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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 23 Jun 2026 16:27:09 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Carro atingido por blocos de cimento em Cascais: condutor escapou com ferimentos ligeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:27:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Cascais]]></category>
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					<description><![CDATA[O condutor recebeu assistência no local, mas recusou ser transportado para o hospital]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um carro foi atingido por blocos de cimento de grandes dimensões em Trajouce, no concelho de Cascais, deixando o condutor com ferimentos ligeiros, avança o Correio da Manhã.</p>
<p>O alerta foi dado pelas 14h30. Segundo a informação divulgada pela &#8216;CMTV&#8217;, os blocos de cimento atingiram a parte frontal da viatura.</p>
<p>O condutor recebeu assistência no local, mas recusou ser transportado para o hospital.</p>
<p>Na sequência do incidente, a via em questão em Trajouce esteve cortada durante algumas horas.</p>
<p>Para já, não são conhecidos mais detalhes sobre as circunstâncias em que os blocos de cimento atingiram o carro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780489]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Putin acusa NATO de estar a preparar guerra contra a Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Putin afirmou que os países da Aliança Atlântica passaram de apoiar a Ucrânia para assumirem publicamente a preparação para uma eventual guerra contra a Rússia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente russo, Vladimir Putin, acusou, esta terça-feira, os países da NATO de se prepararem para um eventual conflito com a Rússia, alegando que os aliados ocidentais utilizam a ameaça russa para justificar o aumento das despesas militares.</p>
<p>Num discurso dirigido a graduados militares, citado pela agência russa TASS, Putin afirmou que os países da Aliança Atlântica passaram de apoiar a Ucrânia para assumirem publicamente a preparação para uma eventual guerra contra a Rússia.</p>
<p>&#8220;Enquanto os países da NATO antes se limitavam a apoiar o regime de Kiev, que chegou ao poder através de um golpe armado ilegal, agora falam abertamente em preparar-se para uma guerra contra nós e aumentar os seus orçamentos militares ofensivos&#8221;, acusou Putin.</p>
<p>O chefe de Estado russo acusou ainda os países ocidentais de criarem ameaças à Rússia para justificarem as suas próprias políticas de defesa.</p>
<p>&#8220;O padrão de ação do chamado Ocidente pseudodemocrático é muito simples: primeiro, criam ameaças ao nosso país, obrigando-nos a tomar as medidas necessárias para a nossa autodefesa e proteção, e depois acusam-nos de todos os pecados capitais para justificar as suas políticas e ações agressivas contra a Rússia&#8221;, afirmou Putin.</p>
<p>Sobre a guerra na Ucrânia, iniciada pela invasão russa em fevereiro de 2022, o presidente destacou aquilo que classificou como a &#8220;coragem e eficácia&#8221; das forças russas, afirmando que estas estão a &#8220;libertar territórios históricos&#8221; e a proteger a população de língua russa no leste ucraniano.</p>
<p>O líder do Kremlin afirmou ainda que as tropas russas assumiram praticamente o controlo de Konstantinovka, na região de Donetsk, um dos principais focos de combate no leste da Ucrânia.</p>
<p>Putin acusou igualmente o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de não demonstrar interesse em alcançar uma solução pacífica para o conflito e reiterou a determinação de Moscovo em prosseguir a ofensiva militar. &#8220;A Rússia irá onde for preciso ir&#8221;, assegurou Putin.</p>
<p>Também hoje, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Alexander Grushko, alertou para o aumento do risco de um confronto direto entre a Rússia e a NATO.</p>
<p>&#8220;O risco de um confronto militar está a aumentar; dizem que estarão prontos até 2030, pelo que não querem permitir a paz na Ucrânia em nenhuma circunstância&#8221;, afirmou Grushko aos jornalistas.</p>
<p>As declarações surgem depois de vários responsáveis russos terem acusado os países europeus de estarem a acelerar os preparativos militares com vista a um eventual confronto com Moscovo até ao final da década.</p>
<p>Na semana passada, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, defendeu que os países europeus procuram atingir plena prontidão operacional para um eventual conflito com a Rússia até 2030.</p>
<p><strong>Rússia acusa Kiev de querer envolver Bielorrússia na guerra</strong></p>
<p>A Rússia afirmou que a Ucrânia pretende envolver a Bielorrússia no conflito e avisou que vai tomar &#8220;todas as medidas&#8221; para garantir a segurança do aliado.</p>
<p>A posição russa surgiu na sequência das ameaças de Kiev de lançar ataques contra a Bielorrússia caso esta entre na guerra.</p>
<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, salientou que esta postura do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, &#8220;tem claramente como objetivo envolver diretamente a Bielorrússia no conflito e alargar o âmbito geográfico das operações militares&#8221;.</p>
<p>Além disso, Lavrov disse que a Rússia e a Bielorrússia mantêm em vigor um novo acordo de segurança desde março de 2025, no âmbito do qual, &#8220;se for necessário&#8221;, Moscovo está disposta &#8220;a adotar todas as medidas estipuladas no tratado para garantir a segurança&#8221; de Minsk, avançou a agência russa Interfax.</p>
<p>Nas últimas semanas, a relação tensa entre Kiev e Minsk agravou-se ainda mais, incluindo ameaças entre as partes.</p>
<p>Na segunda-feira, o jornal ucraniano Kyiv Independent avançou que a oposição política da Bielorrússia no exílio enviou um documento em que alerta a Ucrânia dos alegados planos de Minsk para se juntar a Moscovo no conflito.</p>
<p>O documento de 30 páginas, intitulado &#8220;Preparação sistemática do regime de [o presidente bielorrusso Alexander] Lukashenko para a possível entrada em guerra ao lado da Rússia e recomendações para evitar esse cenário&#8221;, alertava para a mudança do sistema jurídico e político na Bielorrússia, a modernização das Forças Armadas, a transformação da mobilização e a passagem para uma economia de guerra.</p>
<p>O documento mencionava ainda a evolução da cooperação militar entre Minsk e Moscovo, a mobilização ideológica e o &#8220;controlo da estabilidade interna&#8221;, e ainda &#8220;recomendações para os parceiros ocidentais&#8221;.</p>
<p>Nos últimos dias o exército ucraniano afirmou ter na mira cerca de 500 alvos bielorrussos no caso de um hipotético ataque por parte de Minsk, que nega qualquer intenção de atacar o seu país vizinho.</p>
<p>Na sexta-feira, Zelensky deu à Bielorrússia um prazo de uma semana para retirar voluntariamente as torres de retransmissão que tem espalhadas por duas regiões fronteiriças e que estariam a servir para dirigir os ataques russos contra a população ucraniana.</p>
<p>&#8220;Se eles não o fizerem, faremos nós&#8221;, advertiu o líder ucraniano na mesma ocasião.</p>
<p>O presidente russo, Vladimir Putin, e Lukashenko devem reunir-se para discutir esta questão &#8220;em breve&#8221;, avançou na segunda-feira a agência de notícias russa TASS.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780486]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pedem 50 mil euros em nome de André Ventura e do Chega: fraude vai para a PJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Judiciária]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa estão mensagens que usam a imagem de André Ventura durante uma entrevista televisiva, acompanhada por uma frase atribuída ao líder do Chega sobre emigrantes, impostos e apoios do Estado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>André Ventura diz estar a ser vítima de uma tentativa de fraude através de mensagens enviadas pelo WhatsApp, nas quais é pedido apoio financeiro a emigrantes em nome do líder do Chega. O caso vai ser denunciado à Polícia Judiciária, avança o &#8216;Correio da Manhã&#8217;.</p>
<p>Em causa estão mensagens que usam a imagem de André Ventura durante uma entrevista televisiva, acompanhada por uma frase atribuída ao líder do Chega sobre emigrantes, impostos e apoios do Estado.</p>
<p>Na mensagem surge em destaque a citação: “Se um emigrante regressa a Portugal tem zero ajudas e paga mais IRS. Mais vale atirar o passaporte ao mar e chegar de barco, aí terá carro, casa e subsídio. Absurdo!”</p>
<p>Depois dessa frase, e alegando que a lealdade ao país deve ser reconhecida e valorizada, é solicitado um apoio financeiro de 50 mil euros.</p>
<p>“Andam a pedir dinheiro em meu nome e do Chega. É gravíssimo. Vamos denunciar a situação à PJ”, confirmou André Ventura ao Correio da Manhã.</p>
<p>O líder do Chega afirma que esta não é a primeira vez que ele e o partido são alvo de tentativas de fraude. No entanto, considera que este caso é “mais grave e mais sofisticado” do que episódios anteriores.</p>
