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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Portugal entre os países da UE que mais sofreram com a escalada do preço dos combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:31:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal esteve entre os países da União Europeia onde o aumento dos preços dos combustíveis teve um impacto mais severo sobre os orçamentos familiares durante os meses marcados pela guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal esteve entre os países da União Europeia onde o aumento dos preços dos combustíveis teve um impacto mais severo sobre os orçamentos familiares durante os meses marcados pela guerra no Médio Oriente. Embora a subida dos preços tenha ficado a meio da tabela europeia em termos nominais, o peso que os combustíveis têm nas despesas das famílias e o menor rendimento disponível dos portugueses fizeram com que o esforço financeiro exigido fosse significativamente superior ao registado em muitas economias europeias.</p>
<p>Segundo uma análise divulgada <a href="https://www.publico.pt/2026/06/24/economia/noticia/esforco-portugal-combustiveis-durante-guerra-violentos-ue-2179099" target="_blank" rel="noopener">pelo Público</a>, com base em dados oficiais do Eurostat, entre março e maio os combustíveis em Portugal registaram uma subida homóloga média trimestral de cerca de 20,4%. Apesar de países como Luxemburgo, Letónia, Roménia, França ou Países Baixos terem registado aumentos percentuais iguais ou superiores, a realidade económica portuguesa tornou o impacto muito mais pesado para os consumidores nacionais.</p>
<p>Quando os dados são ajustados ao rendimento disponível das famílias e ao peso dos combustíveis no orçamento doméstico, Portugal surge entre os países mais afetados da União Europeia. Numa classificação baseada no chamado “índice de esforço real”, apenas Roménia, Letónia, Bulgária, Lituânia, Grécia e República Checa apresentaram uma situação mais gravosa. A análise demonstra que o sacrifício financeiro exigido às famílias portuguesas foi quase o dobro daquele sentido em países como os Países Baixos. Enquanto um consumidor neerlandês registou um índice de esforço de 57,1, o português atingiu 104,2, refletindo uma realidade em que os rendimentos são mais baixos e os gastos com combustíveis representam uma fatia maior das despesas mensais.</p>
<p>A diferença explica-se por fatores estruturais. De acordo com os indicadores de poder de compra do Eurostat, o rendimento disponível das famílias portuguesas situa-se cerca de 15% abaixo da média da União Europeia. Ao mesmo tempo, os combustíveis representam aproximadamente 3,5% do orçamento mensal de consumo em Portugal, uma proporção superior à registada em países como os Países Baixos, onde esse peso ronda os 2,4%, ou a Alemanha, com cerca de 2,8%. A estrutura fiscal aplicada aos combustíveis também contribui para agravar o impacto. O preço final pago pelos consumidores inclui não apenas o custo da matéria-prima, mas também impostos como o Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP), a taxa de carbono e o IVA de 23%, que incide igualmente sobre os restantes encargos fiscais, criando um efeito multiplicador quando os preços sobem.</p>
<p>A comparação com Espanha evidencia ainda mais a diferença de impacto. Durante o período de forte pressão inflacionista, o Governo espanhol adotou medidas mais agressivas de apoio aos consumidores, incluindo subsídios diretos e reduções temporárias da carga fiscal sobre a energia. Como resultado, em maio os combustíveis em Espanha registaram uma subida homóloga de 15,9%, com um índice de esforço real de 58,1. Considerando o trimestre completo entre março e maio, a inflação média dos combustíveis em território espanhol foi de 14,3%, traduzindo-se num esforço médio de 52,3. Em Portugal, pelo contrário, a subida média de 20,4% elevou o índice médio de esforço para 84,0, colocando o país entre os mais penalizados da União Europeia pelo encarecimento dos combustíveis durante o conflito no Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780656]]></sapo:autor>
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		<title>Capital de risco portuguesa ajuda empresa espanhola a captar mais de 9 milhões de euros para lançar constelação de 140  satélites</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:16:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A espanhola FOSSA Systems, participada da capital de risco portuguesa Índico Capital Partners, captou 9,25 milhões de euros numa nova ronda de financiamento destinada a acelerar a expansão internacional da empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A espanhola FOSSA Systems, participada da capital de risco portuguesa Índico Capital Partners, captou 9,25 milhões de euros numa nova ronda de financiamento destinada a acelerar a expansão internacional da empresa, reforçar as suas capacidades nas áreas da Segurança e Defesa e avançar com a implementação da sua constelação de 140 satélites de baixa órbita terrestre.</p>
<p>A operação foi liderada pela Kibo Ventures e contou ainda com a participação da Sociedade Espanhola para a Transformação Tecnológica (SETT), da SPARX e da WISeSAT.</p>
<p>Com este investimento, a FOSSA Systems eleva para quase 20 milhões de euros o montante total angariado desde a sua fundação, em 2020. Os novos fundos serão utilizados para reforçar a equipa, acelerar a expansão comercial iniciada em 2024 e desenvolver novas capacidades tecnológicas focadas em comunicações seguras e inteligência baseada no espaço.</p>
<p>Atualmente com cerca de 60 colaboradores distribuídos entre Espanha e Portugal, a empresa já colocou mais de 25 satélites em órbita e prepara-se para lançar o 26.º equipamento nas próximas semanas.</p>
<p>A FOSSA Systems desenvolve infraestruturas próprias para conectividade IoT via satélite, comunicações seguras e soluções de inteligência de sinais (SIGINT), destinadas a setores como energia, logística, agricultura, infraestruturas críticas e segurança nacional. A empresa afirma ser a companhia espanhola com o maior número de satélites lançados em órbita.</p>
<p>Segundo Julián Fernández, CEO e cofundador da FOSSA Systems, a integração vertical da cadeia tecnológica permitiu reduzir significativamente os custos associados ao desenvolvimento e operação de satélites. “Em apenas alguns anos, passámos de uma startup a uma empresa com presença internacional, com 25 satélites lançados e tecnologia que responde às necessidades reais dos clientes industriais, institucionais e governamentais”, afirmou.</p>
<p>Do lado da Índico Capital Partners, Stephan de Moraes, managing partner da sociedade de capital de risco portuguesa, destacou a evolução da empresa desde as fases iniciais. “Tendo apoiado o Julián e a equipa desde a fase inicial, testemunhámos em primeira mão a sua capacidade de execução à medida que passaram de uma startup aeroespacial pioneira para um interveniente-chave na soberania espacial europeia”, referiu.</p>
<p>O responsável destacou ainda a presença operacional da empresa em Espanha e Portugal, a entrada no mercado de defesa japonês e a seleção para o programa DIANA da NATO, considerando que a tecnologia desenvolvida pela FOSSA está a ganhar relevância à escala global.</p>
<p>A ronda de financiamento surge numa altura em que o espaço assume uma importância crescente como infraestrutura estratégica. Áreas como a conectividade por satélite, a observação da Terra, a inteligência de sinais e as comunicações seguras estão a tornar-se capacidades críticas para governos e empresas que procuram maior autonomia tecnológica.</p>
<p>A FOSSA Systems reforçou recentemente a sua posição nos setores da Defesa e Segurança, tendo sido selecionada para o programa DIANA da NATO pelas suas capacidades de inteligência eletromagnética a partir da órbita baixa da Terra e pelas tecnologias de dupla utilização que desenvolve.</p>
<p>A empresa está também a acelerar a expansão internacional, com a abertura de um escritório em Tóquio, que se junta às operações já existentes em Madrid e Lisboa. Em paralelo, assinou um acordo estratégico com a Kanematsu Corporation para introduzir as suas soluções no mercado de defesa japonês.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780638]]></sapo:autor>
