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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2026 11:33:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>PS e Chega chumbam relatório do PSD sobre o apagão e decisão é adiada para setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:33:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A proposta de relatório elaborada pelo PSD sobre o apagão que afetou a Península Ibérica em 28 de abril de 2025 foi rejeitada esta quarta-feira na Comissão Parlamentar de Ambiente e Energia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de relatório elaborada pelo PSD sobre o apagão que afetou a Península Ibérica em 28 de abril de 2025 foi rejeitada esta quarta-feira na Comissão Parlamentar de Ambiente e Energia, depois de PS e Chega terem votado contra o documento. O chumbo impede, para já, a aprovação das conclusões do grupo de trabalho criado para analisar o incidente, remetendo o processo para setembro, altura em que deverá ser tomada uma decisão sobre os próximos passos.</p>
<p>(EM atualização)</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792413]]></sapo:autor>
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		<title>Sismo de 3.6 sentido no concelho de Évora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:28:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[sismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comunicado, o IPMA adianta que o sismo teve o seu epicentro a 10 quilómetros a sul-sudeste de Évora e foi registado à 01h22 nas estações da Rede Sísmica do Continente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um sismo de magnitude 3.6 na escala de Richter foi sentido esta quarta-feira no concelho de Évora, sem causar danos pessoais ou materiais, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Em comunicado, o IPMA adianta que o sismo teve o seu epicentro a 10 quilómetros a sul-sudeste de Évora e foi registado à 01h22 nas estações da Rede Sísmica do Continente.</p>
<p>O abalo &#8220;não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima III (escala de Mercalli modificada) no concelho de Évora&#8221;.</p>
<p>Segundo a escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2.0), muito pequenos (2.0-2.9), pequenos (3.0-3.9), ligeiros (4.0-4.9), moderados (5.0-5.9), fortes (6.0-6.9), grandes (7.0-7.9), importantes (8.0-8.9), excecionais (9.0-9.9) e extremos (quando superior a 10).</p>
<p>A escala de Mercalli Modificada mede os &#8220;graus de intensidade e respetiva descrição&#8221;.</p>
<p>Com uma intensidade III, considerada fraca, o abalo é sentido dentro de casa e os objetos pendentes baloiçam, percecionando-se uma &#8220;vibração semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados&#8221;, revela o IPMA na sua página da Internet.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792427]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia lança ofensiva sem precedentes no Mar Negro: 13 navios russos atingidos em apenas 48 horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:26:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mar Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação, denominada "MoLoChKa", decorre desde 6 de julho e já visou 196 embarcações russas, das quais 126 no Mar de Azov e 70 no Mar Negro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia afirma ter atingido 13 embarcações ligadas à chamada &#8220;frota fantasma&#8221; russa no Mar Negro e no Mar de Azov em apenas 48 horas, naquela que descreve como uma das maiores ofensivas navais com drones desde o início da guerra.</p>
<p>Segundo o comandante das Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia, Robert &#8220;Madyar&#8221; Brovdi, os ataques destruíram ou danificaram 10 cargueiros, dois rebocadores e um petroleiro utilizados para apoiar a logística militar russa nos territórios ocupados.</p>
<p>A operação, denominada &#8220;MoLoChKa&#8221;, decorre desde 6 de julho e já visou 196 embarcações russas, das quais 126 no Mar de Azov e 70 no Mar Negro.</p>
<p><strong>Ataques estendem-se à rede elétrica da Crimeia</strong></p>
<p>Em paralelo, Kiev prossegue a operação &#8220;Crimean Switch Off&#8221;, destinada a enfraquecer as infraestruturas energéticas controladas pela Rússia.</p>
<p>Nas últimas horas, drones ucranianos atingiram 13 instalações elétricas, incluindo 11 na Crimeia ocupada e duas noutras zonas sob controlo russo.</p>
<p>Desde o arranque desta campanha, a 1 de julho, as forças ucranianas dizem ter atacado 117 infraestruturas energéticas.</p>
<p><strong>Escalada no Mar Negro preocupa transporte marítimo</strong></p>
<p>Os ataques acontecem numa altura em que a guerra no Mar Negro entrou numa nova fase de escalada.</p>
<p>Nos últimos dias, drones ucranianos atingiram três petroleiros no terminal petrolífero de Novorossiysk, utilizado pelo Consórcio do Oleoduto do Cáspio (CPC). Um dos navios incendiou-se durante o carregamento de petróleo do Cazaquistão, obrigando à evacuação de grande parte da tripulação.</p>
<p>O Cazaquistão condenou os ataques, classificando-os como ações contra navios neutros que transportavam petróleo cazaque.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Rússia intensificou os ataques contra embarcações civis.</p>
<p>No passado domingo, três mísseis de cruzeiro atingiram o cargueiro Golden Leo, de bandeira da Guiné-Bissau e propriedade turca, quando deixava o porto ucraniano de Odessa carregado de cereais. Segundo as autoridades ucranianas, o ataque matou 10 tripulantes e deixou o navio gravemente danificado.</p>
<p>Segundo Kiev, os operadores de drones procuram atingir sobretudo as casas das máquinas e estruturas críticas das embarcações, de forma a imobilizá-las e reduzir o risco de derrames de petróleo.</p>
<p>A intensificação dos ataques de ambos os lados está a aumentar a preocupação internacional com a segurança da navegação no Mar Negro e com o impacto que o conflito poderá ter nas exportações mundiais de cereais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792409]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A simplificação do reporte ESG bancário não reduz a importância do risco climático</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-simplificacao-do-reporte-esg-bancario-nao-reduz-a-importancia-do-risco-climatico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:23:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[banca]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Silvia Amaral, Consultora de Sustentabilidade da Systemic Sphere]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Silvia Amaral, Consultora de Sustentabilidade da Systemic Sphere</em></strong></p>
<p>A Autoridade Bancária Europeia colocou em consulta pública uma proposta de revisão dos Implementing Technical Standards sobre reporte prudencial, incluindo um módulo dedicado ao ESG Supervisory Reporting. A consulta relativa ao pacote EBA/CP/2026/07 decorre até 10 de julho de 2026 e integra a agenda de simplificação do reporte prudencial europeu.</p>
<p>A proposta pretende reduzir complexidade, eliminar duplicações e ajustar os requisitos à dimensão e ao perfil das instituições. No pacote global de simplificação, a EBA refere uma redução de cerca de 50% dos <em>data points</em>.</p>
<p>Mas simplificar não significa reduzir a relevância dos riscos ESG. Pelo contrário, a proposta reforça que os riscos climáticos e ambientais estão cada vez mais integrados na supervisão prudencial. O objetivo é garantir que os supervisores continuam a dispor de informação harmonizada para avaliar a exposição dos bancos a riscos físicos, de transição e outros riscos ambientais.</p>
<p>Uma das principais alterações seria a introdução de uma abordagem em três níveis. As grandes instituições ficariam sujeitas a um conjunto mais completo de templates; outras instituições cotadas/listadas e grandes subsidiárias teriam um reporte simplificado; e as instituições pequenas e não complexas, incluindo SNCIs e outras instituições não cotadas, reportariam apenas um template anual com informação essencial sobre risco físico e risco de transição.</p>
<p>A EBA propõe remover vários templates relacionados com a Taxonomia da UE, incluindo o BTAR, bem como o template sobre exposições às vinte empresas mais intensivas em carbono. Em alternativa, introduziria o template D 04.00, focado em exposições corporativas relacionadas com riscos ambientais ao nível do devedor e na identificação de concentrações relevantes de risco.</p>
<p>Outro ponto importante é a criação do template D 11.00, dedicado a riscos ambientais para além do clima. A proposta inclui biodiversidade, poluição, degradação de ecossistemas, sobre-exploração de recursos naturais e dependências de serviços ecossistémicos. Estes fatores passam a ser enquadrados como potenciais fatores de risco financeiro, com impacto nas operações, cadeias de abastecimento, custos e qualidade de crédito das contrapartes.</p>
<p>O reporte de risco físico climático também ganharia detalhe. Para grandes instituições, a EBA propõe distinguir exposições altamente expostas e moderadamente expostas a riscos físicos. Esta granularidade reforça a necessidade de dados georreferenciados, análise de vulnerabilidade, informação sobre colaterais, seguros e capacidade adaptativa dos ativos.</p>
<p>A proposta procura ainda alinhar o reporte prudencial ESG com o Pilar 3, isto é, com as divulgações públicas que os bancos já fazem ao mercado. A EBA pretende reutilizar definições, metodologias e estruturas existentes, reduzindo inconsistências entre o que é divulgado publicamente e o que é reportado ao supervisor. Ainda assim, o reporte prudencial manteria informação mais técnica e granular quando necessária.</p>
