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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>França e Ucrânia acordam aquisição de aviões, baterias e misseis por Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:10:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A França e a Ucrânia concluíram hoje um plano para a aquisição por Kiev de 16 aviões de combate Rafale, os primeiros dos quais devem voar em 2028-2029 "nos ares ucranianos", anunciou o Presidente francês, Emmanuel Macron.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A França e a Ucrânia concluíram hoje um plano para a aquisição por Kiev de 16 aviões de combate Rafale, os primeiros dos quais devem voar em 2028-2029 &#8220;nos ares ucranianos&#8221;, anunciou o Presidente francês, Emmanuel Macron.</P><br />
<P>Para reforçar a defesa antiaérea ucraniana, Kiev vai também dotar-se &#8220;de uma primeira série de baterias SAMP/T de nova geração, que vem completar os sistemas que vão ser vendidos com os seus mísseis nas próximas semanas&#8221;, acrescentou Macron, depois de uma cimeira dos países integrantes da designada &#8216;coligação de voluntários&#8217; em Paris. </P><br />
<P>O acordo prevê ainda o fornecimento de radares e a produção, licenciada, na Ucrânia de mísseis antiaéreos Aster 30 e de cruzeiro Scalp, avançou o Presidente francês.    </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788805]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Irão condena ataque do Governo do Iémen ao aeroporto de Sana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Irão condenou hoje o ataque reivindicado pelo Governo do Iémen, apoiado pela Arábia Saudita, contra o aeroporto de Sana, controlado pelos rebeldes Huthis, para impedir a aterragem de um avião proveniente de Teerão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão condenou hoje o ataque reivindicado pelo Governo do Iémen, apoiado pela Arábia Saudita, contra o aeroporto de Sana, controlado pelos rebeldes Huthis, para impedir a aterragem de um avião proveniente de Teerão.</P><br />
<P>Segundo a agência de notícias iraniana IRNA, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmaeil Baghaei, descreveu o ato como uma &#8220;violação flagrante do direito internacional e da Carta das Nações Unidas, bem como uma violação da soberania nacional e da integridade territorial do Iémen&#8221;.</P><br />
<P>O porta-voz militar dos Huthis, Yahya Saree, tinha anteriormente atribuído o ataque à Arábia Saudita, afirmando que o aeroporto da capital iemenita fora alvo de &#8220;ataques aéreos sauditas&#8221;.</P><br />
<P>Entretanto, o Governo iemenita, reconhecido internacionalmente e apoiado por Riade, reivindicou a responsabilidade pelo ataque ao aeroporto, afirmando que a operação teve como objetivo impedir a aterragem de um avião iraniano que transportava uma delegação Huthi de regresso de Teerão, onde participou nas cerimónias fúnebres do ex-líder supremo iraniano Ali Khamenei.</P><br />
<P>A coligação militar liderada pela Arábia Saudita anunciou hoje ter intercetado mísseis balísticos lançados pelos rebeldes Huthis contra o sul do território saudita, depois do ataque ao aeroporto.</P><br />
<P>O agravamento da situação ocorre também num contexto de crescente tensão regional, na sequência do reinício dos confrontos entre Estados Unidos e Irão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788804]]></sapo:autor>
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		<title>Andy Burnham confirmado único candidato à sucessão de Keir Starmer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O político britânico Andy Burnham garantiu o apoio de cerca de 87% dos deputados do Partido Trabalhista no processo de escolha do novo líder partidário, excluindo a possibilidade de candidatura de um adversário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O político britânico Andy Burnham garantiu o apoio de cerca de 87% dos deputados do Partido Trabalhista no processo de escolha do novo líder partidário, excluindo a possibilidade de candidatura de um adversário.</P><br />
<P>De acordo com dados do partido publicados hoje, o antigo Presidente da Câmara de Manchester obteve o apoio de 349 dos 403 deputados trabalhistas, mais 27 que os 322 confirmados desde a abertura das candidaturas, na quinta-feira. </P><br />
<P>O primeiro requisito para formalizar uma candidatura à liderança do &#8216;Labour&#8217; é o apoio de um mínimo de 20% dos deputados do grupo parlamentar, ou seja, 81.  </P><br />
<P>O cenário de &#8220;entronização&#8221; &#8211; ou &#8220;coroação&#8221;, como lhe chama a comunicação social britânica &#8211; já era considerado muito provável, porque os principais potenciais concorrentes afastaram-se da corrida desde que Burnham regressou ao Parlamento, após vencer uma eleição legislativa parcial em 18 de junho.</P><br />
<P>O antigo ministro da Saúde Wes Streeting, o ex-secretário de Estado da Defesa Al Carns e o atual secretário de Estado para as Relações Intergovernamentais, Darren Jones, desistiram de avançar, declarando apoio a Burnham para evitar um debate interno prolongado no partido.</P><br />
<P>As nomeações decorrem até 16 de julho, pelo que Burnham deverá ser confirmado como líder trabalhista no dia seguinte e assumir funções como primeiro-ministro após uma audiência com o rei Carlos III, prevista para 20 de julho.</P><br />
<P>O sistema parlamentar britânico permite a substituição do líder do partido no poder e, consequentemente, do primeiro-ministro, sem necessidade de eleições legislativas, sendo que o próximo escrutínio nacional só terá de ocorrer até 2029.</P><br />
<P>Keir Starmer anunciou no mês passado que se demitiria assim que fosse escolhido um sucessor, após cerca de dois anos no cargo marcados por decisões controversas que fragilizaram a sua posição política.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788803]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismos: Número de mortos ultrapassa os 4.500</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:29:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho ultrapassou os 4.500, segundo os mais recentes dados oficiais divulgados hoje pelas autoridades venezuelanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho ultrapassou os 4.500, segundo os mais recentes dados oficiais divulgados hoje pelas autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>De acordo com o relatório oficial divulgado na rede social Telegram pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, o número de mortos é agora de 4.561, mantendo-se o número de feridos inalterado em 16.740.</P><br />
<P>O anterior número de mortos, segundo o balanço de domingo, era de 4.490.</P><br />
<P>Destes, 114 mortos são cidadãos portugueses e lusodescendentes, havendo ainda 54 desaparecidos, segundo dados do Ministério dos Negócios Estrangeiros português divulgados no domingo.</P><br />
<P>As autoridades não referiram o número total de desaparecidos. A ONU estimou que este número poderia chegar aos 50.000, dois dias após o desastre. Algumas projeções sugerem um número mais próximo de 10.000, noticiou a agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Mais de 20.200 pessoas estão sem casa e a viver nestes abrigos improvisados, segundo o relatório oficial.</P><br />
<P>Equipas de resgate venezuelanas e estrangeiras continuam a tentar recuperar corpos soterrados sob os escombros. </P><br />
<P>De acordo com o Governo, mais de 850 edifícios foram afetados e 190 ruíram por completo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788802]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: ONU pede contenção para impedir que Iémen seja arrastado para conflito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:23:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ONU pediu hoje a todas as partes envolvidas no conflito no Médio Oriente para que atuem com contenção e não permitam que o Iémen "seja arrastado ainda mais" para a instabilidade regional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU pediu hoje a todas as partes envolvidas no conflito no Médio Oriente para que atuem com contenção e não permitam que o Iémen &#8220;seja arrastado ainda mais&#8221; para a instabilidade regional.</P><br />
