Desde um documentário na Netflix a livros e acordos com o Spotify: Negócios de Harry e Megan já ultrapassam 135 milhões de dólares

O príncipe Harry e Meghan Markle, conhecidos no Reino Unido e um pouco por todo o mundo como os Duques de Sussex, abandonaram as suas funções reais em 2020 e desde essa altura já fizeram 135 milhões de dólares (125 milhões de euros) entre podcasts, documentários na Netflix e livros com recordes de vendas.

De acordo com a revista Forbes, pensa-se que Harry recebeu um adiantamento de 20 milhões de dólares antes da publicação do seu último projeto, a autobiografia Spare (Na Sombra, na edição portuguesa), que foi editado pela primeira vez na semana passada. Logo no dia do lançamento, a obra vendeu 1,4 milhões de cópias, valor que superou as vendas do primeiro dia do livro de memórias do ex-presidente norte-americano Barack Obama, que saiu em 2020.

Apesar deste livro altamente lucrativo, o acordo que deu mais dinheiro ao casal foi o contrato de 100 milhões de dólares (92 milhões de euros), assinando por cinco anos com a Netflix em dezembro de 2020, para produzir documentários, longas-metragens, programas de entretenimento e programação infantil. Até agora só foi feito o documentário ‘Harry & Meghan’, que foi o programa documental mais visto de sempre na Netflix.

No que diz respeito a despesas, o casal terá gasto 14,7 milhões de dólares (13,6 milhões de euros) numa casa em Montecito, na Califórnia. Do pouco que se sabe sobre a propriedade destaca-se o facto de ter 19 quartos e 16 casas de banho e ser perto de propriedades que pertencem a grandes celebridades norte-americanas como Oprah Winfrey, Ellen DeGeneres e Ariana Grande.

Além destes contratos com a Netflix, os antigos membros da família real assinaram um contrato de três anos com a plataforma de streaming Spotify num valor que se pensa ser entre 15 e 18 milhões de dólares (13,8 e 16,6 milhões de euros). Porém a Forbes adianta que o acordo pode chegar a valores na ordem dos 25 milhões de dólares (23 milhões de euros). Até agora o casal apresentou apenas uma série com vários episódios narrados por Meghan Markle, com o nome “Archetypes”, e um episódio único especial de Natal em 2020, feito pelo casal.

Meghan Markle também se interessou em tempos pela publicação de livros, embora as suas obras tenham rendido muito menos em receitas: em 2021, lançou um livro infantil intitulado “The Bench”, que lhe terá rendido ainda antes de ser publicado 618 mil dólares. O livro é composto apenas por 167 palavras em forma de poema, e apresenta uma ilustração da então filha recém-nascida do casal, Lilibet Diana. Terá chegado à lista dos mais vendidos do jornal americano New York Times, mas não se sabe se teve efetivamente sucesso de vendas. Em 2018, a Duquesa de Sussex também publicou um livro de receitas e doou todos os lucros para um grupo de culinária da comunidade de West London, no Reino Unido.

Destaca-se que depois de deixarem o cargo como membros da realeza, Harry e Meghan passaram a depender exclusivamente da herança de Harry adquirida devido à morte precoce da mãe, a princesa Diana, que se estima ser de cerca de 10 milhões de dólares. Depois de deixarem os cargos, em 2020, a família deixou de os financiar, sendo que anteriormente a grande maioria das despesas do casal, que a Forbes estima serem cerca de 800 mil dólares anualmente (738 mil euros), era paga pelo pai de Harry, agora rei Carlos III.

Quando foram viver para a América do Norte, Harry e Meghan abandonaram os títulos de Sua Alteza Real e voluntariamente reembolsaram mais de 3 milhões de libras (3,43 milhões de euros) ao Estado pelas renovações feitas na sua residência no Reino Unido, Frogmore Cottage, que tinha sido paga pelos contribuintes britânicos.

Antes de se casar com Harry em 2018, pensa-se que Meghan Markle arrecadou cerca de 2 milhões de dólares durante a sua carreira como atriz, em especial com a sua participação na série “Suits” com a duração de sete temporadas.

Destaca-se que em 2020 o casal criou a fundação Archewell. Em outubro desse ano, a fundação anunciou que distribuiria 1 milhão de dólares em bolsas para mulheres que “servem de inspiração a jovens” em parceria com o VING Project, financiado pelo multimilionário Eric Lefkofsky.

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