<p>A mensagem é clara: a simplificação regulatória não elimina a necessidade de rigor técnico. A proposta da EBA não deve ser lida como um recuo na supervisão ESG, representa antes uma tentativa de tornar o reporte menos burocrático, mais proporcional e mais útil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Silvia Amaral, Consultora de Sustentabilidade da Systemic Sphere]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Júri Nacional de Exames deteta novos erros em quatro provas e envia novas pautas às escolas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/juri-nacional-de-exames-deteta-novos-erros-em-quatro-provas-e-envia-novas-pautas-as-escolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O processo de avaliação dos exames nacionais volta a enfrentar novos constrangimentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de avaliação dos exames nacionais volta a enfrentar novos constrangimentos. O Júri Nacional de Exames (JNE) anunciou esta quarta-feira que foram identificados novos erros de parametrização nas matrizes de classificação de várias provas da 1.ª fase dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário, situação que obrigou à revisão das classificações dos alunos abrangidos e ao envio de novas pautas para as escolas.</p>
<p>Num comunicado assinado pelo presidente do Júri Nacional de Exames, o organismo explica que as incorreções foram detetadas nas provas de Física e Química A, Geografia, História A e Português Língua Não Materna. Depois de analisadas as situações identificadas, o JNE procedeu à correção dos itens afetados e à revisão das classificações dos estudantes, garantindo que serão emitidas novas pautas para assegurar a equidade entre todos os alunos e o rigor do processo de avaliação.</p>
<p>Segundo o comunicado, os problemas resultaram de erros de parametrização das matrizes de classificação de alguns itens das provas realizadas na primeira fase dos exames nacionais.</p>
<p>Na disciplina de Física e Química A, a incorreção foi identificada no item 7.1 da versão 2 da prova.</p>
<p>Em Geografia, os erros afetaram os itens 1.3, 4.3 e 12.1 alínea a), também pertencentes à versão 2.</p>
<p>Já em História A, foram encontradas falhas no item 5 do Grupo IV e em todo o Grupo II da versão 1 da prova.</p>
<p>No caso de Português Língua Não Materna, a incorreção incidiu sobre a Parte A.1 do exame.</p>
<p>Depois de detetadas estas situações, o Júri Nacional de Exames procedeu à reapreciação dos itens e recalculou as classificações dos alunos afetados.</p>
<p><strong>Geografia foi a disciplina mais afetada</strong><br />
Entre as quatro disciplinas abrangidas, Geografia foi a que registou maior impacto.</p>
<p>De acordo com os dados divulgados pelo JNE, 4.253 classificações aumentaram, 12.393 mantiveram-se inalteradas e 73 sofreram uma redução após a correção dos erros.</p>
<p>Em Física e Química A, 113 alunos viram a sua classificação subir, enquanto 32.113 mantiveram a nota inicialmente atribuída, não tendo sido registada qualquer descida.</p>
<p>Na disciplina de História A, foram revistas positivamente 378 classificações, ao passo que 11.048 permaneceram inalteradas. Também neste caso não houve qualquer redução de nota.</p>
<p>Já em Português Língua Não Materna, 497 classificações aumentaram e 120 mantiveram-se iguais, sem qualquer descida de classificação.</p>
<p><strong>Nenhum aluno será prejudicado</strong><br />
O Júri Nacional de Exames sublinha que, devido ao facto de as correções estarem a ser divulgadas numa fase já muito avançada do calendário dos exames, foi adotada uma medida excecional destinada a proteger os estudantes.</p>
<p>Segundo o comunicado, nenhum aluno será prejudicado caso a revisão conduza a uma classificação inferior a 9,5 valores.</p>
<p>Nessas situações, a classificação será fixada em 95 pontos, correspondendo ao arredondamento necessário para garantir uma nota final positiva de 10 valores.</p>
<p>O objetivo, refere o JNE, é assegurar que os atrasos e os erros detetados não tenham consequências negativas para os alunos.</p>
<p><strong>Novas pautas seguem esta quarta-feira para as escolas</strong><br />
Para garantir a uniformização das classificações e a igualdade de tratamento entre todos os estudantes, o Júri Nacional de Exames informou que estão a ser enviadas esta quarta-feira novas pautas às escolas, contemplando as quatro disciplinas afetadas pelas correções.</p>
<p>As novas listas refletem todas as revisões efetuadas após a deteção das incorreções nas matrizes de classificação.</p>
<p><strong>Alunos continuam a poder recorrer à segunda fase e à época especial</strong><br />
Apesar destas novas alterações, os alunos continuam a poder inscrever-se quer na segunda fase dos exames nacionais, quer na época especial de setembro, criada pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação na sequência dos problemas técnicos que marcaram o processo de classificação eletrónica das provas deste ano.</p>
<p>O JNE recorda que estas possibilidades permanecem disponíveis para os estudantes elegíveis.</p>
<p><strong>JNE pede desculpa pelos novos lapsos</strong><br />
No final do comunicado, o Júri Nacional de Exames agradece a colaboração das direções das escolas e dos respetivos secretariados de exames na gestão deste processo de revisão das classificações.</p>
<p>O organismo deixa ainda um pedido formal de desculpas aos alunos afetados.</p>
<p>&#8220;O JNE/EduQA agradece a colaboração das direções e dos secretariados de exames das escolas e apresenta as suas desculpas aos alunos afetados por estes lapsos&#8221;, conclui o comunicado assinado pelo presidente do Júri Nacional de Exames.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792391]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: PM convicto de que &#8220;pior já passou&#8221; e que &#8220;equidade está salvaguardada&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-pm-convicto-de-que-pior-ja-passou-e-que-equidade-esta-salvaguardada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, admitiu hoje que os problemas no processo de digitalização tiveram impacto no concurso de acesso ao ensino superior, mas afirmou-se convicto de que "o pior já passou" e "as garantias de rigor e equidade estão salvaguardadas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Atenas, 22 jul 2026 (Lusa) &#8212; O primeiro-ministro, Luís Montenegro, admitiu hoje que os problemas no processo de digitalização tiveram impacto no concurso de acesso ao ensino superior, mas afirmou-se convicto de que &#8220;o pior já passou&#8221; e &#8220;as garantias de rigor e equidade estão salvaguardadas&#8221;.</P><br />
<P>Durante uma conferência de imprensa em Atenas, após uma reunião de trabalho com o seu homólogo grego, Kyriákos Mitsotákis, o chefe de Governo, ao ser questionado sobre se viu a mensagem da véspera do Presidente da República, António José Seguro, como um reparo à gestão política do processo de exames nacionais de acesso ao ensino superior, começou por notar que foi &#8220;o menos surpreendido&#8221; com essa mensagem e garantiu que o Governo sempre partilhou as mesmas preocupações do chefe de Estado.</P><br />
<P>&#8220;Eu naturalmente sou o menos surpreendido por aquela mensagem, na medida em que ela emana precisamente do encontro semanal que tive com sua excelência o Presidente da República durante a manhã do dia de ontem [terça-feira], e no âmbito da qual o senhor Presidente da República teve naturalmente uma atenção particular para com a temática da organização dos exames&#8221;, começou por dizer.</P><br />
<P>Insistindo que o Governo quer &#8220;continuar e completar&#8221; o processo de digitalização de correção dos exames nacionais, Montenegro assumiu que o mesmo &#8220;teve os problemas conhecidos, que tiveram um impacto na dinâmica quer da publicitação das notas, quer do processo agora de candidatura nomeadamente ao Ensino Superior&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Mas quero apenas dizer que as preocupações do senhor Presidente da República foram também sempre as preocupações do Governo e do senhor ministro da Educação e que creio que estão reunidas as condições para podermos dizer que o pior já passou, que as garantias de rigor e de equidade no processo estão salvaguardadas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O primeiro-ministro disse esperar &#8220;que esta segunda fase em que já nos encontramos possa ter muito menos perturbação do que teve a primeira, e que no futuro o sistema possa responder porque, objetivamente, a opinião maioritária de todos os agentes do nosso sistema de educação é de que este processo é um processo positivo, porque traz mais rigor, traz mais transparência, traz mais rapidez, traz mais fluidez àquilo que é a dinâmica da avaliação e do acesso ao ensino superior em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Luís Montenegro, que realizou hoje uma visita a Atenas para uma reunião de trabalho com Mitsotákis, reagia depois de, na terça-feira, o Presidente da República ter exigido a salvaguarda do princípio da igualdade no acesso ao ensino superior, numa mensagem escrita divulgada depois da reunião semanal com o primeiro-ministro.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência de várias reuniões e contactos mantidos nos últimos dias, e da reunião semanal ocorrida esta manhã com o senhor primeiro-ministro, o Presidente da República reafirma o sentido de exigência que deve pautar todo o processo, com a obrigatória salvaguarda do princípio de igualdade entre todos os alunos e a normalidade e previsibilidade de todo o sistema, em especial no que diz respeito ao concurso de acesso ao ensino superior&#8221;, afirmou António José Seguro.</P><br />
<P>Nesta mensagem, publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, o chefe de Estado defende que as falhas ou atrasos do Estado devem ser assumidas e explicadas e que é preciso retirar lições deste processo e adotar mecanismos para que não se repitam os problemas, desde logo, na segunda fase dos exames nacionais do ensino secundário.</P><br />
