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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 Jun 2026 06:20:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Preço do petróleo Brent cai 2% para 73 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do petróleo Brent para entrega em agosto caiu hoje 2%, para 73 dólares por barril, apesar de um ataque a um navio cargueiro ao largo da costa de Omã, a sul do estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço do petróleo Brent para entrega em agosto caiu hoje 2%, para 73 dólares por barril, apesar de um ataque a um navio cargueiro ao largo da costa de Omã, a sul do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>ÀS 07:00 de hoje, o Brent, referência europeia para o crude, estava a cair 2,05% no mercado de futuros de Londres, cotado nos 73,72 dólares por barril.</P><br />
<P>O Brent recuou hoje depois de ter fechado na quinta-feira a subir 2,06% para 75,26 dólares, após duas sessões consecutivas de perdas, que colocou a sua cotação em mínimos desde o início dos ataques israelo-norte-americanos ao Irão.</P><br />
<P>A subida deu-se após um ataque a um cargueiro a sul do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Este ataque fez aumentar o receio entre os investidores de um novo encerramento desta passagem estratégica, com as subsequentes interrupções no fornecimento de petróleo.    </P><br />
<P>A Agência britânica de Operações de Comércio Marítimo informou ao início da tarde de quinta-feira que um navio tinha sido atingido, a 7,5 milhas náuticas da costa do Omã, por um &#8220;projétil desconhecido&#8221;, que tinha causado danos na ponte de comando, mas sem fazer vítimas.</P><br />
<P>Mais tarde, o Wall Street Journal assegurou que o ataque a este navio com bandeira de Singapura tinha sido feito pelo Irão, depois de ter avisado os navios a que não navegassem por rotas não autorizadas por si.</P><br />
<P>Depois de se saber do incidente, a Organização Marítima Internacional anunciou uma pausa temporária do seu plano de retirada de 11 mil marinheiros no estreito, que tinha começado na terça-feira, até voltar a ter as garantias de segurança necessárias para a navegação segura na passagem.</P><br />
<P>O Secretário-Geral da agência marítima das Nações Unidas, Arsenio Domínguez, do Panamá, explicou em comunicado que tomou a decisão de suspender a implementação deste plano &#8220;de forma a reconfirmar que as garantias de segurança necessárias continuam a existir&#8221; para os navios na lista de evacuação e os restantes que ainda se encontram na região. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782083]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: É essencial sistema de verificação nuclear &#8220;muito rigoroso&#8221; &#8211; agência da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:19:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder da agência nuclear da ONU, Rafael Mariano Grossi, garantiu hoje que é necessário um sistema de verificação "muito rigoroso" no Irão após o conflito para garantir que o país não desenvolve armas nucleares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder da agência nuclear da ONU, Rafael Mariano Grossi, garantiu hoje que é necessário um sistema de verificação &#8220;muito rigoroso&#8221; no Irão após o conflito para garantir que o país não desenvolve armas nucleares.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e o Irão concordaram com um acordo na semana passada que exige que Teerão dilua o seu &#8216;stock&#8217; de urânio enriquecido, em troca da suspensão das sanções impostas por Washington, dando a cada lado 60 dias para elaborar acordos mais amplos.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo deste acordo é garantir que não há desenvolvimento de armas nucleares no Irão. O Governo iraniano declarou claramente que não é essa a sua intenção&#8221;, disse Grossi, numa conferência de imprensa, no Japão.</P><br />
<P>&#8220;Mas, claro, as intenções não chegam. Precisamos de implementar um sistema de verificação muito rigoroso (&#8230;) o mais rapidamente possível&#8221;, acrescentou o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).</P><br />
<P>Grossi indicou ainda que a agência &#8220;mal começou&#8221; as discussões com o Irão. &#8220;As discussões iniciais já ocorreram (&#8230;) Esperamos que este trabalho se acelere em breve&#8221;, disse.</P><br />
<P>Na quarta-feira, Grossi garantiu que inspetores irão visitar as instalações de enriquecimento nuclear iranianas, uma componente-chave no acordo provisório entre EUA e Irão para pôr fim à guerra.</P><br />
<P>O comentário do diretor-geral da AIEA foi o mais firme até à data vindo da agência das Nações Unidas, considerada fundamental para determinar o estatuto do arsenal nuclear iraniano.</P><br />
<P>Desde que Israel iniciou uma guerra de 12 dias contra o Irão em 2025, a AIEA tem sido impedida por Teerão de visitar as instalações de enriquecimento de urânio. O Irão há muito que afirma que o seu programa é pacífico.</P><br />
<P>Os EUA e o Irão fizeram declarações contraditórias na terça-feira sobre se os locais seriam inspecionados.</P><br />
<P>&#8220;Percebo as declarações políticas, fazem parte da realidade, mas o ponto fundamental que gostaria de recordar e realçar é que houve um memorando de entendimento, assinado por ambos os presidentes&#8221;, disse Grossi.</P><br />
<P>Na terça-feira, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmail Baghaei, disse aos jornalistas em Teerão que os inspetores da ONU não estavam programados para examinar instalações nucleares bombardeadas pelos EUA em 2025, rejeitando comentários feitos um dia antes pelo vice-presidente norte-americano, JD Vance.</P><br />
<P>A AIEA foi autorizada a visitar outras instalações nucleares no Irão desde a guerra de 12 dias em 2025, como a central nuclear de Bushehr.</P><br />
<P>Mas sem acesso às instalações de enriquecimento, a AIEA afirma não poder verificar o estado do &#8216;stock&#8217; do Irão nem inspecionar as cascatas de centrifugadoras utilizadas para enriquecer urânio.</P><br />
<P>Tanto o Irão como a AIEA afirmam que Teerão não está a enriquecer urânio, mas os especialistas em não-proliferação temem que a República Islâmica possa estar a transferir o &#8216;stock&#8217; para áreas não declaradas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782082]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CGD paga hoje 1,25 mil milhões ao Estado em dividendo recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai proceder esta sexta-feira ao pagamento do dividendo de 1,25 mil milhões de euros ao Estado português, na sequência dos resultados históricos alcançados pelo banco público no exercício de 2025.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai proceder esta sexta-feira ao pagamento do dividendo de 1,25 mil milhões de euros ao Estado português, na sequência dos resultados históricos alcançados pelo banco público no exercício de 2025.</p>
<p>A operação já tinha sido anunciada pelo banco liderado por Paulo Macedo após a divulgação de um lucro recorde de 1,9 mil milhões de euros no ano passado, o maior alguma vez registado pela instituição e um dos mais elevados do sistema bancário nacional.</p>
<p>De acordo com informação comunicada pela CGD à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o pagamento foi formalmente aprovado na assembleia geral anual realizada a 29 de maio de 2026.</p>
<p>No comunicado, o banco detalha que o dividendo corresponde a um valor unitário de 1,380997410885 euros por ação, perfazendo um total global de 1.250.000.000 euros a serem transferidos para o acionista Estado.</p>
<p>O calendário agora confirmado fixa o dia 26 de junho como data de execução da operação financeira.</p>
<p><strong>Lucros históricos sustentam distribuição recorde</strong><br />
O pagamento agora concretizado resulta diretamente do desempenho da CGD em 2025, ano em que o banco atingiu um lucro de 1,9 mil milhões de euros, considerado um marco histórico na instituição pública.</p>
<p>O presidente executivo da CGD, Paulo Macedo, já tinha sublinhado a dimensão do resultado, afirmando em fevereiro que se tratava, “provavelmente, dos maiores dividendos de sempre da banca portuguesa”, numa referência ao impacto esperado na remuneração acionista do Estado.</p>
<p><strong>Contributo crescente para as contas públicas</strong><br />
Nos últimos anos, a CGD tem apresentado uma trajetória de crescimento dos lucros, o que se tem traduzido em pagamentos sucessivos de dividendos significativos ao Estado, seu único acionista.</p>
<p>Com a distribuição agora prevista, o total acumulado de dividendos entregues aos cofres públicos desde 2019 ascende a 4,6 mil milhões de euros, reforçando o papel do banco público enquanto fonte relevante de receita para o setor empresarial do Estado.</p>
