menos. No caso dos aditivos não antioxidantes, o aumento do risco chegou aos 29%.</p>
<p>O estudo identificou oito compostos em particular: sorbato de potássio, metabissulfito de potássio, nitrito de sódio, ácido ascórbico, ascorbato de sódio, eritorbato de sódio, ácido cítrico e extratos de alecrim. São nomes pouco familiares para muitos consumidores, mas podem surgir em rótulos de produtos processados, conservas, carnes transformadas, refeições prontas, molhos, snacks ou outros alimentos com maior grau de transformação industrial.</p>
<p>Durante décadas, estes compostos foram usados com objetivos tecnológicos claros: prolongar a validade dos alimentos, preservar o sabor, manter a aparência e reduzir o risco de deterioração. O problema é que, nos últimos anos, alguns aditivos passaram a ser observados com maior atenção pela comunidade científica, sobretudo quando aparecem associados a padrões alimentares ricos em produtos processados.</p>
<p>A leitura prática para o consumidor não passa por entrar em pânico perante cada rótulo. Passa antes por perceber que a exposição repetida a vários compostos, dentro de uma dieta dominada por alimentos processados, pode ter impacto na saúde a longo prazo. O risco não está apenas num ingrediente isolado, mas no padrão alimentar em que esse ingrediente aparece com frequência.</p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; sublinha que os próprios investigadores defendem a necessidade de mais estudos para compreender melhor os efeitos destes compostos no organismo. A amostra é grande e os resultados são relevantes, mas a investigação ainda não fecha o debate sobre os mecanismos biológicos que podem explicar a associação encontrada.</p>
<p>Ainda assim, a mensagem encaixa nas recomendações de saúde pública já conhecidas: reduzir o peso dos alimentos processados na alimentação diária, privilegiar produtos frescos ou pouco transformados e olhar com mais atenção para os rótulos. Não se trata de eliminar todos os alimentos embalados, mas de evitar que se tornem a base da dieta.</p>
<p>Num tempo em que muitos produtos prometem conveniência, rapidez e longa duração, o estudo deixa uma pergunta simples no prato do consumidor: quantos ingredientes daquilo que comemos todos os dias reconhecemos realmente?</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782021]]></sapo:autor>
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		<title>PCP quer novos multibancos em freguesias a mais de cinco quilómetros da rede bancária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 10:37:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PCP pediu hoje ao Governo que assegure a instalação de novos multibancos em todas as freguesias a mais de cinco quilómetros da rede bancária e questionou o executivo sobre o projeto "Multibanco Social".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PCP pediu hoje ao Governo que assegure a instalação de novos multibancos em todas as freguesias a mais de cinco quilómetros da rede bancária e questionou o executivo sobre o projeto &#8220;Multibanco Social&#8221;.</P><br />
<P>Num projeto de resolução entregue na Assembleia da República, o Grupo Parlamentar do PCP pede ao Governo que assegure que é instalado pela SIBS (empresa responsável pela gestão de todos os caixas automáticos) &#8220;com caráter urgente&#8221; uma rede de novos multibancos nas freguesias identificadas pelo Banco de Portugal como estando a mais de cinco quilómetros de um acesso à rede bancária.</P><br />
<P>A iniciativa propõe ainda que, nas regiões de maior densidade populacional, passe a existir &#8220;um mínimo de 15 caixas automáticos por cada 10.000 habitantes&#8221;.</P><br />
<P>A bancada comunista quer também que, em articulação com o Banco de Portugal, o executivo &#8220;determine a inclusão de uma obrigação de serviço público de caixas automáticos em Portugal que condicione o licenciamento de novos caixas à satisfação de necessidades de acesso das populações previamente identificadas&#8221; pelo supervisor bancário.</P><br />
<P>Na exposição de motivos da iniciativa, o PCP sustenta que o &#8220;movimento de encerramento de serviço, balcões e agências agravou-se, particularmente nas últimas duas décadas, a pretexto do advento das tecnologias de informação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os avanços não podem justificar o encerramento de centenas de balcões, o despedimento de milhares de trabalhadores da banca e a perda e degradação do acesso aos serviços bancários por parte significativa da população&#8221;, escreve o partido.</P><br />
<P>O PCP refere ainda que entre 2017 e 2022 encerraram mais de mil balcões em Portugal e que, em 2022, um estudo do Banco de Portugal indicava que mais de mil freguesias não tinham qualquer caixa automático, havendo 30 freguesias em que o ponto de acesso bancário mais próximo ficava a 10 quilómetros e um caso em que essa distância chegava aos 17 quilómetros.</P><br />
<P>Além desta resolução, os comunistas enviaram também, por via parlamentar, uma pergunta ao ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, e ao ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, sobre o projeto &#8220;Multibanco Social&#8221;, anunciado em maio pelo Governo.</P><br />
<P>O PCP aponta que &#8220;não são para já conhecidas as condições fundamentais desta iniciativa do Governo&#8221; e refere que, numa audição parlamentar em 17 de junho, Castro Almeida divulgou detalhes do projeto que, &#8220;a verificarem-se, são absolutamente inaceitáveis&#8221;.</P><br />
<P>Em causa, apontam os comunistas, está a possibilidade de, nas freguesias mais pequenas onde não venham a ser instaladas novas caixas Multibanco, caber às juntas de freguesia disponibilizar numerário às populações e serem instalados equipamentos que não asseguram todos os serviços bancários prestados normalmente disponíveis nos caixas automáticos, incluindo o levantamento de dinheiro.</P><br />
<P>Para o PCP, essa solução &#8220;desresponsabiliza os bancos e a SIBS pela cobertura de todo o território e responsabiliza, incluindo financeiramente, as Juntas de Freguesia&#8221;, aprofundando &#8220;as desigualdades no acesso a serviços bancários&#8221;.</P><br />
<P>Por isso, o partido quer que o Governo &#8220;apresente definitivamente todas as informações&#8221; sobre o projeto, esclareça qual deve ser o &#8220;papel dos bancos e dos seus lucros na garantia de uma rede universal de serviços bancários&#8221; e quais seriam as implicações financeiras desta solução para as juntas.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS // EA</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782689]]></sapo:autor>
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		<title>Quer trabalhar no verão fora de Portugal? Ilhas Baleares têm mais de 4.000 vagas e salários médios de mais de 2 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 10:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Ilhas Baleares]]></category>
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					<description><![CDATA[É a primeira vez que os salários médios destas ofertas ultrapassam os 2.000 euros, segundo o relatório]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O verão nas Ilhas Baleares não é apenas sinónimo de praias cheias, hotéis lotados e turistas a chegar em massa. Para muitos trabalhadores portugueses, pode também ser uma oportunidade sazonal a poucas horas de distância. De acordo com o &#8216;HuffPost&#8217;, com base em dados do portal especializado &#8216;Turijobs&#8217;, há 4.150 ofertas de emprego ativas para a época de verão nas Baleares, com um salário médio de 2.042 euros por mês, sem contar gorjetas ou bónus.</p>
<p>É a primeira vez que os salários médios destas ofertas ultrapassam os 2.000 euros, segundo o relatório. A subida pode estar ligada à inflação, ao aumento do custo de vida e à necessidade urgente de reforçar equipas numa das regiões turísticas mais pressionadas de Espanha durante os meses de verão.</p>
<p>Para quem vive em Portugal e procura trabalho temporário no estrangeiro, o dado é relevante. As Baleares estão entre os destinos turísticos mais fortes do Mediterrâneo e continuam a precisar de profissionais em hotelaria, restauração, comércio e entregas ao domicílio. Mas é no turismo que se concentra a maior procura, com uma subida salarial de 7,62% face aos valores de 2024.</p>
<p>Os perfis mais procurados são os de cozinha, sala e alojamento. Há 388 ofertas para cozinheiros, 384 para empregados de mesa e 358 para pessoal de limpeza ou quartos. Seguem-se rececionistas, com 292 vagas, chefes de partida, com 196, maîtres, com 156, técnicos de manutenção, com 140, chefs, com 102, auxiliares de cozinha, também com 102, e ajudantes de empregado de mesa, com 100.</p>