<P>De acordo com António José Seguro, &#8220;os acontecimentos registados nas últimas semanas no processo de realização e classificação dos exames nacionais geraram uma compreensível preocupação e ansiedade entre milhares de alunos, famílias e professores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Num momento particularmente importante da vida académica dos jovens, o Estado tem o dever de assegurar que os procedimentos decorram com rigor, previsibilidade e confiança. Quando surgem falhas ou atrasos, é essencial que sejam reconhecidos, explicados e resolvidos com a maior celeridade e ponderação. Este tem sido o entendimento do Presidente da República desde o início do processo&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Depois de salientar &#8220;o sentido de exigência que deve pautar todo o processo&#8221; e &#8220;a obrigatória salvaguarda do princípio de igualdade entre todos os alunos&#8221;, o Presidente da República defendeu que &#8220;importa igualmente retirar desta situação as devidas lições&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o chefe de Estado, é preciso retirar lições dos problemas agora ocorridos &#8220;de modo que os processos de inovação tecnológica sejam acompanhados por mecanismos de prevenção e resposta capazes de evitar a repetição de constrangimentos desta natureza, designadamente no decurso da 2.ª fase dos exames&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Afinal, o Google Maps tem razão: o velocímetro do carro marca mais do que a velocidade real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:06:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem utiliza estas aplicações já terá reparado que a velocidade indicada no telemóvel raramente coincide com a mostrada no painel do automóvel. Na maioria dos casos, o velocímetro apresenta um valor superior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para muitos condutores, viajar sem aplicações como o Google Maps ou o Waze já é impensável. Além de indicarem o melhor percurso, estas plataformas mostram o trânsito em tempo real, alertam para radares e apresentam a velocidade a que o veículo circula.</p>
<p>Quem utiliza estas aplicações já terá reparado que a velocidade indicada no telemóvel raramente coincide com a mostrada no painel do automóvel. Na maioria dos casos, o velocímetro apresenta um valor superior.</p>
<p>Ao contrário do que muitos pensam, não é o Google Maps ou o Waze que estão errados, destacou o &#8216;El Economista&#8217;. Na realidade, os valores apresentados pelas aplicações tendem a estar mais próximos da velocidade real do veículo.</p>
<p><strong>A lei obriga o velocímetro a &#8220;jogar pelo seguro&#8221;</strong></p>
<p>A explicação está na regulamentação europeia. O Regulamento n.º 39 da ONU determina que o velocímetro nunca pode indicar uma velocidade inferior àquela a que o automóvel circula efetivamente.</p>
<p>Por isso, os fabricantes programam os painéis para apresentarem sempre a velocidade real ou um valor ligeiramente superior. A margem permitida pode chegar a 10% acima da velocidade real, acrescida de mais 4 km/h.</p>
<p>Na prática, se um automóvel circular exatamente a 100 km/h, o velocímetro poderá indicar qualquer valor entre 100 e 114 km/h sem violar a legislação.</p>
<p>Este sistema funciona como uma margem de segurança para reduzir o risco de excesso de velocidade e, ao mesmo tempo, protege os fabricantes de eventuais erros de medição.</p>
<p><strong>Porque é que o Google Maps costuma ser mais preciso?</strong></p>
<p>A diferença resulta da forma como cada sistema calcula a velocidade.</p>
<p>O automóvel baseia-se em sensores que analisam fatores como a rotação das rodas e de outros componentes mecânicos.</p>
<p>Já aplicações como o Google Maps e o Waze recorrem ao GPS do telemóvel, calculando a velocidade através das alterações da posição geográfica ao longo do percurso.</p>
<p>Em condições normais de receção do sinal de GPS, este método tende a refletir com maior precisão a velocidade real do veículo, razão pela qual o valor apresentado pelas aplicações costuma ser inferior ao indicado pelo velocímetro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792399]]></sapo:autor>
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		<title>Galp estuda projeto eólico com cerca de 22 aerogeradores entre Ourique e Odemira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:03:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Galp está a estudar a instalação de um projeto eólico com cerca de 22 aerogeradores nos concelhos de Ourique e Odemira, no distrito de Beja, e capacidade aproximada de 158 megawatts, explicou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Galp está a estudar a instalação de um projeto eólico com cerca de 22 aerogeradores nos concelhos de Ourique e Odemira, no distrito de Beja, e capacidade aproximada de 158 megawatts, explicou hoje a empresa.</P><br />
<P>Em resposta a questões colocadas por escrito pela agência Lusa, a Galp esclareceu que o designado Projeto Eólico Mira, que abrange estes dois concelhos do distrito de Beja, está numa fase inicial de desenvolvimento.</P><br />
<P>O projeto &#8220;consiste na hibridização eólica de um parque solar em Ourique&#8221;, avançou. </P><br />
<P>Segundo a Galp, em junho de 2026, submeteu à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) uma Proposta de Definição de Âmbito (PDA), que constitui a primeira etapa do processo de avaliação de impacte ambiental. </P><br />
<P>Esta proposta destina-se a &#8220;recolher contributos das entidades&#8221; competentes &#8220;sobre os temas que deverão ser estudados e as metodologias que deverão ser utilizadas no futuro Estudo de Impacte Ambiental (EIA)&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>De acordo com a empresa, só após a conclusão desta etapa será desenvolvido o EIA, no qual serão avaliados os &#8220;potenciais impactes do projeto, alternativas consideradas&#8221; e &#8220;as medidas a implementar para eliminar riscos ambientais&#8221;.  </P><br />
<P>Neste âmbito, sublinhou, &#8220;a configuração final&#8221; do projeto, o &#8220;número de aerogeradores ou a localização exata&#8221; de algumas das estruturas &#8220;poderão ainda ser ajustados em função dos resultados dos estudos técnicos e ambientais que vierem a ser realizados&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Numa configuração preliminar, o projeto contempla até 22 aerogeradores, correspondendo a uma capacidade instalada de cerca de 158 MW [megawatts]&#8221;. </P><br />
<P>A construção deste parque, segundo a Galp, não deverá começar &#8220;antes de 2029&#8221;, tendo em conta as diferentes fases de licenciamento e desenvolvimento ainda a decorrer. </P><br />
<P>O projeto prevê a &#8220;hibridização de uma central fotovoltaica em desenvolvimento na região de Ourique&#8221;, combinando a &#8220;produção de [energia] solar e eólica na mesma área&#8221;.</P><br />
<P>Desta forma, a empresa irá garantir &#8220;uma utilização mais eficiente das infraestruturas elétricas existentes&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, a Galp não avançou, nesta fase, com o valor previsto para o investimento, justificando que a configuração final do empreendimento ainda não está definida.</P><br />
<P>Esclareceu ainda que o Projeto Mira &#8220;é totalmente distinto do projeto Cachenas&#8221;, que abrangia quatro freguesias nos concelhos de Odemira (Beja), Santiago do Cacém e Sines, no distrito de Setúbal, entretanto cancelado. </P><br />
<P>Este novo empreendimento &#8220;não surge na sequência do cancelamento&#8221; do Parque Eólico das Cachenas, assegurou. </P><br />
<P>Segundo a empresa, o projeto Cachenas estava &#8220;associado ao fornecimento direto de energia renovável ao eletrolisador de hidrogénio localizado na Refinaria de Sines&#8221;.</P><br />
<P>Já o Projeto Eólico Mira &#8220;foi concebido como um projeto de hibridização destinado à injeção de energia na Rede Elétrica Nacional&#8221;, sustentou. </P><br />
<P>&#8220;São projetos com objetivos, enquadramentos e modelos de desenvolvimento distintos&#8221;, garantiu a empresa, referindo que o Projeto Mira está &#8220;em estudo há vários anos&#8221; e &#8220;o seu desenvolvimento decorreu de forma independente da evolução&#8221; do parque Cachenas.</P><br />
<P>A empresa revelou ainda que tem vindo a desenvolver contactos para &#8220;apresentar o projeto e recolher contributos&#8221; das populações, nomeadamente através das juntas de freguesia, com as quais estabeleceu &#8220;um canal de diálogo&#8221;, e com as câmaras de Odemira e Ourique. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792404]]></sapo:autor>
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		<title>Aeroporto: Luís de Camões custará entre 7,9 e 8,9 mil ME e abertura a partir de 2037</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo Aeroporto Luís de Camões deverá representar um investimento entre 7,9 mil milhões e 8,9 mil milhões de euros, a preços de 2024, segundo o relatório técnico divulgado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O novo Aeroporto Luís de Camões deverá representar um investimento entre 7,9 mil milhões e 8,9 mil milhões de euros, a preços de 2024, segundo o relatório técnico divulgado hoje.</P><br />
<P>O intervalo agora apresentado atualiza a estimativa avançada pela ANA em 2025 no relatório preliminar, que apontava para um investimento de 8,5 mil milhões de euros.</P><br />
<P>A construção deverá começar em 2029 e ficar concluída até 2033, de acordo com o calendário que acompanha os documentos.</P><br />
<P>Após os trabalhos de testes e certificação, a abertura do novo aeroporto está prevista a partir de 2035, antecipando também o prazo anteriormente previsto que apontado para meados de 2037. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792403]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Miranda Sarmento diz que solução para lesados do GES tem de respeitar dinheiro dos contribuintes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:51:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Finanças admitiu hoje no parlamento que há limitações à recuperação de créditos dos lesados do GES e disse que qualquer solução para os investidores ainda não ressarcidos terá de respeitar a proteção dos contribuintes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro das Finanças admitiu hoje no parlamento que há limitações à recuperação de créditos dos lesados do GES e disse que qualquer solução para os investidores ainda não ressarcidos terá de respeitar a proteção dos contribuintes.</P><br />
<P>Ouvido numa audição parlamentar a pedido do Chega sobre um núcleo de lesados que continuam sem ser compensados pelo colapso do Grupo Espírito Santo (GES) em 2014, Joaquim Miranda Sarmento afirmou que o Governo conhece &#8220;a relevância social, política e jurídica da situação&#8221; deste investidores e &#8220;a orientação parlamentar&#8221; no sentido de ser encontrada uma compensação para estes lesados.</P><br />
