O caso do ‘desaparecimento’ da princesa de Gales, Kate Middleton, e do consequente ‘Fotogate’, desencadeou uma crise de comunicação que agitou o Palácio de Buckingham, abalou a confiança do público na Família Real britânica e também gerou uma polémica com repercussões globais (e muitos rumores e teorias à mistura). Da mesma forma, o episódio tem também significado um negócio muito lucrativo.
Nos últimos dias deram que falar as imagens do príncipe William acompanhado de Kate Middleton , numa fazenda perto de Windsor. Acontece que foram vendidas aos órgãos de comunicação ingleses por um valor muito elevado, até para os padrões deste mercado: 500 mil euros.
Segundo revela Helen Wade, correspondente da BBC e especialista em assuntos da Casa Real, “meio milhão de libras foi o valor pago pelo vídeo dos príncipes”.
A jornalista indica que, segundo fontes próximas da Coroa, vive-se uma crise de comunicação no Palácio de Kensington. “Há um conflito entre a equipa de comunicação e relações públicas e os príncipes de Gales. Não conseguem chegar a um consenso sobre o que divulgar ou não. Os príncipes agem por vontade própria, sem consultar a equipa, que depois se vê surpreendida ao descobrir as ações”, continua a especialista.
O vídeo pretenderia dissipar os rumores que se criaram sobre o estado de saúde de Kate, após ter sido submetida a uma ‘misteriosa’ “intervenção abdominal”, mas acabou por ter parcialmente o efeito contrário. Surgiram teorias de que não seria Kate, mas sim uma sósia da princesa, o que obrigou a Família Real inglesa a confirmar `BBC que se tratava mesmo da mulher do príncipe William.
Recorde-se que, ontem, ficou a saber-se que um funcionário da London Clinic, hospital que tratou a princesa de Gales, tentou aceder aos registos médicos de Kate Middleton sem autorização. O suspeito já foi identificado e foi aberta uma investigação interna.







