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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 May 2026 00:15:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 1,09%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 00:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em terreno positivo, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,09% para 62.357,38 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em terreno positivo, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,09% para 62.357,38 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, ganhava 0,53% para 3.874,35 pontos, às 09:11 locais (01:11 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766172]]></sapo:autor>
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		<title>Conselho Nacional do Chega propõe rejeição do pacote laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 23:44:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional do Chega propôs hoje a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado, apresentadas pelo Governo, considerando que estes diplomas "não podem contar com o voto favorável" do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho Nacional do Chega propôs hoje a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado, apresentadas pelo Governo, considerando que estes diplomas &#8220;não podem contar com o voto favorável&#8221; do partido.</P><br />
<P>&#8220;O Conselho Nacional do Chega propôs, por unanimidade, a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado apresentadas pelo Governo&#8221;, refere o partido em comunicado, no final da reunião do órgão máximo do partido entre convenções.</P><br />
<P>De acordo com a nota, &#8220;no decorrer da reunião ficou clara aquela que é a posição do Chega como um todo: a reforma laboral e a reforma do Estado, tal como estão, não podem contar com o voto favorável do partido&#8221;.</P><br />
<P>O partido refere que na reunião do Conselho Nacional, que decorreu na quinta-feira à noite, em Lisboa, &#8220;vários militantes, autarcas, deputados e dirigentes do Chega&#8221; criticaram as alterações que o Governo quer fazer na lei laboral, considerando tratar-se de um &#8220;ataque aos trabalhadores e às mães trabalhadoras&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Sobre a reforma do Estado, ficou claro que se trata de uma reforma que mais não faz do que facilitar a corrupção&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P> </P><br />
<P>FM/JF // RBF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766171]]></sapo:autor>
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		<title>Embraer avança com testes de &#8220;carro voador&#8221; após 59 voos experimentais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 23:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, concluiu a etapa de voos pairados e de baixa velocidade do protótipo do seu "carro voador" elétrico, avançando para a fase de testes de transição em voo prevista para o segundo semestre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, concluiu a etapa de voos pairados e de baixa velocidade do protótipo do seu &#8220;carro voador&#8221; elétrico, avançando para a fase de testes de transição em voo prevista para o segundo semestre.</P><br />
<P>A empresa informou quinta-feira que a campanha de ensaios acumulou 59 voos bem-sucedidos e &#8220;2h27min33s&#8221; de operação, gerando dados para validar sistemas de controlo, modelos aerodinâmicos e desempenho estrutural da aeronave.</P><br />
<P>Os testes fazem parte do desenvolvimento do eVTOL, sigla em inglês para veículo elétrico de descolagem e aterragem vertical.</P><br />
<P>&#8220;A fase concluída gerou dados de alta fidelidade, contribuindo para a maturidade do programa à medida que a Eve avança rumo aos testes de transição de voo&#8221;, informou a empresa em comunicado. </P><br />
<P>Segundo a Eve, o protótipo demonstrou estabilidade em voos pairados e em manobras de baixa velocidade, inicialmente abaixo de 15 nós, equivalentes a cerca de 28 quilómetros por hora.</P><br />
<P>A companhia afirmou que os ensaios avançaram posteriormente para velocidades próximas de 20 nós, cerca de 37 quilómetros por hora, incluindo comandos simultâneos nos quatro eixos de controlo da aeronave.</P><br />
<P>Entre os resultados divulgados estão mais de 100 pontos de ensaio em voo, além das primeiras demonstrações do sistema de aterragem automática e do modo simplificado &#8220;fly-by-wire&#8221;.</P><br />
<P>A aeronave atingiu ainda 215 pés de altitude, cerca de 65 metros, permanecendo em voo por até 3 minutos e 48 segundos, segundo os dados apresentados pela empresa.</P><br />
<P>A Eve acrescentou que os níveis de ruído permaneceram dentro das expectativas previstas, enquanto os sistemas de propulsão e baterias superaram as projeções iniciais da fabricante.</P><br />
<P>Nas próximas semanas, informou a companhia, protótipo realizará ensaios em solo antes do início da fase de voos de transição, prevista para começar no segundo semestre de 2026.</P><br />
<P>A Embraer é fabricante e líder mundial de aeronaves comerciais até 150 lugares, tem mais de 100 clientes em todo o mundo e mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, no continente americano, África, Ásia e Europa.</P><br />
<P>Em Portugal, é acionista maioritária da OGMA &#8212; Indústria Aeronáutica de Portugal, em Alverca, com 65% do capital.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766170]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Programa satírico &#8220;The Late Show&#8221; termina após pressão de Trump contra apresentador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 23:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa satírico norte-americano "The Late Show" vai hoje para o ar pela última vez, ao fim de 33 anos, num cancelamento pela estação CBS que o apresentador, Stephen Colbert, e outros consideram cedência a pressões de Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O programa satírico norte-americano &#8220;The Late Show&#8221; vai hoje para o ar pela última vez, ao fim de 33 anos, num cancelamento pela estação CBS que o apresentador, Stephen Colbert, e outros consideram cedência a pressões de Donald Trump. </P><br />
<P>Nas últimas semanas, o &#8220;The Late Show&#8221; recebeu vários convidados de alto nível, incluindo o ex-presidente Barack Obama, o ator Tom Hanks e a apresentadora Oprah Winfrey, tendo todos manifestado apoio face à decisão da CBS de tirar do ar o programa líder de audiências no seu horário. </P><br />
<P>Na quarta-feira, para o penúltimo programa, o cantor Bruce Springsteen, crítico assumido de Donald Trump, compareceu para demonstrar o seu apoio ao apresentador. </P><br />
<P>&#8220;És o primeiro tipo nos Estados Unidos a perder o programa porque temos um Presidente que não tolera uma piada&#8221;, disse o célebre compositor.</P><br />
<P>No palco do teatro Ed Sullivan, na Broadway nova-iorquina, Springsteen interpretou ainda &#8220;Streets of Minneapolis&#8221;, o seu hino musical contra a repressão da imigração no país. </P><br />
<P>A CBS insistiu que a decisão de cancelar o &#8220;The Late Show&#8221; foi puramente financeira, sem relação com os esforços da Paramount, sua empresa-mãe, para obter a aprovação do governo para a sua fusão de 8,4 mil milhões de dólares com a Skydance Media.  </P><br />
<P>Mas muitos, incluind o apresentador de 62 anos, viram na decisão a mão do Presidente norte-americano, em guerra aberta contra os media que considera hostis. </P><br />
<P>Colbert chegou a apelidar de &#8220;grande suborno&#8221; um pagamento de 16 milhões de dólares feito pela Paramount a Trump, numa queixa após uma polémica sobre a edição de uma entrevista com a sua antiga rival presidencial, Kamala Harris. </P><br />
