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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Botija de gás baixa em Espanha e fica a menos de metade do preço médio em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[botija de gás]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Preço médio em Portugal é mais do dobro: em termos aproximados, a botija espanhola custa 1,23 euros por quilo, enquanto a portuguesa ronda os 2,88 euros por quilo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço da botija tradicional de butano em Espanha vai voltar a descer a partir desta terça-feira, fixando-se em 15,39 euros para a garrafa de 12,5 quilos. A notícia, avançada pelo &#8217;20 Minutos&#8217; com base numa resolução publicada no Boletim Oficial do Estado espanhol, contrasta fortemente com a realidade portuguesa: em Portugal, o preço médio da garrafa de gás butano de 13 quilos chegou a 37,47 euros a 13 de maio, segundo dados da ERSE compilados pela DECO PROteste.</p>
<p>A diferença é expressiva. Mesmo tendo em conta que a garrafa espanhola considerada tem 12,5 quilos e a referência portuguesa mais usada é a de 13 quilos, o preço médio em Portugal é mais do dobro. Em termos aproximados, a botija espanhola custa 1,23 euros por quilo, enquanto a portuguesa ronda os 2,88 euros por quilo.</p>
<p>A nova redução em Espanha é de 5,87% face à revisão anterior e resulta sobretudo da descida do IVA para 10% e da eliminação temporária do Imposto sobre Hidrocarbonetos, medidas aprovadas no âmbito do Plano de Resposta à Crise no Médio Oriente. Estas alterações fiscais compensaram a forte subida das matérias-primas, de 74,5%, o aumento dos fretes marítimos, de 39,8%, e a depreciação do euro face ao dólar.</p>
<p>A diferença entre os dois países explica-se também pelo modelo de formação de preços. Em Espanha, o preço máximo de venda ao público do GLP engarrafado em recipientes entre 8 e 20 quilos não está liberalizado e é revisto de dois em dois meses, na terceira terça-feira do mês. A fórmula tem em conta o custo das matérias-primas, o transporte e a evolução cambial euro-dólar, e as variações estão limitadas a 5% por revisão.</p>
<p>Em Portugal, pelo contrário, os preços do GPL engarrafado são livres e podem variar consoante o comercializador, como explica a ERSE. O regulador disponibiliza um comparador de preços para ajudar os consumidores a escolher a garrafa mais adequada e alerta que as empresas podem ainda cobrar um valor adicional pela entrega ao domicílio.</p>
<p>A DECO PROteste tem vindo a alertar para o peso do IVA no preço final do gás de botija em Portugal. Segundo os dados divulgados pela organização, a garrafa de butano de 13 quilos custava em média 34,11 euros em janeiro, 34,12 euros em fevereiro, 34,32 euros em março, 36,66 euros em abril e 37,47 euros a 13 de maio. Com IVA a 6%, o preço médio estimado para essa mesma garrafa seria de 32,29 euros em maio.</p>
<p>Em Espanha, o gás liquefeito de petróleo engarrafado continua a ser uma alternativa ao gás natural, sobretudo em zonas sem ligação à rede. Em 2025, foram consumidos 57 milhões de botijas de GLP de diferentes dimensões, embora o consumo esteja em queda: desde 2021, a utilização total deste combustível recuou mais de 12%.</p>
<p>A descida espanhola surge, assim, como um alívio direto para os consumidores, mas também expõe o contraste com Portugal, onde o gás de botija continua a pesar de forma significativa nos orçamentos familiares, em particular nos agregados que dependem deste combustível para cozinhar ou aquecer água.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764163]]></sapo:autor>
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		<title>Israel interceta flotilha rumo a Gaza. Perdido contacto com mais de 20 embarcações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:20:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[flotilha]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[a Flotilha internacional de ajuda humanitária com destino à Faixa de Gaza denunciou esta segunda-feira ter sido intercetada por forças israelitas no Mediterrâneo oriental, avançando que dez embarcações foram abordadas e que se perdeu contacto com outras 23.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>a Flotilha internacional de ajuda humanitária com destino à Faixa de Gaza denunciou esta segunda-feira ter sido intercetada por forças israelitas no Mediterrâneo oriental, avançando que dez embarcações foram abordadas e que se perdeu contacto com outras 23. A operação envolveu a chamada Global Sumud Flotilla, organização que tenta há vários meses furar o bloqueio naval imposto por Israel ao território palestiniano.</p>
<p>Segundo os organizadores, a flotilha era composta por 54 embarcações e transportava 426 participantes oriundos de 39 países. O grupo afirmou que os navios partiram do sul da Turquia na passada quinta-feira, naquela que representava a terceira tentativa de entregar ajuda humanitária a Gaza, depois de missões anteriores também terem sido travadas pelas autoridades israelitas em águas internacionais.</p>
<p>Em transmissões vídeo divulgadas pela organização nas redes sociais era possível observar embarcações militares a aproximarem-se da flotilha. Numa primeira reação publicada na plataforma X, os organizadores afirmaram que “embarcações militares estão atualmente a intercetar a nossa frota” e que forças israelitas estavam “a abordar o primeiro dos nossos barcos em plena luz do dia”. A organização exigiu ainda “passagem segura para esta missão humanitária legal e não violenta”.</p>
<p>Mais tarde, a Global Sumud Flotilla anunciou que dez barcos tinham sido efetivamente intercetados e que o contacto com 23 embarcações tinha sido perdido a cerca de 250 milhas náuticas — aproximadamente 463 quilómetros — da costa de Gaza. Entre os ocupantes dos barcos intercetados estariam cerca de duas dezenas de cidadãos turcos.</p>
<p>Do lado israelita, o Ministério dos Negócios Estrangeiros reiterou que o país “não permitirá qualquer violação do bloqueio naval legal sobre Gaza”. A diplomacia israelita apelou ainda a todos os participantes da flotilha para alterarem a rota e regressarem aos seus pontos de origem, classificando a operação como uma “provocação”.</p>
<p>A tensão em torno destas missões marítimas tem aumentado nos últimos meses. Em abril, uma flotilha que tinha partido de Espanha foi igualmente intercetada pelas forças israelitas, levando mais de uma centena de ativistas pró-palestinianos para Creta, enquanto duas outras pessoas foram detidas em Israel. Já em outubro do ano passado, outra missão organizada pelo mesmo movimento terminou com a detenção da ativista sueca Greta Thunberg e de mais de 450 participantes.</p>
<p>A situação humanitária em Gaza continua a ser motivo de forte contestação internacional. Organizações de ajuda, autoridades palestinianas, a Turquia e vários outros países consideram que os abastecimentos que chegam ao enclave continuam insuficientes, apesar do cessar-fogo alcançado em outubro incluir garantias de aumento da ajuda humanitária.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764178]]></sapo:autor>
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		<title>Biochar como solução para a remoção do dióxido de carbono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:19:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Luís Gil, Membro Conselheiro e Especialista em Energia da Ordem dos Engenheiros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Luís Gil, Membro Conselheiro e Especialista em Energia da Ordem dos Engenheiros</strong></em></p>
<p>Comecemos por dizer o que é o biochar. Biochar é o carvão vegetal produzido pela combustão parcial (carbonização ou queima lenta) de materiais orgânicos como material vegetal de árvores e outras plantas e resíduos. O carbono sequestrado na biomassa via fotossíntese regressaria à atmosfera como sob a forma de dióxido de carbono através da decomposição da matéria-prima se não fosse transformado em biochar, que representa assim uma forma de armazenamento de carbono que pode durar centenas ou mesmo milhares de anos nas suas aplicações.</p>
<p>O exemplo mais antigo e conhecido — a “terra preta de índio” na Bacia Amazónica — demonstra como adições intencionais de material orgânico carbonizado transformaram solos tropicais altamente desgastados em alguns dos solos mais férteis e ricos em carbono do planeta. Estes solos antropogénicos, criados há séculos, retiveram elevados teores de carbono, disponibilidade de nutrientes e atividade biológica, muito tempo após a sua formação, oferecendo evidências da durabilidade e dos benefícios multifuncionais do biochar.</p>
<p>Nas últimas duas décadas, o biochar passou de um tema de investigação de nicho para uma solução reconhecida a nível global, expandindo a relevância do biochar muito para além do seu contexto agrícola histórico. O que antes era visto principalmente como um corretivo do solo é agora cada vez mais entendido como um material capaz de apoiar a agricultura, permitir a remoção de carbono, promover a remediação ambiental e substituir o carbono de origem fóssil em sistemas industriais ou na produção de materiais necessários para a transição energética.</p>
<p>Muitas formas de resíduos orgânicos — desde os resíduos florestais e subprodutos agrícolas até lamas de esgoto, estrume e resíduos sólidos urbanos — podem servir de matéria-prima para biochar, desde que contenham carbono orgânico suficiente. Para a verdadeira remoção de dióxido de carbono o carbono deve ser biogénico, ou seja, com origem na fotossíntese, garantindo que a pirólise da matéria-prima converta o carbono de ciclo curto em carbono estável de ciclo longo. Assim, o biochar proporciona a remoção de carbono apenas quando o destino alternativo da biomassa levaria a maiores emissões, como a decomposição (potencialmente também formadora de metano, um potente gás de efeito de estufa) ou a queima a céu aberto.</p>
<p>Além disso, o biochar pode ser produzido a partir de plantas invasoras, &#8220;ervas daninhas&#8221; e materiais similares, sendo possível utilizá-lo como ferramenta de gestão para melhorar o ecossistema local através da colheita estratégica de espécies indesejáveis ou que cresceram em excesso, podendo constituir uma ferramenta muito importante nesse domínio e gerando até receitas.</p>