<P>De seguida, frisou que &#8220;qualquer solução terá sempre de respeitar a proteção do dinheiro dos contribuintes, as competências dos reguladores (CMVM e Banco de Portugal) nas quais o Governo não se pode imiscuir, os limites do Fundo de Resolução&#8221; e a elegibilidade de critérios de acesso.</P><br />
<P>Durante a audição na comissão de orçamento, finanças e administração pública, vários partidos da oposição pediram ao Governo que estude medidas para compensar os lesados não abrangidos pelos mecanismos de recuperação de créditos existentes, não tendo o ministro dado garantias de que será encontrada uma solução.</P><br />
<P>&#8220;Temos que ser realistas e perceber as condicionantes a cada momento&#8221;, disse o ministro depois das intervenções das bancadas do Chega, PS, Livre, Iniciativa Liberal e BE.</P><br />
<P>Recorrendo à ironia, Joaquim Miranda Sarmento perguntou ao Chega que proposta concreta tem para resolver este problema e desafiou o partido a juntar-se ao PS para aprovar um projeto de lei assumindo a responsabilidade por essa iniciativa.</P><br />
<P>&#8220;Aguardo com muita expectativa a solução&#8221; que o Chega apresentar, disse.</P><br />
<P>O desafio levou o deputado do Chega Eduardo Teixeira a responder que a apresentação de uma solução é uma responsabilidade do Governo.</P><br />
<P>Miranda Sarmento disse que, &#8220;apesar de ter sido anunciada a criação de um Fundo de Recuperação para lesados não abrangidos pelo tal Fundo de Recuperação de Créditos de 2017, não há informação técnica plausível&#8221; que indique ser possível diminuir as perdas dos lesados &#8220;e, simultaneamente, proteger o erário público e os direitos dos contribuintes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Adicionalmente, nomeadamente por instruções emitidas pelo Banco de Portugal e pela CMVM, há fortes limitações à probabilidade de recuperação dos créditos em causa&#8221; dada, nomeadamente, &#8220;a inexistência de património&#8221;, disse.</P><br />
<P>O ministro das Finanças frisou ainda que &#8220;o Fundo de Recuperação de Créditos não é um mecanismo universal de compensação, cingiu-se, na altura, ao quadro da resolução bancária e ao princípio do &#8216;no creditor worse off'&#8221;, segundo o qual nenhum credor pode suportar perdas maiores do que teria se o banco tivesse entrado em processo de liquidação.</P><br />
<P>Na semana passada, em 15 de julho, o Banco de Portugal (BdP) colocou em consulta pública um projeto de aviso destinado a definir regras de atribuição de compensações do Fundo de Resolução aos credores do BES, com 630 milhões de euros para pagar a partir de 01 de dezembro.</P><br />
<P>O GES, ao qual pertencia o Banco Espírito Santo (BES), colapsou em 2014, num caso com mais de 300 crimes e 18 arguidos, atualmente em julgamento no Juízo Central Criminal de Lisboa.</P><br />
<P>A resolução aplicada pelo Banco de Portugal em 03 de agosto de 2014 ditou uma separação dos ativos da instituição financeira, pela criação do Novo Banco (para assumir parte da atividade bancária) e a colocação de ativos problemáticos no BES &#8216;mau&#8217; (atualmente em liquidação).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792401]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lisboa já era cara&#8230; mas neste verão as rendas dispararam entre as mais altas da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:49:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
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		<category><![CDATA[Tradingpedia]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre maio e julho, a renda média de um apartamento T1 no centro de Lisboa aumentou 8,61%, passando de 1.331 para 1.446 euros por mês]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continua a destacar-se como um dos mercados de arrendamento mais pressionados da Europa. Um estudo da &#8216;<a href="http://Lisboa já era cara... mas neste verão as rendas dispararam entre as mais altas da Europa">TradingPedia</a>&#8216; conclui que Lisboa registou a quinta maior subida das rendas entre 127 cidades europeias durante o verão, ao mesmo tempo que continua a ser uma das capitais menos acessíveis para quem procura casa.</p>
<p>Entre maio e julho, a renda média de um apartamento T1 no centro de Lisboa aumentou 8,61%, passando de 1.331 para 1.446 euros por mês. Apenas Manchester, Cork, Madrid e Basileia registaram aumentos superiores no mesmo período.</p>
<p><strong>Quase todo o salário vai para a renda</strong></p>
<p>O relatório destaca outro dado preocupante: a renda média de um T1 no centro da capital representa 99,2% do salário líquido médio local.</p>
<p>Na prática, um trabalhador com o rendimento médio ficaria com apenas cerca de 11 euros depois de pagar a renda mensal.</p>
<p>Também o Porto e Braga registaram aumentos durante o verão. No Porto, as rendas subiram 3,43%, passando para 1.146 euros mensais, enquanto Braga registou uma subida de 1,04%, para 819 euros.</p>
<p>Apesar de ser mais acessível do que Lisboa, o Porto continua a exigir cerca de 85% do salário líquido médio para pagar a renda de um apartamento de um quarto no centro da cidade. Em Braga, esse esforço ronda os 73%.</p>
<p><strong>Mercado voltou a acelerar no verão</strong></p>
<p>Segundo a análise, o mercado português inverteu a tendência registada nos últimos meses.</p>
<p>Embora, em maio, Lisboa ainda apresentasse rendas inferiores às do mesmo período do ano anterior, os preços voltaram a acelerar durante o verão, recuperando rapidamente entre maio e julho.</p>
<p>Brian McColl, da TradingPedia, considera que o mercado de arrendamento português &#8220;está novamente a aquecer&#8221;, sublinhando que a forte procura típica da época de verão voltou a pressionar os preços.</p>
<p>O responsável alerta ainda que, caso este ritmo se mantenha durante a segunda metade do ano, os problemas de acessibilidade poderão agravar-se, sobretudo em Lisboa, onde a renda média já absorve praticamente um salário mensal inteiro.</p>
<p>O estudo compara o preço médio de apartamentos T1 localizados no centro de 127 cidades europeias, com base em dados da plataforma Numbeo recolhidos em maio e julho de 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792389]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EUA arrecadaram mais de 13 mil milhões de dólares com petróleo da Venezuela. Mas ninguém sabe onde está o dinheiro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/eua-arrecadaram-mais-de-13-mil-milhoes-de-dolares-com-petroleo-da-venezuela-mas-ninguem-sabe-onde-esta-o-dinheiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:48:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A administração norte-americana arrecadou, desde o início do ano, mais de 13 mil milhões de dólares (cerca de 11 mil milhões de euros) provenientes das exportações de petróleo da Venezuela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A administração norte-americana arrecadou, desde o início do ano, mais de 13 mil milhões de dólares (cerca de 11 mil milhões de euros) provenientes das exportações de petróleo da Venezuela, mas continua sem esclarecer de forma detalhada o destino dessas verbas, uma situação que está a gerar críticas, pedidos de transparência e crescente pressão política em Washington. A questão tornou-se ainda mais sensível depois dos devastadores sismos que atingiram a Venezuela em junho, numa altura em que o país necessita de milhares de milhões de dólares para financiar a reconstrução.</p>
<p>Segundo cálculos efetuados pelo Financial Times (FT), as receitas começaram a ser acumuladas depois de os Estados Unidos terem assumido o controlo das exportações petrolíferas venezuelanas na sequência da captura do Presidente Nicolás Maduro, em janeiro, e da instalação da então vice-presidente Delcy Rodríguez como líder do país. Em simultâneo, Washington suspendeu parte das sanções económicas, numa medida que era vista como uma oportunidade para impulsionar uma economia que já atravessava uma profunda crise antes dos sismos registados a 24 de junho.</p>
<p><strong>Recuperação económica continua aquém das expectativas</strong><br />
O petróleo representa aproximadamente um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) da Venezuela e, por isso, muitos economistas antecipavam uma recuperação económica significativa após o levantamento parcial das restrições às exportações.</p>
<p>Contudo, seis meses depois da alteração do modelo de gestão das receitas petrolíferas, os sinais de recuperação continuam limitados. Para vários especialistas, isso poderá indicar que nem todas as receitas provenientes da venda de crude estão a regressar aos cofres venezuelanos.</p>
<p>Ao longo deste período, a administração norte-americana apresentou versões diferentes sobre a utilização do dinheiro. Enquanto uma ordem executiva emitida em janeiro define que os Estados Unidos desempenham apenas um papel de &#8220;custódia&#8221; dos fundos, o Presidente Donald Trump afirmou posteriormente que o país está também a beneficiar financeiramente da operação.</p>
<p><strong>Congresso exige maior transparência</strong><br />
A falta de informação começa igualmente a preocupar membros do Congresso norte-americano, tanto do Partido Republicano como do Partido Democrata, que exigem esclarecimentos sobre a localização e utilização das receitas petrolíferas, bem como garantias de que os fundos estão protegidos contra eventuais riscos de corrupção.</p>
<p>Joaquin Castro, um dos congressistas democratas mais influentes, criticou duramente a falta de transparência.</p>
<p>&#8220;A invasão da Venezuela por Trump teve desde o início como objetivo o petróleo, o poder e a corrupção, com milhares de milhões de dólares de receitas petrolíferas venezuelanas controladas pela administração Trump sem transparência nem mecanismos de proteção&#8221;, afirmou Joaquin Castro ao Financial Times, acrescentando que o Congresso está a ser &#8220;mantido na ignorância&#8221;.</p>
<p>Também María Elvira Salazar, congressista republicana da Florida, defendeu esta semana, durante uma audição parlamentar, que sejam publicados relatórios detalhados sobre os fundos.</p>
<p>&#8220;É importante haver transparência sobre o destino deste dinheiro&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Como foi calculado o valor das receitas?</strong><br />
O Financial Times estimou o montante arrecadado recorrendo aos dados das exportações de petróleo venezuelano compilados pela plataforma especializada Kpler, dedicada à monitorização do transporte marítimo e análise de mercados energéticos.</p>
