De Zara a Chanel: 12 curiosidades surpreendentes sobre algumas das marcas mais famosas do mundo

Por trás de algumas das marcas de moda mais conhecidas existem histórias de começos modestos, símbolos inesperados, campanhas que lançaram carreiras e decisões que acabaram por definir identidades reconhecidas em todo o mundo. De Zara a Chanel, passando por Nike, Gucci, Prada ou Hermès, estas casas construíram a sua reputação através de percursos muito diferentes. Segundo o TresB, algumas começaram com poucos recursos, enquanto outras ganharam notoriedade graças a uma peça, a um logótipo ou a uma ligação inesperada à realeza e ao cinema. Zara começou numa loja da Corunha A história comercial da Zara começou em 1975, quando Amancio Ortega abriu a primeira loja da marca na Corunha. Esse projeto viria a transformar-se numa das maiores referências mundiais da moda e naquela que é apresentada como a marca de moda mais valiosa do momento. Dolce & Gabbana arrancou com apenas 1500 euros Domenico Dolce e Stefano Gabbana iniciaram o projeto em 1984 com apenas 1500 euros. Stefano Gabbana contou que, por falta de dinheiro, os dois criadores produziam casacos de lã em vez de caxemira e recorriam a malha jersey porque não conseguiam comprar tecidos mais caros. O símbolo da Nike custou 35 dólares Um dos logótipos mais reconhecidos…

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Por trás de algumas das marcas de moda mais conhecidas existem histórias de começos modestos, símbolos inesperados, campanhas que lançaram carreiras e decisões que acabaram por definir identidades reconhecidas em todo o mundo.

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De Zara a Chanel, passando por Nike, Gucci, Prada ou Hermès, estas casas construíram a sua reputação através de percursos muito diferentes. Segundo o TresB, algumas começaram com poucos recursos, enquanto outras ganharam notoriedade graças a uma peça, a um logótipo ou a uma ligação inesperada à realeza e ao cinema.

Zara começou numa loja da Corunha

A história comercial da Zara começou em 1975, quando Amancio Ortega abriu a primeira loja da marca na Corunha.

Esse projeto viria a transformar-se numa das maiores referências mundiais da moda e naquela que é apresentada como a marca de moda mais valiosa do momento.

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Dolce & Gabbana arrancou com apenas 1500 euros

Domenico Dolce e Stefano Gabbana iniciaram o projeto em 1984 com apenas 1500 euros.

Stefano Gabbana contou que, por falta de dinheiro, os dois criadores produziam casacos de lã em vez de caxemira e recorriam a malha jersey porque não conseguiam comprar tecidos mais caros.

O símbolo da Nike custou 35 dólares

Um dos logótipos mais reconhecidos do mundo foi criado por Carolyn Davidson, então estudante da Universidade Estadual de Portland, nos Estados Unidos.

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A autora recebeu 35 dólares pelo desenho do símbolo da Nike, que, numa primeira fase, não terá convencido totalmente Phil Knight, cofundador da marca.

Louis Vuitton chegou a Paris a pé

Louis Vuitton tinha apenas 16 anos quando chegou a Paris, em 1837, depois de fazer o percurso a pé.

Começou como aprendiz de um fabricante de malas e, quase 20 anos depois, abriu o próprio atelier. O negócio ganhou projeção com a produção de baús e acabaria por evoluir para uma das casas de luxo mais valiosas do mundo.

Gucci criou um padrão que antecedeu o monograma GG

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No final da década de 1930, a Gucci desenvolveu o tecido Diamante, caracterizado por um padrão de losangos.

De acordo com o TresB, esse elemento tornou-se um dos primeiros símbolos distintivos da marca italiana e serviu de precursor à tela com o monograma GG, ainda hoje utilizada em alguns modelos de malas.

O nome Adidas nasceu do fundador

A Adidas foi fundada por Adi Dassler a 18 de agosto de 1949.

O objetivo do empresário era desenvolver produtos capazes de melhorar o desempenho dos atletas. O próprio nome da marca resulta da combinação associada ao nome do fundador.

Prada tornou-se fornecedora da família real italiana

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Em 1919, a Prada recebeu o estatuto de fornecedora oficial da família real italiana.

Essa distinção permitiu que a marca incorporasse no seu logótipo elementos do brasão da Casa de Saboia, incluindo o desenho da corda com nó.

Calvin Klein ajudou a lançar várias carreiras

As campanhas da Calvin Klein tornaram-se parte importante da imagem da marca e contribuíram para dar projeção a figuras como Kate Moss e Mark Wahlberg.

Mais recentemente, Kendall Jenner, Justin Bieber e Jeremy Allen White também participaram em campanhas de roupa interior da marca.

Dior apresentou o New Look em 1947

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O primeiro desfile de Christian Dior realizou-se a 12 de fevereiro de 1947, nos salões do número 30 da Avenue Montaigne, em Paris.

Dessa coleção nasceu o conceito que ficou conhecido como New Look. O conjunto Bar, com uma saia plissada de lã preta, criou uma silhueta marcante que se tornou um dos símbolos do estilo Dior.

A mala Kelly deve o nome a Grace Kelly

A mala Kelly, da Hermès, foi desenhada por Robert Dumas na década de 1930.

A peça ganhou uma nova dimensão em 1956, depois de uma fotografia de Grace Kelly com o modelo ter circulado internacionalmente. A maison decidiu então batizar a mala com o nome da princesa.

A Medusa tornou-se o símbolo da Versace

O logótipo da Versace distingue-se pela figura da Medusa.

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Donatella Versace explicou que o símbolo passou a representar autoridade, força e emancipação feminina, tornando-se inseparável da imagem da mulher Versace.

Chanel começou com uma chapelaria

Coco Chanel abriu, em 1910, uma chapelaria chamada Chanel Modes.

As atrizes francesas da época começaram a usar os seus chapéus e contribuíram para consolidar a reputação da criadora. Cinco anos depois, Chanel abriu em Biarritz a primeira maison da marca nos moldes que viriam a torná-la conhecida.

A partir daí, construiu uma casa que transformou a moda feminina e afirmou uma nova ideia de elegância e autonomia.

Do detalhe à identidade global

Estas histórias mostram que muitas das marcas mais famosas do mundo nasceram de circunstâncias simples: um pequeno investimento, um símbolo barato, uma fotografia inesperada ou uma peça capaz de definir uma época.

O que começou como uma loja, um atelier ou uma ideia limitada por falta de recursos acabou, em vários casos, por se transformar numa identidade global reconhecida por milhões de consumidores.

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