<p>A denúncia deverá agora seguir para a Polícia Judiciária, para apurar a origem das mensagens e eventuais responsáveis pela tentativa de obter dinheiro usando o nome de André Ventura e do Chega.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780481]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha no &#8216;vermelho&#8217; com EDP Renováveis a liderar quedas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:12:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno negativo, com o PSI a cair 0,34% para 9.136,73 pontos, acompanhando a tendência das restantes praças europeias, num dia em que a EDP Renováveis liderou as quedas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno negativo, com o PSI a cair 0,34% para 9.136,73 pontos, acompanhando a tendência das restantes praças europeias, num dia em que a EDP Renováveis liderou as quedas.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, 10 fecharam em terreno negativo e as restantes seis no &#8216;verde&#8217;.</p>
<p>Nas restantes principais praças europeias, o alemão DAX caiu 0,98%, o francês CAC-40 cedeu 0,71%, o espanhol IBEX-35 recuou 0,34% e o britânico FTSE 100 desvalorizou-se 0,09%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780477]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>São João: PSP apreende mais de 9 mil artigos de pirotecnia e 146 quilos de explosivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[pirotecnia]]></category>
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		<category><![CDATA[PSP]]></category>
		<category><![CDATA[São João]]></category>
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					<description><![CDATA[PSP recorda que a utilização de artigos pirotécnicos deve cumprir as regras legais em vigor, de forma a garantir a segurança de todos, especialmente em contextos festivos com grande concentração de pessoas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia de Segurança Pública apreendeu 9.387 artigos de pirotecnia, correspondentes a 146,70 quilos de teor líquido de explosivo, no âmbito de uma operação de fiscalização associada às festas de São João, no Porto.</p>
<p>Em comunicado, a PSP indicou que &#8220;a ação foi desenvolvida pelo Departamento de Armas e Explosivos da PSP e teve como objetivo reforçar a segurança na comercialização, posse, armazenamento e utilização de artigos pirotécnicos durante uma época marcada por elevada procura deste tipo de material&#8221;.</p>
<p>No âmbito da operação, a PSP intensificou a fiscalização ao comércio ilícito de artigos de pirotecnia por entidades ou pessoas não licenciadas, incluindo através de plataformas digitais, marketplaces e redes sociais, onde estes produtos podem ser publicitados e vendidos de forma irregular.</p>
<p>A fiscalização incidiu também sobre estabelecimentos comerciais autorizados ou ligados à venda destes artigos, nomeadamente revendedores, pirotecnias e estanqueiros.</p>
<p>Até ao momento, o Departamento de Armas e Explosivos registou duas infrações contraordenacionais. Uma delas diz respeito à existência, num local de venda de estanqueiro, de fogos-de-artifício em quantidade superior a 10 quilos de peso bruto.</p>
<p>A segunda infração está relacionada com o armazenamento de fogos-de-artifício em local não licenciado, situação que, segundo a PSP, colocava em risco edificações e pessoas residentes nas imediações.</p>
<p>Na sequência das ações de fiscalização, foram apreendidos mais de 9 mil artigos de pirotecnia, num total de 146,70 quilos de teor líquido de explosivo.</p>
<p>A PSP recorda que a utilização de artigos pirotécnicos deve cumprir as regras legais em vigor, de forma a garantir a segurança de todos, especialmente em contextos festivos com grande concentração de pessoas.</p>
<p>Entre as regras destacadas pela polícia está a proibição da disponibilização de artigos de pirotecnia por via eletrónica ou telefónica quando não seja o próprio comprador a levantar os artigos num estabelecimento devidamente licenciado pela PSP.</p>
<p>A autoridade sublinha ainda que o fogo-de-artifício deve ser adquirido apenas junto de operadores ou revendedores certificados, devendo os artigos ter marcação CE e integrar as categorias F1, F2 ou F3.</p>
<p>Cada pessoa só pode adquirir artigos pirotécnicos até ao limite máximo de cinco quilos de teor líquido de explosivo. Devem também ser respeitadas as instruções constantes dos rótulos, incluindo as regras de utilização e as distâncias mínimas de segurança.</p>
<p>A PSP alerta ainda que os artigos pirotécnicos não devem ser usados para fins diferentes daqueles a que se destinam. Caso sejam encontrados resíduos perigosos ou artigos não deflagrados após um espetáculo de fogo-de-artifício, ninguém deve tocar nos materiais, devendo as autoridades policiais ser alertadas de imediato.</p>
<p>A Polícia de Segurança Pública reitera a necessidade de cumprimento das condições de disponibilização, posse, transporte, armazenagem e utilização de artigos de pirotecnia previstas no Regulamento n.º 1/2025.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780475]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Caviar, cerveja a 20 euros e hambúrguer com “Twinkie”: os preços que surpreendem adeptos no Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:06:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Adeptos que assistem aos jogos do Mundial nos Estados Unidos, Canadá e México estão a encontrar menus tão curiosos quanto dispendiosos nos estádios]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os bilhetes para o Mundial são caros. Os voos para a América do Norte são caros. Os hotéis, em muitas cidades, também estão caros. E depois há o preço da cerveja. A &#8216;AP News&#8217; relata que os adeptos que assistem aos jogos do Mundial nos Estados Unidos, Canadá e México estão a encontrar menus tão curiosos quanto dispendiosos nos estádios.</p>
<p>Entre as propostas há batatas fritas com caviar por 75 dólares (cerca de 66 euros), uma empanada de 2,2 quilos por 40 dólares (cerca de 35 euros) em Miami, tacos de rib-eye por oito dólares (cerca de sete euros) em Guadalajara e um “Twinkie cheeseburger” por 22 dólares (cerca de 19 euros) em Los Angeles, apesar de o nome nada ter a ver com sobremesa.</p>
<p>Em muitos casos, os preços não são muito diferentes dos que os adeptos americanos encontram em jogos da NFL ou do futebol universitário. Mas para muitos visitantes internacionais, pouco habituados a estes valores em recintos desportivos, o choque é evidente, sobretudo no preço da cerveja, que pode ultrapassar os 20 dólares (cerca de 18 euros).</p>
<p>“É injusto. Não está certo. Está errado”, disse à &#8216;AP News&#8217; Thomas Schüller, engenheiro alemão que estava em Toronto para ver a sua seleção, enquanto segurava uma cerveja que lhe custou 24,25 dólares canadianos (cerca de 15 euros). “É três vezes o que pago no meu país”, acrescentou. Questionado sobre se isso o impedia de comprar, admitiu: “Bem, não.”</p>
<p>O preço da cerveja tornou-se um pequeno foco de discórdia no torneio. Na Europa, não é raro encontrar cervejas por quatro ou cinco euros. Nos estádios do Mundial, sobretudo na América do Norte, a experiência pode ser substancialmente mais cara.</p>
<p>Mas a surpresa não se limita às bebidas. Em Miami, uma adepta austríaca, Janine Arbetter, esperava por um menu com cachorro-quente, batatas fritas e refrigerante, com preço antes da gorjeta de 19,35 dólares (cerca de 17 euros), já com desconto por pagamento com Visa. “Nunca vi nada assim”, afirmou. “É muita comida para um pequeno lanche.”</p>
<p>Também houve adeptos argentinos a mostrar nas redes sociais sanduíches de lagosta por 34 dólares (cerca de 30 euros) num jogo em Kansas City. Em Toronto, uma sanduíche de brisket com batatas fritas e uma garrafa de refrigerante por quase 40 dólares canadianos (cerca de 25 euros) levou alguns utilizadores online a falar em “roubo”.</p>
<p>A oferta varia muito de estádio para estádio. A FIFA define regras detalhadas para quase tudo no Mundial, incluindo orientações para os concessionários, mas os preços e os menus dependem do mercado local. Isso significa que a experiência gastronómica de uma cidade pode ser muito diferente da de outra.</p>
<p>Em Miami, um dos exemplos mais extravagantes chama-se “Fancy AF Tots” e custa 75 dólares. Na prática, não são exatamente tater tots tradicionais, mas três unidades de batata frita tipo hash brown com caviar, crème fraîche e cebolinho. Quem quiser apenas o caviar paga 70 dólares (cerca de 61 euros).</p>
<p>Na Califórnia do Sul, o “Twinkie cheeseburger” é um hambúrguer com um Texas Twinkie, que neste caso não é um bolo, mas um jalapeño recheado com brisket e queijo creme, envolvido em bacon.</p>
<p>Há também propostas pensadas para refletir a identidade local. Em Vancouver, os adeptos encontram poutine de short rib, prato canadiano feito com batatas fritas, molho de carne, short rib desfiado e queijo coalhado, além de uma salsicha fumada com bacon e xarope de ácer.</p>
<p>Em Miami, as opções de assinatura incluem pan con lechón, uma sanduíche cubana de porco com molho mojo cítrico servida em pão cubano tostado, e a Empanada Mundial, uma empanada artesanal de frango e queijo com 2,2 quilos, pensada para os mais ousados ou para partilhar.</p>
