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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Jul 2026 06:21:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Calor: Sete distritos do continente sob aviso laranja devido ao tempo quente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os distritos de Bragança, Évora, Guarda, Faro, Beja, Castelo Branco e Portalegre estão hoje e na quarta-feira sob aviso laranja por causa do tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os distritos de Bragança, Évora, Guarda, Faro, Beja, Castelo Branco e Portalegre estão hoje e na quarta-feira sob aviso laranja por causa do tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>O aviso laranja para estes sete distritos vai estar em vigor até às 23:00 de quarta-feira, passando depois a amarelo até às 18:00 de quinta-feira.</P><br />
<P>O IPMA emitiu também aviso amarelo por causa da persistência de valores elevados da temperatura máxima para os distritos de Viseu, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria e Coimbra até às 23:00 de quarta-feira e Vila Real até às 18:00 de quinta-feira.</P><br />
<P>Também as regiões montanhosas da ilha da Madeira estão até às 18:00 de quinta-feira sob aviso laranja por causa do tempo quente.</P><br />
<P>As costas norte e sul da ilha da Madeira e Porto Santo vão estar até às 18:00 de quinta-feira sob aviso amarelo face à persistência de valores muito elevados das temperaturas máximas.</P><br />
<P>O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe &#8220;situação meteorológica de risco moderado a elevado, e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o Governo decretou a prorrogação da situação de alerta em vigor, desde as 00:01 de hoje até às 23:59 de quinta-feira em 10 distritos de Portugal Continental.</P><br />
<P>A decisão abrange os distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Beja, Santarém, Portalegre, Évora e Faro e justifica-se com &#8220;a manutenção da onda de calor&#8221; e com &#8220;previsões meteorológicas ainda de grande adversidade para os próximos dias nos distritos do interior do país&#8221;.</P><br />
<P>O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, apresentando-se geralmente muito nublado no litoral Norte e Centro até final da manhã, pequena descida de temperatura, em especial nas regiões Norte e Centro.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 15 graus Celsius (Viana do Castelo) e os 22 (Portalegre e Faro) e as máximas entre os 23 (Aveiro e Porto) e os 40 (Évora).</P><br />
<P>Para o arquipélago da Madeira está previsto hoje céu em geral pouco nublado e vento fraco.</P><br />
<P>As temperaturas vão variar entre os 20 e os 26 graus no Funchal e entre os 20 e os 27 no Porto Santo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786114]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 34 mil acidentes em três anos: GNR e PSP apertam hoje fiscalização a motociclos e ciclomotores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção rodoviária]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação decorre até 13 de julho, sob o lema “Duas Rodas — Agarre-se à Vida”, e integra o Plano Nacional de Fiscalização de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, a GNR e a PSP lançam esta terça-feira uma nova campanha de sensibilização e fiscalização dedicada aos veículos de duas rodas a motor, com o objetivo de reduzir comportamentos de risco entre condutores de motociclos e ciclomotores.</p>
<p>A operação decorre até 13 de julho, sob o lema “Duas Rodas — Agarre-se à Vida”, e integra o Plano Nacional de Fiscalização de 2026. É a sétima de 11 campanhas previstas para este ano e a terceira especificamente dirigida a veículos de duas rodas a motor, considerados um dos grupos de utilizadores mais vulneráveis em caso de acidente.</p>
<p><strong>Mais de 34 mil acidentes em três anos</strong></p>
<p>Entre 1 de janeiro de 2023 e 31 de dezembro de 2025, foram registados 34.179 acidentes com vítimas envolvendo ciclomotores ou motociclos. Desses acidentes resultaram 440 mortos, 3.041 feridos graves e 34.501 feridos leves.</p>
<p>Apesar de a maioria das vítimas corresponder a condutores e passageiros de veículos de duas rodas a motor, os números incluem também outros utilizadores envolvidos nestes acidentes, como peões ou ocupantes de outros veículos.</p>
<p>Segundo o Plano Nacional de Fiscalização 2026, quase metade da sinistralidade grave envolvendo este tipo de veículos ocorre em arruamentos urbanos e em estradas nacionais, locais onde a vulnerabilidade dos motociclistas e utilizadores de ciclomotores é particularmente elevada.</p>
<p><strong>Velocidade, ultrapassagens e condução distraída entre os principais riscos</strong></p>
<p>A campanha vai incidir sobre comportamentos que aumentam de forma significativa o risco de acidente grave. Entre eles estão o excesso de velocidade, as ultrapassagens perigosas, a circulação irregular entre filas de trânsito, as manobras bruscas ou mudanças de direção sem sinalização, a condução sob o efeito do álcool ou de substâncias psicotrópicas e a condução distraída.</p>
<p>A ANSR, a GNR e a PSP chamam ainda a atenção para a utilização incorreta ou ausência de capacete e de equipamento de proteção, bem como para a reduzida perceção dos motociclistas por parte dos restantes condutores.</p>
<p>As autoridades recordam que o uso correto de capacete homologado e de equipamento de proteção adequado pode reduzir de forma significativa a gravidade das lesões em caso de acidente.</p>
<p><strong>Sensibilização e fiscalização em simultâneo</strong></p>
<p>A campanha combina ações de sensibilização, asseguradas pela ANSR, com operações de fiscalização realizadas pela GNR e pela PSP. A fiscalização será direcionada para comportamentos de risco associados a acidentes graves e para vias e locais onde se registam níveis mais elevados de sinistralidade envolvendo veículos de duas rodas a motor.</p>
<p>O objetivo passa por alertar os condutores de motociclos e ciclomotores para a importância de uma condução defensiva e responsável, mas também por sensibilizar os restantes utilizadores da estrada para a necessidade de partilhar o espaço rodoviário de forma mais segura.</p>
<p><strong>Meta é reduzir vítimas nas estradas</strong></p>
<p>O Plano Nacional de Fiscalização é desenvolvido anualmente pela ANSR, em articulação com a GNR e a PSP, tendo por base recomendações europeias e o quadro estratégico Visão Zero 2030, que aponta para a eliminação de vítimas mortais nas estradas.</p>
<p>As autoridades sublinham que a sinistralidade rodoviária não deve ser encarada como uma fatalidade e que as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros por todos os utilizadores da via.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785695]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Maré humana participa na cerimónia fúnebre de aiatola Ali Khamenei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:10:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma multidão preencheu hoje as ruas da cidade sagrada de Qom, a sul de Teerão, no quarto dia dos funerais no Irão do falecido líder supremo Ali Khamenei.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma multidão preencheu hoje as ruas da cidade sagrada de Qom, a sul de Teerão, no quarto dia dos funerais no Irão do falecido líder supremo Ali Khamenei.</P><br />
<P>O corpo do líder, morto a 28 de fevereiro, no primeiro dia dos ataques israelo-americanos ao Irão, encontra-se hoje exposto na mesquita de Jamkaran, em Qom, cidade sagrada que alberga os seminários mais influentes do islamismo xiita e vários santuários.</P><br />
<P>Imagens aéreas transmitidas pela televisão estatal mostraram as ruas da pequena cidade repletas de gente.</P><br />
<P>Durante a oração, conduzida pelo aiatola Abdollah Javadi-Amoli, de 93 anos, figura influente do xiismo conservador, uma multidão numerosa entoou em coro &#8220;Morte à América!&#8221;, um &#8216;slogan&#8217; frequentemente ouvido nos comícios oficiais da República Islâmica.</P><br />
<P>Noutras imagens, os fiéis, incluindo clérigos com turbante, prestam homenagem junto ao caixão do aiatola Khamenei e aos caixões dos familiares mortos com ele, entre os quais uma neta, com 14 meses, segundo as autoridades.</P><br />
<P>Na véspera, em Teerão, o terceiro dia de homenagem nacional deu origem a uma demonstração de força e unidade, seis meses após grandes manifestações que causaram centenas de mortos contra o poder e o custo de vida elevado.</P><br />
<P>Milhões de iranianos saíram às ruas para se despedirem de Khamenei, elevado à condição de mártir, num evento comparável ao funeral, em 1989, do seu antecessor, o aiatola Khomeini, fundador da República Islâmica.</P><br />
<P>O cortejo fúnebre deverá chegar, ainda hoje, ao vizinho Iraque, que conta com uma importante comunidade xiita.</P><br />
<P>O enterro daquele que presidiu aos destinos do país durante mais de três décadas, até à sua morte aos 86 anos, terá lugar na quinta-feira na cidade sagrada de Mashhad (nordeste do Irão), de onde Khamenei era natural.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786113]]></sapo:autor>
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		<title>O carro vai avisá-lo se tirar os olhos da estrada: o que muda esta terça-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:00:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudança decorre do Regulamento Geral de Segurança dos Veículos, conhecido como GSR2, que tem sido aplicado de forma faseada e que torna obrigatórias tecnologias de assistência à condução]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os automóveis novos matriculados na União Europeia passam a estar obrigados a incluir um conjunto mais vasto de sistemas avançados de segurança, pensados para reduzir acidentes provocados por fadiga, distração, excesso de velocidade ou reações tardias ao volante.</p>
<p>A mudança decorre do Regulamento Geral de Segurança dos Veículos, conhecido como GSR2, que tem sido aplicado de forma faseada e que torna obrigatórias tecnologias de assistência à condução que, até há poucos anos, estavam muitas vezes reservadas a versões mais caras ou a equipamentos opcionais.</p>
<p><strong>O carro passa a vigiar mais o condutor</strong></p>
<p>Um dos sistemas em destaque é o Aviso Avançado de Distração do Condutor, conhecido pela sigla ADDW. Esta tecnologia usa câmaras interiores para monitorizar o olhar do condutor e emitir um alerta se detetar que deixou de prestar atenção à estrada durante demasiado tempo.</p>