<P>O apelo foi deixado pelo secretário-geral adjunto interino da ONU para os Assuntos Humanitários, Indrika Ratwatte, numa reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas solicitada pelo Governo iemenita.</P><br />
<P>Na mesma reunião, o secretário-geral adjunto da ONU para o Médio Oriente, Khaled Khiari, indicou que os recentes acontecimentos no Iémen são um lembrete contundente de que &#8220;não existe alternativa a um processo político inclusivo e liderado pelos iemenitas&#8221;.</P><br />
<P>Ao descrever os acontecimentos recentes, Khiari afirmou que, em 03 de julho, uma aeronave iraniana teria viajado de Teerão para o Aeroporto Internacional de Sana antes de retornar à origem.</P><br />
<P>A aeronave transportava uma delegação de rebeldes Huthis ao funeral do ex-líder supremo iraniano, Ali Khamenei, e o governo do Iémen considerou o voo uma violação do seu espaço aéreo e da sua soberania.</P><br />
<P>Hoje, outro avião iraniano que transportava uma delegação dos Huthis que retornava de Teerão aterrou no Aeroporto de Hudaydah. </P><br />
<P>Tudo isto após relatos de ataques aéreos no Aeroporto Internacional de Sana, os quais os Huthis atribuíram à Arábia Saudita.</P><br />
<P>Entretanto, o governo iemenita, reconhecido internacionalmente e apoiado pela Arábia Saudita, reivindicou a responsabilidade pelo ataque ao aeroporto, afirmando que a operação visou impedir a aterragem do avião iraniano.</P><br />
<P>O executivo iemenita já havia alertado o Irão contra voos não autorizados para o país e prometeu tomar todas as medidas necessárias.</P><br />
<P>Após os ataques aéreos relatados contra o Aeroporto Internacional de Sana, os Huthis anunciaram o &#8220;fim da fase de desescalada&#8221; com a Arábia Saudita e, em seguida, lançaram mísseis balísticos contra aquele país, que foram intercetados.</P><br />
<P> &#8220;Estamos profundamente preocupados com o risco de uma escalada mais ampla. O Iémen e a região em geral não podem suportar outro ciclo de escalada. Apelamos a todos os intervenientes para que se empenhem construtivamente em negociações sob os auspícios da ONU&#8221;, instou Khaled Khiari.</P><br />
<P>&#8220;A nossa mensagem é clara: medidas unilaterais não aproximarão o Iémen da paz. Pelo contrário, elevam o risco de aprofundar as divisões, acelerar a fragmentação e aumentar o perigo de uma nova escalada e confronto militar&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Na frente humanitária, Ratwatte frisou que o Iémen está a enfrentar múltiplos choques, como o agravamento da insegurança alimentar, o impacto previsto do El Niño na produção de alimentos e nos meios de subsistência e uma queda sem precedentes no financiamento humanitário.</P><br />
<P>Segundo o representante da ONU, em todo o país, as famílias enfrentam uma combinação assustadora de fome, declínio económico, deslocamento forçado, surtos de doenças e colapso dos serviços básicos.</P><br />
<P>&#8220;Todo o corte de verbas tem um rosto humano&#8221;, observou,</P><br />
<P>Ratwatte apelou aos doadores por financiamento sustentado e flexível, e ao Conselho de Segurança para que defenda, nos &#8220;termos mais enfáticos possíveis&#8221;, a libertação imediata e incondicional de todos os detidos arbitrariamente, incluindo 73 colegas da ONU.</P><br />
<P>Já a representante do Reino Unido, Kate Foster, afirmou que o seu país apoiou a reunião de hoje, juntamente com os Estados Unidos, a França e o Bahrein, a favor da soberania do Iémen e da segurança regional.</P><br />
<P>A diplomata condenou os ataques de hoje dos Huthis contra a Arábia Saudita como ações &#8220;imprudentes&#8221; que ameaçam a segurança regional e minam os esforços para garantir a paz no Iémen. </P><br />
<P>Expressou ainda profunda preocupação com as notícias de que duas aeronaves iranianas pousaram no Iémen sem permissão ou autorização das autoridades competentes &#8212; uma violação da soberania do Iémen e do direito internacional.</P><br />
<P>&#8220;Se confirmadas, suscitariam sérias preocupações as informações de que os voos podem ter transportado pessoal militar, especialistas técnicos e equipamentos para apoiar as capacidades militares dos Huthis&#8221;, disse Kate Foster, que alertou ainda para possíveis violações de resoluções do Conselho de Segurança.</P><br />
<P>Os Huthis, apoiados pelo Irão, controlam Sana e grande parte do norte do Iémen, enquanto o Governo internacionalmente reconhecido está instalado sobretudo no sul do país e conta com o apoio de Riade.</P><br />
<P>O Irão nega repetidamente que esteja a armar os Huthis, apesar das conclusões reiteradas de peritos da ONU e de governos ocidentais que associam Teerão a envios de armas e apoio militar ao grupo xiita.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788801]]></sapo:autor>
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		<title>Várias crianças raptadas de escolas na Nigéria foram espancadas no cativeiro &#8211; professora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Várias das crianças raptadas no Estado de Oyo, no sudoeste da Nigéria, foram vítimas de violência física durante os quase dois meses de cativeiro, disse hoje a diretora de uma das escolas atacadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Várias das crianças raptadas no Estado de Oyo, no sudoeste da Nigéria, foram vítimas de violência física durante os quase dois meses de cativeiro, disse hoje a diretora de uma das escolas atacadas.</P><br />
<P>Os cerca de quarenta alunos e membros do pessoal, cuja libertação foi anunciada na sexta-feira, tinham sido raptados em três escolas do estado de Oyo, situadas na periferia do vasto Parque Nacional de Old Oyo, no dia 15 de maio.</P><br />
<P>&#8220;Algumas das crianças foram espancadas. Faziam muito barulho, e era isso que os sequestradores mais detestavam&#8221;, explicou Racheal Alamu durante uma conferência de imprensa na sede do governo do Estado de Oyo, onde o exército entregou oficialmente as crianças e os seus professores às autoridades civis.</P><br />
<P>Segundo o seu testemunho, os alunos mais novos foram alvo especial dos seus raptores: &#8220;Foram eles que receberam mais golpes. Tapavam-lhes a boca, amarravam-nas com roupas e batiam-lhes violentamente&#8221;.</P><br />
<P>Os adultos raptados também foram vítimas de maus-tratos, relatou: &#8220;Os homens tiveram um destino ainda mais difícil, estavam com os olhos vendados, as mãos algemadas e as pernas acorrentadas&#8221;.</P><br />
<P>Durante o seu cativeiro, os reféns foram obrigados a deslocar-se regularmente pelas florestas do Parque Nacional de Old Oyo para escapar às operações de busca.</P><br />
<P>Segundo a diretora e o governador do estado de Oyo, Seyi Makinde, dois professores foram mortos, um no primeiro dia, durante o sequestro, e o outro durante o cativeiro.</P><br />
<P>As crianças e os membros do pessoal foram resgatados no final de operações que o exército descreveu como &#8220;cuidadosamente planeadas e executadas&#8221;, realizadas em colaboração com os serviços de informações, a polícia e grupos locais de autodefesa.</P><br />
<P>Cinco membros das forças de segurança, incluindo elementos de grupos de vigilância comunitária, também foram mortos durante a operação, indicou Makinde.</P><br />
<P>Este sequestro em massa foi atribuído a combatentes do Ansaru, uma fação dissidente do Boko Haram conhecida por operar no centro da Nigéria e por alargar as suas atividades para o sudoeste.</P><br />
<P>O sudoeste da Nigéria tem sido considerado uma das regiões mais seguras de um país assolado por múltiplas crises de segurança.</P><br />
<P>Os sequestros para obtenção de resgate constituem um desafio constante para as autoridades nas regiões instáveis do norte da Nigéria. No entanto, os sequestros em massa têm sido raros no sul do país.</P><br />
<P>O estado de Oyo é um dos mais populosos da Nigéria e tem como capital Ibadan, um importante centro de ensino no país.</P></p>
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		<item>
		<title>Trump anuncia discurso à nação na quinta-feira à noite sem revelar tema</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:55:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, revelou hoje que vai proferir um discurso à nação na quinta-feira à noite, num momento em que os Estados Unidos retomaram os confrontos com o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, revelou hoje que vai proferir um discurso à nação na quinta-feira à noite, num momento em que os Estados Unidos retomaram os confrontos com o Irão.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente Trump fará um pronunciamento à nação na quinta-feira à noite, às 21:00 (02:00 de sexta-feira em Lisboa)&#8221;, escreveu o republicano na sua plataforma de rede social, a Truth Social.</P><br />