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		<title>Operação Influencer procura novas provas na Operação Marquês e centra atenções no antigo chefe de gabinete de Costa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[operação influencer]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação da Operação Influencer está a recolher elementos do processo da Operação Marquês, atualmente em julgamento, numa tentativa de reforçar a recolha de prova relacionada com suspeitas de tráfico de influências associadas à aprovação de um centro de dados em Sines. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A investigação da Operação Influencer está a recolher elementos do processo da Operação Marquês, atualmente em julgamento, numa tentativa de reforçar a recolha de prova relacionada com suspeitas de tráfico de influências associadas à aprovação de um centro de dados em Sines. Os procuradores do Ministério Público solicitaram documentação produzida durante diligências realizadas no âmbito do processo que levou José Sócrates a julgamento por alegados crimes de corrupção e outros ilícitos económicos.</p>
<p>Segundo avançou o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/investigacao-da-operacao-influencer-pesca-provas-no-processo-marques" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, os investigadores pediram acesso a cópias dos autos das buscas efetuadas em março de 2015 à residência e ao gabinete de Vítor Escária no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). Durante essas diligências, realizadas no âmbito da Operação Marquês, foram apreendidos diversos materiais, incluindo cartões de visita, cadernos de apontamentos, um contrato de trabalho entre Escária e a empresa Proengel, ligada a Carlos Santos Silva, bem como informação recolhida no computador do antigo assessor relacionada com temas investigados naquele processo, entre eles os negócios entre o Grupo Lena e a Venezuela.</p>
<p>Na residência de Vítor Escária foi igualmente apreendido um computador portátil. Apesar de ter sido ouvido apenas como testemunha na Operação Marquês, o antigo chefe de gabinete de António Costa confirmou, durante o julgamento realizado este ano, que José Sócrates lhe pediu para interceder junto das autoridades venezuelanas com o objetivo de acelerar pagamentos ao Grupo Lena. Ainda assim, afirmou desconhecer qualquer eventual contrapartida que o antigo primeiro-ministro pudesse ter recebido da empresa de Leiria. No âmbito da Operação Influencer, Escária surge como um dos principais suspeitos, juntamente com outras figuras já constituídas arguidas no processo.</p>
<p>Paralelamente, o caso continua a gerar desenvolvimentos políticos e judiciais. PSD, PS, Livre e Bloco de Esquerda rejeitaram a proposta do Chega para a criação de uma comissão parlamentar de inquérito destinada a apurar eventuais responsabilidades de membros do anterior Governo socialista nos factos investigados pela Operação Influencer, argumentando que tal iniciativa poderia interferir com a investigação criminal em curso. O processo envolve ainda, entre outros arguidos, Lacerda Machado, o ex-presidente da Câmara de Sines Nuno Mascarenhas, Afonso Salema, Rui Oliveira Neves, João Galamba, João Tiago Silveira e Nuno Lacasta, ao mesmo tempo que prossegue um diferendo judicial entre o Ministério Público e o juiz de instrução relativamente à competência para selecionar e analisar mensagens de correio eletrónico apreendidas durante a investigação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780630]]></sapo:autor>
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		<title>Preço médio das casas em Portugal sobe 100 mil euros em cinco anos e atinge novo máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:58:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado imobiliário português continua a registar fortes aumentos de preços, sem sinais evidentes de desaceleração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário português continua a registar fortes aumentos de preços, sem sinais evidentes de desaceleração. Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que o índice de preços da habitação cresceu 17,8% no primeiro trimestre de 2026 face ao mesmo período do ano anterior. O valor médio de uma casa adquirida pelas famílias atingiu os 261.052 euros, representando um aumento de cerca de 100 mil euros em comparação com os 161.680 euros registados no primeiro trimestre de 2021. Em apenas cinco anos, o preço médio da habitação em Portugal valorizou 61,5%.</p>
<p>Segundo cálculos divulgados pelo <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/imobiliario/detalhe/preco-medio-das-casas-aumentou-100-mil-euros-em-cinco-anos" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, com base nos dados do INE, o preço médio das casas compradas pelas famílias aumentou mais de 30 mil euros num único ano. Apesar de o número total de transações ter recuado 8,7% no primeiro trimestre, o mercado movimentou 9.921 milhões de euros, mais 3,2% do que no mesmo período de 2025. Considerando apenas as compras realizadas por famílias, foram concretizados 32.828 negócios, num montante global de 8.570 milhões de euros.</p>
<p>A evolução dos preços surge numa altura em que o governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, tinha defendido recentemente que a diferença entre a procura e a oferta de habitação estaria a diminuir. No entanto, os números agora conhecidos indicam que essa tendência ainda não se refletiu nos preços praticados no mercado. A pressão continua particularmente intensa nas principais áreas metropolitanas e regiões mais procuradas do país.</p>
<p>A Grande Lisboa mantém-se destacada como a região mais cara para comprar habitação, com um preço médio de 423.112 euros por imóvel. Em cinco anos, as casas nos nove concelhos da região ficaram cerca de 166 mil euros mais caras, o equivalente a uma valorização de 64,6%. O aumento dos preços na capital e nos municípios vizinhos está também a pressionar mercados próximos. Na Península de Setúbal, os valores médios dispararam 88,6%, atingindo quase 300 mil euros, enquanto na região Oeste e Vale do Tejo os preços subiram 78,7%, passando de 114 mil para 204 mil euros. Na Área Metropolitana do Porto, o preço médio ascendeu a 267.400 euros, mais 68% do que em 2021. A Madeira registou a maior valorização relativa do país, com os preços a duplicarem para 322.861 euros, enquanto no Algarve o valor médio de uma habitação alcançou os 368.500 euros.</p>
<p>Os dados revelam ainda diferenças significativas entre compradores nacionais e estrangeiros. Em média, os não residentes pagaram cerca de 450 mil euros por habitação, um valor 72% superior à média nacional. Entre os residentes na União Europeia, o preço médio situou-se nos 396 mil euros, enquanto os compradores oriundos de países fora da UE desembolsaram mais de 507 mil euros por imóvel. Apesar destes valores elevados, o número de compras realizadas por não residentes caiu para 1.770 transações, o nível mais baixo desde o segundo trimestre de 2021.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780625]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quase 70 mil pessoas sem energia em França devido a apagão provocado pelo calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase 70 mil pessoas estão hoje sem eletricidade no departamento francês de Finistère (oeste) devido a uma avaria num transformador, provocada pelas altas temperaturas, num dia em que são esperados novos recordes de temperatura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase 70 mil pessoas estão hoje sem eletricidade no departamento francês de Finistère (oeste) devido a uma avaria num transformador, provocada pelas altas temperaturas, num dia em que são esperados novos recordes de temperatura.</p>
<p>Segundo a Câmara Municipal desta zona na região da Bretanha, o incidente ocorreu na terça-feira à noite e, por razões técnicas, os moradores afetados não poderão ter a energia restabelecida durante o dia de hoje.</p>
<p>A onda de calor continua hoje em França, com 58 dos 100 departamentos em alerta vermelho (o nível mais elevado) e 31 em alerta laranja (o nível seguinte).</p>
<p>As temperaturas começaram a subir hoje de manhã, com os termómetros a registaram 27 graus Celsius em Bordéus, 29 em La Rochelle e 26 em Paris.</p>
<p>Segundo dados ainda provisórios da Météo-France, terça-feira foi o dia mais quente alguma vez registado em França desde o início das medições, em 1947, com uma temperatura média de 29,8 graus Celsius (com base em dados de cerca de 30 estações meteorológicas em todo o país).</p>
<p>Espera-se que novos recordes sejam batidos hoje e quinta-feira será novamente um dia de temperaturas recorde, antes que a onda de calor ofereça algum alívio a partir de sexta-feira.</p>