<P>Em várias ocasiões, o Trump considerou a CBS &#8220;fora de controlo&#8221;, chamando a Colbert &#8220;um desastre patético&#8221; que precisava de ser &#8220;tirado de cena&#8221;. </P><br />
<P>Desde então, a jornalista e empresária de media Bari Weiss foi nomeada chefe da CBS News, onde promoveu uma reestruturação. </P><br />
<P>Tal como os seus colegas de outros &#8216;talk shows&#8217; noturnos, Stephen Colbert é um acérrimo crítico do Presidente republicano, implacavelmente satirizado no ar. </P><br />
<P>Colbert ficou visivelmente emocionado na semana passada quando foi acompanhado em direto pelos seus colegas e concorrentes de outras estações &#8212; Jimmy Kimmel, Seth Meyers, John Oliver e Jimmy Fallon &#8212; que vieram prestar homenagem e expressar o seu apoio. </P><br />
<P>O próprio Kimmel foi brevemente afastado do ar em setembro de 2025 pela sua estação, a ABC, após uma reação negativa dos republicanos por um comentário que fez sobre o assassínio do influenciador ultraconservador Charlie Kirk. </P><br />
<P>Depois de se iniciar no teatro de improviso, Stephen Colbert entrou na carreira televisiva em 1995, antes de se juntar ao &#8220;The Daily Show&#8221; de Jon Stewart em 1997, encarnando um apresentador conservador reacionário. </P><br />
<P>Foi com esta personagem que criou o seu próprio programa, &#8220;The Colbert Report&#8221;, em 2005, antes do auge da sua carreira com &#8220;The Late Show&#8221; dez anos depois. </P><br />
<P>Para o futuro, Stephen Colbert admitiu lançar um novo programa, sem adiantar pormenores. </P><br />
<P>Grande fã do universo do autor britânico Tolkien, anunciou ainda que vai escrever com o realizador neozelandês Peter Jackson um novo filme baseado em &#8220;O Senhor dos Anéis&#8221;. </P><br />
<P>Para o episódio final do programa, gravado hoje, a lista de convidados foi mantida em segredo. </P><br />
<P>Na semana passada, Stephen Colbert recebeu também o antigo apresentador e criador do programa, David Letterman, que substituiu em 2015. Em jeito de crítica, os dois subiram ao telhado do edifício e atiraram móveis do estúdio para um grande logótipo da CBS colocado no passeio. </P><br />
<P>&#8220;Podem tirar o programa a um homem&#8221;, disse David Letterman. &#8220;Mas não lhe podem tirar a voz.&#8221;  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766169]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Acelen anuncia 1,38 mil ME para dar início a construção de biorrefinaria no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Acelen Renováveis anunciou hoje um investimento de 1,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,38 mil milhões de euros) para iniciar a construção de uma biorrefinaria de combustíveis renováveis na Baía.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Acelen Renováveis anunciou hoje um investimento de 1,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,38 mil milhões de euros) para iniciar a construção de uma biorrefinaria de combustíveis renováveis na Baía.</P><br />
<P>A empresa de energia pertence a Mubadala Capital, fundo soberano de Abu Dhabi Emirados Árabes Unidos. </P><br />
<P>A expetativa da empresa é que a construção da biorrefinaria na cidade baiana de São Francisco do Conde leve dois anos e meio, e que as operações estão previstas para início de 2029.</P><br />
<P>A nova unidade terá capacidade para produzir um mil milhão de litros anuais de Combustível Sustentável de Aviação (SAF, na sigla em inglês). </P><br />
<P>Já o &#8220;Diesel Verde&#8221; (HVO, na sigla em inglês), que é biocombustível produzido a partir de óleos vegetais ou de gordura animal, a empresa estima volume equivalente a 20 mil barris por dia.</P><br />
<P>O empreendimento, informou a Acelen Renováveis, já tem engenharia integrada concluída, &#8220;contratos estratégicos negociados&#8221; e aproximadamente 90% da comercialização de SAF e de HVO já estruturados e assinados.</P><br />
<P>Parte dos investimentos será financiada por um consórcio apoiado e liderado por HSBC e IFC, que reúne dez instituições financeiras nacionais e internacionais.</P><br />
<P>São elas: Banco Nacional do Desenvolvimento Económico e Social(BNDES), First Abu Dhabi Bank, Abu Dhabi Commercial Bank, BID Invest, Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB), Development Finance Institute Canada (FinDev Canada), KfW IPEX-Bank, Bradesco, BBVA, Bank of China.</P><br />
<P>O investimento total na primeira unidade integrada deve superar 3 mil milhões de dólares, o equivalente a 2,58 mil milhões de euros, o que inclui o desenvolvimento agroindustrial com plantação, extração e beneficiamento dos coprodutos da macaúba.</P><br />
<P>Segundo da empresa, a nova biorrefinaria busca posicionar o Brasil entre os principais polos globais de combustíveis sustentáveis para aviação e transporte pesado, além de ampliar a segurança energética.</P><br />
<P>O sócio do Mubadala Capital, Leonardo Yamamoto, informou, por meio de nota, que o Brasil reúne condições únicas para liderar a transição energética global, &#8220;combinando escala agrícola, excelência industrial e uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766164]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Chega adia congresso para último trimestre do ano e marca eleições para distritais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:53:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional do Chega decidiu hoje, por unanimidade, adiar o congresso para o último trimestre do ano e marcar eleições para comissões políticas distritais e regionais para 28 de junho e 05 de julho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho Nacional do Chega decidiu hoje, por unanimidade, adiar o congresso para o último trimestre do ano e marcar eleições para comissões políticas distritais e regionais para 28 de junho e 05 de julho.</P><br />
<P>&#8220;O Conselho Nacional do partido Chega aprovou, por unanimidade, na noite desta quinta-feira, a marcação de eleições para as comissões políticas distritais e regionais e o adiamento da realização da Convenção Nacional&#8221;, pode ler-se no comunicado enviado à comunicação social.</P><br />
<P>O congresso do partido ficou assim adiado para &#8220;o último trimestre do ano&#8221; e as eleições para as estruturas distritais e regionais &#8220;para os dias 28 de junho e 05 de julho&#8221;.</P><br />
<P>Em 14 de abril, o líder do Chega, André Ventura, tinha admitido que o congresso do partido, que estava previsto para este mês de maio, poderia ser adiado para depois das eleições dos órgãos locais e regionais.</P><br />
<P>   &#8220;Nós vamos ter um Conselho Nacional que vai determinar exatamente o dia do congresso e a eleição dos delegados. É possível que haja aqui algum adiamento, sobretudo porque o partido terá que realizar também eleições em todos os seus órgãos distritais e regionais, e é isso que está nessa fase de organização neste momento&#8221;, disse então.</P><br />
<P>Em 24 de fevereiro, o partido anunciou que a Direção Nacional iria propor a realização da próxima convenção nos dias 08, 09 e 10 de maio, uma reunião magna em que seriam eleitos novos órgãos nacionais e votadas alterações aos estatutos.</P><br />
<P>Hoje, no discurso de abertura deste Conselho Nacional, o presidente do Chega, André Ventura, tinha pedido aos militantes responsabilidade e unidade em torno da sua liderança, avisando que, caso o partido se preocupe mais com a vida interna do que com o país, arrisca tornar-se secundário para os portugueses.</P><br />
<P>&#8220;Luís Montenegro disse que sabia que havia pessoas no PSD que não concordavam com ele e, por isso, que os seus adversários saíssem da toca e viessem à luta. Eu tenho outra coisa para vos propor hoje. Eu não vos quero propor que venham à luta, eu quero vos propor que nos juntemos por Portugal nestes próximos meses&#8221;, disse Ventura. </P><br />
