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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Edifícios que BdP comprou em Entrecampos em 2025 valorizaram 10 ME &#8211; Centeno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 18:25:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mário Centeno, ex-governador do Banco de Portugal (BdP), disse que, com base nos valores da solução anunciada hoje por Álvaro Santos Pereira para Entrecampos, os edifícios cuja compra decidiu no ano passado já valorizaram 10 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mário Centeno, ex-governador do Banco de Portugal (BdP), disse que, com base nos valores da solução anunciada hoje por Álvaro Santos Pereira para Entrecampos, os edifícios cuja compra decidiu no ano passado já valorizaram 10 milhões de euros.</P><br />
<P>O atual governador do BdP anunciou hoje no parlamento que o banco central vai adquirir apenas um edifício em Entrecampos (o A1) e não dois (o A2 e o A3) como estava previsto, defendendo que é uma solução &#8220;mais adequada&#8221;. </P><br />
<P>Segundo Álvaro Santos Pereira, foi assinado um acordo com o promotor imobiliário, a Fidelidade, para a aquisição do edifício A1 em &#8216;Core &amp; Shell&#8217; (núcleo e casca/concha) por 165 milhões de euros.</P><br />
<P>Em maio do ano passado, o BdP &#8211; então ainda liderado por Mário Centeno &#8211; anunciou que assinou contrato com a Fidelidade para adquirir as futuras instalações da instituição, pelo valor de 191,99 milhões de euros.</P><br />
<P>Numa audição que decorreu hoje após à de Álvaro Santos Pereira, Centeno disse que, &#8220;a julgar pelos valores que agora vieram a público&#8221;, aquilo que o BdP adquiriu no ano passado já valorizou quase 10 milhões de euros.</P><br />
<P>&#8220;Se o BdP fosse vender hoje aqueles dois edifícios no mercado ao preço que está a comprar o A1, eram 10 milhões&#8221;, reiterou, deixando a pergunta retórica aos deputados se &#8220;10 milhões de euros é pouco na valorização do investimento em menos de um ano&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Eu acharia brilhante se me apresentassem esse negócio&#8221;, brincou, acrescentando que &#8220;não há muitos investimentos desta dimensão que tenham esta capacidade de valorização&#8221;. </P><br />
<P>Quanto aos valores finais de compra dos edifícios, sobre os quais existiam dúvidas no ano passado, Centeno assumiu que a transparência é um valor essencial, mas assegurou que o ministro das Finanças &#8220;sabia todos os números sobre este projeto&#8221;.</P><br />
<P>Centeno salientou que ainda hoje o atual governador referiu intervalos de preço para os acabamentos do futuro edifício. Com isso, &#8220;o BdP, neste momento, perdeu poder negocial, porque entregou ao mercado o que é a sua disponibilidade para pagar&#8221;.</P><br />
<P>O ex-governador apontou que as negociações obrigavam o banco a contenção na fase negocial, que &#8220;se calhar pode estar em choque com visões de transparência&#8221;, mas que &#8220;se não fosse assim, quem ia perder era o BdP, os seus dividendos, as contas públicas e o acionista do BdP&#8221;.</P><br />
<P>Já sobre a decisão anunciada hoje de passar de dois edifícios para apenas um, Centeno apontou que o A1 é um edifício mais pequeno do que a soma do A2 e A3, sublinhando que, no momento em que o BdP estudou a localização, o banco &#8220;não cabia no A1&#8221;.</P><br />
<P>Santos Pereira fundamentou hoje esta decisão com a análise da forma como as equipas operam no edifício da Álvaro Pais, nomeadamente o trabalho em &#8216;open space&#8217; e a flexibilização do teletrabalho, bem como o reforço da rede regional, que vai permitir menos pessoas a trabalhar em Lisboa.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787733]]></sapo:autor>
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		<title>LUSA VERIFICA: É falso que a jornalista Sandra Felgueiras foi detida por promover plataforma &#8216;online&#8217; que promete lucros milionários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 18:10:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 09 jul 2026 (Lusa Verifica) -- Ao contrário do que está a ser promovido em dezenas de anúncios no X, a jornalista Sandra Felgueiras não foi detida à saída da SIC, alegadamente após ter promovido uma plataforma de criptoativos - a "notícia" e os anúncios são fraudulentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 09 jul 2026 (Lusa Verifica) &#8212; Ao contrário do que está a ser promovido em dezenas de anúncios no X, a jornalista Sandra Felgueiras não foi detida à saída da SIC, alegadamente após ter promovido uma plataforma de criptoativos &#8211; a &#8220;notícia&#8221; e os anúncios são fraudulentos.</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Alegação: &#8220;Sandra Felgueiras foi detida por dizer a verdade. (&#8230;) Luís Mira Amaral saiu do estúdio a correr após o escândalo.&#8221; +++</P><br />
<P>Nos últimos dias circulam dezenas de anúncios no X, antigo Twitter, com imagens de uma alegada entrevista no Jornal da Noite, da SIC, no qual teriam estado presentes o pivô Rodrigo Guedes de Carvalho, a jornalista de investigação Sandra Felgueiras, da TVI, e o ex-ministro de vários governos do PSD, Luís Mira Amaral: https://archive.ph/F1Qya, https://archive.ph/2YoNq, https://archive.ph/yyYcA e https://archive.ph/9Gje5 (exemplos).</P><br />
<P>Quando os links dos anúncios funcionam e não ligam a páginas na Amazon, direcionam para uma alegada página da SIC onde se explica o alegado contexto das imagens e se acrescenta que &#8220;Sandra Felgueiras foi detida por dizer a verdade&#8221;, acusada &#8220;de difamação contra uma instituição financeira&#8221; por Mira Amaral, apresentado como &#8220;rosto da elite financeira do país e antigo presidente do Banco BIC Português&#8221;: https://archive.ph/31NjD. </P><br />
<P>Segundo a página, &#8220;ninguém esperava que a conversa terminasse em escândalo, com o banqueiro a fugir do estúdio e Sandra Felgueiras a ser detida à saída apenas 40 minutos depois&#8221;, tendo o vídeo da entrevista sido alegadamente &#8220;proibido por ordem judicial&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Factos: os anúncios e a alegada notícia são falsos e fazem parte de um esquema para promover uma plataforma de criptoativos +++</P><br />
<P>A análise dos anúncios e das páginas de destino permite perceber que se trata de mais uma campanha publicitária fraudulenta que promove esquemas de enriquecimento rápido através de plataformas de compra e venda de criptoativos, neste caso a Garlenix: https://archive.ph/31NjD. </P><br />
<P>Não só a jornalista Sandra Felgueiras trabalha na TVI, uma estação concorrente da SIC, o que torna altamente improvável a sua presença no Jornal da Noite, da SIC, como não existe qualquer notícia da sua detenção após passar pelo canal concorrente. </P><br />
<P>Além disso, o alegado artigo da SIC sobre &#8220;o escândalo&#8221;, com a assinatura &#8220;Rodrigo Guedes de Cavalho&#8221;, apresenta várias imagens do episódio claramente geradas por Inteligência Artificial (IA) e está publicado em domínios suspeitos como surecleancars.com e makeitwithplastics.com, sem qualquer relação com as páginas oficiais da SIC.</P><br />
<P>Em alguns casos, até há anúncios no X que mudam a referência na imagem para o canal irlandês RTÉ One (https://archive.ph/N8h3p), em vez da SIC, mas o objetivo continua a ser o mesmo: fazer crer que a jornalista da TVI foi à SIC promover um &#8220;sistema automático de negociação baseado em inteligência artificial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Conheço pessoas que começaram a ganhar dinheiro sem créditos, sem intermediários, sem o vosso banco. (&#8230;) As pessoas ganham entre 280 e 470 euros por mês. Sabe perfeitamente do que estou a falar, não sabe, senhor Mira Amaral? Estou a falar da plataforma Garlenix. (&#8230;) Depositei 200 euros. Um mês depois, tinha 1750 euros na conta&#8221;, descreve a notícia falsa. </P><br />
<P>Quem seguir os links disponíveis é reencaminhado para um formulário da dita Garlenix onde uma &#8220;consultora pessoal&#8221; chamada Charlotte pede dados como nacionalidade, país de residência, grupo etário, situação profissional e se o interessado &#8220;tem uma conta bancária portuguesa para eventuais transferências e pagamentos&#8221;: https://archive.ph/lGqvR. </P><br />
<P>No final do processo é necessário preencher um formulário com nome, apelido, email e um número de telefone, passo que a Lusa Verifica não completou.</P><br />
<P>Nas últimas horas, vários dos anúncios detectados na quarta e na quinta-feira já foram removidos pelo X, mas quem usa esta plataforma continua a deparar-se com dezenas de anúncios do mesmo tipo, promovidos por contas falsas criadas propositadamente para promover esta fraude, como denunciam vários utilizadores: https://archive.ph/4UTtk e https://archive.ph/rl0OH (exemplos) </P><br />
<P>Pesquisas no X pela marca Garlenix também mostram que a fraude está a circular há semanas, em vários países, igualmente com a utilização abusiva da imagem de várias figuras públicas e de órgãos de comunicação social internacionais (https://archive.ph/wNrCW), como também têm denunciado outros utilizadores desta rede social: https://archive.ph/UbcKb e  https://archive.ph/27WYr. </P><br />
<P>Esse facto também pode ser comprovado através da consulta ou arquivamento dos endereços apontados pelos anúncios mas sem os elementos que os relacionam com a atual campanha de anúncios para utilizadores portugueses, o que revela páginas em italiano e polaco, por exemplo: https://archive.ph/aLNqh e https://archive.ph/C8H6o. </P><br />