<p>O biochar é produzido pela conversão termoquímica da biomassa, sendo a pirólise o método mais relevante para a sua produção. A composição da matéria-prima desempenha um papel central na determinação da qualidade do biochar. Além disso, o que é considerado um biochar de alta qualidade também depende fortemente da aplicação pretendida, dado que nenhum conjunto único de propriedades é ideal para todas as utilizações.</p>
<p>O biochar tem múltiplas aplicações, que vão, como referido, desde a melhoria da qualidade do solo agrícola até utilização como sorvente de contaminantes, enchimento em betão e asfalto, substituto do coque em processos metalúrgicos e muitas outras. Pode inclusive ser produzida grafite sintética a partir do biochar, uma matéria-prima crítica tão necessária para a transição energética. O biochar pode ainda funcionar como um material adsorvente para a captura de carbono, sendo alternativa mais ecológica e económica face aos métodos convencionais de captura de carbono, frequentemente considerados caros e energeticamente exigentes. O biochar está, assim, a emergir como um produto essencial para diversas aplicações e é comercializado globalmente em quantidades crescentes.</p>
<p>Verifica-se deste modo que relativamente ao biochar existem dois mundos muito diferentes. De um lado, o mundo do biochar tradicional para aplicações para a saúde do solo, em que os créditos de carbono são interessantes. Do outro lado, o novo mundo do biochar, para aplicações em asfalto, alcatrão, betão, agregados, absorventes industriais, bem como utilizações energéticas e térmicas. Sendo que um único tipo de biochar não serve para todas as soluções. O biochar que tem um excelente desempenho numa aplicação pode não funcionar automaticamente noutra.</p>
<p>Embora o mercado português seja ainda limitado e amplamente desconhecido, o país demonstra potencial para ser um <em>player </em>importante no mercado europeu, principalmente devido à sua abundância de matérias-primas, <em>know-how</em> tecnológico e diversidade de potenciais utilizações para o biochar.</p>
<p>Uma das chaves para a redução do custo da matéria-prima do biochar será a parceria com as entidades locais, como explorações agrícolas, arboristas ou serrações para a utilização gratuita ou a baixo custo de biomassa residual, como resíduos de colheita ou aparas de madeira, eliminando uma grande despesa operacional. Isto pode garantir um fornecimento constante e barato de matéria-prima, o que é crucial para melhorar as margens de lucro num negócio de biochar. Esta aquisição direta minimiza os custos de transporte e melhora a otimização global da cadeia de valor do biochar.</p>
<p>Saliente-se que numa recente visão do mercado global do biochar, assinalava-se que este mercado estava a registar um crescimento significativo, com alguns especialistas a referirem-se a ele como “ouro negro” (o novo petróleo?). Avaliado em 600 milhões de dólares em 2023, segundo essa perspetiva o mercado global de biochar deveria crescer para quase 3,5 mil milhões de dólares até 2025. Acresce ainda o valor dos créditos de carbono associados.</p>
<p>Será assim necessário definir políticas públicas associadas à criação de uma fileira, nomeadamente para a produção de biochar em Portugal, organizada por eixos de intervenção, de forma pragmática e alinhada com os objetivos nacionais. Uma estratégia nacional para o biochar deve prosseguir alguns objetivos principais, como a redução dos incêndios e dos custos associados, o aumento do sequestro do carbono e a melhoria dos solos agrícolas e florestais, o contributo para as metas climáticas e a promoção do desenvolvimento territorial e da economia circular.</p>
<p>Um projeto de biochar só pode avançar, por exemplo, se os projetos de infraestruturas, de agricultura (se for essa a aplicação desejada) e da área ambiental (sequestro de carbono) estiverem alinhados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Por Luís Gil, Membro Conselheiro e Especialista em Energia da Ordem dos Engenheiros]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Um minuto com… Ana Isabel Trigo Morais, CEO e Administradora-Delegada da Sociedade Ponto Verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:10:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[30ª Conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Trigo Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Ponto Verde]]></category>
		<category><![CDATA[XXX Conferência Executive Digest]]></category>
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					<description><![CDATA[Ana Isabel Trigo Morais considera que um dos principais problemas de Portugal é a falta de coragem política para tomar decisões, pois estamos em tempo de executar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Isabel Trigo Morais considera que um dos principais problemas de Portugal é a falta de coragem política para tomar decisões, pois estamos em tempo de executar.</p>
<p>A CEO e Administradora-Delegada da Sociedade Ponto Verde foi uma das oradoras convidadas da XXX Conferência Executive Digest, tendo integrado o painel ”Incentivos ou desincentivos – Como acertar o passo”.</p>
<p>Veja aqui o testemunho:</p>
<p><iframe title="02 Ana Isabel Trigo Morais ENT" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pwOGr4CBGyk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A XXX Conferência Executive Digest decorreu no dia 15 de Abril, na Culturgest, sob o tema “Os caminhos para um Portugal Extraordinário”, e conta com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, Delta Q, Fidelidade, MC Sonae, Nova SBE, Randstad, Recordati, Steelcase, Tabaqueira/Philip Morris, Unilever, CTT, Lusíadas Saúde, Vodafone, Galp, e ainda com a parceria da Neurónio Criativo, Sapo, SENO. A Sociedade Ponto Verde foi o Parceiro de Sustentabilidade do evento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764164]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ford quer voltar a crescer na Europa com sete novos modelos e um sucessor espiritual do Fiesta</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ford-quer-voltar-a-crescer-na-europa-com-sete-novos-modelos-e-um-sucessor-espiritual-do-fiesta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:04:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Fiesta]]></category>
		<category><![CDATA[Ford]]></category>
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		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Marca americana quer voltar a ganhar terreno na Europa depois de anos marcados por cortes de emprego, redução de produção e perda de força no mercado automóvel do continente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ford quer voltar a ganhar terreno na Europa depois de anos marcados por cortes de emprego, redução de produção e perda de força no mercado automóvel do continente. A estratégia, detalhada pelo &#8216;El País&#8217; e apresentada pela marca a concessionários e parceiros europeus em Salzburgo, passa pelo lançamento de sete novos modelos até 2029, uma nova plataforma global de comunicação e uma aposta reforçada nos veículos comerciais, no software e em soluções de mobilidade menos dependentes do elétrico puro.</p>
<p><strong>Ford quer voltar a crescer na Europa</strong></p>
<p>A ofensiva europeia da Ford terá duas frentes. Por um lado, a renovação da gama de passageiros com cinco novos modelos, todos pensados para o mercado europeu. Por outro, o reforço da Ford Pro, a divisão de comerciais e pick-up, que a marca considera o principal negócio na Europa e onde quer transformar veículos, dados e serviços digitais num ecossistema de produtividade para empresas.</p>
<p><strong>Bronco será produzido em Valência</strong></p>
<p>Um dos modelos mais importantes será um novo membro da família Bronco, que será produzido na fábrica de Almussafes, em Valência, a partir de 2028. O modelo será multienergia, ou seja, deverá contar com diferentes opções de motorização, e surge como peça-chave para revitalizar uma unidade industrial que atravessa uma fase crítica devido à baixa carga de trabalho.</p>
<p>A fábrica espanhola produz atualmente apenas o Kuga e montou menos de 100 mil unidades no último ano, muito abaixo dos níveis registados antes da pandemia, quando Almussafes superava as 345 mil unidades anuais com vários modelos em produção, incluindo o Mondeo. O Bronco é, por isso, visto como uma aposta industrial decisiva para devolver volume à unidade valenciana.</p>
<p>Jim Baumbick, presidente da Ford Europa, apresentou o novo Bronco como “o carro que os clientes europeus estavam à espera” e defendeu que, num mercado saturado de opções, em particular de marcas chinesas, o modelo será “algo único” e “especial”. A produção, no entanto, só deverá arrancar em 2028, um ano mais tarde do que tinha sido inicialmente previsto.</p>
<p><strong>Um sucessor espiritual do Fiesta?</strong></p>
<p>A estratégia inclui também dois veículos elétricos “acessíveis” que serão produzidos pela Renault no norte de França, no âmbito da parceria anunciada entre os dois grupos. Um deles será um hatchback do segmento B, próximo do território ocupado no passado pelo Ford Fiesta e comparável a modelos como o Renault 5. O outro será um SUV compacto elétrico, pensado para utilização urbana.</p>
<p>A possível recuperação do espaço deixado pelo Fiesta é um dos pontos mais simbólicos da ofensiva. A produção do histórico modelo terminou em junho de 2023, mas o mercado especula que a Ford poderá recuperar, direta ou indiretamente, parte desse posicionamento com o novo elétrico compacto. O Financial Times resumiu esse ângulo ao destacar que a marca prepara um sucessor do seu antigo best-seller para tentar relançar as vendas europeias.</p>
<p><strong>Aposta multienergia ganha força</strong></p>
<p>Além destes dois elétricos, a Ford prevê lançar mais dois crossover multienergia até 2029. A marca quer combinar o seu ADN de rali, desempenho e aventura com modelos adaptados às estradas europeias, desde centros urbanos a percursos de montanha. A nova plataforma global “Ready-Set-Ford” assenta precisamente em três territórios: trabalho, performance e aventura.</p>