<P>O presidente do Chega pediu responsabilidade aos militantes nestes próximos meses para evitar &#8220;distúrbio de sintonia e perturbação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não vos estou a pedir que desistam daquilo que são, não vos estou a pedir que abdiquem daquelas que são as vossas convicções, não vos estou a pedir que abdiquem das vossas ambições, não vos estou a pedir sequer que abdiquem das vossas aspirações internas. Estou-vos a pedir o que um líder político deve pedir quando mete o seu país primeiro&#8221;, justificou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766163]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ébola: Uganda suspende todos os transportes públicos para a RDCongo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:42:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Uganda suspendeu hoje todos os transportes públicos para a República Democrática do Congo (RDCongo), devido à propagação do surto de Ébola que já provocou pelo menos 160 mortos no país vizinho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Uganda suspendeu hoje todos os transportes públicos para a República Democrática do Congo (RDCongo), devido à propagação do surto de Ébola que já provocou pelo menos 160 mortos no país vizinho.</P><br />
<P>A Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu no domingo um alerta de saúde internacional em resposta ao 17.º surto de ébola no leste da RDCongo, na província de Ituri, que faz fronteira com o Uganda.</P><br />
<P>O Uganda reportou posteriormente dois casos suspeitos de Ébola, ambos cidadãos congoleses que tinham chegado recentemente da RDCongo. </P><br />
<P>Um dos casos suspeitos já faleceu, segundo as autoridades, noticiou a agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>O outro paciente testou negativo duas vezes e o Uganda não tem atualmente casos ativos de Ébola, de acordo com o Ministério da Saúde.</P><br />
<P>Todo o transporte público para a RDCongo, incluindo ferries e autocarros transfronteiriços, foi suspenso durante quatro semanas, adiantou hoje o ministério em comunicado, com exceção do transporte de carga e alimentos.</P><br />
<P>Todos os voos para a RDCongo foram também temporariamente suspensos, com a diretiva a entrar em vigor nas próximas 48 horas.</P><br />
<P>&#8220;Dada a proximidade do Uganda ao epicentro (do surto) e as estreitas ligações transfronteiriças (&#8230;) o risco de importação de mais casos (de doentes) continua elevado&#8221;, frisou Diana Atwine, secretária permanente do Ministério da Saúde do Uganda, em comunicado.</P><br />
<P>Suspeita-se que o vírus já tenha causado 160 mortes em 671 casos prováveis na RDCongo, de acordo com os dados mais recentes divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Saúde Pública da RDCongo (INSP).</P><br />
<P>Em resposta a este surto de febre hemorrágica altamente contagiosa, que apresenta uma taxa de mortalidade de aproximadamente 50%, segundo o Ministério da Saúde do Uganda, os Estados Unidos anunciaram na segunda-feira medidas de rastreio sanitário mais rigorosas para os passageiros aéreos provenientes da RD Congo, Uganda e Sudão do Sul.</P><br />
<P>No dia seguinte, o Bahrein anunciou a proibição de entrada, durante um mês, aos visitantes destes três países.</P><br />
<P>Não existe vacina ou tratamento clínico para a estirpe Bundibugyo do vírus Ébola, responsável pelo surto atual.</P><br />
<P>A RDCongo é regularmente afetada por epidemias do vírus Ébola, que se transmite através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas infetadas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766159]]></sapo:autor>
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		<title>Palestina retira candidatura na ONU após alegada ameaça dos EUA de revogar vistos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:22:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Palestina retirou hoje a sua candidatura à vice-presidência da Assembleia-Geral da ONU, após, segundo a cadeia NPR, os Estados Unidos ameaçarem revogar os vistos de funcionários da missão palestiniana nas Nações Unidas caso não desistisse da corrida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Palestina retirou hoje a sua candidatura à vice-presidência da Assembleia-Geral da ONU, após, segundo a cadeia NPR, os Estados Unidos ameaçarem revogar os vistos de funcionários da missão palestiniana nas Nações Unidas caso não desistisse da corrida.</P><br />
<P>&#8220;Informamos que a nomeação do Estado da Palestina para uma posição de vice-presidente da Assembleia-Geral da ONU para a 81.ª sessão foi retirada&#8221;, confirmou hoje Neice Collins, porta-voz da presidente da Assembleia-Geral, num e-mail enviado às redações.</P><br />
<P>A controvérsia surgiu após um memorando interno do Departamento de Estado dos Estados Unidos, obtido pela NPR, instruir diplomatas norte-americanos a pressionarem as autoridades palestinianas para que retirassem a sua candidatura ou enfrentariam a possível revogação dos vistos da sua delegação na ONU.</P><br />
<P>Um dos motivos da mensagem do Departamento de Estado, ainda segundo a NPR, é que Washington acredita que o representante palestiniano na ONU, Riyad Mansour, tem um &#8220;histórico de acusações de genocídio contra Israel&#8221; e que a sua candidatura a este cargo de alto escalão na ONU &#8220;alimenta tensões&#8221; e prejudica o plano de paz do Presidente norte-americano, Donald Trump, para Gaza.</P><br />
<P>Questionado sobre o assunto, Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, salientou hoje que a delegação palestiniana é membro observador permanente da ONU e, portanto, &#8220;deveria ter acesso a Nova Iorque, viajar para Nova Iorque e trabalhar em Nova Iorque&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tudo isso está previsto no Acordo com o País Anfitrião e não gostaríamos de ver qualquer alteração nesse sentido&#8221;, acrescentou o porta-voz de António Guterres.</P><br />
<P>Segundo alguns meios de comunicação, esta não é a primeira vez que a Palestina retira a sua candidatura a um cargo na ONU após sofrer pressão.</P><br />
<P>A representação palestiniana nas Nações Unidas funciona como uma missão permanente de observação, uma vez que a Palestina tem o estatuto de Estado observador, e não de Estado-membro pleno.</P><br />
<P>Após a retirada da Palestina, o Líbano apresentou a sua candidatura para um dos 21 cargos de vice-presidente na Assembleia-Geral das Nações Unidas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766150]]></sapo:autor>
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		<title>Suspeitos de abandono de duas crianças francesas presentes a juiz na 6.ª feira &#8211; GNR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:12:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os suspeitos de abandonarem duas crianças francesas encontradas sozinhas em Alcácer do Sal vão ser presentes a um juiz de instrução criminal em Setúbal, em principio na sexta-feira à tarde, adiantou hoje o porta-voz da GNR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os suspeitos de abandonarem duas crianças francesas encontradas sozinhas em Alcácer do Sal vão ser presentes a um juiz de instrução criminal em Setúbal, em principio na sexta-feira à tarde, adiantou hoje o porta-voz da GNR.</P><br />
<P>O homem, de 55 anos, e a mulher, de 41 anos, suspeitos de violência doméstica e abandono das duas crianças, foram hoje detidos em Fátima, no concelho de Ourém, distrito de Santarém.</P><br />
<P>Os suspeitos vão ser presentes, por crimes alegadamente cometidos em território nacional, a um juiz de instrução criminal do Tribunal de Setúbal, em principio sexta-feira à tarde, indicou Carlos Canatário, porta-voz da GNR, na RTP Notícias.</P><br />
<P>A Lusa tentou procurar obter mais informações junto do porta-voz da GNR, mas não foi possível até ao momento.</P><br />