<p>A ministra francesa da Transição Ecológica e do Desenvolvimento Sustentável, Monique Barbut, em declarações à emissora pública France Inter referiu &#8220;que se prevê um alívio relativo na próxima semana&#8221;. No entanto, a Météo-France indica que há uma grande probabilidade de se voltar a viver um calor extremo que poderá durar até 14 de julho, alertou ainda a ministra.</p>
<p>Barbut reconheceu a necessidade de acelerar as medidas de adaptação às alterações climáticas em França e afirmou que &#8220;devemos estar conscientes&#8221; de que isso implicará um enorme volume de investimentos.</p>
<p>&#8220;A adaptação é uma política a longo prazo. Há muitas coisas a fazer. Por exemplo, precisamos de rever todas as nossas redes urbanas: redes de água, as redes ferroviárias da SNCF (ferrovia nacional)&#8230; . Estas não são coisas que possam ser feitas em cinco anos, ou mesmo em 10&#8221;, disse.</p>
<p>Entre os cortes de energia em Finistère e o encerramento antecipado de escolas e pontos turísticos, a atual onda de calor está a evidenciar as deficiências da França na sua preparação para as alterações climáticas.</p>
<p>Em França, pelo menos 20 pessoas morreram por afogamento desde o fim de semana por causa do tempo quente, com temperaturas acima de 40 graus Celsius em algumas cidades.</p>
<p>Espanha, Itália, Portugal, Bélgica, Alemanha, Países Baixos, Reino Unido, Suíça, Áustria e Macedónia são alguns dos países que estão a ser atingidos pela onda de calor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780620]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Compras na Shein, Temu e AliExpress vão ficar mais caras já daqui a uma semana com nova taxa da União Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:15:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os consumidores europeus que fazem compras em plataformas como Shein, Temu ou AliExpress preparam-se para enfrentar um aumento dos custos já a partir da próxima semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os consumidores europeus que fazem compras em plataformas como Shein, Temu ou AliExpress preparam-se para enfrentar um aumento dos custos já a partir da próxima semana. A União Europeia vai começar a aplicar, a 1 de julho, uma nova taxa sobre encomendas provenientes de países extracomunitários, numa medida que pretende travar a entrada massiva de produtos de baixo custo sem pagamento de direitos aduaneiros.</p>
<p>A nova cobrança integra uma reforma mais ampla do sistema aduaneiro europeu e deverá afetar milhões de encomendas enviadas para os Estados-membros. Embora Bruxelas insista que a medida não tem como alvo qualquer empresa ou país específico, a realidade é que os principais impactos deverão recair sobre plataformas chinesas como Shein, Temu e AliExpress, responsáveis por uma grande parte das compras online de baixo valor realizadas na Europa.</p>
<p><strong>Como vai funcionar a nova taxa</strong><br />
Ao contrário do que acontece com muitos direitos aduaneiros tradicionais, a nova taxa não será aplicada por encomenda ou por pacote.</p>
<p>A partir de 1 de julho, os consumidores terão de pagar três euros por cada categoria de produto adquirida. O valor será calculado com base na classificação aduaneira utilizada pela União Europeia, conhecida como código TARIC, que identifica os produtos importados segundo a sua natureza e composição.</p>
<p>Na prática, isto significa que produtos aparentemente semelhantes podem ser considerados categorias diferentes para efeitos aduaneiros.</p>
<p>Por exemplo, uma camisola de algodão e uma camisola de poliéster podem parecer o mesmo artigo para o consumidor, mas possuem códigos TARIC distintos devido aos materiais utilizados no seu fabrico. Consequentemente, a compra de ambas implicará o pagamento de duas taxas separadas de três euros cada.</p>
<p><strong>Exemplos mostram impacto no preço final</strong><br />
O funcionamento da nova taxa poderá gerar custos adicionais significativos, sobretudo em compras compostas por vários tipos de artigos.</p>
<p>Se um consumidor adquirir cinco camisolas de algodão e cinco pares de meias, terá de pagar seis euros adicionais, correspondentes a duas categorias distintas.</p>
<p>No entanto, uma compra composta por um par de meias, um par de sapatilhas, elásticos para o cabelo e um pente poderá originar uma taxa total de 12 euros, uma vez que cada produto poderá enquadrar-se numa categoria aduaneira diferente.</p>
<p>O impacto financeiro poderá ser particularmente relevante em plataformas cuja principal vantagem competitiva assenta precisamente nos preços reduzidos.</p>
<p><strong>Novas cobranças chegam já em novembro</strong><br />
A taxa que entra em vigor na próxima semana será apenas a primeira fase da reforma.</p>
<p>A partir de novembro, a União Europeia prevê introduzir uma nova cobrança associada à gestão aduaneira das encomendas.</p>
<p>Segundo as previsões atuais, este encargo adicional deverá situar-se entre dois e quatro euros por cada categoria de produto.</p>
<p>Dessa forma, uma encomenda que a partir de julho pagará seis euros de taxa poderá passar a suportar entre 10 e 14 euros de custos adicionais a partir do final do ano.</p>
<p><strong>Bruxelas quer acabar com vantagem competitiva das plataformas asiáticas</strong><br />
A criação desta nova taxa surge no contexto da eliminação da chamada isenção &#8220;de minimis&#8221;, um mecanismo que dispensava do pagamento de direitos aduaneiros as encomendas com valor inferior a 150 euros provenientes de países fora da União Europeia.</p>
<p>Originalmente criada para reduzir encargos administrativos e simplificar o trabalho das autoridades aduaneiras, esta exceção acabou por ganhar enorme dimensão com a explosão do comércio eletrónico internacional.</p>
<p>Segundo fontes do Conselho Europeu, o crescimento acelerado das encomendas de baixo valor criou uma situação de concorrência considerada desleal face aos comerciantes europeus.</p>
<p>Além disso, Bruxelas argumenta que o atual sistema aumentou os riscos relacionados com segurança dos consumidores, fraude comercial e impactos ambientais.</p>
<p><strong>Quase seis mil milhões de encomendas beneficiaram da isenção</strong><br />
Os números divulgados pela Comissão Europeia ajudam a explicar a preocupação das autoridades.</p>
<p>Em 2025, o número de encomendas beneficiadas pela isenção aduaneira aumentou 25,8% face ao ano anterior, atingindo 5.883 milhões de pacotes.</p>
<p>Segundo os dados de Bruxelas, cerca de 91% dessas encomendas tiveram origem na China, o que explica porque plataformas como Shein, Temu e AliExpress são vistas como as principais afetadas pelas novas regras.</p>
<p>Apesar disso, a Comissão Europeia rejeita a ideia de que se trata de um imposto dirigido aos consumidores.</p>
<p>Bruxelas defende que a medida apenas substitui uma isenção considerada ultrapassada e que conferia uma vantagem competitiva artificial a determinados modelos de negócio.</p>
<p><strong>Receita poderá ultrapassar os 17 mil milhões de euros</strong><br />
A nova taxa poderá também representar uma importante fonte de financiamento para a União Europeia.</p>
<p>Utilizando os dados de 2025 e assumindo um cenário conservador em que cada encomenda contém apenas um produto pertencente a uma única categoria, a cobrança dos três euros poderia gerar cerca de 17,6 mil milhões de euros por ano.</p>
<p>De acordo com as regras europeias, 75% dessa receita será canalizada para o orçamento comunitário, enquanto os restantes 25% ficarão com o Estado-membro por onde a encomenda entra na União Europeia.</p>
<p><strong>Setor da distribuição apoia medida mas pede mais fiscalização</strong><br />
A associação espanhola das empresas de distribuição, Anged, recebeu favoravelmente a nova taxa, mas considera que o verdadeiro desafio vai muito além da cobrança dos três euros.</p>
<p>Teresa Herrero, diretora de assuntos europeus da organização, defendeu que é fundamental garantir que as plataformas chinesas cumpram as mesmas regras impostas às empresas europeias.</p>
<p>Segundo a responsável, uma das principais preocupações do setor prende-se com a ausência de representantes legais claramente identificados em muitos Estados-membros, dificultando a responsabilização das plataformas em caso de incumprimento.</p>
<p>&#8220;A taxa de três euros é importante, e somada à taxa de manuseamento poderá elevar-se até sete euros, mas a chave está no cumprimento das normas&#8221;, salientou.</p>
<p>Outras fontes da associação defendem igualmente que a principal questão não é apenas fiscal, mas também regulatória.</p>