<P>Este tipo de fraudes com alegados escândalos em programas de televisão e com a utilização fraudulenta da imagens de figuras públicas nacionais é recorrente, como a Lusa Verifica já denunciou em várias ocasiões: https://archive.ph/dc1Um, https://archive.ph/x0Ltf e https://archive.ph/5kigW (exemplos).</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Contraditório: visados desconheciam a fraude +++</P><br />
<P>A Lusa Verifica alertou as figuras públicas visadas, que desconheciam a fraude, no caso do ex-ministro Mira Amaral porque não usa o X. &#8220;Não tinha conhecimento de nada disto e vou pensar no que fazer&#8221;, disse. </P><br />
<P>A jornalista Sandra Felgueiras também ainda não conhecia este caso em concreto, mas contou que já fez queixa de vários semelhantes depois de ser alertada por familiares e amigos, e aproveitou para tornar a situação pública nas suas redes sociais.  </P><br />
<P>&#8220;Há um ano que vários criminosos usam abusivamente a minha imagem para os mais diversos fins. Até &#8216;bitcoins&#8217; andaram a vender usando a minha imagem e voz com recurso à inteligência artificial. Aos autores, aviso que já apresentei queixa à Polícia Judiciária&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Aos possíveis leitores que vejam e acreditam, deixo o alerta: não sou eu!&#8221;, escreveu a jornalista no Instagram e no Facebook: https://archive.ph/pMSgy e https://archive.ph/w7gOv.</P><br />
<P>Por seu lado, a SIC explicou que está a investigar o caso e deverá publicar uma verificação de factos na página da SIC Verifica (https://sicnoticias.pt/sicverifica) na sexta-feira.</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Avaliação Lusa Verifica: Falso +++</P><br />
<P>É falso que a jornalista Sandra Felgueiras, da TVI, tenha sido detida à saída da SIC, após alegadamente ter divulgado uma plataforma de compra e venda de criptoativos, durante uma entrevista em que também teria estado presente o ex-ministro e ex-banqueiro Mira Amaral. </P><br />
<P>Ambos os visados desconheciam a fraude e no caso de Sandra Felgueiras já foi apresentada queixa à PJ. À semelhança de casos anteriores, os anúncios no X e as alegadas notícias recorrem a narrativas falsas e a imagens de figuras públicas geradas por IA para promoverem esquemas fraudulentos de enriquecimento rápido.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787721]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Moçambique/Ataques: Rússia disponível para ajudar a &#8220;eliminar&#8221; terrorismo em Cabo Delgado &#8212; Lavrov</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 18:07:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, disse hoje, em Maputo, que a Rússia está disponível para ajudar Moçambique a "eliminar" o terrorismo em Cabo Delgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, disse hoje, em Maputo, que a Rússia está disponível para ajudar Moçambique a &#8220;eliminar&#8221; o terrorismo em Cabo Delgado.</P><br />
<P>&#8220;Continuamos a apoiar os esforços do Presidente [moçambicano] Chapo para estabilizar a situação no norte, eliminar a ameaça terrorista e consolidar a verdadeira soberania de Moçambique. Prestamos apoio, nomeadamente através da formação de pessoal e do fornecimento do armamento e do equipamento necessários&#8221;, disse Lavrov, em declarações aos jornalistas após reunir-se com a ministra das Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Maria dos Santos Lucas.</P><br />
<P>No encontro com a chefe da diplomacia moçambicana, após reunir-se com o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, o governante russo reafirmou a disponibilidade do apoio da Rússia no combate à insurgência que afeta Cabo Delgado, província rica em gás, desde 2017, por parte de elementos associados ao Estado Islâmico e ataques que provocaram mais de 6.600 mortos e 1,1 milhões de deslocados.</P><br />
<P>&#8220;Tanto na reunião com o Presidente, há algumas horas, como durante as longas negociações que acabaram de terminar, dedicámos a maior parte da nossa atenção à discussão de formas concretas de reforçar, desenvolver e alargamento da nossa parceria estratégica, assente numa base sólida de solidariedade e ajuda mútua, forjada durante o período da luta contra o colonialismo&#8221;, apontou Lavrov.</P><br />
<P>De acordo com o chefe da diplomacia russa, que visitou nos últimos dias várias capitais africanas, as delegações dos dois governos discutiram &#8220;em pormenor as perspetivas de desenvolvimento e modernização&#8221; das &#8220;relações comerciais, económicas e de investimento&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Ficou acordado que cada uma das partes elaborará documentos com a sua visão sobre projetos concretos, que serão analisados durante os preparativos para a próxima sessão da Comissão Intergovernamental para a Cooperação Comercial e Económica, a realizar neste outono&#8221;, avançou Lavrov.</P><br />
<P>O ministro sublinhou igualmente a importância do apoio à formação de quadros moçambicanos que tem sido prestado pela Rússia, admitindo a disponibilidade para aumentar o número de bolsas e confirmou a presença do Presidente Daniel Chapo na terceira cimeira Rússia-África, prevista para 28 e 29 de outubro de 2026, em Moscovo. </P><br />
<P>&#8220;Fizemos uma avaliação da nossa cooperação bilateral em várias áreas que a Rússia nos tem apoiado. Identificamos algumas áreas que nós vamos consolidar quando tivermos a comissão mista, que possivelmente vai ter lugar em setembro&#8221;, avançou a chefe da diplomacia moçambicana, no final do encontro.</P><br />
<P>O objetivo, disse Maria Santos Lucas, é &#8220;consolidar&#8221; o apoio russo a áreas económicas prioritárias para Moçambique.</P><br />
<P>&#8220;A Rússia está disponível para trabalhar connosco nessas áreas. Estamos a falar da área de energia, a área da agricultura, a área de digitalização, que eles são muito bons nisso na inovação, transporte e logística, recursos minerais e energia. E também o apoio na luta contra o terrorismo&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787717]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Lavrov diz que Ocidente é hipócrita e &#8220;sabota&#8221; solução negociada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 18:03:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, acusou hoje, em Maputo, o Ocidente de agir de "forma hipócrita" ao apelar à solução negociada do conflito na Ucrânia, mas "sabotando" essa pretensão, avisando que a "boa vontade" acabou.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, acusou hoje, em Maputo, o Ocidente de agir de &#8220;forma hipócrita&#8221; ao apelar à solução negociada do conflito na Ucrânia, mas &#8220;sabotando&#8221; essa pretensão, avisando que a &#8220;boa vontade&#8221; acabou.</P><br />
<P>&#8220;Não vamos continuar a acreditar no Ocidente quando este afirma que pretende soluções negociadas. Essa reserva de boa vontade e esperança esgotou-se definitivamente&#8221;, disse Lavrov, em declarações aos jornalistas após reunir-se com a ministra das Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Maria dos Santos Lucas.</P><br />
<P>No encontro com a chefe da Diplomacia moçambicana, depois de reunir-se com o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, o governante russo disse ter apresentado a &#8220;análise da situação atual em torno da Ucrânia, incluindo as ações do Ocidente&#8221;.</P><br />
<P>O Ocidente, &#8220;fingindo estar disposto a negociar, passou agora &#8211; tal como foi anunciado pelos europeus &#8211; a apresentar ultimatos abertos à Federação Russa&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;O Ocidente continua, de forma hipócrita, a apelar a uma solução negociada. Foram alcançados acordos negociados, sob a garantia do Ocidente, em 2014, em 2015 e em 2019. Em todos estes casos, as garantias do Ocidente foram destruídas pelo próprio Ocidente. Acabaram por se revelar falsas. E, da mesma forma, em 2022 já havia sido alcançado um acordo entre a Rússia e a Ucrânia, que foi sabotado pelo mesmo Ocidente, de forma aberta e pública&#8221;, insistiu Lavrov, garantindo que a Rússia, tal como avançado pelo Presidente russo, Vladimir Putin, pretende &#8220;alcançar os objetivos que foram definidos em junho de 2024&#8221; para a Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;Reiterámos o nosso agradecimento aos nossos amigos moçambicanos pela sua compreensão das causas profundas do conflito, pela sua posição ponderada &#8211; diria mesmo fundamentada e responsável &#8211; que assumem sobre estas questões na Organização das Nações Unidas, não apoiando o desígnio do Ocidente de &#8216;ucranizar&#8217; praticamente toda a agenda da Organização Mundial&#8221;, disse ainda o chefe da diplomacia russa, que visitou nos últimos dias várias capitais africanas.</P><br />
<P>Já a ministra moçambicana defendeu no encontro com o homólogo russo que Moçambique e África são &#8220;a favor do diálogo&#8221; e &#8220;de uma solução negociada e pacífica&#8221; para o conflito.</P><br />
<P>&#8220;Também falámos da situação no Golfo [Pérsico, Irão]. E nós partilhamos o impacto que está tendo aqui em Moçambique, que muitos dos nossos produtos, como produtos de combustíveis e outros, subiram quase acima de 40%, impactando na vida dos moçambicanos&#8221;, lamentou a ministra.</P><br />