<p>Esta aposta multienergia é também um sinal da mudança estratégica da Ford. Depois de ter investido fortemente no elétrico puro, a marca está a prolongar a vida comercial de soluções com motor de combustão ou sistemas híbridos, incluindo híbridos plug-in e elétricos de autonomia estendida. Segundo a informação citada pelo El País, esta alteração estratégica esteve associada a prejuízos superiores a 7 mil milhões de euros no último ano.</p>
<p><strong>Ford pressiona Bruxelas por regras mais flexíveis</strong></p>
<p>Baumbick defende que a transição energética deve seguir um “caminho prático rumo à mobilidade livre de carbono” e deixou uma mensagem direta às autoridades europeias. “Não construímos veículos para cumprir obrigações regulamentares; construímos para as pessoas. O caminho mais rápido para zero emissões é aquele que os clientes de facto escolhem”, afirmou o presidente da Ford Europa.</p>
<p>A empresa pede, por isso, que Bruxelas tenha em conta a procura real dos consumidores, o ritmo de instalação da infraestrutura de carregamento e as dificuldades das pequenas empresas na transição para veículos comerciais elétricos. A Ford argumenta que metas demasiado agressivas podem levar muitos clientes a manter veículos antigos durante mais tempo, com efeitos contraproducentes na redução de emissões.</p>
<p><strong>Ford Pro continua a ser o motor do negócio</strong></p>
<p>No negócio profissional, a Ford Pro continuará a ser um dos pilares da operação europeia. A marca afirma que lidera o mercado europeu de comerciais há 11 anos consecutivos e quer que 25% dos resultados antes de juros e impostos desta divisão venham de software e serviços. No primeiro trimestre de 2026, as subscrições pagas de software cresceram 30%, para 879 mil a nível mundial.</p>
<p>A Ford está também a apostar nos chamados Uptime Services, serviços que usam dados dos veículos conectados para antecipar avarias, preparar oficinas e reduzir tempos de paragem. Desde 2019, todos os veículos Ford Pro são produzidos com modem integrado e há já mais de 1,2 milhões de clientes europeus conectados, gerando perto de seis milhões de sinais técnicos por dia.</p>
<p><strong>Ranger Super Duty mira usos militares e industriais</strong></p>
<p>Na gama comercial, há duas novidades em destaque. A Ranger Super Duty já está disponível e foi desenvolvida para utilizações exigentes, como silvicultura, mineração, resposta a emergências e uso militar. A pick-up pode atingir uma capacidade combinada de oito toneladas entre carga útil e reboque e rebocar até 4,5 toneladas, com suspensão reforçada e proteção inferior adicional.</p>
<p>Transit City aposta nas frotas urbanas</p>
<p>A segunda novidade é a Transit City, uma carrinha totalmente elétrica pensada para frotas urbanas e empresas que operam em cidades com zonas de emissões reduzidas ou apenas elétricas. O modelo deverá chegar aos concessionários ainda este ano e será proposto em três variantes, incluindo uma versão chassis-cabina para adaptações profissionais.</p>
<p><strong>Uma ofensiva em três frentes</strong></p>
<p>Com esta ofensiva, a Ford tenta reconstruir a sua posição europeia a partir de três frentes: novos modelos de passageiros, reforço dos comerciais e maior flexibilidade tecnológica na transição energética. A marca americana quer voltar a crescer num mercado cada vez mais pressionado por concorrentes chineses, novas exigências ambientais e consumidores que ainda não aderiram em massa ao elétrico puro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764148]]></sapo:autor>
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		<title>Ministério Público pede condenação por homicídio para agente da PSP que matou Odair Moniz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público pediu hoje a condenação por homicídio do agente da PSP que matou Odair Moniz, no bairro da Cova da Moura, Amadora, em outubro de 2024, considerando que o agente não agiu em legítima defesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público pediu hoje a condenação por homicídio do agente da PSP que matou Odair Moniz, no bairro da Cova da Moura, Amadora, em outubro de 2024, considerando que o agente não agiu em legítima defesa.</P><br />
<P>Durante as alegações finais do julgamento do agente da PSP Bruno Pinto, que está acusado de um crime de homicídio, o procurador do Ministério Público defendeu que &#8220;deve ser dado como não provado que Odair Moniz estivesse munido de uma faca e a tivesse usado para tentar agredir o agente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não existem causas que justifiquem a conduta do arguido&#8221;, referiu o procurador do Ministério Público, acrescentando que, além da condenação por um crime de homicídio &#8211; cuja pena está fixada entre os oito e os 16 anos, o agente Bruno Pinto deverá ser proibido de exercer funções na PSP. </P><br />
<P>Para o Ministério Público, ainda que Odair Moniz tenha resistido à detenção pelos dois agentes da PSP, chegando a agredir os polícias, não se verificou &#8220;qualquer situação de violência extrema&#8221;. </P><br />
<P>A questão da legítima defesa por parte do agente Bruno Pinto, que tem sido defendida pela defesa do polícia, não se coloca para o Ministério Público, uma vez que rejeita que Odair Moniz tenha utilizado uma faca para ameaçar os agentes. </P><br />
<P>Ainda na sessão de hoje, no Tribunal de Sintra, ouviu-se a última testemunha chamada a julgamento, a inspetora-chefe da PJ Cláudia Soares, que foi clara: &#8220;É a minha convicção que não existiu uma arma branca&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Esta é a minha interpretação. Se nós temos uma pessoa que está a empunhar uma arma branca, quando a vítima cai no chão, não se vê nenhuma arma branca. Depois, a faca não tem qualquer vestígio e em momento algum se ouve falar de uma faca logo no início&#8221;, disse a inspetora-chefe, sublinhando que as câmaras de vigilância não mostram Odair Moniz a utilizar uma faca.</P><br />
<P>Odair Moniz, de 43 anos e residente no Bairro do Zambujal (Amadora), foi morto a tiro pelo agente da PSP Bruno Pinto em 21 de outubro de 2024, depois de ter tentado fugir à PSP e resistido a detenção na sequência de uma infração rodoviária.</P><br />
<P>Segundo a acusação do Ministério Público, datada de 29 de janeiro de 2025, o homem cabo-verdiano foi atingido por dois projéteis &#8211; um primeiro na zona do tórax, disparado a entre 20 e 50 centímetros de distância, e um segundo na zona da virilha, disparado a entre 75 centímetros e um metro de distância.</P><br />
<P>No despacho do Ministério Público não é referida qualquer ameaça com uma arma branca por parte de Odair Moniz.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764154]]></sapo:autor>
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		<title>CEO da Mota-Engil Next entra na elite mundial e integra lista dos 50 líderes que estão a redefinir setor da construção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:55:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
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		<category><![CDATA[Mota-Engil]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A CEO da MEXT: Mota-Engil Next, Sílvia Mota, foi distinguida internacionalmente como “Maverick 2026” na categoria Investors, no âmbito dos BuiltWorlds Maverick Awards, numa cerimónia realizada em Chicago.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A CEO da MEXT: Mota-Engil Next, Sílvia Mota, foi distinguida internacionalmente como “Maverick 2026” na categoria Investors, no âmbito dos BuiltWorlds Maverick Awards, numa cerimónia realizada em Chicago.</p>
<p>A distinção integra a lista Mavericks 50, que reconhece anualmente 50 líderes globais pelo seu contributo transformador nos setores da construção, engenharia, infraestruturas e cidades.</p>
<p>A MEXT é a plataforma de inovação, venture builder e braço de investimento de venture capital do Grupo Mota-Engil. Atua na aceleração de soluções em construção, infraestruturas, sustentabilidade e cidades.</p>
<p>Os prémios, promovidos pela BuiltWorlds, distinguem profissionais que desafiam o status quo e impulsionam a inovação no ambiente construído, tendo em conta o impacto real das suas iniciativas, a visão estratégica e a capacidade de execução.</p>
<p>No contexto do Grupo Mota‑Engil, Sílvia Mota tem liderado uma agenda de inovação e investimento com foco na transformação estratégica, posicionando a MEXT: Mota‑Engil Next como uma plataforma de experimentação e criação de valor. A sua atuação tem promovido a ligação entre equipas internas, startups, universidades e parceiros externos, contribuindo para a evolução do negócio e para a preparação do grupo face aos desafios futuros do setor.</p>
<p>“Este reconhecimento tem um significado profundamente coletivo. Ninguém constrói nada sozinho e, no nosso caso, nada se concretiza sem uma ambição partilhada e uma capacidade real de execução. Ser reconhecidos a nível internacional, ainda numa fase inicial do nosso percurso, confirma que estamos a criar impacto para além das nossas fronteiras, mas também reforça a nossa responsabilidade”, afirma Sílvia Mota, CEO da MEXT: Mota-Engil Next.</p>
<p>A responsável acrescenta ainda que o objetivo da organização não passa pela soma de projetos isolados, mas por “provocar mudança estrutural no setor”, sublinhando a importância de uma transformação simultaneamente tecnológica e cultural.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764149]]></sapo:autor>
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		<title>Península Ibérica está a girar no sentido do relógio: estudo revela movimento tectónico invisível que ajuda a explicar sismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[península ibérica]]></category>
		<category><![CDATA[placas tectónicas]]></category>
		<category><![CDATA[sismologia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do País Basco]]></category>
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					<description><![CDATA[O movimento é impercetível no dia a dia, mas mensurável com tecnologia de precisão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Península Ibérica não está apenas a deslocar-se lentamente para norte com a placa euroasiática: está também a rodar, de forma muito lenta, no sentido horário. A descoberta, destacada pelo &#8216;El Economista&#8217; a partir de um estudo de investigadores da Universidade do País Basco, Euskal Herriko Unibertsitatea, ajuda a compreender melhor a complexa tectónica do sudoeste europeu e a forma como a energia sísmica se distribui entre Portugal, Espanha e as zonas marítimas adjacentes.</p>