<p>Para calcular o valor das exportações, o jornal utilizou igualmente estimativas de preços da agência Argus Media, incidindo sobre diferentes tipos de crude produzidos na Venezuela, incluindo o Merey, Boscan e Hamaca.</p>
<p>Os cálculos apontam para cerca de 11,5 mil milhões de dólares em exportações cujos preços puderam ser determinados diretamente. Considerando ainda os carregamentos para os quais não existiam dados completos de preços, o valor global ultrapassará os 13 mil milhões de dólares, segundo o FT.</p>
<p><strong>Governo venezuelano divulgou apenas uma transferência</strong><br />
O Governo venezuelano criou uma plataforma digital destinada a acompanhar as receitas provenientes das vendas de petróleo administradas pelos Estados Unidos.</p>
<p>No entanto, segundo o Financial Times, essa página apresenta apenas um único registo: uma transferência de 300 milhões de dólares, realizada em março.</p>
<p>Essa ausência de informação alimenta as dúvidas sobre o destino da maior parte dos recursos financeiros.</p>
<p><strong>Declarações contraditórias da administração Trump</strong><br />
Desde janeiro, diferentes responsáveis norte-americanos apresentaram explicações distintas relativamente à utilização das receitas petrolíferas.</p>
<p>Logo após a operação que levou à captura de Nicolás Maduro, Donald Trump afirmou que as receitas &#8220;serão controladas por mim&#8221;.</p>
<p>A ordem executiva assinada posteriormente estabeleceu, contudo, que o dinheiro continuaria a pertencer ao Estado venezuelano, permanecendo depositado em contas do Governo norte-americano numa capacidade de custódia.</p>
<p>Mais tarde, o Departamento da Energia indicou que os fundos seriam utilizados &#8220;em benefício do povo americano e do povo venezuelano&#8221;.</p>
<p>Em junho, Donald Trump voltou a abordar o tema, afirmando que os Estados Unidos já tinham recuperado 28 vezes o custo da operação militar através das receitas petrolíferas.</p>
<p>&#8220;Recuperámos o custo da guerra 28 vezes graças ao petróleo. Estamos também a ganhar muito dinheiro&#8221;, afirmou Trump.</p>
<p>O Presidente acrescentou ainda: &#8220;Foram precisos 48 minutos para vencer essa guerra. Retirámos milhões de barris de petróleo.&#8221;</p>
<p><strong>Apenas parte das receitas terá regressado à Venezuela</strong><br />
Em abril, Michael Kozak, alto responsável do Departamento de Estado, afirmou que cerca de 3 mil milhões de dólares já tinham sido enviados para a Venezuela.</p>
<p>Na mesma ocasião, indicou que as contas bancárias estavam a ser auditadas pela KPMG e garantiu que seriam publicados relatórios trimestrais sobre a gestão dos fundos.</p>
<p>Contudo, segundo membros democratas da Comissão dos Negócios Estrangeiros da Câmara dos Representantes, desde então não foi disponibilizada qualquer informação adicional.</p>
<p>Numa audição parlamentar realizada na semana passada, Michael Kozak explicou que Washington continua a controlar a libertação das verbas. &#8220;O dinheiro é deles, mas… precisam da nossa autorização.&#8221;</p>
<p>Segundo o responsável, parte das receitas tem sido utilizada para despesas como salários da administração pública e aquisição de equipamentos destinados à indústria petrolífera.</p>
<p>O Departamento de Estado assegurou igualmente que &#8220;milhares de milhões de dólares foram distribuídos à economia venezuelana&#8221; e acrescentou que continua em curso um processo de monitorização financeira para garantir que os fundos beneficiam efetivamente a população.</p>
<p><strong>Especialistas questionam impacto económico</strong><br />
Francisco Rodríguez, economista venezuelano do Center for Economic and Policy Research, considera que a evolução da economia não corresponde ao aumento das receitas petrolíferas.</p>
<p>Segundo o especialista, a economia venezuelana cresceu apenas 2,5% no primeiro trimestre, o valor mais baixo dos últimos cinco anos.</p>
<p>&#8220;A Venezuela provavelmente não cresceu mais rapidamente apesar do aumento das receitas petrolíferas porque os Estados Unidos não transferiram para o Governo venezuelano a totalidade dessas receitas&#8221;, afirmou.</p>
<p>Também José Guerra, economista venezuelano e antigo deputado da oposição, questiona o destino dos recursos financeiros.</p>
<p>&#8220;Onde está o dinheiro? Não existe transparência e o Governo dos Estados Unidos não nos informa.&#8221;</p>
<p>Por sua vez, Alejandro Grisanti, diretor da consultora Ecoanalítica, admite que existem sinais de entrada significativa de dólares na economia durante os últimos meses, mas considera que os sismos deverão atrasar a recuperação económica, que inicialmente era esperada para o final deste ano, empurrando-a agora para meados de 2027.</p>
<p><strong>Sismos aumentam pressão sobre utilização dos fundos</strong><br />
A discussão em torno das receitas petrolíferas ganhou nova dimensão depois dos dois fortes sismos registados na Venezuela a 24 de junho.</p>
<p>Segundo estimativas das Nações Unidas, apenas os danos provocados em edifícios e infraestruturas ascendem a cerca de 37 mil milhões de dólares.</p>
<p>Perante esta situação, Francisco Rodríguez tem defendido o acesso a ativos venezuelanos atualmente retidos no estrangeiro, incluindo fundos depositados no Fundo Monetário Internacional e reservas de ouro sob custódia do Banco de Inglaterra, cuja utilização continua dependente de um processo judicial.</p>
<p>Entretanto, os Estados Unidos disponibilizaram 386 milhões de dólares em ajuda humanitária para apoiar as operações de emergência e enviaram centenas de militares para colaborar nas ações de socorro.</p>
<p>O encarregado de negócios norte-americano em Caracas, John Barrett, afirmou este mês que parte das receitas provenientes das vendas de petróleo também está a ser disponibilizada para financiar a reconstrução das zonas afetadas pelos sismos, embora não tenha especificado o montante.</p>
<p>O Financial Times salienta ainda que a estimativa superior a 13 mil milhões de dólares contempla apenas as receitas provenientes das exportações de petróleo, não incluindo os rendimentos obtidos com as exportações mineiras, parte das quais também estará atualmente sob controlo da administração norte-americana, segundo responsáveis dos Estados Unidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792388]]></sapo:autor>
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		<title>Aeroporto: Luís de Camões ficará a 20 minutos do centro de Lisboa por ferrovia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Aeroporto Luís de Camões ficará a cerca de 20 minutos do centro de Lisboa por ferrovia, segundo o plano hoje apresentado, que prevê a abertura da linha de alta velocidade e da ligação dedicada ao aeroporto em 2034.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Aeroporto Luís de Camões ficará a cerca de 20 minutos do centro de Lisboa por ferrovia, segundo o plano hoje apresentado, que prevê a abertura da linha de alta velocidade e da ligação dedicada ao aeroporto em 2034.</P><br />
<P>A nova estação será servida por quatro linhas e três plataformas, com ligações diretas de longo curso a várias regiões do país, anunciou o secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo, durante a sessão denominada &#8220;Expansão e modernização do sistema aeroportuário nacional: ligar Portugal ao Mundo&#8221;, que decorre no Centro de Congressos e Reuniões do Centro Cultural de Belém, em Lisboa.</P><br />
<P>Os dados fazem parte do relatório técnico do novo aeroporto, entregue pela ANA &#8211; Aeroportos ao Governo na semana passada, que prevê submeter o Estudo de Impacte Ambiental ao Governo até ao final do mês. </P><br />
<P>A estimativa oficial aponta para 20 milhões de passageiros por ano a viajar de e para o aeroporto através de serviços ferroviários.</P><br />
<P>A infraestrutura deverá abrir com capacidade para 56 milhões de passageiros anuais, duas pistas e um terminal com cerca de 500 mil metros quadrados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792390]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 58 mil adesões em seis meses: PSP reforça apelo à pulseira gratuita para crianças nestas férias. Saiba como</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:41:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[“Estou Aqui! Crianças”]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[Só no primeiro semestre de 2026 foram registadas 58.233 adesões e entregues 70.035 pulseiras. Durante este ano, o programa já permitiu localizar e devolver duas crianças às famílias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada do verão e o aumento da afluência a praias, feiras, festivais e parques de diversões, a PSP está a reforçar o apelo à adesão ao programa gratuito “Estou Aqui! Crianças”, criado para facilitar a identificação e o reencontro de menores que se percam momentaneamente das famílias.</p>
<p>Desde o lançamento do programa, em 2012, já foram atribuídas mais de 769.900 pulseiras. Segundo a PSP, o sistema contribuiu para o reencontro rápido de 65 crianças com os respetivos familiares.</p>
<p>Só no primeiro semestre de 2026 foram registadas 58.233 adesões e entregues 70.035 pulseiras. Durante este ano, o programa já permitiu localizar e devolver duas crianças às famílias.</p>
<p><strong>Como funciona a pulseira</strong></p>
<p>As pulseiras destinam-se a crianças entre os 2 e os 15 anos e incluem um código alfanumérico único, sem qualquer dado pessoal visível.</p>
<p>Caso uma criança se perca, o adulto que a encontre deve ligar para o 112, indicar o local onde se encontra e comunicar o código inscrito na pulseira. A PSP utiliza depois a informação registada na plataforma para contactar a família e assegurar o reencontro.</p>
<p>A adesão é gratuita e a pulseira permanece válida até ao final do ano civil em que é atribuída. Pode ser pedida tanto para crianças residentes em Portugal como para menores estrangeiros que estejam de férias no país.</p>
<p>O pedido deve ser realizado através do site oficial do programa. Após o registo, a pulseira pode ser levantada na esquadra da PSP selecionada pelo requerente.</p>
<p><strong>PSP recomenda adesão antes das férias</strong></p>