<p>A maior concentração de oportunidades está em Palma de Maiorca, que soma 944 vagas ativas, cerca de 23% do total. A cidade é o principal polo de emprego turístico das Baleares, devido à concentração de hotéis, restaurantes, alojamentos e serviços de apoio. Para trabalhadores portugueses com experiência em hotelaria ou restauração, é provavelmente o ponto de entrada mais óbvio.</p>
<p>Ibiza surge logo depois, com 288 vagas, seguida de Calvià, com 220. Também há procura em Alcúdia, com 180 ofertas, Can Picafort, com 156, Santa Eulària des Riu, com 152, Ciutadella de Menorca, com 108, San Antonio Abad, com 92, e Portals Nous, com 90. No caso de Ibiza, a Turijobs destaca a elevada rotação de pessoal, a exigência dos clientes e a necessidade de competências mais especializadas.</p>
<p>Os salários, porém, variam muito consoante a função. O salário médio nas ofertas analisadas é de 2.042 euros, mas os valores mais elevados estão concentrados em cargos de direção e gestão hoteleira. Um diretor financeiro surge com uma remuneração bruta média de 5.187 euros por mês, seguido por diretor de operações, com 4.805 euros, diretor de vendas, com 4.062 euros, diretor de alimentação e bebidas, com 3.764 euros, e diretor de hotel, com 3.216 euros.</p>
<p>Nas funções intermédias também há valores acima da média. Técnico de contabilidade aparece com 2.770 euros mensais, chefe de cozinha com 2.758 euros, responsável de manutenção com 2.669 euros e subdiretor de hotel com 2.665 euros. Ainda assim, o &#8216;HuffPost&#8217; sublinha que a diferença entre as funções de base e os cargos superiores pode ultrapassar os 2.000 euros por mês.</p>
<p>Por ilha, Formentera apresenta os salários médios mais elevados, com 2.317 euros por mês, embora tenha apenas 74 vagas. Ibiza surge com uma média de 2.240 euros e 424 ofertas disponíveis. Menorca aparece nos 2.035 euros, com 268 vagas, enquanto Maiorca combina o maior volume de oportunidades com uma média de 2.019 euros e 3.264 ofertas.</p>
<p>Quando a análise desce ao nível municipal, os salários mais altos surgem em destinos com menos vagas, mas remunerações médias mais elevadas. Es Migjorn Gran chega aos 2.849 euros por mês, seguido de Sóller, com 2.762 euros, Valldemossa, com 2.734 euros, Formentera, com 2.694 euros, e Sant Josep de sa Talaia, com 2.675 euros.</p>
<p>Para trabalhadores portugueses, a oportunidade deve ser lida com pragmatismo. Um salário médio acima dos 2.000 euros pode ser apelativo, sobretudo para trabalho sazonal, mas é essencial confirmar se há alojamento incluído, refeições, horários, folgas, contrato, descontos para a Segurança Social espanhola e condições reais de deslocação. Nas ilhas mais turísticas, o custo de vida e da habitação pode absorver uma parte relevante do salário.</p>
<p>Ainda assim, para quem tem experiência em restauração, hotelaria, cozinha, receção, limpeza, manutenção ou gestão turística, as Baleares podem oferecer uma janela de entrada rápida no mercado espanhol durante o verão. A procura é elevada, os salários subiram e muitas empresas continuam a precisar de reforços antes do pico da época.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782024]]></sapo:autor>
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		<title>Fórum BCE começa na segunda-feira em Sintra para discutir futuro da Europa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/forum-bce-comeca-na-segunda-feira-em-sintra-para-discutir-futuro-da-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 09:18:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fórum anual do Banco Central Europeu (BCE) começa na segunda-feira, em Sintra, com os olhos postos no futuro da Europa, num contexto de incerteza à volta da política comercial e do conflito no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fórum anual do Banco Central Europeu (BCE) começa na segunda-feira, em Sintra, com os olhos postos no futuro da Europa, num contexto de incerteza à volta da política comercial e do conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>Este fórum é um evento anual organizado pelo BCE e realizado em Sintra, Portugal, que reúne governadores de bancos centrais, académicos e representantes do mercado financeiro.</P><br />
<P>Este ano tem como tema &#8220;Moldar o futuro da Europa: inovação, crescimento e estabilidade&#8221; e arranca no dia 29 de junho com um discurso de abertura de Christine Lagarde, presidente do BCE, às 20:00 (hora de Lisboa).</P><br />
<P>A discussão passará por temas relacionados com o comércio internacional, após os anúncios de tarifas pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, terem motivado uma mudança de cenário, bem como numa altura ainda de incerteza sobre o desenrolar do conflito no Médio Oriente, que afetou os preços da energia e levou o BCE a subir os juros em 25 pontos base na reunião de junho.</P><br />
<P>A manhã do segundo dia do fórum conta com duas sessões, a primeira sobre acelerar o crescimento na Europa e outra sobre os ciclos regulatórios, riscos à estabilidade e oportunidades de crescimento. </P><br />
<P>Segue-se um painel sobre a inteligência artificial (IA) e estabilidade financeira, com responsáveis do FMI, do Banco de Inglaterra, da Universidade da Pennsylvania e da Apollo Global Management, bem como uma conversa também sobre IA entre o economista chefe da OpenAI, Aaron Chatterji, e o membro do Conselho Executivo do BCE Philip R. Lane.</P><br />
<P>Já o terceiro e último dia, 01 de julho, começa com uma sessão sobre as implicações da migração para a produtividade e o crescimento na Europa, analisando um &#8216;paper&#8217; sobre o tema, bem como uma sessão sobre a &#8216;tokenização&#8217;, focada nos pagamentos digitais.</P><br />
<P>Há ainda um painel sobre o papel da Europa no novo cenário global do comércio internacional, com responsáveis do Banco de Desenvolvimento Inter-Americano, da OCDE, da Universidade de Zurique e da Comissão Europeia. </P><br />
<P>Após o almoço há o habitual &#8220;momento alto&#8221; do encontro, um painel sobre política monetária com governadores de bancos centrais: Andrew Bailey, governador do Banco da Inglaterra, Christine Lagarde, Tiff Macklem, governador do Banco do Canadá, e Kevin Warsh, presidente do Conselho de Governadores do Sistema da Reserva Federal dos EUA, que assumiu o cargo em maio.</P><br />
<P>O Fórum BCE termina com a cerimónia de entrega do Prémio Jovem Economista e o discurso de encerramento de Lagarde. </P><br />
<P>Nesse dia, existirá ainda um jantar para os participantes organizado pelo Banco de Portugal, sendo esta a primeira vez que o fórum ocorre sob a liderança do governador Álvaro Santos Pereira, que tomou posse em outubro do ano passado. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782685]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Líderes com aversão ao fracasso não conseguem ser inovadores &#8211; Amy Edmondson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 09:13:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Por Alexandra Luís, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa ***</P><br />
<P>*** Por Alexandra Luís, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 27 jun 2026 (Lusa) &#8211; A professora de liderança na Harvard Business School Amy Edmondson adverte que os líderes que têm aversão ao fracasso não conseguem ser inovadores e, consequentemente, as suas organizações também não conseguirão inovar.</P><br />
<P>&#8220;A maioria dos líderes tem medo de falhar, e isso acontece, muitas vezes, porque não compreendem que existem três tipos de fracasso&#8221;, afirma a especialista em liderança, segurança psicológica e cultura organizacional, uma das oradoras do QSP Summit, que decorre no Porto e em Matosinhos entre 30 de junho e 02 de julho, um dos principais eventos europeus de gestão, liderança e inovação.</P><br />
<P>Dois desses tipos &#8220;são aqueles que não devemos temer, mas sim fazer o possível para evitar&#8221;, que Amy Edmondson denomina de fracassos básicos e fracassos complexos.</P><br />
<P>&#8220;Estes são os tipos de fracassos que acontecem quando não estamos a prestar atenção, não pensamos no futuro, não estamos vigilantes e conscientes, não garantimos a formação necessária para os colaboradores e assim por diante&#8221;, elenca.</P><br />
<P>Portanto, &#8220;existem certos tipos de fracassos que são realmente um desperdício e que não devemos celebrar, mas com os quais devemos aprender&#8221; e, depois, &#8220;há um terceiro tipo de fracasso que os líderes precisam genuinamente de abraçar porque são realmente valiosos&#8221;.</P><br />
<P>Porque &#8220;é deles que surge a inovação&#8221; e &#8220;a criação de novo valor&#8221;, &#8220;são fracassos que ocorrem num território desconhecido, na prossecução de um objetivo com uma hipótese, e são os menores possíveis&#8221;, argumenta.</P><br />