<p>O movimento é impercetível no dia a dia, mas mensurável com tecnologia de precisão. Segundo os investigadores, a rotação decorre da interação prolongada entre as placas Eurasiática e Africana, que se deslocam a um ritmo anual estimado entre quatro e seis milímetros. Apesar de parecer mínima, esta velocidade é suficiente para alterar modelos geológicos e obrigar os especialistas a rever a ideia de uma Península Ibérica rígida e tectonicamente simples.</p>
<p>A região é particularmente complexa porque o limite entre África e Eurásia no Mediterrâneo Ocidental não corresponde a uma falha única e bem definida, como sucede noutras zonas do planeta. Trata-se antes de uma faixa difusa, com fraturas distribuídas e movimentos assimétricos, que se estende do Golfo de Cádis até ao mar de Alborão.</p>
<p>O domínio de Alborão é uma das peças centrais deste processo. Esta área funciona como zona de fronteira e amortecimento tectónico entre a África e a Eurásia e teve um papel determinante na formação do arco de Gibraltar. A pressão exercida por este bloco, em articulação com a placa africana, ajuda a explicar o efeito de torção detetado na crosta terrestre da Península Ibérica.</p>
<p>A rotação, contudo, não ocorre de forma uniforme. Algumas zonas estão sujeitas a compressão direta, enquanto outras registam movimentos laterais. O sul de Espanha, a área do arco de Gibraltar, a Cordilheira Bética, o Rif marroquino, Portugal e as zonas marítimas próximas integram esta rede de tensões distribuídas por várias estruturas menores.</p>
<p>Para chegar a estas conclusões, os investigadores analisaram movimentos tectónicos associados a sismos registados nas últimas décadas e cruzaram esses dados com medições de satélite de alta precisão. Estações GPS permanentes permitem medir deslocações do terreno em milímetros por ano, tornando possível detetar movimentos que seriam invisíveis por métodos tradicionais.</p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; sublinha que estes resultados são relevantes não apenas por confirmarem a rotação no sentido horário da Península Ibérica, mas também porque podem ajudar a identificar falhas ativas, isto é, estruturas com capacidade para gerar sismos.</p>
<p>Embora Portugal e Espanha não estejam entre as zonas mais sísmicas da Europa, a Península Ibérica não é uma região completamente estável. O terramoto de Lisboa de 1755 continua a ser o exemplo histórico mais evidente do risco existente no sudoeste peninsular e no Atlântico próximo.</p>
<p>O novo modelo ajuda a explicar por que razão podem ocorrer sismos em áreas onde não existem falhas claramente visíveis à superfície. Em vez de se concentrar numa única estrutura, a energia tectónica pode distribuir-se por várias fraturas menores, tornando a leitura do risco mais complexa.</p>
<p>Esta informação é particularmente importante para a atualização dos mapas de perigosidade sísmica, sobretudo no sudoeste da Península Ibérica e nas zonas marítimas adjacentes. Uma compreensão mais precisa destes movimentos pode contribuir para melhorar o planeamento de infraestruturas críticas e reforçar critérios de segurança em regiões expostas.</p>
<p>A principal conclusão do estudo é que a Península Ibérica deve ser vista como um bloco em lenta transformação: desloca-se, comprime-se e gira. Nada disto tem efeitos percetíveis à escala humana imediata, mas altera de forma significativa a interpretação científica sobre a evolução geológica de Portugal, Espanha e do sudoeste europeu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764138]]></sapo:autor>
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		<title>Zeekr chega a Portugal: conheça os elétricos premium que querem desafiar as marcas tradicionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:35:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Zeekr]]></category>
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					<description><![CDATA[Marca apresentou no Ecar Show, na FIL, em Lisboa, os modelos Zeekr 001, Zeekr X e Zeekr 7X, preparando ainda a chegada ao mercado nacional do novo Zeekr 7GT durante o verão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Zeekr estreou-se oficialmente em Portugal com uma gama 100% elétrica orientada para o segmento premium, assente em tecnologia, design, performance e segurança. A marca apresentou no Ecar Show, na FIL, em Lisboa, os modelos Zeekr 001, Zeekr X e Zeekr 7X, preparando ainda a chegada ao mercado nacional do novo Zeekr 7GT durante o verão.</p>
<p>A entrada da Zeekr em Portugal reforça a concorrência no segmento dos elétricos premium, com quatro propostas desenvolvidas para uma nova geração de condutores que procura autonomia elevada, carregamento rápido, conectividade avançada e uma experiência de utilização mais tecnológica.</p>
<p>Com engenharia dedicada, arquitetura elétrica própria e uma identidade europeia desenvolvida no Centro Global de Design da Zeekr, em Gotemburgo, na Suécia, a marca posiciona-se como uma nova alternativa no mercado elétrico de gama alta.</p>
<p>Os modelos Zeekr são construídos sobre a plataforma SEA, sigla de Sustainable Experience Architecture, e integram atualizações remotas Over-The-Air, sistemas inteligentes de assistência à condução, soluções avançadas de conectividade e capacidades de carregamento ultrarrápido.</p>
<p>Outro argumento comum à gama é a segurança. Os modelos Zeekr 001, Zeekr X e Zeekr 7X obtiveram a classificação máxima de cinco estrelas nos testes Euro NCAP, um ponto relevante para uma marca que chega agora ao mercado português e procura afirmar credibilidade num segmento altamente competitivo.</p>
<p><strong>Zeekr 001: shooting brake elétrica com 620 km de autonomia</strong></p>
<p>O Zeekr 001 assume-se como uma shooting brake elétrica premium, combinando prestações elevadas, autonomia longa e um habitáculo orientado para conforto e tecnologia.</p>
<p>Na versão AWD, equipada com dois motores elétricos, o modelo oferece até 544 cv de potência e acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,8 segundos. A autonomia pode chegar aos 620 km em ciclo WLTP.</p>
<p>O carregamento rápido DC até 200 kW permite recuperar a bateria dos 10 aos 80% em cerca de 30 minutos, colocando o Zeekr 001 entre as propostas pensadas para utilização intensiva, tanto em contexto urbano como em viagens mais longas.</p>
<p>No interior, o modelo aposta em materiais premium, bancos com aquecimento, ventilação e massagem, bem como soluções digitais pensadas para tornar a utilização mais intuitiva.</p>
<p>Em matéria de segurança, o Zeekr 001 integra 11 câmaras de alta resolução, sistemas avançados de assistência à condução e uma estrutura desenvolvida sobre a plataforma SEA, tendo alcançado cinco estrelas nos testes Euro NCAP.</p>
<p><strong>Zeekr 7X: SUV premium com 800V e carregamento em 16 minutos</strong></p>
<p>O novo Zeekr 7X é a proposta da marca para o segmento dos SUV elétricos premium. O modelo combina espaço, conforto, tecnologia e prestações de alto nível, posicionando-se como uma das principais apostas da Zeekr para o mercado europeu.</p>
<p>Construído sobre uma arquitetura elétrica de 800V, o Zeekr 7X permite carregar a bateria dos 10 aos 80% em apenas 16 minutos. A autonomia pode chegar aos 615 km em ciclo WLTP.</p>
<p>Em termos de performance, o SUV pode atingir até 646 cv de potência e acelerar dos 0 aos 100 km/h em 3,8 segundos, colocando-se num patamar de prestações associado a modelos de perfil claramente desportivo.</p>
<p>O interior reforça o posicionamento premium, com materiais de elevada qualidade, bancos com aquecimento, ventilação e massagem, sistema de som premium e várias soluções inteligentes de arrumação.</p>
<p>O Zeekr 7X inclui ainda suspensão pneumática ativa, portas elétricas automáticas, sistemas avançados ADAS e um conjunto tecnológico centrado no conforto, segurança e facilidade de utilização. O modelo recebeu igualmente cinco estrelas Euro NCAP, com destaque para os resultados na proteção de adultos e crianças.</p>
<p><strong>Zeekr X: compacto urbano premium com até 496 cv</strong></p>
<p>O Zeekr X foi concebido para a mobilidade urbana, combinando dimensões mais compactas com uma abordagem premium, tecnologia avançada e uma condução dinâmica.</p>
<p>Na versão AWD, com dois motores elétricos, o modelo oferece até 496 cv de potência e acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,7 segundos. A autonomia pode chegar aos 415 km em ciclo WLTP.</p>
<p>O sistema de carregamento rápido permite recuperar a bateria dos 10 aos 80% em cerca de 18 minutos, um argumento importante para quem procura um elétrico urbano sem abdicar de rapidez de carregamento e prestações elevadas.</p>
<p>Com design contemporâneo e soluções inteligentes orientadas para o quotidiano, o Zeekr X pretende captar condutores que procuram um elétrico compacto, mas com tecnologia e posicionamento de gama superior.</p>
<p><strong>7GT chega no verão</strong></p>
<p>Além dos modelos já apresentados em Lisboa, a Zeekr prepara a chegada do novo 7GT ao mercado português durante o verão. O modelo deverá reforçar a gama nacional da marca e completar a primeira fase de lançamento da Zeekr em Portugal.</p>
<p>Com esta estreia, a marca entra no mercado português com uma oferta totalmente elétrica e centrada em quatro pilares: tecnologia, design premium, performance e segurança. Para um segmento cada vez mais competitivo, a Zeekr aposta numa combinação clara: autonomias acima dos 600 km, carregamentos rápidos, interiores sofisticados e classificações máximas nos testes de segurança europeus.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764117]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Relatórios apontam impactos estruturais graves de centrais solares na Beira Baixa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os relatórios de consulta e avaliação aos projetos de duas centrais fotovoltaicas na Beira Baixa confirmam impactos estruturais graves na paisagem e dão razão às preocupações da população, anunciou hoje um movimento de cidadãos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os relatórios de consulta e avaliação aos projetos de duas centrais fotovoltaicas na Beira Baixa confirmam impactos estruturais graves na paisagem e dão razão às preocupações da população, anunciou hoje um movimento de cidadãos.</p>