<p>A Sodexo Live, fornecedora de comida e bebida em Vancouver e Miami, adaptou os menus habituais dos estádios ao público do Mundial. “Queremos que pareça Miami quando se está aqui”, explicou Zach Williams, vice-presidente de operações da Sodexo Live no Miami Stadium. A ideia, disse, é garantir que quem visita o estádio sente que está a ter uma experiência local.</p>
<p>No México, o preço da cerveja criou outra comparação: em alguns casos, pode aproximar-se do salário mínimo diário. Na Cidade do México, o salário mínimo diário é de 315,04 pesos, cerca de 18 dólares (aproximadamente 16 euros). Algumas cervejas no estádio estavam a ser vendidas entre 299 e 310 pesos, quase o mesmo valor e cerca do dobro do preço habitual no mesmo recinto fora do Mundial.</p>
<p>Nem todos os estádios seguem a mesma lógica. Em Atlanta, o proprietário dos Falcons e operador do estádio, Arthur Blank, prometeu manter a política de preços baixos que tem defendido há anos. Durante o Mundial, uma fatia de pizza custa três dólares (cerca de 2,6 euros), um refrigerante de 32 onças (cerca de 0,95 litros) custa quatro dólares (cerca de 3,5 euros), um cheeseburger cinco dólares (cerca de 4,4 euros), tiras de frango com batatas fritas seis dólares (cerca de 5,3 euros) e há cervejas a partir de oito dólares (cerca de sete euros).</p>
<p>Jonathan Arango, de 33 anos, viajou de Greenville, na Carolina do Sul, para assistir a um jogo em Atlanta com a mulher, a filha e o pai. No total, pagou cerca de 50 dólares (cerca de 44 euros) por três doses de tacos, uma fatia de pizza, duas águas e uma Coca-Cola. “Comparado com o que pagámos noutros eventos, é agradável depois de se pagar tanto por um bilhete”, afirmou.</p>
<p>Apesar das críticas, muitos adeptos acabam por aceitar os preços como parte da experiência. Schüller, o adepto alemão em Toronto, resumiu o sentimento: mesmo sendo um torneio que acontece de quatro em quatro anos, continua a parecer uma experiência única na vida. “Todo o mundo do futebol está a divertir-se”, disse. “Por isso, brindemos a isso.”</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780468]]></sapo:autor>
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		<title>“Terrorismo biológico”: Ucrânia acusa Rússia de enterrar animais com antraz em território ocupado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[antraz]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a HUR, os animais infetados estão a ser enterrados em vez de incinerados, procedimento que aumentaria o risco de contaminação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A agência de informação militar ucraniana acusou as forças russas de criarem deliberadamente condições para a propagação de antraz em zonas ocupadas da região de Kherson, no sul da Ucrânia. Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, Kiev alerta para riscos para civis, agricultura e ambiente, e admite que Moscovo possa usar a situação numa futura operação de desinformação.</p>
<p>De acordo com a Direção Principal de Informações do Ministério da Defesa da Ucrânia, conhecida pela sigla HUR, as autoridades de ocupação russas terão transportado carcaças de animais infetados com antraz para cemitérios de animais no território ocupado, sem cumprir os procedimentos sanitários adequados.</p>
<p>A agência ucraniana afirma que existem dezenas destes locais na região, com algumas das áreas consideradas de maior risco perto de Askania-Nova, Skadovsk e Zaliznyi Port.</p>
<p>Segundo a HUR, os animais infetados estão a ser enterrados em vez de incinerados, procedimento que aumentaria o risco de contaminação. Muitos destes locais de enterramento estarão próximos de estradas e zonas habitadas, nalguns casos a menos de um quilómetro de áreas residenciais.</p>
<p>A informação militar ucraniana acrescenta que vários locais não têm vedações de proteção nem outras medidas de biossegurança, além de não estarem a ser devidamente mantidos pelas autoridades de ocupação.</p>
<p>Outro risco apontado é a localização de alguns destes cemitérios de animais em zonas com níveis elevados de águas subterrâneas, o que pode aumentar a possibilidade de contaminação ambiental.</p>
<p>O antraz é uma infeção causada por uma bactéria cujos esporos podem permanecer viáveis no solo durante décadas e, nalguns casos, durante mais de um século. Por esse motivo, a eliminação incorreta de animais infetados pode representar um perigo prolongado para pessoas, animais saudáveis, solos e recursos hídricos.</p>
<p>A HUR considera que a deposição descontrolada de carcaças infetadas representa uma ameaça direta para a população civil e para a atividade agrícola nas zonas ocupadas da região de Kherson.</p>
<p>A agência descreveu a situação como um possível ato de “terrorismo biológico” e afirmou que não exclui a hipótese de a Rússia vir a usar estes locais numa operação de falsa bandeira.</p>
<p>Nesse cenário, segundo a informação militar ucraniana, Moscovo poderia combinar danos físicos em locais contaminados com uma campanha de propaganda destinada a acusar a Ucrânia de desenvolver ou utilizar armas biológicas.</p>
<p>A Rússia não comentou de imediato as acusações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780460]]></sapo:autor>
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		<title>Onda de calor na Europa: o que é o “bloqueio ómega” que está a prender temperaturas acima dos 40 graus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:49:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio ómega]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[Num bloqueio deste tipo, uma zona de alta pressão, mais quente e estável, fica presa entre dois sistemas de baixa pressão, mais frios]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A intensa onda de calor que atinge a Europa Ocidental, já associada a mais de 40 mortes em França, está a ser alimentada por um padrão atmosférico conhecido como “bloqueio ómega”, explica a &#8216;Reuters&#8217;. O fenómeno ajuda a explicar por que motivo o calor se mantém vários dias sobre a mesma região, com temperaturas acima dos 40 graus em países como França e Espanha.</p>
<p>O nome vem da forma da letra grega ómega, Ω. Num bloqueio deste tipo, uma zona de alta pressão, mais quente e estável, fica presa entre dois sistemas de baixa pressão, mais frios. O resultado é uma espécie de “tampa” atmosférica que impede o ar quente de se deslocar normalmente.</p>
<p>Em condições habituais, a corrente de jato transporta os sistemas meteorológicos de oeste para leste. Mas, durante um bloqueio ómega, esse fluxo é interrompido e pode curvar-se de forma acentuada para norte e para sul, isolando os sistemas de pressão. Ventos mais fracos e contrastes de temperatura na atmosfera contribuem para tornar estes padrões lentos e estacionários.</p>
<p>Na prática, o ar quente fica retido sobre a mesma área. Estes bloqueios duram normalmente entre três e dez dias, mas podem persistir durante semanas, prolongando episódios de calor extremo, seca e céu limpo.</p>
<p>Sob a zona de alta pressão no centro do bloqueio, as condições tornam-se quentes e secas. A alta pressão também dificulta a formação de nuvens, permitindo maior exposição solar e nova subida das temperaturas. É este tipo de cenário que está agora a afetar França e Espanha.</p>
<p>Enquanto isso, as regiões posicionadas nas áreas de baixa pressão que rodeiam a onda de calor tendem a registar tempo mais fresco e chuvoso. Segundo o Met Office, o Reino Unido encontra-se na fronteira entre a alta pressão e o ar mais frio a noroeste, o que ajuda a explicar a diferença entre o calor intenso no sul e no leste e as condições mais frescas e húmidas no norte e no oeste.</p>
<p>A relação entre alterações climáticas e bloqueios ómega ainda não reúne consenso científico absoluto no que toca à frequência destes eventos. Os cientistas não chegaram a uma conclusão definitiva sobre se o aquecimento global está a tornar estes bloqueios mais comuns.</p>
<p>Mas há uma certeza mais ampla: o consenso científico global indica que as alterações climáticas estão a aumentar a frequência e a intensidade das ondas de calor. As emissões de gases com efeito de estufa, sobretudo resultantes da queima de carvão, petróleo e gás, aqueceram o planeta em cerca de 1,3 graus face ao período pré-industrial.</p>
<p>Esse aumento da temperatura de base faz com que, quando uma onda de calor ocorre, parta já de um patamar mais elevado. Ou seja, os mesmos padrões atmosféricos que antes geravam calor intenso podem hoje produzir temperaturas ainda mais extremas.</p>
<p>A Europa está agora a enfrentar ondas de calor entre 2 e 4 graus mais quentes do que seriam sem o aquecimento provocado pela atividade humana, segundo Clair Barnes, investigadora em clima e fenómenos meteorológicos extremos no Imperial College London, citada pela &#8216;Reuters&#8217;.</p>
<p>Por isso, quando um bloqueio ómega se instala sobre o continente, o resultado pode ser mais severo do que no passado. O fenómeno atmosférico ajuda a prender o calor; as alterações climáticas fazem com que esse calor seja mais intenso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780446]]></sapo:autor>
