<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Aug 2026 16:44:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Irão: Teerão anuncia acordo com Omã sobre nova rota no estreito de Ormuz</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-anuncia-acordo-com-oma-sobre-nova-rota-no-estreito-de-ormuz/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-anuncia-acordo-com-oma-sobre-nova-rota-no-estreito-de-ormuz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 16:44:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Omã]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797998</guid>

					<description><![CDATA[O Irão chegou a acordo com Omã sobre uma nova rota marítima no estreito de Ormuz, anunciou hoje a diplomacia de Teerão, que avisou no entanto que a conclusão do entendimento não significa a reabertura imediata da estratégica via.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão chegou a acordo com Omã sobre uma nova rota marítima no estreito de Ormuz, anunciou hoje a diplomacia de Teerão, que avisou no entanto que a conclusão do entendimento não significa a reabertura imediata da estratégica via.</P><br />
<P>&#8220;As coordenadas geográficas da rota proposta foram acordadas por ambas as partes e, salvo interferência de terceiros, a declaração conjunta que define os principais pontos do acordo encontra-se em fase final de revisão e redação&#8221;, declarou Esmail Baghaei, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, citado pela agência noticiosa oficial IRNA. </P><br />
<P>O porta-voz ressalvou que um acordo com Omã não levará, por si só, à reabertura imediata do estreito de Ormuz, argumentando que o bloqueio iraniano ao tráfego marítimo comercial foi uma consequência da ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel desde 28 de fevereiro contra a República Islâmica e das repercussões de segurança resultantes. </P><br />
<P>Segundo Baghaei, enquanto o bloqueio naval dos Estados Unidos aos portos iranianos se mantiver, juntamente com outras ações que descreveu como &#8220;agressivas e ameaçadoras&#8221;, o estreito não pode ser considerado seguro para a navegação comercial.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-anuncia-acordo-com-oma-sobre-nova-rota-no-estreito-de-ormuz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797998]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>As “viúvas negras” da guerra: o esquema que promete milhões à custa dos soldados russos mortos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/as-viuvas-negras-da-guerra-o-esquema-que-promete-milhoes-a-custa-dos-soldados-russos-mortos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/as-viuvas-negras-da-guerra-o-esquema-que-promete-milhoes-a-custa-dos-soldados-russos-mortos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 16:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[viúvas negras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797999</guid>

					<description><![CDATA[Crescem os casos na Rússia de mulheres acusadas de seduzir ou casar com militares pouco antes do destacamento para a guerra, com o objetivo de receber as elevadas compensações financeiras atribuídas em caso de morte]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Maria recebeu um telefonema do Exército russo a informar que o pai tinha morrido na guerra na Ucrânia, a notícia trouxe duas surpresas devastadoras.</p>
<p>Além de desconhecer que Yuri, de 59 anos, se tinha alistado, descobriu que o pai se casara apenas dois dias antes de ser enviado para a frente de combate. A mulher, 22 anos mais nova e completamente desconhecida da família, tornou-se automaticamente a beneficiária da indemnização paga pelo Estado aos familiares dos militares mortos.</p>
<p>O caso, revelado pela &#8216;CNN&#8217;, é um dos vários que estão a alimentar um fenómeno cada vez mais discutido na Rússia: as chamadas &#8220;viúvas negras&#8221;, mulheres acusadas de seduzir ou casar com militares pouco antes do destacamento para a guerra, com o objetivo de receber as elevadas compensações financeiras atribuídas em caso de morte.</p>
<p><strong>Como funciona o esquema?</strong></p>
<p>Sempre que um militar russo morre em combate, os familiares mais próximos têm direito a indemnizações que começam nos cinco milhões de rublos (cerca de 54 mil euros, ao câmbio atual).</p>
<p>Segundo responsáveis russos e vários meios de comunicação do país, este sistema estará a ser explorado por grupos que procuram homens vulneráveis, convencendo-os a celebrar casamentos rápidos antes do envio para a guerra.</p>
<p>Como o cônjuge passa a ser o herdeiro legal e principal beneficiário das compensações, familiares diretos, como filhos ou pais, podem ficar excluídos desses pagamentos.</p>
<p><strong>Casamentos até&#8230; no leito de morte</strong></p>
<p>Nos últimos meses multiplicaram-se relatos de alegados casamentos realizados poucos dias antes do envio para a frente de combate ou mesmo em hospitais militares, quando soldados gravemente feridos já se encontravam em estado terminal.</p>
<p>Num dos casos mais mediáticos, uma enfermeira de um hospital militar foi despedida após ser acusada de casar com cinco soldados sob os seus cuidados antes de estes morrerem, para posteriormente reclamar as respetivas indemnizações.</p>
<p><strong>Incentivos criaram terreno fértil</strong></p>
