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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>I Liga: Sporting de Braga empata a dois golos na visita ao Moreirense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 21:37:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Moreirense e o Sporting de Braga empataram hoje 2-2, em encontro da jornada inaugural da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Moreira de Cónegos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Moreirense e o Sporting de Braga empataram hoje 2-2, em encontro da jornada inaugural da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Moreira de Cónegos.</p>
<p>O avançado espanhol Fran Navarro colocou o Sporting de Braga em vantagem, aos sete minutos, tendo o inglês Nile John empatado no minuto seguinte para o Moreirense, numa partida na qual Pau Victor (66) marcou para os &#8216;arsenalistas&#8217; e João Veloso (90+1) para a equipa da casa.</p>
<p>Ambas as equipas seguem com um ponto, num grupo que integra mais seis equipas, entre as quais o Benfica e o Sporting.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799238]]></sapo:autor>
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		<title>I Liga: Gil Vicente triunfa por 1-0 na receção ao Rio Ave</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 21:36:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Gil Vicente venceu hoje por 1-0 na receção ao Rio Ave, em jogo da jornada inaugural da I Liga portuguesa de futebol, no qual os visitantes jogaram a segunda parte em inferioridade numérica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Gil Vicente venceu hoje por 1-0 na receção ao Rio Ave, em jogo da jornada inaugural da I Liga portuguesa de futebol, no qual os visitantes jogaram a segunda parte em inferioridade numérica.</p>
<p>No Estádio Cidade de Barcelos, uma grande penalidade convertida Héctor Hernández, aos 87 minutos, garantiu o triunfo do Gil Vicente, que jogou em superioridade numérica desde os 47, após a expulsão do médio grego Andreas Ntoi.</p>
<p>O Gil Vicente segue no grupo de equipas com três pontos, juntamente com o FC Porto, o Marítimo e o Arouca.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799237]]></sapo:autor>
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		<title>I Liga: Benfica desperdiça duas vantagens e empata 2-2 com o Académico de Viseu na Luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 21:33:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Benfica empatou hoje 2-2 com o Académico de Viseu, depois de ter estado duas vezes em vantagem, na jornada inaugural da I Liga de futebol, disputado no Estádio da Luz, à porta fechada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Benfica empatou hoje 2-2 com o Académico de Viseu, depois de ter estado duas vezes em vantagem, na jornada inaugural da I Liga de futebol, disputado no Estádio da Luz, à porta fechada.</p>
<p>Com os &#8216;encarnados&#8217; em vantagem desde os 10 minutos na sequência de um golo de Pavlidis, o Académico de Viseu chegou ao empate aos 55, por intermédio de Rúben Pereira, e voltou a igualar o resultado, aos 67, por André Clóvis, já depois de Prestianni ter marcado para a equipa da casa.</p>
<p>O Benfica e o Académico de Viseu, que regressou à I Liga 37 anos depois, seguem ambos com um ponto, em igualdade com mais seis equipas, entre as quais o Sporting, que no sábado também empatou a dois golos na visita ao Estrela da Amadora.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799236]]></sapo:autor>
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		<title>I Liga: FC Porto inicia defesa do título com triunfo por 2-0 sobre o Alverca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 19:03:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O FC Porto iniciou hoje a defesa do título de campeão português de futebol com um triunfo por 2-0 na receção ao Alverca, em encontro da jornada inaugural da I Liga portuguesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O FC Porto iniciou hoje a defesa do título de campeão português de futebol com um triunfo por 2-0 na receção ao Alverca, em encontro da jornada inaugural da I Liga portuguesa.</p>
<p>O triunfo dos &#8216;dragões&#8217; foi selado com grandes penalidades convertidas por André Silva, aos nove minutos, e Gabri Veiga, aos 44.</p>
<p>Com cinco jogos disputados da primeira jornada, o FC Porto, que na próxima ronda visita o Rio Ave, juntou-se a Marítimo e Arouca, no topo da tabela, com três pontos, mais dois do que o vice-campeão Sporting, que no sábado empatou 2-2 na visita ao Estrela da Amadora, próximo adversário do Alverca.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799235]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: MAI diz que reparos do PR são alerta para se pensar e corrigir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 18:39:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna disse hoje que as chamadas de atenção e os reparos do Presidente da República são sempre vistos como uma forma de alerta e para se pensar e poder corrigir aquilo que há a corrigir.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna disse hoje que as chamadas de atenção e os reparos do Presidente da República são sempre vistos como uma forma de alerta e para se pensar e poder corrigir aquilo que há a corrigir.</p>
<p>&#8220;Naturalmente as chamadas de atenção, os reparos do senhor Presidente da República são sempre vistos como uma forma de alerta e para se pensar e poder corrigir aquilo que há a corrigir&#8221;, afirmou Luís Neves, que falava ao jornalistas em Mirandela, distrito de Bragança.</p>
<p>O governante foi questionado sobre as declarações proferidas hoje por António José Seguro  que afirmou que tem transmitido a necessidade de se melhorar &#8220;a prevenção e a capacidade de resposta&#8221; no combate aos incêndios e que lembrou que o relatório da Comissão Técnica Independente, que avaliou os incêndios de agosto do ano passado, conclui que &#8220;muito ficou por fazer depois dos relatórios anteriores, dos incêndios de 2017&#8221;. </p>
<p>&#8220;Reajo muito bem, o senhor Presidente atua no sentido de corrigir e dar nota daquilo que no seu alto entendimento deve ser melhorado, há de facto um estudo da Comissão Técnica Independente, nós estamos a fazer esse percurso, significa que ainda há questões que têm que ser feitas. O ano passado foi aprovado um grande plano para a floresta de 2050&#8221;, referiu Luís Neves.</p>
<p>&#8220;Portanto, com toda a bonomia, com toda a tranquilidade, escutamos, como sempre, o que o senhor Presidente da República tem a dizer neste tema, como em todos os outros temas&#8221;, acrescentou. </p>
<p>O ministro lembrou que este ano se verificaram dois grandes incêndios no país, em Vouzela e Valpaços, e que mais de 95% dos incêndios são combatidos nos primeiros momentos, realçando que é preciso olhar para o combate e para a prevenção.</p>
<p>&#8220;A nossa forma de estar durante toda a vida foi, sobretudo, apostar todas as fichas na questão do combate. Era assim antes dos grandes incêndios de Pedrógão, em que 80% era despesa só para o combate (&#8230;) e 20% para a prevenção. Hoje estamos a mudar esse paradigma. Mais de 52% do que é gasto nesta temática é gasto na prevenção&#8221;, salientou.</p>
<p>Luís Neves visitou hoje os concelhos de Valpaços, Vinhais e Mirandela, concelhos atingidos por um grande incêndio que afetou cerca de 15 mil hectares e destruiu área agrícola, como vinha, olival e amendoal. O fogo chegou ainda ao concelho de Macedo de Cavaleiros.</p>
<p>Em Mirandela renuiu com autarcas, forças policiais e corporações de bombeiros.</p>
<p>A vinda ao terreno teve como objetivo, segundo o ministro, ouvir como as coisas se passaram do ponto de vista da Proteção Civil, falar com autarcas e perceber o sofrimento das pessoas.</p>
<p>&#8220;Ouvir, auscultar, refletir, sobretudo para que, se há algo que possamos fazer melhor, vamos fazer melhor&#8221;, salientou.</p>
<p>O ministro foi ainda questionado sobre críticas apontadas a uma descoordenação durante o incêndio que começou no concelho de Valpaços a 28 de julho e se prolongou até 01 de agosto.</p>
<p>&#8220;Eu estive a escutar pessoas, agora, que me reportaram precisamente essa situação e, naturalmente, eu falarei com os responsáveis da Proteção Civil para perceber, de facto, o que  aqui se passou&#8221;, referiu.</p>
<p>No entanto, acrescentou, que &#8220;às vezes o cidadão olha e pensa que o trabalho poderia ser feito de determinada maneira, mas quem sabe são os agentes de Proteção Civil e os bombeiros&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não estou a dizer aqui que tenha sido tudo perfeito, mas muitas vezes combater em determinadas circunstâncias durante o dia um incêndio é absolutamente inglório e é deixar estes meios para momentos mais propícios, geralmente à noite, quando há mais humidade, quando se calhar o vento amainou, e aí se pode fazer esse combate. Portanto, há aqui todo um caminho&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Sobre a rede de comunicações SIRESP disse que esta se portou de &#8220;forma inexcedível neste incêndio&#8221;, onde houve &#8220;centenas de milhares de comunicações&#8221; e onde a Proteção Civil colocou postos móveis.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799234]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mulher de 49 anos ferida com gravidade em colisão aquática no Alqueva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 18:05:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma mulher ficou hoje gravemente ferida e foi helitransportada para um hospital de Lisboa após uma colisão aquática no Alqueva, perto da Praia do Lago, no concelho de Moura, revelaram a Proteção Civil e os bombeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mulher ficou hoje gravemente ferida e foi helitransportada para um hospital de Lisboa após uma colisão aquática no Alqueva, perto da Praia do Lago, no concelho de Moura, revelaram a Proteção Civil e os bombeiros.</p>