<p>O setor teme que produtos potencialmente perigosos continuem a entrar no mercado europeu sem o mesmo nível de controlo exigido às empresas sediadas na União Europeia.</p>
<p><strong>Reforma continuará até 2028</strong><br />
A taxa que entra em vigor na próxima semana foi concebida como uma solução transitória.</p>
<p>Segundo o calendário definido por Bruxelas, o mecanismo deverá permanecer em vigor durante dois anos.</p>
<p>A partir de 1 de julho de 2028, a União Europeia pretende avançar para um sistema mais abrangente, aplicando diretamente os direitos aduaneiros correspondentes a cada produto, independentemente do valor da encomenda.</p>
<p>Nessa fase, os consumidores poderão enfrentar custos ainda superiores aos atualmente previstos.</p>
<p>Por exemplo, uma encomenda de camisolas de algodão e meias poderá deixar de pagar uma taxa fixa por categoria e passar a suportar direitos aduaneiros equivalentes a 12% do valor das camisolas e outros 12% do valor das meias.</p>
<p>Até lá, a nova taxa de três euros por categoria representa o primeiro passo de uma profunda transformação do sistema aduaneiro europeu, que promete alterar significativamente a forma como milhões de europeus compram produtos em plataformas asiáticas de comércio eletrónico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780272]]></sapo:autor>
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		<title>Termina hoje o concurso para 200 guardas prisionais com novas regras de acesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Termina esta quarta-feira o prazo para apresentação de candidaturas ao concurso público que disponibiliza 200 vagas para admissão ao curso de formação inicial da carreira de guarda prisional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Termina esta quarta-feira o prazo para apresentação de candidaturas ao concurso público que disponibiliza 200 vagas para admissão ao curso de formação inicial da carreira de guarda prisional, uma iniciativa inserida na estratégia de reforço dos recursos humanos do sistema prisional português.</p>
<p>O procedimento concursal, publicado em Diário da República, destina-se ao ingresso na categoria de guarda da carreira especial de guarda prisional e prevê que todas as candidaturas sejam submetidas exclusivamente por via eletrónica. O concurso representa uma das principais operações de recrutamento lançadas pelo Ministério da Justiça para responder às necessidades identificadas nos estabelecimentos prisionais e assegurar a renovação geracional do corpo da guarda prisional.</p>
<p>Entre as principais novidades deste concurso destaca-se a alteração dos limites etários para admissão. Pela primeira vez, podem candidatar-se cidadãos com 18 anos completos à data de encerramento do concurso, reduzindo-se assim a idade mínima anteriormente fixada nos 21 anos.</p>
<p>Também o limite máximo foi revisto em alta. Os candidatos podem agora ter até 35 anos de idade, quando anteriormente o teto estava estabelecido nos 28 anos. A medida pretende aumentar o número de potenciais concorrentes e tornar mais abrangente o recrutamento para uma carreira considerada essencial ao funcionamento do sistema prisional.</p>
<p>Além dos requisitos de idade, os candidatos devem possuir nacionalidade portuguesa, ter concluído o 12.º ano de escolaridade e apresentar registo criminal sem antecedentes, condições consideradas indispensáveis para o exercício das funções.</p>
<p><strong>Reforço integra plano plurianual até 2027</strong><br />
O concurso agora em fase final de candidaturas integra o Plano Plurianual de Recrutamento e Promoções do Corpo da Guarda Prisional, aprovado em maio, que estabelece um conjunto de medidas destinadas a reforçar os quadros do setor até 2027.</p>
<p>O plano prevê a entrada de 400 novos profissionais na carreira de guarda prisional ao longo dos próximos anos, bem como a concretização de 380 promoções internas, numa tentativa de responder às necessidades operacionais identificadas nos estabelecimentos prisionais portugueses.</p>
<p><strong>Governo destaca valorização da carreira</strong><br />
Quando anunciou o plano de recrutamento, o Ministério da Justiça sublinhou a importância estratégica dos guardas prisionais para o funcionamento do sistema penitenciário.</p>
<p>Num comunicado divulgado a 22 de maio, o ministério afirmou que “a valorização da carreira dos guardas prisionais tem sido uma das prioridades deste Governo”, reconhecendo simultaneamente a relevância do trabalho desempenhado por estes profissionais.</p>
<p>Na mesma nota, a tutela destacou ainda a importância da missão destes trabalhadores para “garantir a segurança e tranquilidade da comunidade prisional, bem como salvaguardar os direitos e liberdades fundamentais” das pessoas privadas de liberdade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780454]]></sapo:autor>
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		<title>Despiste de ligeiro interrompe A28 no sentido Sul-Norte entre Apúlia e Esposende</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:53:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação na Autoestrada 28 (A28) estava às 07:40 interrompida no sentido Sul-Norte entre Apúlia e Esposende, no distrito de Braga, devido ao despiste de um veículo ligeiro, que causou quatro feridos, segundo a proteção civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A circulação na Autoestrada 28 (A28) estava às 07:40 interrompida no sentido Sul-Norte entre Apúlia e Esposende, no distrito de Braga, devido ao despiste de um veículo ligeiro, que causou quatro feridos, segundo a proteção civil.</P><br />
<P>Fonte do Comando Sub-Regional do Cávado indicou que o despiste ocorreu às 06:30 no sentido Sul-Norte da A28 perto do nó da A11 e causou quatro feridos, três ligeiros e um ainda a ser assistido no local. </P><br />
<P>Às 07:40 estavam no local 25 operacionais, com o apoio de 11 veículos.</P><br />
<P>A Autoestrada do Litoral Norte (A28) liga a cidade do Porto a Caminha.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780617]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mulher de Pedro Sánchez entrega hoje passaporte e fica proibida de sair de Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A mulher do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, deverá entregar o passaporte esta quarta-feira, numa das medidas cautelares determinadas pela justiça espanhola no âmbito do processo em que é acusada de vários crimes relacionados com alegadas irregularidades na sua atividade profissional.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mulher do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, deverá entregar o passaporte esta quarta-feira, numa das medidas cautelares determinadas pela justiça espanhola no âmbito do processo em que é acusada de vários crimes relacionados com alegadas irregularidades na sua atividade profissional.</p>
<p>Begoña Gómez enfrenta acusações de tráfico de influência, corrupção em negócios do setor privado, apropriação indevida e desvio de fundos públicos. O processo judicial encontra-se em fase avançada e deverá culminar com a realização de julgamento.</p>
<p>Além da entrega do passaporte, a mulher do chefe do Governo espanhol fica impedida de abandonar o território nacional e terá ainda de comparecer periodicamente perante as autoridades judiciais. O tribunal determinou que as apresentações sejam feitas de quinze em quinze dias, medida que visa assegurar a sua disponibilidade para os desenvolvimentos do processo.</p>
<p><strong>Medidas aplicam-se também a assessora da Presidência</strong><br />
As restrições decretadas pelo juiz Juan Carlos Peinado não abrangem apenas Begoña Gómez. Cristina Álvarez, assessora ligada à Presidência do Governo espanhol e igualmente envolvida no processo, terá também de entregar o passaporte e cumprir as restantes medidas cautelares.</p>
<p>Segundo a decisão judicial, ambas deverão comparecer às 18h desta quarta-feira para proceder à entrega dos respetivos documentos de viagem.</p>
<p>O magistrado determinou ainda que as arguidas comuniquem às autoridades judiciais a existência de quaisquer outros passaportes além do documento espanhol comum, incluindo eventuais passaportes diplomáticos ou emitidos por outros países.</p>
<p><strong>Juiz aponta para existência de indícios criminais</strong><br />
Na fundamentação da decisão, Juan Carlos Peinado refere a existência de “indicações racionais de criminalidade de um ato criminal”, justificando a necessidade de aplicar medidas destinadas a garantir o normal funcionamento da justiça.</p>