<p>Após a invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, o Kremlin incentivou os militares recém-alistados a casar antes da mobilização.</p>
<p>As autoridades simplificaram os procedimentos para permitir casamentos quase imediatos, dispensando os períodos habituais de espera, enquanto televisões estatais transmitiam cerimónias coletivas organizadas para soldados prestes a seguir para a guerra.</p>
<p>Segundo a &#8216;CNN&#8217;, esta política procurava reforçar o apoio familiar aos militares e enquadrava-se também na defesa dos chamados &#8220;valores tradicionais&#8221; promovida pelo presidente Vladimir Putin.</p>
<p><strong>&#8220;Case com um soldado e compre uma casa&#8221;</strong></p>
<p>O fenómeno ganhou ainda maior notoriedade depois de um podcast gravado na cidade siberiana de Tomsk.</p>
<p>Durante a emissão, uma consultora imobiliária sugeriu, entre risos, que uma mulher solteira poderia casar com um militar destacado para a guerra e utilizar a indemnização recebida após a sua morte para comprar casa.</p>
<p>As duas intervenientes acabaram condenadas pela Justiça russa a penas de trabalho comunitário e foram obrigadas a pedir desculpa publicamente aos soldados e às respetivas famílias.</p>
<p><strong>Há suspeitas de envolvimento de militares</strong></p>
<p>Alguns dos processos investigados pelas autoridades russas são ainda mais graves.</p>
<p>Num caso divulgado pelos meios de comunicação do país, investigadores suspeitam que elementos das forças armadas terão ajudado a recrutar homens sem familiares próximos, organizando casamentos com mulheres envolvidas no esquema antes de os militares serem enviados para missões consideradas de elevado risco.</p>
<p>Segundo as investigações citadas pela &#8216;CNN&#8217;, o objetivo seria repartir posteriormente as indemnizações pagas pelo Estado. Até ao momento, não foram conhecidos desenvolvimentos públicos sobre esse processo.</p>
<p><strong>Uma guerra que também muda a vida longe da frente</strong></p>
<p>O caso de Maria ilustra o impacto humano destas alegadas fraudes.</p>
<p>Depois da morte do pai, descobriu que o apartamento onde ele vivia também tinha sido vendido. Hoje, diz não ter ficado com qualquer objeto que lhe recorde Yuri.</p>
<p>&#8220;Não me resta absolutamente nada. Nem uma única recordação dele. Tenho apenas as chaves do apartamento&#8230; e já nem sequer abrem a porta&#8221;, afirmou à &#8216;CNN&#8217;, entre lágrimas.</p>
<p>À medida que a guerra se prolonga e aumenta o número de mortos, também cresce na Rússia a preocupação com este tipo de alegados esquemas, que, segundo políticos e meios de comunicação russos, exploram militares vulneráveis e as elevadas compensações pagas às famílias dos soldados mortos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/as-viuvas-negras-da-guerra-o-esquema-que-promete-milhoes-a-custa-dos-soldados-russos-mortos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797999]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Crise nos rios da Europa já é visível do Espaço. Há centrais nucleares em risco e navios encalhados</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/crise-nos-rios-da-europa-ja-e-visivel-do-espaco-ha-centrais-nucleares-em-risco-e-navios-encalhados/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/crise-nos-rios-da-europa-ja-e-visivel-do-espaco-ha-centrais-nucleares-em-risco-e-navios-encalhados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 16:33:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797994</guid>

					<description><![CDATA[Imagens de satélite divulgadas pela Agência Espacial Europeia mostram o contraste entre 2023 e 2026: rios como o Danúbio e o Reno surgem agora muito mais estreitos, rodeados por margens secas e extensos bancos de areia que normalmente permanecem submersos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vaga de calor e a seca que atingem grande parte da Europa estão a provocar uma crise sem precedentes nos principais rios do continente. Os níveis da água caíram para mínimos históricos em vários locais, numa situação tão grave que já pode ser observada a partir do Espaço.</p>
<p>Imagens de satélite divulgadas pela Agência Espacial Europeia mostram o contraste entre 2023 e 2026: rios como o Danúbio e o Reno surgem agora muito mais estreitos, rodeados por margens secas e extensos bancos de areia que normalmente permanecem submersos.</p>
<p>Os cientistas lembram que a Europa é o continente que aquece mais rapidamente no planeta e alertam que as ondas de calor sucessivas e a falta persistente de chuva estão a transformar um fenómeno sazonal numa nova realidade climática.</p>
<p>As consequências já se fazem sentir muito para além da paisagem. Os grandes rios europeus são essenciais para o transporte de mercadorias, a produção de energia, o arrefecimento de centrais nucleares, o turismo e a sobrevivência de inúmeros ecossistemas.</p>
<p><strong>Danúbio atinge mínimos históricos e provoca crise energética</strong></p>
<p>O Danúbio, o segundo maior rio da Europa, registou níveis de água nunca antes observados em Budapeste. Na capital húngara, a altura da água desceu para apenas cerca de 10 centímetros, destruindo o anterior recorde estabelecido em 2018.</p>
<p>A situação já obrigou a reduzir drasticamente a produção da central nuclear de Paks, responsável por quase metade da eletricidade consumida na Hungria.</p>
