Da “cultura da agitação” às horas intermináveis: Estes são os executivos mais workaholics do mundo

A realidade empresarial atual pode ser frenética, com um ritmo cada vez mais acelerado que pode fazer com que muitos executivos se tornem workaholics. Os americanos popularizaram a “cultura da agitação”, mas são outros executivos que lideram o ranking.

De acordo com um estudo da seguradora de saúde Bupa Global, os executivos franceses são os mais workaholics, com quase quatro em cada dez líderes empresariais franceses a admitirem trabalhar intensas e longas horas sem intervalos regulares, bem acima da média global de 25% e melhores taxas nos EUA, Reino Unido e China.

39% dos executivos franceses admite trabalhar horas a mais, seguido dos Emirados Árabes Unidos (35%), Egito (30%), Hong Kong (29%), China (24%), Reino Unido (24%), EUA (23%) e Singapura (20%).

As conclusões do estudo revelam que a forma compulsiva de trabalhar dos franceses se deve a preocupações com uma desaceleração económica e relutância em trabalhar remotamente. Os executivos franceses mostram também uma maior ansiedade em relação ao seu desempenho individual no trabalho em comparação com os países pesquisados.

“Essa combinação de pressões económicas externas e a tendência de assumir responsabilidades pode contribuir para que os executivos franceses trabalhem mais”, disse Anthony Cabrelli, Diretor-Geral da Bupa Global.

Em contraponto, França foi o primeiro país da Europa a aplicar a lei do “direito de desligar”, tendo levado outros países durante a pandemia, devido a trabalho remoto, a seguirem o mesmo exemplo.

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