<P>Estes são os fracassos essenciais para a inovação, invenção e para aprender qualquer coisa nova, diz.</P><br />
<P>&#8220;Portanto, se as pessoas têm muita aversão ao fracasso, muito medo de falhar, não conseguem ser inovadoras. Consequentemente, as suas organizações também não conseguem inovar, o que leva a fracassos a longo prazo, à medida que os seus produtos e serviços se tornam mais obsoletos e ultrapassados&#8221;, adverte, referindo-se ao fracasso inteligente e o progresso em novos territórios.</P><br />
<P>Estes conceitos aplicam-se tanto às empresas como aos governantes.</P><br />
<P>Relativamente à inteligência artificial (IA) e à segurança psicológica, a académica destaca dois pontos importantes.</P><br />
<P>&#8220;A segurança psicológica não se refere ao conforto ou sequer à segurança no emprego. Refere-se à permissão para a franqueza. E uma das formas pelas quais a IA inibe a franqueza, ou seja, a honestidade e a abertura, é que muitas vezes as pessoas utilizam a IA individualmente, mas não querem admitir&#8221;, explica, referindo que podem ver isso &#8220;como um sinal de que não estão a fazer o seu próprio trabalho ou de que estão a tomar um atalho fácil&#8221;. </P><br />
<P>Quando isto acontece, &#8220;a honestidade diminui, o que, por definição, é uma redução da segurança psicológica&#8221;, aponta.</P><br />
<P>Outra coisa &#8220;que estamos a ver muito diretamente e que afeta a segurança psicológica em relação à IA é que, à medida que as pessoas, especialmente os engenheiros, utilizam a IA com mais frequência, falam menos entre si&#8221;, diz.</P><br />
<P>Ora, a segurança psicológica, ou esta sensação de permissão para a abertura e a franqueza, &#8220;é construída através de interações repetidas com os outros&#8221;. </P><br />
<P>Se a interação for menor, &#8220;é provável que observemos menor segurança psicológica e as pessoas acabarão por se isolar nas suas áreas de atuação, tornando-se mais independentes no seu trabalho e, consequentemente, menos interdependentes, menos engajadas nas conversas e na resolução de problemas com os outros, o que, por sua vez, acaba por corroer o trabalho em equipa&#8221;, sublinha Amy Edmondson, que irá falar no QSP Summit em 01 de julho.</P><br />
<P>Na sua 19.ª edição, o evento reúne mais de 3.500 participantes, cerca de 100 oradores e sete palcos temáticos dedicados a economia, inteligência artificial, estratégia, comportamento humano e criatividade. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782684]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Trabalho da liderança é fazer diferença através dos outros &#8211; Amy Edmondson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 09:13:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Por Alexandra Luís, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa ***</P><br />
<P>*** Por Alexandra Luís, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 27 jun 2026 (Lusa) &#8211; A professora da Harvard Business School Amy Edmondson defende, em entrevista à Lusa, que o trabalho da liderança é fazer a diferença através dos outros e que as recentes mudanças nesta área não foram um desenvolvimento positivo.</P><br />
<P>A especialista em liderança, segurança psicológica e cultura organizacional é uma das oradoras do QSP Summit, que decorre no Porto e em Matosinhos entre 30 de junho e 02 de julho, um dos principais eventos europeus de gestão, liderança e inovação.</P><br />
<P>&#8220;Temos observado esta tendência (&#8230;) para um estilo mais autocrático, mas também para um maior distanciamento, talvez até demais&#8221;, refere a académica, quando questionada sobre a liderança cada vez mais autocrática de alguns líderes atuais.</P><br />
<P>&#8220;A expectativa de muitos líderes é que ser líder signifique ser servido em vez de servir&#8221;, ou seja, &#8220;significa ser especial em vez de possibilitar a criação de valor para os outros&#8221;, prossegue Amy Edmonson, que irá falar no dia 1 de julho. </P><br />
<P>Acontece que &#8220;ser líder é, na verdade, uma responsabilidade. Quer dizer, acho que é potencialmente uma responsabilidade entusiasmante, mas não é um dom&#8221; e &#8220;parte do problema é um problema de seleção&#8221;, aponta.</P><br />
<P>&#8220;Quando selecionamos líderes que estão fundamentalmente mais interessados no seu próprio conforto e sucesso do que nas necessidades dos outros e nas possibilidades que a sociedade espera, então isso é um desafio&#8221;, admite a professora, considerada a maior referência mundial em segurança psicológica e aprendizagem organizacional. </P><br />
<P>&#8220;É um desafio&#8221; mas &#8220;imaginando que podemos encontrar as pessoas certas, podemos colocar no cargo pessoas que querem realmente fazer a diferença&#8221;, defende.</P><br />
<P>Na sua opinião, &#8220;o trabalho da liderança é fazer a diferença e a forma de o fazer, por definição, é através dos outros&#8221;.</P><br />
<P>Portanto, &#8220;trata-se realmente de aproveitar os esforços dos outros e as suas capacidades de resolução de problemas e de colaboração para realizar coisas, coisas que importam&#8221;, argumenta.</P><br />
<P>Questionada sobre o que podem fazer os líderes para criar esses resultados positivos, afirma: &#8220;Penso que tudo começa com a visão de ver possibilidades que ainda não existem, a capacidade de transmitir essas possibilidades a outras pessoas de formas inspiradoras e práticas e depois ser capaz de reconhecer as contribuições dos outros e moldar essas contribuições para continuarmos a avançar em direção a resultados cada vez melhores&#8221;.</P><br />
<P>Acima de tudo, &#8220;é um trabalho importante, um grande trabalho&#8221;, diz, admitindo que se veem &#8220;muitos exemplos desanimadores por aí hoje em dia&#8221; nas lideranças.</P><br />
<P>&#8220;Não sei se estamos perante um novo paradigma de liderança&#8221;, diz quando questionada sobre o tema, recordando que a liderança sempre teve a ver com ajudar as organizações, as sociedades e os países a ultrapassar os desafios que enfrentam.</P><br />
<P>Agora, &#8220;penso que é indiscutível que os exemplos de liderança mais relevantes ou facilmente recordados nos últimos anos podem ser vistos como uma mudança de paradigma em comparação com há 15 anos&#8221; e os líderes do setor tecnológico têm um perfil diferente do que tinham há alguns anos. O mesmo &#8220;se aplica também&#8221; a muitos tipos de líderes governamentais.</P><br />
<P>Nesse sentido, &#8220;houve uma mudança, mas não sei se é uma mudança que muitas pessoas &#8211; acredito que a maioria, certamente estudiosos sérios da liderança como eu &#8211; considerariam um desenvolvimento positivo&#8221;.</P><br />
<P>Por positivo, &#8220;não me refiro apenas a um sentido puramente avaliativo, mas a um sentido prático&#8221;, porque &#8220;em termos de obtenção dos resultados que desejamos para a sociedade, não é um desenvolvimento positivo&#8221;, conclui.</P><br />
<P>Na sua 19.ª edição, o evento reúne mais de 3.500 participantes, cerca de 100 oradores e sete palcos temáticos dedicados a economia, inteligência artificial, estratégia, comportamento humano e criatividade. </P><br />
<P>Sob o tema &#8220;Leading the Future Economy&#8221;, a edição de 2026 propõe uma reflexão sobre os desafios que estão a redefinir empresas, líderes e mercados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782683]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: Líderes eficazes serão aqueles movidos pela curiosidade e empatia &#8211; Amy Edmondson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 09:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Por Alexandra Luís, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa ***</P><br />
<P>*** Por Alexandra Luís, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 27 jun 2026 (Lusa) &#8211; A professora de liderança na Harvard Business School Amy Edmondson considera, em entrevista à Lusa, que os líderes eficazes do futuro serão aqueles que são movidos pela curiosidade e empatia, defendendo que é também preciso humildade.</P><br />
<P>Amy Edmondson é uma das oradoras do QSP Summit, que decorre no Porto e em Matosinhos entre 30 de junho e 02 de julho, um dos principais eventos europeus de gestão, liderança e inovação.</P><br />
<P>Questionada sobre o conselho que daria aos líderes emergentes em Portugal, a especialista em liderança, segurança psicológica e cultura organizacional aponta a curiosidade.</P><br />
<P>&#8220;Comece com curiosidade, encontre assuntos pelos quais seja apaixonado, que lhe importem, que considere que valha a pena investir o seu tempo e energia&#8221;, elenca.</P><br />