<p>Este novo pagamento consolida a tendência recente de forte geração de resultados da instituição financeira e o impacto direto dessa performance nas contas públicas portuguesas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779185]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CGD paga hoje dividendo de 1.250 ME ao Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:14:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai hoje entregar 1.250 milhões de euros em dividendos ao Estado, o seu acionista único, referentes aos resultados de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>	A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai hoje entregar 1.250 milhões de euros em dividendos ao Estado, o seu acionista único, referentes aos resultados de 2025.</P><br />
<P>	A distribuição destes dividendos foi aprovada em assembleia-geral anual, em 29 de maio, e a comunicação deste pagamento foi feita ao mercado no passado dia 19.</P><br />
<P>	No documento, o banco público anunciou que irá ocorrer hoje &#8220;o pagamento do dividendo, sendo o valor unitário de 1,380997410885 euros por ação, totalizando 1.250.000.000,00 euros&#8221;.</P><br />
<P>	A CGD teve lucros de 1.904 milhões de euros em 2025, os maiores de sempre e mais 10% face a 2024, divulgou o banco público em fevereiro.</P><br />
<P>	O presidente executivo (CEO), Paulo Macedo, disse nessa altura que, referente ao ano passado, serão pagos em dividendos ao Estado 1.250 milhões de euros, o que afirmou ser provavelmente o dividendo &#8220;maior de sempre da banca portuguesa&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782081]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Crédito habitação. A sua prestação volta a subir em julho: famílias devem contar com agravamentos “pelo menos nos próximos dois ou três meses”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/credito-habitacao-a-sua-prestacao-volta-a-subir-em-julho-familias-devem-contar-com-agravamentos-pelo-menos-nos-proximos-dois-ou-tres-meses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Rico]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Euribor]]></category>
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					<description><![CDATA[Nuno Rico, especialista da DECO PROtexte, falou à 'Executive Digest' sobre o que esperar na sua prestação bancária no próximo mês]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As famílias com crédito à habitação indexado à Euribor vão voltar a sentir um agravamento da prestação em julho. As três principais maturidades registam subidas pela quarta vez seguida, o que significa que todos os contratos revistos no próximo mês deverão ficar mais caros.</p>
<p>“Temos, pelo quarto mês consecutivo, subidas das prestações em todas as maturidades”, explica Nuno Rico, especialista da DECO PROteste, em declarações à &#8216;Executive Digest&#8217;.</p>
<p>A subida continua a afetar os contratos indexados à Euribor a três, seis e 12 meses, embora com intensidades diferentes. A maior variação face ao mês anterior surge agora na Euribor a três meses, enquanto a maturidade a 12 meses dá um sinal de quase estabilização.</p>
<p>“Em comparação com o mês anterior, a maior subida registou-se na média da Euribor a três meses, que sobe 0,117 pontos. Mas, por exemplo, na Euribor a 12 meses, o valor está praticamente inalterado em relação ao mês passado”, assinala Nuno Rico.</p>
<p><strong>O impacto chega à prestação</strong></p>
<p>Na Euribor a três meses, a média de junho, com dados atualizados até esta quinta-feira, está nos 2,343%. Para quem tem o contrato revisto em julho, isto deverá traduzir-se numa prestação de 660 euros, mais 19 euros face à última revisão.</p>
<p>Na Euribor a seis meses, a maturidade mais usada no crédito à habitação em Portugal, a média situa-se nos 2,597%. Neste caso, a prestação deverá subir para 681 euros, o que representa um agravamento de 37 euros face à revisão feita em janeiro.</p>
<p>Já na Euribor a 12 meses, a média está nos 2,816%. A prestação deverá ficar nos 699 euros, num agravamento de 60 euros em relação à última revisão feita em julho de 2025.</p>
<p>“Não há boas notícias e, ainda por cima, nos próximos dois ou três meses também não haverá”, resume Nuno Rico.</p>
<p><strong>Mercado começa a esperar estabilização</strong></p>
<p>Apesar da nova subida das prestações, há um sinal menos negativo nos dados. A Euribor a 12 meses está praticamente inalterada face ao mês anterior, com uma diferença de apenas 0,002 pontos. Para Nuno Rico, este comportamento pode indicar que o mercado começa a antecipar uma estabilização das taxas nos próximos meses.</p>
<p>“Quando a maturidade mais longa é mais baixa ou não sobe tanto como as maturidades mais curtas, isso é um indicativo de que o mercado espera que as taxas venham a descer no futuro”, explica.</p>
<p>O especialista sublinha, contudo, que esta leitura deve ser feita com prudência. “A interpretação que faço destes dados é que o mercado começa a ter a expectativa de que, nos próximos meses, estes valores vão estabilizar. Ainda se espera uma subida no curto prazo, mas no longo prazo já começa a haver uma perspetiva de estabilização.”</p>
<p>Esse sinal pode estar ligado às notícias mais recentes sobre o contexto internacional, em particular à possibilidade de menor pressão no Médio Oriente e nos preços da energia. Mas Nuno Rico avisa que o cenário continua frágil.</p>
<p>“Tudo isto ainda é muito frágil e de difícil previsão. Mas pelo menos a boa notícia, neste momento, é que numa expectativa de mais longo prazo, a 12 meses, já começa a haver no mercado uma expectativa de estabilização. É um bom sinal, mas a confirmar nas próximas semanas.”</p>
<p><strong>Famílias ainda vão sentir aumentos durante o verão</strong></p>
<p>Mesmo que a Euribor entre agora numa fase de estabilização, isso não significa que as prestações baixem de imediato. A revisão dos contratos depende da comparação com a taxa aplicada há três, seis ou 12 meses, consoante a maturidade contratada.</p>
<p>É por isso que Nuno Rico considera previsível que os aumentos continuem a chegar às famílias durante mais algum tempo.</p>
<p>“Mesmo que entremos numa situação de estabilização, ainda assim as famílias vão continuar a sentir aumentos pelo menos nos próximos dois ou três meses”, alerta.</p>
<p>O especialista admite mesmo que os agravamentos possam prolongar-se até ao final do ano, sobretudo nos contratos que ainda vão ser comparados com períodos em que a Euribor estava mais baixa.</p>
<p>“Por causa dessa revisão das prestações, feita em comparação com a situação há três, seis ou 12 meses, diria que é quase inevitável que, mesmo que entremos numa situação de estabilização, as famílias contem com agravamentos da prestação pelo menos até ao final do ano.”</p>
<p><strong>Médio Oriente e energia continuam a pesar</strong></p>
<p>A evolução das taxas continua muito dependente do contexto internacional. Para Nuno Rico, a possível normalização da situação no Médio Oriente pode ajudar a travar a pressão sobre a energia, que tem sido um dos fatores com impacto na inflação e, por arrasto, nas taxas de juro.</p>
<p>“Se houver uma solução para determinado conflito e um restabelecimento da circulação normal do petróleo, isso pode retirar pressão sobre a inflação e, por reflexo, sobre as taxas de juro”, explica.</p>
<p>Ainda assim, o especialista alerta para a instabilidade do cenário atual. A reação dos mercados depende de fatores que podem mudar rapidamente, e qualquer novo agravamento geopolítico poderá alterar as expectativas.</p>
<p>“Não sabemos o que pode acontecer de um dia para o outro. Isso leva a esta cautela e à expectativa de estar preparado para o pior, esperando que decorra para melhor”, afirma.</p>
<p>Para já, a mensagem para as famílias é clara: julho traz novo agravamento da prestação da casa. A eventual estabilização pode começar a desenhar-se nos dados, mas ainda não chega à fatura mensal. O verão deverá continuar a ser marcado por aumentos no crédito à habitação, mesmo que o pior da subida da Euribor possa estar a perder força.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781688]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo reúne-se hoje com sindicatos para discutir novo modelo de recrutamento e colocação de professores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-reune-se-hoje-com-sindicatos-para-discutir-novo-modelo-de-recrutamento-e-colocacao-de-professores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação, Ciência e Inovação recebe esta sexta-feira as principais estruturas sindicais representativas dos docentes para mais uma ronda negocial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação, Ciência e Inovação recebe esta sexta-feira as principais estruturas sindicais representativas dos docentes para mais uma ronda negocial no âmbito da revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), num encontro dedicado ao modelo de recrutamento e colocação de professores, um dos dossiês mais relevantes da reforma em preparação pelo Governo.</p>
