Da EDP à Galp: Grandes empresas atentas à evolução da pandemia e ao esperado regresso do teletrabalho no inverno

A evolução da situação epidemiológica em Portugal suscita novas preocupações e já levou o Governo a recomendar o teletrabalho a partir de 1 de dezembro, um cenário que se torna obrigatório nos primeiros dez dias de 2022.

Revista de Imprensa
Novembro 29, 2021
13:55

A evolução da situação epidemiológica em Portugal suscita novas preocupações e já levou o Governo a recomendar o teletrabalho a partir de 1 de dezembro, um cenário que se torna obrigatório nos primeiros dez dias de 2022.

De acordo com a ‘CNN Portugal’, várias empresas têm a questão presente em permanência e estão cientes da eventualidade do regresso do trabalho a distância.

“Estamos preparados para qualquer eventualidade. A Caixa Geral de Depósitos foi o primeiro banco em Portugal a colocar o seu ‘call center’ a trabalhar a partir de casa com sucesso”, sublinhou fonte da CGD.

A EDP, a Galp, a Infraestruturas de Portugal e a Jerónimo Martins também reagiram publicamente a esse cenário, garantindo estar preparadas no caso de o Executivo de António Costa decidir avançar com o teletrabalho em permanência durante o inverno.

“O grupo está preparado para trabalhar em qualquer cenário que venha a ser determinado, estando munido de ferramentas, nomeadamente digitais, para o trabalho à distância de colaboradores cujas funções o permitam”, assegurou, por sua vez, a Jerónimo Martins, de acordo com a mesma fonte.

Recorde-se que o gradual regresso aos escritórios começou em setembro, aquando da nova fase do plano de desconfinamento possibilitada com 70% da população vacinada.

A Infraestruturas de Portugal recordou que foi em outubro que iniciou o “processo mais amplo de retoma do trabalho presencial e do normal funcionamento da organização, acompanhando a implementação da última fase de abertura determinada pelo Governo” sendo que, na empresa, mais de dois mil dos 3700 trabalhadores têm de trabalhar presencialmente devido às funções que asseguram diariamente.

Num formato adaptado, a Galp é uma das empresas que adotou um modelos híbridos e flexível, com dois a três dias de teletrabalho. “Com o propósito de fomentar as reuniões frequentes entre equipas e privilegiar o trabalho colaborativo”, explica a energética.

No caso da Microsoft, apesar de os funcionários terem recebido a recomendação para trabalhar em casa, a empresa mantém os escritórios abertos.

No caso da EDP, hoje em dia os escritórios acolhem metade dos trabalhadores: “A EDP tem estado atenta à evolução da pandemia e atualmente tem em vigor o regime de trabalho híbrido com um máximo de 50% de ocupação dos seus escritórios”.

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