<P>Trump não revelou quais os temas que irá abordar, e a Casa Branca não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários da agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Esta intervenção acontece num momento de aumento das tensões entre os Estados Unidos e o Irão na guerra que começou em 28 de fevereiro com ataques aéreos israelitas e norte-americanos e que está a abalar o Médio Oriente e a economia global.</P><br />
<P>Também na Truth Social, o Presidente norte-americano realçou hoje que os Estados Unidos são agora &#8220;os guardiões do estreito de Ormuz&#8221; e vão impor aos navios &#8220;uma taxa equivalente a 20% do valor da sua carga&#8221; que transitam por esta via navegável estratégica, que está sujeita ao direito internacional que supostamente garante a liberdade de navegação.</P><br />
<P>Anunciou também a retoma do bloqueio do estreito, com os militares norte-americanos a especificarem que entrará em vigor às 21:00 (hora de Lisboa) de terça-feira.</P><br />
<P>O último discurso televisivo de Donald Trump foi em 01 de abril, quando justificou pela primeira vez a intervenção norte-americana no Irão, mais de um mês após o início da campanha de bombardeamento israelo-americana. </P><br />
<P>O estreito de Ormuz, palco central de disputas geopolíticas entre o Irão e os Estados Unidos, é uma das principais rotas marítimas mundiais para o transporte de petróleo e gás natural liquefeito, sendo considerado um ponto estratégico para o comércio internacional e para o abastecimento energético global.</P><br />
<P>No âmbito do memorando de entendimento firmado entre Washington e Teerão, os Estados Unidos tinham levantado, a 18 de junho, o bloqueio aos portos iranianos instituído dois meses antes, em resposta ao encerramento do estreito de Ormuz pelo Irão.</P><br />
<P>Mas com o recomeço das hostilidades entre os dois países nos últimos dias, o líder norte-americano garantiu, desta vez em declarações ao canal Fox News, que os Estados Unidos iam &#8220;assumir o controlo&#8221; do estreito.</P><br />
<P>Entretanto, o Irão advertiu já que vai impedir os Estados Unidos de interferirem na gestão do estratégico estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Na noite passada, os Estados Unidos lançaram uma nova vaga de ataques contra o Irão, para impedir Teerão de atacar navios no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Teerão respondeu com ataques aos aliados regionais de Washington, pondo em causa o cessar-fogo de 08 de abril e o memorando de entendimento firmado em junho passado.</P><br />
<P>Irão e Omã partilham geograficamente o estreito de Ormuz, uma passagem marítima estratégica bloqueada desde março devido ao conflito iniciado por uma intervenção militar dos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Teerão e Mascate estão a negociar um protocolo de segurança no estreito para gerir a navegação por onde, antes do conflito, circulava aproximadamente um quinto do petróleo mundial. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788799]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Força multinacional começa treino em países vizinhos nos próximos meses &#8212; Macron</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:51:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A força multinacional criada para ser destacada na Ucrânia após o fim da guerra com a Rússia vai começar a treinar nos "países vizinhos" nos "próximos meses", adiantou hoje o Presidente francês, Emmanuel Macron.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A força multinacional criada para ser destacada na Ucrânia após o fim da guerra com a Rússia vai começar a treinar nos &#8220;países vizinhos&#8221; nos &#8220;próximos meses&#8221;, adiantou hoje o Presidente francês, Emmanuel Macron.</P><br />
<P>&#8220;Decidimos hoje sobre os exercícios que terão lugar nos próximos meses (&#8230;) Serão realizados nos países vizinhos da Ucrânia para validar os nossos planos de destacamento e demonstrar que estamos prontos, determinados e fiáveis&#8221;, referiu Macron após uma reunião da Coligação dos Voluntários em Paris.</P><br />
<P>As manobras, que terão lugar em terra, no ar e no mar, visam demonstrar que os aliados estão &#8220;preparados, determinados e credíveis&#8221; para agir em apoio da Ucrânia assim que for alcançado um cessar-fogo, frisou Macron.</P><br />
<P>O chefe de Estado francês explicou que estes exercícios fazem parte do planeamento da futura força multinacional de apoio à Ucrânia, concebida para ser destacada após o fim das hostilidades.</P><br />
<P>O Presidente francês convocou para hoje uma reunião dos líderes dos cerca de 30 países que integram a Coligação dos Voluntários sobre a Ucrânia, da qual Portugal faz parte, de forma a planear novas iniciativas que permitam dar &#8220;garantias de segurança&#8221; a Kiev.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788798]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: EUA retomam bloqueio dos portos iranianos na terça-feira &#8211; exército</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos vão retomar o bloqueio dos portos iranianos na terça-feira, às 21:00 de Lisboa, anunciou hoje o Comando Central militar norte-americano (CENTCOM), após o anúncio da decisão pelo Presidente Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos vão retomar o bloqueio dos portos iranianos na terça-feira, às 21:00 de Lisboa, anunciou hoje o Comando Central militar norte-americano (CENTCOM), após o anúncio da decisão pelo Presidente Donald Trump.</P><br />
<P>&#8220;As forças do CENTCOM vão fazer cumprir o bloqueio contra as embarcações que transitem de ou para portos e áreas costeiras do Irão&#8221;, refere o comunicado emitido pelo comando militar responsável pelo Médio Oriente, pela Ásia Central e pela Ásia Meridional.</P><br />
<P>&#8220;O fluxo de tráfego nas águas regionais para todas as embarcações que não estejam a violar o bloqueio continuará a ser apoiado pelas forças armadas dos EUA&#8221;, adianta a nota.</P><br />
<P>A unidade militar esclarece ainda que o bloqueio vai seguir os moldes daquele que esteve em vigor entre 13 de abril e 18 de junho, período em que afirma ter neutralizado nove embarcações e redirecionado mais de 140 que não aceitaram as orientações norte-americanas e em que autorizou a passagem de mais de 50 navios com ajuda humanitária.</P><br />
<P>O estreito de Ormuz, palco central de disputas geopolíticas entre o Irão e os Estados Unidos, é uma das principais rotas marítimas mundiais para o transporte de petróleo e gás natural liquefeito, sendo considerado um ponto estratégico para o comércio internacional e para o abastecimento energético global.</P><br />
<P>No âmbito do memorando de entendimento firmado entre Washington e Teerão, os Estados Unidos tinham levantado, a 18 de junho, o bloqueio aos portos iranianos instituído dois meses antes, em resposta ao encerramento do estreito de Ormuz pelo Irão.</P><br />
<P>Mas com o recomeço das hostilidades entre os dois países nos últimos dias, o líder norte-americano garantiu, desta vez em declarações ao canal Fox News, que os Estados Unidos iam &#8220;assumir o controlo&#8221; do estreito.</P><br />
<P>Entretanto, o Irão advertiu já que vai impedir os Estados Unidos de interferirem na gestão do estratégico estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Na noite passada, os Estados Unidos lançaram uma nova vaga de ataques contra o Irão, para impedir Teerão de atacar navios no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Teerão respondeu com ataques aos aliados regionais de Washington, pondo em causa o cessar-fogo de 08 de abril e o memorando de entendimento firmado em junho passado.</P><br />
<P>Irão e Omã partilham geograficamente o estreito de Ormuz, uma passagem marítima estratégica bloqueada desde março devido ao conflito iniciado por uma intervenção militar dos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Teerão e Mascate estão a negociar um protocolo de segurança no estreito para gerir a navegação por onde, antes do conflito, circulava aproximadamente um quinto do petróleo mundial. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788797]]></sapo:autor>