<P>Consequentemente, &#8220;a curiosidade será a força que o impulsionará a fazer melhores perguntas, tanto aos seus colegas como aos seus subordinados e amigos&#8221; e, &#8220;quando começa a fazer perguntas melhores, começa a ficar mais inteligente imediatamente&#8221;.</P><br />
<P>Por isso, &#8220;acredito que os líderes eficazes de amanhã serão líderes movidos pela curiosidade e também pela empatia&#8221;, prossegue.</P><br />
<P>Considerada a maior referência mundial em segurança psicológica e aprendizagem organizacional, Amy Edmondson defende que é preciso &#8220;muita empatia&#8221; nas lideranças.</P><br />
<P>&#8220;Penso que precisamos de humildade num sentido profundo, não no sentido de falsa modéstia, mas no sentido de reconhecer que não temos todas as respostas e que, com esta humildade, com esta curiosidade e com esta empatia, podemos progredir, lenta mas seguramente, na resolução de problemas e no envolvimento das pessoas nesta caminhada&#8221;, reforça Amy Edmondson.</P><br />
<P>Já sobre como serão os líderes daqui a cinco anos, a académica prefere não fazer predições.</P><br />
<P>&#8220;A minha esperança &#8211; e talvez uma possibilidade para mais educação, mais consciencialização &#8211; é que, dadas as nossas extraordinárias tecnologias, as nossas extraordinárias capacidades humanas, quando bem utilizadas, temos o potencial de resolver grandes problemas, de trabalhar em conjunto para isso&#8221;, diz. </P><br />
<P>E a liderança &#8220;é uma força vital para que isso aconteça&#8221;, sublinha a académica.</P><br />
<P>Em síntese, &#8220;diria que temos o potencial de voltar a envolver as pessoas num modelo de liderança esperançoso e positivo, o tipo de liderança necessário perante uma incerteza extraordinária&#8221;.</P><br />
<P>Esse potencial existe, agora &#8220;se vamos ou não agir de acordo com este potencial é uma questão em aberto&#8221;, remata a académica, que irá falar no QSP Summit em 01 de julho.</P><br />
<P>Na sua 19.ª edição, o evento reúne mais de 3.500 participantes, cerca de 100 oradores e sete palcos temáticos dedicados a economia, inteligência artificial, estratégia, comportamento humano e criatividade. </P><br />
<P>Sob o tema &#8220;Leading the Future Economy&#8221;, a edição de 2026 propõe uma reflexão sobre os desafios que estão a redefinir empresas, líderes e mercados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782682]]></sapo:autor>
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		<title>O futuro das PME começa nas pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Silva Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 09:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas, a FLAG reforça que a formação contínua e a inteligência artificial são hoje elementos essenciais para aumentar a competitividade e preparar os negócios para a mudança]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assinala‑se este sábado, 27 de junho, o Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas, criado pela ONU em 2017 para reconhecer o papel destas organizações no crescimento económico, na criação de emprego e na inovação. Em Portugal, as PME representam cerca de 99% do tecido empresarial, empregam quase três quartos dos trabalhadores do setor privado e geram perto de dois terços do valor acrescentado bruto da economia. Por isso, esta data assume um significado especial e reforça a importância destas empresas para a competitividade e o desenvolvimento do país.</p>
<p>Hoje, as PME enfrentam desafios que vão muito além da simples gestão diária. Inovar, apostar em tecnologia e, fundamentalmente, desenvolver as competências das equipas tornou‑se essencial para garantir resiliência e crescimento sustentável.</p>
<p>Com o objetivo de perceber o presente e o futuro das PME portuguesas, a Executive Digest falou com <span data-olk-copy-source="MessageBody"> Olga Moreira, Head of Business Unit da FLAG, onde </span>discutimos o papel da formação contínua, o impacto da Inteligência Artificial (IA) no mundo empresarial e o que distingue as empresas que conseguem transformar a mudança numa verdadeira vantagem competitiva.</p>
<p><strong>Neste momento, como definiria a realidade das PME portuguesas?</strong></p>
<p>Continuam a ser o verdadeiro motor da economia portuguesa. Representam cerca de 99% do tecido empresarial nacional, empregam aproximadamente três em cada quatro trabalhadores do setor empresarial e geram perto de dois terços do valor acrescentado bruto da economia. Por isso, quando falamos de PME, estamos a falar da capacidade de crescimento e da competitividade do próprio país.</p>
<p>Ao mesmo tempo, importa recordar que a grande maioria destas empresas são microempresas, com menos de 10 trabalhadores. Isso traz desafios muito próprios. A dimensão condiciona a capacidade de investimento, a atração e retenção de talento, a adoção de novas tecnologias e até a margem para responder a um contexto económico cada vez mais exigente e imprevisível.</p>
<p>Ainda assim, aquilo que mais tenho observado é uma enorme vontade de evoluir. Nos contactos que mantenho diariamente com empresas, sinto que existe uma consciência clara de que inovar, investir em tecnologia e desenvolver competências deixou de ser uma opção para passar a ser uma condição para crescer.</p>
<p>Há, aliás, uma característica das PME que considero uma enorme vantagem, a agilidade. Por terem estruturas mais próximas e processos de decisão menos burocráticos, conseguem muitas vezes adaptar-se mais rapidamente à mudança do que organizações de maior dimensão. Quando essa agilidade é acompanhada por uma aposta consistente na qualificação das pessoas e na adoção da tecnologia, traduz-se em ganhos reais de produtividade, eficiência e competitividade.</p>
<p><strong>As PME estão a investir o suficiente na formação dos seus colaboradores, ou este continua a ser um dos grandes desafios do tecido empresarial?</strong></p>
<p>Temos notado uma mudança de mentalidade muito interessante nos últimos anos. A formação deixou de ser vista como um custo ou uma &#8220;interrupção&#8221; no trabalho para passar a ser encarada como um investimento estratégico na produtividade. Na FLAG, por estarmos tão próximos das áreas de tecnologia e inovação, sentimos isto de forma muito clara. As empresas já não discutem <em>se</em> devem dar formação, mas sim <em>como</em> podem capacitar as suas equipas para acompanhar a velocidade do mercado.</p>
<p>Um exemplo evidente é a Inteligência Artificial. A maioria das PME com que falo já percebeu que a IA não é um adversário, mas um complemento que pode libertar as pessoas de tarefas repetitivas e aumentar o valor do que entregam. Quando as empresas investem nesta capacitação, a organização torna-se muito mais resiliente, porque a inovação deixa de estar concentrada em dois ou três elementos e passa a ser algo partilhado por toda a estrutura.</p>
<p>É claro que, numa PME, cada investimento é pesado ao detalhe. Sabemos que, num cenário de cortes orçamentais, a formação é muitas vezes das primeiras áreas a ser sacrificada porque o retorno nem sempre é visto como imediato. Por isso mesmo, o nosso papel tem sido o de demonstrar o impacto prático deste investimento no negócio. É este reconhecimento que tem levado as empresas a procurar programas cada vez mais personalizados, desenhados à medida das suas necessidades específicas e da sua disponibilidade financeira</p>
<p><strong>Quais são as competências mais procuradas pelas empresas e de que forma essa procura mudou nos últimos anos?</strong></p>
<p>Hoje, a procura está quase totalmente centrada na dimensão digital, e de uma forma transversal a todos os departamentos da empresa. Se já sabíamos que a IA seria uma revolução, a velocidade com que se instalou no dia a dia das PME ultrapassou até os cenários mais otimistas. Estão a ser repensados modelos de negócio e formas de trabalhar que pareciam imutáveis.</p>
<p>Nesse sentido, o que verificamos é uma crescente atenção para o reforço das competências em áreas que vão do Marketing Digital &amp; E-Commerce ao Design Gráfico, do Vídeo &amp; Motion Design à UX/UI, todas elas ampliadas com a IA. Já não se trata apenas de dominar uma ferramenta, mas de perceber como a Inteligência Artificial pode potenciar a criatividade e a execução em cada uma destas disciplinas para ganhar competitividade.</p>
<p>Sinto também que o conceito de lifelong learning deixou de ser uma expressão teórica para as PME portuguesas. As empresas estão a investir em formatos mais flexíveis, que permitem às equipas manterem-se atualizadas sem comprometer a operação diária. No fundo, as lideranças perceberam que, para comunicarem de forma inspiradora para fora e alcançarem os seus objetivos, precisam primeiro de equipas capacitadas e motivadas. É este equilíbrio entre o talento humano e a tecnologia que dita o sucesso atualmente.</p>