<P>Na resposta, o ministro Lavrov defendeu que o conflito &#8220;só pode ser resolvido&#8221; através &#8220;de um acordo que reflita os interesses de todas as partes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não apenas do Irão, dos seus vizinhos, dos Estados Unidos, mas de todos os países que, de uma forma ou de outra, sofrem com o impacto negativo na economia mundial na situação atual&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787710]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Almada: Concelho vai ter novo furo de captação de água até ao fim de semana &#8211; ministra do Ambiente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/almada-concelho-vai-ter-novo-furo-de-captacao-de-agua-ate-ao-fim-de-semana-ministra-do-ambiente/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 18:00:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ministra do Ambiente assegurou hoje que um novo furo de captação de água no concelho de Almada vai entrar em funcionamento até ao fim de semana, aumentando a capacidade do sistema em cerca de 20%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra do Ambiente assegurou hoje que um novo furo de captação de água no concelho de Almada vai entrar em funcionamento até ao fim de semana, aumentando a capacidade do sistema em cerca de 20%.</P><br />
<P>Maria da Graça Carvalho disse ainda que os atuais constrangimentos no abastecimento de água em Almada, no distrito de Setúbal, deverão estar resolvidos dentro de duas a três semanas e que as medidas entretanto tomadas vão melhorar a situação de forma progressiva.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a falar de duas ou três semanas, mas as medidas que estão a ser feitas para estabilizar o sistema, vão melhorar a situação progressivamente&#8221;, disse Maria da Graça Carvalho depois de uma reunião de várias horas com a presidente da Câmara de Almada e com os presidentes da Agência Portuguesa do Ambiente, das Águas de Portugal e da EPAL.</P><br />
<P>As duas a três semanas previstas, especificou, não significam que o território esteja todo esse tempo sem água, mas que esse é o tempo previsto para que a água volte aos níveis necessários.</P><br />
<P>A ministra explicou que, neste momento, Almada tem um consumo de 300 litros por dia por habitante quando a média de Portugal são 180 litros por dia por habitante, ou seja, praticamente o dobro, tendo-se registado um aumento nos últimos seis meses de 4% em certas áreas.</P><br />
<P>Face a este cenário, adiantou, tornou-se &#8220;necessário e urgente&#8221; estabilizar o sistema e aumentar as fontes de água, pelo que a Câmara de Almada tem um novo furo que vai entrar em funcionamento até ao fim e semana e que &#8220;já vai aumentar a capacidade em cerca de 20%&#8221;.</P><br />
<P>Além desse furo, referiu Maria da Graça Carvalho, foi identificado um outro &#8220;esse sim muito grande&#8221; que &#8220;praticamente vai suprir a quantidade de água necessária&#8221;, embora alerte para a necessidade de poupança desse recurso.</P><br />
<P>O concelho de Almada, no distrito de Setúbal, está em situação de alerta na sequência das falhas no abastecimento de água no concelho registadas nos últimos dias em várias localidades do município, com especial incidência na Costa da Caparica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787706]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Israel diz estar preparado para retomar ofensiva contra Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:36:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, afirmou hoje que as Forças Armadas estão "em alerta e preparadas" para retomar a ofensiva contra o Irão, após os recentes ataques iranianos contra alvos norte-americanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, afirmou hoje que as Forças Armadas estão &#8220;em alerta e preparadas&#8221; para retomar a ofensiva contra o Irão, após os recentes ataques iranianos contra alvos norte-americanos.</P><br />
<P>Durante uma cerimónia de graduação de cadetes, Katz afirmou que Israel está preparado para voltar a demonstrar a sua &#8220;superioridade aérea&#8221; e lançar novos ataques contra o Irão para eliminar as ameaças existentes.</P><br />
<P>&#8220;Se for necessário regressar, regressaremos com ainda mais força&#8221;, assegurou o ministro, citado pelo jornal The Times of Israel.</P><br />
<P>As declarações surgem depois de os Estados Unidos terem lançado várias vagas de ataques aéreos contra o Irão entre terça-feira e hoje, alegando responder a ataques iranianos contra embarcações no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Em resposta, Teerão lançou mísseis e drones contra interesses norte-americanos em vários países da região.</P><br />
<P>Os confrontos intensificaram as acusações mútuas de violação do memorando de entendimento assinado entre Washington e Teerão em junho e aumentaram os receios de um colapso do cessar-fogo acordado em abril, do qual Israel também é signatário.</P><br />
<P>Katz reiterou igualmente que Israel manterá a presença militar no Líbano, apesar dos apelos internacionais para uma retirada e das declarações do Presidente norte-americano, Donald Trump, admitindo essa possibilidade.</P><br />
<P>&#8220;Não pedimos autorização a ninguém para entrar no Líbano e não precisamos da autorização de ninguém para permanecer no Líbano&#8221;, afirmou Katz, acrescentando que Israel tem o &#8220;direito e o dever&#8221; de proteger os habitantes da Galileia e os cidadãos israelitas das ameaças do movimento xiita Hezbollah.</P><br />
<P>Apesar do acordo preliminar de cessar-fogo, Israel continua a realizar operações militares no sul do Líbano.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787679]]></sapo:autor>
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		<title>Cartões de memória, encontros secretos e 4.000 euros: Itália descobre rede de espionagem ligada à Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:34:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[espionagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo italiano anunciou a expulsão de dois adidos militares da Embaixada da Rússia em Roma, Ivan Petrovich Gorbachev e Mikhail Vasilievich Astakhov, acusados de envolvimento em atividades de espionagem]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontravam-se em bancos de jardim e esplanadas, deixavam cartões de memória em esconderijos combinados, colocavam telemóveis no micro-ondas para evitar escutas e trocavam informação confidencial por envelopes com 4.000 euros. O enredo, descrito pelo &#8216;El País&#8217;, parece saído de um filme de espionagem, mas está no centro de um novo conflito diplomático entre Itália e Rússia.</p>
<p>O Governo italiano anunciou a expulsão de dois adidos militares da Embaixada da Rússia em Roma, Ivan Petrovich Gorbachev e Mikhail Vasilievich Astakhov, acusados de envolvimento em atividades de espionagem. O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, informou o embaixador russo de que os dois devem abandonar Roma no prazo de três dias. Moscovo já avisou que responderá com medidas equivalentes contra diplomatas italianos na Rússia.</p>
<p>Tajani classificou o caso como uma interferência “grave e inaceitável” nas instituições italianas e na segurança nacional. O governante acusou Moscovo de continuar a usar “armamento híbrido” contra o Ocidente e contra Itália, numa referência às operações de influência, espionagem e desestabilização atribuídas à Rússia.</p>
<p>A decisão do executivo italiano surge depois de uma investigação da Procuradoria de Roma, tornada pública esta semana, que levou à detenção de dois antigos oficiais dos serviços de informações italianos, Gavino Raoul Piras e Vincenzo Di Pasquale, ambos de 59 anos. Os dois estão acusados de fornecer informações a agentes russos em troca de dinheiro, pelo menos desde 2013.</p>
<p>Apesar de terem deixado os serviços de informação há mais de uma década, os investigadores acreditam que continuavam a ter contactos e acesso a informação relevante. Além dos dois antigos agentes, cinco militares no ativo do departamento informático do Ministério da Defesa italiano estão também sob investigação. Todos são suspeitos de espionagem política e militar e de divulgação de informações confidenciais, no âmbito de uma operação de contraespionagem iniciada em maio de 2025.</p>
<p>A investigação centra-se sobretudo nos contactos entre Piras e Mikhail Vasilievich Astakhov, identificado como oficial do GRU, o serviço de informações militares russo. Pelo menos quatro encontros entre ambos terão sido documentados com fotografias, vídeos e gravações detalhadas das conversas.</p>
<p>O caso tem momentos quase caricaturais. Numa das conversas, o informador italiano queixa-se ao interlocutor russo de que não tem dinheiro “nem para um café” e reclama que nem sequer lhe pagavam o almoço. Mas a dimensão do processo é grave: os informadores italianos terão revelado nomes de pelo menos cinco agentes italianos, colocando a sua segurança em risco, além de dados sobre tecnologia, sistemas de defesa italianos e da NATO e informações relativas ao armamento enviado para a Ucrânia.</p>
<p>O ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, descreveu o caso como “a ponta de um icebergue gigantesco”, composto por inimigos externos e “traidores internos” dispostos a vender o país. Crosetto afirmou que os espiões russos “estão por todo o lado” e disse não estar surpreendido, por vir a alertar há anos para o risco de infiltração, incluindo através de redes sociais e operações digitais.</p>
<p>Durante uma busca à casa de Piras, os investigadores encontraram um documento entregue por Astakhov que funcionava como uma lista de temas de interesse para os serviços russos. Entre eles estavam informações sobre ataques dos EUA a instalações nucleares iranianas, planos de rearmamento de Itália, da União Europeia e da NATO, o programa de aquisição de mísseis de longo alcance Storm Shadow-Scalp e outros assuntos militares sensíveis.</p>
<p>Numa das conversas gravadas, Piras fala do interesse italiano no veículo blindado russo T-90 Vladimir e refere que havia vontade de perceber o funcionamento de alguns dos seus sistemas. Astakhov perguntou-lhe também sobre um novo sistema naval não tripulado que Itália estaria a testar na base naval de La Spezia. No último encontro identificado pela ordem judicial, Piras terá entregado informação confidencial num cartão de memória, dentro da própria casa.</p>