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		<title>Pelo menos quatro mortos e 50 turistas retidos em favela no Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O miradouro da favela de Santa Marta é um dos pontos turísticos mais visitados do Rio de Janeiro pelas suas vistas panorâmicas sobre o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e a Baía de Guanabara]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos quatro pessoas morreram hoje durante uma operação policial na favela de Santa Marta, na zona sul da cidade brasileira do Rio de Janeiro, deixando mais de 50 turistas retidos num miradouro situado no topo da comunidade.</p>
<p>A troca de tiros começou pouco depois das 04:00 locais (07:00 em Lisboa), quando agentes policiais entraram na favela para cumprir dezenas de mandados de detenção e de busca contra suspeitos ligados ao Comando Vermelho, uma das organizações criminosas mais poderosas do Brasil, segundo um comunicado da Polícia Civil.</p>
<p>As autoridades identificaram &#8220;integrantes responsáveis pela logística do tráfico de drogas, divisão de funções e manutenção do domínio territorial armado na comunidade&#8221; localizada no famoso bairro de Botafogo, lê-se no comunicado.</p>
<p>Os turistas tinham subido ao miradouro Dona Marta para assistir ao nascer do sol e foram obrigados a refugiar-se no chão enquanto se ouviam rajadas de tiros e explosões nas imediações, segundo a imprensa local.</p>
<p>As imagens foram captadas por um fotógrafo que acompanhava o grupo e que divulgou o vídeo nas redes sociais.</p>
<p>&#8220;Parecia uma guerra, com granadas sendo lançadas. Os turistas e guias tiveram que deitar no chão, foi muito assustador, desesperador. Eu ainda estou tremendo. É uma sensação de pânico e impotência, algo realmente muito agressivo. Foi muito tiro, muito tiro&#8221;, disse o fotógrafo Ari Kaye, citado pelo portal G1.</p>
<p>Durante a operação, um passageiro de um autocarro que circulava na principal via de acesso à favela ficou ferido numa perna por uma bala perdida.</p>
<p>O miradouro da favela de Santa Marta é um dos pontos turísticos mais visitados do Rio de Janeiro pelas suas vistas panorâmicas sobre o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e a Baía de Guanabara.</p>
<p>A ação policial faz parte da Operação Contenção, que procura travar a expansão territorial do Comando Vermelho, uma organização criada nas prisões do Rio de Janeiro na década de 1970 e que atualmente possui ramificações na maioria dos estados brasileiros e em alguns países vizinhos.</p>
<p>A primeira fase desta operação, realizada no final de outubro de 2025 nos complexos de favelas da Penha e do Alemão, foi a mais mortífera da história do Rio de Janeiro, com um balanço de 122 mortos, incluindo cinco polícias.</p>
<p>Segundo dados da Polícia Civil, desde o início da ofensiva foram detidas mais de 360 pessoas, outras 137 morreram em confrontos e foram apreendidas cerca de 480 armas de fogo, entre as quais 190 espingardas automáticas, além de mais de 51 mil munições.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780425]]></sapo:autor>
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		<title>Faturação da Konica Minolta Portugal cresce 5% para 41M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:32:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Konica Minolta Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A faturação da Konica Minolta Portugal aumentou 5%, para 41 milhões de euros, no ano fiscal 25/26 face ao anterior, destacando-se o desempenho das áreas de impressão profissional e industrial, anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A faturação da Konica Minolta Portugal aumentou 5%, para 41 milhões de euros, no ano fiscal 25/26 face ao anterior, destacando-se o desempenho das áreas de impressão profissional e industrial, anunciou hoje a empresa.</P><br />
<P>Em comunicado, a Konica Minolta refere que, num contexto económico &#8220;desafiante&#8221;, o crescimento foi transversal a todas as áreas de negócio.</P><br />
<P>&#8220;Apesar de todas as áreas terem contribuído para este desempenho positivo, destacam-se particularmente as áreas de impressão profissional e industrial, que registaram crescimentos mais acentuados e reforçaram o seu peso no conjunto da operação&#8221;, salienta.</P><br />
<P>De acordo com a empresa, este desempenho segue a tendência no setor da indústria gráfica portuguesa, que representa um volume de negócios superior a 3.000 milhões de euros, com cerca de 2.100 empresas em atividade e exportações na ordem dos 600 milhões de euros.</P><br />
<P>&#8220;A procura concentra-se em produção personalizada, tiragens mais curtas e diferenciação visual, num modelo que assenta na renovação tecnológica das empresas avançando para as soluções de produção digital e na resposta a mercados internacionais&#8221;, indica.</P><br />
<P>No ano fiscal 25/26, a Konica Minolta Portugal refere que o seu desenvolvimento foi ainda impulsionado pelo &#8220;crescimento significativo&#8221; dos serviços de tecnologias da informação (TI), que &#8220;estão a dar respostas diferenciadoras às empresas que procuram soluções de &#8216;workflow&#8217; e sistemas de apoio à decisão baseados em inteligência artificial&#8221;.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, &#8220;as soluções de impressão de escritório, num contexto de pressão face à necessidade de mais sustentabilidade com a redução nos consumos de papel e a evolução para &#8216;workflows&#8217; mais digitais, manteve uma trajetória de crescimento sustentado desde o período pós-pandemia&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o &#8216;deputy managing director&#8217; da Konica Minolta Portugal e Espanha, Pedro Monteiro, aponta como objetivo para o próximo ano fiscal &#8220;manter este ritmo de crescimento, reforçar a relação de proximidade com os clientes e consolidar o investimento realizado em áreas estratégicas como a inteligência artificial e a transformação digital&#8221;.</P><br />
<P>A nível global, a Konica Minolta encerrou o último ano do seu plano estratégico de médio prazo assente na renovação do portefólio e na concentração em áreas de maior valor.</P><br />
<P>A operação portuguesa é destacada neste ciclo como &#8220;contribuidor relevante para o grupo, quer pelos resultados financeiros, quer pela liderança em projetos-piloto, com destaque para a aplicação de inteligência artificial aos processos de negócio&#8221;.</P><br />
<P>Em Portugal, a Konica Minolta prepara-se para realizar a mudança da sua sede no Parque das Nações, em Lisboa, num passo que diz sinalizar &#8220;um novo ciclo para a operação portuguesa&#8221;. Tem ainda prevista a abertura de um novo &#8216;showroom&#8217; em Coimbra, reforçando a estratégia de descentralização.</P><br />
<P>A Konica Minolta Business Solutions Portugal adotou esta designação em 2003, com a fusão entre a Konica e a Minolta. </P><br />
<P>Com sede em Lisboa, a empresa tem ainda escritórios no Porto, Coimbra e Faro, contando com um total de 200 colaboradores no país. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780430]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ASAE abre três processos-crime após detetar menores com documentos falsificados para comprar álcool no Rock in Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:31:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ASAE]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Rock in Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação foi conduzida pela Unidade Regional do Sul da ASAE durante o último fim de semana e teve como objetivo verificar o cumprimento das normas legais aplicáveis no recinto do evento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica instaurou três processos-crime por falsificação de documentos de identificação envolvendo menores de idade, no âmbito de uma operação de fiscalização realizada no Rock in Rio 2026.</p>
<p>A ação foi conduzida pela Unidade Regional do Sul da ASAE durante o último fim de semana e teve como objetivo verificar o cumprimento das normas legais aplicáveis no recinto do evento, com especial incidência na proteção da saúde pública e na disponibilização, venda e consumo de bebidas alcoólicas por menores.</p>
<p>No decurso da operação, foram instaurados três processos-crime e um processo de contraordenação.</p>
<p>Os três processos-crime estão relacionados com falsificação de documentos de identificação. Segundo a ASAE, envolveram três menores, todos com 16 anos, que utilizavam documentos falsificados através de manipulação digital com o objetivo de adquirir bebidas alcoólicas no interior do recinto.</p>
<p>A autoridade recorda que, nos termos da legislação penal portuguesa, os menores com idade igual ou superior a 16 anos são criminalmente responsáveis pelos seus atos, sem prejuízo do regime especial aplicável em função da idade.</p>
<p>Além dos processos-crime, foi instaurado um processo de contraordenação a um operador económico por venda de bebidas alcoólicas a menores.</p>
<p>A ASAE destaca ainda a colaboração da organização do Rock in Rio 2026 durante a operação, considerando-a essencial para a prevenção de situações ilícitas e para a promoção de um ambiente seguro para todos os participantes.</p>