<p>As reuniões, agendadas para esta tarde com a Federação Nacional da Educação (FNE), às 14h00, e com a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), às 16h30, decorrem nas instalações do ministério, em Lisboa, e inserem-se no processo de negociação em curso sobre o chamado Tema 2 do protocolo negocial, centrado precisamente nas regras de admissão à profissão e nos mecanismos de colocação de docentes nas escolas.</p>
<p>A expectativa em torno destes encontros é elevada, numa altura em que o Governo pretende avançar com uma das alterações mais profundas ao sistema de concursos de professores das últimas décadas, procurando responder aos problemas de escassez de docentes e às dificuldades de colocação verificadas em várias regiões do país.</p>
<p><strong>Novo sistema de concursos continua a dominar negociações</strong><br />
A revisão do Estatuto da Carreira Docente tem vindo a ser discutida desde o final de 2025 e entrou numa fase mais intensa nos últimos meses, com sucessivas reuniões entre o Ministério da Educação e as organizações sindicais.</p>
<p>No centro das negociações está a proposta governamental para reformular o sistema de recrutamento docente. O Ministério da Educação defende a criação de um concurso externo contínuo, disponível ao longo de todo o ano letivo, permitindo responder de forma mais rápida a necessidades resultantes de aposentações, baixas médicas ou outras vagas que surjam durante o ano escolar.</p>
<p>A proposta prevê igualmente que os candidatos possam apresentar-se a concurso em qualquer momento, eliminando limitações temporais que, segundo o Governo, têm prejudicado sobretudo os recém-diplomados que pretendem ingressar na profissão.</p>
<p>Apesar das mudanças pretendidas, o executivo tem garantido a manutenção da lista graduada nacional como principal critério de ordenação dos candidatos, continuando a valorização da experiência profissional e da classificação académica a desempenhar um papel central no processo.</p>
<p>O objetivo do Ministério passa por concluir as negociações durante este ano, de forma a permitir que as novas regras possam entrar em vigor no ano letivo de 2027/2028.</p>
<p><strong>Reuniões anteriores permitiram avanços técnicos</strong><br />
As reuniões desta sexta-feira surgem na sequência de vários encontros realizados nos últimos meses, incluindo duas rondas negociais em maio, durante as quais Governo e sindicatos começaram a discutir os princípios estruturantes do futuro modelo.</p>
<p>Nessas reuniões foram analisados artigos considerados fundamentais para a futura arquitetura do sistema de concursos, tendo o Ministério apresentado linhas orientadoras para um modelo centralizado, anual e assente na graduação profissional.</p>
<p>Embora reconheçam alguns avanços técnicos, as estruturas sindicais têm sublinhado que continuam a existir dúvidas sobre diversos aspetos jurídicos e operacionais da proposta, defendendo que o articulado necessita de maior desenvolvimento antes de poder ser avaliado em definitivo.</p>
<p><strong>Sindicatos insistem na necessidade de maior justiça nas colocações</strong><br />
Entre as preocupações manifestadas pelos representantes dos professores continua a destacar-se a questão da equidade nos concursos.</p>
<p>Os sindicatos têm alertado para situações em que docentes mais graduados acabam colocados a grandes distâncias da sua residência, enquanto vagas mais próximas são atribuídas a candidatos com menor graduação profissional.</p>
<p>Nesse contexto, algumas estruturas sindicais defendem a realização de um levantamento rigoroso das necessidades permanentes das escolas, permitindo identificar com maior precisão o número real de vagas existentes.</p>
<p>Também tem sido defendida a criação de mecanismos que permitam aos professores escolher, dentro das vagas disponíveis, aquelas que melhor correspondem às suas preferências e circunstâncias pessoais, sobretudo em períodos próximos do início do ano letivo.</p>
<p><strong>Governo procura resposta mais rápida à falta de professores</strong><br />
O executivo considera que a reforma poderá contribuir para uma resposta mais eficaz às necessidades das escolas, reduzindo o número de horários por preencher e acelerando os processos de substituição quando surgem faltas prolongadas ou aposentações.</p>
<p>Uma das ideias em análise passa pela criação de uma base nacional permanentemente atualizada de candidatos disponíveis para colocação, permitindo uma gestão mais célere das necessidades identificadas pelos estabelecimentos de ensino.</p>
<p>Apesar das diferenças que persistem entre Governo e sindicatos, algumas organizações reconhecem que determinadas alterações poderão melhorar a capacidade de resposta do sistema, desde que sejam acompanhadas por regras claras, transparentes e previsíveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781320]]></sapo:autor>
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		<title>Polémica com exercícios e correções atrasadas: Fim da 1.ª fase dos exames marcado por &#8220;problemas graves&#8221; e &#8220;enorme distração&#8221;, denunciam diretores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da direção da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, fez um balanço globalmente positivo da primeira fase dos exames nacionais de 2026, que termina esta sexta-feira, mas deixou vários alertas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da direção da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, fez um balanço globalmente positivo da primeira fase dos exames nacionais de 2026, que termina esta sexta-feira, mas deixou vários alertas sobre &#8220;problemas graves&#8221; registados durante o processo, desde a polémica em torno do exame de Português até aos atrasos na disponibilização das provas aos professores classificadores.</p>
<p>Em declarações exclusivas à Executive Digest, o responsável começou por destacar que as provas finais do 9.º ano, realizadas com recurso ao formato digital, decorreram “de forma bastante positiva”, tanto a Português como a Matemática. Já no ensino secundário, os alunos continuaram a responder em papel, tal como nos anos anteriores, mas a grande mudança aconteceu nos bastidores, através do novo sistema de correção digital. “A grande inovação é, na verdade, a forma de corrigir estas provas”, explicou. Segundo Filinto Lima, após a realização dos exames, as provas são recolhidas pelas forças de segurança e transportadas para Lisboa, onde decorre um processo de digitalização de cerca de 300 mil provas e milhões de folhas, que posteriormente são distribuídas eletronicamente pelos professores classificadores.</p>
<p>Contudo, é precisamente nesta nova fase do processo que surgiram os primeiros problemas. O dirigente associativo revelou que, no caso do exame nacional de Português do 12.º ano, os professores responsáveis pela correção ainda não tinham recebido, dentro do prazo previsto, nem os critérios de classificação nem as próprias provas. “Passado um dia, esses professores ainda não estão a corrigir os itens das provas que lhes calharam”, afirmou, considerando tratar-se de uma situação “menos positiva” e que está a preocupar a comunidade educativa. Filinto Lima manifestou esperança de que o problema seja rapidamente resolvido, mas reconheceu que o atraso está a gerar apreensão numa fase crucial do calendário dos exames nacionais.</p>
<p>Outro dos temas abordados foi a controvérsia relacionada com a inclusão, no exame nacional de Português, de um item semelhante ao que já constava de um livro de preparação para exames publicado pela Leya. Para Filinto Lima, a situação “merece preocupação” e representa “uma enorme distração” por parte de quem elaborou a prova. O presidente da ANDAEP recordou que o livro em causa foi publicado meses antes da elaboração definitiva do exame e considerou inadequado que uma questão presente num caderno de exercícios tenha sido utilizada numa prova nacional. “Acho que foi, de facto, uma enorme distração. Houve aqui, pelo menos, negligência das pessoas ou da entidade que é responsável por fazer a prova final”, afirmou. Criticou ainda a forma como a situação foi inicialmente explicada pelas entidades responsáveis e mostrou surpresa pelo facto de o processo de averiguação e o parecer subsequente não terem produzido consequências.</p>