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		<title>Conselho Superior de Defesa deu parecer favorável a &#8220;potencial nova missão multinacional&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:32:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Superior de Defesa Nacional, que se reuniu hoje no Palácio de Belém, deu parecer favorável, por unanimidade, a propostas de ajustamento de forças nacionais destacadas e a uma "potencial nova missão multinacional", não especificada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho Superior de Defesa Nacional, que se reuniu hoje no Palácio de Belém, deu parecer favorável, por unanimidade, a propostas de ajustamento de forças nacionais destacadas e a uma &#8220;potencial nova missão multinacional&#8221;, não especificada.</P><br />
<P>Esta informação consta de uma nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet sobre a reunião de hoje deste órgão de consulta para os assuntos relativos à defesa nacional e às Forças Armadas, a segunda realizada no mandato do atual chefe de Estado, António José Seguro.</P><br />
<P>Segundo a nota informativa, na sessão ordinária de hoje o Conselho Superior de Defesa Nacional fez &#8220;uma apreciação respeitante à situação de defesa e segurança internacional, bem como às conclusões da Cimeira da NATO, realizada em Ancara&#8221; na semana passada.</P><br />
<P>&#8220;O Conselho Superior de Defesa Nacional fez ainda uma análise a um pedido de parecer por parte da Comissão de Defesa Nacional da Assembleia da República. Efetuou um ponto de situação sobre forças nacionais destacadas e deu parecer favorável, por unanimidade, às propostas de ajustamento da Iniciativa Mar Aberto e da participação nacional na Missão Portuguesa de Capacitação na República Democrática de São Tomé e Príncipe, bem como, a uma potencial nova missão militar multinacional&#8221;, lê-se na nota.</P><br />
<P>O Conselho Superior de Defesa Nacional &#8220;deliberou ainda, por unanimidade, expressar o seu agradecimento e louvor às Forças Armadas pelo papel que desempenham na sociedade portuguesa e na projeção de Portugal no mundo&#8221;, acrescenta-se.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788796]]></sapo:autor>
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		<title>Supremo brasileiro suspende visitas de Flávio a Jair Bolsonaro durante as eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:31:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 13 jul 2026 (Lusa) -- O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil suspendeu hoje por 90 dias as visitas do senador e pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro ao seu pai, Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliária em Brasília.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 13 jul 2026 (Lusa) &#8212; O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil suspendeu hoje por 90 dias as visitas do senador e pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro ao seu pai, Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliária em Brasília.</P><br />
<P>A decisão do juiz Alexandre de Moraes, consultada pela Lusa, ocorre após Flávio Bolsonaro ler uma carta do pai nas redes sociais no último sábado, em que Jair declara apoio à pré-candidatura do filho nas eleições gerais de outubro.</P><br />
<P>Moraes escreveu que, ao conceder prisão domiciliária humanitária a Jair Bolsonaro, em março deste ano, determinou, entre as medidas cautelares, a &#8220;proibição de utilização de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros&#8221;.</P><br />
<P>Para Moraes, Flávio desrespeitou a medida cautelar e utilizou o seu direito de visita ao pai &#8220;com a exclusiva finalidade&#8221; de divulgar a carta nas redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;Não há dúvidas, portanto, que a conduta irregular de Flávio Nantes Bolsonaro desrespeitou expressa vedação judicial e configurou ostensivo desvio de finalidade no exercício de seu direito de visita&#8221;, escreveu Moraes.</P><br />
<P>Para Moraes, a &#8220;divulgação de vídeo em rede social e utilização de expressões com carga semântica equivalente a pedido explícito de voto pode configurar propaganda eleitoral antecipada em período vedado pela legislação&#8221;.</P><br />
<P>O juiz do STF determinou ainda que o Ministério Público Eleitoral apure se houve incumprimento da legislação eleitoral do país.</P><br />
<P>Além de suspender as visitas de Flávio, Moraes deu um prazo de 48 horas para que Jair Bolsonaro explique se tinha conhecimento de que a carta seria divulgada nas redes sociais pelo senador.</P><br />
<P>Na carta lida por Flávio Bolsonaro, Jair sinaliza que o filho é seu &#8220;porta-voz&#8221; e no qual confia &#8220;para resgatar o Brasil e (&#8230;) conduzir [o país] para a paz e a prosperidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à presidência&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>Na decisão, o juiz do Supremo brasileiro lembrou que Flávio é reincidente &#8220;em sua conduta desrespeitosa às decisões judiciais&#8221; ao violar a mesma medida cautelar em agosto do ano passado.</P><br />
<P>Na altura, lembrou Moraes, o senador telefonou para o pai durante um ato político e transmitiu a ligação nas redes sociais.</P><br />
<P>A decisão de Moraes de suspender Flávio Bolsonaro por 90 dias pode ter impacto na sua campanha eleitoral, uma vez que ficará autorizado a visitar o pai apenas em meados de outubro, após a primeira volta das eleições gerais.</P><br />
<P>Jair Bolsonaro foi condenado e está preso por tentativa de golpe de Estado e organização criminosa, e cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788795]]></sapo:autor>
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		<title>Jon Fosse entre os convidados do FOLIO que lança órgão consultivo para a literatura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Festival Literário de Óbidos, que decorre entre 08 e 18 de outubro sob o lema "Para além da pele", terá entre os convidados o Nobel da Literatura Jon Fosse e marcará o arranque de um novo órgão consultivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Festival Literário de Óbidos, que decorre entre 08 e 18 de outubro sob o lema &#8220;Para além da pele&#8221;, terá entre os convidados o Nobel da Literatura Jon Fosse e marcará o arranque de um novo órgão consultivo.</P><br />
<P>Na sua 11.ª edição, o FOLIO &#8212; Festival Literário Internacional de Óbidos levará àquela vila do distrito de Leiria, logo no primeiro fim de semana, o Prémio Nobel da Literatura 2023, o escritor e dramaturgo norueguês, Jon Fosse, de quem estão publicados em Portugal diversas obras, entre as quais &#8220;Manhã e noite&#8221;, &#8220;Trilogia&#8221;, &#8220;Uma brancura luminosa&#8221;, &#8220;É a Ales&#8221; e &#8220;Casa de barcos&#8221;.</P><br />
<P>Outros nomes destacados pelo curador do Fólio Autores, Pedro Sousa, foram a escritora brasileira Ana Maria Gonçalves, a primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras, e dois vencedores do Prémio Booker: o canadiano Yann Martel e a indiana Kiran Desai, que em 2006 se tornou a mais jovem mulher a ser distinguida com aquele galardão.</P><br />
<P>A escritora espanhola Aixa de la Cruz, de quem foi recentemente publicado &#8220;Mudar de ideias&#8221;, e a francesa Catherine Millet, que lançou por volta da mesma altura &#8220;Ciúme&#8221;, também marcam presença no festival, tendo sido referidas pelo vereador como exemplo de escritoras &#8220;corajosas&#8221; pelos temas que abordam.</P><br />
<P>A escritora e psicanalista brasileira Vera Iaconelli, que se colocou a si própria no divã para escrever &#8220;Análise. Notas do divã&#8221;, publicado em março, e o escritor franco-argelino Kamel Daoud, duas vezes vencedor do Prémio Goncourt, com &#8220;Meursault, contra-investigação&#8221; (romance de estreia) e &#8220;Huris&#8221;, que põe o foco na guerra civil argelina, nos anos 1990.</P><br />
<P>A também vencedora do Goncourt Leila Slimani, a escritora e jornalista argentina Gabriela Cabezon Cámara, vencedora do National Book Award para obra traduzida, e autores como Michael Cunningham, Mohamed El-Kurd, Michela Marzano, Anne Serre, Rachid Benzine, Martin Desrosiers e Niklas Frank são outros autores que participarão no FOLIO.</P><br />