<p>O juiz sustenta que a gravidade das acusações e as potenciais penas associadas podem aumentar o risco de fuga. Na sua decisão, considera que “quanto maior a severidade da pena, mais intensa pode ser a tentação de fugir e maior o dano que, se a fuga se concretizar, a intenção de fugir sofrerá preservar a ação da justiça”.</p>
<p>As medidas permanecerão em vigor durante todo o período de tramitação do processo, mantendo-se até à emissão de uma decisão judicial definitiva.</p>
<p><strong>Segurança atribuída a Begoña Gómez foi considerada pelo tribunal</strong><br />
Um dos aspetos destacados pelo magistrado prende-se com o facto de Begoña Gómez beneficiar permanentemente de proteção policial devido à sua condição de mulher do primeiro-ministro espanhol.</p>
<p>Na avaliação do juiz, essa circunstância poderá representar um fator adicional de risco. Juan Carlos Peinado argumenta que os agentes responsáveis pela sua segurança poderiam, em determinadas circunstâncias, colaborar numa eventual tentativa de evasão.</p>
<p>Na decisão judicial, o magistrado afirma que “não há dúvida de que estes agentes, num dado momento, podem, seja por iniciativa própria ou seguindo ordens dos seus superiores hierárquicos, ser precisamente aqueles que colaboram na ação ou ações que são executadas, para facilitar essa fuga”.</p>
<p><strong>Novo inquérito agrava situação judicial</strong><br />
A pressão judicial sobre Begoña Gómez aumentou recentemente com a abertura de uma nova investigação.</p>
<p>Na passada sexta-feira, o juiz decidiu abrir outro inquérito relacionado com alegados crimes de prevaricação e fraude aos interesses financeiros da União Europeia, numa investigação ligada ao empresário Juan Carlos Barrabés.</p>
<p>Segundo o magistrado, existem suspeitas de que Gómez terá utilizado a sua posição como mulher do primeiro-ministro para obter vantagens pessoais.</p>
<p><strong>Acusações relacionadas com atividade universitária</strong><br />
Grande parte das suspeitas investigadas pela justiça espanhola está relacionada com o trabalho desenvolvido por Begoña Gómez numa universidade.</p>
<p>De acordo com o entendimento do juiz, a acusada terá sido beneficiada por determinadas decisões públicas que favoreceram a sua atividade profissional.</p>
<p>O magistrado considera que fundos privados foram mobilizados não para apoiar a cátedra universitária pública associada ao projeto académico, mas sim para serem integrados no património pessoal de Begoña Gómez.</p>
<p>A decisão judicial sustenta que a estrutura universitária terá funcionado como uma espécie de fachada para operações que agora estão sob investigação.</p>
<p><strong>Suspeitas de utilização indevida de recursos públicos</strong><br />
Outra das vertentes do processo envolve Cristina Álvarez, assessora da Presidência do Governo espanhol.</p>
<p>Segundo o juiz, apesar de ser remunerada através de fundos públicos, a funcionária terá desempenhado tarefas diretamente relacionadas com atividades privadas de Begoña Gómez.</p>
<p>Esta alegada utilização de recursos do Estado constitui um dos fundamentos das acusações de desvio de fundos públicos.</p>
<p>Software universitário também está sob investigação</p>
<p>Entre os crimes imputados à mulher de Pedro Sánchez encontra-se ainda a alegada apropriação indevida de um software desenvolvido no âmbito da universidade onde trabalhava.</p>
<p>A investigação centra-se no registo e utilização dessa ferramenta informática, que, segundo o tribunal, poderá ter sido apropriada de forma irregular.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780426]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EN255 interrompida perto de Vila Viçosa devido a despiste de camião</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação na Estrada Nacional (EN) 255 está interrompida nos dois sentidos em Pardais, no concelho de Vila Viçosa, no distrito de Évora, devido ao despiste de um camião, que não causou feridos, segundo fonte a proteção civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A circulação na Estrada Nacional (EN) 255 está interrompida nos dois sentidos em Pardais, no concelho de Vila Viçosa, no distrito de Évora, devido ao despiste de um camião, que não causou feridos, segundo fonte a proteção civil.</P><br />
<P>&#8220;O camião despistou-se ao quilómetro 11 da EN255 e incendiou-se. O acidente não causou vítimas, mas a estrada está cortada nos dois sentidos para trabalhos&#8221;, adiantou à Lusa fonte do Comando Sub-Regional do Alentejo Central.</P><br />
<P>De acordo com a fonte, o alerta para o despiste foi dado às 06:17.</P><br />
<P>Às 07:30, estavam no local 27 operacionais, com o apoio de nove veículos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780616]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A taxa fixa regressou ao radar dos portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com os juros de novo em alta, a taxa fixa regressou ao radar dos portugueses. A comparação com a taxa mista, ainda dominante, opõe previsibilidade e custo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há duas formas de encarar a prestação de um crédito à habitação: aceitar que pode oscilar ou pagar um pouco mais para que não mexa. Entre a taxa mista e a taxa fixa esconde-se uma das decisões mais importantes, e mais mal compreendidas, de quem compra casa.</p>
<p>A escolha dominante</p>
<p>A taxa mista continua a ser a preferida em Portugal. Segundo a análise de mercado da ComparaJá, representa 76,1% dos novos contratos. Funciona em dois tempos: começa com um período de taxa fixa, que dá estabilidade nos primeiros anos, e passa depois a variável, indexada à EURIBOR. É um meio-termo para quem quer alguma previsibilidade no arranque sem fechar a porta a futuras descidas dos juros.</p>
<p>A opção em ascensão</p>
<p>Durante anos quase residual, a taxa fixa mudou de estatuto. No último ano mais do que duplicou e atingiu 7,1% dos contratos, uma subida de 5,9 pontos percentuais. A explicação está no regresso da incerteza: com o BCE a subir juros e a EURIBOR a acompanhar, há cada vez mais famílias dispostas a pagar um prémio em troca de uma prestação que não muda durante todo o prazo. A taxa variável pura, por seu lado, mantém-se em 16,8% dos contratos.</p>
<p>Os dados mostram que «uma parte dos consumidores procura agora maior previsibilidade nas prestações. Não há uma escolha melhor em abstrato. Há a que faz sentido para o orçamento e o horizonte de cada família, e isso só se descobre comparando», reforça Rita Sogalho, Team Leader de Crédito Habitação da ComparaJá.</p>
<p>A matemática por trás</p>
<p>A diferença essencial é entre custo e certeza. A taxa fixa costuma começar mais alta do que uma mista, porque o banco assume por inteiro o risco de futuras subidas. Se os juros subirem muito e durante muito tempo, o mutuário terá ganho; se descerem, terá pago a mais por uma tranquilidade que não chegou a ser precisa. A mista coloca esse risco do lado do cliente, mas oferece um arranque mais barato e a hipótese de beneficiar de descidas. Os diferentes tipos de taxa podem ser comparados em detalhe antes de decidir.</p>
<p>Não há resposta única</p>
<p>Para um casal jovem com orçamento apertado, a previsibilidade de uma prestação estável pode valer mais do que poupar alguns euros no imediato. Para quem tem folga e prazo mais curto, a flexibilidade da mista pode compensar. O verdadeiro adversário, concluem os especialistas, não é nenhum destes tipos de taxa, mas a decisão tomada sem comparar cenários.<br />
________________________________________</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780385]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mari Alkatiri lembra &#8220;Lu Olo&#8221; como pessoa honesta e transparente e apela à unidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:22:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), Mari Alkatiri, recordou hoje o presidente do partido Francisco Guterres "Lu Olo", que morreu domingo, como uma pessoa honesta e transparente e apelou à unidade dos timorenses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), Mari Alkatiri, recordou hoje o presidente do partido Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, que morreu domingo, como uma pessoa honesta e transparente e apelou à unidade dos timorenses.</P><br />
<P>Lu Olo era uma &#8220;pessoa honesta, transparente e sem corrupção&#8221;, afirmou Mari Alkatiri, em declarações à imprensa, na residência de &#8220;Lu Olo&#8221;, onde desde segunda-feira decorre o velório do também ex-Presidente de Timor-Leste, que morreu domingo em Kuala Lumpur, na Malásia.</P><br />