<p>A central utiliza água do Danúbio para arrefecer os reatores e está atualmente a funcionar com apenas cerca de 10% da capacidade. Se o caudal continuar a diminuir, existe o risco de uma paragem total.</p>
<p>Também a Roménia enfrenta dificuldades. As autoridades recorreram a explosivos para remover rochas e desviar mais água do Danúbio para a central nuclear de Cernavodă, enquanto estudam a construção de um dique temporário para garantir o funcionamento do único reator atualmente em operação.</p>
<p><strong>Reno obriga navios a navegar quase vazios</strong></p>
<p>O Reno atravessa algumas das regiões industriais mais importantes da Europa e constitui uma das principais vias de transporte de matérias-primas, combustíveis e produtos alimentares.</p>
<p>Mas também aqui a situação é crítica. No estreitamento de Kaub, na Alemanha, o nível da água desceu para cerca de 23 centímetros, ultrapassando o anterior mínimo histórico registado em 2018.</p>
<p>Para evitar encalhes, muitas embarcações comerciais foram obrigadas a reduzir a carga até 80%, aumentando significativamente os custos do transporte e afetando as cadeias de abastecimento.</p>
<p>Empresas industriais já começaram a transferir parte das mercadorias para o transporte ferroviário e rodoviário, numa tentativa de minimizar os impactos da navegação limitada.</p>
<p><strong>Cruzeiros cancelados e relíquias escondidas voltam à superfície</strong></p>
<p>Os efeitos da seca estendem-se também ao turismo.</p>
<p>Nos últimos dias, um navio de cruzeiro encalhou num banco de areia no Danúbio, na Bulgária, obrigando a alterar itinerários.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o recuo das águas revelou vestígios históricos que permaneciam escondidos há décadas ou séculos.</p>
<p>Na Bulgária foram encontrados os restos do que poderá ser um mamute pré-histórico. Na Sérvia voltou a emergir um navio de guerra alemão afundado durante a II Guerra Mundial, uma das várias embarcações que permaneciam submersas no leito do Danúbio.</p>
<p><strong>Outros rios também estão em mínimos</strong></p>
<p>A situação não se limita ao Danúbio e ao Reno.</p>
<p>O Pó, em Itália, e o Loire, em França, apresentam igualmente níveis excecionalmente baixos em vários troços, refletindo uma tendência que se repete em grande parte da Europa Central e Ocidental.</p>
<p>Segundo os especialistas, a conjugação de um inverno com pouca neve nos Alpes, da escassez de precipitação e de sucessivas ondas de calor explica o agravamento da situação.</p>
<p><strong>&#8220;É apenas a ponta do icebergue&#8221;</strong></p>
<p>Para Richard Allan, climatólogo da Universidade de Reading, os recordes observados este verão dificilmente serão excecionais.</p>
<p>&#8220;À medida que o clima continua a aquecer, os extremos hidrológicos que estamos a viver serão apenas a ponta do icebergue&#8221;, alertou.</p>
<p>O investigador defende que a única forma de reduzir estes fenómenos passa por diminuir rapidamente as emissões de gases com efeito de estufa e apostar em políticas de adaptação de longo prazo.</p>
<p>Enquanto isso não acontece, as imagens captadas do Espaço mostram uma realidade difícil de ignorar: alguns dos rios mais importantes da Europa estão a encolher a um ritmo sem precedentes, colocando sob pressão a energia, os transportes, a economia e os recursos hídricos de milhões de europeus.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">📉 Exceptionally low water levels are visible along the Loire 🇫🇷, Po 🇮🇹, Rhine 🇩🇪 &amp; Danube 🇭🇺 in new <a href="https://x.com/hashtag/CopernicusEU?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#CopernicusEU</a> Sentinel-2 imagery.</p>
<p>🛰️ The <a href="https://x.com/hashtag/ImageOfTheDay?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ImageOfTheDay</a> reveal the impact of prolonged drought across Europe supporting monitoring.</p>
<p>🔗 <a href="https://t.co/KXibcQhHJ2">https://t.co/KXibcQhHJ2</a> <a href="https://t.co/YGe56JyT52">pic.twitter.com/YGe56JyT52</a></p>
<p>&mdash; Copernicus EU (@CopernicusEU) <a href="https://x.com/CopernicusEU/status/2084946388698141076?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/crise-nos-rios-da-europa-ja-e-visivel-do-espaco-ha-centrais-nucleares-em-risco-e-navios-encalhados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797994]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha em alta e segue Europa maioritariamente positiva</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-fecha-em-alta-e-segue-europa-maioritariamente-positiva/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-fecha-em-alta-e-segue-europa-maioritariamente-positiva/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 16:14:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797986</guid>

					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a crescer 0,08% para 9.176,10 pontos, em linha com uma Europa maioritariamente positiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a crescer 0,08% para 9.176,10 pontos, em linha com uma Europa maioritariamente positiva. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que fazem parte do PSI, oito subiram, sete desceram e a Corticeira Amorim ficou inalterada em 6,69 euros. </P><br />