<p>Segundo a investigação, o oficial russo perguntou ainda se haveria outras pessoas disponíveis para fornecer informação. A resposta atribuída a Piras foi direta: “Claro, basta pagar.” O principal arguido, porém, declarou-se inocente. Através do advogado, defende que é funcionário público, que poderá provar a legitimidade da sua conduta e que as informações analisadas não eram confidenciais, tendo sido recolhidas a partir de fontes abertas.</p>
<p>O caso agora revelado não é inédito nas relações entre Roma e Moscovo. Em 2021, o oficial da Marinha italiana Walter Biot foi detido quando entregava documentos confidenciais a um funcionário russo em troca de 5.000 euros. Acabou condenado a 20 anos de prisão por espionagem, sentença confirmada em maio pelo Tribunal de Cassação italiano. Também nessa altura Itália expulsou funcionários da embaixada russa e Moscovo respondeu com uma medida semelhante.</p>
<p>A nova crise confirma que a espionagem russa continua a ser uma preocupação central para os serviços de segurança europeus, sobretudo num contexto marcado pela guerra na Ucrânia, pelo reforço militar da NATO e pela disputa tecnológica entre Moscovo e o Ocidente. Em Itália, o caso levanta ainda uma questão interna particularmente sensível: até que ponto antigos funcionários com contactos no aparelho do Estado continuam capazes de aceder a informação útil para serviços estrangeiros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787684]]></sapo:autor>
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		<title>OMODA já não é promessa: junho coloca a marca no topo dos SUV eletrificados em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:30:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No segmento C-SUV HEV, o OMODA 5 SHS-S foi o modelo mais vendido em junho, reforçando a aceitação da proposta da marca entre os consumidores que procuram um SUV compacto, eletrificado e sem necessidade de carregamento externo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A OMODA | JAECOO consolidou em junho a sua presença no mercado automóvel português, com resultados de destaque em dois segmentos de forte crescimento: os SUV híbridos e os SUV híbridos plug-in.</p>
<p>No segmento C-SUV HEV, o OMODA 5 SHS-S foi o modelo mais vendido em junho, reforçando a aceitação da proposta da marca entre os consumidores que procuram um SUV compacto, eletrificado e sem necessidade de carregamento externo. Já no segmento D-SUV PHEV, a soma dos resultados dos OMODA 7 e OMODA 9 colocou a marca no topo da tabela mensal.</p>

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<p>Segundo a OMODA | JAECOO, estes resultados confirmam a crescente recetividade da gama eletrificada no mercado nacional, numa fase em que os consumidores valorizam cada vez mais propostas que combinem design, tecnologia, eficiência energética e uma relação competitiva entre equipamento e preço.</p>
<p>O OMODA 5 SHS-S destacou-se em junho entre os C-SUV híbridos, numa categoria marcada por forte concorrência e pela procura de soluções eletrificadas mais práticas para o dia a dia. A motorização híbrida permite otimizar consumos e reduzir emissões, mantendo a utilização simples de um automóvel que não depende de carregamento externo.</p>
<p>A marca sublinha ainda o equilíbrio do modelo entre utilização urbana e viagens mais longas, com uma proposta assente em design moderno, conforto, tecnologia intuitiva, segurança e eficiência. A liderança mensal no segmento é apresentada como um sinal da capacidade do OMODA 5 SHS-S para competir numa das categorias mais disputadas do mercado.</p>
<p>Nos SUV híbridos plug-in de maior dimensão, o desempenho combinado dos OMODA 7 e OMODA 9 colocou a OMODA | JAECOO na liderança do segmento D-SUV PHEV em junho. A marca destaca a procura crescente por veículos espaçosos, sofisticados e eletrificados, capazes de oferecer autonomia elétrica para deslocações diárias e versatilidade para viagens de maior distância.</p>
<p>O OMODA 9 posiciona-se como a proposta mais sofisticada da gama, dirigida a clientes que valorizam presença em estrada, espaço interior, conforto, segurança e tecnologia de bordo. Já o OMODA 7 reforça a oferta da marca com uma abordagem mais equilibrada entre design, desempenho, equipamento e eletrificação, tendo despertado interesse desde a sua chegada ao mercado português.</p>
<p>Para Nuno Serra, diretor de Importação da OMODA | JAECOO Portugal, os resultados alcançados em junho representam “um importante reconhecimento” da proposta de valor da marca e da forma como os consumidores portugueses têm recebido a gama eletrificada. O responsável considera que este desempenho confirma o alinhamento da estratégia da marca com as expectativas do mercado.</p>
<p>A OMODA | JAECOO vê nestes resultados um sinal de confiança para continuar a reforçar a sua presença em Portugal e acelerar o crescimento nos segmentos eletrificados. Num mercado cada vez mais competitivo, a marca procura afirmar-se através de uma gama assente em SUV híbridos e híbridos plug-in, combinando tecnologia, eficiência e uma proposta de valor orientada para o consumidor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787660]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bruxelas admite proibir importações dos colonatos israelitas nos territórios palestinianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:23:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em cima da mesa estão medidas que vão desde licenças mais apertadas até à proibição total ou parcial da entrada destes produtos no mercado da União Europeia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia apresentou aos Estados-membros várias opções para reforçar as restrições às importações de bens produzidos em colonatos israelitas nos territórios palestinianos ocupados. Em cima da mesa estão medidas que vão desde licenças mais apertadas até à proibição total ou parcial da entrada destes produtos no mercado da União Europeia.</p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, Bruxelas distribuiu na quarta-feira um “documento de opções” que propõe três caminhos possíveis para apertar o comércio com os colonatos israelitas, já excluídos do regime pautal preferencial da UE. A iniciativa surge depois de a maioria dos Estados-membros ter pressionado o executivo comunitário a apresentar medidas mais firmes em resposta à expansão dos colonatos na Cisjordânia ocupada.</p>
<p>A primeira hipótese passa por obrigar empresas que importem bens provenientes dos colonatos a obter uma licença específica. Esta solução tinha sido defendida por França e Suécia numa carta conjunta enviada à Comissão em abril. No entanto, o próprio documento alerta que o sistema pode continuar vulnerável a formas de contorno.</p>
<p>A segunda opção prevê a aplicação de direitos aduaneiros mais elevados, de forma a tornar economicamente pouco viável a importação de bens dos colonatos. Ainda assim, Bruxelas reconhece que esta via também pode ser insuficiente, sobretudo perante práticas como rotulagem fraudulenta ou mistura de produtos fabricados nos colonatos com bens produzidos em Israel.</p>
<p>A terceira alternativa é a mais dura: uma proibição total ou parcial das importações provenientes dos colonatos considerados ilegais. Esta medida obrigaria as autoridades aduaneiras nacionais a identificar, nas fronteiras da UE, a origem dos bens e a distinguir produtos oriundos dos colonatos de produtos israelitas.</p>
<p>O documento surge num contexto de crescente pressão política dentro da União Europeia. A &#8216;Euronews&#8217; apurou que, numa reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros no Luxemburgo, em junho, pelo menos 20 Estados-membros pediram à Comissão que apresentasse opções para restringir ainda mais o comércio com os colonatos.</p>
<p>Apesar disso, não se espera uma decisão formal nos próximos dias. Os embaixadores da UE deverão fazer uma primeira avaliação à porta fechada em Bruxelas, antes da reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros marcada para segunda-feira. O próximo Conselho dos Assuntos Externos só deverá realizar-se em outubro, o que pode atrasar qualquer decisão concreta.</p>
<p>Um diplomata europeu citado pela &#8216;Euronews&#8217; acusou a Comissão de estar “claramente a ganhar tempo”, embora tenha admitido que também não existe consenso suficiente no Conselho. A questão jurídica é uma das principais dificuldades: se a proposta avançar com base na política comercial, poderá ser aprovada por maioria qualificada; se for enquadrada na política externa e de segurança comum, exigirá unanimidade entre os Estados-membros.</p>
<p>Os serviços jurídicos do Conselho terão indicado oralmente que a base jurídica comercial poderá ser possível, dependendo dos pormenores da proposta. A Comissão, pelo contrário, reafirma no documento a sua convicção de que será necessária uma base jurídica de política externa, o que tornaria qualquer medida muito mais difícil de aprovar.</p>
<p>Os colonatos israelitas na Cisjordânia, em Jerusalém Oriental e nos Montes Golã são considerados ilegais pelo direito internacional. O parecer consultivo de 2024 do Tribunal Internacional de Justiça reforçou essa leitura, ao declarar a ilegalidade da presença israelita nos territórios ocupados. Várias resoluções das Nações Unidas, desde o final da década de 1970, afirmam igualmente que a atividade de colonização viola o direito internacional.</p>
<p>Israel rejeita essa qualificação e defende que os colonatos não devem ser tratados como ilegais, classificando-os como estruturas temporárias. O governo israelita tem, no entanto, adotado recentemente novas medidas para reforçar o controlo sobre a Cisjordânia e Jerusalém Oriental, incluindo regras sobre propriedade, ordenamento e licenças, o que levantou novas críticas na Europa.</p>