<p>Em declarações à agência Lusa, fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo explicou que a colisão aquática, para a qual foi dado o alerta às 15:49, envolveu duas embarcações, provocando um ferido grave.</p>
<p>A vítima, indicou a Proteção Civil, foi helitransportada pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), através do helicóptero sediado em Évora, para o Hospital de S. José, em Lisboa.</p>
<p>Contactada pela Lusa, uma fonte dos Bombeiros Voluntários de Moura, no distrito de Beja, precisou que a pessoa que sofreu fermentos considerados graves foi &#8220;uma senhora, de 49 anos&#8221;.</p>
<p>De acordo com a mesma fonte, a mulher ficou ferida na sequência de uma colisão envolvendo &#8220;uma embarcação de pesca desportiva, de um particular, e outra de recreio&#8221;.</p>
<p>&#8220;A senhora foi transportada num barco de um operador turístico para o cais da Praia do Lago, onde os meios dos bombeiros a avaliaram, estabilizaram e pediram apoio diferenciado, tendo sido acionado o helicóptero do INEM&#8221;, acrescentou a mesma fonte.</p>
<p>Humberto Nixon, da empresa marítimo-turística que, em conjunto com o responsável de outro operador da albufeira, procedeu ao resgate da mulher, explicou à Lusa que a senhora ferida apresentava &#8220;golpes profundos num ombro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Fui socorrê-la com uma das minhas embarcações&#8221;, contou, referindo que, juntamente com o colega da outra empresa, nem conseguiram colocar a mulher a bordo.</p>
<p>&#8220;Como tinha o ombro cortado, nem a conseguimos puxar. Tivemos de a rebocar, com a ajuda de uma boia nossa e a embarcação onde ela seguia, também tipo boia, até à rampa dos barcos&#8221;, disse.</p>
<p>Já na rampa, &#8220;os bombeiros foram assistir a ferida&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Segundo Humberto Nixon, a mulher e mais quatro pessoas seguiam &#8220;numa embarcação de recreio, tipo uma boia com lugares e um volante, que é alugada, sem tripulante, a um novo operador&#8221; existente no lago, propriedade de estrangeiros. </p>
<p>&#8220;E, da Praia do Lago, saiu um barco de pesca desportiva, com duas pessoas a bordo, que foi embater nessa embarcação onde seguiam as cinco pessoas. A senhora caiu à água e, provavelmente, terá sido atingida por uma hélice, que provocou os golpes no ombro&#8221;, contou o empresário.    </p>
<p>Para o local do acidente foram mobilizados 11 operacionais dos bombeiros, da GNR e do INEM, apoiados por quatro viaturas e pelo helicóptero, segundo o comando sub-regional da Proteção Civil.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799233]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pés no banco, chamadas em alta voz e luta pelo apoio de braço: 36 regras de etiqueta para viajar sem irritar ninguém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 18:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Há regras que quase toda a gente conhece: deixar sair antes de entrar, não ocupar um lugar com a mala, dar prioridade a quem precisa mais de se sentar. Outras situações são menos óbvias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Comboios, autocarros e aviões juntam desconhecidos durante minutos ou horas num espaço pequeno, muitas vezes quente, barulhento e cheio. E basta alguém ouvir música sem auscultadores, ocupar dois lugares ou decidir fazer uma refeição de cheiro intenso para a viagem se tornar menos agradável.</p>
<p class="isSelectedEnd">Há regras que quase toda a gente conhece: deixar sair antes de entrar, não ocupar um lugar com a mala, dar prioridade a quem precisa mais de se sentar. Outras situações são menos óbvias.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Guardian reuniu as respostas de três especialistas em etiqueta — Rupert Wesson, diretor da Debrett’s, Laura Akano, fundadora da Polished Manners, e William Hanson, diretor da English Manner — para alguns dos dilemas mais comuns nos transportes públicos.</p>
<p><strong>A quem deve ceder o lugar?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A regra parece simples: deve oferecer o seu lugar a quem precisa mais dele. O problema é perceber quem está realmente nessa situação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um adulto com um bebé ou uma criança pequena é um caso evidente. Noutros, convém evitar fazer suposições sobre gravidez, idade ou condição física.</p>
<p class="isSelectedEnd">A recomendação é oferecer discretamente, sem transformar o gesto num espetáculo. Um contacto visual ou levantar-se de forma clara pode ser suficiente. E a antiga regra segundo a qual os homens deveriam automaticamente ceder o lugar às mulheres já não faz sentido como princípio geral.</p>
<p class="isSelectedEnd">O mais importante é simples: tirar os olhos do telemóvel e prestar atenção a quem entra.</p>
<p><strong>Pode pôr os pés no banco?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Não.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nem com sapatos que parecem limpos, nem descalço, nem de meias. Trata-se de um espaço público que será utilizado por outras pessoas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Laura Akano resume a questão lembrando que o transporte público não é uma extensão da sala de estar de casa.</p>
<p><strong>Pode escolher sempre o lugar do corredor?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Pode, desde que esteja preparado para se levantar quando alguém precisar de chegar ao lugar da janela.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando o transporte está praticamente vazio ou a viagem é curta, ocupar o corredor não levanta grandes problemas. Se houver procura pelos lugares, deve facilitar a passagem.</p>
<p><strong>Está sozinho. Pode ocupar uma mesa de quatro lugares no comboio?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Sim.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se depois entrar um grupo que poderia utilizar os quatro lugares, seria simpático oferecer-se para mudar, embora não exista obrigação de o fazer. Se estiver a trabalhar e precisar da mesa para o computador, também é legítimo permanecer onde está.</p>
<p><strong>Pode pedir a alguém que mude de lugar para ficar junto do companheiro?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Pode pedir. A outra pessoa também pode recusar.</p>
<p class="isSelectedEnd">A diferença está muitas vezes na forma como o pedido é feito. Perguntar educadamente se alguém se importaria de trocar de lugar é muito diferente de comunicar que essa pessoa terá de sair porque quer sentar-se ao lado do namorado, namorada ou amigo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se o lugar oferecido em troca for equivalente, aceitar é um gesto simpático — mas continua a não ser obrigatório.</p>
<p><strong>Deve ceder às crianças o melhor lugar do autocarro?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Não automaticamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se uma criança ou os pais pedirem educadamente para trocar, pode aceitar. Mas não é necessário partir do princípio de que uma criança tem mais direito, por exemplo, aos lugares da frente no piso superior de um autocarro de dois andares.</p>
<p><strong>É indelicado afastar-se de um desconhecido quando aparecem lugares vazios?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Não.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando um comboio ou autocarro esvazia, é perfeitamente aceitável mudar-se para outro banco e ganhar espaço. Não precisa de justificar a decisão à pessoa que estava sentada ao seu lado.</p>
<p><strong>Pode reclinar o banco no avião?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Se o banco foi concebido para reclinar, em princípio pode fazê-lo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas há regras de bom senso. Não o faça durante o serviço de refeições ou bebidas e evite movimentos bruscos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Antes de baixar o encosto, vale a pena perceber o que está a acontecer atrás: pode haver um copo, uma refeição ou um computador na mesa da pessoa que ocupa o lugar seguinte.</p>
<p><strong>E se uma mala enorme obrigar a ocupar dois lugares?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Há situações em que pode não existir alternativa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre bloquear completamente o corredor e ocupar temporariamente um banco com a bagagem, Rupert Wesson considera preferível a segunda solução.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, normalmente é possível encontrar uma alternativa com alguma colaboração, incluindo pedir ajuda para colocar a mala num suporte próprio.</p>
<p><strong>O cão pode viajar em cima do banco?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A regra proposta pelos especialistas é não.</p>
<p class="isSelectedEnd">Poderá ser mais tolerável se o animal estiver sobre uma manta ou proteção, mas mesmo isso deve ser evitado quando o transporte está cheio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Há ainda que ter em conta passageiros com alergias graves ou pessoas que simplesmente consideram inadequado que animais ocupem os lugares destinados aos passageiros.</p>
<p><strong>Até onde podem andar as crianças pelo comboio ou avião?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Depende.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma criança pequena que passe alguns minutos a caminhar pode incomodar menos do que uma criança obrigada a permanecer sentada durante horas e que acaba por chorar ou gritar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O problema surge quando essa liberdade começa a perturbar quem está a trabalhar, descansar ou simplesmente fazer a sua viagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">O conselho é permitir alguma movimentação, mas controlar o ruído e a confusão. Como lembra Wesson, os pais não devem presumir que todos os passageiros acham os seus filhos tão encantadores como eles próprios.</p>