<p>Além desta polémica, Filinto Lima voltou a questionar a manutenção do caráter não público das provas finais do 9.º ano. O dirigente recordou que, tal como aconteceu no ano passado, voltaram a surgir referências à circulação de exercícios das provas na internet, defendendo que o modelo seguido no ensino secundário poderia ser uma solução mais adequada. “Se calhar o melhor é abandonar o caráter não público desta prova”, sustentou, acrescentando que é fundamental garantir condições de igualdade para todos os alunos. “Estes exames e provas finais são momentos cruciais para os nossos alunos. Nós não podemos desiludi-los. Eles têm legítimas expectativas que nós não podemos matar”, alertou. Segundo o responsável, qualquer falha pode afetar a perceção de equidade num sistema em que, sobretudo no acesso ao ensino superior, “uma milésima pode ser importante para entrar ou não na faculdade”.</p>
<p>Apesar das críticas, Filinto Lima sublinhou que toda a componente logística da realização dos exames decorreu sem incidentes significativos. O transporte das provas pelas forças policiais decorreu dentro da normalidade, tal como acontecia nos anos anteriores. A principal diferença foi o destino final dos exames, que deixaram de seguir para os tradicionais agrupamentos de exames e passaram a ser encaminhados diretamente para as instalações onde decorre a digitalização centralizada. “Correu tudo bem porque nós não mudámos a nossa forma de atuar”, garantiu, reiterando, contudo, o apelo a uma maior atenção por parte das entidades responsáveis pelos exames nacionais numa fase que classificou como de “transição, reforma e revolução” no sistema educativo português. “O que eu peço é mais atenção a quem está à frente de uma parte tão importante da escola, que são os exames e as provas finais”, concluiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781570]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 100 voos cancelados no Japão com aproximação de tempestades tropicais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:28:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 voos foram cancelados hoje, à medida que duas tempestades tropicais se aproximam do Japão, tendo as autoridades recomendado a evacuação de certas zonas devido ao risco de inundações e deslizamentos de terra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 voos foram cancelados hoje, à medida que duas tempestades tropicais se aproximam do Japão, tendo as autoridades recomendado a evacuação de certas zonas devido ao risco de inundações e deslizamentos de terra.</P><br />
<P>A tempestade Mekkhala aproxima-se com rajadas que podem atingir os 144 quilómetros por hora (km/h), de acordo com os meteorologistas, enquanto chuvas fortes já se abatem sobre algumas regiões do sul e do oeste do Japão.</P><br />
<P>A tempestade deverá passar ao longo das ilhas de Kyushu e Shikoku durante o fim de semana e poderá juntar-se à tempestade Higos, que assola, um pouco mais afastado, o Pacífico.</P><br />
<P>Esta união poderá provocar o efeito Fujiwhara, que ocorre quando duas tempestades interagem, tornando os movimentos e a intensidade difíceis de prever.</P><br />
<P>As companhias Japan Airlines e All Nippon Airways cancelaram, respetivamente, 70 e 50 voos com destino e provenientes das regiões de Okinawa e Kagoshima.</P><br />
<P>A região de Quioto recomendou a retirada de vários milhares de habitantes, alertando para potenciais deslizamentos de terra.</P><br />
<P>Quioto e Osaka anunciaram que os níveis dos principais cursos de água estavam a subir, apelando para a vigilância face ao risco de inundações.</P><br />
<P>O exército japonês chegou mesmo a cancelar o primeiro voo previsto de um avião V-22 Osprey com destino à ilha de Miyako, que se inseria no âmbito de exercícios conjuntos com os Estados Unidos, informou a agência de notícias japonesa Kyodo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782080]]></sapo:autor>
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		<title>Despiste de camião do lixo na Costa da Caparica obriga ao corte do IC20</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O despiste de um pesado de transporte do lixo deixou um trabalhador encarcerado e obrigou ao corte total do trânsito no Itinerário Complementar (IC) 20, na direção Almada-Costa da Caparica, disse hoje à Lusa a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O despiste de um pesado de transporte do lixo deixou um trabalhador encarcerado e obrigou ao corte total do trânsito no Itinerário Complementar (IC) 20, na direção Almada-Costa da Caparica, disse hoje à Lusa a Proteção Civil.</P><br />
<P>Um porta-voz do Comando Sub-regional da Península de Setúbal da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil disse que &#8220;estão cortadas as duas vias&#8221; devido ao despiste da viatura.</P><br />
<P>A mesma fonte indicou que estão no local, na Costa da Caparica, 21 operacionais, apoiados por cinco viaturas, sobretudo devido às &#8220;operações de desencarceramento&#8221; de um homem envolvido no acidente.</P><br />
<P>O alerta para o despiste do pesado foi dado às 05:12, de acordo com o portal da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782079]]></sapo:autor>
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		<title>Fim de semana traz regresso do calor: chuva desaparece e temperaturas voltam a subir em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A instabilidade atmosférica que marcou os últimos dias em Portugal Continental deverá perder força esta sexta-feira, abrindo caminho a um fim de semana mais estável, seco e progressivamente mais quente. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A instabilidade atmosférica que marcou os últimos dias em Portugal Continental deverá perder força esta sexta-feira, abrindo caminho a um fim de semana mais estável, seco e progressivamente mais quente. Depois de um período marcado por nebulosidade e precipitação em várias regiões do país, a tendência aponta para uma recuperação gradual das temperaturas, com os termómetros a ultrapassarem novamente os 30 graus em diversas zonas do território.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/evolucao-do-tempo-entre-sexta-feira-e-domingo-chuva-dissipa-se-e-temperaturas-recuperam-gradualmente.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, a chuva deverá dissipar-se ao longo desta sexta-feira, permitindo uma melhoria gradual do estado do tempo e uma subida das temperaturas durante o fim de semana.</p>
<p><strong>Sexta-feira ainda será marcada por alguma precipitação</strong><br />
Esta sexta-feira começou com céu geralmente nublado em várias regiões de Portugal Continental, mantendo-se a possibilidade de ocorrência de períodos de chuva fraca a moderada, sobretudo nas regiões Norte e Centro.</p>
<p>Durante a madrugada e as primeiras horas da manhã, a precipitação deverá persistir especialmente no noroeste do país, podendo estender-se temporariamente a outras áreas do Norte e Centro. Ainda assim, a intensidade da chuva deverá ser reduzida e a tendência aponta para um enfraquecimento progressivo ao longo do dia.</p>
<p>A partir do final da tarde e início da noite, a precipitação deverá dissipar-se praticamente por completo, marcando o início de um período de maior estabilidade atmosférica.</p>
<p>As temperaturas máximas previstas para esta sexta-feira deverão variar entre os 20 graus em Viana do Castelo e os 29 graus em Évora e Beja. As regiões situadas a oeste da Barreira de Condensação continuarão a registar valores mais baixos, sobretudo nas áreas de maior altitude.</p>
<p><strong>Sábado traz tempo mais estável e regresso dos 30 graus</strong><br />
Com a dissipação da chuva, o sábado deverá ser marcado por uma melhoria significativa das condições meteorológicas em praticamente todo o país.</p>
<p>A subida das temperaturas será particularmente evidente no interior e nas regiões do Sul, onde os valores máximos voltarão a atingir ou ultrapassar os 30 graus.</p>
<p>As previsões apontam para temperaturas entre os 20 graus em Viana do Castelo e os 30 graus em cidades como Castelo Branco, Évora e Beja.</p>
<p>Localmente, os valores poderão ser ainda mais elevados. Nos vales do Douro e do Guadiana, os termómetros poderão atingir os 32 graus, refletindo uma recuperação significativa face aos dias anteriores.</p>
<p>O céu deverá apresentar-se geralmente pouco nublado ou limpo em grande parte do território, contribuindo para uma sensação de tempo mais tipicamente estival.</p>
<p><strong>Domingo poderá ser o dia mais quente do fim de semana</strong><br />
A tendência de aquecimento deverá reforçar-se no domingo, que poderá tornar-se o dia mais quente deste período.</p>
<p>As temperaturas máximas deverão oscilar entre os 21 graus em Viana do Castelo e os 33 graus em Beja, mas alguns locais poderão registar valores ainda superiores.</p>