<p>Para os países que defendem restrições mais duras, a medida não deve ser vista como uma sanção contra Israel no seu conjunto, mas como uma forma de diferenciar Israel dos territórios ocupados. Em maio, o vice-ministro francês do Comércio Externo, Nicolas Forissier, afirmou que pedir regras mais rígidas “não é uma posição agressiva”, mas uma consequência normal do direito internacional e dos direitos humanos.</p>
<p>A questão, agora, é saber se a pressão política se traduzirá numa proposta concreta. Bruxelas já colocou as opções em cima da mesa, mas a divisão entre os Estados-membros e a disputa sobre a base jurídica podem empurrar a decisão para mais tarde. Até lá, os produtos dos colonatos continuarão no centro de uma discussão que junta comércio, direito internacional e a política europeia para o Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787675]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo anuncia que 73% dos exames nacionais distribuídos estão corrigidos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-anuncia-que-73-dos-exames-nacionais-distribuidos-estao-corrigidos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:13:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, disse que 73% dos exames nacionais distribuídos para classificação estão corrigidos, um "progresso significativo" entre quarta-feira e hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, disse que 73% dos exames nacionais distribuídos para classificação estão corrigidos, um &#8220;progresso significativo&#8221; entre quarta-feira e hoje.</p>
<p>Na conferência de imprensa do Conselho de Ministros, questionado pelos jornalistas sobre o processo, envolto em polémica, Leitão Amaro garantiu que resolver o problema é uma preocupação do Governo e que há &#8220;empenho total&#8221; no sentido de &#8220;cumprir prazos&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre se o calendário de acesso ao ensino superior poderia ser alterado, ou se haveria compensações às famílias, Leitão Amaro afirmou que o Governo não tomou qualquer decisão sobre alterações de prazos ou de calendários.</p>
<p>&#8220;Neste momento o foco total é fazer evoluir os processos em curso, o ritmo de correção está a crescer significativamente e não chegámos ainda ao prazo legal&#8221;, disse.</p>
<p>Leitão Amaro aludiu às dificuldades em relação aos exames que não foram ainda distribuídos, por razões diversas, e disse que estão a ser reforçadas capacidades e apoios de serviços para ultrapassar as restrições.</p>
<p>O esforço, sintetizou, está concentrado em cumprir o que neste momento está definido como prazos, pelo que não há decisões sobre alterações ou compensações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787677]]></sapo:autor>
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		<title>Guerra do petróleo barato pode começar em Ormuz: Arábia Saudita prepara rota para contornar o Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[arábia saudita]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Emirados Árabes Unidos já tinham revelado um plano para ampliar a sua capacidade de exportação fora do Estreito de Ormuz, através de novos investimentos em portos e oleodutos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pressão do Irão sobre o Estreito de Ormuz pode estar a produzir o efeito contrário ao pretendido. Ao transformar uma das rotas energéticas mais importantes do mundo num ponto de tensão permanente, Teerão está a acelerar os planos de países do Golfo para exportarem petróleo sem dependerem dessa passagem estratégica.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos estão a reforçar infraestruturas para contornar Ormuz, com investimentos em oleodutos, portos e rotas alternativas. A intenção é reduzir o risco de interrupções provocadas por ataques, bloqueios ou ameaças militares, mas também diminuir o poder de pressão regional do Irão.</p>
<p>Os Emirados Árabes Unidos já tinham revelado um plano para ampliar a sua capacidade de exportação fora do Estreito de Ormuz, através de novos investimentos em portos e oleodutos. O objetivo passa por produzir mais de quatro milhões de barris de petróleo por dia e conseguir colocá-los no mercado sem depender da passagem controlada pela tensão com Teerão.</p>
<p>Agora, a Arábia Saudita prepara-se para ir mais longe. Riade está a estudar a expansão do oleoduto Leste-Oeste, uma infraestrutura construída no início da década de 1980 que transporta petróleo desde a zona oriental do país até ao porto de Yanbu, no Mar Vermelho. Atualmente, este oleoduto tem capacidade para movimentar até sete milhões de barris por dia.</p>
<p>A ambição saudita é transformar essa infraestrutura numa alternativa ainda mais robusta ao Estreito de Ormuz. De acordo com informações citadas pelo &#8216;El Economista&#8217;, a Arábia Saudita está a ponderar aumentar a capacidade do oleoduto em até dois milhões de barris por dia, o que permitiria ao reino e, eventualmente, a alguns países vizinhos, escoar maiores volumes de petróleo sem atravessar a rota marítima mais vulnerável do Golfo.</p>
<p>O projeto surge num momento de forte rivalidade energética. A Arábia Saudita, maior exportador mundial de petróleo, produz atualmente cerca de nove milhões de barris por dia, embora tenha capacidade para produzir 12 milhões. Com pequenos investimentos e ajustamentos, essa capacidade poderia chegar aos 13 milhões de barris diários, o que reforça a importância de garantir rotas de exportação seguras e independentes de Ormuz.</p>
<p>A expansão do oleoduto permitiria a Riade aumentar exportações pelo Mar Vermelho e, ao mesmo tempo, responder ao consumo interno, num país cuja matriz energética continua fortemente dependente do petróleo. A estratégia também surge depois de a Arábia Saudita ter anunciado um corte expressivo nos preços do crude vendido a clientes asiáticos, uma decisão interpretada como sinal de uma postura mais agressiva no mercado.</p>
<p>O oleoduto Leste-Oeste já é hoje uma peça central da segurança energética saudita. Dos sete milhões de barris por dia que pode transportar, cerca de dois milhões abastecem refinarias na costa oeste saudita e aproximadamente cinco milhões destinam-se à exportação. A eventual ampliação poderá exigir a modernização da infraestrutura existente ou mesmo a construção de um novo oleoduto.</p>
<p>As negociações envolvem também outros países do Golfo. Kuwait, Bahrain e Qatar não dispõem atualmente de alternativas relevantes ao Estreito de Ormuz, o que os deixa particularmente expostos a qualquer bloqueio ou escalada militar. O Kuwait já admitiu contactos com a Arábia Saudita e os Emirados para estudar formas de usar sistemas de oleodutos regionais para escoar petróleo kuwaitiano.</p>
<p>O Qatar enfrenta dificuldades adicionais, por depender sobretudo da exportação de gás natural liquefeito. Ainda assim, estará a analisar várias opções, incluindo uma possível ligação através da Arábia Saudita. Já os Emirados Árabes Unidos são, neste momento, o país do Golfo com maior capacidade para exportar petróleo fora de Ormuz, através da rota para Fujairah.</p>
<p>A guerra e o bloqueio parcial do Estreito de Ormuz mudaram o cálculo estratégico da região. A dependência dessa passagem, por onde circulava uma parte essencial do petróleo mundial, deixou de ser apenas uma questão logística e passou a ser vista como vulnerabilidade geopolítica. O encerramento ou instabilidade da rota obrigou produtores do Golfo a reduzir produção, pressionou os preços internacionais do petróleo e expôs a fragilidade das cadeias energéticas globais.</p>
<p>A médio prazo, esta corrida a novas infraestruturas pode enfraquecer a capacidade do Irão para usar Ormuz como instrumento de pressão. Se Arábia Saudita, Emirados, Kuwait ou Qatar conseguirem criar rotas alternativas eficazes, Teerão perderá parte da vantagem estratégica que resulta da sua proximidade ao estreito.</p>
<p>Mas o efeito poderá ir além da geopolítica. Uma vez reduzido o risco de bloqueio e aumentada a capacidade de exportação por rotas alternativas, Arábia Saudita e Emirados poderão entrar numa nova fase de competição pela produção e pelo preço do petróleo. Uma fonte do setor, citada pelo &#8216;El Economista&#8217;, admite mesmo que o pós-guerra possa abrir caminho a uma corrida para maximizar produção e baixar preços.</p>
<p>O resultado seria uma nova guerra do petróleo barato, agora alimentada não apenas pela rivalidade entre produtores, mas também pela tentativa de escapar ao controlo estratégico de Ormuz. O Irão tentou transformar o estreito numa arma. A resposta dos vizinhos pode ser tornar essa arma cada vez menos decisiva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787669]]></sapo:autor>
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		<title>Habitação: Governo encurta para dois meses prazo dos despejos por rendas em atraso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:54:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[No Conselho de Ministros de hoje, o Governo aprovou também novas regras para a transição dos contratos anteriores a 1990 para o Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo quer permitir os despejos por rendas em atraso ao fim de dois meses de incumprimento do pagamento, em vez dos três meses exigidos na lei atual.</p>
<p>Em caso de incumprimento reiterado, o despejo pode ser iniciado sempre que se verifique um atraso no pagamento igual ou superior a oito dias por mais de três vezes seguidas ou interpoladas, durante um período de 12 meses, ou mais de quatro vezes em 18 meses.</p>
<p>No Conselho de Ministros de hoje, o Governo aprovou também novas regras para a transição dos contratos anteriores a 1990 para o Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU).</p>