<p><strong>Pode encostar-se ao varão?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Se o transporte estiver vazio, não há grande problema.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando está cheio, porém, o varão serve para os passageiros se segurarem. Ocupá-lo com todo o corpo impede que outras pessoas o utilizem.</p>
<p><strong>Tocou acidentalmente num desconhecido. Tem de pedir desculpa?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro passo é afastar-se imediatamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se o contacto foi evidente, um pedido de desculpa é o mais adequado. Se foi apenas um toque muito rápido e a outra pessoa nem reparou, poderá não ser necessário dizer nada, embora até um pequeno gesto de desculpa seja preferível a ignorar completamente o sucedido.</p>
<p><strong>Afinal, quem fica com o apoio de braço?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Num avião com três lugares, a convenção mais comum atribui os dois apoios de braço à pessoa que ficou no lugar do meio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos comboios e autocarros, William Hanson sugere pensar no equipamento como um apoio para o cotovelo, e não para o braço inteiro. Assim, duas pessoas poderão partilhá-lo.</p>
<p><strong>Pode acordar alguém que está a ressonar?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Por ressonar, não.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas se a pessoa adormecer sobre o seu ombro e começar a babar-se, a situação muda. Nesse caso, é legítimo tocar-lhe no ombro ou cotovelo e explicar, sem dramatizar, o que está a acontecer.</p>
<p class="isSelectedEnd">O constrangimento provavelmente será suficiente para resolver o problema.</p>
<p><strong>Pode estar demasiado suado para andar de transportes?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Não é uma questão de proibição, mas de consideração pelos restantes passageiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de uma noite fora, num autocarro noturno, poderá ser inevitável. Entrar num transporte cheio durante a hora de ponta imediatamente depois do ginásio, quando existe possibilidade de tomar banho ou refrescar-se, já é diferente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sempre que possível, a recomendação é cuidar da higiene antes de entrar num espaço fechado e lotado.</p>
<p><strong>Como lidar com quem ocupa espaço a mais com as pernas?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Responder fazendo exatamente o mesmo não é aconselhável.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pode ajustar a sua própria posição de forma suficientemente clara para que a outra pessoa perceba que está a invadir o seu espaço. Se se sentir confortável, um pequeno contacto com o joelho pode transmitir a mensagem sem necessidade de confronto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Hanson propõe uma regra muito concreta para a abertura das pernas: entre os joelhos, não deveria existir muito mais espaço do que o correspondente a uma bola de ténis.</p>
<p><strong>Pode maquilhar-se no comboio ou no autocarro?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Um retoque rápido de batom ou pó poderá ser aceitável.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fazer toda a maquilhagem desde o início já ultrapassa, segundo os especialistas, aquilo que deveria acontecer num espaço público partilhado.</p>
<p><strong>E pentear o cabelo?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Também não é aconselhável.</p>
<p class="isSelectedEnd">A higiene e os cuidados pessoais devem ser reduzidos ao mínimo nos transportes públicos, e escovar o cabelo já ultrapassa esse limite.</p>
<p><strong>Cortar ou arranjar as unhas?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Não.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os especialistas consideram que são cuidados pessoais que devem ser feitos em privado. Cortar as unhas dos pés num transporte público é apresentado como um dos exemplos mais extremos de comportamento inadequado.</p>
<p><strong>E colocar protetor solar?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Se for realmente necessário, poderá fazê-lo com moderação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um pouco de creme ou loção aplicado discretamente é aceitável. Um spray é mais problemático, porque pode atingir quem está à volta.</p>
<p class="isSelectedEnd">A regra volta a ser pensar no efeito do comportamento sobre os restantes passageiros.</p>
<p><strong>Pode mudar de roupa dentro da carruagem?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Não.</p>
<p class="isSelectedEnd">Retirar um casaco, camisola, cachecol, chapéu ou luvas é normal. Transformar o banco num pequeno balneário já não.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tirar os sapatos ou as sandálias também é desaconselhado.</p>
<p><strong>E se estiver prestes a vomitar?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Se existir casa de banho, deve dirigir-se para lá tão depressa quanto possível.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neste caso, mais do que etiqueta, trata-se de minimizar os danos para todos os envolvidos.</p>
<p><strong>Pode agarrar-se à barra superior se estiver de mangas cavadas?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segurança primeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se precisar da barra para não cair, deve utilizá-la. Mas, num transporte muito cheio, ter uma axila descoberta praticamente ao nível do rosto de outros passageiros poderá ser desagradável, sobretudo se a higiene não estiver impecável.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sempre que houver alternativa segura, é preferível escolhê-la.</p>
<p><strong>Pode beber álcool no transporte público?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Depende das regras locais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Há cidades onde é proibido consumir álcool nos transportes, enquanto noutros comboios as próprias empresas vendem bebidas alcoólicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando é permitido, a recomendação é moderar o comportamento e lembrar que o álcool tende a tornar grupos de passageiros mais ruidosos.</p>
<p><strong>E comer?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Num comboio cheio durante a hora de ponta, William Hanson sugere praticamente não comer nada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em viagens longas, a comida é aceitável, desde que não tenha um cheiro capaz de atravessar metade da carruagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fast food quente é um candidato óbvio a incomodar os restantes passageiros, mas alguns alimentos aparentemente inofensivos também podem ser problemáticos. Hanson aponta até a laranja e a tangerina como exemplos particularmente antissociais devido ao cheiro.</p>
<p><strong>Deve ter o bilhete ou cartão pronto antes de chegar à entrada?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Sim.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se sabe que vai entrar num autocarro, atravessar uma barreira ou apresentar o passaporte, procure antecipadamente aquilo de que necessita.</p>
<p class="isSelectedEnd">Começar a vasculhar a mala apenas quando chega a sua vez atrasa toda a fila — sobretudo quando a pessoa permanece exatamente no meio da passagem enquanto procura.</p>
<p><strong>Chamadas em alta voz são aceitáveis?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O altifalante é um não categórico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os restantes passageiros não precisam de ouvir os dois lados da conversa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma chamada normal poderá ser inevitável, mas deve ser curta e discreta. Num comboio, quando possível, pode ainda deslocar-se para a zona entre carruagens para falar sem incomodar.</p>
<p><strong>Pode abrir a janela sem perguntar?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Pode abrir, mas primeiro deve perguntar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo quando quase toda a gente provavelmente agradecerá a entrada de ar, consultar os restantes passageiros transforma uma decisão individual numa decisão partilhada.</p>
<p class="isSelectedEnd">O mesmo princípio aplica-se a estores ou outros elementos que afetem quem viaja à sua volta.</p>
<p><strong>Como pedir a alguém que use auscultadores?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">William Hanson propõe uma estratégia deliberadamente indireta: avisar a pessoa de que parece haver um problema com a ligação dos auscultadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando ela explicar que não está a usar auscultadores, a mensagem estará dada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se a pessoa estiver efetivamente com auscultadores e, ainda assim, a música for suficientemente alta para todos ouvirem, poderá ser mais simples mudar de lugar.</p>
<p><strong>Deve dar dinheiro a quem pede nos comboios?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Se não for ilegal no país em causa e quiser fazê-lo, pode.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se não quiser contribuir, Hanson aconselha a não fingir que a pessoa deixou de existir escondendo-se imediatamente atrás do telemóvel. Um olhar ou um sorriso reconhece simplesmente que está perante outro ser humano.</p>