<p>No Sotavento Algarvio, os termómetros poderão alcançar os 36 graus, enquanto no Baixo Alentejo são esperadas máximas até 35 graus.</p>
<p>Já na Beira Baixa e no Vale do Douro, as temperaturas poderão atingir os 34 graus, confirmando uma subida generalizada dos valores térmicos em praticamente todo o território continental.</p>
<p><strong>Tendência aponta para continuação do aumento das temperaturas</strong><br />
As previsões indicam que a recuperação térmica não deverá ficar limitada ao fim de semana. Pelo contrário, os modelos meteorológicos apontam para a continuação da tendência de subida das temperaturas nos dias seguintes, sobretudo no interior e no Sul do país.</p>
<p>Depois de uma fase marcada pela instabilidade e pela ocorrência de chuva em várias regiões, Portugal deverá entrar novamente num período mais quente e seco, mais compatível com a época do ano.</p>
<p>Assim, para quem planeia atividades ao ar livre, deslocações ou momentos de lazer durante o fim de semana, as perspetivas são favoráveis, com a chuva a desaparecer gradualmente e o calor a regressar de forma consistente a partir de sábado, intensificando-se no domingo em várias regiões do país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781326]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Universidades da Cidade de Macau e Beira Interior assinam &#8220;início de cooperação académica&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/universidades-da-cidade-de-macau-e-beira-interior-assinam-inicio-de-cooperacao-academica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As universidades da Cidade de Macau (CityU Macau) e da Beira Interior (UBI) marcaram "o início de uma cooperação académica" com um acordo para a mobilidade académica e a possibilidade de investigação sobre os países de língua portuguesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As universidades da Cidade de Macau (CityU Macau) e da Beira Interior (UBI) marcaram &#8220;o início de uma cooperação académica&#8221; com um acordo para a mobilidade académica e a possibilidade de investigação sobre os países de língua portuguesa.</P><br />
<P>O memorando de entendimento prevê o &#8220;desenvolvimento de iniciativas de interesse mútuo&#8221;, como o intercâmbio de docentes, investigadores e estudantes, a implementação de projetos de ensino, investigação e extensão, a promoção de palestras e intercâmbio de publicações académicas, lê-se num comunicado da UBI, divulgado na quinta-feira.</P><br />
<P>Entre as possibilidades abordadas, refere-se na nota, está a criação de oportunidades de mobilidade temporária para estudantes da UBI no território chinês, com o vice-reitor da CityU Macau a apontar a existência de apoios &#8220;em áreas como propinas, alojamento e viagens&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Esperamos que estas medidas possam atrair alguns estudantes da vossa universidade para o nosso campus&#8221;, indicou Ip Kuai Peng.</P><br />
<P>O acordo, assinado esta semana na Covilhã por este responsável &#8211; que liderou uma comitiva de cerca de 20 elementos &#8211; e a reitora da UBI, Ana Paula Duarte, marca &#8220;o início de uma cooperação académica, científica e institucional&#8221; entre as duas instituições, indica-se na nota.</P><br />
<P>Outras possibilidades de cooperação, em diferentes áreas científicas representadas na comitiva da CityU Macau, debateram-se no encontro: entre os participantes encontravam-se, por exemplo. elementos do Instituto de Investigação sobre Países de Língua Portuguesa, do Centro de Investigação para o Desenvolvimento Social e Económico de Macau e da Faculdade de Saúde e Bem-Estar.</P><br />
<P>A UBI vai receber em julho uma delegação de 20 estudantes do ensino secundário de Macau, que participam num programa de integração dedicado à língua e à cultura portuguesas, nota-se ainda no comunicado da instituição de ensino superior portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782078]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estudantes do Porto desenvolvem barco não tripulado movido a energia elétrica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 05:01:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Academic Solar Team da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) apresenta hoje um catamarã não tripulado, totalmente autónomo e movido a energia elétrica, desenvolvido para mostrar à industria que o setor naval pode ser "mais verde".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Academic Solar Team da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) apresenta hoje um catamarã não tripulado, totalmente autónomo e movido a energia elétrica, desenvolvido para mostrar à industria que o setor naval pode ser &#8220;mais verde&#8221;.</P><br />
<P>Com uma cúpula inspirada no Palácio de Cristal, do Porto, o barco Cristal é o primeiro protótipo desenvolvido pelos estudantes para ser completamente autónomo, dando mais um passo no &#8220;desenvolvimento de novas tecnologias da industria naval&#8221;, explicou à Lusa Gonçalo Marques, líder da equipa FAST FEUP.</P><br />
<P>&#8220;Queremos desenvolver novas tecnologias e levá-las para os grandes palcos, que são as competições em que participamos e onde estão sempre presentes empresas de referência do setor. As competições, para além de avaliarem a componente das provas em água, avaliam também a componente de inovação, de sustentabilidade e do próprio &#8216;design&#8217; da embarcação&#8221;. </P><br />
<P>Fundada em novembro de 2023, por nove estudantes de Engenharia Mecânica, a FAST conta atualmente com cerca de 50 membros de &#8220;várias engenharias&#8221;, revelou Gonçalo Marques.</P><br />
<P>O projeto pretende &#8220;motivar e demonstrar que a mudança do setor do transporte marítimo para soluções mais sustentáveis é viável&#8221;.</P><br />
<P>O responsável diz que a equipa já foi contactada por &#8220;duas entidades&#8221;, tendo desenvolvido &#8220;alguns projetos com a própria indústria&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A indústria tende a necessitar de soluções eletrificadas, face às várias regulamentações que têm surgido&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Em 2025, a FAST apresentou o Atlântico, uma embarcação tripulada movida a energia solar que em julho deve iniciar a descida da costa portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;É a prova final do Atlântico, mostrar que ele realmente é capaz de descer toda a costa portuguesa, de fazer esta travessia. E mostrar também que a mobilidade elétrica no setor naval, é também uma realidade. Se um grupo de estudantes consegue ter um barco solar a fazer toda a costa portuguesa, o futuro pode ser mais verde&#8221;, vincou Gonçalo Marques.</P><br />
<P>O Cristal é um catamarã cujo casco, com 1,8 metros de comprimento e 1,12 de largura, &#8220;foi inteiramente desenhado e produzido&#8221; pelos estudantes, que escolheram como material a fibra de linho, &#8220;uma alternativa aos compósitos tradicionais que permite reduzir as emissões de carbono&#8221;.</P><br />
<P>Em cima do convés está a cúpula, também produzida em fibra de linho, e na sua superfície exterior estão colados os painéis solares, &#8220;que permitem aproveitar a irradiância solar para carregar a bateria, aumentando a autonomia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No topo da cúpula estão colocados os olhos do Cristal: a câmara de alta resolução e o LiDAR (Light Detection and Ranging) que utiliza pulsos laser para medir distâncias e detetar objetos como boias e outras embarcações, criando mapas tridimensionais de alta precisão&#8221;, descreve a FEUP em comunicado. </P><br />
<P>O sistema propulsivo abdica do tradicional leme, confiando em quatro propulsores posicionados de forma equidistante em relação ao eixo da cúpula, &#8220;permitem que o catamarã rode sobre o próprio eixo, garantindo uma agilidade superior&#8221; e &#8220;uma excelente margem para acelerações rápidas e manobras evasivas&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782077]]></sapo:autor>
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		<title>Nova Zelândia alerta para incursões militares chinesas persistentes no Pacífico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 04:55:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades da Nova Zelândia alertaram que os testes de mísseis balísticos e as incursões da marinha da China vão tornar-se uma característica persistente no Pacífico, à medida que Pequim reforça a presença militar na região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da Nova Zelândia alertaram que os testes de mísseis balísticos e as incursões da marinha da China vão tornar-se uma característica persistente no Pacífico, à medida que Pequim reforça a presença militar na região.</P><br />