<p>Em comunicado enviado à agência Lusa, a Plataforma de Defesa do Parque Natural do Tejo Internacional (PDPNTI) alegou que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) tornou agora públicos os relatórios de avaliação e os de consulta relativos aos projetos da Central Solar Fotovoltaica Sophia e Central Fotovoltaica da Beira, isto &#8220;após meses de pressão pública, protestos da sociedade civil e uma queixa formal apresentada à Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos&#8221;.</p>
<p>Na nota, a PDPNTI acrescentou que os referidos documentos &#8220;identificam impactos permanentes e irreversíveis sobre o território e apontam problemas estruturais relacionados com a paisagem, os solos, os recursos hídricos, a biodiversidade, o ordenamento do território e a fragmentação ecológica&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, o movimento vincou que as comissões de avaliação &#8220;alertam explicitamente para uma crescente industrialização e artificialização da Beira Baixa&#8221;, entre outros aspetos, pelo perigo de &#8220;impactos permanentes e irreversíveis&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os documentos da APA confirmam impactos estruturais graves dos megaprojetos na Beira Baixa&#8221;, frisou a plataforma, adiantando que a análise daqueles documentos oficiais &#8220;revela conclusões de enorme relevância pública e confirma, em pontos centrais, as preocupações que têm vindo a ser expressas há meses pela população, movimentos cívicos, especialistas e agentes locais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estas conclusões assumem ainda maior gravidade pelo facto de os relatórios terem sido ocultados do público durante meses, apesar de já estarem disponíveis para o promotor do projeto&#8221;, acusou a plataforma cívica, reafirmando que os documentos agora disponibilizados &#8220;demonstram claramente [que] as preocupações da sociedade civil não eram infundadas nem meramente emocionais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Encontram agora confirmação nos documentos técnicos oficiais do processo de avaliação ambiental. Os documentos deixam claro que a multiplicidade de projetos energéticos de grande escala na região já não pode ser analisada de forma isolada&#8221;, frisou ainda aquela entidade, que reúne associações ambientalistas e movimentos cívicos.</p>
<p>Acrescentou que quer entidades técnicas, quer diversos contributos apresentados durante a consulta pública defenderam &#8220;expressamente a realização de uma Avaliação Ambiental Estratégica integrada para toda a região&#8221;.</p>
<p>No caso do projeto Sophia &#8212; que abrange os municípios do Fundão, Idanha-a-Nova e Penamacor, no distrito de Castelo Branco, e representa um investimento que ronda os 590 milhões de euros &#8212; a comissão de avaliação afirmou, segundo os contestatários, que seria necessária uma &#8220;redução muito significativa do projeto, para que os impactos pudessem sequer ser potencialmente minimizados&#8221;.</p>
<p>Já a central da Beira contemplava a instalação de 425.600 módulos fotovoltaicos, com uma potência total de 266 Megawatt (MW), numa área de 524,4 hectares dos concelhos de Castelo Branco e Idanha-a-Nova.</p>
<p>De acordo com a PDPNTI, os relatórios de consulta mostram ainda que milhares de cidadãos identificaram, já durante o processo de participação pública, &#8220;precisamente os riscos que agora também são confirmados nos pareceres oficiais &#8212; incluindo impactos sobre os recursos hídricos, a biodiversidade, a paisagem, o microclima e a evolução da temperatura&#8221;.</p>
<p>&#8220;De enorme relevância política é igualmente o reconhecimento explícito da extraordinária participação pública. Só no processo Sophia foram apresentadas 12.693 participações &#8212; uma das maiores mobilizações públicas de sempre num procedimento ambiental em Portugal&#8221;, enfatizou.</p>
<p>Perante os documentos agora disponibilizados, a plataforma cívica exige &#8220;uma verdadeira Avaliação Ambiental Estratégica para a Beira Baixa, que avalie os impactos cumulativos de todos os projetos energéticos e das respetivas infraestruturas associadas&#8221;, bem como a &#8220;garantia de total transparência e de acesso atempado à informação ambiental&#8221;.</p>
<p>No dia 06, num protesto realizado em Castelo Branco, que reuniu cerca de 100 pessoas, para exigir transparência sobre os projetos das duas centrais solares da Beira Baixa, foi divulgado que ambos foram chumbados pela APA, embora sem existir, na altura, informação por escrito divulgada no portal Participa.</p>
<p>A comissão de avaliação coordenada pela APA chumbou o projeto da central fotovoltaica da Beira após identificar impactos negativos significativos ao nível dos sistemas ecológicos e do uso de solo.</p>
<p>Sobre a central fotovoltaica Sophia, em fevereiro, a autoridade ambiental divulgou que tinha identificado &#8220;impactes negativos significativos e muito significativos&#8221; no projeto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764124]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo ISQ investe 2 milhões de euros para criar novo centro europeu para a mobilidade inteligente no Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo ISQ vai reforçar a sua aposta na mobilidade inteligente e na indústria 4.0 com a inauguração da nova empresa Pulse Mobility Lab, instalada no novo Minho Park, em Monção. A nova unidade e representa um investimento superior a 2 milhões de euros em edificado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo ISQ vai reforçar a sua aposta na mobilidade inteligente e na indústria 4.0 com a inauguração da nova empresa Pulse Mobility Lab, instalada no novo Minho Park, em Monção.</p>
<p>A nova unidade surge na sequência da evolução do anterior ISQCTAG e representa um investimento superior a 2 milhões de euros em edificado. A estrutura conta ainda com a participação do CTAG e do fundo de investimento BlueCrown, posicionando-se como um novo polo tecnológico dedicado à mobilidade do futuro.</p>
<p>O projeto teve origem em 2019, quando o ISQ criou, em parceria com o CTAG, um laboratório de ensaios ambientais para componentes automóveis no concelho, dando origem à parceria ISQCTAG, que tem vindo a trabalhar com construtores automóveis globais e fornecedores Tier 1.</p>
<p>Com a transformação em Pulse Mobility Lab, o novo centro assume a ambição de se afirmar como um dos principais polos europeus de competência em mobilidade inteligente. A unidade será dedicada ao ensaio e validação de subsistemas de transporte para os setores da mobilidade avançada, ferrovia e indústria automóvel.</p>
<p>O laboratório mantém e aprofunda a sua especialização em áreas como testes de fiabilidade, ensaios de corrosão, compatibilidade eletromagnética, físico-química e materiais, reforçando o seu posicionamento como infraestrutura de referência para fabricantes e fornecedores internacionais.</p>
<p>Segundo Pedro Matias, CEO do Grupo ISQ, a presença no novo ecossistema industrial representa um passo estratégico para o grupo. “A presença do ISQ neste novo polo reforça o compromisso do grupo com a inovação, a transferência de conhecimento e o desenvolvimento de soluções tecnológicas para a mobilidade do futuro, contribuindo simultaneamente para a coesão territorial e para a competitividade industrial de Portugal”, afirma.</p>
<p>O responsável destaca ainda o investimento acumulado na região. “Já foram investidos em Monção 6,2 milhões de euros, através das agendas mobilizadoras do PRR, o que demonstra o empenho e o compromisso em suportar e promover soluções inovadoras e tecnicamente avançadas para a indústria automóvel”, acrescenta.</p>
<p>Com mais de 560 mil metros quadrados, o Minho Park é apresentado como um ecossistema de inovação orientado para empresas tecnológicas e industriais de elevado valor acrescentado, com infraestruturas avançadas e condições para atrair talento qualificado e investimento internacional.</p>
<p>A cooperação tecnológica entre Portugal e Galiza mantém-se como eixo estratégico central, reforçando uma oferta integrada de ensaios e validação para a indústria automóvel e dos transportes na Península Ibérica.</p>
<p>“Com esta nova etapa, o ISQ consolida Monção como um ponto estratégico europeu para investigação aplicada, testes tecnológicos e desenvolvimento industrial ligado à mobilidade sustentável e inteligente”, conclui o CEO.</p>
<p>Em termos financeiros, o Grupo ISQ fechou 2025 com uma faturação de cerca de 102 milhões de euros, um crescimento superior a 7,4% face ao ano anterior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764114]]></sapo:autor>
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		<title>Polémica com EUA nas Lajes: Rangel diz que &#8220;é o PS que tem de dar explicações&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro dos Negócios Estrageiros chamado hoje ao Parlamento para prestar declarações relacionadas com a polémica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, endureceu esta segunda-feira o tom em relação ao Partido Socialista na polémica sobre a utilização da Base das Lajes pelos Estados Unidos, acusando os socialistas de terem alterado a sua posição política sobre o tema e de promoverem um “aproveitamento político” de um processo que, segundo afirmou, já tinha sido amplamente esclarecido em sede parlamentar.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas antes de ser ouvido na Assembleia da República, Paulo Rangel insistiu que os principais responsáveis políticos tinham conhecimento prévio das circunstâncias relacionadas com a autorização concedida para o uso da infraestrutura militar nos Açores. O governante sublinhou que o assunto foi discutido “juntamente com outros líderes da oposição, com o Presidente na altura em funções e com o Presidente eleito”, acrescentando que os deputados socialistas tiveram igualmente acesso a todos os detalhes durante audições parlamentares realizadas “primeiro à porta aberta e depois à porta fechada”.</p>