<P>A liderar as subidas ficaram os CTT, que ascenderam 1,46% para 6,27 euros e a Sonae SGPS, que também se valorizou 1,46% para 2,09 euros.   </P><br />
<P>No resto da Europa, Madrid avançou 0,17%, Londres 0,08% e Paris 0,03%, enquanto Frankfurt cedeu 0,29%. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-fecha-em-alta-e-segue-europa-maioritariamente-positiva/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797986]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CT da Petrogal desafia Montenegro a tomar &#8220;posição clara&#8221; sobre acordo Galp-Moeve</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ct-da-petrogal-desafia-montenegro-a-tomar-posicao-clara-sobre-acordo-galp-moeve/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ct-da-petrogal-desafia-montenegro-a-tomar-posicao-clara-sobre-acordo-galp-moeve/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 16:13:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[galp]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Moeve]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Petrogal]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797980</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão Central de Trabalhadores (CCT) da Petrogal desafiou hoje o primeiro-ministro a assumir uma "posição clara e pública" sobre o futuro da refinaria de Sines e o que acordo Galp-Moeve representa para a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Central de Trabalhadores (CCT) da Petrogal desafiou hoje o primeiro-ministro a assumir uma &#8220;posição clara e pública&#8221; sobre o futuro da refinaria de Sines e o que acordo Galp-Moeve representa para a empresa.</P><br />
<P>&#8220;O senhor primeiro-ministro Luís Montenegro fez questão de dizer que este verão não iria de férias. A CCT devolve-lhe o repto. Se o tempo é para trabalhar, que se aproveite para assumir, de uma vez por todas, uma posição clara e pública sobre o futuro da refinaria de Sines e sobre o que este negócio representa para todos os trabalhadores da empresa&#8221;, lê-se num comunicado hoje divulgado.</P><br />
<P>Recordando o alerta recente da Associação para o Desenvolvimento Económico (Sedes) sobre o impacto do acordo para fusão dos negócios de refinação e comercialização da Galp e da espanhola Moeve, cuja conclusão está prevista para o segundo semestre deste ano, a CCT questiona &#8220;quantas vozes mais são precisas para que o Governo diga, sem vaguidades, o que vai fazer para garantir que a refinaria de Sines continua em Portugal, e que respostas tem para todos os trabalhadores da empresa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Sedes confirma o que é óbvio para quem trabalha em Sines há décadas. Portugal tem uma única refinaria, Espanha tem nove, e é essa assimetria que torna este ativo insubstituível para a autonomia energética nacional&#8221;, enfatiza, acrescentando: &#8220;Não é só a CCT que o diz. É agora também uma associação de referência no debate económico português&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado recentemente divulgado, a Sedes defendeu que o acordo Galp-Moeve, que afeta a refinaria de Sines, tem implicações sérias para o país e vincou que o Estado português tem poderes para salvaguardar ativos estratégicos. </P><br />
<P>&#8220;Este negócio tem implicações complexas e sérias do ponto de vista estratégico para Portugal. Como é sabido, as refinarias de petróleo são ativos com grande complexidade tecnológica e muito &#8216;know-how&#8217; [conhecimento] incorporado [&#8230;]. Enquanto Espanha possui nove refinarias, Sines é a única refinaria existente em território português&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Segundo sublinhou a associação, a concretizar-se o negócio, Portugal ficará totalmente dependente de decisões tomadas fora do país e da União Europeia no que toca ao abastecimento de produtos refinados. </P><br />
<P>Congratulando-se &#8220;que uma instituição da sociedade civil chegue às mesmas conclusões&#8221; que a CCT vem sublinhando desde o início do ano, a Comissão de Trabalhadores da Petrogal alerta que &#8220;o que está em causa não é só a refinaria de Sines, é o futuro de toda a empresa e de todos os que nela trabalham&#8221;.</P><br />
<P>A CCT nota que &#8220;a Sedes confirma ainda os contornos concretos do negócio que aquela comissão tem denunciado, com a Sines a ficar integrada numa nova empresa sediada em Espanha, controlada até 80% por dois fundos de &#8216;private equity&#8217;, Mubadala e Carlyle, ficando a Galp reduzida a um peso residual num ativo que ajudou a construir e a operar ao longo de décadas&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Sublinha também o risco de desaparecimento de conhecimento técnico e de capacidade de investigação e inovação em Sines, exatamente o alerta que a CCT tem repetido sobre o futuro de todos os trabalhadores da empresa, não apenas os de Sines&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Recordando que &#8220;o país já sabe o que acontece quando uma unidade deixa de ser prioridade para quem a gere&#8221;, a CCT aponta a refinaria de Matosinhos como &#8220;o exemplo mais próximo e mais doloroso&#8221;: &#8220;Onde antes se refinava petróleo e se davam postos de trabalho industrial, discute-se agora quantos hectares vão para habitação de luxo, quantos para escritórios e quantos para um pretenso &#8216;hub&#8217; de inovação&#8221;, lamenta.</P><br />