<P>Entre os portugueses, destaca-se a presença de Valter Hugo Mãe, que participará numa mesa com Ana Maria Gonçalves, o humorista Ricardo Araújo Pereira, o jornalista e escritor António Cabrita e o linguista Marco Neves.</P><br />
<P>O FOLIO Mais, com curadoria de Candela Varas, propõe ser um espaço de cruzamento de disciplinas e de experimentação em torno da literatura, contando esta ano com 13 presenças internacionais, entre as quais o mexicano Emiliano Monge, a cubana Elaine Vilar Madriga, o basco Bernardo Atxaga, a espanhola Maria Sánchez, a brasileira Mariana Salomão Carrara e o italiano Stefano Mancuso, entre outros.</P><br />
<P>Para a curadora, querer ir além da pele é abrir-se ao mundo, nesta era de antropocentrismo, e experimentar formatos híbridos, reaprender e apostar numa mudança de perspetiva.</P><br />
<P>Candela Varas afirmou que um dos objetivos desta edição é plantar 200 árvores, envolvendo as escolas.</P><br />
<P>O FOLIO Educa promete levar 75 oficinas a todas as turmas de todas as escolas de Óbidos, com escritores, ilustradores, ceramistas e cenógrafos aos estabelecimentos de ensino, enquanto o FOLIO Ilustra tem mais de 175 criadores de vários países envolvidos e propõe como desafio trazer a ilustração a outros suportes.</P><br />
<P>O FOLIO Tec vai assentar sobre quatro eixos: humano, trabalho e organização; corpo ciência e tecnologia; Inteligência Artificial (IA) e futuro; IA como mente pensante.</P><br />
<P>A organização do FOLIO anunciou hoje também a criação do Conselho Estratégico da Literatura e do Conhecimento, um novo órgão consultivo do município para a &#8220;literatura como política pública&#8221;, que terá a sua primeira reunião durante o evento.</P><br />
<P>&#8220;Queremos transformar a literatura numa verdadeira política pública&#8221;, afirmou Ricardo Duque, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Óbidos, explicando que este órgão será também um laboratório de ideias, um espaço qualificado de aconselhamento ao município e uma estrutura de apoio à decisão política.</P><br />
<P>Segundo Ricardo Duque, com este conselho estratégico pretende-se &#8220;que Óbidos seja reconhecida como vila literária&#8221; e &#8220;também contribuir para o debate sobre o papel da literatura na política pública&#8221;.</P><br />
<P>Os conselheiros fundadores deste órgão são a presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Rio, e os escritores José Luis Peixoto, Mia Couto, Afonso Cruz, Valter Hugo Mãe, Tatiana Salem Levy, José Eduardo Agualusa, Dulce Maria Cardoso, Gonçalo M. Tavares e Pedro Freitas, poeta da cidade.</P><br />
<P>Segundo o município, ao longo da última década, Óbidos afirmou-se como cidade criativa da UNESCO na área da literatura, mas esta aposta não se esgota na programação de eventos, pelo contrário, constitui uma estratégia de longo prazo, assente na formação de públicos, na valorização da leitura, na articulação com a educação, na criação artística, na dinamização económica, na qualificação urbana e na internacionalização da língua portuguesa.</P><br />
<P>É nesse contexto que se torna necessário criar esta estrutura permanente de pensamento, aconselhamento, reflexão critica e produção de conhecimento, acrescenta.</P><br />
<P>O presidente da Câmara Municipal de Óbidos, Filipe Daniel, destacou que o investimento na área da cultua ocupa 17% do orçamento municipal, uma escolha política que diz ser assente em resultados económicos concretos, já que a cultura atrai talento, fixa pessoas, qualifica as comunidades e gera valor económico real, na medida em que funciona como motor financeiro para o comércio, hotelaria, restauração e serviços.</P><br />
<P>&#8220;Queremos fazer da literatura uma verdadeira política pública em Portugal&#8221;, afirmou, acrescentando: &#8220;Estamos a formar novos públicos, a estimular o pensamento crítico e a dar ferramentas de emancipação democrática às novas gerações desde a infância&#8221;.</P><br />
<P>O autarca apontou que é com base nesta experiência que assumiu candidatar Óbidos a capital portuguesa da Cultura em 2028, contando com o apoio dos membros do conselho estratégico.</P><br />
<P>&#8220;O principal legado físico e institucional desta nossa visão será a criação do Centro Internacional da Literatura e do Conhecimento&#8221;, afirmou, explicando que esta &#8220;grande infraestrutura cultural&#8221; será concebida como uma biblioteca contemporânea, um centro de criação artística e um espaço de investigação e debate cívico.</P><br />
<P>&#8220;Óbidos provou que consegue gerar riqueza a partir da cultura&#8221;, sublinhou, revelando que o orçamento do FOLIO ronda os 535 mil euros, &#8220;um bom investimento na transformação territorial&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788794]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Organização lança campanha para garantir ceias a pessoas em situação de sem-abrigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:02:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comunidade Vida e Paz lançou hoje uma campanha para angariar 50.000 euros destinados a assegurar a atividade das equipas que todas as noites apoiam mais de 500 pessoas em situação de sem-abrigo em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comunidade Vida e Paz lançou hoje uma campanha para angariar 50.000 euros destinados a assegurar a atividade das equipas que todas as noites apoiam mais de 500 pessoas em situação de sem-abrigo em Lisboa.</P><br />
<P>A 4.º campanha &#8220;Alimente Uma Volta&#8221; pretende assegurar a atividade das equipas voluntárias de rua da Comunidade Vida e Paz, que percorrem a cidade de Lisboa para apoiar mais de 500 pessoas em situação de sem-abrigo, segundo um comunicado da Comunidade Vida e Paz, uma instituição particular de solidariedade social, sem fins lucrativos. </P><br />
<P>A organização alertou para a falta de financiamento público, indicando que atualmente o custo diário das rondas noturnas está nos 1.060 euros, &#8220;valor que inclui a preparação das ceias, o apoio técnico e logístico, combustível, e outros recursos indispensáveis ao funcionamento desta resposta&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É com enorme preocupação que assistimos ao aumento das necessidades no terreno sem que exista um reforço do financiamento&#8221;, referiu a diretora-geral da Comunidade Vida e Paz, Renata Alves, citada em comunicado. </P><br />
<P>Renata Alves disse ainda que, quando faltam recursos, não está apenas em causa a distribuição de uma ceia, mas também um acompanhamento de proximidade que, &#8220;para muitas pessoas, representa a primeira oportunidade de iniciar um percurso de saída da situação de sem-abrigo&#8221;. </P><br />
<P>Com o mote &#8220;Tudo muda quando se dá a volta&#8221;, a campanha permite apoiar a Comunidade Vida e Paz através do site donativos.cvidaepaz.pt.</P><br />
<P>No ano passado, a organização distribuiu 179.550 ceias, com 419.902 euros, sendo este o custo total das equipas voluntárias de rua da Comunidade Vida e Paz, segundo o comunicado. </P><br />
<P>De acordo com o relatório de atividades e contas de 2025, as equipas voluntárias de rua, constituídas por 672 voluntários, distribuídos em quatro equipas acompanharam, em Lisboa, uma média diária de 503 pessoas. </P><br />
<P>Segundo o relatório, as problemáticas dominantes apresentadas pelas pessoas em situação de sem-abrigo contactadas pelas equipas estiveram associadas na maioria a comportamentos aditivos, alcoolismo e/ou toxicodependência, a problemas de saúde mental, falta de suporte familiar e social, desemprego e problemas legais.  </P><br />
<P>A Comunidade Vida e Paz apoia pessoas em situação de sem-abrigo, ou em situação de vulnerabilidade social, ajudando-as a recuperar a sua dignidade e a reconstruir o seu projeto de vida, através de uma ação integrada de prevenção, reabilitação e reinserção. </P><br />
<P>Em 2024, foram contabilizadas 3.122 pessoas em situação de sem-abrigo em Lisboa, segundo o balanço de 2025 do Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788793]]></sapo:autor>