<p>A polícia aconselha os pais e encarregados de educação a fazerem o pedido com antecedência, para que a criança já tenha a pulseira antes das viagens e atividades de verão.</p>
<p>A PSP alerta que os locais com grande concentração de pessoas aumentam o risco de uma criança se desorientar e perder o contacto visual com os adultos responsáveis.</p>
<p>Por essa razão, recomenda que as famílias mantenham sempre as crianças à vista, combinem previamente um ponto de encontro e escolham roupas que permitam identificá-las facilmente à distância.</p>
<p>As crianças devem também conhecer o nome completo dos pais ou encarregados de educação e, sempre que possível, memorizar um contacto telefónico.</p>
<p><strong>Criança deve permanecer no local e procurar um polícia</strong></p>
<p>A PSP aconselha ainda os adultos a explicarem às crianças o que devem fazer caso se percam.</p>
<p>Se deixarem de reconhecer as pessoas à sua volta, devem permanecer no local onde estão, em vez de tentarem procurar sozinhas os familiares. Caso vejam um agente da polícia, devem dirigir-se imediatamente até ele e pedir ajuda.</p>
<p>Se forem abordadas por outro adulto, podem mostrar a pulseira e pedir que seja feita uma chamada para o 112, indicando o respetivo código.</p>
<p>Em caso de perda, deterioração ou ilegibilidade da pulseira, os pais podem solicitar uma substituição através da plataforma oficial do programa.</p>
<p>Criado em parceria com a Fundação MEO, a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, a Rádio Comercial, a Missing Children Europe, o Instituto de Apoio à Criança e a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, o “Estou Aqui! Crianças” funciona em todo o território nacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792383]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>XLVIII BARÓMETRO: Ana Trigo Morais, Sociedade Ponto Verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de Ana Trigo Morais, CEO da Sociedade Ponto Verde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de Ana Trigo Morais, CEO da Sociedade Ponto Verde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados do Barómetro revelam que mais de 70% das empresas viram o seu volume de negócios crescer no primeiro semestre de 2026. São ótimas notícias. Para que este crescimento seja duradouro, os princípios de sustentabilidade são uma alavanca adicional, pois a eficiência na utilização dos recursos é uma dimensão essencial do desenvolvimento económico.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, merece particular atenção o facto de temas como sustentabilidade e transição energética não figurarem entre as principais prioridades estratégicas para o segundo semestre do ano identificadas pelos participantes no 48.º Barómetro. Num momento em que a regulação europeia é cada vez mais exigente, em que os mercados penalizam quem fica para trás na economia circular e em que os consumidores escolhem de forma cada vez mais consciente, ignorar esta dimensão não é uma opção neutra &#8211; é um risco que se pode transformar em desvantagem competitiva clara.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal como a Inteligência Artificial está a impulsionar ganhos de produtividade, também a circularidade deve ser encarada como um fator estratégico de competitividade. Afinal, crescimento e sustentabilidade não são forças opostas: a segunda é condição indispensável para a continuidade do primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Junho (nº. 243) da Executive Digest, no âmbito da XLVIII edição do seu Barómetro</em>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780660]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Recordati: 100 anos ao serviço da Saúde, um século a transformar vidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Jaba Recordati]]></category>
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					<description><![CDATA[Cem anos depois da sua fundação, a recordati continua a olhar para o futuro com a mesma ambição que esteve na sua origem: melhorar a vida das pessoas através da ciência e da inovação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tudo começou no século XIX. De uma pequena farmácia aberta pela família Recordati em Correggio, no norte de Itália, nasceu um projecto que viria a transformar- se num grupo farmacêutico global. Em 1926, Giovanni Recordati deu corpo a essa ambição ao fundar o Laboratorio Farmacologico Reggiano, lançando as bases de uma empresa que, 100 anos depois, continua a crescer com o mesmo propósito: “Unlocking the full potential of life”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo de um século, a Recordati construiu uma trajectória marcada pela inovação, pelo investimento contínuo e pela expansão internacional, estando hoje presente em mais de 150 países. Da saúde cardiovascular às Doenças Raras, passando pela urologia, gastroenterologia, reumatologia e saúde mental, a empresa tem procurado responder a necessidades médicas relevantes e contribuir para a melhoria dos cuidados de saúde em todo o globo.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, passadas três gerações e um século de história, o objectivo e a determinação de Giovanni Recordati continuam bem vivos. A empresa é um grupo global, cotado na Bolsa de Valores transalpina desde 1984 e com 4.700 colaboradores. Em entrevista à Executive Digest, Nelson Ferreira Pires, director-geral da Recordati para Portugal e Grécia, fala sobre este marco histórico da empresa, assim como de liderança, inovação, a importância do acesso aos medicamentos e os desafios que os sistemas de saúde enfrentam nos nossos dias.</p>
<p style="text-align: justify;">A Recordati celebra um século de existência. Como explica a capacidade de uma empresa farmacêutica permanecer relevante durante 100 anos?</p>
<p style="text-align: justify;">Cem anos de história não se alcançam por acaso. São o resultado de uma enorme capacidade de adaptação, de um investimento contínuo direcionados em I&amp;D para desenvolver terapias “unmet medical needs em doenças raras, maximizar o valor do portefólio mais amplo através da gestão do ciclo de vida e de um compromisso permanente com as pessoas. A Recordati soube evoluir de uma farmacêutica tradicional para um grupo global com forte presença em áreas de elevada complexidade, como as Doenças Raras, que representam actualmente cerca de 40% do volume de negócios do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Permanecer relevante significa antecipar as necessidades dos doentes e combinar inovação científica com responsabilidade social e ambiental. É esse equilíbrio que tem sustentado o nosso crescimento ao longo de um século.</p>
<p style="text-align: justify;">O centenário coincide com a apresentação de três novos valores corporativos: «Better Together», «Never Settle» e «Always Deliver». O que representam?</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que slogans, representam a cultura da Recordati e a forma como procuramos cumprir a nossa missão: «Unlocking the full potential of life».</p>
<p style="text-align: justify;">«Better Together» traduz a convicção de que os melhores resultados surgem da colaboração e da partilha. «Never Settle» ref lecte a nossa vontade permanente de inovar e procurar soluções que melhorem a vida dos doentes. Já «Always Deliver» representa o compromisso com a integridade, a confiança e o cumprimento daquilo que prometemos.</p>
<p style="text-align: justify;">São valores que orientam as nossas decisões e reforçam a ideia de que o doente deve estar sempre no centro de tudo o que fazemos.</p>
<p style="text-align: justify;">A inovação terapêutica é uma das vossas marcas. Como avalia o equilíbrio entre inovação, sustentabilidade financeira dos sistemas de saúde e acesso dos doentes aos tratamentos?</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é um dos maiores desafios da saúde moderna. A inovação só tem verdadeiro valor quando chega aos doentes. A tecnologia e a Inteligência Artificial (IA) podem desempenhar um papel importante ao acelerar os processos de investigação e desenvolvimento e ajudar a tornar os tratamentos mais acessíveis. O equilíbrio exige diálogo entre indústria, reguladores e decisores políticos, bem como modelos de financiamento que reconheçam o valor clínico das novas terapêuticas. A inovação não deve ser vista apenas como um custo, mas também como um investimento na saúde, na qualidade de vida e na produtividade das populações.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Portugal continuamos a debater os tempos de acesso a medicamentos inovadores. O que deve mudar?</p>
<p style="text-align: justify;">A transparência introduzida pelo Infarmed ao divulgar os tempos de aprovação foi um passo importante, mas continua a ser necessário acelerar processos. Portugal dispõe de excelentes profissionais de saúde e de elevada capacidade técnica, mas a burocracia continua a atrasar a chegada de terapêuticas inovadoras aos doentes.</p>
<p style="text-align: justify;">É fundamental reforçar os recursos das entidades avaliadoras, simplificar procedimentos e criar mecanismos de aprovação mais rápidos para medicamentos destinados a necessidades sem alternativa terapêutica. O objectivo deve ser aproximar Portugal das melhores práticas europeias e garantir que os doentes têm acesso atempado à inovação.</p>
<p style="text-align: justify;">«Unlocking the full potential of life». Como interpreta este propósito numa altura em que os sistemas de saúde enfrentam desafios como o envelhecimento da população e o aumento da doença crónica?</p>
<p style="text-align: justify;">Para nós, significa acrescentar mais vida aos anos e não apenas mais anos à vida. Num contexto marcado pelo envelhecimento demográfico e pela crescente prevalência das doenças crónicas, isso implica uma visão mais abrangente da saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Não basta disponibilizar medicamentos. É necessário apostar na prevenção, apoiar os doentes de forma integrada e garantir a sustentabilidade dos sistemas de saúde. Também significa gerir o negócio de forma responsável, contribuindo positivamente para a sociedade e para o ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Que metas estratégicas considera fundamentais para que a Recordati continue a crescer nos próximos dez anos?</p>