<P>Carlos Canatário destacou ainda hoje à noite na RTP Notícias que existiam dois processos em França relacionados com a mulher, um sobre responsabilidade de poder parental, entre pai e mãe, e um por subtração de menores, um outro filho de 16 anos, que alegadamente também terá sido abandonado em França aquando da vinda para Portugal.</P><br />
<P>O porta-voz da GNR indicou ainda que, pelo facto de existir em simultâneo mandatos de detenção europeus, os suspeitos &#8220;terão que ser presentes também ao Tribunal da Relação, independente do que seja tratado neste primeiro tribunal, porque é esse o circuito que está estabelecido&#8221; nestes casos.</P><br />
<P>Questionado sobre a cooperação dos suspeitos desde que foram detidos, Carlos Canatário apontou, na entrevista pelas 21:00, que não tinha existido até agora &#8220;grande cooperação&#8221; com a GNR, acrescentando que no momento da detenção não houve qualquer reação, nem foram hostis.</P><br />
<P>Na terça-feira, por volta das 19:00, os dois irmãos, de nacionalidade francesa e com 4 e 5 anos, foram encontrados quando se encontravam sozinhos e a vaguear junto à Estrada Nacional 253 (EN253), na zona do Monte Novo do Sul, entre Comporta e Alcácer do Sal, distrito de Setúbal.</P><br />
<P>A ministra da Justiça disse hoje já haver por parte das autoridades franceses um pedido de retorno das duas crianças encontradas no Alentejo em situação de abandono.</P><br />
<P>Rita Alarcão Júdice manifestou-se satisfeita por as autoridades em Portugal terem &#8220;rapidamente conseguido encontrar ou deslindar este problema&#8221;, depois de a mãe e o padrasto das duas crianças terem sido encontrados pela GNR em Fátima.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766140]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro diz que o país deve inspirar-se nos seus atletas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:04:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje que o país deve inspirar-se nos seus atletas e multiplicar em todos os setores de atividade aquilo que os portugueses fazem no desporto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje que o país deve inspirar-se nos seus atletas e multiplicar em todos os setores de atividade aquilo que os portugueses fazem no desporto.</P><br />
<P>&#8220;Tenho dito muitas vezes que o país se deve inspirar no desporto, se deve inspirar nos nossos atletas, e deve multiplicar em todos os setores de atividade o espírito do trabalho, da entreajuda, de levar mais longe e bater o recorde (&#8230;) Nós temos tudo para poder multiplicar, noutras áreas, aquilo que fazemos no desporto&#8221;, disse Montenegro.</P><br />
<P>O governante falava durante a gala de condecoração de atletas olímpicos, paralímpicos e surdolímpicos, que decorreu esta noite no velódromo nacional de Sangalhos, em Anadia, no Distrito de Aveiro.</P><br />
<P>No seu discurso, Montenegro confessou que o Governo tem uma paixão pelo desporto, considerando que se trata de &#8220;um elemento fundamental na formação dos cidadãos e da coesão social e um elemento formativo, por ser uma escola de princípios e por ser um terreno onde à partida somos todos iguais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta filosofia é uma filosofia que nos traz medalhas, que nos traz alegrias, que nos traz às vezes alguns dissabores, mas é uma filosofia que faz um povo progredir, um povo que acredita em si, um povo que acredita nas suas capacidades e as explora e as potencia, é um povo com maior capacidade de criar riqueza&#8221;, disse.</P><br />
<P>O chefe do executivo destacou ainda o investimento que o Governo tem vindo a fazer em infraestruturas desportivas, em condições e equipamentos, em possibilidade de treino, &#8220;no apoio constante, permanente e perseverante&#8221;, adiantando que isso pode efetivamente trazer resultados.</P><br />
<P>Como exemplo, apontou o velódromo de Sangalhos que está a ser alvo de requalificação, cumprindo uma promessa que o próprio fez aos campeões olímpicos Iúri Leitão e Rui Oliveira, no dia em que conquistaram a medalha na vertente de Madison em ciclismo de pista dos Jogos Olímpicos.</P><br />
<P>&#8220;Dificilmente alcançaríamos as medalhas sem que este velódromo existisse. E, portanto, ele não é a condição para o resultado ser obrigatório, mas é uma condição necessária para atingir esse resultado&#8221;, afirmou, adiantando que não será por desinvestimento, que Portugal não pode levar bem alta a sua bandeira e explorar todo o potencial que os atletas nacionais têm dentro de si.</P><br />
<P>Sob o lema &#8220;Em nome de Portugal: Muito para além do pódio&#8221;, a cerimónia teve como objetivo homenagear atletas medalhados que até à data não tinham sido alvo do reconhecimento institucional.</P><br />
<P>No total, foram galardoados cerca de 50 atletas de alto rendimento, que conquistaram medalhas de ouro, prata e bronze, em diversas modalidades, sendo que alguns deles foram distinguidos a título póstumo.</P><br />
<P>Entre os condecorados esteve o campeão olímpico Nélson Évora, vencedor da medalha de ouro para Portugal nos Jogos Olímpicos Pequim2008.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766136]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em alta e com recorde do Dow Jones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 22:00:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, graças à baixa da cotação do petróleo e à esperança dos investidores com um acordo EUA-Irão, levando mesmo o Dow Jones a um recorde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, graças à baixa da cotação do petróleo e à esperança dos investidores com um acordo EUA-Irão, levando mesmo o Dow Jones a um recorde. </P><br />
<P>O recorde do índice seletivo Dow Jones Industrial Average, o primeiro desde fevereiro foi alancado graças a uma valorização de 0,55%, enquanto o tecnológico Nasdaq ganhou 0,09% e o alargado S&amp;P500 progrediu 0,17%.</P><br />
<P>&#8220;Os investidores estão a mostrar os seus músculos e a apostarem no fim da guerra no Médio Oriente em breve&#8221;, disse Peter Cardillo, da Spartan Capital Securities, em declarações à AFP.</P><br />
<P>Os esforços para acabar com esta guerra intensificaram-se hoje, com a visita a Teerão de um dirigente do Paquistão, que está a mediar as negociações. </P><br />
<P>&#8220;O anúncio por um meio saudita de um eventual acordo de cessar-fogo entre as duas partes&#8221; também foi acolhido positivamente pelos operadores, destacaram os analistas da Briefing.com.</P><br />
<P>Estas esperanças de uma resolução da guerra fizeram cair as cotações do petróleo, bem como os rendimentos da dívida pública dos EUA, com os dos títulos a 10 anos a passarem de 4,59% de quarta-feira para 4,57%. </P><br />
<P>Ao mesmo tempo, os investidores não foram afetados pelos resultados divulgados na quarta-feira pela Nvidia, que hoje fechou em baixa de 1,77%.</P><br />
<P>A primeira capitalização mundial apresentou um lucro de 58,3 mil milhões de dólares no primeiro trimestre, mais do triplo do homólogo e acima do esperado. </P><br />
<P>Mas a ação sofreu com as &#8220;inquietações ligadas a uma concorrência cada vez mais viva&#8221;, sublinhou Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Por outro lado, &#8220;alguns analistas apontam que a Nvidia estaria a investir em empresa que, por sua vez, utilizariam este capital para adquirir os semicondutores da Nvidia, criando assim um círculo vicioso, que aumenta o volume de negócios sem que isso reflita uma procura final real&#8221;, observou Mark Malek, de Siebert Financial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766129]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ventura pede aos militantes responsabilidade e unidade em torno da sua liderança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 21:47:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega pediu hoje aos militantes responsabilidade e unidade em torno da sua liderança, avisando que, caso o partido se preocupe mais com a vida interna do que com o país, arrisca tornar-se secundário para os portugueses.</P><br />