<p>No caso dos inquilinos com menos de 65 anos, e rendimento anual inferior a 64.400 euros, a renda mantém-se por um período de 5 anos, mas se o rendimento superar aquele valor, a renda pode ser atualizada para 1/15 do Valor Patrimonial Tributário do imóvel.</p>
<p>Para os inquilinos com mais de 65 anos, o contrato não transita para o NRAU, mas se o rendimento do agregado for superior a 64.400 euros anuais, a renda será atualizada para 1/15 do Valor Patrimonial Tributário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787661]]></sapo:autor>
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		<title>Do charme do MGB GT à era dos robôs: a MG mostra como quer ser elétrica sem perder caráter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Goodwood Festival of Speed 2026]]></category>
		<category><![CDATA[mg]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[MG escolheu o Goodwood Festival of Speed 2026 para revelar dois novos concept cars elétricos em estreia mundial, num momento em que a marca procura ligar mais de um século de herança desportiva às tecnologias de eletrificação, inteligência artificial e condução inteligente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A MG escolheu o Goodwood Festival of Speed 2026 para revelar dois novos concept cars elétricos em estreia mundial, num momento em que a marca procura ligar mais de um século de herança desportiva às tecnologias de eletrificação, inteligência artificial e condução inteligente.</p>
<p>Os dois protótipos, MG GO! e MG Cyber Concept, antecipam caminhos distintos para o futuro da marca. O primeiro aponta para um hatchback compacto 100% elétrico do segmento B, com lançamento previsto para 2027. O segundo apresenta uma visão mais ambiciosa de um futuro SUV elétrico de elevada performance no segmento D.</p>

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<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/MG-GO-concept-car.png'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="540" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20540&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/MG-GO-concept-car-600x540.png" data-type="string" /></a>

<p>O MG GO! é apresentado como uma interpretação moderna do espírito britânico da marca. Inspirado em modelos clássicos como o MGB GT, mas também em propostas mais jovens e expressivas como o MG Metro Turbo, o MG ZR e o MG EX4, o protótipo procura recuperar a ideia de que um automóvel compacto do dia a dia também pode ter personalidade, emoção e presença própria.</p>
<p>Desenvolvido pela equipa do MG Design Centre, em Londres, liderada por Carl Gotham, o MG GO! não pretende ser apenas um exercício de nostalgia. A marca descreve-o como um compacto contemporâneo, irreverente e emocional, pensado para se destacar num segmento cada vez mais competitivo. “Com o MG GO! quisemos criar algo compacto e contemporâneo, mas também acolhedor, expressivo e imediatamente cativante”, afirmou Carl Gotham, diretor de Design Avançado da MG em Londres.</p>
<p>O MG Cyber Concept leva a herança desportiva da marca para outro território. Concebido como antevisão de um SUV elétrico de grandes dimensões e elevada performance, inspira-se na procura histórica da MG pela velocidade, simbolizada pelo lendário EX181, e procura combinar versatilidade, funcionalidade e prazer de condução.</p>
<p>A proposta do Cyber Concept assenta na ideia de desempenho sem compromissos. O objetivo passa por criar um veículo capaz de responder à utilização urbana, às viagens longas e a percursos mais exigentes, mantendo o apelo emocional associado aos modelos desportivos. O design aposta em proporções robustas, postura afirmativa e superfícies esculpidas para transmitir movimento, energia e sofisticação.</p>
<p>Para Jozef Kabaň, vice-presidente de Design Global da MG, a aposta nestes concept cars é também uma declaração sobre o futuro da identidade automóvel. “A tecnologia e a inovação são essenciais, mas podem ser partilhadas. O caráter, esse, não”, afirmou. Segundo o responsável, o futuro do design passa por criar veículos com identidade forte, capazes de gerar curiosidade, entusiasmo e desejo.</p>
<p>A presença da MG em Goodwood não se limita aos dois protótipos. A marca vai também apresentar o Future Motion Show, um espetáculo protagonizado por robôs de última geração, pensado para demonstrar as suas competências nas áreas da inteligência artificial, condução inteligente, conectividade, sensores, câmaras e tecnologia LiDAR.</p>
<p>No festival estarão ainda em exposição seis modelos da gama eletrificada da MG, incluindo propostas híbridas plug-in, Hybrid+ e 100% elétricas. Entre os modelos presentes destacam-se o MGS9 PHEV, o primeiro SUV de grandes dimensões da marca com sete lugares, o MG4 Urban, o MG HS Plug-in Hybrid, o MG ZS Hybrid+, o MG IM5 e o MG Cyberster.</p>
<p>A marca terá também presença dinâmica na emblemática Hill Climb de Goodwood, com o MGS9 PHEV, o MGS6 EV e o MG Cyberster a participarem nas demonstrações em estrada. A subida da colina servirá como montra para mostrar que a estratégia elétrica da MG não se esgota em design e tecnologia, mas continua ligada ao desempenho.</p>
<p>Com esta ofensiva em Goodwood, a MG procura reforçar a ideia de que o seu futuro elétrico não representa uma quebra com o passado, mas uma continuação da sua identidade. A marca quer transformar a herança desportiva britânica numa linguagem nova, mais tecnológica e mais acessível, capaz de chegar a uma geração que olha para a mobilidade elétrica não apenas como eficiência, mas também como desejo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787652]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente da Câmara de Albufeira arguido em caso de alegada discriminação racial diz que não será “calado”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-da-camara-de-albufeira-arguido-em-caso-de-alegada-discriminacao-racial-diz-que-nao-sera-calado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:44:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Rui Cristina, presidente da Câmara Municipal de Albufeira eleito pelo Chega, confirmou que foi constituído arguido num processo relacionado com suspeitas de discriminação racial e incitamento ao ódio.]]></description>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="0" data-end="367">Rui Cristina, presidente da Câmara Municipal de Albufeira eleito pelo Chega, confirmou que foi constituído arguido num processo relacionado com suspeitas de discriminação racial e incitamento ao ódio.</p>
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="0" data-end="367">O caso teve origem numa denúncia apresentada por Helena Palhota, deputada municipal do PSD, na sequência de declarações públicas do autarca sobre a comunidade cigana.</p>
<p data-start="369" data-end="733">O Ministério Público já tinha realizado buscas em março no âmbito desta investigação, que avançou agora com a constituição de arguido.</p>
<p data-start="369" data-end="733">Rui Cristina reagiu através de um vídeo nas redes sociais, defendendo que está a ser alvo de uma tentativa de contestação política por parte de adversários derrotados nas eleições autárquicas de outubro de 2025.</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1551339786903677%2F&amp;show_text=true&amp;width=267&amp;t=0" width="267" height="591" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p data-start="735" data-end="1070">O autarca, que venceu a Câmara de Albufeira com cerca de 1.500 votos de vantagem sobre a coligação PSD/CDS-PP, afirmou que não aceitará políticas que atribuam mais habitação, apoios ou benefícios a pessoas por pertencerem a determinado grupo ou etnia. Rui Cristina disse ainda que não será silenciado e que foi eleito para “pôr ordem”.</p>
<p data-start="1072" data-end="1370" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Recorde-se que este não é o único processo envolvendo o presidente da Câmara de Albufeira, uma vez que o Ministério Público já tinha aberto outro inquérito relacionado com nomeações na autarquia, incluindo suspeitas sobre contratações da irmã do autarca e de vários candidatos do Chega.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787638]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>De ciberataques à destruição de satélites: China propôs à Rússia formas de neutralizar a Starlink de Musk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:40:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Opções iam de pressão jurídica e diplomática até medidas mais agressivas, como interferência eletromagnética, ciberataques e o desenvolvimento de armas de baixo custo para destruir satélites da rede]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China e a Rússia discutiram formas de contrariar a rede de satélites Starlink, de Elon Musk, e o desenvolvimento conjunto de um novo sistema integrado de defesa aérea e antimíssil, segundo uma investigação conjunta do &#8216;The Insider&#8217;, &#8216;Der Spiegel&#8217; e &#8216;Le Monde&#8217;, baseada em documentos sobre a cooperação militar entre Pequim e Moscovo.</p>
<p>De acordo com a investigação, num fórum de cooperação técnico-militar realizado em Guangzhou, em novembro de 2023, responsáveis chineses apresentaram aos parceiros russos várias formas de limitar ou neutralizar a Starlink. As opções iam de pressão jurídica e diplomática até medidas mais agressivas, como interferência eletromagnética, ciberataques e o desenvolvimento de armas de baixo custo para destruir satélites da rede.</p>
<p>As propostas incluíam a ocupação de bandas de frequência e posições orbitais necessárias à expansão da Starlink, a criação conjunta de interferências eletromagnéticas e ataques informáticos através de terminais civis usados pelos clientes da rede. A investigação aponta ainda para a discussão de sistemas capazes de atingir fisicamente satélites em órbita.</p>