<p><strong>A IA está a transformar processos e modelos de trabalho. As PME portuguesas estão a conseguir acompanhar esta mudança?</strong></p>
<p>Vivemos tempos de uma aceleração sem precedentes. Como costumo dizer, os paradigmas de hoje correm o risco de se tornarem obsoletos muito rapidamente se não houver uma cultura de atualização constante. Este conceito de Formação 4.0, que se traduz na adaptação contínua das pessoas aos novos processos digitais, deixou de ser um horizonte distante para ser a realidade imediata das nossas TI e de todas as áreas de negócio.</p>
<p>Na FLAG, sentimos isto diariamente, até porque também somos uma PME. Partilhamos os mesmos desafios que tantas outras empresas, a necessidade de sermos criativos, de dominarmos as ferramentas digitais e de nos posicionarmos na vanguarda. O que noto nos meus contactos com outras lideranças é uma consciência crescente de que a formação interna não é apenas uma visão estratégica, mas sim uma inevitabilidade para a sobrevivência e sustentabilidade de qualquer negócio.</p>
<p>A IA é o exemplo máximo desta revolução. Ela está a moldar a forma como gerimos projetos, como executamos funções e até como nos comportamos no ambiente de trabalho. Isto exige dos profissionais, independentemente do setor ou da senioridade, uma capacidade de ajuste permanente. As PME que estão a conseguir acompanhar esta mudança são aquelas que perceberam que o ativo mais importante para lidar com a tecnologia continua a ser a capacidade de aprendizagem das suas pessoas.</p>
<p><strong>O que diferencia as PME que conseguem crescer e adaptar-se das que acabam por ficar para trás?</strong></p>
<p>O que diferencia as PME que crescem é, acima de tudo, a forma como olham para as suas pessoas. As empresas que melhor navegam nestes períodos de disrupção são aquelas que não descuram o talento interno e que, ao desafiarem os seus profissionais, o fazem com um plano de desenvolvimento claro, alinhado com as motivações de cada um. Quando a formação traz resultados concretos, tanto para o colaborador, como para o negócio, cria-se um círculo virtuoso de motivação e eficácia.</p>
<p>Além disso, é fundamental que as organizações tenham uma leitura muito atenta do ecossistema onde gravitam. Isso exige saber antecipar riscos e oportunidades, corrigindo lacunas sem perder o foco na execução da estratégia. Há que olhar também para o que de melhor se faz globalmente, não para copiar fórmulas prontas, mas para adaptar as melhores práticas à nossa própria realidade. Muitas vezes, perdemos perspetivas inovadoras e olhares &#8220;fora da caixa&#8221; por ignorarmos o que está a acontecer em torno de nós.</p>
<p>A diferença entre uma PME que cresce e uma que estagna reside na capacidade de conjugar o valor humano, o conhecimento profundo do mercado e a tecnologia. Mas a tecnologia sozinha não é uma solução mágica; é, sim, um facilitador estratégico que deve estar ao serviço das equipas. As empresas que percebem isto, e que investem seriamente na capacitação das suas pessoas, são as que conseguem transformar a mudança numa vantagem competitiva real.</p>
<p><strong>Como referiu, a FLAG é também uma PME. Que fatores têm sido decisivos para o crescimento e afirmação da empresa num sector tão competitivo?</strong></p>
<p>Acredito que um dos fatores mais importantes foi a capacidade de antecipar as necessidades do mercado. Ao longo dos seus 34 anos, a FLAG soube evoluir de forma consistente, acompanhando a transformação tecnológica e ajustando a sua oferta formativa às competências que as empresas realmente procuram. Foi assim quando apostou nas áreas do Design, do Marketing Digital, UX/UI ou, mais recentemente, com a integração das ferramentas de Inteligência Artificial nestas áreas.</p>
<p>Outro fator decisivo tem sido a forte ligação ao mercado. Procuramos que os nossos programas sejam desenvolvidos com uma componente muito prática e alinhados com os desafios reais das organizações. Trabalhamos com formadores que estão no terreno, conhecem a realidade das empresas e conseguem trazer essa experiência para a sala de formação. Isso faz toda a diferença na qualidade da aprendizagem e na sua aplicação imediata.</p>
<p>Diria também que a capacidade de adaptação tem sido determinante. O mercado muda rapidamente e isso obriga-nos a rever conteúdos, lançar novas formações e responder a necessidades que, muitas vezes, nem existiam há pouco tempo. Essa agilidade permite-nos manter uma oferta atual e relevante.</p>
<p>No fundo, aquilo que nos tem permitido crescer é mantermos o foco na nossa missão, ajudar pessoas e organizações a desenvolver competências que tenham impacto real na sua evolução profissional e na competitividade dos seus negócios. É essa proximidade ao mercado e essa capacidade de antecipação que continuam a fazer a diferença.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782444]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Onda de calor: uma simples folha A4 pode revelar se o seu frigorífico está a gastar energia a mais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/onda-de-calor-uma-simples-folha-a4-pode-revelar-se-o-seu-frigorifico-esta-a-gastar-energia-a-mais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 09:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[A4]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[frigorífico]]></category>
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					<description><![CDATA[Alerta surge numa altura em que cerca de 94 milhões de pessoas na Europa deverão enfrentar temperaturas superiores a 35 graus Celsius]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a Europa e o Reino Unido sob uma onda de calor intensa, há um gesto simples que pode ajudar a perceber se o frigorífico está preparado para trabalhar sob pressão: colocar uma folha A4 na porta. A recomendação, recuperada pelo &#8216;IFL Science&#8217;, serve para testar o estado da borracha de vedação e perceber se o aparelho está a perder frio sem que o utilizador dê por isso.</p>
<p>O alerta surge numa altura em que cerca de 94 milhões de pessoas na Europa deverão enfrentar temperaturas superiores a 35 graus Celsius. No Reino Unido, onde muitas casas foram pensadas para resistir ao frio e não para dissipar calor no verão, os eletrodomésticos também são obrigados a trabalhar mais para manter alimentos e bebidas em segurança.</p>
<p>O frigorífico é um dos aparelhos mais afetados. Em dias quentes, cada abertura da porta faz entrar ar mais quente, obrigando o compressor a funcionar mais vezes e durante mais tempo. A empresa energética espanhola Endesa explica que os frigoríficos retiram calor do interior através de um compressor e de um gás refrigerante, sistema que entra em ação sempre que a temperatura interna sobe acima do nível definido.</p>
<p>No verão, esse esforço aumenta. Com a temperatura ambiente mais elevada, o interior do frigorífico aquece mais depressa sempre que a porta é aberta. O resultado pode ser maior consumo de energia, mais desgaste do aparelho e, nos casos em que a vedação já não está em boas condições, maior risco de os alimentos se deteriorarem.</p>
<p>O problema pode ser particularmente relevante em frigoríficos mais antigos. Com o passar dos anos, a borracha à volta da porta pode perder eficácia, deixando de selar tão bem como antes. Quando isso acontece, o aparelho precisa de trabalhar mais para manter a temperatura, o que pode refletir-se na fatura da eletricidade e na conservação dos alimentos.</p>
<p>É aqui que entra a folha A4. Salah Sun, responsável de gestão de produto da Beko no Reino Unido, explicou ao &#8216;Daily Express&#8217; que uma simples folha de papel pode ajudar a perceber se a porta está a vedar corretamente.</p>
<p>“Para verificar se a porta do frigorífico está a funcionar corretamente, use uma folha de papel. Pode comprar papel por muito pouco dinheiro ou usar qualquer folha que tenha em casa”, explicou.</p>
<p>O teste é simples: coloca-se a folha contra a borracha da porta e fecha-se o frigorífico. Depois, tenta-se puxar o papel. “Quando tentar retirar a folha, deve sentir alguma resistência. Se o papel sair facilmente, a borracha da porta pode precisar de ser substituída”, acrescentou Salah Sun.</p>
<p>A lógica é direta. Se a folha fica presa, é sinal de que a vedação ainda exerce pressão suficiente. Se desliza sem resistência, pode haver fuga de ar frio e entrada de ar quente. Em plena onda de calor, essa pequena falha pode tornar-se mais cara e mais problemática.</p>