<P>Mari Alkatiri apelou também aos timorenses para permanecerem unidos e transformarem a tristeza que sentem pela morte de Francisco Guterres numa &#8220;fonte de força coletiva&#8221;.</P><br />
<P>Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, que esteve na resistência armada durante os 24 anos de luta, foi Presidente de Timor-Leste entre 2017 e 2022 e antigo presidente da Assembleia Constituinte e do Parlamento Nacional.</P><br />
<P>Enquanto presidente da Assembleia Constituinte, &#8220;Lu Olo&#8221; proclamou oficialmente a restauração da independência de Timor-Leste, em 20 de maio de 2002, tendo, depois, dado posse a Xanana Gusmão como Presidente da República.</P><br />
<P>Questionada pelos jornalistas sobre a falta de unidade entre os líderes timorenses, Mari Alkatiri disse que tem feito apelos para trabalharem em conjunto e com espírito de entendimento.</P><br />
<P>&#8220;Já o disse anteriormente: tenho a consciência clara de que só conseguiremos concretizar o sonho dos fundadores, dos heróis e dos mártires quando estivermos unidos. Unidos, conseguiremos reduzir a pobreza&#8221;, disse Mari Alkatiri.</P><br />
<P>Alkatiri manifestou também o desejo de que os líderes de 1974 e 1975 deixem um legado positivo para que as novas gerações possam continuar a construir e a desenvolver o país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780615]]></sapo:autor>
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		<title>CDS apresenta hoje proposta para duplicar deduções fiscais a partir do terceiro filho. Amanhã é discutida no Parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:15:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O CDS-PP apresenta esta quarta-feira, na Assembleia da República, o projeto de lei que propõe o reforço dos benefícios fiscais para famílias numerosas, através da duplicação das deduções fiscais em sede de IRS a partir do terceiro filho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O CDS-PP apresenta esta quarta-feira, na Assembleia da República, o projeto de lei que propõe o reforço dos benefícios fiscais para famílias numerosas, através da duplicação das deduções fiscais em sede de IRS a partir do terceiro filho. A iniciativa será apresentada em conferência de imprensa e segue para debate parlamentar na quinta-feira, 25 de junho, através de um agendamento potestativo promovido pelos centristas.</p>
<p>A proposta enquadra-se na estratégia que o partido tem vindo a defender para responder à quebra da natalidade em Portugal, um dos temas que o CDS considera mais urgentes para o futuro do país. O objetivo passa por aumentar o apoio às famílias com mais filhos e aliviar a respetiva carga fiscal, criando incentivos que possam contribuir para inverter a tendência de envelhecimento demográfico e de diminuição da população.</p>
<p>O anúncio desta medida foi feito em maio pelo líder parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio, durante o 32.º Congresso do partido, realizado em Alcobaça. Na ocasião, o dirigente centrista afirmou que o partido pretende “duplicar as deduções fiscais a partir do terceiro filho” para “aumentar o apoio às famílias numerosas”.</p>
<p>Segundo Paulo Núncio, “as famílias que decidem ter mais filhos não podem ser penalizadas por isso” e, por essa razão, “as famílias com mais filhos merecem pagar menos IRS”. O dirigente considerou ainda que a medida representa uma questão de justiça fiscal e um investimento estratégico no futuro do país.</p>
<p>“Esta é uma questão de justiça para as nossas famílias, mas é sobretudo um compromisso com o futuro de Portugal”, defendeu o líder parlamentar, sustentando que o país enfrenta uma grave crise demográfica que exige respostas concretas por parte dos decisores políticos.</p>
<p>Na apresentação da proposta, os centristas deverão voltar a enfatizar a necessidade de criar condições mais favoráveis para a constituição e crescimento das famílias. O CDS argumenta que a redução da natalidade representa um dos maiores desafios nacionais e que a política fiscal pode desempenhar um papel relevante na promoção de uma inversão dessa tendência.</p>
<p>Durante o congresso do partido, Paulo Núncio alertou para a evolução demográfica portuguesa, afirmando que “no país que se aproxima dos 900 anos de história, somos cada vez menos”. O dirigente acrescentou que existem “cada vez menos famílias e as famílias são cada vez mais pequenas”, defendendo que chegou o momento de “inverter este triste fado”.</p>
<p>O debate parlamentar marcado para quinta-feira deverá centrar-se não apenas no impacto financeiro da proposta, mas também nas políticas de apoio à natalidade e à família. A iniciativa permitirá ao CDS colocar este tema no centro da agenda política, procurando reunir apoios para uma medida que o partido considera essencial para reforçar a proteção das famílias numerosas e combater o declínio demográfico.</p>
<p>A proposta surge num momento em que a sustentabilidade demográfica e os incentivos à natalidade continuam a ocupar um lugar relevante no debate político nacional, sendo previsível que a discussão parlamentar envolva diferentes visões sobre a melhor forma de apoiar as famílias portuguesas e promover o crescimento da população.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780384]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Cerca de 50 concelhos do interior Norte e Centro em perigo máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 50 concelhos dos distritos de Bragança, Vila Real, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Santarém e Portalegre estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 50 concelhos dos distritos de Bragança, Vila Real, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Santarém e Portalegre estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Dezenas de outros concelhos do interior Norte e Centro e Algarve &#8212; nos distritos de Braga, Vila Real, Bragança, Viseu, Porto, Coimbra, Guarda, Leiria, Santarém, Castelo Branco, Portalegre e Faro &#8211; estão em perigo muito elevado de incêndio.</P><br />
<P>Em perigo elevado de incêndio rural estão vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Viseu, Aveiro, Porto, Coimbra, Leiria, Lisboa, Portalegre, Santarém, Évora, Beja e Faro.</P><br />
<P>Segundo o Instituto, o perigo de incêndio rural vai desagravar a partir de quinta-feira, com a maior parte do território em perigo reduzido.</P><br />
<P>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</P><br />
<P>Por causa do tempo quente, o IPMA colocou sob aviso amarelo os distritos de Bragança, Guarda e Vila Real até às 18:00 de hoje</P><br />
<P>O IPMA colocou também os distritos do Porto, Vila Real, Viana do Castelo e Braga sob aviso amarelo entre as 21:00 de hoje e as 03:00 de quinta-feira devido à previsão de condições favoráveis à ocorrência de trovoada, aguaceiros fortes e rajadas convectivas.</P><br />
<P>O aviso amarelo é o menos grave de uma escala de três e é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>O IPMA prevê para hoje no continente períodos de céu muito nublado, aguaceiros a partir da tarde, podendo ser fortes, de granizo e acompanhados de trovoada., vento fraco a moderado, nevoeiro no litoral oeste e descida da temperatura máxima.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 16 graus Celsius (Setúbal) e os 21 (Castelo Branco) e as máximas entre os 22 graus (Viana do Castelo) e os 35 (Évora).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780614]]></sapo:autor>
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		<title>Taiwan alerta que tempo de resposta a ataque chinês está a diminuir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:11:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Taiwan precisa de garantir resposta imediata a um eventual ataque chinês, numa altura em que o tempo de aviso prévio está a diminuir, afirmou hoje o ministro da Defesa da ilha, Wellington Koo, durante uma intervenção no parlamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Taiwan precisa de garantir resposta imediata a um eventual ataque chinês, numa altura em que o tempo de aviso prévio está a diminuir, afirmou hoje o ministro da Defesa da ilha, Wellington Koo, durante uma intervenção no parlamento.</P><br />