<p>O ministro considerou “inaceitável” a postura recente do PS, argumentando que ela representa uma rutura com a tradição política do partido nesta matéria. Segundo Paulo Rangel, “toda essa discussão foi feita” e “todas as explicações foram dadas”, incluindo informação sobre as negociações então em curso entre os Estados Unidos e o Irão até 26 de fevereiro. O chefe da diplomacia portuguesa questionou ainda a mudança de posição dos socialistas, recordando que o secretário-geral do PS teria afirmado, “logo na primeira semana de março”, concordar com os termos da autorização concedida por Portugal.</p>
<p>Questionado sobre alegadas contradições nas suas próprias declarações relativamente à necessidade de autorização portuguesa para o uso da Base das Lajes, Paulo Rangel respondeu que estão a ser confundidos dois momentos distintos. “Uma coisa é antes do ataque e outra coisa é depois do ataque”, afirmou. O ministro explicou que, antes do início do conflito, a utilização da base seguia o mesmo regime aplicado noutras infraestruturas militares europeias, incluindo bases em Espanha e Itália, através de “autorizações tácitas”. Já depois do ataque, garantiu, existiu “uma autorização formal” por parte de Portugal.</p>
<p>O governante rejeitou igualmente qualquer ideia de tensão diplomática com os Estados Unidos. Segundo afirmou, a única preocupação do Governo foi clarificar rapidamente as interpretações feitas em torno de declarações atribuídas a responsáveis norte-americanos. Paulo Rangel explicou que o Ministério dos Negócios Estrangeiros tratou de deixar claro “logo na quinta-feira ao fim da tarde” que existiu efetivamente autorização portuguesa para o uso da Base das Lajes “no contexto deste conflito”.</p>
<p>Confrontado com a interpretação de que Portugal teria dado autorização aos norte-americanos antes mesmo de conhecer o objetivo concreto da operação, o ministro relativizou o sentido literal dessas declarações. “Cada um faz as interpretações que quer”, afirmou, acrescentando que não considera que as palavras tenham sido ditas “literalmente”. Ainda assim, insistiu que “não há nenhuma acrimónia”, defendendo que todos os países europeus seguiram a mesma doutrina relativamente ao uso das bases militares até ao dia 27 de fevereiro, véspera do ataque em causa.</p>
<p>Paulo Rangel mostrou-se também disponível para regressar ao Parlamento já na próxima quarta-feira, apesar de reconhecer que enfrenta “uma agenda internacional complicada” nas próximas semanas. O ministro garantiu que pretende prestar esclarecimentos “à porta aberta”, defendendo que “não há nenhum elemento de confidencialidade” no caso. “Está tudo esclarecido”, concluiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764078]]></sapo:autor>
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		<title>Risco de pobreza ou exclusão social: Algarve abaixo da média nacional, Açores na pior posição em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza]]></category>
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					<description><![CDATA[Retrato europeu está longe de ser uniforme: as diferenças não surgem apenas entre países, mas também entre capitais e regiões dentro do mesmo Estado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2025, 92,7 milhões de pessoas na União Europeia estavam em risco de pobreza ou exclusão social, o equivalente a 20,9% da população total, ou seja, quase uma em cada cinco. A análise da &#8216;Euronews Business&#8217; mostra, no entanto, que o retrato europeu está longe de ser uniforme: as diferenças não surgem apenas entre países, mas também entre capitais e regiões dentro do mesmo Estado.</p>
<p>De acordo com os dados do Eurostat citados pela &#8216;Euronews&#8217;, a Bulgária registou a taxa mais elevada de risco de pobreza ou exclusão social, com 29%, seguida da Grécia, com 27,5%, e da Roménia, com 27,4%. No extremo oposto surgem a Rep. Checa, com 11,5%, a Polónia, com 15%, e a Eslovénia, com 15,5%.</p>
<p>Portugal é destacado entre os países europeus com menores diferenças internas neste indicador, juntamente com a Eslovénia e a Dinamarca. Mas isso não significa que o risco de pobreza ou exclusão social seja igual em todo o território nacional: o Algarve surge como a região portuguesa mais bem posicionada, abaixo da média do país, enquanto os Açores aparecem no extremo oposto. Ainda assim, o fosso regional português é curto quando comparado com casos como Itália ou Espanha, onde a distância entre as regiões mais e menos expostas é muito mais acentuada.</p>
<p>Entre as quatro maiores economias da União Europeia, Espanha destaca-se pela negativa: 25,7% da população estava em risco de pobreza ou exclusão social, o que significa mais de uma em cada quatro pessoas. Itália, com 22,6%, e Alemanha, com 21,2%, também ficaram acima da média europeia. França, com 20,8%, ficou ligeiramente abaixo.</p>
<p>O retrato muda quando a análise passa para as capitais. Entre as 24 capitais europeias com dados disponíveis, as taxas vão de apenas 2,9% em Bratislava, capital da Eslováquia, até 33,6% em Bruxelas, na Bélgica. O dado é particularmente relevante porque nem a Eslováquia nem a Bélgica aparecem entre os três países com os valores mais baixos ou mais altos a nível nacional.</p>
<p>Bruxelas lidera entre as capitais com maior risco de pobreza ou exclusão social, seguida por Viena, com 29,4%, e Berlim, com 24,4%. Também Atenas, com 23,6%, Paris, com 20,9%, e Roma, com 20,7%, apresentam valores superiores a uma em cada cinco pessoas.</p>
<p>Já várias capitais da Europa Central e de Leste registam valores mais baixos. Além de Bratislava, também Varsóvia, com 7,1%, e Praga, com 9,1%, ficam abaixo dos dois dígitos. Budapeste, Zagreb, Liubliana e Bucareste mantêm-se abaixo dos 15%.</p>
<p>Na maioria dos países, a região da capital apresenta uma taxa de risco inferior à média nacional. Há, contudo, exceções marcantes. Bruxelas tem uma taxa de 33,6%, contra 16,5% da Bélgica, uma diferença de 17,1 pontos percentuais. Viena fica 10,6 pontos acima da média austríaca e Berlim 3,2 pontos acima da média alemã. Em Amesterdão, Copenhaga e Paris, a diferença face ao valor nacional é residual.</p>
<p>O movimento inverso também é expressivo. Na Eslováquia, a média nacional está 13,8 pontos acima de Bratislava. Na Roménia, a diferença é igual, com Bucareste bastante abaixo do valor nacional. Entre as maiores economias da UE, Espanha volta a destacar-se: a média nacional, de 25,7%, é muito superior à de Madrid, que fica nos 19,4%.</p>
<p>Quando se alarga a análise a todas as regiões, as diferenças internas tornam-se ainda mais acentuadas. Itália regista o maior fosso, com 39,7 pontos percentuais entre a Calábria, onde 45,3% da população está em risco, e o Vale de Aosta, onde a taxa é de apenas 5,6%. Em Espanha, a diferença entre Ciudad de Melilla e o País Basco chega aos 29 pontos.</p>
<p>Finlândia apresenta a menor diferença regional, de apenas três pontos, entre Helsinki-Uusimaa, com 15,5%, e Länsi-Suomi, com 18,5%. Portugal, Eslovénia e Dinamarca também estão entre os países com menores desigualdades internas neste indicador.</p>
<p>As regiões com valores mais elevados concentram-se sobretudo no sul da Europa. Quatro regiões italianas e três espanholas estão entre as 15 com maior risco de pobreza ou exclusão social. A Calábria lidera a lista, com 45,3%, seguida por outras duas regiões italianas e por Ciudad de Melilla, em Espanha, com 43,7%.</p>
<p>No total, havia em 2025 vinte regiões europeias onde pelo menos um terço da população estava em risco de pobreza ou exclusão social. Estas regiões estavam concentradas sobretudo em Itália, Espanha, Bulgária e Grécia, mas o grupo inclui também zonas urbanas da Europa Ocidental, como a Região de Bruxelas-Capital, com 33,6%, Bremen, na Alemanha, com 35,4%, e Ticino, na Suíça, com 33,1%.</p>
<p>O indicador AROPE, usado pelo Eurostat, mede a percentagem de pessoas em pelo menos uma de três situações: risco de pobreza, privação material e social severa ou residência num agregado familiar com intensidade laboral muito baixa. O limiar de pobreza é definido como 60% do rendimento mediano nacional disponível depois das transferências sociais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764084]]></sapo:autor>
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		<title>IL quer incentivar dádiva de sangue com atribuição de dias de férias extra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:06:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Iniciativa Liberal entregou hoje um projeto de lei que garante mais um ou dois dias de férias para quem doar sangue, com o objetivo de incentivar e reconhecer esta prática.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Iniciativa Liberal entregou hoje um projeto de lei que garante mais um ou dois dias de férias para quem doar sangue, com o objetivo de incentivar e reconhecer esta prática.</p>
<p>&#8220;Como forma de também agradecermos e reconhecermos os dadores de sangue e as pessoas que se disponibilizam a isso, a Iniciativa Liberal apresentou uma proposta exatamente no sentido de fazer esse agradecimento. Uma pessoa que dê duas vezes por ano sangue tem direito a mais um dia de férias, se der mais de três vezes tem direito a dois dias de férias&#8221;, explicou a presidente da IL, Mariana Leitão, em declarações aos jornalistas.</p>
<p>A líder liberal falava à imprensa depois de ter doado sangue no Centro de Sangue e Transplantação de Lisboa, com a deputada Joana Cordeiro e mais alguns membros da comitiva.</p>
<p>O objetivo da proposta é &#8220;criar um reconhecimento&#8221; e &#8220;alertar para a importância de dar sangue&#8221;, ajudando ao aumento de dadores diários necessários.</p>
<p>Quando entrou no centro, Mariana Leitão já vinha munida de uma pequena folha de inscrição, com informações gerais e alguns dados preenchidos por si relativos à sua saúde, bem como a comportamentos e viagens recentes.</p>
<p>Depois de passar pelo balcão de inscrição de doadores, foi até à triagem onde esteve poucos minutos até chegar ao local onde se sentou para doar sangue. O processo durou cerca de 15 minutos. No final, Mariana Leitão, que disse não ser estreante nesta prática, relatou a experiência para quem possa ter receio.</p>
<p>&#8220;Qualquer pessoa chega aqui e eu tenho a certeza que em 15, 20 minutos, entre fazer a admissão, dar sangue, fica despachada e a seguir ainda tem direito ali a uns bolinhos e uns suminhos para recuperar&#8221;, respondeu, acrescentando que &#8220;a agulha não é assim tão grande&#8221; e o gesto &#8220;salva vidas&#8221;.</p>