<p>O &#8216;IFL Science&#8217; sublinha, no entanto, que nem sempre é necessário substituir imediatamente a borracha. Em muitos casos, uma limpeza cuidadosa pode melhorar a aderência. A sujidade, a gordura e os resíduos acumulados na borracha e na estrutura da porta podem impedir o contacto correto entre as superfícies.</p>
<p>A Seal Company recomenda uma limpeza com pano macio, água morna e detergente suave para remover gordura e sujidade. Soluções com detergente ou vinagre branco também podem ser usadas para limpar a borracha e a zona de contacto da porta.</p>
<p>Quando a borracha endurece com o tempo, há ainda outro truque possível. A aplicação cuidadosa de água morna ou de calor suave com um secador pode ajudar a recuperar alguma flexibilidade, permitindo que a vedação volte a aderir melhor sem provocar danos.</p>
<p>A recomendação não substitui manutenção técnica quando há uma avaria real, mas pode ajudar a identificar problemas antes que se agravem. Em dias de calor extremo, o frigorífico deixa de ser apenas um eletrodoméstico em segundo plano: torna-se uma peça essencial para manter comida segura, bebidas frescas e consumos sob controlo.</p>
<p>Por isso, enquanto há cuidados para proteger pessoas, crianças, animais e casas do calor, também vale a pena olhar para o frigorífico. Uma folha A4 pode não arrefecer a cozinha, mas pode mostrar se o aparelho está a fazer o seu trabalho ou se está a deixar escapar frio pela porta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781660]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trinta munícipios sem qualquer equipamento nas redes culturais nacionais em 2025 &#8211; estudo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trinta-municipios-sem-qualquer-equipamento-nas-redes-culturais-nacionais-em-2025-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 08:52:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2025 havia 30 municípios portugueses, num total de 308, sem qualquer equipamento das redes culturais nacionais, de acordo com um estudo do Observatório Português das Atividades Culturais (OPAC), a que a Lusa teve acesso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Em 2025 havia 30 municípios portugueses, num total de 308, sem qualquer equipamento das redes culturais nacionais, de acordo com um estudo do Observatório Português das Atividades Culturais (OPAC), a que a Lusa teve acesso.</P><br />
<P>Os 30 municípios situam-se &#8220;em territórios de baixa ou parcialmente baixa densidade, o que acentua a necessidade de atenção por parte das políticas públicas&#8221;, lê-se no estudo &#8220;Redes culturais nacionais do Ministério da Cultura: indicadores de monitorização 2025&#8221;.</P><br />
<P>Portugal tem atualmente cinco redes sociais nacionais &#8211; Rede Nacional de Bibliotecas Públicas (RNBP), Rede Portuguesa de Museus (RPM), Rede Portuguesa de Arquivos (RPA), Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP) e Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC) &#8211; da responsabilidade do Ministério da Cultura, Juventude e Desporto, em articulação com a administração local e, em alguns casos, com entidades privadas.</P><br />
<P>Embora no ano passado fossem 30 os municípios sem qualquer equipamento, este número baixou em relação a 2022. Em termos de percentagem, em 2022 estes concelhos representavam 14% do total de municípios portugueses, valor que em 2025 era de 9,6%.</P><br />
<P>O OPAC recorda que os equipamentos integrados nas cinco redes &#8220;não esgotam os do mesmo tipo existentes no país &#8212; longe disso &#8211; referem-se apenas aos credenciados, ou seja, os que foram aceites como membros das redes mediante o cumprimento de um conjunto de critérios que são conhecidos e aceites&#8221;.</P><br />
<P>Das cinco redes culturais, a Rede Nacional de Bibliotecas Públicas (RNBP), a primeira a ter sido criada, em 1986, é &#8220;claramente dominante no panorama nacional&#8221;, tanto em número (262, em 262 municípios) como em percentagem (85,1%) de municípios com equipamentos que dela fazem parte.</P><br />
<P>Esta rede tem &#8220;uma forte implantação por todo o território, sobretudo no continente&#8221;, registando-se &#8220;relativa rarefação de bibliotecas na rede mais nos municípios do interior Norte, na Comunidade Intermunicipal (CIM) do Douro, no Alentejo na CIM Alentejo Central, e no Algarve, assim como nas Regiões Autónomas&#8221; dos Açores e da Madeira.</P><br />
<P>A Rede Portuguesa de Museus (RPM), criada em 2000, que em 2025 contava com 175 equipamentos, mas em apenas 96 municípios, &#8220;em todas as regiões do país, de várias tutelas, públicas e privadas e tipos de coleções&#8221;.</P><br />
<P>Nesta rede, verifica-se uma maior concentração de museus no Norte e na Grande Lisboa. Estas duas regiões concentram 57,1% do total dos equipamentos.</P><br />
<P>Os concelhos de Lisboa, Porto e Sintra são os que têm o maior número de equipamentos integrados na RPM: 28, 15 e 10, respetivamente.</P><br />
<P>A Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP), criada em 2019, contava no final do ano passado com 103 equipamentos em 93 municípios.</P><br />
<P>Segundo o OPAC, &#8220;constata-se uma já relativa disseminação pelo território, incluindo as duas regiões autónomas&#8221;,embora a maior concentração se verifique em municípios das regiões Centro (30,1%), sobretudo nos concelhos localizados nas CIM de Aveiro e Coimbra, e Norte (24,3%), acima de tudo na Área Metropolitana do Porto, Alto Minho e Ave.</P><br />
<P>A Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC), criada em 2021, contava no final do ano passado com 97 equipamentos credenciados, situados em 47 municípios, &#8220;verificando-se a existência destes equipamentos em municípios de todas as regiões do país&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Com maior incidência constata-se a existência de equipamentos integrados na RPAC em municípios da região Norte (33,0%), com destaque para os situados na Área Metropolitana do Porto. Segue-se a Grande Lisboa (22,7%), onde os equipamentos integrados na RPAC se localizam, sobretudo, no município de Lisboa, e na região Centro (20,6%), com destaque para os municípios das CIM das Regiões de Coimbra e Aveiro&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>Por fim, a Rede Portuguesa de Arquivos (RPA), criada em 2008, tinha no ano passado 57 equipamentos, geridos por entidades públicas e privadas, em 40 municípios.</P><br />
<P>A maioria destes equipamentos localizam-se na Grande Lisboa (29,8%) e no Norte (26,3%), com as duas regiões a concentrarem mais de metade dos arquivos da rede.</P><br />
<P>A Região Autónoma dos Açores é a única em Portugal sem qualquer equipamento na RPA.</P><br />
<P>O maior número de arquivos integrados na rede concentra-se em Lisboa (12), seguindo-se o Porto e Évora (ambos com três) e Aveiro e Leiria (com dois cada).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782680]]></sapo:autor>
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		<title>Starlink foi selecionada pela CP pela sua maturidade tecnológica &#8211; ministério Infraestruturas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 08:23:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Starlink foi selecionada pela sua maturidade tecnológica e disponibilidade para testes em comboios, projeto piloto que custa cerca de 30 mil euros, e a CP acompanha outras soluções tecnológicas, incluindo europeias, disse à Lusa fonte oficial da tutela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Starlink foi selecionada pela sua maturidade tecnológica e disponibilidade para testes em comboios, projeto piloto que custa cerca de 30 mil euros, e a CP acompanha outras soluções tecnológicas, incluindo europeias, disse à Lusa fonte oficial da tutela.</P><br />
<P>A CP &#8211; Comboios Portugal está a realizar testes de conectividade com a Starlink, de Elon Musk, para melhorar a Internet nos Alfa Pendular.</P><br />
<P>Contactada pela Lusa sobre o tema, fonte oficial do Ministério das Infraestruturas e Habitação explicou que a Starlink &#8220;foi selecionada, nesta fase, pela sua maturidade tecnológica e disponibilidade para testes em contexto ferroviário&#8221;.</P><br />
<P>Este é um projeto-piloto experimental, &#8220;focado na avaliação do contributo da conectividade por satélite para o serviço a bordo&#8221;, sublinhou a mesma fonte. </P><br />
<P>&#8220;A CP acompanha outras soluções tecnológicas, incluindo europeias, cuja maturidade e disponibilidade serão consideradas no futuro, com o objetivo de garantir uma abordagem diversificada e resiliente&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Os testes deste projeto-piloto &#8220;têm uma duração, estimada, de 4 a 6 meses, período considerado adequado para validar a solução e o seu impacto na experiência do cliente&#8221;. </P><br />