<p>A autoridade garante que vai continuar a desenvolver ações de fiscalização, reforçando o compromisso com a defesa dos consumidores, o cumprimento da legalidade e a salvaguarda da saúde pública.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780423]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Especialista revela como evitar a desidratação na onda de calor — e o conselho surpreendente sobre comida e álcool</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/especialista-revela-como-evitar-a-desidratacao-na-onda-de-calor-e-o-conselho-surpreendente-sobre-comida-e-alcool/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:16:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[desidratação]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Ron Maughan, especialista em nutrição desportiva e professor honorário na Escola de Medicina da Universidade de St Andrews, deixou conselhos para melhor lidar com o calor extremo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com avisos meteorológicos amarelos e vermelhos em vigor em várias zonas de Inglaterra e do País de Gales, o risco de desidratação aumenta. E, com o Mundial a levar muitos adeptos para os bares, onde o consumo de álcool pode agravar a perda de líquidos, o &#8216;The Independent&#8217; reuniu conselhos de Ron Maughan, especialista em nutrição desportiva e professor honorário na Escola de Medicina da Universidade de St Andrews.</p>
<p>Maughan sabe do que fala. Fez parte da equipa responsável pelos estudos de 2008 que estiveram na origem das pausas de hidratação neste Mundial e há anos que investiga a forma como o corpo responde ao calor, ao exercício e à perda de líquidos. Algumas das suas recomendações são esperadas. Outras, como a utilidade de uma pizza ou de uma cerveja com limonada, podem surpreender.</p>
<p>A desidratação pode causar tonturas, cansaço, sensação de cabeça leve e, nos casos mais graves, desmaios, coma ou mesmo morte. Esses cenários extremos são raros, sublinha o especialista, porque o corpo tem mecanismos de defesa que tendem a limitar o esforço quando a temperatura sobe para níveis perigosos.</p>
<p>O problema é que, quando há desidratação, o volume de sangue diminui. Isso obriga o coração a trabalhar mais para levar sangue aos tecidos que precisam dele. Ao mesmo tempo, o sangue torna-se ligeiramente mais espesso, o que aumenta o esforço cardiovascular. Por isso, manter bons níveis de hidratação é particularmente importante para pessoas mais velhas ou menos aptas fisicamente.</p>
<p>O risco aumenta com o calor. Para arrefecer, o corpo envia sangue quente para a pele e produz suor. Mas o suor só arrefece se evaporar. Quando a temperatura é elevada e há humidade, este processo torna-se menos eficiente, o que ajuda a explicar por que motivo as ondas de calor são especialmente exigentes para o organismo.</p>
<p>A recomendação mais óbvia é beber líquidos, evitar exposição excessiva ao sol, procurar sombra, fazer pausas em locais frescos e usar estratégias de arrefecimento. Mas, segundo Ron Maughan, a escolha da bebida também conta. E a água, embora importante, não é necessariamente a bebida ideal em todas as situações.</p>
<p>Num estudo de 2016 sobre as propriedades hidratantes de diferentes bebidas, Maughan concluiu que sumos de fruta podem ajudar e que o leite também tem utilidade, por conter algum sal. O ponto essencial, explica, é não depender apenas de água simples, sobretudo quando há perda de sal através do suor.</p>
<p>“Quando transpiramos, perdemos sal, e a água não contém sal”, explica o especialista. As bebidas desportivas usadas por atletas em esforço intenso no calor contêm normalmente água, algum açúcar e sal. O sal ajuda a reter água no organismo. Sem ele, beber apenas água pode diluir os fluidos corporais e enviar ao cérebro e aos rins a mensagem de que há excesso de hidratação, levando o corpo a produzir mais urina.</p>
<p>Isto não significa, contudo, que a maioria das pessoas precise de suplementos caros de eletrólitos. Esses produtos podem ser úteis para atletas em situações extremas, como provas longas de resistência. Para a pessoa comum, uma alimentação adequada pode bastar.</p>
<p>É aqui que entra uma das sugestões mais inesperadas: água e pizza podem cumprir parte da função de uma bebida desportiva. A pizza fornece hidratos de carbono e sal. Se os rins tiverem água e sal suficientes, e estiverem a funcionar bem, conseguem regular o equilíbrio de fluidos.</p>
<p>O &#8216;The Independent&#8217; destaca que esta recomendação assenta em estudos feitos após exercício, quando as pessoas estavam desidratadas. Quando recebiam apenas água, produziam mais urina. Quando a água era acompanhada de sal, retinham melhor os líquidos ingeridos.</p>
<p>O álcool acrescenta outro fator de risco, porque é diurético: estimula os rins a produzir urina. O mesmo acontece com a cafeína. Ainda assim, o efeito depende da quantidade e do tipo de bebida.</p>
<p>Segundo Maughan, o álcool tende a estimular a produção de urina numa proporção ligada à sua concentração. Uma bebida forte, como uma dose de whisky a 40%, pode ter um efeito diurético maior do que uma cerveja com cerca de 5% de álcool. A cerveja, por conter mais água, pode deixar o organismo em melhor situação do que não beber nada.</p>
<p>O especialista alerta para um efeito perverso dos conselhos demasiado rígidos. Se se disser às pessoas para evitarem álcool, chá ou café, algumas podem simplesmente não beber água nem qualquer outro líquido. Em plena onda de calor, isso pode deixá-las mais desidratadas do que se tivessem bebido uma dessas opções com moderação.</p>
<p>A solução de compromisso proposta por Maughan é simples: uma cerveja com limonada. Ao misturar cerveja e limonada em partes iguais, reduz-se a quantidade de álcool ingerida, diminui-se o efeito diurético e mantém-se alguma sensação de prazer social. O especialista nota ainda, com humor, que há menos probabilidade de o adepto estar na casa de banho quando for marcado o golo decisivo.</p>
<p>A hidratação, no entanto, não é igual para todos. A velha regra dos oito copos de água por dia é cada vez mais questionada. Um estudo de 2022 da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, analisou mais de 5.000 pessoas de 26 países, desde bebés a adultos com 96 anos, e concluiu que a quantidade de água necessária varia muito de pessoa para pessoa.</p>
<p>Há sinais simples que ajudam a perceber as necessidades individuais. Quem se pesa antes e depois de correr ou treinar pode avaliar a perda de líquidos. Se uma pessoa de 70 quilos perder um quilo durante o exercício, perdeu cerca de 1,4% do peso corporal, o que ainda pode ser aceitável. Se perder dois quilos, deve beber mais.</p>
<p>Também há pessoas que perdem mais sal no suor. Um sinal visível é a presença de manchas brancas e secas em roupa escura, sobretudo debaixo dos braços, depois de fazer exercício. Nestes casos, pode ser necessário prestar mais atenção à reposição de sal, muitas vezes através da própria alimentação.</p>
<p>Homens, por regra, têm maior dimensão corporal e podem precisar de repor mais líquidos do que mulheres mais pequenas. Qualquer causa de perda de fluidos, incluindo a menstruação, também pode aumentar as necessidades. Já algumas pessoas idosas podem ter o mecanismo da sede diminuído e precisar de ser incentivadas a beber, especialmente se tomarem medicamentos que aumentem a produção de urina.</p>
<p>Um dos indicadores mais simples de desidratação é a cor da urina. Se for clara, semelhante a palha pálida, ao longo do dia, o corpo está provavelmente bem hidratado. A primeira urina da manhã é normalmente mais escura, porque não houve ingestão de água durante a noite.</p>
<p>Outro sinal está na pele. Se beliscar ligeiramente a pele no dorso da mão e ela demorar a voltar ao normal, isso pode indicar desidratação. Nesse caso, a resposta é simples: beber, repor líquidos e, quando necessário, acompanhar a água com alimentos que ajudem a reter esses líquidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780419]]></sapo:autor>
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		<title>BE requer audição urgente de secretária-geral do Sistema de Segurança Interna sobre ameaças a políticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:59:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Bloco de Esquerda]]></category>
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					<description><![CDATA[O BE pediu hoje a audição parlamentar urgente da secretária-geral do Sistema de Segurança Interna sobre a coordenação entre entidades face às ameaças da extrema-direita à segurança do primeiro-ministro e de outros políticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O BE pediu hoje a audição parlamentar urgente da secretária-geral do Sistema de Segurança Interna sobre a coordenação entre entidades face às ameaças da extrema-direita à segurança do primeiro-ministro e de outros políticos. </P><br />
<P>No requerimento, o deputado único do BE, Fabian Figueiredo, refere que foram recentemente noticiados factos &#8220;que suscitam sérias dúvidas sobre o funcionamento dos mecanismos nacionais de coordenação e partilha de informação em matéria de combate ao terrorismo&#8221;.</P><br />