<p>Interrogada sobre o porquê de a IL se ter abstido no passado em propostas semelhantes do BE e do PAN, Mariana Leitão respondeu que estão em causa projetos distintos. Segundo a presidente liberal, as iniciativas destes partidos visavam uma dispensa do trabalhador no dia da doação.</p>
<p>&#8220;Nós optámos por outra solução porque achamos que é o que faz mais sentido, porque se toda a gente de uma empresa for dar sangue no mesmo dia, certamente isso coloca um problema adicional às empresas&#8221;, argumentou.</p>
<p>A proposta da IL estabelece que a marcação e o gozo dos dias adicionais de férias &#8220;obedecem às regras aplicáveis em matéria laboral e dependem da apresentação de declaração comprovativa emitida pelo organismo público responsável&#8221;.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas, a presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), Maria Antónia Escoval, salientou que Portugal precisa diariamente de 1.100 unidades de sangue e componentes sanguíneas nos hospitais.</p>
<p>As mulheres podem dar sangue de quatro em quatro meses, e os homens de três em três, sendo que os componentes sanguíneos têm um prazo de validade.</p>
<p>&#8220;Por isso, precisamos de uma dádiva regular e continuada ao longo do tempo&#8221;, alertou.</p>
<p>Segundo a profissional, atualmente, a doação de sangue no país &#8220;está estável&#8221; mas Maria Antónia Escoval incentivou os dadores regulares a dirigirem-se a um centro antes do período de férias de verão.</p>
<p>A dádiva de sangue é permitida desde os 18 anos até aos 70 desde que a pessoa esteja saudável.</p>
<p>O gesto, salientou a responsável, pode &#8220;salvar objetivamente três vidas&#8221;.</p>
<p>&#8220;O IPST envia uma mensagem ao dador, por e-mail com o resultado das análises, e por SMS quando a unidade é distribuída para um hospital e isso é extraordinariamente reconfortante&#8221;, enalteceu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764097]]></sapo:autor>
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		<title>Inspetora-chefe da PJ que investigou morte de Odair diz que imagens não mostram faca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:05:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A inspetora-chefe da Polícia Judiciária (PJ), que coordenou a investigação à morte de Odair Moniz, assegurou hoje que as câmaras não mostram nenhuma faca e que não foi informada da existência de um punhal quando chegou ao local.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inspetora-chefe da Polícia Judiciária (PJ), que coordenou a investigação à morte de Odair Moniz, assegurou hoje que as câmaras não mostram nenhuma faca e que não foi informada da existência de um punhal quando chegou ao local.</p>
<p>O julgamento da morte de Odair Moniz está a chegar ao fim, tendo sido hoje ouvida, no Tribunal de Sintra, a última testemunha, a inspetora-chefe da PJ Cláudia Soares, que disse ao tribunal: &#8220;É a minha convicção que não existiu uma arma branca&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta é a minha interpretação. Se nós temos uma pessoa que está a empunhar uma arma branca, quando a vítima cai no chão, não se vê nenhuma arma branca. Depois, a faca não tem qualquer vestígio e em momento algum se ouve falar de uma faca logo no início&#8221;, afirmou a inspetora-chefe, sublinhando que as câmaras de vigilância não mostram Odair Moniz a utilizar uma faca.</p>
<p>Cláudia Soares explicou ainda que, quando chegou ao bairro da Cova da Moura, Amadora, onde aconteceu o crime, a equipa da Polícia Judiciária não foi informada de que existia uma faca utilizada, alegadamente, pela vítima para ameaçar os agentes da PSP, tendo encontrado posteriormente a faca durante a análise feita ao local, no chão, junto das bolsas de Odair Moniz.</p>
<p>&#8220;Quando nós chegámos ao local, nem sequer se fala da faca. O que é que é habitual num cenário destes? A primeira coisa a fazer é afastar a faca e acondicioná-la, porque é um objeto letal, guardar e dizer &#8216;está aqui'&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Durante o depoimento, a inspetora-chefe que coordenou as diligências desta investigação sublinhou que &#8220;se uma faca é manipulada, é raro não haver um vestígio biológico&#8221;.</p>
<p>Em relação ao momento em que os dois agentes tentaram deter Odair Moniz, a inspetora-chefe da PJ referiu, tendo como base as imagens captadas pelas câmaras de vigilância, que Odair Moniz chegou a agredir os agentes da PSP. &#8220;A vítima é violenta, resiste à detenção&#8221;, considerou, acrescentando que os dois agentes &#8220;estavam com receio e não estavam a conseguir a detenção&#8221;.</p>
<p>Odair Moniz, de 43 anos e residente no Bairro do Zambujal (Amadora), foi morto a tiro pelo agente da PSP Bruno Pinto em 21 de outubro de 2024, depois de ter tentado fugir à PSP e resistido a detenção na sequência de uma infração rodoviária.</p>
<p>Segundo a acusação do Ministério Público, datada de 29 de janeiro de 2025, o homem cabo-verdiano foi atingido por dois projéteis &#8211; um primeiro na zona do tórax, disparado a entre 20 e 50 centímetros de distância, e um segundo na zona da virilha, disparado a entre 75 centímetros e um metro de distância.</p>
<p>No despacho do Ministério Público não é referida qualquer ameaça com uma arma branca por parte de Odair Moniz.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764096]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: PJ identificou 33 ligações no TikTok e Pinterest associadas à Guarda Revolucionária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:54:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) identificou em Portugal 33 ligações no TikTok e no Pinterest associadas à Guarda Revolucionária do Irão, classificada há três meses pela União Europeia como organização terrorista, anunciou hoje a força policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária (PJ) identificou em Portugal 33 ligações no TikTok e no Pinterest associadas à Guarda Revolucionária do Irão, classificada há três meses pela União Europeia como organização terrorista, anunciou hoje a força policial.</p>
<p>O reporte das ligações foi realizado no âmbito de uma ação coordenada pela Europol, que, entre 13 de fevereiro e 28 de abril, permitiu identificar no espaço europeu 14.200 publicações em vários idiomas ligadas ao exército ideológico da República Islâmica do Irão.</p>
<p>A operação, com a participação de 22 países, permitiu ainda restringir a principal conta na rede social X da Guarda Revolucionária do Irão, &#8220;com mais de 150 mil seguidores no espaço europeu&#8221;.</p>
<p>&#8220;O material variava desde discursos que misturavam narrativas de martírio religioso com mensagens políticas [&#8230;] e até vídeos gerados por Inteligência Artificial de glorificação da organização e de apelos à vingança do seu líder religioso&#8221;, precisou a PJ.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764082]]></sapo:autor>
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		<title>Cuatrecasas assessora Bison Bank no lançamento da primeira stablecoin portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:54:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bison Bank]]></category>
		<category><![CDATA[Cuatrecasas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[stablecoins]]></category>
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					<description><![CDATA[A Cuatrecasas assessorou juridicamente o Bison Bank no lançamento da “Bison Bank Electronic Money Token”, considerada a primeira stablecoin portuguesa. O novo criptoativo surge em duas versões: o EUB, indexado ao euro, e o USB, indexado ao dólar norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cuatrecasas assessorou juridicamente o Bison Bank no lançamento da “Bison Bank Electronic Money Token”, considerada a primeira stablecoin portuguesa. O novo criptoativo surge em duas versões: o EUB, indexado ao euro, e o USB, indexado ao dólar norte-americano.</p>
<p>O Bison Bank posiciona esta solução como uma ferramenta para facilitar pagamentos e transferências internacionais de forma mais rápida, segura e transparente.</p>
<p>A operação foi estruturada em conformidade com o novo enquadramento regulatório europeu para criptoativos, o Regulamento Markets in Crypto-Assets (MiCA), bem como com a legislação aplicável ao setor bancário e de moeda eletrónica.</p>
<p>Do lado da assessoria jurídica, a equipa da Cuatrecasas foi liderada pelo advogado Nuno Lima da Luz, da área de Tecnologia e Telecomunicações, contando com a participação de Tomás Gomes da Silva, da área Financeira. O projeto integrou ainda o contributo do professor universitário Paulo Cardoso do Amaral, especialista em Sistemas de Informação, que atuou como consultor externo na vertente técnica e estratégica.</p>
<p>Nuno Lima da Luz sublinha a complexidade e inovação da operação: “Esta foi uma operação muito entusiasmante, mas complexa, por exigir a harmonização da regulação financeira tradicional com os novos desafios do MiCA. Apoiámos o Bison Bank desde a conceção da estruturação operacional e jurídica até à redação do whitepaper, procurando o máximo rigor em toda a operação. Estamos muito satisfeitos com o resultado e por, mais uma vez, podermos estar ao lado do Bison Bank nestes temas vanguardistas”.</p>
<p>A principal vantagem que esta solução introduz – ‘Bison Bank Electronic Money Token’ – “é a capacidade de resolver as ineficiências, custos e incertezas dos pagamentos transfronteiriços”, aponta António Henriques, CEO do Bison Bank.</p>
<p>Por exemplo, “uma transferência internacional, fora do espaço europeu, pode envolver entre quatro e nove intermediários, o que a torna lenta e de custo imprevisível” e a “nossa solução elimina esses intermediários, reduzindo a cadeia de participantes para apenas dois — o ordenante e o beneficiário –, o que vai permitir que as transações sejam significativamente mais rápidas e económicas”, sublinha.</p>
<p>Numa fase inicial, “os EMT destinam-se exclusivamente a um segmento institucional e regulado”, ou seja, bancos, instituições de pagamento, instituições de moeda eletrónica e outros prestadpres de serviços de ativos virtuais (VASP/CASP)”.</p>