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		<title>Sarmento vê no reforço da defesa uma oportunidade para a UE fortalecer o euro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro das Finanças defendeu hoje que o reforço das capacidades de segurança da União Europeia representa uma oportunidade para os países europeus fortalecerem o papel da moeda única, partilhada por 21 dos 27 Estados-membros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro das Finanças defendeu hoje que o reforço das capacidades de segurança da União Europeia representa uma oportunidade para os países europeus fortalecerem o papel da moeda única, partilhada por 21 dos 27 Estados-membros.</P><br />
<P>Joaquim Miranda Sarmento falava no encerramento da conferência &#8220;Encontros fora da Caixa&#8221;, organizada pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) na Culturgest, em Lisboa, onde salientou a necessidade de os países apostarem no euro enquanto divisa internacional.</P><br />
<P>Lembrando que em Portugal a despesa em defesa atingiu 2% do produto interno bruto (PIB) em 2025, o ministro referiu-se a este crescimento como &#8220;uma oportunidade de industrialização&#8221; e &#8220;uma necessidade de segurança do nosso território, incluindo o território marítimo e aéreo&#8221;.</P><br />
<P>De seguida, fez uma ponte entre este reforço a nível europeu e a necessidade que considera existir em aproveitar esse momento para a Europa fortalecer a moeda única.</P><br />
<P>&#8220;A União Europeia tem uma enorme oportunidade de reforçar o papel do euro face ao dólar e uma das vertentes é exatamente reforçar as suas capacidades de segurança e defesa&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Durante o discurso, Joaquim Miranda Sarmento considerou ainda que o setor bancário português é um dos fatores de &#8220;sucesso da economia portuguesa&#8221;, fazendo um contraponto como o que se verificava &#8220;há 15 anos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, temos dos bancos com maior rentabilidade e maior capital da zona euro &#8211; aliás, a Caixa é, dos bancos supervisionados pelo BCE, o que tem o maior Tier 1 [rácio de solvabilidade] &#8211; e, portanto, o setor bancário tem hoje a capacidade de financiar a economia e de aguentar choques externos que possam ocorrer&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Miranda Sarmento admitiu que o Governo tem &#8220;perfeita noção&#8221; dos &#8220;constrangimentos que a economia&#8221; portuguesa ainda enfrenta.</P><br />
<P>Na leitura do ministro das Finanças, esses desafios compreendem, por um lado, o capital humano, a burocracia, os custos de contexto, o mercado de trabalho e apoios sociais, e, por outro, a justiça tributária, fatores de inovação, a baixa dimensão e capitalização das empresas, bem como uma despesa pública &#8220;ainda elevada&#8221;.</P></p>
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		<title>Vice-presidente do Governo dos Açores avisa que região tem de se preparar para o novo quadro financeiro plurianual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:00:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vice-presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima (CDS-PP), defendeu hoje que a região tem de se preparar para o novo quadro financeiro plurianual da União Europeia, defendendo que o desenvolvimento dos Açores passa pelo pilar 2.</P><br />
<P>&#8220;Os próximos tempos vão ser tempos muito exigentes. Os Açores têm tudo, mas tudo, para vingarem nesse próximo quadro financeiro plurianual. Não pode é ser só teoria. É preciso criar aqui um verdadeiro ecossistema que possa competir com os melhores da Europa. Nós vamos ter de nos preparar&#8221;, afirmou o governante, que tutela as áreas da ciência e tecnologia.</P><br />
<P>O vice-presidente do executivo açoriano falava, em Angra do Heroísmo, numa cerimónia de comemoração dos seis anos da inauguração do Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira (Terinov), que considerou um &#8220;exemplo a seguir&#8221;.</P><br />
<P>Artur Lima defendeu que o próximo quadro financeiro plurianual da União Europeia, para o período 2028-2034, é &#8220;estratégico para o desenvolvimento dos Açores&#8221;, destacando o pilar 2, que diz respeito à competitividade e sociedade, com verbas para transição limpa e descarbonização industrial, saúde, biotecnologia e bioeconomia, liderança digital e resiliência, segurança e defesa.</P><br />
<P>O governante salientou, no entanto, que os Açores têm de se preparar e dirigiu-se, em particular, à academia açoriana.</P><br />
<P>&#8220;O pilar 2 é um pilar muito importante. É preciso, nesta altura, começar já a estabelecer parcerias e é preciso que a Universidade dos Açores acorde para o futuro. Digo isso com todo o desprendimento e com toda a frontalidade. Nós precisamos de uma universidade interventiva, ativa no futuro, que não viva de um polo, mas que viva dos polos, de interação, de investigação, da ciência, com os parques de ciência e tecnologia, e que, sobretudo, olhem para o pilar 2 do próximo quadro financeiro plurianual&#8221;, vincou.</P><br />
<P>O vice-presidente do executivo açoriano sublinhou que a União Europeia &#8220;mudou toda a sua política de investigação, de ciência, de defesa, de estratégia e de geoestratégia&#8221; e avisou que os Açores não se podem &#8220;refugiar no passado&#8221;, sob pena de &#8220;perderem o comboio&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nada vai ser como dantes. Não vale a pena andarmos a sonhar com o passado. Não vale a pena ficarmos retidos no passado. Não vale a pena ficarmos retidos em programas específicos. São importantes, são fundamentais, mas não são o nosso futuro&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Na cerimónia de aniversário, Artur Lima destacou o &#8220;percurso extraordinário&#8221; do Terinov, alegando que em seis anos se assumiu como um &#8220;verdadeiro polo científico&#8221; da região, com projetos em &#8220;setores vitais&#8221;, que capacitam o tecido produtivo dos Açores e &#8220;fixam talento jovem e qualificado&#8221; na região.</P><br />
<P>Inaugurado há seis anos, o Terinov abriu portas há oito e incuba atualmente 99 entidades (91 de natureza empresarial e oito de natureza científica), num total de 338 utilizadores, de 14 nacionalidades, onde se incluem 25 doutorados.</P><br />
<P>O diretor executivo do parque, Duarte Pimentel, destacou a participação em eventos como a Web Summit e a Sim Conference, acrescentando o ecossistema do Terinov, incluindo antigas &#8216;startups&#8217;, assegurou recentemente 14 milhões de euros do Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade.</P><br />
<P>&#8220;O nosso ecossistema começa a demonstrar não só uma maturidade e uma fase de consolidação, mas começa-se a demonstrar como um ecossistema altamente competitivo&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>A Red Cat Pig foi uma das primeiras empresas incubadas no Terinov. Este ano, transferiu-se para uma sede própria com 50 funcionários e a trabalhar com alguns dos maiores estúdios de videojogos do mundo.</P><br />
<P>Marco Bettencourt destacou o papel do ecossistema na angariação de investidores e defendeu que o Terinov é um dos melhores parques de ciência e tecnologia do país.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que consigo ter essa visão, devido ao facto de ir muito lá fora, de conhecer os outros parques tecnológicos e outros mecanismos de suporte ao empreendedorismo. Por isso, tenho a clara visão de que o que nós temos em casa é muito melhor. É muito superior. Infelizmente, quem não tem esta oportunidade de ir lá fora, não consegue ver isto&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Leonilde Fonseca criou uma empresa de arquitetura e construção civil, que hoje conta com 12 funcionários. O Terinov foi a sua &#8220;primeira casa em nome individual&#8221;, numa altura de &#8220;mudança&#8221; e &#8220;incerteza&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Passar por aqui é muito importante, porque nós não estamos isolados em casa a começar um negócio, estamos rodeados de pessoas que também estão a fazer o mesmo, que todos os dias nos ajudam&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Miguel Ávila criou uma empresa de engenharia civil e uma plataforma digital para que os clientes possam acompanhar a obra. Entrou no Terinov há sete anos, com duas funcionárias, e saiu com sete, incluindo uma pessoa autista e uma natural de Espanha. </P><br />