<p><strong>Um grupo pode cantar músicas de futebol?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Conversar sobre o jogo não levanta problemas. Transformar uma carruagem numa bancada improvisada é diferente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Laura Akano considera que grupos a cantar, sobretudo quando existe álcool envolvido, podem criar um ambiente desconfortável ou intimidante para os restantes passageiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo sem palavrões, o ruído e a agitação continuam lá.</p>
<p><strong>Pode espreitar o telemóvel ou o livro da pessoa ao lado?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Não.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os telemóveis concentram hoje uma enorme quantidade de informação privada, e olhar deliberadamente para o ecrã de outra pessoa ultrapassa uma fronteira evidente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também não é boa ideia oferecer espontaneamente a resposta para as palavras cruzadas do desconhecido sentado ao lado. Se não lhe pediu ajuda, deixe-o resolver sozinho.</p>
<p><strong>O comboio foi cancelado. Deve partilhar um táxi com desconhecidos?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Aqui, a segurança deve pesar mais do que a simpatia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Laura Akano recorda que a decisão depende das circunstâncias e da vulnerabilidade de cada pessoa. Partilhar um táxi com completos desconhecidos, sobretudo à noite, pode não ser uma opção confortável ou segura.</p>
<p class="isSelectedEnd">Noutras circunstâncias, e com pessoas com quem exista maior sensação de segurança, a decisão poderá ser diferente.</p>
<p><strong>Deve acordar alguém que está prestes a perder a paragem?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Se tiver a certeza de que aquela é a paragem da pessoa, provavelmente sim.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pode saber porque conversaram anteriormente ou porque ouviu o destino quando o passageiro comprou o bilhete.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um toque discreto com alguma antecedência pode evitar que acorde vários quilómetros depois e tenha de pagar uma viagem de táxi muito mais cara.</p>
<p><strong>Como escapar de um desconhecido que não para de falar?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Comece por responder educadamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois, se não quiser continuar a conversa, pegue no telemóvel ou num livro e mostre, através do comportamento, que pretende ocupar-se com outra coisa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A maioria das pessoas perceberá o sinal. Se isso não acontecer, poderá ser necessário recorrer a uma solução mais radical: levantar-se e mudar de carruagem.</p>
<p>No fundo, quase todas estas regras têm a mesma origem. Um autocarro, comboio ou avião é um espaço partilhado, não uma extensão de casa. E aquilo que parece perfeitamente inofensivo para um passageiro pode transformar-se numa viagem particularmente longa para quem está sentado ao lado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798932]]></sapo:autor>
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		<title>Falar ao telemóvel em alta-voz enquanto conduz? O erro que quase todos cometem pode custar até 1.250 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 17:30:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos condutores acreditam que, assim que ativam o alta-voz, deixam automaticamente de estar a infringir o Código da Estrada. Mas não é bem assim]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos condutores acreditam que, assim que ativam o alta-voz, deixam automaticamente de estar a infringir o Código da Estrada. Mas não é bem assim. Na prática, falar ao telefone durante a condução pode continuar a ser ilegal, mesmo que a chamada esteja em alta-voz.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.acp.pt/formacao/condutor-em-dia/conduzir-em-seguranca/falar-ao-telemovel-em-alta-voz-enquanto-conduz-pode-dar-multa" target="_blank" rel="noopener">Automóvel Club de Portugal (ACP)</a>, o que a lei proíbe não é apenas falar ao telemóvel, mas sobretudo o seu manuseamento continuado durante a condução. Ou seja, colocar uma chamada em alta-voz não dá ao condutor liberdade para continuar a segurar no aparelho ou a mexer nele.</p>
<p>É precisamente aqui que muitos se enganam. Se o telemóvel permanecer na mão enquanto decorre a conversa, ou se o condutor estiver constantemente a tocar no ecrã para procurar contactos, responder a mensagens, mudar de aplicação ou fazer outros ajustes, a utilização pode ser considerada ilegal.</p>
<p>O Código da Estrada admite o recurso a sistemas de mãos-livres ou de alta-voz, desde que estes funcionem sem exigir uma interação constante por parte do condutor. O objetivo é simples: manter as mãos no volante e a atenção concentrada na estrada.</p>
<p>As consequências podem ser pesadas. O uso indevido do telemóvel ao volante constitui uma contraordenação grave, punível com uma coima entre 250 e 1.250 euros. Além disso, o condutor arrisca perder três pontos na carta de condução e ficar inibido de conduzir entre um e 12 meses.</p>
<p>Há outro detalhe que muitos desconhecem: estas regras também se aplicam quando o veículo está parado num semáforo ou preso numa fila de trânsito. Enquanto o automóvel não estiver devidamente estacionado num local autorizado, o telemóvel continua sujeito às mesmas restrições.</p>
<p>Para reduzir o risco de distrações, o ACP aconselha os condutores a preparar tudo antes de arrancar. Ligar o telefone ao sistema de mãos-livres, definir o destino no GPS e escolher antecipadamente a música ou o podcast evita mexer no equipamento durante a viagem.</p>
<p>Mesmo quando a utilização do alta-voz é legal, há outro aspeto que não deve ser ignorado. Diversos estudos têm mostrado que uma conversa telefónica pode diminuir a atenção do condutor, atrasando o tempo de reação perante um imprevisto.</p>
<p>Por isso, a recomendação continua a ser a mais simples: sempre que a chamada puder esperar, deixe-a para depois da viagem. Ao volante, bastam alguns segundos de distração para que uma conversa aparentemente inofensiva tenha consequências muito sérias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798098]]></sapo:autor>
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		<title>Ataque &#8216;jihadista&#8217; a militares no Mali faz pelos menos 10 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 17:13:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 10 militares foram mortos hoje numa cidade do centro do Mali, num ataque a um acampamento do exército, reivindicado por um grupo 'jihadista' afiliado da Al-Qaida, segundo fontes de segurança e locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos 10 militares foram mortos hoje numa cidade do centro do Mali, num ataque a um acampamento do exército, reivindicado por um grupo &#8216;jihadista&#8217; afiliado da Al-Qaida, segundo fontes de segurança e locais. </p>
<p>O acampamento foi &#8220;temporariamente ocupado pelos atacantes&#8221;, declarou à agência France-Presse (AFP) uma fonte de segurança, indicando um balanço provisório de &#8220;10 militares mortos&#8221;. </p>
<p>Na cidade de San, onde ocorreu o ataque, uma fonte local também confirmou perdas nas forças armadas, sem especificar o número exato. </p>
<p>O ataque foi reivindicado pelo Grupo de Apoio ao Islão e aos Muçulmanos (JNIM), afiliado à Al-Qaida, numa mensagem em que afirma ter conseguido tomar a totalidade &#8220;de uma guarnição do exército do Mali na cidade de San, na região de Ségou.</p>
<p>No passado dia 18 de julho, pelo menos 50 militares foram mortos no norte do Mali quando uma coluna do exército foi atacada pela coligação dos &#8216;jihadistas&#8217; do JNIM e dos independentistas tuaregues do Frente de Libertação do Azawad (FLA). </p>
<p>Tratou-se de um dos ataques mais mortíferos sofridos pelo exército desde o início do conflito no Mali, país afetado desde 2012 por uma profunda crise de segurança, alimentada sobretudo pelas violências de grupos afiliados às organizações &#8216;jihadistas&#8217; Al-Qaida e Estado Islâmico, e por movimentos independentistas tuaregues. </p>
<p>Desde dois golpes de Estado sucessivos em 2020 e 2021 o país é governado por militares que chegaram ao poder prometendo restaurar a segurança e manter a sua integridade territorial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799232]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Fogo que se tinha reativado em Carrazeda de Ansiães está em resolução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 17:11:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio em Parambos, concelho de Carrazeda de Ansiães, que se tinha reativado hoje à tarde, já está em resolução, revelou fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O incêndio em Parambos, concelho de Carrazeda de Ansiães, que se tinha reativado hoje à tarde, já está em resolução, revelou fonte da Proteção Civil.</p>
<p>O incêndio tinha-se reativado às 15:45, com duas frentes ativas, que lavravam com &#8220;muita intensidade&#8221;, consumindo mancha florestal, segundo adiantou à Lusa fonte da Proteção Civil.</p>
<p>No entanto, devido ao reforço de meios, com aeronaves de combate a incêndios, o fogo entrou em fase de resolução às 17:30.</p>
<p>Às 18:00 estavam mobilizados 122 operacionais, apoiados por 34 viaturas e cinco meios aéreos.</p>
<p>O incêndio deflagrou em Parambos ao início da noite de sábado, por volta das 20:00. Chegou a ser dado como concluído às 13:35, mas voltou a estar ativo às 15:45. Duas horas depois, está novamente em resolução.</p>
<p>De acordo com a Proteção Civil, as principais dificuldades no combate prendiam-se com a dificuldade de acessos e vento.</p>