<P>&#8220;Prevemos que as ações chinesas, como o trânsito do grupo de barcos chinês no mar da Tasmânia em fevereiro e o lançamento de um míssil balístico intercontinental no Pacífico em setembro de 2024 serão uma característica persistente do nosso ambiente estratégico&#8221;, lê-se num relatório de Wellington, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).</P><br />
<P>O documento, obtido pela AFP ao abrigo da Lei de Liberdade de Informação, foi escrito pelas Forças de Defesa da Nova Zelândia e pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros em dezembro, altura em que uma flotilha naval chinesa passou pelo mar das Filipinas.</P><br />
<P>&#8220;As autoridades neozelandesas estão em contacto próximo com os seus homólogos australianos e mantêm vigilância operacional sobre estes navios&#8221;, refere o relatório.</P><br />
<P>O documento de 15 páginas foi enviado ao primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, e aos ministros com a tutela da Defesa e dos Negócios Estrangeiros.</P><br />
<P>A China gastou milhares de milhões de euros na defesa nos últimos anos, algo que preocupa alguns governos, embora Pequim insista que os seus objetivos são pacíficos.</P><br />
<P>A marinha chinesa, em particular, tem crescido rapidamente, à medida que os líderes da segunda maior economia do mundo procuram alargar a influência no Pacífico, uma região onde os Estados Unidos são há muito a potência dominante.</P><br />
<P>As preocupações de Wellington com os movimentos militares chineses já tinham sido intensificadas pelo envio planeado de três navios de guerra chineses para o mar da Tasmânia, localizado entre a Austrália e a Nova Zelândia, em fevereiro de 2025.</P><br />
<P>A maior parte do relatório enviado à AFP foi censurada por razões de privacidade, segurança nacional e confidencialidade.</P><br />
<P>Nas secções não editadas, as autoridades admitem que o destacamento de tropas chinesas no mar da Tasmânia foi conduzido em conformidade com o direito internacional, incluindo a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar.</P><br />
<P>&#8220;Isto inclui a forma como o grupo da missão notificou as suas intenções de realizar exercícios com munições reais, o que acreditamos não estar em consonância com as melhores práticas internacionais e que obrigou várias companhias aéreas a alterar as suas rotas&#8221;, refere o relatório.</P><br />
<P>O destacamento de tropas chinesas no mar das Filipinas, em dezembro, &#8220;foi consistente com a expansão gradual da presença da China na segurança marítima do Pacífico Sul ao longo da última década&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>&#8220;Pequim destacou uma vasta gama de embarcações militares para a região, incluindo, entre outras, navios-hospital, grandes navios de assalto anfíbio em apoio de operações de ajuda humanitária e socorro em caso de catástrofe, e navios de apoio a eventos espaciais&#8221;, diz o documento.</P><br />
<P>Os navios de apoio a eventos espaciais são concebidos para rastrear lançamentos de foguetões, satélites e atividades de mísseis balísticos intercontinentais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782076]]></sapo:autor>
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		<title>Timorenses dizem último adeus a Lu Olo, &#8220;que veio do povo e que voltou como povo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 04:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de timorenses prestaram hoje uma última homenagem a Francisco Guterres 'Lu Olo', ex-Presidente de Timor-Leste, que morreu domingo, acompanhando as cerimónias fúnebres do "veio do povo e que voltou como povo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Milhares de timorenses prestaram hoje uma última homenagem a Francisco Guterres &#8216;Lu Olo&#8217;, ex-Presidente de Timor-Leste, que morreu domingo, acompanhando as cerimónias fúnebres do &#8220;veio do povo e que voltou como povo&#8221;.</P><br />
<P>Homens e mulheres choraram o homem que declarou a restauração da independência em 20 de maio de 2002 e que deu posse a Xanana Gusmão como Presidente da República de Timor-Leste.</P><br />
<P>As cerimónias fúnebres tiveram início na Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), partido do qual era presidente desde 2001, onde o caixão, transportado por elementos das forças de defesa, chegou coberto com as bandeiras de Timor-Leste, das Falintil e do partido.</P><br />
<P>&#8220;Era uma pessoa de muita coragem. Não é só para a Fretilin, é para todo o povo timorense&#8221;, recordou Jacob Belo, membro do comité central do partido.</P><br />
<P>Da Fretilin, onde os militantes do partido gritaram vivas a &#8216;Lu Olo&#8217; e &#8220;Lu Olo, presente&#8221;, o corpo seguiu para o quartel-general das Forças de Defesa de Timor-Leste.</P><br />
<P>Francisco Guterres pertence ao grupo dos quatro comandantes que permaneceram ininterruptamente no mato durante os longos e duros 24 anos da resistência armada contra a ocupação indonésia.</P><br />
<P>&#8220;Era um homem muito especial, veio do mato e abraçava todo o povo de Timor-Leste&#8221;, disse João Batista da Costa Belo &#8216;Maulika&#8217;, antigo combatente. </P><br />
<P>A homenagem a Francisco Guterres passou depois para a Presidência timorense, onde o chefe de Estado, José Ramos-Horta, liderou um minuto de silêncio e recordou o compromisso do seu antecessor com a dignidade e o bem-estar do povo.</P><br />
<P>Após a missa, de corpo presente, na Catedral de Díli, as homenagens fúnebres culminaram no Parlamento Nacional, órgão a que presidiu após a restauração da independência, em 20 de maio de 2002.</P><br />
<P>O cortejo fúnebre, sempre acompanhado por centenas de motociclos, seguiu depois para o Jardim dos Heróis, em Metinaro, nos arredores de Díli, onde Francisco Guterre &#8216;Lu Olo&#8217; ficará sepultado.</P><br />
<P>&#8220;Lu Olo é sagrado. É um homem que veio do povo e que voltou como povo&#8221;, disse Gabriela Alves, antiga combatente, sobre o líder timorense, lembrado pelos princípios éticos, humildade e dedicação à pátria que ajudou a defender e a desenvolver.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782075]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Austrália empata com Paraguai e qualifica-se</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 04:39:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[(CORREÇÃO DO 1.º E 2.º PARÁGRAFOS) Redação, 26 jun 2026 (Lusa) -- A Austrália qualificou-se na quinta-feira para os 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao empatar a zero com o Paraguai, em encontro da terceira jornada do Grupo D, disputado em Santa Clara, nos Estados Unidos. (CORRIGE QUE O PARAGUAI AINDA NÃO ESTÁ QUALIFICADO)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>(CORREÇÃO DO 1.º E 2.º PARÁGRAFOS) Redação, 26 jun 2026 (Lusa) &#8212; A Austrália qualificou-se na quinta-feira para os 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao empatar a zero com o Paraguai, em encontro da terceira jornada do Grupo D, disputado em Santa Clara, nos Estados Unidos. (CORRIGE QUE O PARAGUAI AINDA NÃO ESTÁ QUALIFICADO)</P><br />
<P>O conjunto da Oceânia, presente nos &#8216;oitavos&#8217; em 2006 e 2022, ficou no segundo lugar do agrupamento, enquanto o Paraguai, que chegou aos &#8216;quartos&#8217; em 2010 e aos &#8216;oitavos&#8217; em 1986, 1998 e 2002, deverá qualificar-se com um dos oito melhores terceiros.(CORRIGE QUE O PARAGUAI AINDA NÃO ESTÁ QUALIFICADO)</P><br />
<P>O agrupamento foi conquistado pelos Estados Unidos, apesar da derrota por 3-2 face à já eliminada Turquia, com Auston Trusty (três minutos) e Sebastian Berhalter (49) a faturar para os coanfitriões e Arda Güler (10), Baris Yilmaz (31) e Kaan Ayhan (90+8) para os turcos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782074]]></sapo:autor>
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		<title>CORREÇÃO E NOVO TÍTULO: Mundial2026: Austrália empata com Paraguai e qualifica-se</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 04:34:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[(NOVA VERSÃO PARA CORRIGIR NO PRIMEIRO E SEGUNDO PARÁGRAFOS QUE O PARAGUAI AINDA NÃO ESTÁ QUALIFICADO)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>(NOVA VERSÃO PARA CORRIGIR NO PRIMEIRO E SEGUNDO PARÁGRAFOS QUE O PARAGUAI AINDA NÃO ESTÁ QUALIFICADO)</P><br />
<P></P><br />
<P>Redação, 26 jun 2026 (Lusa) &#8212; A Austrália qualificou-se hoje para os 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao empatar a zero com o Paraguai, em encontro da terceira jornada do Grupo D, disputado em Santa Clara, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>O conjunto da Oceânia, presente nos &#8216;oitavos&#8217; em 2006 e 2022, ficou no segundo lugar do agrupamento, enquanto o Paraguai, que chegou aos &#8216;quartos&#8217; em 2010 e aos &#8216;oitavos&#8217; em 1986, 1998 e 2002, deverá qualificar-se com um dos oito melhores terceiros.</P><br />