<P>&#8220;Luís Montenegro disse que sabia que havia pessoas no PSD que não concordavam com ele e, por isso, que os seus adversários saíssem da toca e viessem à luta. Eu tenho outra coisa para vos propor hoje. Eu não vos quero propor que venham à luta, eu quero vos propor que nos juntemos por Portugal nestes próximos meses&#8221;, disse André Ventura na intervenção de abertura do Conselho Nacional do Chega, que decorre hoje em Lisboa.</P><br />
<P>Falando na abertura da reunião deste órgão do partido que tem na ordem de trabalhos, entre outros temas, a calendarização do próximo congresso, Ventura pediu responsabilidade aos militantes nestes próximos meses para evitar &#8220;distúrbio de sintonia e perturbação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não vos estou a pedir que desistam daquilo que são, não vos estou a pedir que abdiquem daquelas que são as vossas convicções, não vos estou a pedir que abdiquem das vossas ambições, não vos estou a pedir sequer que abdiquem das vossas aspirações internas. Estou-vos a pedir o que um líder político deve pedir quando mete o seu país primeiro&#8221;, justificou.</P><br />
<P>O presidente do Chega recorreu àquele que foi um dos seus lemas nas legislativas de há um ano.</P><br />
<P>&#8220;Nas últimas eleições pedi aos portugueses uma oportunidade para poder transformar o país. Agora, hoje e no próximo Congresso, pedir-vos-ei essa oportunidade, não contra mim, mas para juntos vencermos por Portugal&#8221;, apelou.</P><br />
<P>Ventura deixou ainda um aviso sobre a vida interna do Chega.</P><br />
<P>&#8220;Cada vez que um partido se perde a olhar para dentro, em vez de olhar para fora, cada vez que um líder se preocupa com questões de natureza secundária em vez da vida das pessoas, as pessoas entendem que esse partido também se tornou secundário na vida deles. Quando nós nos preocupamos mais com a nossa vida interna do que com a vida das pessoas, as pessoas começarão a pensar que talvez nós não sejamos a solução que eles querem&#8221;, alertou.</P><br />
<P>Na perspetiva do presidente do Chega, &#8220;ninguém se levanta de manhã para chegar a casa à noite quer saber que deliberação vamos tomar hoje sobre o não sei quantos congresso&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Muitas vezes perguntam-me porque é que não estamos a olhar mais para o que se passa nos Açores, na Madeira, no Algarve, no Porto, em Braga, em Viseu, em Faro, em Lisboa, onde for. E por que é que o presidente insiste tanto em falar para fora? Mas, caros, os partidos não existem para dentro&#8221;, justificou. </P><br />
<P>O Conselho Nacional de hoje vai também debater a revisão e aprovação do regulamento eleitoral dos órgãos nacionais, secções regionais e secções distritais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766127]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>NATO: Proposta de 0,25% de PIB para Ucrânia discutida em encontro informal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nato-proposta-de-025-de-pib-para-ucrania-discutida-em-encontro-informal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 21:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos negócios estrangeiros, Paulo Rangel, esteve hoje no encontro informal do Conselho NATO-Ucrânia, onde foi abordada a recente proposta do secretário-geral da Aliança de alocação de 0,25% do PIB dos membros para apoio à Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos negócios estrangeiros, Paulo Rangel, esteve hoje no encontro informal do Conselho NATO-Ucrânia, onde foi abordada a recente proposta do secretário-geral da Aliança de alocação de 0,25% do PIB dos membros para apoio à Ucrânia.</P><br />
<P>À Lusa, Paulo Rangel disse que o tema &#8220;foi referido (&#8230;) nos discursos de abertura, nas conversações a dois, a três e a mais que aqui houve, porque se trata, obviamente, de um jantar informal&#8221;.</P><br />
<P>A proposta foi avançada por Mark Rutte em finais de Abril, mas só veio a público há cerca de uma semana. A ideia tem vindo a circular, apesar da oposição de países como a França e o Reino Unido, segundo noticiou o jornal Politico.</P><br />
<P>Paulo Rangel não quis revelar a posição do Governo português sobre a proposta. &#8220;Não vou adiantar-me sobre isso, primeiro porque isso exige um consenso de todos. Há uma coisa que todos sabem: Portugal é totalmente solidário com a Ucrânia, ainda hoje tive aqui um encontro informal, muito substantivo, com o ministro [dos negócios estrangeiros ucraniano] Andrii Sybiha&#8221;, disse.</P><br />
<P>Sobre o encontro de amanhã, com os homólogos dos outros países-membros da Aliança Atlântica, o ministro dos negócios estrangeiros disse que &#8220;o objetivo principal é trocar impressões sobre a situação na Ucrânia e a situação no Médio Oriente&#8221;, assim como preparar a cimeira da NATO em Ancara, que se realizará em Julho.</P><br />
<P>&#8220;Obviamente haverá um balanço daquilo que têm sido as relações transatlânticas e julgo que temos aqui um trabalho muito importante na preparação e na formatação daqueles que podem ser os resultados práticos dessa cimeira para o futuro da NATO&#8221;, disse em declarações à Lusa.</P><br />
<P>Quanto ao sobressalto de ontem na capital da Lituânia, onde o presidente e primeiro-ministro tiveram que se abrigar num bunker após um alarme de actividade de drones junto à fronteira bielorrussa, Rangel fala em &#8220;provocação russa&#8221; que o Governo segue &#8220;com preocupação&#8221; e relembra que Portugal tem forças presentes na Estónia e na Lituânia.</P><br />
<P>Paulo Rangel está em Helsingborg para a reunião ministerial da NATO, em que a Ucrânia, o Médio Oriente e orçamentos de Defesa dos Estados-membros da NATO vão dominar a agenda. A Suécia recebe um encontro da Aliança pela primeira vez, desde que se tornou o seu mais recente membro em 2024. </P><br />
<P>O encontro contará com a presença do secretário de Estado norte-americano Marco Rubio, que tem feito duras critícas à NATO, num momento em que a administração Trump declara abertamente a sua intenção de reduzir a presença militar americana na Europa da Aliança.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766123]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal entre 86 delegações que defenderam na ONU agenda de proteção dos civis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:58:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal está entre as 86 delegações que se comprometeram hoje, na ONU, com o fortalecimento da agenda de proteção aos civis num momento de fortes restrições financeiras no universo das Nações Unidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal está entre as 86 delegações que se comprometeram hoje, na ONU, com o fortalecimento da agenda de proteção aos civis num momento de fortes restrições financeiras no universo das Nações Unidas.</P><br />
<P>&#8220;Em tempos de conflito, reformas e restrições financeiras, proteger os civis não pode tornar-se opcional: é tanto uma obrigação legal quanto um dever moral&#8221;, escreveu hoje a Missão de Portugal na ONU, na rede social X.</P><br />
<P>&#8220;Portugal juntou-se ao lançamento dos Compromissos Conjuntos e continuará a trabalhar para prevenir conflitos, fazer parcerias para a paz e proteger os civis em todos os lugares&#8221;, acrescentou, referindo-se a uma declaração conjunta lida hoje, na sede da ONU, em Nova Iorque, pelo representante permanente da Suíça junto das Nações Unidas, um momento que contou também com a presença do embaixador português, Rui Vinhas.</P><br />
<P>Oitenta e seis delegações junto da ONU uniram-se hoje para reafirmar que a proteção de civis deve permanecer no centro dos esforços das Nações Unidas em matéria de paz e segurança, ajuda humanitária e direitos humanos, incluindo no Conselho de Segurança, na Assembleia-Geral e em outros fóruns relevantes.</P><br />