<P>As Forças Armadas da ilha iniciaram na segunda-feira cinco dias de exercícios de prontidão imediata para combate, destinados a reforçar a capacidade operacional e testar a eficácia das operações conjuntas face à crescente pressão militar da China, que reivindica soberania sobre Taiwan.</P><br />
<P>As manobras, que decorrem até sexta-feira, integram o programa anual de treino das Forças Armadas taiwanesas e têm entre os objetivos &#8220;reforçar a rápida transição do estado de paz para o de guerra&#8221;, um cenário que as tropas da ilha ensaiam com cada vez maior frequência.</P><br />
<P>Em declarações citadas pelo jornal Liberty Times, Koo explicou que os exercícios visam &#8220;realizar rapidamente os preparativos para combate, de forma a responder a eventuais situações imprevistas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Perante a atual ameaça do inimigo e numa situação em que o tempo de aviso prévio está a diminuir, é necessário confirmar que a força de defesa nacional é capaz de responder imediatamente, reagir de forma autónoma e completar em segurança a transição da paz para a guerra&#8221;, afirmou o ministro.</P><br />
<P>As declarações surgiram um dia depois de o mais recente e avançado porta-aviões da China, o Fujian, ter atravessado o estreito de Taiwan, na primeira passagem de um porta-aviões chinês por aquela via estratégica desde abril.</P><br />
<P>Sobre a travessia do navio, Koo afirmou que Taipé tem &#8220;controlo total dos movimentos&#8221; em torno do estreito e justificou a divulgação de imagens do Fujian com a necessidade de a população &#8220;conhecer claramente&#8221; as atividades do Exército chinês nas proximidades da ilha.</P><br />
<P>Em Pequim, a porta-voz do Gabinete para os Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado (Governo chinês), Zhang Han, acusou hoje as autoridades do Partido Democrático Progressista (PDP), no poder em Taiwan, de manterem uma &#8220;posição separatista&#8221;, que considerou estar na origem da tensão e instabilidade no estreito.</P><br />
<P>&#8220;Estamos dispostos a explorar as perspetivas de uma &#8216;reunificação pacífica&#8217; com a máxima sinceridade e o máximo esforço, mas em circunstância alguma nos comprometemos a renunciar ao uso da força, nem deixaremos qualquer espaço para qualquer forma de separatismo da &#8216;independência de Taiwan&#8217;&#8221;, afirmou a responsável.</P><br />
<P>Taiwan governa-se autonomamente desde 1949 sob a designação de República da China e dispõe de Forças Armadas próprias, bem como de um sistema político, económico e social distinto do da República Popular da China.</P><br />
<P>Pequim considera, contudo, a ilha uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês e intensificou nos últimos anos a campanha de pressão militar, diplomática e económica para concretizar a &#8220;reunificação nacional&#8221;, um dos objetivos centrais do Presidente chinês, Xi Jinping, no quadro do &#8220;rejuvenescimento da nação chinesa&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780613]]></sapo:autor>
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		<title>Fujimori mantém vantagem em eleições no Peru após rejeição de recurso do rival</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um júri eleitoral do Peru rejeitou na terça-feira, por improcedente, o pedido do candidato presidencial de esquerda, Roberto Sánchez, para anular os votos no exterior da segunda volta presidencial frente à candidata de direita Keiko Fujimori.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um júri eleitoral do Peru rejeitou na terça-feira, por improcedente, o pedido do candidato presidencial de esquerda, Roberto Sánchez, para anular os votos no exterior da segunda volta presidencial frente à candidata de direita Keiko Fujimori.</P><br />
<P>A resolução refere-se às mesas de votação sob responsabilidade das repartições consulares na África, América do Norte, América Central e Caribe, América do Sul, Ásia e Médio Oriente, Europa e Oceânia, precisou um comunicado do Jurado Nacional de Eleições (JNE).</P><br />
<P>A autoridade máxima eleitoral esclareceu que o pedido de nulidade foi apresentado fora de prazo e sem o pagamento da taxa eleitoral por parte do partido Juntos pelo Peru, liderado por Sánchez, incumprindo assim a normativa eleitoral.</P><br />
<P>Na sua resolução, o júri eleitoral especial exortou o representante legal de Juntos pelo Peru a adequar a sua conduta respeitando os princípios de colaboração, boa-fé e celeridade, para dar a máxima dinâmica possível aos trâmites eleitorais e evitar atuações que atrasem o seu desenvolvimento.</P><br />
<P>Sánchez declarou que não reconhecerá um eventual governo de Keiko Fujimori e assegurou que houve uma &#8220;grave afetação do processo eleitoral&#8221;, sobretudo no voto no exterior.</P><br />
<P>Segundo afirmou, irregularidades administrativas e na conservação do material eleitoral teriam afetado o sufrágio fora do país, que representa cerca de 300.000 votos e beneficiou amplamente a sua rival.</P><br />
<P>De acordo com Sánchez, excluindo os votos emitidos fora do território nacional, teria uma vantagem de cerca de 25.000 votos sobre Keiko Fujimori.</P><br />
<P>Outro pedido de anulação de mesas de sufrágio em várias cidades dos Estados Unidos, França e Espanha, apresentado por uma cidadã peruana, também foi declarado improcedente por extemporâneo, falta de legitimidade da requerente e ausência de pagamento da taxa, indicou o tribunal eleitoral.</P><br />
<P>Os percentuais do escrutínio invertem-se se forem retirados os votos do exterior, caso em que Sánchez alcança 50,11% dos válidos, com mais 38.007 sufrágios do que a filha do ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000), que regista 49,88%. </P><br />
<P>Fujimori lidera com mais de 43.000 votos, num universo superior a 19 milhões de sufrágios contabilizados. Restam 131 atas por apurar, representando cerca de 39.300 votos, número insuficiente para que Sánchez consiga recuperar.</P><br />
<P>O partido da candidata de direita, Fuerza Popular, indicou que aguardará o apuramento completo antes de se proclamar vencedor.</P><br />
<P>Uma missão da União Europeia considerou que a segunda volta decorreu de forma &#8220;calma e ordenada&#8221;, apesar de uma campanha fortemente polarizada.</P><br />
<P>A segunda volta de 07 de junho resultou numa das disputas mais renhidas da história recente da América Latina, com os dois candidatos a alternarem na liderança da contagem até que Keiko Fujimori foi consolidando a vantagem.</P><br />
<P>O escrutínio era particularmente aguardado num país marcado por forte instabilidade política. Desde 2016, oito presidentes sucederam-se na chefia do Peru, em meio a crises institucionais repetidas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780612]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Parlamento debate hoje proposta do PCP para referendo à regionalização até 2028</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia da República volta a discutir hoje a regionalização, num debate agendado pelo PCP, que propõe um referendo até julho de 2028 e eleições para os novos órgãos regionais nas autárquicas de 2029.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Assembleia da República volta a discutir hoje a regionalização, num debate agendado pelo PCP, que propõe um referendo até julho de 2028 e eleições para os novos órgãos regionais nas autárquicas de 2029.</P><br />
<P>Esta é a segunda vez este ano que o Parlamento debate a regionalização, depois de em abril ter discutido e rejeitado três projetos do Livre, BE e PAN.</P><br />
<P>O PCP apresentou as suas iniciativas em abril, na semana desse debate, mas optou por discuti-las agora num agendamento próprio. Sobre essa escolha, a líder da bancada comunista disse à Lusa que o partido pretende &#8220;tratar estas questões com a profundidade que elas merecem&#8221; e sublinhou que as restantes forças políticas podem contribuir com propostas.</P><br />
<P>No entanto, até terça-feira tinham sido submetidas a discussão apenas as iniciativas do PCP: um projeto de resolução que prevê a criação de um programa de trabalho para a regionalização e uma proposta de Lei-Quadro das Regiões Administrativas.</P><br />
<P>A votação das propostas em debate será feita logo após a discussão, na mesma sessão plenária.</P><br />
<P>À Lusa, Paula Santos argumentou que, a partir do contacto com as populações, se percebe que há uma necessidade avançar com a regionalização para &#8220;potenciar o desenvolvimento de cada uma das regiões e eliminar as assimetrias existentes&#8221; e referiu ainda as falhas na resposta às tempestades do início do ano como exemplo da necessidade de uma nova organização do Estado.</P><br />