<p>A lógica é simples: em viagens longas, no trânsito intenso ou em períodos de maior cansaço, bastam poucos segundos de distração para aumentar o risco de acidente. O sistema foi concebido para identificar esse desvio de atenção e avisar o condutor antes que a situação se torne perigosa.</p>
<p>Segundo a Comissão Europeia, as novas regras aplicam-se a todos os veículos novos vendidos na União Europeia desde julho de 2024, depois de já serem obrigatórias para novos modelos homologados desde julho de 2022. A fase agora em destaque aprofunda a aplicação do regulamento, estendendo requisitos a veículos ligeiros de passageiros e mercadorias novos matriculados na UE.</p>
<p><strong>Que sistemas passam a ser obrigatórios?</strong></p>
<p>Entre as tecnologias abrangidas estão o Aviso Avançado de Distração do Condutor, que monitoriza o olhar, e o Aviso de Sonolência e Atenção do Condutor, que analisa padrões de condução e pode sugerir uma pausa quando deteta sinais de fadiga.</p>
<p>A lista inclui ainda a Assistência Inteligente de Velocidade, que lê sinais de trânsito e alerta quando o condutor ultrapassa o limite, a Travagem Autónoma de Emergência, capaz de ajudar a evitar colisões com veículos, peões ou ciclistas, e o Sistema de Manutenção na Via de Rodagem, que corrige a trajetória se o carro pisar as linhas da estrada sem o uso do pisca.</p>
<p>Os carros novos devem também integrar deteção de marcha-atrás, por câmara ou sensores, sinal de travagem de emergência, que faz piscar rapidamente as luzes de perigo em caso de travagem brusca, e monitorização da pressão dos pneus.</p>
<p><strong>A “caixa negra” chega aos automóveis</strong></p>
<p>Outra tecnologia obrigatória é o Gravador de Dados de Eventos, frequentemente descrito como a “caixa negra” do automóvel. Este sistema regista informação técnica nos segundos anteriores e posteriores a um acidente, como velocidade, travagem, aceleração, ativação dos sistemas de segurança e outros dados de funcionamento do veículo.</p>
<p>O objetivo não é gravar conversas nem imagens dos ocupantes, mas recolher informação que ajude a perceber melhor as circunstâncias dos acidentes e a melhorar a segurança rodoviária e o desenvolvimento dos veículos no futuro.</p>
<p>Os novos automóveis devem ainda estar preparados para a instalação de alcoolímetros bloqueadores, através de uma interface que permita ligar um sistema capaz de impedir o arranque do veículo se o condutor apresentar álcool no sangue.</p>
<p><strong>Mais proteção para peões e ciclistas</strong></p>
<p>O GSR2 também reforça a proteção dos utilizadores vulneráveis da estrada, como peões e ciclistas. Além dos sistemas de travagem automática e deteção de obstáculos, o regulamento prevê alterações estruturais, como uma zona de impacto da cabeça alargada na parte frontal do veículo.</p>
<p>Na prática, isto significa que áreas como o capô e a zona inferior do para-brisas devem ser concebidas para reduzir a gravidade das lesões em caso de atropelamento, usando soluções de construção mais favoráveis à absorção do impacto.</p>
<p><strong>De onde vêm estas regras?</strong></p>
<p>A obrigatoriedade tem origem no Regulamento (UE) 2019/2144, aprovado pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho em novembro de 2019. O diploma, conhecido como General Safety Regulation II, substituiu um conjunto disperso de normas sobre homologação de veículos e criou um quadro comum centrado na segurança geral, na proteção dos ocupantes e na defesa dos utilizadores vulneráveis da via.</p>
<p>A aplicação não foi feita de uma só vez. As primeiras obrigações começaram em julho de 2022 para novos tipos de veículos. Em julho de 2024, os principais sistemas passaram a ser exigidos em todos os veículos novos vendidos na União Europeia. A fase seguinte aprofunda a obrigatoriedade de tecnologias como os sistemas avançados de aviso de distração do condutor, alinhando as novas matrículas com o quadro europeu de segurança.</p>
<p><strong>Porque é que Bruxelas apertou as regras?</strong></p>
<p>O objetivo declarado da União Europeia é reduzir de forma significativa o número de mortos e feridos graves nas estradas. A Comissão Europeia estima que os novos sistemas de assistência obrigatórios possam ajudar a salvar mais de 25 mil vidas e evitar pelo menos 140 mil feridos graves até 2038.</p>
<p>A lógica do regulamento assenta na constatação de que muitos acidentes resultam de erro humano: excesso de velocidade, distração, fadiga, má avaliação de distâncias ou reações demasiado lentas. Ao tornar obrigatórios sistemas que avisam, corrigem ou ajudam a travar, Bruxelas procura antecipar situações de risco antes de estas se transformarem em colisões.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785876]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Cerca de uma centena de concelhos em perigo máximo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-cerca-de-uma-centena-de-concelhos-em-perigo-maximo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 13 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, à semelhança de segunda-feira, segundo o IPMA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 13 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, à semelhança de segunda-feira, segundo o IPMA.</P><br />
<P>Os concelhos em perigo máximo de incêndio rural pertencem aos distritos de Bragança, Braga, Vila Real, Porto, Viseu, Guarda, Coimbra, Santarém, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Faro.</P><br />
<P>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou ainda em perigo muito elevado e elevado todo o restante território do continente, à exceção de mais de uma dezena de concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa e Setúbal.</P><br />
<P>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</P><br />
<P>Portugal continental tem estado a ser afetado por uma onda de calor, com temperaturas a ultrapassar os 40 graus Celsius em algumas regiões do país.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o Governo decretou a prorrogação da situação de alerta em vigor, desde as 00:01 de hoje até às 23:59 de quinta-feira em 10 distritos de Portugal Continental, informou o Ministério da Administração Interna (MAI), em comunicado.</P><br />
<P>A decisão abrange os distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Beja, Santarém, Portalegre, Évora e Faro e justifica-se com &#8220;a manutenção da onda de calor&#8221; e com &#8220;previsões meteorológicas ainda de grande adversidade para os próximos dias nos distritos do interior do país&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>A hipótese de as temperaturas máximas superarem 35 graus Celsius, a humidade relativa do ar inferior a 20%, em especial no Algarve, no interior e no vale do Tejo, a possibilidade de trovoada seca e as eventuais rajadas de vento superiores a 40 quilómetros por hora incluem-se entre as explicações do Governo para prolongar uma situação que vigora desde sexta-feira.</P><br />
<P>A declaração implica, simultaneamente, a proibição de &#8220;acesso, circulação e permanência&#8221; no interior de certos espaços e caminhos florestais, bem como da realização de queimadas e queimas, incluindo as autorizadas, e de trabalho em espaços florestais com maquinaria (exceto para combate de incêndios) e nos restantes espaços rurais &#8220;com recurso a motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal&#8221;.</P><br />
<P>De fora das restrições ficam os trabalhos associados à alimentação de animais e cultivo dos campos, desde que decorram em zonas de regadio ou sem florestas, sejam essenciais e inadiáveis, e não haja o risco de ignição; a &#8220;extração de cortiça por métodos manuais e a extração (cresta) de mel&#8221;, sem material incandescente; e os trabalhos de construção civil inadiáveis, com mitigação do risco de incêndio.</P><br />
<P>É também permitida realização, entre o pôr do sol e as 11:00, de &#8220;trabalhos de colheita de culturas agrícolas com a utilização de máquinas, nomeadamente ceifeiras debulhadoras&#8221;, e de &#8220;operações de exploração florestal de corte, rechega e transporte&#8221;, &#8220;desde que sejam adotadas medidas de mitigação de risco de incêndio rural e comunicada a sua realização ao Serviço Municipal de Proteção Civil territorialmente competente&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786112]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>NATO chega a Ancara num “belo 31”: a fatura de Trump, as armas para a Ucrânia e a Europa a correr atrás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[geopolítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Teresa Duarte Fernandes]]></category>
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					<description><![CDATA[Teresa Duarte Fernandes, teaching assistant no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, falou à 'Executive Digest' sobre a reunião explosiva na Turquia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cimeira da NATO que arranca esta terça-feira, em Ancara, chega num momento em que a Aliança Atlântica está a tentar mostrar unidade, mas carrega demasiadas fraturas para que a reunião seja apenas protocolar. A guerra na Ucrânia, a pressão dos EUA para que a Europa gaste mais em defesa, a meta dos 5% do PIB, o Irão, o Ártico e a instabilidade em torno da Gronelândia prometem dominar uma cimeira que será observada de perto por aliados e adversários.</p>
<p>Para Teresa Duarte Fernandes, teaching assistant no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, todos estes temas contam, mas a cimeira deverá girar sobretudo em torno de Washington. “Os EUA insistem, e bem, que os europeus invistam mais em defesa”, afirma, em declarações à &#8216;Executive Digest&#8217;, lembrando que a divisão de encargos, o chamado burden-sharing, “é importante”. A diferença é que a atual Administração dos EUA já não fala apenas em partilha de encargos, mas numa espécie de “burden-shifting”, uma reorientação do peso das responsabilidades dentro da Aliança. Por isso, antecipa: &#8220;O foco de Ancara estará nas intervenções americanas.&#8221;</p>
<p><strong>Trump chega a Ancara com a fatura dos 5%</strong></p>