<p>Meses antes desse fórum, em junho de 2023, uma delegação militar chinesa viajou para Moscovo para negociações secretas com a Almaz-Antey, uma das principais fabricantes russas de sistemas de defesa aérea. Segundo o &#8216;The Insider&#8217;, os representantes chineses regressaram à China com um contrato de fornecimento de armamento.</p>
<p>O protocolo de trabalho assinado nessas negociações, obtido pelo &#8216;The Insider&#8217; e alegadamente verificado através de dados de voo dos participantes, indica que a parceria militar entre China e Rússia já ultrapassou a retórica política e passou para uma cooperação estruturada no desenvolvimento de armas em várias áreas.</p>
<p>Entre os projetos discutidos está um sistema integrado de defesa aérea e antimíssil de nova geração, concebido para intercetar mísseis balísticos, ogivas manobráveis e mísseis hipersónicos na fase terminal do voo. Não é claro, porém, até que ponto o desenvolvimento desse sistema já avançou.</p>
<p>A cooperação terá continuado num novo fórum sino-russo, realizado em Ecaterimburgo, em dezembro de 2024. Nessa reunião, investigadores militares chineses propuseram a partilha de dados sobre ataques russos com drones na Ucrânia. O objetivo seria aproveitar a experiência operacional de Moscovo num domínio em que Pequim tem capacidade industrial, mas pouca experiência real de combate.</p>
<p>Segundo a investigação, a China dispõe de cerca de 160 tipos de munições vagueantes, mas não acumulou experiência de guerra comparável à da Rússia. A proposta chinesa passaria por uma troca formal: Moscovo partilharia conhecimento adquirido no campo de batalha, enquanto Pequim contribuiria com tecnologias de inteligência artificial e capacidade de produção em massa para desenvolver uma nova geração de munições autónomas em enxame.</p>
<p>A cooperação também teria uma dimensão económica e logística. A China propôs a troca de fornecimentos em contexto de sanções: Pequim forneceria microchips e componentes eletrónicos, enquanto Moscovo disponibilizaria matérias-primas e peças a que a China tem acesso limitado devido às restrições internacionais.</p>
<p>A Starlink tornou-se um elemento central da guerra na Ucrânia. Embora o serviço não esteja oficialmente disponível na Rússia, o exército russo tem usado terminais obtidos ilegalmente através de países terceiros para apoiar operações, incluindo ataques com drones. Ao mesmo tempo, do lado ucraniano, a rede é usada para comunicações no campo de batalha, coordenação de evacuações médicas, mira de artilharia e controlo de drones em tempo real.</p>
<p>A tentativa de neutralizar a Starlink não é apenas uma questão tecnológica. É também uma disputa estratégica sobre comunicações, drones, satélites e guerra eletrónica. Para a Ucrânia, a rede tem sido uma infraestrutura crítica de sobrevivência militar. Para a Rússia e a China, tornou-se um exemplo do poder que sistemas espaciais privados podem exercer em conflitos modernos.</p>
<p>A revelação destes documentos aponta para uma cooperação cada vez mais profunda entre Pequim e Moscovo no campo militar. A Rússia leva para a mesa a experiência de combate adquirida na Ucrânia; a China oferece indústria, eletrónica, inteligência artificial e escala. O resultado poderá ser uma parceria mais preparada para guerras em que satélites, drones e sistemas autónomos serão tão importantes como tanques, aviões ou artilharia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787646]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Seguradoras conscientes de que estão sob observação do país, garante ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:26:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Economia disse hoje, no parlamento, que as companhias de seguros têm consciência do quanto estão sob a observação das pessoas e do país, na sequência das tempestades, e disse acreditar que estas estão empenhadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Economia disse hoje, no parlamento, que as companhias de seguros têm consciência do quanto estão sob a observação das pessoas e do país, na sequência das tempestades, e disse acreditar que estas estão empenhadas. </P><br />
<P>&#8220;Acho que as companhias têm consciência do quanto estão sob a observação das pessoas e do país. A noção que tenho é que estão empenhadas em resolver o assunto&#8221;, afirmou o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, na comissão parlamentar eventual que acompanha o PTRR &#8211; Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência. </P><br />
<P>O ministro disse que as seguradoras, logo após o mau tempo, comprometeram-se a deslocar-se à região de Leiria para ajudar as pessoas e &#8220;é visível que o fizeram&#8221; porque receberam milhares de participações por dia. </P><br />
<P>No entanto, o governante disse que as pessoas queixam-se de que estas estão a demorar demasiado tempo a pagar. </P><br />
<P>Castro Almeida, que disse manter-se em contacto com as seguradoras, referiu que estas estão a procurar avançar com adiantamentos, uma vez que precisam de cumprir um conjunto &#8220;de formalidades, que não são ultrapassáveis&#8221;, até chegar ao valor final. </P><br />
<P>O titular da pasta da Economia, que está também encarregue da coordenação do PTRR, disse ainda que nas candidaturas aos apoios lançados pelo Governo foram identificados vários casos de fraude e que o mesmo deve acontecer com as seguradoras. </P><br />
<P>&#8220;Não quero estar a desculpabilizá-las, mas também é preciso compreender que esta é uma situação anormal de sobrecarga de trabalho&#8221;, apontou.</P><br />
<P>O PTRR é um programa de investimentos, no valor de 22.600 milhões de euros, com a duração de nove anos. </P><br />
<P>Este programa foi criado para responder às inundações e tempestades, ocorridas no início de 2026, e para aumentar a resiliência das infraestruturas em todo o território nacional para prevenir eventos futuros.</P><br />
<P></P><br />
<P>PE/FAC // JNM </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787615]]></sapo:autor>
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		<title>Chega insiste em debate de urgência sobre exames e propõe dia 17</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:23:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ O anúncio foi feito pelo líder do Chega, André Ventura, numa conferência de imprensa na qual anunciou também que o partido quer ouvir no parlamento a ministra do Ambiente e também a presidente da Câmara de Almada e do SMAS na sequência das falhas de abastecimento de água naquele concelho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega vai insistir na realização de um debate de urgência sobre os exames nacionais e propôs o dia 17 de julho, depois de o primeiro pedido, para dia 15, ter sido indeferido pelo presidente do Parlamento.</p>
<p>O anúncio foi feito pelo líder do Chega, André Ventura, numa conferência de imprensa na qual anunciou também que o partido quer ouvir no parlamento a ministra do Ambiente e também a presidente da Câmara de Almada e do SMAS na sequência das falhas de abastecimento de água naquele concelho.</p>
<p>Sobre os exames nacionais, o presidente do Chega disse que o partido &#8220;não aceita esta não realização do debate de urgência, porque ele é mesmo urgente, e reintroduziu esse pedido para ser realizado no dia seguinte ao debate do Estado da Nação&#8221;, ou seja, no dia 17 de julho, na próxima semana.</p>
<p>André Ventura disse querer ouvir o ministro da Educação no Parlamento sobre &#8220;as falhas na correção dos exames e o caos em que o Governo está a colocar famílias, alunos, professores, por causa da sua teimosia&#8221;.</p>
<p>O deputado voltou também a apontar &#8220;suspeitas sobre a empresa de gestão da plataforma dos exames nacionais&#8221;.</p>
<p>Ventura disse que o partido vai pedir ao Governo que &#8220;esclareça que empresa é esta ou que empresas são estas, que ligações têm ao PSD e às estruturas do PSD, e que responsabilidade é que vão assumir pelo caos que estão a criar nesta situação dos exames nacionais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Aquilo que tem vindo a público nos últimos dias, nas últimas horas, mostra que há razões para não estarmos tranquilos em relação à adjudicação destes contratos, à forma como ocorreram e às ligações que têm. E, de facto, começa a ficar curto o caminho do ministro da Educação para conseguir resolver o problema e dar alguma explicação sobre isso&#8221;, criticou.</p>
<p>No que toca à situação da falta de água em Almada, o presidente do Chega acusou o PS e o PSD de &#8220;passa culpas&#8221; e considerou que &#8220;este é um problema de responsabilidade da presidente da câmara, mas também do Governo&#8221;.</p>
<p>André Ventura defendeu que a mobilização de meios nacionais para ajudar a colmatar a situação e deu como exemplo o envolvimento das Forças Armadas ou a captação de água de outras zonas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Sonae SGPS sobe 2,65% e lidera ganhos na bolsa de Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:21:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno positivo, com o PSI a subir 0,43% para 9.123,98 pontos, acompanhando a tendência da generalidade das praças europeias, numa sessão em que a Sonae SGPS liderou os ganhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno positivo, com o PSI a subir 0,43% para 9.123,98 pontos, acompanhando a tendência da generalidade das praças europeias, numa sessão em que a Sonae SGPS liderou os ganhos. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, oito fecharam no &#8216;verde&#8217; e as restantes oito no &#8216;vermelho&#8217;. </P><br />