<p>O concelho de Carrazeda de Ansiães teve dois incêndios ativos, no sábado, o de Parambos e outro em Linhares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799231]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Associação questiona elogios de deputado do PS à Rússia, partido nega apoio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 17:05:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Associação dos Ucranianos em Portugal questionou hoje o PS sobre o deputado socialista José Carlos Barbosa que acusa de elogiar a Rússia numa viagem pelo país, mas o Partido Socialista refere que "não corresponde à realidade".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação dos Ucranianos em Portugal questionou hoje o PS sobre o deputado socialista José Carlos Barbosa que acusa de elogiar a Rússia numa viagem pelo país, mas o Partido Socialista refere que &#8220;não corresponde à realidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Pedimos-lhe que avalie as ações de um membro do seu partido, deputado da Assembleia da República de Portugal &#8211; José Carlos Barbosa, que se encontra atualmente na Rússia e que nas redes sociais elogia a Rússia. País que há 12 anos está a travar uma guerra não provocada contra a Ucrânia&#8221;, refere a associação numa carta dirigida ao secretário-geral do PS, José Luís Carneiro.</p>
<p> Na carta, o presidente da associação, Pavlo Sadokha, indica que no dia 05 de agosto oito pessoas morreram durante um ataque russo na estação ferroviária de Kvitneva, no distrito de Brovary, em Kiev.</p>
<p>&#8220;Está a ser muito doloroso para nós, ucranianos em Portugal, ver que, nesse mesmo dia, o deputado da Assembleia da República José Carlos Barbosa publicou nas suas páginas nas redes sociais mensagens de alegria sobre a sua estadia na Rússia, elogiando, na verdade, a atual administração russa e sem uma única palavra a condenar o assassinato de civis ucranianos que esperavam um comboio numa das estações ferroviárias perto de Kiev&#8221;, salienta. </p>
<p>Pavlo Sadokha recorda que o ministro dos Negócios Estrangeiros português condenou os recentes bombardeamentos russos contra Kiev e reiterou a solidariedade de Portugal para com o povo ucraniano, bem como do Presidente António José Seguro.</p>
<p>O presidente da associação destaca o apoio dado à Ucrânia pelo atual presidente do Conselho Europeu e ex-primeiro-ministro de Portugal, António Costa, e que o presidente do grupo parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, vai este ano à Ucrânia para a cerimónia oficial de comemoração do 35.º aniversário da independência.</p>
<p>Contactado pela Lusa, Eurico Brilhante Dias afirmou que esta ação &#8220;não corresponde nada à realidade&#8221;, indicando que o deputado José Carlos Barbosa está a fazer uma viagem privada pela ferrovia entre Paredes, a sua terra natal, e Pequim. </p>
<p>O depurado realçou que José Carlos Barbosa tem votado ao longo dos anos ao lado do PS na condenação da Federação Russa e na defesa da causa ucraniana. </p>
<p>&#8220;Isto é uma atividade privada de promoção do modo ferroviário e que nada tem a ver com esse aspeto e que, bem pelo contrário, já serviu para José Carlos Barbosa afirmar naturalmente a vontade que encontrou nos mais jovens na Rússia para terem um futuro diferente&#8221;, disse.</p>
<p>O líder parlamentar do PS afirmou ainda que a associação de ucranianos &#8220;conhece bem a posição do Partido Socialista e do deputado José Carlos Barbosa&#8221; em relação à causa ucraniana, além da &#8220;forma empenhada&#8221; como o PS tem vindo a defender a Ucrânia.</p>
<p>Nas redes sociais, José Carlos Barbosa também já reagiu a uma publicação do deputado da Iniciativa Liberal Rodrigo Saraiva, que no sábado publicou um vídeo com o título &#8220;Enquanto caem mísseis na Ucrânia há quem passeie pela Rússia. Não é apenas um cidadão apaixonado por viagens. É um deputado da nação. Será falta de noção?&#8221;.</p>
<p>&#8220;Um deputado do PS está a fazer uma viagem de comboio até Pequim. Já passou pela Bielorrússia e agora está na Rússia. Ele filma estações bonitas, o ambiente nas cidades e faz sorrisos para a câmara&#8221;, diz o deputado da IL, referindo que o socialista &#8220;come e dorme lá, contribuindo para a economia dos dois países&#8221;.</p>
<p>Rodrigo Saraiva considera que &#8220;o mais estranho é o silêncio&#8221; por parte do PS, sustentando que esta viagem do deputado socialista &#8220;não é uma aventura ferroviária&#8221;, mas sim &#8220;uma propaganda em segunda mão, uma irresponsabilidade e é ser útil a Vladimir Putin&#8221;.</p>
<p>Em resposta, José Carlos Barbosa refere que não está na Rússia para defender o Governo russo, mas para mostrar aquilo que encontra e fazer o Transiberiano, a viagem ferroviária com que sonhou durante anos.</p>
<p>&#8220;O facto de um cidadão português, seja deputado, jornalista, empresário, professor ou tenha qualquer outra profissão, entrar e viajar num país governado por um regime autoritário não o transforma num apoiante desse regime&#8221;, escreve o deputado do PS.</p>
<p>O socialista sublinha que &#8220;visitar um país não significa apoiar o seu Governo&#8221;, conhecer um povo não significa concordar com quem o governa&#8221; e que mostrar aquilo que se vê &#8220;não significa fazer propaganda&#8221;.</p>
<p>&#8220;Uma coisa é um Estado e quem o governa. Outra coisa, completamente diferente, são as pessoas que nele vivem. E reduzir milhões de pessoas às decisões dos seus governantes é precisamente aquilo que me recuso a fazer. E digo isto também com toda a clareza: sou pela paz, sempre fui pela paz e condeno qualquer agressão à soberania de um país, venha ela de onde vier. E foi isso sempre que fiz nas votações no parlamento sobre estes temas&#8221;, escreve ainda.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799230]]></sapo:autor>
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		<title>Volta:Francês Alexis Guérin assume liderança após vencer isolado no alto da Torre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 17:03:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ciclista francês Alexis Guérin (Anicolor-Campicarn) assumiu hoje a liderança da Volta a Portugal, que pertencia a Rui Oliveira (UAE Emirates), após vencer isolado a quarta etapa da prova, no alto da Torre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ciclista francês Alexis Guérin (Anicolor-Campicarn) assumiu hoje a liderança da Volta a Portugal, que pertencia a Rui Oliveira (UAE Emirates), após vencer isolado a quarta etapa da prova, no alto da Torre.</p>
<p>Guérin cumpriu os 154,6 quilómetros da tirada, que começou em Figueiró dos Vinhos e inclui três contagens de montanha antes da derradeira subida, em 04:09.48 horas, com 01,42 minutos de vantagem sobre o russo e companheiro de equipa Artem Nych, vencedor da Volta de 2024 e de 2025, que foi segundo.</p>
<p>Nas contas da geral, Alexis Guérin lidera com o tempo total de 16:17.25 horas, com 01.26 minutos de vantagem sobre Artem Nych, segundo, e 01.58 sobre José Fernandes (GI Group Holding-Simoldes-UDO), terceiro</p>
<p>Após a escalada à Torre, os 113 corredores em prova realizam o contrarrelógio individual na segunda-feira, na quinta etapa, entre o Velódromo Nacional de Sangalhos, em Anadia, e Águeda (17,4 quilómetros), que promete fazer mais diferenças na classificação geral, antes do dia de descanso, na terça-feira.</p>
</p>
<p>TYME/AO // AO</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799229]]></sapo:autor>
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		<title>Do salário ao supermercado: onde rende mais o ordenado mínimo na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 17:00:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O recurso aos padrões de poder de compra permite aproximar a análise daquilo que os trabalhadores conseguem efetivamente comprar em cada país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal tem um salário mínimo bruto mensal de 1.073 euros em julho de 2026, colocando-se no grupo intermédio dos países europeus analisados pela Eurostat. Quando a comparação deixa de ser feita apenas pelo valor nominal e passa a considerar o poder de compra, o retrato muda: o salário mínimo português corresponde a 1.240 PPS.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados mostram como as diferenças salariais entre países europeus podem parecer muito maiores quando são comparados apenas os valores em euros. O recurso aos padrões de poder de compra permite aproximar a análise daquilo que os trabalhadores conseguem efetivamente comprar em cada país.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Euronews, apenas oito dos 29 países analisados aumentaram o salário mínimo bruto entre janeiro e julho de 2026, numa altura em que a inflação acumulada na zona euro durante o mesmo período atingiu 3,2%.</p>
<p><strong>Portugal entre os países acima dos 1.000 euros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Com um salário mínimo mensal bruto de 1.073 euros, Portugal surge no mesmo valor da Grécia e acima da Croácia, onde o mínimo é de 1.050 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">No grupo entre 1.000 e 2.000 euros encontram-se também Eslovénia, com 1.482 euros, Espanha, com 1.425 euros, Lituânia, com 1.153 euros, Polónia, com 1.119 euros, e Chipre, com 1.088 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A diferença para o topo europeu continua, contudo, a ser significativa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Luxemburgo apresenta o salário mínimo bruto mais elevado entre os países analisados, com 2.771 euros mensais. Seguem-se Irlanda, com 2.391 euros, Alemanha, com 2.343 euros, Países Baixos, com 2.338 euros, e Bélgica, com 2.234 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">França fica imediatamente abaixo deste grupo, com 1.867 euros.</p>
