Da EDP ao hospital dos Lusíadas: Quem fez as maiores contribuições para a vacina contra a covid?

Da EDP, à EPAL, passando pela Apifarma ou pela Associação Nacional de Farmácias, são muitas as entidades que para além do Estado português, decidiram contribuir financeiramente para o desenvolvimento de uma vacina.

Simone Silva

Uma vacina contra a Covid-19 é actualmente a única esperança para travar definitivamente a doença que já infectou 3.523.121 pessoas um pouco por todo o mundo, causando ainda cerca de 247.752 vítimas mortais. São já várias as instituições que têm trabalhado para desenvolver a componente, algumas com resultados promissores como é o caso da Universidade de Oxford, entre outras.

Em Portugal são já muitas as contribuições financeiras para o desenvolvimento de uma vacina. O Estado português é sem dúvida a maior fonte, doando 1,55 milhões de euros, de acordo com as declarações do primeiro-ministro António Costa esta segunda-feira na Fundação Calouste Gulbenkian.

«Portugal tem particulares responsabilidades nesta luta a nível global, já que os portugueses, além de europeus, são também ibero-americanos e lusófonos», partilhando assim a articulação em várias entidades à escala global. E por isso, Portugal deve «ser ponte entre os vários continentes», afirmou o responsável.

Desta forma foram muitas as empresas privadas que decidiram contribuir para o desenvolvimento da vacina, às quais Costa fez questão de agradecer esta segunda-feira individualmente: «Muito obrigado pela contribuição financeira».

No total as empresas contribuíram com 8,45 milhões. Saiba agora quanto deu cada uma delas:

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  • EDP: 750 mil euros
  • EPAL: 750 mil euros
  • Apifarma: 500 mil euros
  • Associação Nacional de Farmácias: 500 mil euros
  • Banco Santander Totta: 500 mil euros
  • BPI: 500 mil euros
  • CGD: 500 mil euros
  • Fundação Calouste Gulbenkian: 500 mil euros
  • Jerónimo Martins: 500 mil euros
  • Millennium BCP: 500 mil euros
  • Novo Banco: 500 mil euros
  • Sociedade Francisco Manuel dos Santos: 500 mil euros
  • Sonae: 500 mil euros
  • Galp: 300 mil euros
  • Fundação Aga Khan Portugal: 250 mil euros
  • Fundação Champalimaud: 250 mil euros
  • Fundação Manuel António da Mota: 250 mil euros
  • Mello Saúde: 150 mil euros
  • Luz Saúde e Multicare: 150 mil euros
  • United Health, Hospital Lusíadas: 100 mil euros

Com a ajuda destas e de muitas outras entidades, Costa considera que «Juntos, podemos vencer este desafio. Podemos ter boas razões para confiar no esforço que os portugueses têm feito para combater esta pandemia. Devemos estar gratos ao esforço que os nossos profissionais de saúde têm feito para combater esta pandemia. Mas temos de ter a consciência: não basta fazer o nosso esforço em casa, temos de nos juntar ao esforço de todos para vencer esta pandemia a nível global», afirmou o primeiro-ministro no final do discurso.

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