<p>A NATO reúne-se em Ancara até quarta-feira, com líderes dos 32 Estados-membros, incluindo Donald Trump, e com a meta de 5% do PIB em defesa até 2035 no centro da agenda. A aliança assume que o fórum deste ano se focará no progresso dos aliados face a esse objetivo e, sobretudo, em como transformar mais despesa em produção de defesa, compras conjuntas e capacidade militar real.</p>
<p>A questão, para Teresa Duarte Fernandes, não é apenas saber se os aliados aceitam gastar mais. É perceber se a NATO consegue fazê-lo sem se dividir. “Esta Administração orgulha-se especialmente de ter sido o elemento que fez com que os restantes aliados se comprometessem com a nova meta de investimento de 5%”, lembra. Mas a pressão de Trump tem um custo político: aumenta a exigência sobre a Europa e torna mais visível a dependência europeia dos meios militares dos EUA.</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; avança que a cimeira será dominada pelo esforço dos EUA para levar os aliados europeus a assumirem maior responsabilidade financeira e operacional pela defesa do continente, numa altura em que Washington revê a sua presença militar na Europa e promove uma estratégia de “NATO 3.0”.</p>
<p><strong>Rutte tem de impedir que a cimeira pareça uma rutura</strong></p>
<p>O risco é que Ancara pareça menos uma cimeira de unidade e mais uma negociação dura entre Trump e os europeus. É aqui que, segundo Teresa Duarte Fernandes, entra o máximo responsável da NATO. “O cargo de secretário-geral, atualmente ocupado pelo holandês Mark Rutte, tem como funções assegurar que a cimeira permanece um momento unificador e não se transforma num confronto”, sublinha.</p>
<p>Para a especialista, Rutte terá de ser mediador, porta-voz e gestor de tensões internas. “Tem de gerir as ameaças americanas de retirar tropas da Europa e de se retirar unilateralmente da NATO, de gerir as ameaças de tomar a Gronelândia, possivelmente à força, enquanto tenta assegurar que os outros aliados estão a fazer bons progressos para cumprir com as metas”, afirma. Não é, resume, “um malabarismo fácil de gerir”.</p>
<p>A razão é simples: uma imagem de divisão pode ser lida como fraqueza. “A Aliança só tem a perder se passar uma imagem de fragmentação e a Rússia não é ignorante a estes sinais”, avisa Teresa Duarte Fernandes.</p>
<p><strong>O artigo 5.º está no centro da ansiedade</strong></p>
<p>A NATO deverá reafirmar em Ancara o compromisso “inabalável” com a defesa coletiva, incluindo o artigo 5º, que estabelece que um ataque contra um aliado é considerado um ataque contra todos. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, esse compromisso deverá constar da declaração final preparada pelos aliados.</p>
<p>Mas Teresa Duarte Fernandes alerta que o verdadeiro teste está no comportamento político dos EUA. Se Washington entrar numa lógica de “pay-to-play”, isto é, se passar a proteger apenas os aliados que cumprem as metas de despesa, o efeito seria profundo. “No fundo acabam por colocar em causa o artigo 5.º, que é o artigo base da Aliança”, afirma.</p>
<p>É por isso que a cimeira de Ancara será também uma prova de credibilidade. A NATO pode declarar unidade, mas terá de convencer aliados, adversários e opiniões públicas de que essa unidade não depende apenas do humor político de Washington.</p>
<p><strong>A Europa está a correr atrás de anos de desinvestimento</strong></p>
<p>A meta dos 5% não terá de ser atingida já. Está prevista para 2035, com um ponto de situação em 2029. Ainda assim, Teresa Duarte Fernandes considera que o teste começa agora: “o teste imediato recai sobre a avaliação da capacidade dos aliados conseguirem reorientar, no espaço de um ano, as suas agendas políticas e orçamentos, para reforçar os seus investimentos em defesa”.</p>
<p>A especialista descreve a NATO como uma Aliança “em reconstrução”, sobretudo do lado europeu. A invasão russa da Ucrânia e a Administração Trump 2.0, diz, levaram os europeus a acelerar investimentos e a aproximarem-se entre si, mas não apagam décadas de dependência. “Não é possível resolver anos de desinvestimento, no curto espaço de tempo, com as circunstâncias atuais”, sublinha.</p>
<p>Para explicar o dilema, usa uma imagem: os Estados europeus caminharam “20 quilómetros para dentro de uma floresta”. Não conseguem voltar ao ponto de partida caminhando apenas cinco. “A alternativa é correr, em vez de andar”, diz, entendendo “correr” como investir mais em defesa. O problema é que os EUA têm treino, indústria e capacidade acumulada; a Europa, não. “Os europeus não têm, nesta dimensão, capacidades a par com os EUA”, afirma.</p>
<p><strong>Ucrânia volta ao centro, mas o problema não é só dinheiro</strong></p>
<p>A Ucrânia será outro dos pontos decisivos da cimeira. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, os aliados deverão reafirmar apoio a Kiev e comprometer cerca de 70 mil milhões de euros em equipamento militar, assistência e treino em 2026, com níveis semelhantes previstos para 2027.</p>
<p>Teresa Duarte Fernandes considera, porém, que reduzir o debate ao financiamento seria insuficiente. “Quando olhamos para o apoio à Ucrânia, não nos devemos cingir ao apoio financeiro”, defende. Para a especialista, “o que a Ucrânia mais precisa no imediato é do reforço das suas capacidades de defesa”.</p>
<p>A razão está no aumento dos ataques russos. “A Rússia tem aumentado a intensidade dos ataques, com enxames de drones e diversos tipos de mísseis, à Ucrânia no último mês e meio”, alerta. As lacunas ucranianas tornam-se evidentes, acrescenta, “se considerarmos a quantidade de mísseis que os ucranianos infelizmente não têm tido capacidade de intercetar”.</p>
<p>O ponto crítico são os sistemas Patriot. Trump tem elogiado ganhos ucranianos no campo de batalha, mas os EUA não conseguem responder plenamente ao ritmo de necessidade de intercetores. “Estes mísseis estão a ser gastos a um ritmo mais rápido do que os EUA os conseguem produzir”, explica Teresa Duarte Fernandes. A alternativa, diz, seria permitir a produção deste tipo de armamento em solo ucraniano. Mas fica a dúvida: “se Donald Trump irá alinhar com este compromisso ou não”.</p>
<p><strong>A ajuda a Kiev também divide aliados</strong></p>
<p>Apoiar a Ucrânia é consensual no discurso, mas nem sempre nas modalidades. Teresa Duarte Fernandes lembra que “o apoio financeiro à Ucrânia é um elemento divisor dentro da NATO”. Espanha e Itália têm resistido a assumir novas quotas financeiras diretas, por receio do impacto político e orçamental. Espanha, recorda, é o único país que não se comprometeu com a meta dos 5% até 2035 e fixou o seu teto máximo nos 2,1% do PIB.</p>
<p>Os países nórdicos seguem uma lógica diferente: em vez de apenas doar armas, têm apostado no financiamento da produção de armamento em solo ucraniano, numa visão de mais longo prazo. Washington, por seu lado, olha para a ajuda financeira da NATO à Ucrânia como uma responsabilidade “mais europeia” e como oportunidade para desenvolver a base industrial de defesa europeia em paralelo com a ucraniana.</p>
<p>É aqui que a cimeira terá de encontrar consenso: dinheiro imediato, reforço de armamento, produção industrial e compromisso político com Kiev, sem partir a Aliança por dentro.</p>
<p><strong>Irão e Gronelândia podem incendiar uma agenda já carregada</strong></p>
<p>O Médio Oriente também estará presente. A &#8216;Reuters&#8217; indica que a declaração da cimeira deverá incluir uma referência ao Irão, à necessidade de impedir que Teerão desenvolva armas nucleares e à liberdade de navegação no Estreito de Ormuz.</p>
<p>Para Teresa Duarte Fernandes, porém, a situação no Médio Oriente parece estar a estabilizar parcialmente, com o Estreito de Ormuz novamente aberto e as negociações entre EUA e Irão a aproximarem-se do ponto central: a questão nuclear. Isso permitirá que a Ucrânia volte a ganhar destaque.</p>
<p>Já a Gronelândia é descrita pela especialista como “aquele assunto que esperamos que não renasça das cinzas”. A razão é óbvia: a Gronelândia é uma região semiautónoma do Reino da Dinamarca, e a Dinamarca é membro fundador da NATO. Quando a Administração dos EUA equacionou o uso da força para tomar territórios soberanos de outro aliado, diz Teresa Duarte Fernandes, colocou em causa “o artigo 5.º a partir do interior da Aliança”, além das normas do Direito Internacional e dos princípios de soberania.</p>
<p><strong>O que ainda une a NATO</strong></p>
<p>Apesar das tensões, há temas que aproximam os aliados. Para Teresa Duarte Fernandes, os dois fatores mais agregadores são “a ameaça russa e o desafio sistémico que os chineses representam”. A especialista lembra que, apesar de os EUA serem o maior contribuinte para a segurança transatlântica, apenas dois dos 32 aliados estão no continente americano. Os restantes 30 estão na Europa, “onde a ameaça russa está à porta”.</p>
<p>Isso torna urgente o reforço das capacidades militares europeias. O problema é que a Europa continua dependente da importação de armamento dos EUA, incluindo material crítico como os Patriot. “O reforço da base de indústria de defesa europeia torna-se uma questão central, não só para esta cimeira, mas para todo o futuro da segurança transatlântica”, defende.</p>
<p>A especialista deixa ainda um aviso sobre a Rússia: se Vladimir Putin ficar com o controlo do Donbass, o território pode tornar-se “uma Crimeia 2.0”. Ou seja, não seria o fim da ameaça, mas uma pausa antes de uma nova ofensiva.</p>
<p><strong>Portugal vale mais do que os 2,01%</strong></p>
<p>Portugal chega a Ancara depois de anunciar que atingiu 2,01% do PIB em despesa militar. Mas, para Teresa Duarte Fernandes, reduzir o papel português à meta orçamental seria um erro. Portugal é o país da UE e da NATO posicionado mais a oeste no espaço europeu, tem dois arquipélagos no Atlântico e ocupa uma posição relevante num oceano cada vez mais disputado.</p>
<p>A especialista destaca o aumento da presença de submarinos russos no Mar do Norte e no Atlântico, bem como relatos de cortes de cabos submarinos e atividades de mapeamento de fundos marinhos. Estas ações permitem recolher dados sobre alvos militares e económicos, sendo também uma tática usada pela China.</p>
<p>Neste contexto, os Açores tornam-se essenciais. “A base dos Açores, aérea e o porto, serve como um importante ponto de apoio”, explica Teresa Duarte Fernandes, referindo operações de reabastecimento, lançamento de sonoboias e deteção antecipada de ameaças submarinas. Também a Constelação do Atlântico, projeto português de satélites de observação terrestre, reforça a capacidade de vigilância da vasta área transatlântica.</p>