<p><strong>Poder de compra reduz diferenças entre países</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A hierarquia altera-se quando os salários são convertidos em padrões de poder de compra, uma unidade artificial que procura refletir as diferenças no custo de bens e serviços entre países.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em teoria, um PPS permite comprar a mesma quantidade de bens e serviços independentemente do país considerado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Euronews, os salários mínimos variam entre 705 PPS na Albânia e 2.164 PPS na Alemanha.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal surge com 1.240 PPS, acima do valor nominal de 1.073 euros, refletindo o efeito da diferença no nível de preços.</p>
<p class="isSelectedEnd">No topo encontram-se Alemanha, com 2.164 PPS, Luxemburgo, com 2.108, Países Baixos, com 2.023, Bélgica, com 1.922, e Irlanda, com 1.756.</p>
<p class="isSelectedEnd">França, Eslovénia, Espanha e Polónia ultrapassam igualmente os 1.500 PPS.</p>
<p><strong>Ranking muda significativamente com custo de vida</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A comparação entre salários nominais e poder de compra provoca alterações relevantes na posição de vários países.</p>
<p class="isSelectedEnd">Roménia e Macedónia do Norte são os casos que mais sobem: ambas avançam oito lugares quando é considerado o poder de compra. A Roménia passa da 20.ª para a 12.ª posição, enquanto a Macedónia do Norte sobe da 24.ª para a 16.ª.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Sérvia ganha cinco posições e Croácia e Bulgária sobem três lugares.</p>
<p class="isSelectedEnd">No sentido contrário, a Estónia é o país que mais cai, passando da 16.ª para a 26.ª posição. Letónia, Chéquia e Chipre perdem quatro lugares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados mostram ainda que alguns países candidatos à União Europeia superam vários Estados-membros quando o salário é avaliado em função do poder de compra. A Macedónia do Norte, com 1.142 PPS, e a Sérvia, com 1.094 PPS, ultrapassam sete países da União Europeia.</p>
<p><strong>Mais de metade dos países fica abaixo dos 1.000 euros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em termos nominais, 15 dos países analisados apresentam salários mínimos inferiores a 1.000 euros por mês.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sete pertencem ao grupo de países candidatos à União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Ucrânia apresenta o valor mais baixo, com 169 euros, seguida da Moldávia, com 313 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dentro da União Europeia, a Bulgária tem o salário mínimo nominal mais baixo, de 620 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Turquia, com 621 euros, Macedónia do Norte, com 624 euros, Montenegro, com 670 euros, e Sérvia, com 743 euros, são países candidatos que já apresentam valores superiores ao mínimo búlgaro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais perto da fasquia dos 1.000 euros encontram-se Malta, com 994 euros, Estónia, com 946 euros, Chéquia, com 923 euros, Eslováquia, com 915 euros, e Hungria, com 906 euros.</p>
<p><strong>Só oito países aumentaram o salário mínimo desde janeiro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre janeiro e julho de 2026, apenas oito dos 29 países registaram aumentos do salário mínimo nas respetivas moedas nacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A maior subida ocorreu na Macedónia do Norte, com 6,9%, seguida da Roménia e Estónia, ambas com 6,8%. A Bélgica aumentou 5,8%, a Grécia 4,5%, o Luxemburgo 2,5%, França 2,4% e os Países Baixos 1,9%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos restantes países, incluindo Portugal, o valor permaneceu inalterado durante este período.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta estabilidade ganha particular importância num contexto de subida dos preços. A inflação acumulada na zona euro entre janeiro e julho foi estimada em 3,2%, chegando a 8,2% em Malta, 5,4% em Chipre e 4,7% nos Países Baixos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando os salários mínimos não acompanham o aumento dos preços, os trabalhadores podem perder poder de compra mesmo sem existir qualquer redução nominal da remuneração.</p>
<p><strong>Inflação penaliza particularmente trabalhadores na Turquia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Turquia destaca-se pelo impacto da inflação sobre quem recebe o salário mínimo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre dezembro de 2025 e junho de 2026, os preços aumentaram 17,8% no país. Como o salário mínimo passou a ser atualizado apenas uma vez por ano, os trabalhadores abrangidos estão a sofrer uma perda significativa de poder de compra.</p>
<p class="isSelectedEnd">A situação ganha ainda maior peso porque perto de 40% dos trabalhadores turcos recebem o salário mínimo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar disso, a Turquia aumentou significativamente esta remuneração nos últimos anos.</p>
<p><strong>Cinco países da União Europeia continuam sem salário mínimo nacional</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nem todos os Estados-membros da União Europeia dispõem de um salário mínimo estabelecido por lei.</p>
<p class="isSelectedEnd">Itália, Dinamarca, Suécia, Áustria e Finlândia são os cinco países onde não existe atualmente um salário mínimo nacional obrigatório.</p>
<p>Os dados de julho de 2026 mostram, assim, que Portugal permanece longe dos salários mínimos nominais mais elevados da Europa, mas que a diferença diminui quando é considerado o poder de compra efetivo dos trabalhadores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798945]]></sapo:autor>
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		<title>Quer viver como James Bond? Está à venda um apartamento na villa de “Casino Royale”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 16:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Viver num cenário de cinema pode deixar de ser apenas uma fantasia para quem tiver entre 1,2 e 1,4 milhões de euros disponíveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Viver num cenário de cinema pode deixar de ser apenas uma fantasia para quem tiver entre 1,2 e 1,4 milhões de euros disponíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um apartamento na Villa La Gaeta, no Lago de Como, conhecida por ter servido de cenário à cena final de “Casino Royale”, foi colocado à venda pela Italy Sotheby’s International Realty.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foi nesta propriedade que, no filme de 2006, o James Bond interpretado por Daniel Craig pronunciou uma das frases mais conhecidas da saga: “The name’s Bond, James Bond”.</p>
<p><strong>Villa foi construída em 1921</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Villa La Gaeta foi concluída em 1921 e desenhada pelos arquitetos Coppedè num estilo eclético de inspiração neomedieval.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de obras de renovação realizadas em 2023, o espaço interior foi dividido em cinco apartamentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A fração agora colocada no mercado encontra-se no piso térreo e tem dois quartos e duas casas de banho.</p>
<p><strong>121 metros quadrados distribuídos por dois pisos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O apartamento tem 121 metros quadrados distribuídos por dois níveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">No piso térreo encontram-se a cozinha, um quarto de casal, uma casa de banho e a sala de estar, com vista para o terraço.</p>
<p class="isSelectedEnd">No piso inferior, que tem acesso à zona da marina, existe outro quarto de casal, uma casa de banho privativa e uma divisão que pode ser utilizada como closet ou escritório.</p>
<p class="isSelectedEnd">A propriedade inclui ainda duas arrecadações, dois lugares de estacionamento e um local de amarração para barco.</p>
<p><strong>Praia privada e piscina partilhada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Quem comprar o apartamento terá também acesso aos jardins da propriedade, a uma praia privada com acesso ao Lago de Como e a uma piscina comum.</p>
<p>A localização e a ligação ao universo de James Bond colocam o imóvel entre aquelas propriedades em que o apelo imobiliário se cruza diretamente com o turismo cinematográfico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798978]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Fogo em Parambos, Carrazeda de Ansiães, está novamente ativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 15:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio em Parambos, Carrazeda de Ansiães, que tinha entrado em resolução hoje de manhã, voltou a reacender, com duas frentes ativas, revelou, à Lusa, a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O incêndio em Parambos, Carrazeda de Ansiães, que tinha entrado em resolução hoje de manhã, voltou a reacender, com duas frentes ativas, revelou, à Lusa, a Proteção Civil.</p>
<p>Segundo o comandante sub-regional do Douro da Proteção Civil, Miguel Fonseca, devido à mudança do vento, o incêndio reativou, provocando duas frentes ativas, que lavram com &#8220;muita intensidade&#8221;.</p>
<p>Ainda assim, garantiu à Lusa que houve um reforço de meios e o combate está a ser favorável.</p>
<p>Às 16:28 estavam mobilizados 117 operacionais, apoiados por 33 viaturas e quatro meios aéreos.</p>
<p>O incêndio deflagrou em Parambos ao início da noite de sábado, por volta das 20:00, entrou em resolução às 10:45 de hoje e foi dado como concluído às 13:35. No entanto, voltou a reativar às 15:45.</p>