<p style="text-align: justify;">A estratégia assenta em três pilares fundamentais. O primeiro é reforçar a liderança nas áreas terapêuticas onde já temos uma posição consolidada e reforçar os investimentos direcionados em I&amp;D para desenvolver terapias para “unmet medical needs” em doenças raras.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo passa pela transformação digital e pela utilização responsável das novas tecnologias para aumentar a eficiência e acelerar a inovação.</p>
<p style="text-align: justify;">O terceiro é a sustentabilidade, mantendo objectivos ambientais ambiciosos e promovendo uma gestão responsável em todas as áreas da organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto líder da operação em Portugal e na Grécia, quais considera serem as competências mais importantes para liderar equipas num contexto de mudança permanente?</p>
<p style="text-align: justify;">Vivemos num contexto de transformação contínua e de forte aceleração tecnológica, em que a IA desafia diariamente a forma como trabalhamos e tomamos decisões. Neste cenário, a capacidade mais importante de um líder é saber passar do foco no «eu» para o «nós». Liderar hoje exige empatia, capacidade de escuta, adaptabilidade e sensibilidade cultural, aspectos particularmente relevantes quando se lideram equipas em diferentes países, como Portugal e a Grécia. Mais do que exercer autoridade, importa liderar através da influência, mobilizando as pessoas em torno de um propósito comum. É essa capacidade que gera compromisso, desenvolve talento e transforma a incerteza em oportunidades de crescimento e aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O que aprendeu ao longo do seu percurso profissional sobre liderança que gostaria de ter sabido mais cedo e qual o momento mais marcante enquanto líder da Recordati no nosso país?</p>
<p style="text-align: justify;">Aprendi que é mais importante ser influente do que poderoso. O poder está associado à função e é, por natureza, transitório; a influência conquista-se através da confiança, da credibilidade e da capacidade de inspirar os outros. É uma lição que gostaria de ter compreendido mais cedo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao momento mais marcante, é difícil destacar apenas um após duas décadas à frente da operação em Portugal. Ainda assim, o processo de transformação da antiga Jaba na actual Recordati ocupa um lugar especial. Foi um percurso de mudança profunda, que permitiu transformar uma empresa relativamente discreta numa organização mais dinâmica, atractiva e reconhecida dentro do Grupo. Ver talento desenvolvido em Portugal assumir responsabilidades internacionais e assistir ao reconhecimento das nossas boas práticas a nível global tem sido uma das experiências mais gratificantes desta jornada.</p>
<p style="text-align: justify;">Como vão ser assinalados os 100 anos da Recordati em Portugal?</p>
<p style="text-align: justify;">As celebrações arrancaram oficialmente com a Grande Gala dos 100 Anos, realizada (19 de Maio) em Lisboa, e prolongam-se ao longo de 2026 através de várias iniciativas centradas em três pilares: as pessoas, a história e o futuro da saúde. Entre as principais acções destaco o projecto «100 Histórias Recordati», que reúne testemunhos e marcos que ligam o legado global da empresa à sua presença em Portugal, iniciativas de responsabilidade social e voluntariado, bem como novas medidas de promoção do bem-estar e da saúde mental dos colaboradores.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que celebrar 100 anos de história, queremos reforçar o nosso GESTÃOcompromisso com Portugal, com os doentes, com os profissionais de saúde e com a comunidade científica. Este centenário não representa uma meta alcançada, mas o início de um novo ciclo. Guiados pelos valores «Better Together», «Never Settle» e «Always Deliver», olhamos para o futuro com a mesma ambição que nos trouxe até aqui: inovar e concretizar o nosso propósito de «Unlocking the full potential of life».</p>
<p style="text-align: justify;">Se tivesse de resumir os próximos 100 anos da Recordati numa única ambição, qual seria?</p>
<p style="text-align: justify;">Ser o parceiro global de saúde mais confiável e mais humano, garantindo que nenhuma pessoa — independentemente da raridade da sua doença — fica esquecida ou impedida de alcançar o seu máximo potencial de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781470]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cabaz alimentar tem a maior descida do ano&#8230; mas continua quase 10 euros mais caro do que em janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:34:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[cabaz alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar deste alívio, os consumidores continuam a pagar mais do que no arranque de 2026. Desde janeiro, o mesmo cabaz encareceu 9,46 euros, o equivalente a uma subida de 3,91%]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste registou a maior descida semanal desde o início do ano. Entre 15 e 22 de julho, o conjunto de 63 produtos essenciais caiu 5,17 euros, passando a custar 251,29 euros.</p>
<p>Apesar deste alívio, os consumidores continuam a pagar mais do que no arranque de 2026. Desde janeiro, o mesmo cabaz encareceu 9,46 euros, o equivalente a uma subida de 3,91%.</p>
<p>A comparação com períodos mais longos continua a mostrar o forte aumento dos preços dos alimentos. Há um ano, o cabaz custava menos 11,34 euros (-4,73%) e, no início de 2022, quando a DECO PROteste começou esta monitorização, era possível comprar os mesmos 63 produtos por menos 63,59 euros, uma diferença de 33,88%.</p>
<p><strong>Brócolos, café e pão de forma lideram subidas</strong></p>
<p>Embora o valor global do cabaz tenha recuado, vários produtos registaram aumentos significativos na última semana.</p>
<p>Os brócolos foram o produto que mais encareceu, com uma subida de 12%, passando a custar 3,40 euros. Seguiram-se o café torrado moído, que aumentou 10% para 4,93 euros, e o pão de forma sem côdea, que ficou 9% mais caro, atingindo os 2,55 euros.</p>
<p>Na comparação com julho de 2025, as maiores subidas verificam-se na couve-coração (+27%), agora vendida por 1,72 euros, no bacalhau graúdo (+24%), que custa 19,22 euros por quilo, e na perca do Nilo (+23%), atualmente nos 12,21 euros por quilo.</p>
<p><strong>Carne de novilho continua a liderar aumentos desde 2022</strong></p>
<p>A análise de longo prazo continua a revelar aumentos muito expressivos em alguns produtos.</p>
<p>Desde janeiro de 2022, a carne de novilho para cozer mais do que duplicou de preço, acumulando uma subida de 123% e atingindo atualmente os 12,96 euros por quilo.</p>
<p>O bacalhau graúdo surge em segundo lugar, com um aumento acumulado de 81%, enquanto os ovos completam o pódio, com uma valorização de 76% desde o início da monitorização da DECO PROteste.</p>
<p>A descida desta semana representa um sinal positivo para os consumidores, mas o custo do cabaz alimentar mantém-se muito acima dos valores registados há quatro anos e continua superior ao observado no início deste ano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792374]]></sapo:autor>
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		<title>Óbito/Luís Represas: Funeral do músico realiza-se na sexta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O velório do músico Luís Represas está marcado para quinta-feira, na Basílica da Estrela, em Lisboa, e o funeral realiza-se na sexta-feira, disse à Lusa fonte da agência que o representa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O velório do músico Luís Represas está marcado para quinta-feira, na Basílica da Estrela, em Lisboa, e o funeral realiza-se na sexta-feira, disse à Lusa fonte da agência que o representa. </P><br />
<P>Luís Represas, que estava a assinalar 50 anos de carreira, morreu hoje aos 69 anos em consequência de uma doença prolongada.</P><br />
<P>De acordo com aquela fonte, o velório na quinta-feira na Basílica da Estrela, em Lisboa, será público entre as 16:00 e as 22:30.</P><br />
<P>O funeral realiza-se na sexta-feira, depois de uma cerimónia religiosa às 15:00, naquela basílica, e é reservado à família.</P><br />
<P>Nascido em Lisboa, em 1956, Luís Represas foi um dos fundadores dos Trovante, em 1976, e o grupo permaneceu ativo até aos anos 1990, editando, por exemplo, &#8220;Baile no Bosque&#8221; (1981) e &#8220;Cais das Colinas&#8221; (1983), fortemente inspirados na música tradicional portuguesa.</P><br />
<P>Nas décadas seguintes, os músicos seguiram caminhos a solo e o grupo voltaria a reunir-se para alguns concertos esporádicos, nomeadamente em 1999, em 2006, em 2017 e em março passado, com atuações esgotadas em Lisboa e no Porto.</P><br />
<P>Luís Represas lançou-se a solo em 1993, com o álbum &#8220;Represas&#8221;, fruto de uma viagem a Cuba, onde foi gravado, e do qual fazem parte músicas como &#8220;Fora de Tempo&#8221;, &#8220;Neva sobre a marginal&#8221; e &#8220;Feiticeira&#8221;. O mais recente álbum, &#8220;Miragem&#8221;, é de 2024.</P><br />
<P>Da história de Luís Represas faz parte ainda o apoio à independência de Timor-Leste. A canção &#8220;Timor&#8221;, com música de João Gil e letra de João Monge, que vinha do álbum do grupo &#8220;Um destes dias&#8221; (1990), voltou a juntar os Trovante em 1999 e transformou-se num dos principais temas da luta que levou à independência timorense. A letra viria a ser traduzida para tetum, por Xanana Gusmão.</P><br />
<P>Represas foi convidado pelo então Presidente da República Portuguesa Jorge Sampaio para o acompanhar na visita oficial a Timor-Leste, em 2000. Em 2016, seria condecorado com a Medalha da Ordem de Timor-Leste pelo Presidente Taur Matan Ruak.</P><br />
<P>Em 2005, foi distinguido pelo Estado Português com a Ordem de Mérito &#8211; grau de Comendador. </P><br />
<P>Fausto Bordalo Dias, José Afonso, Carlos do Carmo, Bernardo Sassetti, Pablo Milanés, Ivan Lins, Martinho da Vila, Simone, Jorge Palma, Phil Collins, Compay Segundo, Gilberto Gil e Carlinhos Brown são alguns dos músicos com os quais Luís Represas colaborou. </P><br />
<P>O cantor estava a comemorar 50 anos de carreira e tinha anunciado dois concertos nos coliseus de Lisboa e do Porto para abril de 2027,</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792382]]></sapo:autor>