<p><strong>A cimeira que mostra a dependência europeia</strong></p>
<p>Ancara será, assim, uma cimeira de compromissos, mas também de ansiedade. A NATO tentará mostrar unidade, reafirmar o artigo 5.º, prometer apoio à Ucrânia e provar que a Europa está a investir mais. Mas por baixo da fotografia de família estará uma pergunta difícil: quanto tempo consegue a Aliança depender dos EUA sem saber exatamente que EUA terá pela frente?</p>
<p>É por isso que a frase que melhor resume o momento é dura, mas eficaz: sem os EUA, a NATO fica num belo 31. A Europa está a correr atrás de anos de desinvestimento, a Ucrânia precisa de defesa aérea imediata, a Rússia observa sinais de divisão e Trump chega a Ancara decidido a cobrar a fatura. A cimeira dirá se a NATO está apenas a gerir tensões — ou se começou finalmente a transformar a dependência em estratégia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785969]]></sapo:autor>
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		<title>SpaceX entra no Nasdaq 100 esta terça-feira: pode a ação de Elon Musk voltar a disparar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[Inclusão da empresa de Elon Musk no índice tecnológico pode obrigar fundos indexados a comprar ações e criar uma nova vaga de procura pelo título, mas os analistas avisam: a possível subida pode não durar muito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A SpaceX prepara-se para entrar esta terça-feira no Nasdaq 100, poucos dias depois da maior estreia em bolsa da história. A inclusão da empresa de Elon Musk no índice tecnológico pode obrigar fundos indexados a comprar ações e criar uma nova vaga de procura pelo título, mas os analistas avisam: a possível subida pode não durar muito.</p>
<p>A empresa, que negoceia com o ticker SPCX, será adicionada ao índice antes da abertura da sessão, depois de ter entrado em bolsa a 12 de junho. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou que a SpaceX fixou o preço da oferta pública inicial em 135 dólares por ação, cerca de 116 euros, numa operação recorde de 75 mil milhões de dólares, aproximadamente 64 mil milhões de euros, avaliando a empresa em 1,77 biliões de dólares, cerca de 1,51 biliões de euros.</p>
<p><strong>Porque é que a entrada no Nasdaq 100 importa?</strong></p>
<p>A resposta está nos fundos indexados. Quando uma empresa passa a integrar um índice relevante, os ETF e fundos de investimento que replicam esse índice têm de comprar ações para ajustar as carteiras. No caso da SpaceX, a entrada no Nasdaq 100 coloca a empresa automaticamente no radar de produtos financeiros que seguem um dos principais índices tecnológicos de Wall Street.</p>
<p>Segundo o &#8216;Wall Street Journal&#8217;, fundos que acompanham o Nasdaq 100 gerem cerca de 800 mil milhões de dólares em ativos, aproximadamente 684 mil milhões de euros, e terão de comprar ações da SpaceX para refletir a nova composição do índice. Apesar da avaliação superior a dois biliões de dólares, a empresa deverá ter um peso inferior a 1% no índice, devido ao reduzido número de ações disponíveis para negociação.</p>
<p>O maior destes produtos é o Invesco QQQ Trust, conhecido por replicar o Nasdaq 100 e amplamente usado por investidores que procuram exposição às grandes tecnológicas. De acordo com o texto citado, o QQQ tem cerca de 481 mil milhões de dólares sob gestão, perto de 411 mil milhões de euros, e é um dos ETF mais negociados nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>A lei da oferta e da procura joga a favor da SpaceX</strong></p>
<p>O raciocínio de mercado é simples: se muitos fundos forem obrigados a comprar ações e a quantidade disponível for limitada, o preço pode subir. É a lógica clássica da oferta e da procura aplicada a uma das empresas mais mediáticas de Wall Street.</p>
<p>A SpaceX tem um free float reduzido, ou seja, uma percentagem limitada de ações disponível para negociação pública. Estimativas citadas no texto apontam para cerca de 281,2 milhões de ações disponíveis. Ao mesmo tempo, o peso inicial da empresa no Nasdaq 100 poderá ficar entre 0,47% e 0,7%. No cenário mais elevado, isso poderia obrigar fundos indexados a comprar cerca de 7 mil milhões de dólares em ações, perto de 6 mil milhões de euros.</p>
<p>Esse movimento ajuda a explicar porque a entrada em índices costuma ser vista como uma notícia positiva para uma ação. Mais compradores forçados significam mais procura. E, quando a oferta é curta, o preço tende a reagir.</p>
<p><strong>Mas a subida pode já estar descontada</strong></p>
<p>O problema é que Wall Street raramente espera pelo dia oficial. Investidores institucionais e operadores especializados em arbitragem podem comprar ações entre o anúncio da entrada no índice e a data efetiva da inclusão, antecipando a procura dos fundos indexados.</p>
<p>Isso significa que parte da subida potencial pode acontecer antes da entrada formal. No próprio dia em que a ação passa a integrar o índice, esses investidores podem vender com lucro, o que limita ou até inverte o movimento esperado.</p>
<p>A Barron’s lembra que a história recente recomenda prudência: das 21 empresas adicionadas ao Nasdaq 100 nos últimos dois anos, apenas seis subiram na primeira semana após a entrada. Em média, essas ações caíram 3,8% na semana de estreia no índice, embora tenham registado ganhos médios de 3,6% ao fim de um mês e 6,3% ao fim de três meses.</p>
<p><strong>A ação já mostrou forte volatilidade</strong></p>
<p>A SpaceX tem vivido semanas instáveis desde a entrada em bolsa. A ação fechou a semana passada nos 162 dólares, cerca de 139 euros, acima do preço de abertura de 150 dólares, perto de 128 euros, mas mais de 20% abaixo dos máximos alcançados nos primeiros dias de negociação.</p>
<p>O mercado de opções indica que os investidores esperam uma oscilação até 8% em qualquer direção até ao final da semana. Um movimento dessa dimensão poderia levar a ação até cerca de 175 dólares, aproximadamente 150 euros, ou fazê-la cair para 148 dólares, perto de 126 euros, o que representaria um novo mínimo de fecho.</p>
<p>A volatilidade é particularmente relevante porque a entrada no Nasdaq 100 pode atrair compradores passivos, mas não elimina dúvidas sobre avaliação, lucros futuros, necessidades de capital e desbloqueio gradual de ações detidas por trabalhadores e investidores iniciais.</p>
<p><strong>Wall Street começa a dividir-se</strong></p>
<p>Os bancos de investimento começaram a acompanhar a empresa. A Wedbush atribuiu à SpaceX uma recomendação de “outperform” e um preço-alvo de 190 dólares, cerca de 162 euros. A KeyBanc assumiu uma posição mais cautelosa, com recomendação neutra, segundo a Investopedia.</p>
<p>Para a Wedbush, a SpaceX já não deve ser vista apenas como uma empresa espacial. Os analistas consideram que a companhia está bem posicionada para se tornar uma grande plataforma tecnológica, combinando lançamentos espaciais, exploração, internet por satélite através da Starlink e infraestrutura ligada à inteligência artificial.</p>
<p>O Investor’s Business Daily escreve que Dan Ives, da Wedbush, vê a SpaceX como uma empresa apoiada em três pilares: lançamentos, rede Starlink e um segmento crescente ligado a centros de dados e IA. A tese é que a empresa pode vir a funcionar como um “hyperscaler”, competindo no universo das grandes infraestruturas tecnológicas.</p>
<p><strong>Milhões podem ficar expostos à SpaceX sem escolherem a ação</strong></p>
<p>A entrada no Nasdaq 100 tem ainda outro efeito: milhões de investidores que compram ETF ou fundos que replicam o índice poderão passar a deter indiretamente ações da SpaceX, mesmo sem terem decidido investir diretamente na empresa.</p>
<p>É isso que torna a mudança relevante para além dos acionistas da companhia. Quem tem exposição a produtos ligados ao Nasdaq 100, incluindo planos de reforma e carteiras automatizadas, pode passar a ter uma pequena fatia da SpaceX. O peso será reduzido, mas a escala do índice faz com que o impacto agregado seja significativo.</p>
<p>A inclusão surge também num momento de forte atividade nas estreias tecnológicas em bolsa. Depois da SpaceX e da Cerebras, o mercado acompanha a possibilidade de futuras entradas de empresas ligadas à inteligência artificial, como a Anthropic e a OpenAI, embora a volatilidade recente da própria SpaceX possa aumentar a cautela em torno de novas ofertas públicas.</p>
<p><strong>Um impulso possível, mas não garantido</strong></p>
<p>A entrada no Nasdaq 100 pode dar um novo impulso à ação da SpaceX, sobretudo devido às compras obrigatórias dos fundos indexados. Mas isso não significa que a valorização esteja garantida, nem que seja duradoura.</p>
<p>A curto prazo, a ação ficará entre duas forças opostas: a procura passiva dos fundos e a possível realização de lucros por investidores que já anteciparam a inclusão. A médio prazo, o desempenho dependerá menos da entrada no índice e mais da capacidade da SpaceX de justificar em resultados a avaliação histórica com que chegou ao mercado.</p>
<p>Para os investidores, a pergunta não é apenas se a SpaceX pode subir esta terça-feira. É se a empresa conseguirá provar que vale, como negócio cotado, aquilo que Wall Street já está disposta a pagar pela promessa de ligar espaço, internet e inteligência artificial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785995]]></sapo:autor>
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		<title>Fim à vista para a onda de calor? Alívio no litoral, temperaturas extremas no interior: o tempo para esta terça-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[IPMA]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Calor extremo não desaparece do país: no interior, no Alentejo e em parte do Algarve, os termómetros continuam a poder aproximar-se dos 40 a 42 graus]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A onda de calor que tem afetado Portugal continental começa a dar sinais de enfraquecimento esta terça-feira, sobretudo no litoral Norte e Centro, onde a entrada de ar marítimo mais fresco deverá provocar uma descida acentuada das temperaturas. Ainda assim, o calor extremo não desaparece do país: no interior, no Alentejo e em parte do Algarve, os termómetros continuam a poder aproximar-se dos 40 a 42 graus.</p>