<p>O incêndio consome mancha florestal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799228]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Síria e Rússia acordam manter duas bases militares russas em território sírio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/siria-e-russia-acordam-manter-duas-bases-militares-russas-em-territorio-sirio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 15:38:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades sírias e russas chegaram hoje a um acordo que permitirá garantir a permanência de duas bases militares russas em território sírio, assim como a redefinição de funções, anunciou o Governo da Síria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades sírias e russas chegaram hoje a um acordo que permitirá garantir a permanência de duas bases militares russas em território sírio, assim como a redefinição de funções, anunciou o Governo da Síria. </p>
<p>&#8220;As bases militares serão convertidas em centros conjuntos de treino e reabilitação&#8221;, um processo que deverá estar concluído no máximo em três meses, segundo um anúncio do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Síria, citado pela agência noticiosa do país, SANA. </p>
<p>O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Síria considerou que &#8220;este passo é o mais significativo desde o início das negociações, há aproximadamente um ano e meio, e abre as portas a uma nova etapa nas relações sírio-russas&#8221;, indicando que a base aérea de Hmeimim e a base naval de Tartus servirão para preservar interesses mútuos. </p>
<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros da Síria, Assad al-Shaybani, descreveu o acordo sobre as bases na costa mediterrânica da Síria como &#8220;histórico&#8221;, segundo a Agence France-Presse (AFP). </p>
<p>O presidente da Autoridade Geral Síria para a Aviação Civil e Transporte Aéreo, Omar Hosari, referiu que o entendimento &#8220;representa um passo importante no processo de recuperação e reativação dos aeroportos sírios e a sua reintegração no sistema nacional de aviação civil&#8221;. </p>
<p>Omar Hosari disse ainda que equipas especializadas da Autoridade Geral Síria para a Aviação Civil e Transporte Aéreo iniciaram a avaliação técnica e operacional ao aeroporto de Hmeimim com o objetivo de desenvolver um plano de reabilitação. </p>
<p>A base naval de Tartus é utilizada desde a década de 1970, após um acordo entre a União Soviética e a Síria, enquanto a base aérea de Hmeimim só foi construída e utilizada pelas tropas russas em 2015 para aumentar a sua presença na intervenção militar de apoio ao regime do antigo presidente sírio, Bashar al-Assad.</p>
<p>Em 2017, no contexto de uma importante aproximação entre os dois países, motivada pela influência russa no Médio Oriente, a Síria e a Rússia assinaram um tratado de arrendamento de ambas as bases por 49 anos, que dava plenos poderes operacionais às tropas russas, segundo a agência de notícias espanhola EFE. </p>
<p>De acordo com a mesma fonte, depois da queda do regime de Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, as bases ficaram fora do controlo das novas autoridades sírias pelo que Síria e Rússia começaram a negociar para decidir o futuro das suas relações militares e diplomáticas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799227]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo altera regime de compensações a ataques de lobo ibérico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 15:00:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O regime de compensações aos produtores agropecuários cujos rebanhos sejam atacados pelo lobo ibérico foi revisto para reforçar as indemnizações e os critérios de elegibilidade, uma revisão que o Governo considera mais justa e equilibrada na proteção da espécie.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O regime de compensações aos produtores agropecuários cujos rebanhos sejam atacados pelo lobo ibérico foi revisto para reforçar as indemnizações e os critérios de elegibilidade, uma revisão que o Governo considera mais justa e equilibrada na proteção da espécie.</p>
<p>A atualização do regime, que os ministérios do Ambiente e Energia e da Agricultura e Mar hoje comunicaram, pretende ser um &#8220;reforço do equilíbrio entre a conservação da espécie e a sustentabilidade das explorações em territórios onde o lobo está presente&#8221;, com &#8220;ajustamentos às regras de compensação por danos, com o objetivo de tornar o sistema mais justo, mais claro e mais adequado à realidade das explorações&#8221;.</p>
<p>Segundo o comunicado conjunto dos dois ministérios, entre as principais alterações nas compensações a produtores está a eliminação da redução progressiva do valor das indemnizações, ou seja, o valor a indemnizar deixa de ser reduzido progressivamente em à medida que aumenta o total de ataques acumulados ao longo de cada ano civil.</p>
<p>O anterior regime previa uma redução para 90% do valor a pagar a partir do 3.º ataque, para 70% a partir do 8.º ataque e para 50% a partir do 12.º e até ao 15,º, o limite a compensar.</p>
<p>O desaparecimento de animais na sequência de ataques pelo lobo ibérico passa também a ser elegível para indemnizações, &#8220;com base na avaliação técnica dos elementos de prova e na validação do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)&#8221;.</p>
<p>&#8220;É igualmente eliminada a exclusão automática de indemnização em casos de animais com idade inferior a um mês, o que ajusta o regime às condições reais de exploração em regime de pastoreio livre&#8221;, acrescenta o comunicado.</p>
<p>O Governo defende que, com as alterações promovidas, &#8220;reforça a confiança dos produtores e melhora a eficácia do regime de conservação, promovendo uma convivência mais equilibrada entre atividade económica, gestão do território e proteção da biodiversidade&#8221;.</p>
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		<title>Apareceu o símbolo EE no seu telemóvel? Saiba o que significa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O aparecimento do símbolo E ou EE junto ao indicador de rede do telemóvel pode causar dúvidas, sobretudo numa altura em que 4G e 5G são as ligações mais comuns.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O aparecimento do símbolo E ou EE junto ao indicador de rede do telemóvel pode causar dúvidas, sobretudo numa altura em que 4G e 5G são as ligações mais comuns. Na prática, estes símbolos estão associados a tecnologias móveis mais antigas, mas que continuam a funcionar como alternativa quando as redes mais rápidas não estão disponíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">A letra E corresponde a EDGE, uma tecnologia de dados móveis desenvolvida como evolução das redes 2G e como ponte para o 3G. Já EE significa Edge Enhanced, uma versão melhorada que, segundo o artigo, pode duplicar ou triplicar a velocidade do EDGE tradicional.</p>
<p class="isSelectedEnd">A forma como esta informação aparece no ecrã depende do fabricante e da versão de firmware do equipamento, que podem distinguir entre a versão básica E e a versão melhorada EE.</p>
<p><strong>EE funciona como rede de recurso</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das limitações de velocidade, estas redes continuam a ter utilidade em locais onde o sinal 4G ou 5G é fraco ou inexistente.</p>
<p class="isSelectedEnd">É o caso de zonas rurais, túneis, garagens ou outros pontos onde as redes mais recentes não conseguem assegurar uma ligação estável.</p>
<p class="isSelectedEnd">A velocidade disponível através de E ou EE é insuficiente para uma utilização normal da Internet ou para ver vídeos com fluidez, mas pode permitir manter algumas funções básicas do telemóvel.</p>
<p><strong>Mensagens e chamadas podem continuar disponíveis</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as funções que podem continuar a funcionar através deste tipo de rede estão o envio e receção de mensagens, WhatsApp, correio eletrónico e outras notificações de texto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ligação pode também garantir a infraestrutura necessária para continuar a efetuar chamadas telefónicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por recorrer a frequências mais baixas e a uma modulação mais simples, este tipo de rede pode ainda consumir menos energia do que tentar manter permanentemente uma ligação 4G ou 5G muito fraca.</p>
<p><strong>Fim do 3G pode tornar estas redes mais visíveis</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A presença do símbolo E ou EE poderá tornar-se mais frequente em determinados locais à medida que vários países avançam com o encerramento definitivo das redes 3G.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nessas situações, quando o telemóvel perde a cobertura 4G ou 5G, pode passar diretamente para uma rede 2G ou para uma ligação E ou EE.</p>
<p>Apesar de serem tecnologias antigas e demasiado lentas para grande parte das utilizações atuais, continuam assim a desempenhar uma função de recurso, permitindo manter comunicações básicas quando as redes mais modernas deixam de estar disponíveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798926]]></sapo:autor>
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		<title>De Zara a Chanel: 12 curiosidades surpreendentes sobre algumas das marcas mais famosas do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 14:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Por trás de algumas das marcas de moda mais conhecidas existem histórias de começos modestos, símbolos inesperados, campanhas que lançaram carreiras e decisões que acabaram por definir identidades reconhecidas em todo o mundo. De Zara a Chanel, passando por Nike, Gucci, Prada ou Hermès, estas casas construíram a sua reputação através de percursos muito diferentes. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Por trás de algumas das marcas de moda mais conhecidas existem histórias de começos modestos, símbolos inesperados, campanhas que lançaram carreiras e decisões que acabaram por definir identidades reconhecidas em todo o mundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">De Zara a Chanel, passando por Nike, Gucci, Prada ou Hermès, estas casas construíram a sua reputação através de percursos muito diferentes. Segundo o TresB, algumas começaram com poucos recursos, enquanto outras ganharam notoriedade graças a uma peça, a um logótipo ou a uma ligação inesperada à realeza e ao cinema.</p>