<P>&#8220;A forma como se integraram no Terinov foi mesmo indispensável para que hoje sejamos oito pessoas bastante unidas e com bom trabalho de equipa&#8221;, frisou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788791]]></sapo:autor>
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		<title>Lista à Comissão Nacional do PS rejeitada no congresso recorre para o Tribunal Constitucional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:00:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma lista alternativa à Comissão Nacional do PS, rejeitada em congresso e que não foi a votos, recorreu hoje ao Tribunal Constitucional desta decisão para ser apreciada "a legalidade do procedimento" na reunião magna e as decisões posteriores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma lista alternativa à Comissão Nacional do PS, rejeitada em congresso e que não foi a votos, recorreu hoje ao Tribunal Constitucional desta decisão para ser apreciada &#8220;a legalidade do procedimento&#8221; na reunião magna e as decisões posteriores.</P><br />
<P>&#8220;Os subscritores da lista alternativa aos órgãos nacionais do Partido Socialista, encabeçada por Ricardo Gonçalves e apresentada ao XXV Congresso Nacional do PS, realizado em Viseu, interpuseram recurso para o Tribunal Constitucional, após esgotados os mecanismos internos de impugnação previstos nos Estatutos do Partido Socialista&#8221;, referem em comunicado assinado pelo ex-deputado Ricardo Gonçalves, que encabeçava esta lista.</P><br />
<P>Em causa está a rejeição, no Congresso Nacional do PS no final de março, da lista do ex-deputado Ricardo Gonçalves à Comissão Nacional do PS, alternativa à da direção de José Luís Carneiro, por ter sido apresentada &#8220;apenas com sete nomes&#8221;, uma decisão do presidente da Mesa, Carlos César, que após contestação dos proponentes, foi ratificada por votação maioritária dos delegados presentes.</P><br />
<P>&#8220;O recurso agora apresentado ao Tribunal Constitucional pretende que seja apreciada, por uma entidade jurisdicional independente, a legalidade do procedimento adotado durante o Congresso e das decisões posteriormente proferidas pelos órgãos internos do partido&#8221;, pode ler-se no mesmo comunicado.</P><br />
<P>Logo a seguir à reunião magna socialista, um grupo de 40 militantes remeteu para Comissão Nacional de Jurisdição do PS um recurso para contestar decisões do Congresso, incluindo esta da exclusão da lista encabeçada por Ricardo Gonçalves.</P><br />
<P>&#8220;Não podendo sustentar a exclusão da candidatura com fundamento no seu conteúdo ou na falta de cumprimento dos requisitos estatutários, a Comissão Nacional de Jurisdição veio entender que não teria sido apresentada impugnação dos resultados eleitorais do congresso. Os recorrentes consideram que essa conclusão não corresponde aos factos&#8221;, contestam.</P><br />
<P>Segundo os queixosos, a exclusão da candidatura &#8220;foi contestada junto da Mesa do Congresso logo após a decisão de não admissão e voltou a ser formalmente contestada antes da realização das eleições&#8221;.</P><br />
<P>Os subscritores referem ainda que no último congresso do PSD &#8220;foram apresentadas quatro listas concorrentes ao Conselho Nacional&#8221;, tendo sido todas elas admitidas e ido a votos.</P><br />
<P>&#8220;Em sentido inverso, no PS tem-se verificado, nos últimos anos, uma prática que tem desiludido muitos dos seus militantes mais ativos: a existência de listas únicas para os diversos órgãos nacionais, distritais e concelhios, limitando, na prática, a possibilidade de escolha entre alternativas&#8221;, criticam.</P><br />
<P>Os queixosos asseguram que &#8220;esta iniciativa não representa qualquer ataque&#8221; ao seu partido nem aos seus valores históricos.</P><br />
<P>&#8220;Pelo contrário, pretende contribuir para que os militantes disponham de uma verdadeira possibilidade de escolha entre diferentes projetos políticos, reforçando a participação, a transparência e a confiança nas instituições internas do partido&#8221;, garantem.</P><br />
<P>Para estes socialistas, a &#8220;existência de alternativas não fragiliza uma organização política&#8221;, mas sim &#8220;torna-a mais participada, mais representativa e mais próxima dos seus militantes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Partido Socialista será mais forte quando permitir aos seus militantes escolher entre diferentes projetos através do voto secreto. Será mais forte quando respeitar integralmente os seus Estatutos, tratar todas as candidaturas segundo os mesmos critérios e assumir o pluralismo interno como uma expressão natural da sua identidade democrática. É esse o Partido Socialista que os subscritores desta candidatura defendem e continuarão a defender&#8221;, defendem.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788790]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão ironiza e diz que Trump «tem razão» e quem proteger Ormuz deve ser pago</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, ironizou hoje sobre a proposta do Presidente norte-americano de instituir um imposto de 20% sobre as mercadorias transportadas pelo estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, ironizou hoje sobre a proposta do Presidente norte-americano de instituir um imposto de 20% sobre as mercadorias transportadas pelo estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Donald Trump &#8220;tem toda a razão. Quem quer que garanta a passagem segura dos navios comerciais pelo estreito de Ormuz deve ser remunerado por esse serviço&#8221;, escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano nas redes sociais. </P><br />
<P>&#8220;O Irão sempre foi o guardião do estreito e assim permanecerá para sempre. 20% é, obviamente, demasiado. Seremos justos&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Abbas Araghchi reagia ao anúncio feito por Trump sobre a intenção de restabelecer o bloqueio aos portos iranianos e de cobrar uma taxa de 20% sobre as mercadorias que atravessam o estreito de Ormuz, alegando os custos associados à segurança da rota marítima.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos serão agora conhecidos como os &#8216;Guardiões do estreito de Ormuz&#8217;, mas, em nome da justiça, receberão uma taxa equivalente a 20% do valor da carga&#8221;, escreveu na sua plataforma Truth Social.</P><br />
<P>A taxa destina-se a &#8220;cobrir todos os custos necessários para cumprir a missão de garantir a segurança desta região particularmente instável do mundo&#8221;, indicou o republicano.</P><br />
<P>Trump acrescentou que a medida vai entrar em vigor imediatamente, sem divulgar mais pormenores sobre a aplicação ou sobre os mecanismos de cobrança.</P><br />
<P>O estreito de Ormuz, palco central de disputas geopolíticas entre o Irão e os Estados Unidos, é uma das principais rotas marítimas mundiais para o transporte de petróleo e gás natural liquefeito, sendo considerado um ponto estratégico para o comércio internacional e para o abastecimento energético global.</P><br />
<P>No âmbito do memorando de entendimento firmado entre Washington e Teerão, os Estados Unidos tinham levantado, a 18 de junho, o bloqueio aos portos iranianos instituído dois meses antes, em resposta ao encerramento do estreito de Ormuz pelo Irão.</P><br />
<P>Mas com o recomeço das hostilidades entre os dois países nos últimos dias, o líder norte-americano garantiu, desta vez em declarações ao canal Fox News, que os Estados Unidos iam &#8220;assumir o controlo&#8221; do estreito. </P><br />
<P>Entretanto, o Irão advertiu já que vai impedir os Estados Unidos de interferirem na gestão do estratégico estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Na noite passada, os Estados Unidos lançaram uma nova vaga de ataques contra o Irão, para impedir Teerão de atacar navios no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Teerão respondeu com ataques aos aliados regionais de Washington, pondo em causa o cessar-fogo de 08 de abril e o memorando de entendimento firmado em junho passado.</P><br />