<P>Esta duração &#8220;poderá ser ajustada em função da necessidade de recolher dados em diferentes condições de operação, garantindo uma avaliação robusta da qualidade, estabilidade e continuidade da conectividade&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>O projeto-piloto &#8220;tem um custo aproximado de 30 mil euros, incluindo instalação, equipamentos, dados e acompanhamento&#8221;. </P><br />
<P>A CP está a realizar testes experimentais de conectividade via satélite num dos comboios Alfa Pendular com vista a oferecer um serviço de wi-fi mais rápido e fiável a bordo durante a viagem.</P><br />
<P>A tecnologia utiliza antenas de comunicação via satélite em complemento ao atual sistema de comunicações a bordo, que é suportado pelas redes móveis nacionais. </P><br />
<P>A solução permite reforçar a ligação à Internet em zonas onde a cobertura móvel é mais limitada, melhorando significativamente a experiência digital dos passageiros a bordo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782679]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: RDCongo eleva para 321 o número de mortos e 1.203 os casos confirmados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 08:19:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da República Democrática do Congo (RDC) elevou para 321 o número de mortos e para 1.203 o número de casos confirmados do surto de Ébola declarado no leste do país no passado dia 15 de maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da República Democrática do Congo (RDC) elevou para 321 o número de mortos e para 1.203 o número de casos confirmados do surto de Ébola declarado no leste do país no passado dia 15 de maio.</P><br />
<P>De acordo com o mais recente boletim divulgado pelo Ministério da Comunicação congolês, com dados recolhidos até 25 de junho, a taxa de letalidade situa-se atualmente nos 26,7%.</P><br />
<P>Além disso, a taxa de rastreio de contactos atinge os 82,8%, enquanto 148 pessoas conseguiram recuperar da doença.</P><br />
<P>&#8220;O Governo recorda que a luta contra o Ébola é da responsabilidade de todos. Exortam-se todos os cidadãos a comunicarem qualquer caso suspeito, a respeitarem as medidas de higiene e a evitarem qualquer manuseamento dos corpos das pessoas falecidas&#8221;, sublinharam as autoridades. </P><br />
<P>O surto foi oficialmente declarado em 15 de maio em Ituri, província fronteiriça com o Uganda e o Sudão do Sul e epicentro da epidemia, mas alastrou-se também às províncias congolesas orientais de Kivu do Norte e Kivu do Sul.</P><br />
<P>A epidemia propagou-se igualmente ao Uganda, onde foram detetados 20 casos confirmados, incluindo 15 casos considerados importados da RDC e entre os quais se registaram duas mortes.</P><br />
<P>Além disso, o Governo francês confirmou ter detetado o primeiro caso positivo de doença causada pelo vírus Ébola, que diz respeito a um médico que regressou de uma missão na RDC.</P><br />
<P>O surto corresponde à estirpe de Bundibugyo, cuja taxa de letalidade oscila entre os 30% e os 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considerou &#8220;elevado&#8221; o risco de propagação do surto na África Subsariana e &#8220;baixo&#8221; à escala global.</P><br />
<P>A OMS estima que o vírus tenha começado a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração do surto e classificou a epidemia, no passado dia 17 de maio, como &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;. </P><br />
<P>Trata-se já da terceira pior epidemia de Ébola da história registada até à data.</P><br />
<P>O surto atual fica apenas atrás do que assolou a África Ocidental entre 2014 e 2016, que causou cerca de 11.000 mortes e 28.000 casos, e de outro que afetou o leste do Congo entre 2018 e 2020 e que causou 2.299 mortes e 3.481 casos.</P><br />
<P>O vírus Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782678]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão considera ataques dos EUA &#8220;violação flagrante&#8221; do acordo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 08:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Teerão considerou hoje que os ataques norte-americanos na véspera contra o seu território constituíam uma "violação flagrante" do protocolo de acordo concluído com os EUA para acabar com a guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Teerão considerou hoje que os ataques norte-americanos na véspera contra o seu território constituíam uma &#8220;violação flagrante&#8221; do protocolo de acordo concluído com os EUA para acabar com a guerra no Médio Oriente.     </P><br />
<P>O Irão &#8220;condena firmemente os ataques aéreos realizados pelo Exército terrorista americano na noite de sexta-feira, 26 de julho, contra vários locais situados na costa sul do Irão&#8221;, indicou num comunicado o ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano.</P><br />
<P>Estes bombardeamentos &#8220;constituem uma violação flagrante do parágrafo 4 do artigo 2 da Carta das Nações Unidas e uma violação flagrante do parágrafo 1 do protocolo de acordo&#8221; concluído em meados de junho com os Estados Unidos, acrescenta a diplomacia iraniana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782677]]></sapo:autor>
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		<title>Concertos, acessos e horários: o guia essencial para o segundo fim de semana do Rock in Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 08:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rock in Rio Lisboa entra este sábado e domingo na reta final da edição de 2026, com dois dias repletos de concertos no Parque Tejo, transmissão do jogo da Seleção Nacional no Mundial de Futebol, reforço dos transportes públicos e um conjunto de serviços preparados para receber milhares de visitantes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rock in Rio Lisboa entra este sábado e domingo na reta final da edição de 2026, com dois dias repletos de concertos no Parque Tejo, transmissão do jogo da Seleção Nacional no Mundial de Futebol, reforço dos transportes públicos e um conjunto de serviços preparados para receber milhares de visitantes. Depois de um primeiro fim de semana marcado pelas atuações de Katy Perry e Linkin Park, a Cidade do Rock volta a abrir portas para um programa que reúne nomes históricos da música internacional e alguns dos maiores artistas da atualidade.</p>
<p><strong>Sábado é o &#8220;Dia das Lendas&#8221;</strong><br />
O primeiro dos dois dias finais do festival é dedicado às grandes figuras da música. No Palco Mundo, os norte-americanos 4 Non Blondes inauguram os concertos às 16h25, seguindo-se Shaggy, às 18h25. A partir das 20h40 sobe ao palco Cyndi Lauper, que deverá interpretar alguns dos maiores êxitos da sua carreira, como Girls Just Want to Have Fun, Time After Time e True Colors.</p>
<p>O encerramento da noite ficará a cargo de Rod Stewart, às 22h40. O músico britânico, de 81 anos, continua em digressão com o álbum Swing Fever (2024), apesar do susto vivido durante um concerto nos Estados Unidos, onde necessitou de assistência médica em palco. Ainda assim, tudo aponta para que mantenha a atuação em Lisboa, onde deverá revisitar clássicos como Maggie May, Sailing e Da Ya Think I&#8217;m Sexy?.</p>
<p>Após os concertos, às 00h30 de domingo, a Arena Música e Futebol transmitirá em ecrã gigante o encontro entre Portugal e Colômbia, referente ao Campeonato do Mundo de Futebol.</p>
<p><strong>Domingo dedicado à música urbana</strong><br />
O último dia do festival muda completamente de registo, apostando nos grandes nomes do hip hop e da música urbana.</p>
<p>O Palco Mundo recebe Matuê às 17h00, seguido do nigeriano Rema às 19h00. Depois será a vez do britânico Central Cee, às 21h15, antes do encerramento da edição de 2026, às 23h15, com a estreia em Portugal de 21 Savage, vencedor de um Grammy em 2025, que apresentará temas dos álbuns American Dream (2024) e What Happened to the Streets? (2025).</p>
<p>Durante a tarde de domingo, por volta das 20h00, regressa também o espetáculo aéreo The Flight, com acrobacias sincronizadas sobre o recinto.</p>
<p><strong>Programação completa dos palcos</strong><br />
<strong>Sábado, 27 de junho</strong></p>
<p>Palco Mundo</p>
<p>16h25 — 4 Non Blondes<br />
18h25 — Shaggy<br />
20h40 — Cyndi Lauper<br />
22h40 — Rod Stewart<br />
00h30 — Portugal x Colômbia (transmissão)</p>
<p>Palco Music Valley</p>
<p>15h00 — Jafumega<br />
17h25 — UHF<br />
19h40 — GNR<br />
21h40 — Xutos &#038; Pontapés</p>
<p>Palco Super Bock</p>
<p>15h00 — Syro<br />
17h25 — The Wailers<br />
19h40 — Joss Stone<br />
21h40 — Belo</p>
<p>BacanaPlay Digital Stage</p>
<p>15h25 — Podcast &#8220;Vamos Viajar na Maionese&#8221;<br />
16h25 — Melly<br />