<P>O agrupamento foi conquistado pelos Estados Unidos, apesar da derrota por 3-2 face à já eliminada Turquia, com Auston Trusty (três minutos) e Sebastian Berhalter (49) a faturar para os coanfitriões e Arda Güler (10), Baris Yilmaz (31) e Kaan Ayhan (90+8) para os turcos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782073]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Primeiro submarino desenvolvido por Taiwan será entregue na segunda metade do ano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/primeiro-submarino-desenvolvido-por-taiwan-sera-entregue-na-segunda-metade-do-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 04:28:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro submarino de defesa construído integralmente em Taiwan deverá ser entregue à Marinha na segunda metade do ano, após concluir sem problemas técnicos significativos os testes no mar, anunciou hoje a empresa responsável pelo projeto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro submarino de defesa construído integralmente em Taiwan deverá ser entregue à Marinha na segunda metade do ano, após concluir sem problemas técnicos significativos os testes no mar, anunciou hoje a empresa responsável pelo projeto.</P><br />
<P>Em declarações à agência de notícias oficial taiwanesa CNA, o presidente da CSBC Corporation, maior construtora naval da ilha e principal contratante do programa, Chen Cheng-hung, afirmou que o submarino Narwhal (&#8220;Hai Kun&#8221;, em mandarim) se encontra na fase final de calibração e verificação funcional.</P><br />
<P>O responsável reiterou que a empresa pretende concluir todos os testes e entregar a embarcação à Marinha até ao final do ano.</P><br />
<P>Segundo Chen, um dos maiores desafios do projeto foi garantir o fornecimento de componentes essenciais através de uma cadeia de abastecimento internacional &#8220;altamente sensível&#8221;, devido à pressão exercida por Pequim sobre o programa de submarinos taiwanês.</P><br />
<P>O presidente da CSBC revelou que alguns equipamentos fornecidos por parceiros internacionais chegaram a estar embalados e prontos para expedição, mas acabaram por ser impedidos de sair dos países de origem.</P><br />
<P>A construtora está sujeita ao pagamento de multas diárias desde novembro, por não ter cumprido o prazo inicialmente previsto para a entrega do submarino.</P><br />
<P>Em maio, o Narwhal concluiu com sucesso o primeiro teste de lançamento de torpedos no mar.</P><br />
<P>O desenvolvimento de uma frota de submarinos é considerado uma prioridade para reforçar a capacidade de defesa de Taiwan, uma ilha governada autonomamente desde 1949 e reivindicada por Pequim como parte do seu território.</P><br />
<P>A China considera Taiwan uma &#8220;parte inalienável&#8221; do seu território e não exclui o recurso à força para concretizar a &#8220;reunificação nacional&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782071]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Luso-venezuelanos de La Guaira conseguiram falar com familiares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 04:23:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vários portugueses e luso-venezuelanos que se encontram no estado de La Guaira, a região mais afetada pelos dois sismos que quarta-feira abalaram a Venezuela, conseguiram dizer telefonicamente à família que estão bem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Vários portugueses e luso-venezuelanos que se encontram no estado de La Guaira, a região mais afetada pelos dois sismos que quarta-feira abalaram a Venezuela, conseguiram dizer telefonicamente à família que estão bem.</P><br />
<P>&#8220;Não havia eletricidade, nem sinal no telemóvel, estávamos praticamente isolados e por isso não foi possível dizer aos nossos familiares que estávamos bem, o que já fizemos há pouco&#8221;, explicou um luso-venezuelano à Lusa.</P><br />
<P>Pedro Abelardo Ferreira, 30 anos, explicou ainda que vive em Maiquetía, onde há &#8220;uma rua que ficou irreconhecível&#8221; devido ao derrube de vários prédios.</P><br />
<P>Apesar de já ter conseguido carregar a bateria do telemóvel e ter contactado os familiares, explicou que está preocupado porque são constantes as réplicas dos sismos, embora de intensidade reduzida.</P><br />
<P>&#8220;A terra está frequentemente a tremer, já sentimos muitas dezenas de réplicas, que chegam acompanhadas de um forte ruído desde o centro da terra, o que causa ansiedade e às vezes as pessoas gritam&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Abelardo Ferreira disse ainda que as autoridades locais estão a disponibilizar, num estádio, gratuitamente, uma ligação à Internet sem fios para quem precisar contactar familiares.</P><br />
<P>Incontactável desde há quase 24 horas, o radialista português Diogo José Freitas, responsável pelo programa de rádio &#8220;Portugal em Tropical&#8221; explicou à Lusa que estava bem, acompanhado por familiares e que há zonas daquele estado muito danificadas.</P><br />
<P>&#8220;O apartamento ficou destroçado, o edifício resistiu aos sismos mas o apartamento não. Além das colunas, o edifício tem paredes de tijolos que caíram. Hoje subi ao apartamento para tratar de salvar roupa principalmente, mas quase não deu para tirar nada porque está cheio de escombros&#8221;, disse Freitas.</P><br />
<P>O radialista explicou ainda que as localidades de Cátia La Mar, as avenidas do Exército e Atlântico, onde ficava situada a estação de rádio Sonera 1450, onde trabalhou durante anos, ficou tudo destruído. Também as zonas de El Caribe e Tanaguarenas, Los Corales, também ficaram bastante danificadas.</P><br />
<P>Vários portugueses desabafaram que é praticamente nula a presença de equipas de salvamento nalgumas zonas de La Guaira e que falta maquinaria na corrida contra o tempo para salvar vidas.</P><br />
<P>Entretanto, residentes em La Guaira usaram as redes sociais para reclamar a falta de militares no terreno para ajudar os sobreviventes e resgatar pessoas, comparando com a rápida resposta para reprimir protestos.</P><br />
<P>O balanço mais recente divulgado pelas autoridades venezuelanos dá conta de que 235 pessoas faleceram e 4.300 ficaram feridas na sequência dos sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram a Venezuela na quarta-feira.</P><br />
<P>Segundo o ministro da Saúde, Carlos Alvarado, o &#8220;maior número de feridos e mortos está no estado de La Guaira&#8221;.</P><br />
<P>La Guaira, antigo estado de Vargas, faz fronteira com a região metropolitana de Caracas e alberga o Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, o principal aeroporto do país, que foi temporariamente encerrado devido aos danos causados pelos sismos.</P><br />
<P>Segundo Carlos Alvarado, devido ao grande número de doentes que necessitam de cuidados hospitalares naquela região costeira, foram instalados hospitais de campanha.</P><br />
<P>Horas antes, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, visitou La Guaira, acompanhada pelo ministro do Interior, Diosdado Cabello, e pelo presidente do parlamento, Jorge Rodríguez.</P><br />
<P>Delcy Rodríguez, que declarou o estado de calamidade pública em todo o país, afirmou que esperam &#8220;resgatar o maior número possível de pessoas com vida&#8221; dos edifícios que ruíram.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Pelo menos seis portugueses e luso-descendentes morreram nos sismos de quarta-feira na Venezuela, segundo o mais recente balanço, divulgado na quinta-feira à noite, por fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros.</P></p>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Austrália e Paraguai empatam a zero e qualificam-se</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 04:08:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Austrália e o Paraguai empataram hoje a zero e qualificaram-se ambas para os 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, em encontro da terceira jornada do Grupo D, disputado em Santa Clara, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Austrália e o Paraguai empataram hoje a zero e qualificaram-se ambas para os 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, em encontro da terceira jornada do Grupo D, disputado em Santa Clara, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>O conjunto da Oceânia, presente nos &#8216;oitavos&#8217; em 2006 e 2022, ficou no segundo lugar do agrupamento, enquanto o Paraguai, que chegou aos &#8216;quartos&#8217; em 2010 e aos &#8216;oitavos&#8217; em 1986, 1998 e 2002, garantiu que será um dos oito melhores terceiros.</P><br />