<P>Nas restantes principais praças europeias, o espanhol IBEX-35 somou 1,14%, o francês CAC-40 avançou 0,90% e o alemão DAX valorizou 0,89%. Já o britânico FTSE 100 perdeu 0,16%. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787626]]></sapo:autor>
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		<title>Por dentro da reunião tensa na Sala Oval em que Trump decidiu que o acordo com o Irão “acabou”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cessar-fogo]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[Pouco antes de partir para uma cimeira da NATO na Turquia, Trump reuniu-se na Ala Oeste com o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário da Defesa, Pete Hegseth]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump decidiu que o cessar-fogo com o Irão estava terminado depois de uma reunião na Sala Oval, na passada segunda-feira, em que foi informado de novos ataques iranianos contra navios no Estreito de Ormuz. Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, que cita uma nova reportagem do &#8216;The Wall Street Journal&#8217;, o presidente dos Estados Unidos concluiu que Teerão não estava a negociar de boa-fé para alcançar um acordo final que pusesse fim à guerra.</p>
<p>Pouco antes de partir para uma cimeira da NATO na Turquia, Trump reuniu-se na Ala Oeste com o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário da Defesa, Pete Hegseth. Os dois responsáveis informaram-no de que o Irão tinha disparado contra três navios que atravessavam o Estreito de Ormuz num intervalo de poucas horas.</p>
<p>O presidente perguntou aos seus principais conselheiros se Teerão estava realmente empenhado em negociar uma solução definitiva. Depois da discussão, a resposta foi negativa. A partir daí, a reação americana foi rápida: Trump ordenou uma nova vaga de ataques contra o Irão ao longo dos dois dias seguintes, repôs sanções sobre as vendas de petróleo iraniano e ameaçou restabelecer um bloqueio dos EUA no estreito.</p>
<p>Na quarta-feira, o próprio Trump eliminou qualquer ambiguidade sobre o estado do cessar-fogo. “Para mim, acho que acabou”, afirmou, acrescentando que lidar com os iranianos era “uma perda de tempo”. A declaração marcou uma rutura clara com o discurso de junho, quando o presidente tinha apresentado como avanço histórico um memorando de entendimento assinado com Teerão.</p>
<p>Esse acordo, assinado em Versalhes a 17 de junho, previa 14 pontos, incluindo o fim imediato das hostilidades, a reabertura do Estreito de Ormuz e a negociação de um acordo final no prazo de 60 dias. Depois dos novos ataques, essa possibilidade parece agora mais distante, num conflito que já era visto de forma desfavorável por grande parte da opinião pública americana.</p>
<p>Um responsável dos EUA, citado pelo &#8216;The Independent&#8217;, atribuiu a responsabilidade da nova escalada ao Irão. Segundo esse responsável, a primeira preferência de Trump continua a ser “a paz e a diplomacia”, mas Teerão escolheu “o caminho da violência” e está agora a sofrer as consequências. A mesma fonte garantiu que os Estados Unidos não ficarão parados perante atos de “terrorismo internacional” e que Trump nunca permitirá que o Irão tenha uma arma nuclear.</p>
<p>A tensão atingiu novo pico no fim de semana no Estreito de Ormuz, uma rota essencial para o comércio internacional e por onde, antes do conflito, passava cerca de 20% do petróleo mundial. O tráfego já tinha sido fortemente reduzido durante a guerra, contribuindo para a subida dos preços dos combustíveis a nível global.</p>
<p>De acordo com a reportagem citada pelo &#8216;The Independent&#8217;, três navios comerciais aproximavam-se da rota sul do estreito no domingo quando receberam um aviso por rádio vindo do Irão. A mensagem indicava que a rota “não era segura” e que mísseis e drones estavam prontos a disparar. Pouco depois, forças iranianas lançaram projéteis contra embarcações, incluindo um petroleiro que ficou em chamas e obrigou a tripulação a abandonar o navio.</p>
<p>A administração americana afirma que os ataques de terça e quarta-feira tiveram como objetivo impor custos pesados ao Irão por atingir tripulações civis em águas internacionais. O Comando Central dos EUA justificou a operação como resposta direta aos ataques contra navegação comercial.</p>
<p>O vice-presidente JD Vance resumiu a nova posição da Casa Branca durante um discurso no Wisconsin. “O acordo é muito simples: se dispararem contra navios, vamos rebentá-los”, afirmou. Paralelamente, Washington revogou uma licença de 60 dias emitida pelo Tesouro no mês anterior, que tinha suspendido sanções sobre o petróleo iraniano no quadro dos esforços para terminar a guerra.</p>
<p>Trump também admitiu repor o bloqueio naval no Estreito de Ormuz. “Talvez o coloquemos de volta”, disse na quarta-feira. Segundo a imprensa americana, navios da Marinha dos EUA estão posicionados e prontos para avançar caso o presidente decida restabelecer a medida.</p>
<p>A nova escalada provocou críticas imediatas dos democratas, que já vinham a contestar a guerra desde o início. Hakeem Jeffries, líder da minoria democrata na Câmara dos Representantes, escreveu nas redes sociais que o “suposto cessar-fogo no Médio Oriente colapsou outra vez” e classificou a guerra de Trump no Irão como “um desastre”.</p>
<p>O desgaste público também pesa sobre a Casa Branca. Uma sondagem da &#8216;CBS News&#8217; divulgada no mês passado indicava que 78% dos inquiridos queriam o fim da guerra, enquanto 69% consideravam que o conflito não tinha valido o custo. Agora, com o cessar-fogo praticamente desfeito e o Estreito de Ormuz novamente no centro da crise, a guerra ameaça prolongar-se — e arrastar consigo os preços da energia, a segurança marítima e a estabilidade regional.</p>
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		<title>Falta de água em Almada: Governo aponta “duas a três semanas” para situação ficar reposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:09:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Governante explicou que a prioridade imediata passa por estabilizar o sistema, reduzir consumos não essenciais e aumentar as fontes de água disponíveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A situação de abastecimento de água em Almada só deverá ficar totalmente reposta dentro de “duas a três semanas”, admitiu esta quinta-feira Maria da Graça Carvalho, ministra do Ambiente, depois de uma reunião com a Câmara Municipal de Almada, a Agência Portuguesa do Ambiente e outras entidades envolvidas na resposta ao problema.</p>
<p>A governante explicou que a prioridade imediata passa por estabilizar o sistema, reduzir consumos não essenciais e aumentar as fontes de água disponíveis. Um primeiro furo já identificado pela autarquia deverá entrar em funcionamento até ao fim de semana e permitirá aumentar em cerca de 20% a capacidade de abastecimento.</p>
<p>Segundo Maria da Graça Carvalho, está também identificado um segundo furo, de maior dimensão, que poderá garantir as quantidades de água necessárias para repor os níveis normais de abastecimento, desde que a população continue a poupar. “A água é um bem escasso”, sublinhou a ministra, defendendo que todos devem ter consciência da necessidade de reduzir consumos.</p>
<p>O segundo furo encontra-se ainda em processo de licenciamento, mas a ministra garantiu que a Agência Portuguesa do Ambiente vai acelerar o procedimento. Depois dessa autorização, a construção deverá avançar rapidamente, num prazo estimado entre duas e três semanas, permitindo restabelecer os pontos de água necessários.</p>
<p>Maria da Graça Carvalho adiantou ainda que o Governo fará tudo para que os licenciamentos avancem de imediato. A intervenção nos furos essenciais terá, segundo a ministra, um custo relativamente baixo tendo em conta o impacto do problema, estimado entre 15 mil e 20 mil euros.</p>
<p>A presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, destacou a importância da reunião com o Governo e com a APA para dar conta da dimensão do problema e das medidas já em curso. A autarca sublinhou que o concelho está perante um aumento “muito substancial e imprevisível” do consumo de água.</p>
<p>De acordo com Inês de Medeiros, o sistema de vigilância municipal indica que a maior parte desse aumento não se deve a ruturas. A autarca afirmou que a câmara tem feito um esforço significativo para reduzir perdas na rede e que estas se situam atualmente em cerca de 35%, apesar do forte crescimento do consumo.</p>
<p>A presidente da autarquia apontou vários fatores que podem explicar a pressão sobre o sistema, incluindo o aumento da população e a maior presença de pessoas na Costa da Caparica durante o verão. O pico habitual de consumo em Almada ocorre na segunda quinzena de julho, mas este ano começou logo em maio, agravando a pressão sobre o abastecimento.</p>
<p>Inês de Medeiros destacou ainda que as zonas mais críticas e com população mais vulnerável reduziram o consumo de água. Neste momento, os maiores consumos concentram-se nas áreas mais utilizadas durante o verão, como a Costa da Caparica, Charneca da Caparica e Sobreda, zonas onde se tem registado também mais construção. A autarca admitiu que este crescimento poderá estar relacionado com a flexibilização das regras de licenciamento urbanístico.</p>
<p>Questionada sobre se a situação era previsível, a presidente da Câmara de Almada afirmou que a autarquia está a trabalhar no problema desde maio e sublinhou que nenhuma zona do concelho ficou sem água durante mais de 24 horas.</p>
<p>Inês de Medeiros admitiu ainda que há suspeitas de água a sair do sistema sem ser cobrada, incluindo possíveis “puxadas ilegais”, situação que a autarquia quer averiguar. A presidente da câmara sublinhou, porém, que as zonas afetadas este ano não coincidem necessariamente com as áreas onde se registaram problemas de abastecimento no ano passado.</p>
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