<p>Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a descida das temperaturas deverá continuar de forma gradual ao longo da semana, com redução progressiva dos avisos meteorológicos. A meteorologista Patrícia Marques explicou que a onda de calor deverá manter-se, pelo menos, até quarta-feira, mas que, a partir daí, várias estações deixarão de cumprir os critérios de onda de calor, à medida que os valores regressam ao que é considerado normal para a época.</p>
<p><strong>Litoral com alívio e manhã de nevoeiro</strong></p>
<p>A mudança mais sentida deverá ocorrer junto à faixa costeira, em particular no litoral Norte e Centro. A entrada de uma massa de ar marítimo, mais fresca e húmida, deverá trazer uma descida significativa das máximas face aos valores extremos registados nos últimos dias.</p>
<p>Em algumas zonas do Minho e do litoral Norte, a diferença face ao pico de calor do fim de semana poderá ser muito expressiva, com localidades que chegaram a rondar os 42 ou 43 graus a descerem para valores próximos dos 23 a 25 graus. O dia deverá começar com neblinas, nevoeiros e nuvens baixas junto à costa ocidental, podendo ocorrer chuviscos fracos e localizados durante a manhã.</p>
<p><strong>Interior ainda sob calor intenso</strong></p>
<p>A realidade será diferente no interior, onde o ar quente deverá resistir durante mais tempo. Em Trás-os-Montes, nas Beiras, nos vales do Tejo e no Alentejo, as temperaturas continuarão muito elevadas, com máximas que poderão atingir 40 a 42 graus em alguns locais.</p>
<p>O IPMA prevê céu pouco nublado ou limpo no continente, com vento em geral fraco a moderado do quadrante oeste, tornando-se mais intenso a partir da tarde. As mínimas também começam a descer em várias regiões, mas as noites continuarão quentes em zonas do interior e do Sul, onde a recuperação térmica será mais lenta.</p>
<p><strong>Avisos continuam ativos, mas já sem vermelho esta terça-feira</strong></p>
<p>Depois dos avisos vermelhos que marcaram os últimos dias, esta terça-feira o país deverá continuar com vários distritos sob aviso devido ao calor, mas com menor severidade. De acordo com a atualização do IPMA, Beja, Évora, Faro, Bragança, Castelo Branco, Guarda e Portalegre estarão sob aviso laranja por tempo quente até quarta-feira à noite. Coimbra, Leiria, Lisboa, Santarém, Setúbal, Vila Real e Viseu estarão sob aviso amarelo no mesmo período.</p>
<p>Na Madeira, as regiões montanhosas estarão sob aviso laranja por persistência de valores muito elevados da temperatura máxima, enquanto a costa norte, a costa sul e Porto Santo estarão sob aviso amarelo até quarta-feira à noite. Nos Açores, a previsão aponta para períodos de céu muito nublado, abertas e possibilidade de aguaceiros fracos, mais prováveis no Grupo Oriental.</p>
<p><strong>Perigo de incêndio continua elevado</strong></p>
<p>Apesar da descida da temperatura no litoral, o perigo de incêndio rural mantém-se como uma das principais preocupações, devido ao calor acumulado, à baixa humidade em várias regiões e à persistência de valores elevados no interior. A Proteção Civil tinha já alertado para o agravamento do perigo de incêndio rural associado ao tempo quente e seco, num contexto em que grande parte do território continental continuava sob níveis elevados de risco.</p>
<p>O risco é particularmente relevante nas zonas do interior Norte e Centro, no vale do Tejo, no Alentejo e no Algarve, onde as temperaturas deverão permanecer muito altas. O perigo de incêndio rural é calculado pelo IPMA com base em fatores como temperatura do ar, humidade relativa, vento e precipitação registada nas 24 horas anteriores.</p>
<p><strong>Madeira quente e Açores abafados</strong></p>
<p>Nos arquipélagos, o cenário será mais estável, mas ainda com calor. Na Madeira, o céu deverá apresentar-se em geral limpo ou pouco nublado, com maior nebulosidade nas encostas viradas a norte e em Porto Santo, mas sem precipitação significativa. As temperaturas máximas deverão ficar próximas dos 27 a 30 graus, com vento fraco a moderado de noroeste.</p>
<p>Nos Açores, a previsão aponta para períodos de céu muito nublado, alternando com abertas, sobretudo no Grupo Central. Poderão ocorrer aguaceiros fracos nas ilhas orientais. O ambiente deverá manter-se abafado e húmido, com temperaturas máximas entre os 25 e os 28 graus e mínimas próximas dos 18 a 21 graus.</p>
<p><strong>Onda de calor com fim à vista</strong></p>
<p>A tendência para os próximos dias é de descida gradual da temperatura, primeiro no litoral e depois no interior. Segundo Patrícia Marques, até ao final da semana não deverá ser necessário voltar a emitir avisos de tempo quente, embora algumas regiões, sobretudo no Alentejo, ainda possam manter valores elevados durante mais tempo.</p>
<p>A partir desta quarta-feira, a onda de calor deverá perder expressão na maior parte das estações meteorológicas, com o país a regressar gradualmente a temperaturas mais próximas do normal para julho. Até lá, o contraste será evidente: alívio junto ao Atlântico, mas calor ainda severo no interior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785873]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Confrontos no interior de prisão no Sri Lanka provocam pelo menos 25 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Confrontos no interior de uma prisão nos arredores da capital do Sri Lanka causaram a morte de, pelo menos, 25 pessoas, na maioria reclusos, e deixaram mais de 100 feridos, informaram as autoridades na segunda-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Confrontos no interior de uma prisão nos arredores da capital do Sri Lanka causaram a morte de, pelo menos, 25 pessoas, na maioria reclusos, e deixaram mais de 100 feridos, informaram as autoridades na segunda-feira.</P><br />
<P>A agitação na prisão de Negombo, a cerca de 35 quilómetros a norte de Colombo, começou entre os reclusos no domingo e, quando os guardas tentaram intervir na segunda-feira, os reclusos &#8220;começaram a atacar os funcionários prisionais&#8221;, segundo o porta-voz da prisão, A.C. Gajanayake, citado pela agência Associated Press.</P><br />
<P>Alguns reclusos tentaram fugir, mas foram detidos, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>Um responsável do principal hospital público da região informou que sete funcionários prisionais e 18 reclusos morreram, enquanto outros 43 se encontram a receber tratamento devido a ferimentos. </P><br />
<P>A mesma fonte, que falou sob condição de anonimato, acrescentou que três outros hospitais estão a tratar de dezenas de feridos.</P><br />
<P>O ministro da Justiça do Sri Lanka, Harshana Nanayakkara, afirmou que o primeiro confronto eclodiu entre dois bandos rivais ligados ao tráfico ilegal de drogas. </P><br />
<P>Uma vez restabelecida a ordem na segunda-feira à noite, os reclusos que lideraram a violência foram transferidos para duas outras prisões, acrescentou Nanayakkara.</P><br />
<P>Os distúrbios justificaram o destacamento de tropas do exército do país para o entorno da prisão.</P><br />
<P>As prisões do Sri Lanka estão em sobrelotação, com mais de 39 mil reclusos amontoados num sistema com uma capacidade total para apenas 10 mil presos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786111]]></sapo:autor>
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		<title>Banco central abre mercado da China continental a dívida emitida em Macau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 05:04:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder do banco central da China, Pan Gongsheng, anunciou hoje que a dívida emitida em Macau poderá ser vendida no mercado da China continental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do banco central da China, Pan Gongsheng, anunciou hoje que a dívida emitida em Macau poderá ser vendida no mercado da China continental.</P><br />
<P>O governador do Banco Popular da China (PBC, na sigla em inglês) disse que o mercado chinês também irá abrir-se às obrigações emitidas na vizinha região de Hong Kong, quer sejam denominadas em dólares de Hong Kong ou em renmimbi.</P><br />
<P>Pan falava num discurso proferido durante uma cimeira, realizada em Hong Kong, sobre o programa Bond Connect, que permite aos investidores da China continental aceder a mercados de dívidas externos.</P><br />
<P>O líder do PBC anunciou que a quota anual de investimento líquido no Bond Connect irá subir de 500 para 800 mil milhões de yuan (de 64 para 103 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Pan prometeu ainda reforçar o investimento das reservas cambiais da China continental em ativos em Hong Kong, para apoiar o mercado financeiro da antiga colónia britânica.</P><br />
<P>&#8220;Isto dará vitalidade ao desenvolvimento de Hong Kong&#8221;, disse o governador, citado pela imprensa local.</P><br />
<P>Pan disse que o lançamento de mais produtos financeiros denominados em renmimbi é uma grande oportunidade para Hong Kong atrair mais investidores estrangeiros, incluindo fundos soberanos.</P><br />
<P>O líder do banco central da China confirmou que Hong Kong lançará em breve contratos de futuros de obrigações em renminbi a cinco anos, tendo como alvo prioritário investidores externos.</P><br />
<P>Macau tem apostado nos serviços financeiros entre a China e os países de língua portuguesa para diversificar a economia da cidade, altamente dependente dos casinos e do turismo.</P><br />
<P>O banco do bloco BRICS, o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), anunciou em 26 de junho a primeira emissão de dívida em Macau, no valor de 50 milhões de dólares (43,9 milhões de euros).</P><br />
<P>A sucursal de Macau do Banco Industrial e Comercial da China, que organizou a emissão de dívida, informou em comunicado que o dinheiro será investido em &#8220;projetos de infraestruturas sustentáveis no Brasil&#8221;, sem revelar mais detalhes.</P><br />
<P>O regulador financeiro da região chinesa, a Autoridade Monetária de Macau (AMCM), fiz saber que a dívida foi &#8220;totalmente subscrita&#8221; pelo Fundo de Cooperação e Desenvolvimento China-Países de Língua Portuguesa.</P><br />
<P>Este fundo foi criado há 10 anos pelo Banco de Desenvolvimento da China (CDB, na sigla em inglês), um banco estatal, e pelo Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Macau, com um capital de mil milhões de dólares (875 milhões de euros).</P><br />
<P>Em fevereiro, o novo presidente da AMCM, Simon Vong Sin Man, prometeu, ao tomar posse, reforçar o papel da região como fornecedor de serviços financeiros entre a China continental e os mercados lusófonos.</P><br />