<P>A CCT da Petrogal salienta que &#8220;não quer para nenhuma área da empresa esse caminho&#8221;, pelo que &#8220;insiste que o essencial não é gerir o encerramento, é impedir que ele alguma vez se torne uma hipótese sobre a mesa&#8221;.</P><br />
<P>Quanto ao Governo, considera que &#8220;a diferença de discurso&#8221; sobre o negócio Galp-Moeve &#8220;não é apenas gritante, é reveladora&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Em janeiro, a ministra do Ambiente e da Energia via este negócio como um ganho, com Portugal a passar a ter influência sobre três refinarias em vez de uma. Sete meses depois, com o acordo mais avançado e os contornos concretos já conhecidos, o Governo diz apenas que está a acompanhar de muito perto e a estudar instrumentos legais, sem nunca dizer quais, sem prazo, sem qualquer garantia para os trabalhadores&#8221;, critica. </P><br />
<P>Denunciando que &#8220;acompanhar não é uma política&#8221; e que &#8220;estudar não é uma decisão&#8221;, a CCT da Petrogal remata alertando que &#8220;o silêncio, quando o interesse nacional está em causa, não é neutralidade, é conivência&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ct-da-petrogal-desafia-montenegro-a-tomar-posicao-clara-sobre-acordo-galp-moeve/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797980]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Antigos responsáveis da Europa reuniram-se em segredo com um ex-alto dirigente do Kremlin para discutir a paz na Ucrânia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/antigos-responsaveis-da-europa-reuniram-se-em-segredo-com-um-ex-alto-dirigente-do-kremlin-para-discutir-a-paz-na-ucrania/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/antigos-responsaveis-da-europa-reuniram-se-em-segredo-com-um-ex-alto-dirigente-do-kremlin-para-discutir-a-paz-na-ucrania/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 16:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797976</guid>

					<description><![CDATA[Reunião terá sido promovida pelo Center for Humanitarian Dialogue (HD), uma organização suíça independente dedicada à mediação de conflitos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antigos altos responsáveis do Reino Unido, França e Alemanha participaram, em julho, numa reunião discreta com um antigo dirigente do Kremlin, em Viena, para explorar possíveis condições para futuras negociações de paz entre a Ucrânia e a Rússia, revelou a &#8216;Bloomberg&#8217;.</p>
<p>Segundo a agência, o encontro decorreu à porta fechada e envolveu Tim Barrow, antigo conselheiro de Segurança Nacional britânico, Markus Ederer, antigo secretário de Estado alemão e ex-embaixador da União Europeia na Rússia, e Pierre Vimont, um veterano diplomata francês e europeu.</p>
<p>A identidade do antigo responsável do Kremlin que participou nas conversações não foi divulgada pelas fontes citadas pela &#8216;Bloomberg&#8217;.</p>
<p>Segundo a publicação, este tipo de encontros integra aquilo que é conhecido como diplomacia informal ou backchannel diplomacy — contactos discretos que permitem a antigos governantes, diplomatas e especialistas testar possíveis soluções para conflitos sem comprometer oficialmente os respetivos governos.</p>
<p>Embora os participantes deixem de exercer funções executivas, as conclusões destas reuniões podem posteriormente ser transmitidas aos atuais responsáveis políticos.</p>
<p>A reunião terá sido promovida pelo Center for Humanitarian Dialogue (HD), uma organização suíça independente dedicada à mediação de conflitos. A entidade afirma trabalhar na Ucrânia desde 2014 e refere que, após o início da invasão russa em grande escala, em 2022, ajudou a criar canais para a evacuação de civis.</p>
<p>Markus Ederer e Pierre Vimont integram atualmente o conselho de administração da organização.</p>
<p>De acordo com a &#8216;Bloomberg&#8217;, Viena não foi o único palco destes contactos. Nos últimos meses terá existido pelo menos outro encontro semelhante, realizado em Baku, no Azerbaijão, envolvendo antigos responsáveis alemães e russos.</p>
<p>Não é claro se estas conversações tiveram qualquer impacto nas posições oficiais das partes ou se resultaram em propostas concretas para um eventual processo negocial.</p>
<p>As revelações surgem numa altura em que continuam sem existir negociações formais entre Moscovo e Kiev para pôr fim à guerra iniciada pela invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022, e em que os combates e os ataques de ambos os lados continuam a dificultar qualquer aproximação diplomática.</p>
<p>Segundo a &#8216;Bloomberg&#8217;, o objetivo destes canais discretos passa precisamente por manter abertas vias de diálogo que possam ser úteis caso surja uma oportunidade para futuras negociações de paz.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/antigos-responsaveis-da-europa-reuniram-se-em-segredo-com-um-ex-alto-dirigente-do-kremlin-para-discutir-a-paz-na-ucrania/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797976]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Já há mais de 1.000 XPENG a circular em Portugal. Marca continua a acelerar conquista do mercado elétrico</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ja-ha-mais-de-1-000-xpeng-a-circular-em-portugal-marca-continua-a-acelerar-conquista-do-mercado-eletrico/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ja-ha-mais-de-1-000-xpeng-a-circular-em-portugal-marca-continua-a-acelerar-conquista-do-mercado-eletrico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 15:58:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[XPENG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797966</guid>