<P>Em causa está uma lista de alvos que eram visados pelo grupo neonazi Movimento Armilar Lusitano (MAL), que incluía mais de 80 personalidades e 40 políticos, noticiado na semana passada pelo semanário Expresso. Hoje, o jornal Público noticia que as secretas não terão sido informadas sobre estas ameaças.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com a informação divulgada na comunicação social, os serviços de informações não terão sido informados da existência de ameaças à segurança de titulares de órgãos de soberania, designadamente do primeiro-ministro, do Presidente da República e de diversos deputados à Assembleia da República, nem da existência de uma listagem com mais de 170 cidadãos e mais de meia centena de organizações&#8221;, argumenta o bloquista. </P><br />
<P>Fabian Figueiredo sustentou que &#8220;as entidades que detinham os elementos relativos a estas ameaças não os terão partilhado na Unidade de Coordenação Antiterrorismo, órgão que funciona no âmbito do Sistema de Segurança Interna e que tem precisamente por missão assegurar e incrementar a partilha de informações no domínio da prevenção e do combate ao terrorismo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Em consequência dessa não partilha, não terá sido realizada qualquer avaliação de ameaça às pessoas visadas, nem adotadas medidas de proteção&#8221;, critica o deputado.</P><br />
<P>O bloquista faz ainda referência às declarações do ministro da Administração Interna, Luís Neves, que &#8220;reconheceu publicamente a existência de uma falha na comunicação&#8221;.</P><br />
<P>Fabian Figueiredo sustenta que a secretária-geral do Sistema de Segurança Interna &#8220;coordena o conjunto das forças e serviços de segurança e preside ao órgão de coordenação em causa, encontrando-se, por isso, em posição de prestar os esclarecimentos necessários sobre o que falhou, por que falhou e quais medidas foram ou serão adotadas para que situações desta natureza não se repitam&#8221;.</P><br />
<P>Na proposta bloquista, a audição deverá decorrer à porta fechada &#8220;pela natureza sensível da matéria, que envolve informação relativa à segurança interna e à proteção de cidadãos e organizações, devendo o seu tratamento respeitar as exigências de reserva aplicáveis&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780401]]></sapo:autor>
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		<title>CMVM avisa que Onencore e BCG não têm autorização para intermediação financeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:58:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) avisou hoje que a plataforma Onencore e a BCG Investments Limited não estão autorizadas a exercer qualquer atividade de intermediação financeira em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) avisou hoje que a plataforma Onencore e a BCG Investments Limited não estão autorizadas a exercer qualquer atividade de intermediação financeira em Portugal.</p>
<p>&#8220;A CMVM alerta para o facto de nem a plataforma Onencore (https://onencore.com/pt) nem a entidade BCG Investments Limited estarem autorizadas junto da CMVM para o exercício de qualquer atividade de intermediação financeira em Portugal&#8221;, lê-se numa nota hoje divulgada no &#8216;site&#8217; do regulador.</p>
<p>Por outro lado, avisou que estas entidades também não estão habilitadas a realizar publicidade ou prospeção de clientes para a celebração de contratos de intermediação financeira.</p>
<p>A CMVM disse ainda que a lista das entidades autorizadas pode ser consultada no seu &#8216;site&#8217; e que todas as pessoas que estabeleceram qualquer relação comercial com a Onencore e a BCG Investments Limited podem contactá-la através do número 800 205 339 ou do &#8216;e-mail&#8217; cmvm@cmvm.pt.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780380]]></sapo:autor>
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		<title>Constrangimentos da obra da Linha Rosa ultrapassados a tempo do São João, garante Metro do Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:44:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os constrangimentos à circulação pedonal e rodoviária no Porto devido às obras da Linha Rosa foram "ultrapassados" a tempo do São João, sobrando apenas vedações às bocas de acesso às estações, garantiu hoje fonte da Metro do Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os constrangimentos à circulação pedonal e rodoviária no Porto devido às obras da Linha Rosa foram &#8220;ultrapassados&#8221; a tempo do São João, sobrando apenas vedações às bocas de acesso às estações, garantiu hoje fonte da Metro do Porto.</P><br />
<P>Em resposta à Lusa, a empresa assegurou ter sido assim cumprida a promessa feita em 09 de janeiro pelo seu presidente, Emídio Gomes, numa visita com o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, a um dos túneis em construção da Linha Rosa, na qual se comprometeu a solucionar todos os impedimentos à superfície relacionados com a obra desta linha até aos festejos de São João.</P><br />
<P>&#8220;As zonas de obra em redor das novas estações Casa da Música, Galiza, Hospital Santo António e São Bento estão libertas dos trabalhos à superfície, com a consequente reabertura de vias pedonais e rodoviárias e respetivos espaços públicos. Apenas as bocas de acesso a estas estações permanecem vedadas, naturalmente e até ao momento de entrada em funcionamento desta linha&#8221;, especificou a Metro do Porto à Lusa.</P><br />
<P>A Linha Rosa do Metro do Porto, que ligará São Bento à Casa da Música, estará operacional até março de 2027, anunciou Emídio Gomes em janeiro.</P><br />
<P>Questionado hoje, à margem da apresentação do projeto de uma nova ponte pedonal a ligar o Porto a Vila Nova de Gaia, o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, enalteceu os &#8220;grandes avanços&#8221; que têm sido feitos nos últimos dias.</P><br />
<P>&#8220;Eu vou sair daqui e vou precisamente confirmar isso [se já não há obras à superfície]. Combinei até com o presidente da Metro para podermos fazer este circuito e as informações que me estão a chegar é que, desde as últimas horas, houve já mais um progresso significativo&#8221;, partilhou.</P><br />
<P>Pedro Duarte ressalvou que continuarão a existir &#8220;limitações&#8221; devido às bocas de entrada para as estações, mas que a rede viária &#8220;vai estar toda limpa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Finalmente, ao fim de muitos e muitos anos, a cidade de Porto vai ter outra cara já durante esta noite de São João&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Também &#8220;a tempo das festas de São João&#8221;, a Câmara do Porto anunciou hoje ter concluído a requalificação da Rua da Galeria de Paris, que fica na baixa da cidade e que estava em obras há sete meses.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780375]]></sapo:autor>
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		<title>Fertagus conta ter duas novas carruagens no primeiro semestre de 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:42:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente da Fertagus atribuiu hoje a sobrelotação dos comboios da empresa ao aumento da procura, à falta de material circulante e a constrangimentos na infraestrutura, prevendo a entrada em serviço de novas carruagens no primeiro semestre de 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente da Fertagus atribuiu hoje a sobrelotação dos comboios da empresa ao aumento da procura, à falta de material circulante e a constrangimentos na infraestrutura, prevendo a entrada em serviço de novas carruagens no primeiro semestre de 2027.</p>
<p>A presidente do conselho de administração da Fertagus, Cristina Dourado, que participou numa conferência sobre transportes públicos, no terminal fluvial do Cais do Sodré, quando questionada sobre as queixas dos utentes da Fertagus sobre a sobrelotação dos comboios, explicou que a procura na travessia ferroviária do Tejo aumentou &#8220;exponencialmente&#8221; com a redução tarifária e que o problema só será minimizado com o aumento de material circulante.</p>
<p>Nesse sentido, a presidente da Fertagus perspetivou que as primeiras duas das cinco carruagens que irão reforçar o serviço da empresa estejam disponíveis no primeiro semestre do próximo ano.</p>
<p>Cristina Dourado referiu que cada carruagem, disponibilizada pela empresa espanhola RENFE, terá uma capacidade para receber 350 pessoas.</p>
<p>Além da falta de material circulante, a administradora da Fertagus apontou para a existência de problemas na infraestrutura ferroviária, originando &#8220;afrouxamentos&#8221; na circulação.</p>
<p>Em março, a Comissão de Utentes da Fertagus enviou à Comissão Europeia uma queixa contra o Estado português por permitir que os passageiros sejam diariamente transportados em condições &#8220;fora do padrão europeu&#8221; e &#8220;com riscos de segurança&#8221;.</p>
<p>&#8220;As pessoas aglomeram-se nos cais, empurram-se, agridem-se verbal e fisicamente. Todas querem entrar nas carruagens, esmagadas, crianças inclusive, a respirar umas em cima de outras. Nesta atmosfera asfixiante, há sempre alguma pessoa a precisar de ser socorrido e o comboio tem de parar na estação seguinte e esperar por socorro&#8221;, relatou, então, à agência Lusa o porta-voz da comissão, Aristides Teixeira.</p>