<P>Para a líder parlamentar comunista, a resistência deste Governo em avançar com a regionalização nesta legislatura é uma &#8220;traição às populações e aos autarcas&#8221; e é uma posição que atrasa o desenvolvimento regional e impede o aprofundamento da democracia e participação popular.</P><br />
<P>No projeto de resolução, a bancada comunista propõe, no âmbito de um novo programa de trabalho, que a Assembleia da República promova audições sobre a regionalização até ao fim do ano e que, até 30 de junho de 2027, convide as assembleias municipais do continente a &#8220;pronunciarem-se sobre o mapa das regiões administrativas a submeter a referendo&#8221;.</P><br />
<P>O partido pretende que este pronunciamento dos municípios parta de duas delimitações: o mapa correspondente às cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) existentes ou o mapa correspondente às oito regiões que foram submetidas a referendo em 1998.</P><br />
<P>Caso sejam aprovadas novas leis sobre a criação e o enquadramento das regiões administrativas, o PCP quer que as perguntas do referendo sejam aprovadas até ao fim de 2027 e que este se realize antes de julho 2028. </P><br />
<P>Em caso de uma resposta maioritária favorável à regionalização, o Parlamento, defende o PCP, deve permitir a eleição dos novos órgãos representativos regionais nas autárquicas de 2029.</P><br />
<P>Os comunistas apresentam ainda um projeto de nova lei-quadro das regiões administrativas, que dizem ser um &#8220;primeiro passo&#8221; legislativo para o processo regionalização, a que se deve seguir a aprovação de uma lei de criação simultânea das regiões administrativas e o referendo.</P><br />
<P>Nesta proposta, o PCP defende a conversão das atuais CCDR em regiões administrativas e define o modelo que vai governar as regiões, assente numa Assembleia Regional, órgão deliberativo com 30 membros eleitos por sufrágio direto e universal e 15 eleitos pelas assembleias municipais, e uma Junta Regional, órgão executivo constituído por um presidente e seis vogais eleitos pela Assembleia Regional.</P><br />
<P>O debate tem uma duração prevista de duas horas e meia, cabendo os maiores tempos de intervenção (26 minutos) ao PCP, por ter agendado o debate, ao Governo e ao PSD. No entanto, até ao fim da tarde de terça-feira, o executivo não confirmou a sua presença. </P><br />
<P>Do lado dos comunistas, a abertura do debate caberá ao secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, informou o partido.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780361]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>250 anos da Independência dos EUA: Trump inicia hoje celebrações com comício</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/250-anos-da-independencia-dos-eua-trump-inicia-hoje-celebracoes-com-comicio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 05:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, dará esta quarta-feira início a uma vasta programação que assinala o 250.º aniversário da Independência dos Estados Unidos (EUA) com um comício na inauguração da "Grande Feira Estadual Americana" em Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, dará esta quarta-feira início a uma vasta programação que assinala o 250.º aniversário da Independência dos Estados Unidos (EUA) com um comício na inauguração da &#8220;Grande Feira Estadual Americana&#8221; em Washington.</p>
<p>&#8220;Quarta-feira, 24 de junho, será o pontapé inicial da nossa celebração de verão em comemoração aos 250 anos da Independência Americana! (&#8230;) Vamos divertir-nos e celebrar a América&#8221;, escreveu Trump na sua rede social Truth Social, ao convocar os norte-americanos a juntarem-se às festividades.</p>
<p>Trump irá discursar na abertura da &#8220;The Great American State Fair&#8221; [Grande Feira Estadual Americana, na tradução para português], que, de 25 de junho a 10 de julho, estará aberta ao público no National Mall, um amplo parque no centro da capital federal norte-americana, onde estão localizados monumentos como o Lincoln Memorial ou o Washington Monument.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780351]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PM chinês defende que China não é &#8220;assim tão rica&#8221; para dar subsídios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 05:42:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, rejeitou hoje as críticas sobre o peso dos apoios públicos na competitividade industrial da China e assegurou que "o Governo chinês não é assim tão rico que possa dar subsídios".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, rejeitou hoje as críticas sobre o peso dos apoios públicos na competitividade industrial da China e assegurou que &#8220;o Governo chinês não é assim tão rico que possa dar subsídios&#8221;.</P><br />
<P>Li fez estas declarações durante a sessão plenária da 17.ª Reunião Anual dos Novos Campeões, conhecida como o &#8216;Davos de Verão&#8217;, que decorre esta semana na cidade de Dalian, no nordeste da China.</P><br />
<P>O chefe do Governo chinês referia-se às críticas de que a vantagem competitiva dos produtos chineses resulta sobretudo do apoio estatal, uma questão que tem marcado as recentes fricções comerciais entre Pequim, os Estados Unidos e a União Europeia em setores como veículos elétricos, baterias, semicondutores e tecnologias limpas.</P><br />
<P>&#8220;Não é assim&#8221;, afirmou Li, atribuindo a competitividade chinesa à &#8220;escala do mercado interno&#8221;, à &#8220;força da indústria transformadora&#8221; e à rápida aplicação de novas tecnologias.</P><br />
<P>O primeiro-ministro defendeu que o desenvolvimento de setores como as novas energias e os veículos inteligentes conectados resulta de avanços em áreas como materiais, baterias e comunicações, e não apenas de políticas públicas de apoio.</P><br />
<P>As críticas ao protecionismo e às restrições comerciais, recorrentes no discurso de Pequim nos últimos meses, ocuparam também parte da intervenção, numa altura de aumento de tarifas, controlos tecnológicos e medidas de defesa comercial por parte de várias economias ocidentais.</P><br />
<P>Li afirmou que as importações chinesas de bens cresceram 20,5% nos primeiros cinco meses do ano, apresentando esse resultado como prova da integração da China na economia mundial. No ano passado, a China registou um excedente comercial histórico de quase 1,2 biliões de dólares (mais de 1 bilião de euros). Com a União Europeia o excedente chega atualmente a mil milhões de euros por dia.</P><br />
<P>O discurso teve lugar numa edição do fórum dedicada à inovação, comércio, inteligência artificial, emprego e transição energética, sob o lema &#8220;Inovar à escala&#8221;.</P><br />
<P>O Fórum Económico Mundial enquadrou o encontro num contexto de tensões tarifárias, pressão sobre as cadeias de abastecimento e fragmentação comercial e financeira.</P><br />
<P>O &#8216;Davos de Verão&#8217; reúne até quinta-feira, em Dalian, mais de 1.700 representantes dos meios político, empresarial, académico e mediático de mais de 90 países e regiões.</P><br />
<P>Entre os participantes contam-se os chefes de Governo do Bangladesh, Guiné-Conacri, Cazaquistão, Coreia do Sul, Mongólia e Montenegro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780611]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Fogo em Loulé dominado às 04:00</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 05:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio que deflagrou na terça-feira numa zona rural da freguesia do Ameixial, em Loulé, no distrito de Faro, foi dado como dominado pelas 04:00 de hoje, disse à Lusa fonte do Comando Sub-Regional do Algarve.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio que deflagrou na terça-feira numa zona rural da freguesia do Ameixial, em Loulé, no distrito de Faro, foi dado como dominado pelas 04:00 de hoje, disse à Lusa fonte do Comando Sub-Regional do Algarve.</P><br />
<P>O incêndio, que deflagrou às 10:49 de terça-feira, chegou a circundar várias aldeias, mas não houve necessidade de retirar pessoas.</P><br />
<P> &#8220;Temos a registar quatro bombeiros com ferimentos ligeiros com traumas, resultado de quedas, e um assistido no local&#8221;, disse a mesma fonte.</P><br />
<P>Pelas 06:30, mantinham-se no local 348 operacionais, apoiados por 123 meios técnicos e 10 máquinas de rasto.</P></p>
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