<P>&#8220;Num momento de necessidades crescentes, recursos cada vez mais escassos e reformas institucionais, comprometemo-nos a traduzir a vontade política em ações concretas para tornar a proteção de civis uma realidade no terreno&#8221;, diz o comunicado conjunto lido pelo embaixador suíço, Frank Grutter.</P><br />
<P>Comprometeram-se em empenhar esforços que previnam a escalada de conflitos e abordem as causas da violência antes que resultem em danos para os civis, assim como em respeitar o direito internacional humanitário e dos direitos humanos, bem como o direito dos refugiados.</P><br />
<P>&#8220;Também nos empenharemos para garantir a responsabilização por todas as violações, inclusive defendendo investigações sistemáticas e o julgamento de suspeitos, o reconhecimento dos custos diretos e reparações significativas para os civis afetados&#8221;, diz a nota.</P><br />
<P>Em segundo lugar, expressaram compromisso em apoiar os processos de reforma em curso nas Nações Unidas, incluindo a reestruturação institucional e medidas de eficiência em todo o sistema, &#8220;com o objetivo de fortalecer, em vez de enfraquecer, os resultados da proteção aos civis&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Trabalharemos para garantir que quaisquer mudanças no financiamento humanitário, na coordenação e nos modelos operacionais não aumentem os riscos para os atores locais nem deixem para trás as populações vulneráveis&#8221;, prometeram.</P><br />
<P>Num momento de pressão financeira e política sem precedentes sobre as Nações Unidas, os diplomatas garantiram igualmente dedicar esforços para que as reduções orçamentárias e a austeridade financeira não prejudiquem as funções de proteção e permitam a implementação adequada dos mandatos de proteção.</P><br />
<P>&#8220;Orientaremos as decisões de alocação de recursos com vista à proteção de civis. Buscaremos fornecer financiamento sustentado, flexível e direto aos atores de proteção locais e nacionais, reconhecendo que eles são os primeiros a responder e os últimos a sair&#8221;, frisa o texto.</P><br />
<P>&#8220;Repetiremos isso enquanto for necessário: os civis devem ser protegidos. Não é apenas uma obrigação perante o direito internacional, mas também um dever moral&#8221;, concluiu Frank Grutter.</P><br />
<P>A ONU enfrenta atualmente um grave problema financeiro e orçamental, potenciado pelos cortes de verbas decretados pelo atual Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</P><br />
<P>Apesar da carga de trabalho da ONU aumentar anualmente, os recursos estão a diminuir em todos os setores, o que obrigou o secretário-geral, António Guterres, a fazer reduções significativas no orçamento e cortes de postos de trabalho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766122]]></sapo:autor>
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		<title>Carros icónicos desaparecem em 2026: Audi, BMW, Honda, Hyundai e Mercedes preparam despedidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:30:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Mercado automóvel atravessa mais um ano de cortes e reorganizações, com várias marcas a retirarem de produção modelos conhecidos devido à pressão das regras de emissões, à baixa rentabilidade de alguns segmentos e à transição acelerada para a eletrificação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado automóvel atravessa mais um ano de cortes e reorganizações, com várias marcas a retirarem de produção modelos conhecidos devido à pressão das regras de emissões, à baixa rentabilidade de alguns segmentos e à transição acelerada para a eletrificação. Audi, BMW, Ford, Honda, Hyundai, Mercedes e Volkswagen estão entre as marcas que já confirmaram o fim de algumas linhas, segundo o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>Entre as despedidas mais simbólicas está a da Audi, que vai retirar de cena o A1 e o Q2, marcando o fim dos modelos mais acessíveis da marca alemã. O A1 chegou em 2010 como proposta urbana premium, enquanto o Q2 levou essa lógica para o segmento dos SUV compactos. A marca considera, no entanto, que as margens nestes segmentos são demasiado reduzidas para justificar o investimento exigido, preferindo concentrar-se em modelos maiores e mais rentáveis.</p>
<p>Também a BMW se prepara para encerrar um capítulo importante da sua história. A produção do Z4 terminou em março de 2026, colocando fim a uma linhagem de roadsters que ajudou a construir a imagem desportiva da marca. A despedida inclui uma Final Edition, lançada em janeiro, que deverá ganhar estatuto de peça de coleção.</p>
<p>O fim do BMW Z4 tem ainda outra consequência: arrasta consigo o Toyota GR Supra, já que ambos partilhavam plataforma, motores e produção. A Toyota estará a trabalhar numa nova geração do Supra, mas tudo indica que o modelo terá uma configuração diferente e poderá seguir um caminho eletrificado.</p>
<p>A Honda também prepara uma despedida pesada para os entusiastas. O Civic Type R, um dos compactos desportivos mais emblemáticos das últimas três décadas, chega ao fim na Europa. A combinação de motor de alta rotação, tração dianteira e afinação focada em pista ajudou o modelo a construir uma reputação muito forte, incluindo em Nürburgring. As novas regras de emissões e consumo tornam, porém, cada vez mais difícil manter um automóvel com estas características.</p>
<p>A marca japonesa lançou uma Ultimate Edition limitada a apenas 40 unidades na Europa, como despedida final. Ainda assim, o nome Type R não deverá desaparecer: a Honda já trabalha num futuro desportivo elétrico inspirado na mesma filosofia.</p>
<p>No segmento urbano, a Hyundai vai descontinuar o i10 a gasolina, reflexo das dificuldades crescentes dos pequenos citadinos com motor de combustão. Durante anos, o modelo destacou-se pelo equilíbrio entre preço, dimensões e equipamento, mas o aumento dos custos e as exigências regulamentares tornaram o seu futuro mais difícil. A fábrica da marca na Turquia está a ser adaptada à produção de veículos elétricos, e o i10 não deverá ter sucessor direto com motor a combustão.</p>
<p>A Volkswagen também está prestes a abandonar uma tradição de décadas: os descapotáveis. O T-Roc Cabriolet deverá deixar de ser produzido em meados de 2027 e, com ele, desaparece o último descapotável do Grupo Volkswagen. A decisão põe fim a uma linhagem que passou por modelos históricos como o Beetle Cabriolet e o Golf Cabriolet, mas que perdeu força num mercado com pouca procura por este tipo de carroçaria.</p>
<p>Já a Mercedes vai sair do segmento das carrinhas familiares compactas, com o fim da Classe T e das versões eCitan e EQT. A produção deverá terminar em meados de 2026 e não está previsto sucessor. A decisão insere-se numa estratégia de concentração em modelos premium de maior rentabilidade e afeta também a colaboração industrial com a Renault, já que estes modelos partilhavam base técnica com o Renault Kangoo e o Nissan Townstar.</p>
<p>Como sublinha o &#8216;El Economista&#8217;, estas decisões mostram que a eletrificação não é o único fator por trás do desaparecimento de modelos conhecidos. A rentabilidade, a evolução da procura e o custo de adaptação às novas regras europeias estão a redesenhar os catálogos das marcas. Em alguns casos, desaparecem carros de nicho; noutros, são sacrificados modelos acessíveis que já não encaixam nas contas da indústria.</p>