<P>Em janeiro, o CDB tornou-se o primeiro banco estatal chinês a emitir dívida em Macau, no valor de 5,5 mil milhões de yuan (710 milhões de euros), também para financiar projetos nos países de língua portuguesa.</P><br />
<P>Em janeiro de 2025, Henrietta Lau Hang Kun, dirigente da AMCM, disse que os bancos centrais de Angola e Timor&#8211;Leste estavam interessados em emitir dívida pública na região, para atrair investidores da China continental.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786110]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro mexicano da Economia regressa a Washington para negociações sobre T-MEC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 04:28:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro mexicano da Economia informou que viaja hoje para Washington para preparar a segunda ronda de negociações sobre a revisão do T-MEC, o acordo de comércio livre entre México, Estados Unidos e Canadá.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro mexicano da Economia informou que viaja hoje para Washington para preparar a segunda ronda de negociações sobre a revisão do T-MEC, o acordo de comércio livre entre México, Estados Unidos e Canadá.</P><br />
<P>Marcelo Ebrard anunciou, através de uma mensagem nas redes sociais, a viagem à capital dos Estados Unidos, onde, segundo afirmou, representará os interesses comerciais do seu país, na sequência da recusa de Washington em prorrogar o acordo.</P><br />
<P>&#8220;Tenho recebido muitas perguntas sobre as minhas atividades para a próxima quarta-feira, 08 de julho. Partilho convosco que amanhã [08 de julho] embarco num voo para Washington para preparar a próxima ronda de negociações para a revisão do T-MEC; na quarta-feira estarei lá a representar os interesses do México&#8221;, anunciou Ebrard. </P><br />
<P>A viagem de Ebrard ocorre depois de Washington ter anunciado, em 01 de julho, que não irá prorrogar o acordo na sua forma atual, dando lugar a um processo de revisões anuais.</P><br />
<P>Apesar de os EUA terem recusado prorrogar o acordo por mais 16 anos, a Presidente do México, Claudia Sheinbaum, manifestou-se otimista na sexta-feira em relação à conclusão de um acordo, considerando que as negociações entre os três países das Américas do Norte no âmbito da primeira revisão anual do tratado comercial estão &#8220;muito avançadas&#8221;.</P><br />
<P>Perante a situação de incerteza decorrente da recusa de Washington em prorrogar o T-MEC, a Presidente insistiu que existe certeza para investir no México, uma vez que o tratado &#8220;se mantém&#8221;, pelo menos, até 2036. </P><br />
<P>Quanto à posição comercial do México, Sheinbaum classificou como &#8220;absolutamente falso&#8221; que o país tenha negociado mal com Washington e afirmou que o Canadá se encontra &#8220;em condições ainda mais desfavoráveis&#8221; do que as que o México enfrenta &#8220;neste momento&#8221;.</P><br />
<P>O T-MEC entrou em vigor a 01 de julho de 2020, substituindo o NAFTA.</P><br />
<P>Embora os Estados Unidos tenham descartado, por enquanto, a prorrogação do tratado para além de 2036, o próprio acordo permite que os três parceiros acordem uma prorrogação de 16 anos a qualquer momento, caso consigam resolver as divergências que motivam as revisões anuais.</P><br />
<P>O Presidente dos EUA, Donald Trump, já tinha manifestado dúvidas quanto à prorrogação do acordo, ao afirmar que o país &#8220;não precisa de nada&#8221; dos seus parceiros da América da Norte.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786109]]></sapo:autor>
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		<title>NATO/Cimeira: Governo antecipa &#8220;reafirmação da unidade da Aliança&#8221; e destaca reforço de investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 04:26:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo português acredita que a cimeira da NATO, que arranca hoje na Turquia, representará um momento de "reafirmação da unidade da Aliança" e da "centralidade do Atlântico", destacando que o reforço em Defesa não comprometeu as contas públicas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo português acredita que a cimeira da NATO, que arranca hoje na Turquia, representará um momento de &#8220;reafirmação da unidade da Aliança&#8221; e da &#8220;centralidade do Atlântico&#8221;, destacando que o reforço em Defesa não comprometeu as contas públicas. </P><br />
<P>De acordo o gabinete do primeiro-ministro, Luís Montenegro, a cimeira da Aliança Atlântica, que decorre até terça-feira em Ancara, capital da Turquia, representará para o país &#8220;um momento muito importante&#8221; a vários níveis. </P><br />
<P>Em primeiro lugar, a cimeira representará um momento de &#8220;reafirmação da unidade da Aliança e da centralidade do Atlântico para a segurança da Europa &#8211; como Portugal sempre sublinhou&#8221;. </P><br />
<P>Esta cimeira decorre numa altura de tensão entre a Europa e os Estados Unidos da América, com a administração norte-americana a recuar no seu investimento no âmbito da Aliança Atlântica, inclusive com a retirada de tropas, argumentando que cabe aos aliados europeus um maior papel na defesa daquele continente. </P><br />
<P>O Governo português sublinha que &#8220;cumpriu o compromisso que assumiu&#8221;, tendo investido 2,01% do PIB em Defesa &#8211; um reforço de 1,6 mil milhões de euros num ano &#8211; &#8220;sem comprometer a estabilidade das contas públicas ou as políticas sociais&#8221;.</P><br />
<P>O executivo realça ainda que dispõe &#8220;de uma trajetória credível para continuar a investir responsavelmente e com o propósito de melhor capacitar as forças armadas em linha com as metas definidas pela NATO&#8221; &#8211; na última cimeira, em Haia, os aliados subiram para 5% a meta de investimento até 2035.</P><br />
<P>Portugal assume-se como &#8220;um contribuinte líquido para a segurança transatlântica, ao participar em diversas missões da Aliança, como na Roménia, que o primeiro-ministro visitou em 2025, ou no policiamento aéreo do Báltico&#8221;, destaca o executivo.</P><br />
<P>&#8220;A Cimeira de Ancara deverá confirmar a força do vínculo transatlântico, com base na reafirmação do compromisso dos EUA para com a Aliança e a assunção de maiores responsabilidades por parte dos países europeus, adiantou a mesma fonte. </P><br />
<P>O executivo realça que a Europa tem vindo a fazer este reforço &#8220;de há anos a esta parte&#8221; o que &#8220;permitirá um melhor equilíbrio no seio da relação transatlântica&#8221;.</P><br />
<P>Além disto, na ótica do executivo português, esta cimeira &#8220;deverá permitir reafirmar o apoio à Ucrânia, que é essencial à segurança da Europa, e sublinhar a necessidade de desenvolver as indústrias de defesa, com todas as oportunidades económicas que daí decorrem&#8221;.</P><br />
<P>No plano do desenvolvimento das indústrias do setor, o Governo realça a importância de ter uma &#8220;atenção específica às PME, centrais ao tecido produtivo&#8221; português.</P><br />
<P>A cimeira da NATO vai decorrer em Ancara, capital da Turquia, país no qual Portugal tem atualmente dois navios reabastecedores a ser construídos: o NRP Luís de Camões e o D. Dinis, com entrega prevista para 2028.</P><br />
<P>Numa altura em que os EUA exigem um reforço do pilar europeu da NATO e criticam fortemente alguns aliados, &#8211; nomeadamente países como Espanha, Itália ou o Reino Unido que recusaram ceder as suas bases militares para operações ofensivas contra o Irão, &#8211; Portugal tem mantido uma postura colaborante sem antagonizar a administração norte-americana.</P><br />
<P>O país tem sido até elogiado pela administração de Donald Trump, nomeadamente no que toca ao uso da Base das Lajes, nos Açores, e a aliança transatlântica pode inclusive ser reforçada caso Portugal escolha os F-35 norte-americanos para substituir os F-16 &#8212; decisão que não se prevê que saia desta cimeira.</P><br />
<P>O negócio está a ser disputado também por empresas europeias, como a Saab, que usam o argumento do reforço da autonomia estratégica da UE como trunfo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786108]]></sapo:autor>
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		<title>NATO/Cimeira: Aliados reunidos em Ancara com investimento em Defesa e apoio à Ucrânia na agenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 04:26:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cimeira da NATO arranca hoje em Ancara, capital da Turquia, com foco no reforço do investimento em Defesa, nomeadamente dos aliados europeus face a um recuo dos Estados Unidos (EUA), e no apoio à Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A cimeira da NATO arranca hoje em Ancara, capital da Turquia, com foco no reforço do investimento em Defesa, nomeadamente dos aliados europeus face a um recuo dos Estados Unidos (EUA), e no apoio à Ucrânia.</P><br />
<P>De acordo com a agenda oficial da cimeira de chefes de Estado e de Governo dos 32 Estados-membros da Aliança Atlântica, que vai decorrer até quarta-feira no Palácio Presidencial de Ancara, vão ser discutidos três assuntos: o investimento em Defesa, o reforço da produção industrial e o apoio à Ucrânia.</P><br />
<P>A reunião decorre numa altura de tensão entre a Europa e os EUA, com a administração norte-americana liderada pelo republicano Donald Trump a recuar no seu investimento no âmbito da Aliança Atlântica, inclusive com a retirada de tropas do território europeu, argumentando que cabe aos aliados europeus um maior papel na defesa do chamado &#8220;velho continente&#8221;.</P><br />
<P>Além disto, o último ano foi marcado por críticas de Trump a alguns países da NATO como Espanha, Reino Unido ou Itália, por terem recusado a utilização pelos EUA de bases militares para operações militares contra o Irão, bem como ameaças do Presidente norte-americano de recorrer à força militar para anexar a Gronelândia, um território autónomo da Dinamarca.</P><br />
<P>Já na cimeira do ano passado, em Haia, Países Baixos, Trump pressionou os países europeus a reforçar o seu investimento em Defesa, tendo sido acordado que até 2035 os aliados deverão atingir a meta dos 5% do Produto Interno Bruno (PIB): 3,5% para gastos com Forças Armadas, equipamento e treino; e 1,5% em investimentos como infraestruturas e indústria.</P><br />
<P>Numa tentativa de evitar que Trump volte a ameaçar abandonar a Aliança, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, tem argumentado que a Europa e o Canadá aumentaram significativamente as suas despesas militares e estão a cumprir com o compromisso assumido, que deverá sair reforçado de Ancara.</P><br />