					<description><![CDATA[Fabricante afirma que este resultado confirma o crescimento da procura pelos seus modelos e consolida o posicionamento da XPENG entre as marcas emergentes com maior expansão no segmento da mobilidade elétrica em Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A XPENG ultrapassou as 1.000 matrículas em Portugal nos primeiros sete meses de 2026, reforçando a presença da marca no mercado nacional de veículos elétricos.</p>
<p>Em comunicado, a fabricante afirma que este resultado confirma o crescimento da procura pelos seus modelos e consolida o posicionamento da XPENG entre as marcas emergentes com maior expansão no segmento da mobilidade elétrica em Portugal.</p>
<p>A evolução registada no mercado português acompanha o crescimento global da empresa. Segundo a XPENG, foram entregues 38.027 veículos em julho, mais 4% do que no mesmo mês do ano passado.</p>
<p>Com este desempenho, a marca diz ter ultrapassado os 1,2 milhões de automóveis entregues em todo o mundo desde o início da atividade.</p>
<p>“Ultrapassar as 1.000 matrículas em Portugal é um marco muito importante para a XPENG e demonstra a confiança crescente dos clientes portugueses na marca”, afirma Rafael Monteiro, diretor de operações da XPENG Portugal.</p>
<p>O responsável acrescenta que o resultado reflete o trabalho da rede de concessionários e da equipa nacional, garantindo que a empresa continuará a investir no reforço da presença no mercado português.</p>
<p>Atualmente, a gama da XPENG em Portugal inclui o SUV coupé G6, o SUV familiar G9 e a berlina P7+.</p>
<p>Segundo a marca, os três modelos partilham a mais recente tecnologia elétrica da fabricante e obtiveram a classificação máxima de cinco estrelas nos testes de segurança Euro NCAP. O G9 foi também distinguido como Grande SUV do Ano nos Prémios Carro do Ano 2026.</p>
<p><strong>Novo XPENG L03 chega a Portugal ainda este ano</strong></p>
<p>A expansão internacional da XPENG deverá continuar com o lançamento do novo L03, apresentado em julho durante um evento da marca em Munique.</p>
<p>O modelo estará disponível com versões totalmente elétricas e com extensor de autonomia e deverá ser comercializado em 65 países e regiões ao longo de 2026.</p>
<p>Em Portugal, a chegada do XPENG L03 está prevista para os últimos quatro meses do ano, alargando a oferta da fabricante no mercado nacional.</p>
<p>A empresa confirmou também que o sistema de condução inteligente NGP, suportado pela tecnologia de inteligência artificial VLA 2.0, começará a ser implementado internacionalmente em 2027.</p>
<p>Segundo a XPENG, esta expansão permitirá disponibilizar as soluções de assistência à condução da marca num número crescente de mercados.</p>
<p><strong>Marca estima redução de 3,23 milhões de toneladas de emissões</strong></p>
<p>A XPENG estima ainda que os veículos elétricos entregues entre janeiro e julho de 2026 permitirão evitar mais de 3,23 milhões de toneladas de emissões de gases com efeito de estufa ao longo do respetivo ciclo de vida, por comparação com veículos equipados com motores de combustão.</p>
<p>De acordo com os cálculos divulgados pela empresa, este impacto corresponderia aproximadamente ao carbono absorvido por 53,75 milhões de árvores jovens durante dez anos.</p>
<p>A marca considera que o desempenho alcançado em Portugal e o crescimento das entregas globais refletem a estratégia de combinar inovação tecnológica, mobilidade elétrica e expansão internacional.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ja-ha-mais-de-1-000-xpeng-a-circular-em-portugal-marca-continua-a-acelerar-conquista-do-mercado-eletrico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797966]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trabalhadores preocupados com futuro da Estoril Sol concentram-se esta 5.ª feira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trabalhadores-preocupados-com-futuro-da-estoril-sol-concentram-se-na-5-a-feira/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/trabalhadores-preocupados-com-futuro-da-estoril-sol-concentram-se-na-5-a-feira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 15:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estoril Sol]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797944</guid>

					<description><![CDATA[Os trabalhadores da Estoril Sol reúnem-se na quinta-feira num plenário/concentração para manifestar preocupação com a viabilidade da empresa, cujo prejuízo se agravou para 17,9 milhões de euros em 2025, e "denunciar o silêncio" da administração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os trabalhadores da Estoril Sol reúnem-se na quinta-feira num plenário/concentração para manifestar preocupação com a viabilidade da empresa, cujo prejuízo se agravou para 17,9 milhões de euros em 2025, e &#8220;denunciar o silêncio&#8221; da administração.</P><br />