<p>No fundo, 2026 confirma uma tendência clara: o mercado automóvel está a ficar mais concentrado em SUV, elétricos, modelos de maior margem e plataformas globais. Pelo caminho, ficam nomes que marcaram gerações de condutores e entusiastas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765934]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: ONU condena enforcamento de 2 homens por Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:17:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades iranianas anunciaram hoje o enforcamento de dois homens acusados de pertencerem a "grupos terroristas separatistas", sentença já condenada pelo Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades iranianas anunciaram hoje o enforcamento de dois homens acusados de pertencerem a &#8220;grupos terroristas separatistas&#8221;, sentença já condenada pelo Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos.</P><br />
<P>Segundo o site Mizan, porta-voz do poder judicial da República Islâmica, &#8220;Ramin Zaleh e Karim Maroufpour foram enforcados por pertencerem a grupos terroristas separatistas, formarem um grupo com o objetivo de perturbar a segurança do país e por rebelião armada&#8221;.</P><br />
<P>Os dois homens, foram treinados para serem &#8220;agitadores&#8221;, adiantou a mesma fonte, e estiveram envolvidos em ataques contra as forças de segurança e planos de assassínio no oeste do Irão.</P><br />
<P>A data das suas detenções não foi divulgada.</P><br />
<P>O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, deplorou as execuções, referindo que &#8220;desde o início da escalada militar, pelo menos 34 pessoas foram executadas por motivos políticos e ameaças à segurança nacional, particularmente no contexto dos protestos de janeiro&#8221; contra o regime de Teerão.</P><br />
<P>&#8220;É inaceitável que as autoridades iranianas estejam a utilizar o atual conflito como ferramenta para abafar ainda mais a dissidência&#8221;, acrescentou Türk, instando as autoridades iranianas a &#8220;estabelecerem imediatamente uma moratória total sobre a pena de morte&#8221;.</P><br />
<P>Estas duas execuções ocorrem num contexto de aumento das execuções desde o início da guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>O Irão executou recentemente Ehsan Afreshteh, de 32 anos, acusado de ser &#8220;um espião treinado pela Mossad no Nepal que vendeu informações confidenciais a Israel&#8221;, e um estudante de engenharia aeroespacial suspeito de espionagem para os serviços de informação israelitas e norte-americanos.</P><br />
<P>De acordo com organizações de defesa dos direitos humanos, incluindo a Amnistia Internacional, o Irão é o país que mais aplica a pena de morte a seguir à China.</P><br />
<P>As autoridades executaram pelo menos 1.639 pessoas em 2025, um recorde desde 1989, segundo relatórios recentes da ONG Iran Human Rights e da organização Together Against the Death Penalty (ECPM), ambas sediadas na Noruega.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766105]]></sapo:autor>
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		<title>Jorge Jesus leva Al Nassr, de Cristiano Ronaldo e João Félix, ao título saudita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:01:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Al Nassr, treinado por Jorge Jesus, sagrou-se hoje campeão de futebol da Arábia Saudita, ao vencer o Damac, por 4-1, na última jornada, com um 'bis' de Cristiano Ronaldo e uma assitência de João Félix.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Al Nassr, treinado por Jorge Jesus, sagrou-se hoje campeão de futebol da Arábia Saudita, ao vencer o Damac, por 4-1, na última jornada, com um &#8216;bis&#8217; de Cristiano Ronaldo e uma assitência de João Félix.</P><br />
<P>Em Riade, o senegalês Sadio Mane, após assistência de João Félix, colocou o Al Nassr em vantagem, aos 34 minutos, ampliada aos 52 por Kingsley Coman, numa partida em que Morlaye Sylla reduziu para os visitantes, aos 58, de grande penalidade, pouco antes de Cristiano Ronaldo &#8216;bisar&#8217; para fechar a contagem, com tentos aos 63 e 81.</P><br />
<P>A formação orientada por Jorge Jesus fechou o campeonato com 86 pontos, mais dois do que o Al Hilal, de Rúben Neves, segundo, que hoje se impôs, por 1-0, ao Al Fayha, num jogo em que o médio português foi titular.</P><br />
<P>O Al Nassr, que conta com Cristiano Ronaldo desde 2023, conquistou o título de campeão da Arábia Saudita pela nona vez, seis anos depois da última vitória, em 2018/19, então sob o comando de Rui Vitória, que, nessa mesma época sucedeu a Hélder Cristóvão.</P><br />
<P>Jorge Jesus volta a vencer o cetro saudita, que tinha arrebatado em 2023/24, então no comando técnico do Al Hilal, reeditando os feitos de Nuno Espírito Santo, pelo Al Ittihad, em 2022/23, Leonardo Jardim e José Morais, ambos no Al Hilal, em 2020/21, tal como o falecido Artur Jorge, em 2001/02.  </P><br />
<P></P><br />
<P>AO/JP // AO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766094]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Renault faz renascer a lenda Rafale: o avião Caudron C.460 volta aos céus quase 90 anos depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:00:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Caudron C.460]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Renault]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao recuperar o nome Rafale, a Renault estabelece um diálogo entre passado e presente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase 90 anos depois de ter conquistado um lugar na história da aviação, o Caudron Rafale C.460 está pronto para voltar a voar. Restaurado com paixão, rigor técnico e atenção meticulosa aos detalhes, o icónico avião volta a dar vida a uma lenda ligada ao espírito pioneiro, à inovação e à procura constante de desempenho que marcam a história da Renault.</p>
<p>O regresso do Caudron Rafale C.460 &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=m5lLutGlwkQ" target="_blank" rel="noopener">pode ver o vídeo aqui</a> &#8211; representa mais do que a recuperação de uma aeronave histórica. É também uma ponte entre a herança aeronáutica da Renault e a sua visão atual de design, tecnologia e ambição premium, hoje representada pelo Renault Rafale, modelo de produção que assume o papel de navio-almirante da marca.</p>
<p>Ao recuperar o nome Rafale, a Renault estabelece um diálogo entre passado e presente. De um lado, uma máquina de competição que marcou a aviação nos anos 30; do outro, um modelo contemporâneo que traduz as ambições da marca nos domínios do desempenho, da inovação e da sofisticação.</p>
<p>Nos bastidores deste projeto, uma equipa de especialistas dedicou vários meses à preparação do Caudron Rafale C.460, enfrentando os desafios técnicos de trazer de volta à vida uma aeronave com quase nove décadas de história. Cada detalhe foi trabalhado com o objetivo de preservar a autenticidade do avião e garantir que este símbolo do passado pudesse voltar a cumprir aquilo para que foi criado: voar.</p>
<p>O processo de restauro reflete a dimensão simbólica do projeto. A Renault não recupera apenas uma peça histórica; reacende uma narrativa de pioneirismo que ajuda a explicar a escolha do nome Rafale para o seu atual modelo de referência.</p>
<p>A marca vai revelar em breve os bastidores desta aventura através de um vídeo imersivo de ‘making-of’, mostrando as etapas-chave da preparação, a experiência técnica envolvida e as pessoas que tornaram possível o regresso do Caudron Rafale C.460 ao céu.</p>
<p>Com este projeto, a Renault reforça a ligação entre património e futuro, recuperando as origens de um nome icónico e projetando-o numa nova fase da sua história. O Rafale volta assim a unir aviação, emoção e inovação — agora entre a lenda que regressa ao ar e o modelo que representa as ambições premium da marca na estrada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766058]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Influenciadora brasileira Deolane Bezerra detida por suspeita de lavar dinheiro para o PCC</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/influenciadora-brasileira-deolane-bezerra-detida-por-suspeita-de-lavar-dinheiro-para-o-pcc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 19:32:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra, com mais de 21 milhões de seguidores no Instagram, foi presa preventivamente hoje por suspeita de lavar dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC), disseram as autoridades brasileiras. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra, com mais de 21 milhões de seguidores no Instagram, foi presa preventivamente hoje por suspeita de lavar dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC), disseram as autoridades brasileiras. </P><br />