<p>Já em abril deste ano, a administradora da Fertagus admitiu no parlamento que a empresa opera no limite da capacidade, apontando ao Governo a responsabilidade pelo reforço de comboios necessários para responder ao aumento da procura.</p>
<p>A Fertagus é responsável pela ligação ferroviária entre as duas margens do Tejo pela Ponte 25 de Abril, entre Lisboa e Setúbal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780366]]></sapo:autor>
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		<title>Um Wrangler grátis, um nome histórico e uma vitória quase impossível: a aposta da Jeep no Mundial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-wrangler-gratis-um-nome-historico-e-uma-vitoria-quase-impossivel-a-aposta-da-jeep-no-mundial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:40:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Campanha foi lançada para acompanhar o Mundial'2026, atualmente a decorrer, e aposta numa mistura de futebol, identidade americana e humor publicitário]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Jeep decidiu entrar no ambiente do Mundial&#8217;2026 com uma campanha tão patriótica quanto improvável: oferecer até 100 exemplares do Wrangler 2026 se a seleção dos Estados Unidos vencer o torneio. Mas há uma condição adicional que torna a promoção ainda mais peculiar: os vencedores têm de se chamar legalmente George Washington.</p>
<p>A &#8216;Car and Driver&#8217; escreve que a campanha foi lançada para acompanhar o Mundial&#8217;2026, atualmente a decorrer, e aposta numa mistura de futebol, identidade americana e humor publicitário. A ideia é simples na aparência, mas quase impossível na prática: só os primeiros 100 americanos legalmente chamados George Washington poderão receber um Wrangler, e apenas se os Estados Unidos forem campeões mundiais.</p>
<p>As inscrições estão abertas até 19 de julho, às 15 horas da costa leste dos Estados Unidos, coincidindo com o dia da final do Mundial. Mesmo assim, o registo não garante qualquer prémio. A oferta só será ativada se a seleção americana conquistar o torneio, um cenário considerado altamente improvável pelos próprios meios especializados.</p>
<p>A campanha, chamada “Wrangler for Washingtons”, joga com a figura do primeiro presidente dos Estados Unidos e com a imagem da Jeep como marca associada ao patriotismo americano. O objetivo é aproveitar um dos maiores eventos desportivos do ano sem recorrer a uma campanha convencional de patrocínio ou apoio à seleção.</p>
<p>O tom é assumidamente humorístico. A &#8216;Road &amp; Track&#8217; destaca que a iniciativa coloca George Washington, o nome mais simbólico da história política americana, no centro de uma campanha automóvel ligada ao futebol, num país onde o Mundial é também uma oportunidade para as marcas explorarem o crescimento da modalidade.</p>
<p>A Jeep acrescentou ainda uma figura promocional à campanha: a comediante Iliza Shlesinger, apresentada como “Chief Soccer Officer” da marca. Num anúncio de tom paródico, surge vestida com inspiração na Guerra da Independência, reforçando o contraste entre a solenidade patriótica e a improbabilidade da oferta.</p>
<p>Na prática, há duas barreiras difíceis de ultrapassar. A primeira é encontrar americanos que se chamem legalmente George Washington e estejam atentos à campanha. A segunda é esperar que a seleção dos Estados Unidos consiga vencer o Mundial, num torneio em que terá pela frente algumas das seleções mais fortes do mundo.</p>
<p>É precisamente essa improbabilidade que torna a ação eficaz do ponto de vista publicitário. A Jeep não está apenas a prometer carros; está a criar uma história fácil de partilhar, com uma condição absurda, um prémio apetecível e uma ligação direta ao momento desportivo mais mediático do verão.</p>
<p>O Wrangler encaixa bem nessa narrativa. É um dos modelos mais reconhecíveis da Jeep e continua associado à ideia de aventura, liberdade e identidade americana. Ao ligá-lo a George Washington e a uma eventual vitória dos Estados Unidos no Mundial, a marca transforma o SUV num símbolo publicitário de patriotismo levado ao extremo.</p>
<p>A campanha também mostra como o Mundial&#8217;2026 está a ser usado pelas marcas automóveis para criar histórias que vão além dos carros oficiais, das frotas de transporte e dos patrocínios tradicionais. Neste caso, a Jeep escolheu um caminho mais estranho: uma promessa real, mas dependente de uma combinação de fatores quase impossível.</p>
<p>Se os Estados Unidos levantarem o troféu e houver 100 George Washington elegíveis inscritos, a Jeep terá de entregar os Wrangler. Se isso não acontecer, a campanha já terá cumprido grande parte do objetivo: pôr toda a gente a falar de uma das promoções mais insólitas do Mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780368]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mãe de menores abandonados em Alcácer do Sal continua presa em Portugal, determina tribunal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mae-de-menores-abandonados-no-alentejo-continua-presa-em-portugal-tribunal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:35:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Alcácer do Sal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal da Relação de Évora (TRE) determinou hoje que a mãe das crianças francesas abandonadas na zona de Alcácer do Sal continue detida em Portugal, com o processo judicial em curso no Tribunal de Setúbal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal da Relação de Évora (TRE) determinou hoje que a mãe das crianças francesas abandonadas na zona de Alcácer do Sal continue detida em Portugal, com o processo judicial em curso no Tribunal de Setúbal.</P><br />
<P>A mulher francesa, de 41 anos, que está em prisão preventiva, foi hoje presente no TRE, na sequência do Mandado de Detenção Europeu (MDE) de que é alvo por parte das autoridades de França, revelou o Ministério Público (MP).</P><br />
<P>Em comunicado publicado na página de Internet da Procuradoria-Geral Regional de Évora, o MP explicou que a cidadã foi ouvida e &#8220;consentiu na sua entrega ao Estado requerente, não renunciando ao princípio da especialidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi, de imediato, proferida decisão de recusa parcial do cumprimento do MDE no que respeita aos factos ocorridos em Portugal e que são objeto do já referido processo que corre termos no DIAP [Departamento de Investigação e Ação Penal] de Setúbal&#8221;, lê-se na nota.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780367]]></sapo:autor>
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		<title>Qatargate: Bélgica emite mandado de captura para antigo comissário europeu e pede levantamento da imunidade parlamentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades judiciais belgas emitiram um mandado de captura contra o antigo comissário europeu para a Migração, Assuntos Internos e Cidadania, Dimitris Avramopoulos, no âmbito da investigação ao chamado Qatargate.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades judiciais belgas emitiram um mandado de captura contra o antigo comissário europeu para a Migração, Assuntos Internos e Cidadania, Dimitris Avramopoulos, no âmbito da investigação ao chamado Qatargate, o escândalo de alegada corrupção que abalou o Parlamento Europeu no final de 2022. Paralelamente, a justiça da Bélgica solicitou ao Parlamento grego o levantamento da imunidade parlamentar do político, atualmente deputado na Grécia, para permitir a execução da medida judicial.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pela Euronews e pelo jornal grego Kathimerini, Avramopoulos é suspeito de ter participado numa organização criminosa relacionada com um alegado esquema de subornos envolvendo interesses do Qatar e de Marrocos junto de instituições europeias.</p>
<p>A acusação sustenta que o antigo comissário terá recebido cerca de 73 mil euros da organização não-governamental Fight Impunity, entidade fundada em 2019 pelo ex-eurodeputado italiano Pier-Antonio Panzeri, considerado uma das figuras centrais do caso.</p>
<p><strong>Justiça belga avança com pedido ao Parlamento grego</strong><br />
Com a emissão do mandado de captura, as autoridades belgas desencadearam o procedimento formal para levantar a imunidade parlamentar de Avramopoulos.</p>
<p>A documentação já foi remetida às autoridades gregas e seguirá agora o percurso institucional previsto pela legislação helénica, passando pela Procuradoria junto do Tribunal de Recurso de Atenas, pela Procuradoria do Areópago e, posteriormente, através do Ministério da Justiça, até ao Parlamento grego, que terá de se pronunciar sobre o pedido.</p>
<p>A eventual retirada da imunidade permitirá às autoridades belgas prosseguir com as diligências judiciais relacionadas com a investigação.</p>
<p><strong>Avramopoulos rejeita qualquer ligação à alegada rede de subornos</strong><br />
O antigo comissário europeu reagiu prontamente às acusações, negando qualquer envolvimento no alegado esquema de corrupção.</p>