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		<title>Ninguém quer ser chefe. Porque é a que a &#8216;Geração Z&#8217; está a recusar promoções?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia de que o sucesso profissional passa inevitavelmente por uma promoção ou por um cargo de chefia está a perder força entre os trabalhadores mais jovens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia de que o sucesso profissional passa inevitavelmente por uma promoção ou por um cargo de chefia está a perder força entre os trabalhadores mais jovens. Cada vez menos elementos da Geração Z demonstram interesse em assumir funções de gestão, preferindo privilegiar o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional em detrimento de maiores responsabilidades, jornadas de trabalho mais longas e da pressão inerente à liderança de equipas. A tendência começa a preocupar especialistas e empresas, que enfrentam dificuldades crescentes em preparar a próxima geração de dirigentes.</p>
<p>Segundo uma análise divulgada pela Euronews, a diminuição do interesse dos jovens por funções de liderança está a transformar-se num desafio estrutural para as organizações. À medida que muitas empresas já enfrentam dificuldades na renovação das suas equipas de gestão, a menor disponibilidade da Geração Z para aceitar promoções poderá comprometer a eficácia organizacional e dificultar a continuidade da liderança nos próximos anos.</p>
<p>Tomasz Szklarski, diretor executivo da Enpulse e especialista em envolvimento dos trabalhadores, afirma que os estudos internacionais revelam uma mudança significativa nas ambições profissionais desta geração.</p>
<p>&#8220;Olhando para a investigação global, apenas cerca de 6% da Geração Z quer assumir cargos de gestão de topo e tornar-se chefe. Para as organizações e para as suas estruturas, isto representa um problema muito grande&#8221;, afirmou Tomasz Szklarski à Euronews.</p>
<p>De acordo com o especialista, a principal razão para esta mudança prende-se com o aumento constante das exigências associadas aos cargos de chefia. Os jovens observam o nível de responsabilidade exigido aos atuais gestores e concluem que o esforço necessário já não compensa as vantagens da progressão na carreira.</p>
<p>Nos últimos anos, o número de colaboradores supervisionados por cada gestor aumentou de forma expressiva. Segundo Tomasz Szklarski, a dimensão média das equipas duplicou, passando de cerca de seis para aproximadamente doze trabalhadores por responsável.</p>
<p>Esta evolução fez crescer significativamente a pressão sobre quem ocupa funções de gestão. Além de responder perante conselhos de administração e equipas de direção pelo cumprimento dos objetivos da empresa, os gestores são igualmente responsáveis por acompanhar o desenvolvimento profissional dos trabalhadores, manter elevados níveis de motivação e assegurar o bem-estar de equipas cada vez mais numerosas.</p>
<p>Na perspetiva do especialista, a Geração Z analisa cuidadosamente este cenário antes de aceitar uma promoção.</p>
<p>&#8220;A Geração Z avaliou cuidadosamente o que significa o equilíbrio entre vida profissional e pessoal face aos sacrifícios necessários para se tornar chefe. Os jovens conseguem perceber claramente o peso que a gestão implica. Um gestor responde perante os seus superiores e, simultaneamente, por equipas cada vez maiores que exigem apoio constante&#8221;, explicou Tomasz Szklarski.</p>
<p><strong>Tendência poderá afetar especialmente a Europa</strong><br />
O menor interesse pelos cargos de chefia não constitui apenas um problema interno das empresas. Segundo a análise, trata-se de uma tendência global que poderá ter consequências particularmente relevantes na Europa, onde as alterações demográficas estão a reduzir progressivamente a população ativa.</p>
<p>A diminuição do número de trabalhadores disponíveis torna ainda mais importante a formação de novos líderes capazes de assumir responsabilidades de gestão. Caso isso não aconteça, as organizações poderão enfrentar dificuldades crescentes para manter níveis elevados de eficiência.</p>
<p>&#8220;Haverá cada vez menos pessoas a trabalhar, especialmente na Europa. Se não formarmos uma nova geração de gestores e não prepararmos pessoas para assumir a responsabilidade de liderar equipas, enfrentaremos desafios cada vez maiores para manter a eficiência das organizações&#8221;, alertou o responsável da Enpulse.</p>
<p><strong>Inteligência artificial não substitui os gestores</strong><br />
Apesar da rápida expansão da inteligência artificial nas empresas e da automatização crescente de processos, Tomasz Szklarski considera que esta tecnologia dificilmente resolverá a escassez de gestores.</p>
<p>O especialista entende que continua por esclarecer se os trabalhadores estarão dispostos a receber orientações de algoritmos ou se sistemas de inteligência artificial conseguirão desempenhar eficazmente o papel de um líder de equipa.</p>
<p>Na sua perspetiva, a gestão continua a depender de competências profundamente humanas que permanecem difíceis de replicar através da tecnologia. Entre elas destacam-se a empatia, a capacidade de construir relações de confiança, a motivação das equipas e a tomada de decisões que tenham em consideração a dimensão humana das organizações.</p>
<p>Perante esta realidade, a crescente recusa da Geração Z em aceitar promoções para cargos de chefia surge como um dos principais desafios que as empresas terão de enfrentar nos próximos anos, sobretudo num contexto marcado pelo envelhecimento da população ativa, pela escassez de talento e pela necessidade de assegurar uma renovação eficaz das estruturas de liderança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792346]]></sapo:autor>
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		<title>Mercedes, Peugeot e BMW continuam no topo em Portugal&#8230; enquanto a procura por elétricos premium dispara 37%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[standvirtual]]></category>
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					<description><![CDATA[Mercado de usados registou, no último mês do primeiro semestre, um crescimento global de 20% na procura e de 5% na oferta em comparação com junho do ano passado, consolidando um primeiro semestre positivo, com uma dinâmica de crescimento próxima dos 12%
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procura por automóveis usados continua a acelerar em Portugal e os veículos eletrificados, sobretudo os modelos premium, são os grandes vencedores. Em junho, a procura por usados elétricos e híbridos de gama alta disparou 37% face ao mesmo mês de 2025, enquanto a oferta aumentou 22%, segundo o mais recente Panorama Mensal do Mercado Automóvel do Standvirtual.</p>
<p>O mercado de usados registou, no último mês do primeiro semestre, um crescimento global de 20% na procura e de 5% na oferta em comparação com junho do ano passado, consolidando um primeiro semestre positivo, com uma dinâmica de crescimento próxima dos 12%.</p>
<p>Regionalmente, o Algarve foi a zona do país onde a procura mais aumentou, com uma subida de 40%, seguindo-se o Centro (+16%) e o Norte (+11%).</p>
<p><strong>Eletrificados continuam a ganhar terreno</strong></p>
<p>Os eletrificados lideram claramente o crescimento do mercado. Além dos modelos premium (+37% na procura), também os eletrificados de volume registaram uma forte subida de 34%. Do lado da oferta, estes veículos continuam igualmente a reforçar presença, com aumentos de 26% nos modelos de volume e de 22% nos premium.</p>
<p>Apesar desta tendência, os motores de combustão continuam a dominar as preferências dos portugueses. Os automóveis a diesel representam 47% da procura e os modelos a gasolina concentram 34%. Já os elétricos, híbridos e híbridos plug-in representam cerca de 15% da procura e 22% da oferta disponível.</p>
<p>Entre os combustíveis tradicionais, a procura por veículos a gasolina aumentou 10%, enquanto a oferta cresceu 3%. Nos automóveis a diesel, tanto a procura como a oferta registaram um ligeiro crescimento de 1%.</p>
<p><strong>Procura concentra-se nos carros mais baratos</strong></p>
<p>O maior crescimento da procura verificou-se nos automóveis abaixo dos 15 mil euros, com uma subida de 26% face a junho de 2025. Em sentido contrário, os veículos entre 15 mil e 30 mil euros perderam 7% de procura, enquanto os modelos acima dos 30 mil euros recuaram 1%.</p>
<p>Na oferta, o cenário é inverso: os automóveis acima dos 30 mil euros lideraram o crescimento (+10%), seguidos pelos modelos entre 15 mil e 30 mil euros (+8%) e pelos veículos abaixo dos 15 mil euros (+4%).</p>
<p>A faixa de preços entre os 10 mil e os 25 mil euros continua a concentrar a maior atividade do mercado, representando 34% das visualizações e 47% dos anúncios publicados.</p>
<p><strong>Utilitários ganham força e Tesla domina entre os eletrificados</strong></p>
<p>Por segmentos, os utilitários registaram o maior aumento da procura (+27%), seguidos pelos sedans e monovolumes, ambos com crescimentos de 24%. Os SUV continuam, contudo, a ser o segmento mais procurado, representando 22% da procura, à frente dos citadinos (21%) e dos utilitários (20%).</p>
<p>Mercedes-Benz, Peugeot e BMW mantêm-se como as marcas mais procuradas e também as mais anunciadas na plataforma.</p>
<p>Nos diferentes intervalos de preço, os modelos mais procurados foram o Renault Clio (até 5.000 euros), BMW Série 3 (5.000 a 10.000 euros), Tesla Model 3 (10.000 a 25.000 euros), Tesla Model Y (25.000 a 40.000 euros) e Mercedes-Benz Classe E (acima dos 40.000 euros).</p>
<p>Entre os elétricos e híbridos, o Tesla Model 3 liderou as preferências dos utilizadores, seguido pelo Tesla Model Y e pelo Renault Zoe.</p>
<p>Pedro Soares, Head of Sales do Standvirtual, sublinha que &#8220;os dados de junho mostram que o mercado de usados continua a evoluir de forma positiva, com uma procura consistente e uma oferta cada vez mais diversificada&#8221;. O responsável destaca ainda o forte crescimento do interesse pelos veículos elétricos, sobretudo no segmento premium, considerando que este comportamento demonstra uma maior abertura dos consumidores à eletrificação, sem que as motorizações tradicionais deixem de ter um peso relevante no mercado português.</p>
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