<P>A empresária, de 38 anos, teve ainda 27 milhões de reais em bens bloqueados pela Justiça, o equivalente a 4,65 milhões de euros, além de uma frota de carros de luxo apreendidos na sua mansão. </P><br />
<P>A advogada, que ganhou fama por ostentar e publicar a sua vida de luxo nas redes sociais, é apontada como &#8220;caixa do crime organizado&#8221;, segundo a investigação conduzida pelo Ministério Público e a Polícia Civil do estado de São Paulo.</P><br />
<P>No inquérito policial, a que a Lusa teve acesso, os investigadores descrevem que &#8220;Deolane empresta toda a sua estrutura financeira e aparente respeitabilidade social para o trânsito e integração de valores ilícitos&#8221;. </P><br />
<P>Ela chegou a abrir 35 empresas fantasmas para lavar dinheiro para o PCC, especifica. </P><br />
<P>&#8220;Essas empresas são classificadas como veículos de lavagem por apresentarem endereços fictícios em imóveis residenciais, sem qualquer atividade operacional verificada&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>Deolane, segundo as investigações, teria usado as próprias contas bancárias para transferir dinheiro para uma transportadora de cargas que lavava dinheiro para a família de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, um dos líderes do PCC. </P><br />
<P>A transportadora, localizada numa cidade no interior do estado de São Paulo, transferia recursos para outras contas bancárias visando dificultar o rastreamento de dinheiro.</P><br />
<P>Além de Deolane, a operação de hoje visou Marcola, preso desde 1999, um irmão e dois sobrinhos do líder do PCC e um homem apontado com operador financeiro da transportadora. </P><br />
<P>Deolane Bezerra entrou na mira dos investigadores após a polícia identificar, em 2019, troca de bilhetes entre presos do PCC que faziam referência &#8220;aquela mulher da transportadora&#8221;, que mais tarde se comprovou ser a influenciadora digital.</P><br />
<P>Durante a conferência de imprensa de hoje, os investigadores disseram que a operação teve &#8220;caráter pedagógico&#8221;, lembrando que Deolane tem mais de 21 milhões de seguidores, e esperam um &#8220;efeito inibitório&#8221; para mostrar &#8220;aos jovens que não existe caminho fácil&#8221;.</P><br />
<P>Questionados pela imprensa brasileira, os advogados de Deolane e de Marcola afirmaram que ainda se estavam a inteirar dos factos.</P><br />
<P>Deolane Bezerra já foi alvo da polícia e da Justiça brasileira em outros momentos, sendo que um dos casos mais emblemáticos ocorreu em 2024, quando foi detida durante uma operação policial que investigou lavagem de dinheiro e jogos de azar ilegais em plataformas digitais.</P><br />
<P>Antes de ser presa hoje no Brasil, a empresária esteve, nas últimas semanas, em Roma (Itália), e teve o nome incluído na lista da Difusão Vermelha da Interpol, lê-se no inquérito policial obtido pela Lusa. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766088]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Regiões de Aveiro e Leiria juntam-se a Coimbra na contestação de contrato nos resíduos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/regioes-de-aveiro-e-leiria-juntam-se-a-coimbra-na-contestacao-de-contrato-nos-residuos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:53:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As comunidades intermunicipais (CIM) das regiões de Aveiro e de Leiria vão juntar-se à Região de Coimbra na ação judicial que contesta a concessão do sistema de tratamento e recolha de resíduos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As comunidades intermunicipais (CIM) das regiões de Aveiro e de Leiria vão juntar-se à Região de Coimbra na ação judicial que contesta a concessão do sistema de tratamento e recolha de resíduos.</P><br />
<P>A CIM da Região de Coimbra aprovou hoje, em conselho intermunicipal, um protocolo de repartições de custos com a contestação judicial com as Regiões de Aveiro e de Leiria, integrando também esse processo que envolve a ERSUC &#8212; Resíduos Sólidos do Centro.</P><br />
<P>Em março, a Região de Coimbra afirmou que iria pedir ao Tribunal de Contas para fiscalizar a concessão do sistema de tratamento e recolha de resíduos à EGF, empresa do grupo Mota Engil.</P><br />
<P>Aquela CIM tinha contratado um escritório de advogados para remeter também o contrato à Autoridade da Concorrência e à Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).</P><br />
<P>Há vários anos que municípios criticam aquela concessão e têm regularmente votado contra vários dos pontos da ordem de trabalhos da Assembleia Geral da ERSUC, enquanto acionistas minoritários.</P><br />
<P>Em março, o secretário executivo da CIMRC, Jorge Brito, considerou que se está perante um &#8220;contrato leonino&#8221;, numa área onde os municípios veem desinvestimento, distribuição de dividendos entre acionistas e um aumento enorme da tarifa da recolha e tratamento de resíduos (cerca de 160% em três anos), sem que a qualidade do serviço tivesse acompanhado essa subida de preço.</P><br />
<P>O caso do pedido de fiscalização ao Tribunal de Contas (TdC) foi apresentado, na altura, por Tiago Souza d&#8217;Alte, que lidera o escritório de advogados TSA, durante uma reunião do conselho intermunicipal, que decorreu em Tábua (distrito de Coimbra).</P><br />
<P>O especialista disse que o contrato e a sua execução &#8220;revelam resultados perniciosos para o interesse público&#8221;, e considerou que o TdC deve apurar se a ERSUC está a privilegiar a remuneração em detrimento do serviço público que deveria prestar em 36 municípios do Litoral Centro, num território que abrange quase um milhão de habitantes.</P><br />
<P>O advogado alertou que a ERSUC, onde a Mota Engil é sócio maioritário, poderá estar a planear fazer uma grande quantidade de investimentos quase no final do prazo de concessão, para obrigar os municípios, caso queiram reverter a privatização, a pagar os investimentos ainda não amortizados &#8212; tal como está previsto no contrato.</P><br />
<P>Tiago Souza d&#8217;Alte apontou para cinco problemas no contrato em que a ERSUC opera em regime de exclusividade: aumento das tarifas, problemas do serviço e mau desempenho (com reclamações frequentes), falta de investimento, modelo que reduz o risco do concessionário e as dificuldades criadas no final da concessão para os municípios assumirem de novo a sua gestão.</P><br />
<P>O advogado explicou que a empresa optou por fazer uma grande quantidade de investimento inicial para se poder remunerar e deverá voltar a fazê-lo perto do final da concessão para &#8220;deixar a conta para pagar em 2034 aos municípios&#8221;.</P><br />
<P>Para o especialista, essa conta pesada para os municípios poderem voltar a &#8220;assumir as rédeas do sistema&#8221; permite à ERSUC limitar as decisões e o concurso que poderá ser lançado depois de 2034.</P><br />
<P>Na reunião do conselho intermunicipal, que hoje decorreu em Mortágua, no distrito de Viseu, foram vários os autarcas a criticar o serviço prestado pela ERSUC e a defender um outro modelo para o futuro, que terá de ser preparado muito antes do prazo final da concessão.</P><br />
<P>A ERSUC opera em 36 municípios dos distritos de Coimbra, de Aveiro e de Leiria.</P></p>
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