<P>Portugal, que será representado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, e os ministros dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e da Defesa, Nuno Melo, atingiu em 2025 pela primeira vez a meta dos 2% do PIB em Defesa e aumentou em 1,6 mil milhões de euros o investimento nesta área desde a cimeira de Haia.</P><br />
<P>Apesar da postura de avanços e recuos de Donald Trump quanto ao conflito na Ucrânia, a cimeira deverá também reafirmar o apoio da NATO a Kiev, a nível militar, económico, financeiro ou energético, estando previsto que o chefe de Estado ucraniano, Volodymyr Zelensky, participe no jantar que será oferecido hoje pelo Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.</P><br />
<P>Estão previstas declarações de abertura do secretário-geral da NATO, Mark Rutte, no Fórum da Indústria de Defesa da Aliança, evento que decorre em simultâneo com a cimeira, e novamente à tarde, após um encontro com Zelensky.</P><br />
<P>Este fórum irá reunir governantes, empresas e &#8216;start-ups&#8217;, incluindo portuguesas, que desenvolvem produtos em áreas que vão da Inteligência Artificial ao ciberespaço, passando por drones ou mísseis. </P><br />
<P>A declaração final que sairá desta cimeira deverá também incluir uma breve referência à guerra no Irão, com um parágrafo no qual se sublinhará que Teerão não pode dispor de armas nucleares e será defendida a importância da liberdade de navegação no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>A cimeira decorre na Turquia, país que aderiu à NATO em 1952, quatro anos após a sua fundação, e que tem ganho um lugar de destaque no setor da Defesa europeu, designadamente através da produção dos drones Bayraktar.</P><br />
<P>A polícia turca deteve no domingo passado dezenas de ativistas de partidos da oposição e de organizações de esquerda críticos da NATO, no âmbito das medidas rigorosas de segurança que antecederam esta cimeira.</P><br />
<P></P><br />
<P>ARL/TA // SCA </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786107]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Brasil teme recurso dos Estados Unidos &#8220;à força militar&#8221; em solo brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 03:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil está preocupado com o "risco de recurso à força militar dos Estados Unidos" no seu território, depois de Washington ter classificado dois grupos criminosos do país como organizações terroristas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Brasil está preocupado com o &#8220;risco de recurso à força militar dos Estados Unidos&#8221; no seu território, depois de Washington ter classificado dois grupos criminosos do país como organizações terroristas.</P><br />
<P>&#8220;Esta classificação unilateral poderá ser invocada para justificar ações extraterritoriais contra instituições brasileiras&#8221;, alertou na quarta-feira o ministro dos Negócios Estrangeiros, Mauro Vieira, numa carta dirigida ao Parlamento brasileiro à qual a agência France Presse teve acesso.</P><br />
<P>O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva opôs-se a essa classificação, que, segundo os Estados Unidos, autoriza todo o tipo de intervenção norte-americana contra os líderes desses grupos em qualquer parte do mundo.</P><br />
<P>Em maio, a Administração norte-americana alegou que os grupos Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) dispunham de &#8220;redes ilícitas&#8221; que &#8220;se estendem muito além das fronteiras do Brasil&#8221;, e declarou os dois grupos como terroristas.</P><br />
<P>As organizações em causa dedicam-se, nomeadamente, ao tráfico de droga e dispõem de outras fontes de rendimento ilegais nos bairros populares brasileiros.</P><br />
<P>Desde o regresso à Casa Branca em 2025, Donald Trump tem vindo a designar como terroristas diversos grupos criminosos noutros países, como os cartéis de Sinaloa, no México, ou o Tren de Aragua, na Venezuela.</P><br />
<P>Washington lançou ataques contra o &#8220;Tren de Aragua&#8221; na Venezuela e tem vindo a levar a cabo ataques mortíferos contra embarcações identificadas como pertencentes a narcotraficantes nas Caraíbas e no Pacífico, sem apresentar quaisquer provas.</P><br />
<P>No Brasil, a oposição de direita saudou a decisão de Washington, acusando o governo de laxismo à medida que se aproximam as eleições presidenciais, que deverão realizar-se em outubro.</P><br />
<P>Os dois países também estão em desacordo quanto à questão dos direitos aduaneiros: a Administração Trump deve decidir até 15 de julho se aplica sobretaxas de 25% a vários produtos brasileiros, na sequência de um inquérito sobre práticas comerciais alegadamente desleais. Acusações rejeitadas pelo Governo brasileiro.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786106]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Companhia aérea Azul recebe &#8216;luz verde&#8217; para entrar na Bolsa de Nova Iorque</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 02:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea brasileira Azul anunciou na segunda-feira ter recebido aprovação para se listar na Bolsa de Nova Iorque, um desenvolvimento que descreveu como "um novo capítulo" que lhe permitirá uma visibiliade global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A companhia aérea brasileira Azul anunciou na segunda-feira ter recebido aprovação para se listar na Bolsa de Nova Iorque, um desenvolvimento que descreveu como &#8220;um novo capítulo&#8221; que lhe permitirá uma visibiliade global.</P><br />
<P>Com esta autorização, a empresa adiantou que cancelará voluntariamente a atual cotação na NYSE American, uma bolsa de valores norte-americana também sediada em Nova Iorque mas destinada a empresas de pequena e média capitalização.</P><br />
<P>Segundo o comunicado, a Azul prevê que as suas ações comecem a ser negociados na principal bolsa de Nova Iorque a partir da sessão da próxima quinta-feira.</P><br />
<P>O presidente executivo da Azul, John Rodgerson, classificou o acontecimento como &#8220;um novo capítulo&#8221; para a companhia, que &#8220;aumentará a sua visibilidade na comunidade global de investimentos&#8221;.</P><br />
<P>O gestor sublinhou que, após concluir o processo de reestruturação, a transportadora aérea surgiu com &#8220;uma governação melhorada, uma estrutura de capital simplificada e uma base sólida para gerar valor a longo prazo&#8221;.</P><br />
<P>A Azul tinha solicitado proteção judicial ao abrigo da lei de falências dos Estados Unidos em maio de 2025, processo concluído oficialmente em fevereiro passado.</P><br />
<P>Na altura a companhia aérea afirmou ter realizado uma &#8220;transformação abrangente de seu balanço&#8221; e que alcançou os seus principais objetivos, incluindo o &#8220;fortalecimento de sua estrutura de capital, o aumento da liquidez e a redução substancial do endividamento&#8221;, permitindo uma maior sustentabilidade e crescimento a longo prazo das operações.</P><br />
<P>Na nota divulgada esta segunda-feira, a empresa esclareceu que as negociações e operações das ações ordinárias na Bolsa de São Paulo continuarão a decorrer normalmente e sem alterações.</P><br />
<P>A companhia opera em mais de 150 cidades brasileiras, com cerca de 250 rotas diretas no país e voos internacionais para Lisboa, Paris e Orlando nos Estados Unidos</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786105]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Caracas quer retomar voos em pista paralela no principal aeroporto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 02:29:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Venezuela quer retomar em breve alguns voos comerciais numa pista paralela no principal aeroporto do país, que foi danificado pelos sismos de 24 de junho, anunciou a presidente interina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Venezuela quer retomar em breve alguns voos comerciais numa pista paralela no principal aeroporto do país, que foi danificado pelos sismos de 24 de junho, anunciou a presidente interina.</P><br />
<P>Delcy Rodríguez, que inspecionou na segunda-feira os trabalhos de recuperação do Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, anunciou um &#8220;plano imediato para retomar as operações de voos comerciais o mais rapidamente possível&#8221;, sem especificar quando é esperada a retoma.</P><br />
<P>As declarações foram transmitidas pela emissora estatal Venezolana de Televisión, que exibiu imagens dos equipamentos instalados na pista danificada pelos sismos, que também causaram graves danos nas instalações do terminal, localizado na região devastada de La Guaira, no norte da Venezuela, perto de Caracas.</P><br />
<P>A chefe de Estado determinou o encerramento do aeroporto logo após os sismos e, desde então, várias companhias aéreas transferiram as operações para a cidade venezuelana de Valência, capital do estado de Carabobo (norte), a 172 quilómetros de Caracas por via terrestre.</P><br />
<P>A companhia aérea espanhola Iberia anunciou na segunda-feira que irá retomar, na quinta-feira, os voos regulares para a Venezuela, suspensos desde 26 de junho devido aos terramotos.</P><br />
<P>A transportadora irá operar dois voos semanais entre a capital espanhola Madrid e o Aeroporto Internacional de Valência, com partidas às quintas-feiras e aos domingos.</P><br />
<P>Os voos de regresso a Madrid farão uma escala técnica em Santo Domingo, na República Dominicana.</P><br />
<P>No sábado, Delcy Rodríguez tinha anunciado uma aliança internacional para a recuperação do aeroporto de Maiquetía, embora não tenha adiantado detalhes sobre o plano, que deverá estar concluído esta semana.</P><br />
<P>A presidente afirmou ainda que será iniciado um processo de recuperação dos aeroportos afectados, sem identificar que outros aeroportos sofreram danos, e que toda a infra-estrutura aérea será revitalizada.</P><br />
<P>Em 29 de junho, a Associação Internacional de Transporte Aéreo manifestou o desejo de retomar as operações regulares no principal aeroporto da Venezuela o mais rapidamente possível, mesmo com infraestruturas temporárias, e ofereceu apoio técnico ao Governo de Caracas.</P><br />