<p>Recorde-se que, em 2022, a Cuatrecasas já tinha assessorado o Bison Bank no processo de obtenção junto do Banco de Portugal do registo da Bison Digital Assets, uma filial dedicada a atividades com ativos virtuais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764079]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Roupa, aparência e forma de falar: Um em cada dez alunos sente discriminação na escola por razões económicas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/roupa-aparencia-e-forma-de-falar-um-em-cada-dez-alunos-sente-discriminacao-na-escola-por-razoes-economicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um em cada dez alunos portugueses entre os 10 e os 15 anos afirma sentir discriminação frequente na escola devido à sua condição socioeconómica, segundo um estudo realizado junto de 2500 estudantes do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um em cada dez alunos portugueses entre os 10 e os 15 anos afirma sentir discriminação frequente na escola devido à sua condição socioeconómica, segundo um estudo realizado junto de 2500 estudantes do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico. A investigação conclui que factores como a forma de falar, a roupa usada ou a falta de bens considerados “na moda” estão entre os principais motivos associados a experiências de exclusão e preconceito no contexto escolar.</p>
<p>Segundo revela o <a href="https://expresso.pt/sociedade/2026-05-18-um-em-cada-dez-alunos-sente-discriminacao-na-escola-modo-de-falar-e-roupa-usada-sao-alguns-motivos-associados-f1bcce2f" target="_blank" rel="noopener">jornal Expresso</a>, o estudo “Implicações da perceção de desigualdades socioeconómicas no bem-estar das crianças e nas suas aspirações” foi conduzido por investigadores da Universidade Lusófona, do ISCTE e da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, com financiamento do Observatório Social da Fundação “la Caixa”. Os dados mostram que, embora a maioria dos alunos refira não sofrer discriminação ou considere esses episódios pouco frequentes, cerca de 12% relatam experiências recorrentes com impacto negativo no bem-estar emocional e na integração social.</p>
<p>Os investigadores identificaram que aproximadamente metade das situações de discriminação percebida está relacionada com a aparência e o modo de falar dos alunos. A ausência de roupa ou objectos valorizados pelos colegas surge igualmente como um dos factores mais mencionados. O estudo conclui que estas experiências acabam por estar associadas a níveis mais baixos de autoestima, pior saúde mental e expectativas mais pessimistas relativamente ao futuro académico e profissional.</p>
<p>A investigação analisou também a forma como os estudantes percepcionam a sua posição social. Em média, os alunos colocam-se num nível socioeconómico intermédio, mas aqueles que referem menos recursos materiais e familiares apresentam maior vulnerabilidade social e emocional. Os autores sublinham que as “comparações diárias entre pares acentuam as experiências de privação, discriminação e preconceito”, afectando directamente o desempenho académico e o bem-estar psicológico das crianças e adolescentes.</p>
<p>Outro dos aspectos avaliados foi a chamada “privação relativa”, conceito que mede a forma como os jovens se comparam com os colegas em áreas como férias, bens materiais ou condições de vida. Embora a percepção geral de desigualdade tenha sido considerada baixa, cerca de 10% dos participantes relataram níveis elevados de privação relativa. O estudo conclui ainda que muitos alunos observam discriminação socioeconómica entre colegas nas suas escolas, mesmo quando não a sentem directamente, sem diferenças significativas entre ensino público e privado. Entre os estudantes do 7.º ao 9.º ano, esta percepção é mais acentuada.</p>
<p>Os investigadores analisaram igualmente as atitudes dos jovens perante a pobreza e detectaram diferenças entre aquilo que os alunos afirmam conscientemente e as associações inconscientes reveladas nos testes implícitos. Apesar de, de forma explícita, a maioria demonstrar atitudes positivas perante pessoas em situação de pobreza, os resultados implícitos revelam preconceitos negativos mais profundos, sobretudo entre alunos que se posicionam em estratos sociais mais elevados. Perante estas conclusões, os autores defendem que as escolas devem actuar “proactivamente na redução das desigualdades socioeconómicas”, promovendo debates sobre mérito, privilégio e estatuto social para prevenir comportamentos discriminatórios e reduzir a vulnerabilidade emocional dos alunos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764039]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mota-Engil paga a partir de 25 de maio dividendo de 17,30 cêntimos por ação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Mota-Engil anunciou hoje que o dividendo de 17,30 cêntimos por ação relativo ao exercício de 2025 será pago aos acionistas a partir do dia 25.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mota-Engil anunciou hoje que o dividendo de 17,30 cêntimos por ação relativo ao exercício de 2025 será pago aos acionistas a partir do dia 25.</p>
<p>&#8220;Nos termos legais, avisam-se os senhores acionistas que, de acordo com o deliberado em assembleia-geral de 23 de abril de 2026, se encontra a pagamento, a partir de 25 de maio de 2026, o dividendo relativo ao exercício de 2025&#8221;, anunciou hoje o grupo em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</p>
<p>O dividendo de 17,30 cêntimos por ação (ilíquido) é resultante da distribuição de reservas livres de cerca de 53 milhões de euros.</p>
<p>O agente pagador nomeado para o efeito é a Caixa Geral de Depósitos, sendo o pagamento processado através da Central de Valores Mobiliários.</p>
<p>Os acionistas que beneficiem de qualquer isenção ou dispensa legal de retenção na fonte de IRS/IRC deverão fazer disso prova junto das entidades registadoras ou depositárias das ações até ao dia anterior ao pagamento do dividendo.</p>
<p>De acordo com a Mota-Engil, a partir de quinta-feira, inclusive, as ações do grupo serão transacionadas em bolsa sem conferirem direito ao dividendo.</p>
<p>Em 2025, o lucro atribuível ao grupo Mota-Engil subiu 9% para 133 milhões de euros, num ano em que a empresa diz ter tido &#8220;o melhor resultado de sempre&#8221;, apesar da quebra de 11% de volume de negócios.</p>
<p>Num comunicado divulgado em março, a construtora indica ter registado um EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) recorde de 979 milhões, com uma &#8220;margem inédita&#8221; de 18%, alinhada com um crescimento de 27% da geração da caixa (&#8216;cash-flow&#8217; operacional) para 924 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764072]]></sapo:autor>
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		<title>Irão envia proposta revista aos EUA para tentar pôr fim à guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão terá feito chegar aos Estados Unidos uma proposta revista de paz destinada a pôr fim à guerra, numa altura em que Washington aumenta a pressão sobre Teerão e admite retomar operações militares caso não haja concessões no programa nuclear iraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="82" data-end="336">O Irão terá feito chegar aos Estados Unidos uma proposta revista de paz destinada a pôr fim à guerra, numa altura em que Washington aumenta a pressão sobre Teerão e admite retomar operações militares caso não haja concessões no programa nuclear iraniano.</p>
<p data-start="338" data-end="533">A informação foi avançada esta manhã pela agência Reuters, que cita uma fonte próxima do processo. Segundo a mesma fonte, o Paquistão terá transmitido aos Estados Unidos a nova proposta iraniana.</p>
<p data-start="582" data-end="781">O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmail Baghaei, confirmou em conferência de imprensa que Teerão respondeu a uma nova proposta dos Estados Unidos para acabar com a guerra.</p>
<p data-start="783" data-end="901">“Como anunciámos ontem, as nossas preocupações foram transmitidas ao lado americano”, afirmou Baghaei aos jornalistas.</p>
<p data-start="903" data-end="1065">O responsável acrescentou que as trocas entre as partes continuam “através do mediador paquistanês”, sem divulgar mais detalhes sobre o conteúdo das conversações.</p>
<p data-start="1106" data-end="1215">A Reuters avançou que o Paquistão partilhou com Washington uma proposta revista de paz apresentada pelo Irão.</p>
<p data-start="1217" data-end="1384">“Não temos muito tempo”, afirmou a fonte citada pela agência, quando questionada sobre se seria necessário mais tempo para ultrapassar as divergências entre as partes.</p>
<p data-start="1386" data-end="1576">A mesma fonte acrescentou que tanto os Estados Unidos como o Irão “continuam a mudar as balizas”, numa referência às alterações sucessivas nas exigências de cada lado durante as negociações.</p>
<p data-start="1642" data-end="1904">Ainda não é claro o que consta da nova proposta iraniana. No entanto, exigências anteriores de Teerão terão incluído compensações pelos danos provocados pela guerra, o fim da guerra de Israel no Líbano e o levantamento do bloqueio americano aos portos iranianos.</p>
<p data-start="1906" data-end="2111">Entre as condições anteriormente associadas ao Irão estariam também garantias de que não haveria novos ataques contra território iraniano e o reconhecimento da soberania iraniana sobre o estreito de Ormuz.</p>
<p data-start="2113" data-end="2170">Esta última exigência foi rejeitada pelos Estados Unidos.</p>
<p data-start="2237" data-end="2342">A tensão aumenta num momento em que Washington estará a perder a paciência com os negociadores iranianos.</p>
<p data-start="2344" data-end="2488">Os Estados Unidos estarão a ponderar retomar operações militares caso Teerão não aceite fazer as concessões pretendidas no seu programa nuclear.</p>
<p data-start="2490" data-end="2708" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A proposta revista surge, assim, num ponto crítico das negociações, com o Paquistão a assumir o papel de mediador e com ambas as partes pressionadas pelo tempo para tentar encontrar uma saída diplomática para a guerra.</p>
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