17h40 — &#8220;Canta Se Souberes&#8221;, com Rui Unas<br />
18h25 — Bento Gil<br />
19h40 — Vítor Sá, Dário Guerreiro e Rodrigo Correia<br />
20h40 — Bia Caboz<br />
00h00 — ULAS<br />
01h00 — Bateu Matou</p>
<p><strong>Domingo, 28 de junho</strong></p>
<p>Palco Mundo</p>
<p>17h00 — Matuê<br />
19h00 — Rema<br />
21h15 — Central Cee<br />
23h15 — 21 Savage</p>
<p>Palco Music Valley</p>
<p>18h00 — Irina Barros<br />
20h15 — Carlão<br />
22h15 — Filipe Ret<br />
01h00 — Dennis</p>
<p>Palco Super Bock</p>
<p>16h00 — Karetus<br />
18h00 — Valete<br />
20h15 — Lola Índigo<br />
22h15 — CeeLo Green</p>
<p>BacanaPlay Digital Stage</p>
<p>15h00 — Elyas<br />
16h00 — Mónica Vale do Gato, Joana Miranda e Isabel Viana<br />
17h00 — DJ Big &#038; DJ Glue<br />
18h15 — &#8220;Más Influências&#8221;<br />
19h00 — King Bigs<br />
20h15 — &#8220;Carlos Vidal: A Petição&#8221;<br />
21h15 — Rima.pt<br />
Transportes reforçados durante o festival</p>
<p>Para responder ao aumento da procura, o Metropolitano de Lisboa prolonga o funcionamento das linhas Verde e Vermelha.</p>
<p>Na madrugada de domingo, o metro funcionará até às 04h00, permitindo aos festivaleiros assistir ao jogo de Portugal antes de regressarem a casa. Na madrugada de segunda-feira, o serviço prolonga-se até às 03h00.</p>
<p>Os últimos comboios partirão das estações terminais àquelas horas, não estando garantidas correspondências após essas partidas.</p>
<p>A estação de Oriente continua a ser o principal ponto de acesso ao recinto, existindo um serviço de shuttle da Carris entre a estação e o Parque Tejo, a funcionar entre as 12h00 e as 03h00.</p>
<p>Também a CP mantém comboios especiais durante a madrugada, enquanto a Fertagus disponibiliza um comboio extraordinário com partida de Roma-Areeiro às 01h55 nas madrugadas de domingo e segunda-feira.</p>
<p>Já a Transtejo Soflusa reforça igualmente a operação para facilitar o regresso dos adeptos após o jogo de Portugal, disponibilizando uma carreira extraordinária às 03h15 entre Cacilhas e Cais do Sodré e entre Barreiro e Terreiro do Paço.</p>
<p>O Metro recomenda ainda aos passageiros a utilização do pagamento contactless diretamente nas cancelas, evitando filas na compra de títulos de transporte.</p>
<p><strong>Serviços disponíveis no recinto</strong><br />
A organização mantém várias medidas para facilitar a experiência dos visitantes.</p>
<p>Estão disponíveis 100 bebedouros gratuitos de água potável distribuídos pela Cidade do Rock, bem como 21 bares, 40 torneiras self-service de cerveja e 57 espaços de restauração, com ofertas que incluem hambúrgueres, pizzas, cachorros-quentes, leitão e outras opções alimentares.</p>
<p>Regressam também algumas das atrações permanentes do festival, como a Arena Música e Futebol, a Cupid House, inspirada nas capelas de casamento de Las Vegas, e a tradicional roda gigante.</p>
<p><strong>O que pode e não pode levar</strong><br />
A organização permite a entrada com medicamentos acompanhados de atestado médico, copos reutilizáveis com capacidade visível, até quatro snacks por pessoa transportados em sacos de plástico e garrafas de água até meio litro.</p>
<p>Por outro lado, continuam proibidos álcool, embalagens de vidro ou metal, latas, sprays, capacetes, chapéus de chuva, selfie sticks, tripés, drones, colunas de som, lasers, trotinetes, bicicletas, armas, objetos perigosos, drogas, mochilas superiores ao formato A4, power banks maiores do que um telemóvel, recipientes com líquidos superiores a 100 mililitros, animais e equipamento fotográfico ou de vídeo profissional.</p>
<p>A organização recomenda ainda que os visitantes privilegiem os transportes públicos, devido às restrições de circulação automóvel nas imediações do Parque Tejo e do Bairro do Forte durante todo o fim de semana do festival.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782463]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Metro de Lisboa e Transtejo reforçam hoje transportes para o Rock in Rio e jogo de Portugal no Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 07:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Metropolitano de Lisboa vai reforçar a operação ao longo deste fim de semana para responder ao aumento da procura provocado pelo Rock in Rio Lisboa 2026 e pelo jogo da Seleção Nacional frente à Colômbia, no Campeonato do Mundo de Futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Metropolitano de Lisboa vai reforçar a operação ao longo deste fim de semana para responder ao aumento da procura provocado pelo Rock in Rio Lisboa 2026 e pelo jogo da Seleção Nacional frente à Colômbia, no Campeonato do Mundo de Futebol. A empresa prolonga os horários de funcionamento nas madrugadas de sábado e domingo, enquanto a Transtejo Soflusa (TTSL) disponibiliza uma carreira fluvial extraordinária para facilitar o regresso dos adeptos após o encontro.</p>
<p>O reforço da operação do Metro incide sobretudo nas linhas Verde e Vermelha, as mais utilizadas pelos visitantes do festival, que decorre no Parque Tejo Lisboa. Segundo a empresa, o objetivo é garantir maior capacidade de transporte durante um período de elevada afluência, associado simultaneamente ao evento musical e ao jogo da seleção portuguesa.</p>
<p>Na madrugada deste sábado, 27 de junho, o Metro funcionará até às 04h00, mantendo todas as estações abertas e colocando em circulação composições de seis carruagens, aumentando assim a capacidade disponível. Já na madrugada de domingo, 28 de junho, o serviço será prolongado até às 03h00.</p>
<p>O prolongamento excecional até às 04h00 na primeira madrugada destina-se também a responder ao previsível aumento da procura provocado pelo encontro entre Portugal e Colômbia, referente ao Mundial 2026, cuja partida está agendada para as 00h30 (hora de Portugal continental).</p>
<p>O Metro de Lisboa esclarece que os últimos comboios partirão das estações terminais às 04h00 na madrugada de sábado e às 03h00 na madrugada de domingo, alertando, contudo, que não serão asseguradas correspondências após essas partidas finais.</p>
<p>Para quem se deslocar ao Rock in Rio Lisboa 2026, a empresa recomenda a utilização da estação do Oriente, de onde será disponibilizada uma ligação através de um serviço shuttle da Carris até ao recinto do festival, permitindo uma solução integrada de transporte.</p>
<p>O Metropolitano aconselha ainda os passageiros a recorrerem ao pagamento contactless com cartão bancário, permitindo validar diretamente nas cancelas sem necessidade de adquirir previamente um título de transporte. A medida pretende reduzir filas e tornar mais rápidas as deslocações durante o período de maior procura.</p>
<p>A operação especial será desenvolvida em articulação com a PSP e outras entidades responsáveis pela segurança e gestão da mobilidade. Além do Metro, o dispositivo contará também com o reforço de vários operadores de transporte, entre os quais Carris, Carris Metropolitana, CP, Fertagus e Transtejo Soflusa, assegurando alternativas de acesso e regresso para os milhares de pessoas esperadas nos eventos.</p>
<p>A empresa destaca igualmente o papel dos seus trabalhadores, sublinhando que esta operação especial só é possível graças ao &#8220;profissionalismo, dedicação e sentido de responsabilidade&#8221; das equipas envolvidas, garantindo uma resposta adequada às necessidades de mobilidade.</p>
<p><strong>Transtejo cria carreira extra durante a madrugada</strong><br />
Também a Transtejo Soflusa anunciou um reforço da sua operação para facilitar as deslocações dos adeptos que pretendam assistir ao jogo de Portugal ou acompanhar as celebrações em Lisboa.</p>
<p>A transportadora vai disponibilizar uma carreira fluvial extraordinária às 03h15 da madrugada de domingo, reforçando as ligações Cacilhas – Cais do Sodré e Barreiro – Terreiro do Paço.</p>
<p>Segundo a empresa, o objetivo é &#8220;responder ao aumento da procura esperado numa noite marcada pelo apoio à seleção nacional, contribuindo para uma mobilidade mais cómoda e acessível para todos os adeptos&#8221;.</p>
<p>A TTSL recorda que assegura as ligações fluviais entre Seixal, Montijo, Cacilhas, Barreiro e Trafaria/Porto Brandão e Lisboa, desempenhando um papel importante na mobilidade da Área Metropolitana.</p>
<p>O encontro entre Portugal e Colômbia, referente ao Mundial 2026, disputa-se na madrugada de domingo, às 00h30 (hora de Portugal continental), sendo arbitrado pelo australiano Alireza Faghani. Em Lisboa, o Terreiro do Paço volta a acolher a Lisboa Football Arena, espaço criado através de uma parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Federação Portuguesa de Futebol, onde os adeptos podem acompanhar os jogos do Mundial num ecrã gigante.</p>
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