<p>Num comunicado, o político da Nova Democracia, partido liderado pelo primeiro-ministro grego Kyriakos Mitsotakis, afirmou categoricamente: “Nunca tive qualquer relação com este caso”.</p>
<p>Avramopoulos sustentou que toda a sua ligação à Fight Impunity foi legal, transparente e devidamente declarada às autoridades competentes.</p>
<p>“O meu envolvimento com a organização foi completamente legal, auditado, aprovado, declarado e tributado”, garantiu.</p>
<p>O antigo responsável europeu foi ainda mais longe ao classificar como “arbitrária, inaceitável e suspeita” qualquer tentativa de associar o seu nome a atividades ilícitas relacionadas com a organização.</p>
<p>“Qualquer tentativa por parte das autoridades belgas de levantar a questão e implicar o meu nome em qualquer assunto relacionado com a Fight Impunity (&#8230;) é arbitrária, inaceitável, suspeita e receberá o devido tratamento por todos os meios judiciais”, afirmou.</p>
<p><strong>Ex-comissário abdica de invocar imunidade</strong><br />
Apesar de beneficiar da proteção parlamentar enquanto deputado grego, Avramopoulos declarou que não pretende utilizar esse mecanismo para impedir o avanço do processo.</p>
<p>Pelo contrário, anunciou que solicitará que o caso seja investigado em profundidade, insistindo na sua inocência.</p>
<p>Na mesma declaração, o político sublinhou que os montantes recebidos da Fight Impunity foram devidamente incluídos nas suas declarações patrimoniais e fiscais.</p>
<p>Segundo as autoridades belgas, esses pagamentos poderão estar ligados a fundos provenientes de uma alegada rede criminosa. Já Avramopoulos sustenta que todos os valores foram recebidos de forma legítima e devidamente tributados na Grécia.</p>
<p>O que dizia Avramopoulos quando o escândalo surgiu em 2022</p>
<p>Quando o Qatargate rebentou publicamente em dezembro de 2022, Dimitris Avramopoulos já tinha esclarecido a natureza da sua colaboração com a Fight Impunity.</p>
<p>Na altura, afirmou não exercer qualquer função executiva ou de gestão dentro da organização, integrando apenas o denominado Conselho de Honra da ONG juntamente com outras figuras políticas internacionais.</p>
<p>Segundo explicou então, antes de aceitar essa colaboração solicitou autorização formal à Comissão Europeia.</p>
<p>“Para a minha participação e a remuneração que lhe estaria associada pedi a autorização da Comissão Europeia, que me foi concedida por escrito pela presidente Von der Leyen”, afirmou numa declaração divulgada na época.</p>
<p>O ex-comissário acrescentou ainda que a sua participação recebeu igualmente parecer favorável do Comité Independente de Ética da Comissão Europeia em dezembro de 2020.</p>
<p><strong>Remuneração ascendia a 75 mil euros</strong><br />
De acordo com as explicações apresentadas por Avramopoulos em 2022, a remuneração acordada com a Fight Impunity correspondia a 5.000 euros mensais durante um período de um ano, entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2022.</p>
<p>No total, recebeu 75 mil euros, montante que, segundo garantiu, foi declarado às autoridades fiscais gregas e sujeito à respetiva tributação.</p>
<p>O antigo comissário explicou ainda que, em fevereiro de 2022, pediu o fim da remuneração devido à redução da atividade da organização.</p>
<p>“A partir de março, a minha participação tinha, na prática, terminado”, afirmou na altura.</p>
<p>Acrescentou igualmente que, assim que tomou conhecimento das investigações relacionadas com a ONG em Bruxelas, apresentou de imediato a sua demissão e solicitou a remoção do seu nome do sítio oficial da organização.</p>
<p>O escândalo que abalou o Parlamento Europeu</p>
<p>O Qatargate tornou-se público em dezembro de 2022, após uma vasta operação das autoridades belgas que resultou na apreensão de mais de um milhão de euros em numerário durante buscas realizadas em Bruxelas.</p>
<p>As operações tiveram como alvo várias figuras ligadas ao Parlamento Europeu, incluindo a então vice-presidente da instituição, a grega Eva Kaili, o seu companheiro e assistente parlamentar Francisco Giorgi e o ex-eurodeputado italiano Pier-Antonio Panzeri.</p>
<p>A investigação levou ainda à acusação de diversas personalidades por suspeitas de corrupção, branqueamento de capitais e participação em organização criminosa.</p>
<p>Entre os visados encontravam-se Panzeri, Kaili, Giorgi, bem como os antigos eurodeputados Niccolò Figà-Talamanca, Marc Tarabella e Andrea Cozzolino.</p>
<p>Segundo os investigadores, a alegada rede terá recebido subornos provenientes do Qatar e de Marrocos em troca da promoção dos interesses desses países junto das instituições da União Europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780339]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento debate quarta-feira proposta do PCP para referendo à regionalização até 2028</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia da República volta a discutir, na quarta-feira, a regionalização, num debate agendado pelo PCP, que propõe um referendo até julho de 2028 e eleições para os novos órgãos regionais nas autárquicas de 2029.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Assembleia da República volta a discutir, na quarta-feira, a regionalização, num debate agendado pelo PCP, que propõe um referendo até julho de 2028 e eleições para os novos órgãos regionais nas autárquicas de 2029.</P><br />
<P>Esta é a segunda vez este ano que o Parlamento debate a regionalização, depois de em abril ter discutido e rejeitado três projetos do Livre, BE e PAN.</P><br />
<P>O PCP apresentou as suas iniciativas em abril, na semana desse debate mas  optou por discuti-las agora num agendamento próprio. Sobre essa escolha, a líder da bancada comunista disse à Lusa que o partido pretende &#8220;tratar estas questões com a profundidade que elas merecem&#8221; e sublinhou que as restantes forças políticas podem contribuir com propostas.</P><br />
<P>No entanto, até ao início da tarde de hoje, foram submetidas a discussão apenas as iniciativas do PCP: um projeto de resolução que prevê a criação de um programa de trabalho para a regionalização e uma proposta de Lei-Quadro das Regiões Administrativas.</P><br />
<P>A votação das propostas em debate será feita logo após a discussão, na mesma sessão plenária.</P><br />
<P>À Lusa, Paula Santos argumentou que, a partir do contacto com as populações, se percebe que há uma necessidade avançar com a regionalização para &#8220;potenciar o desenvolvimento de cada uma das regiões e eliminar as assimetrias existentes&#8221; e referiu ainda as falhas na resposta às tempestades do início do ano como exemplo da necessidade de uma nova organização do Estado.</P><br />
<P>Para a líder parlamentar comunista, a resistência deste Governo em avançar com a regionalização nesta legislatura é uma &#8220;traição às populações e aos autarcas&#8221; e é uma posição que atrasa o desenvolvimento regional e impede o aprofundamento da democracia e participação popular.</P><br />
<P>No projeto de resolução, a bancada comunista propõe, no âmbito de um novo programa de trabalho, que a Assembleia da República promova audições sobre a regionalização até ao fim do ano e que, até 30 de junho de 2027, convide as assembleias municipais do continente a &#8220;pronunciarem-se sobre o mapa das regiões administrativas a submeter a referendo&#8221;.</P><br />
<P>O partido pretende que este pronunciamento dos municípios parta de duas delimitações: o mapa correspondente às cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) existentes ou o mapa correspondente às oito regiões que foram submetidas a referendo em 1998.</P><br />
<P>Caso sejam aprovadas novas leis sobre a criação e o enquadramento das regiões administrativas, o PCP quer que as perguntas do referendo sejam aprovadas até ao fim de 2027 e que este se realize antes de julho 2028. </P><br />
<P>Em caso de uma resposta maioritária favorável à regionalização, o Parlamento, defende o PCP, deve permitir a eleição dos novos órgãos representativos regionais nas autárquicas de 2029.</P><br />
<P>Os comunistas apresentam ainda uma proposta de nova lei-quadro das regiões administrativas, que dizem ser um &#8220;primeiro passo&#8221; legislativo para o processo regionalização, a que se deve seguir a aprovação de uma lei de criação simultânea das regiões administrativas e o referendo.</P><br />
<P>Nesta proposta, o PCP defende a conversão das atuais CCDR em regiões administrativas e define o modelo que vai governar as regiões, assente numa Assembleia Regional, órgão deliberativo com 30 membros eleitos por sufrágio direto e universal e 15 eleitos pelas assembleias municipais, e uma Junta Regional, órgão executivo constituído por um presidente e seis vogais eleitos pela Assembleia Regional.</P><br />
<P>O debate tem uma duração prevista de duas horas e meia, cabendo os maiores tempos de intervenção (26 minutos) ao PCP, por ter agendado o debate, ao Governo e ao PSD. No entanto, até ao início da tarde de hoje, o executivo não confirmou a sua presença. </P><br />
<P></P><br />
<P>TS // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
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