<P>&#8220;Perante o alarme e a incerteza que esta situação inevitavelmente provoca, a administração deve reunir, com caráter de urgência, com as Organizações Representativas dos Trabalhadores (ORT), prestar todos os esclarecimentos e discutir as soluções que pretende implementar&#8221;, lê-se num comunicado divulgado hoje pelo Sindicato de Hotelaria Sul e pela Comissão Unitária de Trabalhadores da Estoril Sol III.</P><br />
<P>A agência Lusa tentou obter um comentário da administração da Estoril Sol, que não respondeu até ao momento.</P><br />
<P>Segundo salientam as ORT, após sucessivos adiamentos, o relatório e contas da Estoril Sol entretanto divulgado reporta um prejuízo de 17,9 milhões de euros, muito acima dos 4,8 milhões de euros registados de 2024, uma necessidade de reforço dos capitais próprios em cerca de 35 milhões de euros para cumprimento das exigências da Lei do Jogo e o reconhecimento de imparidades no valor de 13,2 milhões de euros.</P><br />
<P>Um &#8220;quadro preocupante&#8221; que, alertam, suscita &#8220;sérias preocupações quanto ao futuro da concessão e à manutenção dos postos de trabalho&#8221;.</P><br />
<P>Adicionalmente, as ORT indicam estar prevista no relatório e contas &#8220;a constituição de uma provisão de 3,3 milhões de euros destinada a uma reestruturação com redução permanente dos custos operacionais, sem explicação do processo&#8221;.</P><br />
<P>Questionado se tal pode implicar &#8220;um despedimento coletivo, uma reorganização de serviços, a eliminação de estruturas redundantes ou apenas uma racionalização de processos&#8221;, reiteram que &#8220;a empresa tem a obrigação de esclarecer os trabalhadores&#8221;.</P><br />
<P>Embora a Estoril Sol &#8220;afirme publicamente dispor de recursos suficientes para assegurar a continuidade da concessão&#8221;, as ORT enfatizam que, &#8220;se assim é, [&#8230;] então tem o dever de informar os trabalhadores sobre as medidas que pretende adotar para garantir a estabilidade, a manutenção da concessão e a salvaguarda dos postos de trabalho&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os trabalhadores têm o direito de conhecer as respostas e exigem participar, através das suas ORT, na definição e acompanhamento de qualquer processo de reestruturação. A empresa não pode continuar a alimentar a incerteza através do silêncio&#8221;, sustentam, salientando que &#8220;qualquer processo de recuperação da empresa não pode pôr em causa os postos de trabalho, nem os direitos e rendimentos atuais/futuros dos trabalhadores&#8221;.</P><br />
<P>Face à &#8220;gravidade da situação&#8221;, as organizações representativas dos trabalhadores defendem que também o Governo, através do secretário de Estado do Turismo, e o Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ) &#8220;não podem permanecer em silêncio&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, &#8220;perante o silêncio ensurdecedor da empresa e das entidades públicas competentes&#8221;, as ORT dizem ter &#8220;intensificado a sua intervenção institucional&#8221;, tendo uma reunião já agendada para o dia 16 com o secretário de Estado do Turismo e uma outra para 10 de setembro na Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT/Ministério do Trabalho), com a presença da empresa.</P><br />
<P>Paralelamente, aguardam o agendamento da reunião requerida ao Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ).</P><br />
<P>&#8220;As ORT&#8217;s defendem a manutenção da concessão e exigem ao Governo uma avaliação do atual caderno de encargos, bem como a adoção das alterações que se revelem necessárias para assegurar a viabilidade da concessão, salvaguardar os postos de trabalho e garantir todos os direitos conquistados pelos trabalhadores&#8221;, remata o sindicato.</P><br />
<P>O plenário/concentração dos trabalhadores da Estoril Sol (III) &#8211; Turismo, Animação e Jogo, que detém a concessão do Casino Estoril e do Casino de Lisboa, está agendado para as 12:00 de quinta-feira, junto à entrada de serviço do Casino do Estoril.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/trabalhadores-preocupados-com-futuro-da-estoril-sol-concentram-se-na-5-a-feira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797944]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Gás cancerígeno detetado em nove prisões britânicas expõe centenas de reclusos e funcionários</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/gas-cancerigeno-detetado-em-nove-prisoes-britanicas-expoe-centenas-de-reclusos-e-funcionarios/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/gas-cancerigeno-detetado-em-nove-prisoes-britanicas-expoe-centenas-de-reclusos-e-funcionarios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 15:05:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797934</guid>

					<description><![CDATA[Alguns dos testes mais recentes realizados nas nove prisões remontam a períodos entre abril de 2024 e fevereiro de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Centenas de reclusos e trabalhadores poderão ter estado expostos a níveis perigosos de radão em várias prisões do Reino Unido, depois de novos testes do Ministério da Justiça terem identificado nove estabelecimentos com concentrações acima dos valores que exigem intervenção.</p>