<p><strong>Zara começou numa loja da Corunha</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A história comercial da Zara começou em 1975, quando Amancio Ortega abriu a primeira loja da marca na Corunha.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse projeto viria a transformar-se numa das maiores referências mundiais da moda e naquela que é apresentada como a marca de moda mais valiosa do momento.</p>
<p><strong>Dolce &amp; Gabbana arrancou com apenas 1500 euros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Domenico Dolce e Stefano Gabbana iniciaram o projeto em 1984 com apenas 1500 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Stefano Gabbana contou que, por falta de dinheiro, os dois criadores produziam casacos de lã em vez de caxemira e recorriam a malha jersey porque não conseguiam comprar tecidos mais caros.</p>
<p><strong>O símbolo da Nike custou 35 dólares</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos logótipos mais reconhecidos do mundo foi criado por Carolyn Davidson, então estudante da Universidade Estadual de Portland, nos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A autora recebeu 35 dólares pelo desenho do símbolo da Nike, que, numa primeira fase, não terá convencido totalmente Phil Knight, cofundador da marca.</p>
<p>Louis Vuitton chegou a Paris a pé</p>
<p class="isSelectedEnd">Louis Vuitton tinha apenas 16 anos quando chegou a Paris, em 1837, depois de fazer o percurso a pé.</p>
<p class="isSelectedEnd">Começou como aprendiz de um fabricante de malas e, quase 20 anos depois, abriu o próprio atelier. O negócio ganhou projeção com a produção de baús e acabaria por evoluir para uma das casas de luxo mais valiosas do mundo.</p>
<p><strong>Gucci criou um padrão que antecedeu o monograma GG</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No final da década de 1930, a Gucci desenvolveu o tecido Diamante, caracterizado por um padrão de losangos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o TresB, esse elemento tornou-se um dos primeiros símbolos distintivos da marca italiana e serviu de precursor à tela com o monograma GG, ainda hoje utilizada em alguns modelos de malas.</p>
<p><strong>O nome Adidas nasceu do fundador</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Adidas foi fundada por Adi Dassler a 18 de agosto de 1949.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo do empresário era desenvolver produtos capazes de melhorar o desempenho dos atletas. O próprio nome da marca resulta da combinação associada ao nome do fundador.</p>
<p><strong>Prada tornou-se fornecedora da família real italiana</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em 1919, a Prada recebeu o estatuto de fornecedora oficial da família real italiana.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa distinção permitiu que a marca incorporasse no seu logótipo elementos do brasão da Casa de Saboia, incluindo o desenho da corda com nó.</p>
<p><strong>Calvin Klein ajudou a lançar várias carreiras</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As campanhas da Calvin Klein tornaram-se parte importante da imagem da marca e contribuíram para dar projeção a figuras como Kate Moss e Mark Wahlberg.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais recentemente, Kendall Jenner, Justin Bieber e Jeremy Allen White também participaram em campanhas de roupa interior da marca.</p>
<p><strong>Dior apresentou o New Look em 1947</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro desfile de Christian Dior realizou-se a 12 de fevereiro de 1947, nos salões do número 30 da Avenue Montaigne, em Paris.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dessa coleção nasceu o conceito que ficou conhecido como New Look. O conjunto Bar, com uma saia plissada de lã preta, criou uma silhueta marcante que se tornou um dos símbolos do estilo Dior.</p>
<p><strong>A mala Kelly deve o nome a Grace Kelly</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A mala Kelly, da Hermès, foi desenhada por Robert Dumas na década de 1930.</p>
<p class="isSelectedEnd">A peça ganhou uma nova dimensão em 1956, depois de uma fotografia de Grace Kelly com o modelo ter circulado internacionalmente. A maison decidiu então batizar a mala com o nome da princesa.</p>
<p><strong>A Medusa tornou-se o símbolo da Versace</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O logótipo da Versace distingue-se pela figura da Medusa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Donatella Versace explicou que o símbolo passou a representar autoridade, força e emancipação feminina, tornando-se inseparável da imagem da mulher Versace.</p>
<p><strong>Chanel começou com uma chapelaria</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Coco Chanel abriu, em 1910, uma chapelaria chamada Chanel Modes.</p>
<p class="isSelectedEnd">As atrizes francesas da época começaram a usar os seus chapéus e contribuíram para consolidar a reputação da criadora. Cinco anos depois, Chanel abriu em Biarritz a primeira maison da marca nos moldes que viriam a torná-la conhecida.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir daí, construiu uma casa que transformou a moda feminina e afirmou uma nova ideia de elegância e autonomia.</p>
<p><strong>Do detalhe à identidade global</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Estas histórias mostram que muitas das marcas mais famosas do mundo nasceram de circunstâncias simples: um pequeno investimento, um símbolo barato, uma fotografia inesperada ou uma peça capaz de definir uma época.</p>
<p>O que começou como uma loja, um atelier ou uma ideia limitada por falta de recursos acabou, em vários casos, por se transformar numa identidade global reconhecida por milhões de consumidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797732]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Pezeshkian analisa com aiatola Khamenei situação económica e guerra com EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 13:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, reuniu-se com o líder supremo do país, Mojtaba Khamenei, para analisar a situação económica e a guerra com os Estados Unidos, informaram hoje os meios de comunicação social do Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, reuniu-se com o líder supremo do país, Mojtaba Khamenei, para analisar a situação económica e a guerra com os Estados Unidos, informaram hoje os meios de comunicação social do Irão.</p>
<p>O anúncio da reunião surge no meio de especulações sobre o estado de saúde da mais alta autoridade política e religiosa do Irão, que não aparece em público desde que foi nomeado, em março.</p>
<p>A televisão estatal iraniana informou que Pezeshkian se reuniu com Khamenei por ocasião do início do seu terceiro ano à frente do Governo, tendo os dois analisado os problemas do país, incluindo questões como a deterioração da economia, com uma inflação de 88%, e a guerra com os Estados Unidos e Israel.</p>
<p>Khamenei e Pezeshkian trocaram também opiniões sobre as formas de garantir recursos e gerir as despesas &#8220;em riais, divisas e energia&#8221;, bem como sobre a cooperação económica com parceiros estrangeiros.</p>
<p>A informação oficial não precisou quando nem onde ocorreu a reunião e não divulgou imagens do encontro.</p>
<p>Mojtaba Khamenei foi nomeado líder supremo em março, após a morte do pai, Ali Khamenei, em ataques de Israel e dos Estados Unidos no primeiro dia da guerra, a 28 de fevereiro, nos quais morreram também a mulher e outros familiares.</p>
<p>Desde então, não apareceu em público, nem sequer no funeral do pai e antecessor, no início de julho, tendo apenas divulgado comunicados que são lidos por apresentadores na televisão estatal ou partilhados nas redes sociais, o que alimentou rumores e especulações sobre o seu paradeiro e estado de saúde.</p>
<p>Nos últimos dias, vários meios de comunicação israelitas, entre os quais o Canal 14 e o The Jerusalem Post, noticiaram, citando fontes iranianas, que Khamenei se encontra num &#8220;estado muito grave&#8221; desde o bombardeamento israelita que matou o pai.</p>
<p>Os meios de comunicação estatais iranianos divulgaram no sábado um vídeo, sem data, de Khamenei, no qual aparece a dar uma aula religiosa a um grupo de pessoas e que parece ter sido gravado antes da guerra, sem que seja possível obter uma confirmação independente.</p>
<p>A publicação não forneceu pormenores sobre a data em que as imagens foram captadas nem explicou por que razão foram agora divulgadas.</p>
<p>Uma das poucas informações confirmadas foi avançada pelo embaixador iraniano em Chipre, Alireza Salarian, ao diário britânico The Guardian.</p>
<p>&#8220;Sei que ficou ferido no ataque e que se encontra no hospital&#8221;, afirmou Salarian numa entrevista publicada a 11 de março, duas semanas depois do bombardeamento que matou Ali Khamenei e metade da família no seu complexo em Teerão.</p>
<p>Praticamente ao mesmo tempo que foi divulgada a reunião, a agência noticiosa iraniana Mizan, ligada ao poder judicial do país, publicou uma declaração de um dos comandantes dos Basij, a força paramilitar iraniana ao serviço do aiatola, que garantiu que nas próximas horas divulgará imagens do líder supremo &#8220;entre o povo, a passear na rua e reunido com os comandantes das Forças Armadas&#8221;, sem avançar mais pormenores.</p>
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