<P>Os sismos causaram, pelo menos, 3.535 mortos e 16.740 feridos na Venezuela, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 96 portugueses e lusodescendentes, e outros 60 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786104]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Bélgica venceu Estados Unidos e a &#8216;batota&#8217; Balogun</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 02:02:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Bélgica qualificou-se na segunda-feira para os quartos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer os coanfitriões Estados Unidos, que apresentaram o 'castigado' Folarin Bolagun, por 4-1, no último jogo dos 'oitavos'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Bélgica qualificou-se na segunda-feira para os quartos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer os coanfitriões Estados Unidos, que apresentaram o &#8216;castigado&#8217; Folarin Bolagun, por 4-1, no último jogo dos &#8216;oitavos&#8217;.</P><br />
<P>Charles De Ketelaere, aos nove e 33 minutos, Hans Vanaken, aos 57, e Romelu Lukaku, aos 90+3, apontaram os tentos dos belgas, enquanto Malik Tillman marcou, aos 31, o golo dos locais, de livre direto, após uma falta sobre Balogun, que viu o vermelho nos &#8217;16 avos&#8217; e foi &#8216;despenalizado&#8217; pela FIFA, numa decisão inexplicável.</P><br />
<P>Nos quartos de final, na sexta-feira, em Inglewood, pela 12:00 locais (20:00 em Lisboa), a Bélgica defronta a Espanha, campeã mundial em 2010, que eliminou Portugal (1-0).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786103]]></sapo:autor>
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		<title>Toyota planeia expandir fábrica no Texas e mover parte de produção do México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 01:49:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Toyota anunciou um investimento de 3,6 mil milhões de dólares (33 mil milhões de euros) para ampliar a sua fábrica em San Antonio, no Texas, num projeto que inclui transferir parte da sua produção do México para os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Toyota anunciou um investimento de 3,6 mil milhões de dólares (33 mil milhões de euros) para ampliar a sua fábrica em San Antonio, no Texas, num projeto que inclui transferir parte da sua produção do México para os Estados Unidos.</P><br />
<P>Num comunicado na segunda-feira, a fabricante japonesa informou que o investimento permitirá construir uma segunda linha de montagem, expandir em cerca de 232 mil metros quadrados o complexo de San Antonio, e criar 2.000 novos postos de trabalho, com o objetivo de aumentar a produção das carrinhas Tacoma, Tundra e Sequoia.</P><br />
<P>O projeto incluirá a transferência gradual de parte da produção de carrinhas &#8216;pick-up&#8217; Tacoma da fábrica na Baja California no México para o Texas de forma gradual ao longo de quase quatro anos, com a Toyota a sublinhar que a decisão faz parte de uma estratégia para reforçar a capacidade industrial na América do Norte.</P><br />
<P>Mesmo assim, a empresa destacou que mantém o compromisso com as operações nos Estados Unidos, Canadá e México, reiterando o apoio a uma rápida renovação do acordo comercial entre os três países, considerado essencial para preservar a competitividade da indústria automóvel regional.</P><br />
<P>O presidente e diretor executivo da Toyota da América do Norte, Ted Ogawa, afirmou que a expansão reflete a confiança da companhia na manufatura norte-americana e contribuirá para fortalecer a cadeia de fornecimento, responder à procura dos consumidores e gerar oportunidades económicas no Texas.</P><br />
<P>Com este investimento, a Toyota elevará para 8,3 mil milhões de dólares (7,6 mil milhões de euros) o montante investido no complexo de San Antonio desde 2003.</P><br />
<P>A empresa prevê que a nova linha de produção entre em funcionamento em 2030, altura em que a instalação praticamente duplicará a sua dimensão atual.</P><br />
<P>A Toyota anunciou em novembro do ano passado que investirá até 10 mil milhões de dólares (8,63 mil milhões de euros) adicionais nos EUA nos próximos cinco anos, na sequência das pressões do Presidente norte-americano, Donald Trump, que impõs investimentos na construção automóvel nos Estados Unidos às maiores empresas mundiais do setor, em alternativa à mitigação de tarifas alfandegárias.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786102]]></sapo:autor>
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		<title>Samsung anuncia que lucro operacional cresceu 19 vezes no segundo trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 01:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A gigante tecnológica sul-coreana Samsung Electronics anunciou hoje um aumento de 1.810,3% no lucro operacional no segundo trimestre, em comparação com o mesmo período de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A gigante tecnológica sul-coreana Samsung Electronics anunciou hoje um aumento de 1.810,3% no lucro operacional no segundo trimestre, em comparação com o mesmo período de 2025.</P><br />
<P>De acordo com resultados preliminares, a subida de 19 vezes no lucro operacional para o período de abril a junho deverá atingir 89,4 biliões de won (51 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A forte procura global por semicondutores avançados utilizados nos centros de dados de inteligência artificial (IA) tem levado os principais fabricantes sul-coreanos a registar lucros recorde e impulsionado o crescimento económico do país.</P><br />
<P>A estimativa, divulgada pela Samsung num comunicado enviado à bolsa de Seul, supera as previsões do mercado em 6,2% e marca um novo recorde trimestral, de acordo com a agência de notícias pública sul-coreana Yonhap.</P><br />
<P>A receita trimestral da tecnológica deverá crescer 129% face ao ano anterior, atingindo 171 biliões de won (98 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Os números definitivos deverão ser divulgados no final de julho.</P><br />
<P>A 29 de junho, o Governo sul-coreano apresentou um ambicioso plano a dez anos para a construção de fábricas de semicondutores avançados e centros de dados de IA.</P><br />
<P>No âmbito deste plano, 800 biliões de won (455 mil milhões de euros) foram alocados à construção de quatro novas fábricas pela Samsung Electronics e pela rival SK Hynix, no sudoeste da Coreia do Sul.</P><br />
<P>O sucesso do sector dos semicondutores de IA na Coreia do Sul também levou a um aumento correspondente da receita fiscal do Estado e alimentou o debate sobre a forma como estas receitas excepcionais devem ser utilizadas.</P><br />
<P>No final de maio, os sindicatos dos trabalhadores da Samsung Electronics aprovaram um acordo salarial que evitou uma greve sem precedentes na Coreia do Sul.</P><br />
<P>O acordo, aprovado por 73,7% dos votos, prevê bónus anuais substanciais ligados aos lucros gerados pela inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A Samsung e a confederação sindical chegaram a um acordo para evitar uma greve geral, com um compromisso que inclui bónus individuais de até 343 mil euros este ano para 78 mil funcionários da divisão de semicondutores.</P><br />
<P>Os trabalhadores exigiam a eliminação atual do limite máximo para o bónus de desempenho, fixado em até 50% do salário anual, e pedem a substituição por um sistema que reserve 15% do lucro operacional para incentivos.</P><br />
<P>O acordo preliminar inclui um bónus especial para a divisão Device Solutions, responsável pelo negócio de semicondutores, equivalente a 10,5% do desempenho da empresa e sem limite máximo de pagamento.</P><br />
<P>Os funcionários da divisão poderão receber entre 210 milhões e 600 milhões de won (entre 120 mil e 343 mil euros) em bónus, segundo a agência de notícias pública sul-coreana Yonhap.</P><br />
<P>Em 14 de maio, o Governo da Coreia da Sul tinha pedido uma resolução urgente do conflito laboral na Samsung Electronics e avisou que uma greve poderia comprometer a economia do país.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786101]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Petroleiro atacado com projétil não identificado perto de Ormuz</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 00:55:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um petroleiro foi atingido na segunda-feira por um projétil não identificado ao largo de Omã, na região do estreito de Ormuz, informou a agência marítima britânica UKMTO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um petroleiro foi atingido na segunda-feira por um projétil não identificado ao largo de Omã, na região do estreito de Ormuz, informou a agência marítima britânica UKMTO.</P><br />
<P>&#8220;Um petroleiro informou ter sido atingido por um projétil desconhecido no lado de bombordo, provocando um incêndio, enquanto navegava para sul&#8221;, escreveu a UKMTO num comunicado, acrescentando que o incidente não causou feridos nem danos ambientais.</P><br />
<P>O ataque ocorreu a 8 milhas náuticas (15 quilómetros) a leste de Limah, no Sultanato de Omã.</P><br />
<P>Os navios mercantes têm sido fortemente afetados pelo conflito no Médio Oriente desde 01 de março, quando o Irão fechou esta passagem vital em retaliação pelos ataques norte-americanos e israelitas, tendo os Estados Unidos, por seu lado, imposto um bloqueio aos portos iranianos.</P><br />
<P>O tráfego marítimo foi retomado após a assinatura de um memorando de entendimento entre Washington e Teerão, a 17 de junho, para pôr fim ao conflito.</P><br />
<P>Mas o Irão reitera, apesar da oposição dos Estados Unidos, que não haverá regresso à situação pré-guerra, quando a passagem pelo estreito era gratuita, e ameaça os navios que tentarem contornar a única rota que autorizou, ao longo das suas costas.</P><br />
<P>No final de junho, acusando Teerão de ter atacado dois navios, os Estados Unidos bombardearam o país em retaliação, e o Irão, por sua vez, atacou os vizinhos do Golfo, Kuwait e Bahrein.</P><br />
<P>Teerão e Washington chegaram depois a novo acordo sobre uma trégua nas hostilidades.</P><br />
<P>O estreito de Ormuz constitui a principal rota marítima que liga os países petrolíferos do Médio Oriente ao resto do mundo, em particular aos mercados asiáticos.</P><br />
<P>Em 2024, circulavam diariamente pelo estreito cerca de 20 milhões de barris de crude, o equivalente a quase 20% do consumo mundial de petróleo líquido, segundo a Agência de Energia dos Estados Unidos.</P></p>
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