<P>O agrupamento foi conquistado pelos Estados Unidos, apesar da derrota por 3-2 face à já eliminada Turquia, com Auston Trusty (três minutos) e Sebastian Berhalter (49) a faturar para os coanfitriões e Arda Güler (10), Baris Yilmaz (31) e Kaan Ayhan (90+8) para os turcos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782069]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Centralização vai diminuir desigualdade para metade &#8212; Liga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 04:01:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Nuno Filipe Ortega (texto), Hugo Fragata (vídeo) e António Pedro Santos (foto), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Nuno Filipe Ortega (texto), Hugo Fragata (vídeo) e António Pedro Santos (foto), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 26 jun 2026 (Lusa) &#8212; O diretor executivo da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) acredita que a centralização dos direitos audiovisuais vai diminuir para metade a desigualdade entre os clubes e tornar o campeonato mais equitativo.</P><br />
<P>&#8220;Eu diria que passar de um modelo fixo para um modelo variável vai dar a todos a possibilidade de melhorar a sua situação. [&#8230;] Quando comparamos o nível de desigualdade que existe hoje em dia, essa desigualdade, no fundo, passa para menos de metade do que ela é hoje em dia&#8221;, assumiu André Mosqueira do Amaral, em entrevista à agência Lusa.</P><br />
<P>O responsável pelo processo de centralização na LPFP considera que &#8220;algo que distinguia o futebol português das demais ligas era ter uma discrepância entre quem mais aufere e quem menos aufere, que era completamente fora do contexto europeu&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Com esta chave fazemos uma aproximação e a liga fica mais equitativa, portanto, há mais igualdade. Mas, sobretudo, é a igualdade da oportunidade, eu creio que isso é que é o ponto essencial, que é muito claro quais são as regras, é muito claro como é que eu consigo atingir um nível mais elevado&#8221;, explicou.</P><br />
<P>A chave de distribuição dos direitos audiovisuais, que vai entrar em vigor em 2028/29, foi aprovada pelas sociedades desportivas da LPFP e já recebeu &#8216;luz verde&#8217; da Autoridade da Concorrência (AdC), com André Mosqueira do Amaral a lembrar que, atualmente, existe &#8220;um regime obviamente fragmentado&#8221; e &#8220;um regime também de rendas fixas, em que a cada emblema corresponde a um determinado valor fixo, que pouco foi mudando durante o tempo&#8221; </P><br />
<P>&#8220;Foi passar para a realidade aquilo que vemos noutras ligas, que é que todas as sociedades desportivas, todos os emblemas têm a possibilidade de chegar a um valor muito maior. E isso é em função do seu desempenho. O que é desempenho? É obviamente, a sua classificação, são os pontos. A questão dos pontos é importante, porque nós queremos premiar sociedades desportivas que também façam mais pontos, portanto, isso traz-nos, no fundo, competitividade ao produto, isso depois é uma forma de medir essa competitividade, de medir esse nível de luta, que é aquilo que torna o futebol interessante e cativante, mas também o desempenho a nível do que cada um contribui para o produto no seu todo&#8221;, referiu. </P><br />
<P>O responsável preferiu não falar em valores, mas garantiu ter uma &#8220;valorização interna&#8221;, que estão &#8220;quase diariamente a ajustá-la&#8221;, o que permite saber &#8220;quais são as alavancas a trabalhar para maximizar&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Há, claramente, o entendimento que aquilo que é o valor atual não reflete o potencial valor do coletivo e, aliás, vê-se isso também nas próprias negociações individuais que vão sempre havendo. O próprio Sport Lisboa e Benfica renegociou os últimos dois anos até 2028 e, obviamente, como foi bem anunciado e publicitado e nós próprios até comentámos e parabenizámos o Benfica nesse sentido, [o valor] vai subindo&#8221;, referiu. </P><br />
<P>André Mosqueira do Amaral disse acreditar que &#8220;há claramente um potencial de valorização&#8221;, que está a ser estudado pela LPFP, assim como as &#8220;mil maneiras de cortar o &#8216;bolo'&#8221; das receitas, &#8220;sempre no sentido de criar segmentos que no final dão o maior valor possível&#8221;. </P><br />
<P>Em termos de exemplo, o diretor executivo da LPFP revelou que está a ser pensado &#8220;um canal para a diáspora&#8221;, com narração e grafismos em português, mesmo em países que possa haver uma transmissão internacional. </P><br />
<P>&#8220;Essa segmentação &#8211; criar um produto específico para uma audiência específica &#8212; é um exemplo de um lote. [&#8230;] Não é só os 90 minutos, não é só aquele jogo, é tudo o que está à volta, e isso foi algo que nós, nesta direção que temos estado muito, apostámos muito, foi em criar aquilo que é fora dos 90 minutos. [&#8230;] Isso, para nós, hoje em dia, traz um valor, realmente, que é muito interessante&#8221;, disse, salientando o trabalho feito na Liga TV e nas redes sociais, algo que também vai fazer parte dos direitos&#8221;, admitiu.</P><br />
<P>De acordo com o responsável, &#8220;o desenho dos lotes será anunciado na altura do concurso, exatamente com o objetivo de maximizar o valor do &#8216;bolo&#8217; total&#8221;, acreditando que, na época 2028/29, tudo vai estar pronto para a entrada em vigor do novo modelo, mas que há alternativas.</P><br />
<P>&#8220;O plano A é, com certeza, conseguir continuar a fazer o processo de mercado, que, aliás, é um processo que acontece. Espanha fez agora há pouco tempo, Bélgica tinha feito um pouco antes, há um mercado &#8216;ongoing&#8217; e, portanto, partimos do pressuposto que esse mercado está lá e continua e temos todas as indicações que isso aconteça&#8221;, assumiu. </P><br />
<P>Contudo, &#8220;há outras coisas que podem acontecer&#8221; e que estão identificadas, como, por exemplo, a aposta na Liga TV, que pode &#8220;funcionar como plano B, ou, inclusive, até é quase uma parte também do plano A&#8221;, para a LPFP poder &#8220;produzir, distribuir e transmitir os jogos&#8221;, como já fizeram em particulares ou nos jogos dos play-offs. </P><br />
<P>&#8220;Estamos a trabalhar nas diferentes possibilidades e isso é o nosso trabalho e a nossa responsabilidade, também para com os nossos associados [&#8230;], identificar esses potenciais caminhos e esgotarmos o alfabeto, plano A, B, C e ir até fora dele&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Questionado sobre a possibilidade de investidores externos fazerem parte da centralização, André Mosqueira do Amaral reconheceu que &#8220;é possível, é verdade&#8221;, revelando ter havido um encontro com &#8220;35 investidores institucionais, que são os maiores investidores institucionais do mundo em desporto&#8221;, como que &#8220;uma parede de dinheiro acessível ao futebol profissional português&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Compete-nos a nós desenhar um processo que, no fundo, crie as melhores condições para ver como é que esse investimento pode ou deve ser feito e, obviamente, depois apresentá-lo às sociedades desportivas e tomarmos uma decisão colegial, como fizemos com o regulamento, como fizemos com a chave, de como é que isso pode funcionar&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>André Mosqueira do Amaral lembra que &#8220;há momentos em que há uma oportunidade, há capital&#8221;, que tem de ser aproveitado, e &#8220;tem inúmeras vantagens, desde logo a nível das infraestruturas&#8221;, que é uma área onde há &#8220;muitas carências&#8221;, assim como &#8220;na própria exploração comercial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As sociedades desportivas portuguesas têm um nível de excelência desportiva que é, de facto, espetacular. [&#8230;] Mas não corresponde uma excelência económica e comercial e é essa diferença que nós acreditamos que conseguíamos trazer alguma convergência, trazer uma correspondência de valor económico àquilo que é a nossa excelência desportiva. Aí o capital pode ter uma contribuição muito importante&#8221;, rematou.</P><br />
<P>A comercialização centralizada dos direitos audiovisuais dos jogos da I e II Ligas foi decretada pelo Governo em 2021, na sequência da assinatura de um memorando de entendimento entre Federação Portuguesa de Futebol e LPFP, com aplicação a partir de 2028/29.</P><br />
<P>Esse modelo inviabilizará os clubes de comercializarem individualmente os direitos de transmissão das suas partidas, tal como fez o Benfica em janeiro, ao cedê-los de novo à operadora NOS, a par da distribuição da estação BTV, num acordo de 104,6 ME para 2026/27 e 2027/28.</P></p>
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