<P>Irão e Omã partilham geograficamente o estreito de Ormuz, uma passagem marítima estratégica bloqueada desde março devido ao conflito iniciado por uma intervenção militar dos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Teerão e Mascate estão a negociar um protocolo de segurança no estreito para gerir a navegação por onde, antes do conflito, circulava aproximadamente um quinto do petróleo mundial. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788789]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>São Tomé/Eleições: Vila Nova avisa que &#8220;Presidente não faz estrada&#8221;, mas &#8220;é árbitro&#8221; e garante da paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 18:37:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** João Carreira (texto) e Nuno Veiga (vídeo e fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>São Tomé, 13 jul 2026 (Lusa) &#8212; O chefe de Estado de São Tomé e Príncipe avisou, no encerramento da campanha eleitoral de hoje, que &#8220;o Presidente não faz estrada&#8221;, mas que &#8220;é árbitro&#8221; e serve também como garante da paz.</P><br />
<P>Em São João de Angolares, no distrito de Cuaé, em São Tomé, num país de regime semi-presidencialista, a seis dias das eleições presidenciais e a cerca de três meses das legislativas, sublinhou que é recandidato às eleições de domingo apoiado por uma plataforma que &#8220;tem gente de todos os partidos&#8221;, porque &#8220;perceberam que Vila Nova veio para unir e não para dividir&#8221;.</P><br />
<P>A mensagem de que a recandidatura tem lugar para todos é clara. Afinal, minutos antes, também a partir do palco, desafiava-se &#8220;quem é de Vila Nova&#8221;, do Benfica, do Sporting e do Porto &#8220;a fazer barulho&#8221;, procurando contagiar de entusiasmo a pequena multidão, na qual era possível surpreender a coexistência de um Messi e um Ronaldo, a julgar pelos nomes impressos nas costas das camisolas de Portugal e da Argentina.</P><br />
<P>Preocupado com a subida drástica da abstenção eleitoral, que em 2018 não chegou aos 20% nas legislativas, mas que nas últimas presidenciais já ultrapassava os 30%, o recandidato apelou aos apoiantes para não ficarem em casa e não acreditarem &#8220;nas mentiras&#8221; de que &#8220;Vila Nova já ganhou e não é preciso votar&#8221;.</P><br />
<P>Vila Nova adotou o slogan &#8220;Primeiro, o país&#8221;, num cenário eleitoral marcado por uma tensão política após a exoneração, no início de 2025, do primeiro-ministro, Patrice Trovoada, e líder do partido que o apoiou em 2021, a Ação Democrática Independente (ADI). Hoje, juntou, num discurso na terceira pessoa, o que diz ser uma evidência: Vila Nova &#8220;sabe representar o povo dentro e fora do país&#8221;.</P><br />
<P>Quase uma hora antes, o animador de serviço, que anunciava os artistas locais que atuaram no largo central da localidade, já sublinhara duas das mais-valias do atual chefe de Estado: por um lado, conhece a casa &#8211; após cinco anos no palácio presidencial -, por outro, além do português, fala inglês e francês, pelo que &#8220;não precisa de intérpretes&#8221; para dialogar &#8220;com todo o tipo de pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Desta vez Vila Nova não conta com o apoio oficial da Ação Democrática Independente, mas de uma espécie de &#8216;consórcio&#8217; da oposição, que inclui o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe &#8211; Partido Social Democrata (MLSTP), o Movimento Basta, a União para Democracia e Desenvolvimento (UDD), o Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM), o Partido de Convergência Democrática (PCD) e o Partido Nossa Terra, bem como de uma ala dissidente da ADI.</P><br />
<P>O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho: Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D&#8217;Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que se recandidata ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788788]]></sapo:autor>
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		<title>Concorrência notificada da compra da Toyota Industries pela Toyota Fudosan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 18:22:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) foi notificada sobre a compra da Toyota Industries pela Toyota Fudosan, sociedade de direito japonês que tem por objeto o desenvolvimento e gestão de imóveis no Japão, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade da Concorrência (AdC) foi notificada sobre a compra da Toyota Industries pela Toyota Fudosan, sociedade de direito japonês que tem por objeto o desenvolvimento e gestão de imóveis no Japão, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>A Toyota Industries faz parte do conglomerado Toyota, com negócios nas áreas de equipamentos de movimentação de materiais, automóvel, maquinaria têxtil e outros. Em Portugal, tem atividade principalmente no setor das soluções logísticas, no fornecimento de equipamentos de ensaio têxtil, em equipamentos de manuseamento de materiais e no fornecimento de sistemas automatizados de manuseamento aeroportuário.</P><br />
<P>A operação de concentração comunicada à AdC consiste na aquisição do controlo exclusivo da Toyota Industries. </P></p>
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		<title>Almada: Cortes no abastecimento de água em 21 localidades a partir das 22:00</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 18:16:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Almada, Setúbal, 13 jul (Lusa) -- A Câmara de Almada confirmou hoje a interrupção total do abastecimento de água em 21 localidades do concelho, entre as 22:00 e as 06:00, no âmbito das medidas da autarquia para restabelecer reservas de água.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Almada, Setúbal, 13 jul (Lusa) &#8212; A Câmara de Almada confirmou hoje a interrupção total do abastecimento de água em 21 localidades do concelho, entre as 22:00 e as 06:00, no âmbito das medidas da autarquia para restabelecer reservas de água.</P><br />
<P>Um comunicado conjunto dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) e da Câmara de Almada divulgado hoje em várias línguas na página oficial do município na rede social Facebook anuncia um corte total do abastecimento de água a partir das 22:00 na Charneca da Caparica, Aroeira, Marisol, Fonte da Telha, Palhais, Lazarim, Botequim e Vila Nova da Caparica.</P><br />
<P>São ainda abrangidas por este corte do abastecimento de água, que se prolonga até às 06:00 de terça-feira, as localidades de Capuchos, Pilotos, Funchalinho, Vale Rosal, Vale Cavala, Quintinhas, Quinta de Santa Teresa, Trafaria, Raposeira, Corvina, Fonte Santa, Banática e Porto Brandão.</P><br />
<P>Desde o início do mês que têm sido relatadas sucessivas falhas no abastecimento de água no concelho de Almada, com especial incidência na Costa da Caparica, tendo a Câmara Municipal decretado situação de alerta.</P><br />
<P>Entre as medidas já anunciadas por aquela autarquia do distrito de Setúbal está o corte total do abastecimento em determinadas zonas do concelho, das 22:00 às 06:00 do dia seguinte, e a proibição de todas as utilizações de água da rede pública que não correspondam a usos domésticos ou essenciais.</P><br />
<P>A proibição da rega de jardins públicos e privados e de campos de golfe, a lavagem de viaturas, o enchimento de piscinas, a utilização de chuveiros e lava-pés nas zonas balneares, o funcionamento das fontes ornamentais, lagos artificiais e outros elementos de uso estético de água, bem como a lavagem de pavimentos exteriores, logradouros, paredes e telhados, são algumas dessas medidas que visam garantir a reposição do abastecimento de água a tido o concelho com a maior brevidade possível.</P><br />
<P>Na quarta-feira cerca de 1.500 pessoas juntaram-se num protesto, exigiram soluções para o problema e pediram a demissão da presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros.</P><br />
<P>Hoje, em declarações à agência Lusa, o presidente dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Almada, Luís Palma, afirmou que o abastecimento de água no concelho decorreu sem interrupções durante o fim de semana, com dois novos furos a injetarem água na rede pública.</P><br />
<P>Paralelamente, decorrem negociações com a Câmara Municipal do Seixal para a utilização de três furos, um dos quais já existente e que permitirá uma ligação provisória entre as redes dos dois concelhos através de um ramal com cerca de 25 metros, interligação que deverá estar concluída &#8220;dentro de 10/15 dias&#8221;.  </P></p>
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