<p class="isSelectedEnd">O radão é um gás radioativo natural, sem cor nem cheiro, que se forma a partir da decomposição de pequenas quantidades de urânio presentes nas rochas e nos solos. Quando se acumula em espaços interiores, aumenta o risco de cancro do pulmão.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o The Independent, as nove prisões com níveis considerados superiores ao limite de atuação são Dartmoor, East Sutton Park, Exeter, Leeds, Lincoln, Maidstone, Parc, Portland e The Verne.</p>
<p><strong>Número de prisões afetadas aumentou</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados mais recentes mostram que 24 prisões já registaram, em algum momento, níveis de radão acima dos limites legais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O número representa uma subida significativa em relação aos 16 estabelecimentos identificados anteriormente.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério da Justiça terá aplicado medidas destinadas a reduzir a exposição, incluindo ventilação, instalação de ventoinhas, restrição de acesso e encerramento de algumas áreas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foram também nomeados especialistas em proteção radiológica para acompanhar os riscos, em conformidade com as regras aplicáveis aos locais de trabalho.</p>
<p><strong>Dartmoor permanece encerrada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A prisão de Dartmoor, no Devon, foi encerrada em 2024 depois de funcionários e reclusos terem estado expostos durante um período prolongado a níveis de radiação muito acima do limite legal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Centenas de antigos trabalhadores e presos aderiram entretanto a uma ação judicial coletiva contra o Ministério da Justiça, na qual pedem uma indemnização.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o The Independent, o processo reúne perto de 900 participantes e cerca de 700 pedidos já terão sido apresentados formalmente. Aproximadamente 150 dos requerentes são antigos funcionários.</p>
<p class="isSelectedEnd">O futuro da prisão continua por decidir. O Governo britânico está a estudar se será possível reduzir os níveis de radão através de obras e medidas de ventilação que permitam voltar a utilizar o edifício.</p>
<p><strong>Crise de sobrelotação aumenta pressão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A revelação surge numa altura em que o Governo enfrenta uma crise crescente de capacidade no sistema prisional.</p>
<p class="isSelectedEnd">A sobrelotação já levou à libertação antecipada de alguns condenados para criar espaço nas cadeias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mark Day, responsável do Prison Reform Trust, alertou que o encerramento de mais estabelecimentos devido ao radão poderia aumentar de forma significativa a pressão sobre todo o sistema.</p>
<p class="isSelectedEnd">A prisão de Dartmoor encontra-se sem reclusos, mas continua a representar um custo anual de cerca de quatro milhões de libras para o Estado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desse montante, aproximadamente 1,5 milhões de libras correspondem à renda paga ao Ducado da Cornualha, administrado pelo príncipe de Gales.</p>
<p><strong>Contrato foi assinado apesar de alertas anteriores</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades assinaram em 2022 um contrato de arrendamento com a duração de 25 anos, embora medições realizadas em 2020 já tivessem identificado níveis inaceitavelmente elevados de radão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Numa das áreas analisadas, a concentração chegou a ser dez vezes superior ao limite legal.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Governo comprometeu-se ainda a gastar mais 68 milhões de libras em melhorias ao longo do período do contrato.</p>
<p class="isSelectedEnd">Funcionários do Ministério da Justiça afirmaram no final de junho que continuavam a analisar o futuro da unidade e os custos necessários para torná-la novamente utilizável.</p>
<p><strong>Limites são mais baixos nas celas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A legislação britânica determina a adoção de medidas de redução da exposição quando a concentração média anual de radão ultrapassa os 300 becqueréis por metro cúbico num local de trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos espaços destinados a dormir, como as celas, o limite desce para 200 becqueréis por metro cúbico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando os níveis excedem os 300 becqueréis, deve ser criado um plano específico de monitorização e o regulador de saúde e segurança tem de ser informado.</p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades estão também obrigadas a avaliar a exposição de cada pessoa potencialmente afetada e a comunicar-lhe os resultados.</p>
<p><strong>Radão associado a mais de 1100 mortes por ano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O radão pode acumular-se em edifícios, sobretudo quando a ventilação é insuficiente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora seja possível controlar a concentração através da circulação de ar e de outras medidas, o gás está associado a mais de 1100 mortes anuais por cancro do pulmão no Reino Unido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os sinais associados a uma exposição nociva estão pieira, cansaço e tosse com sangue.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sarah Rigby, dirigente da Associação dos Guardas Prisionais, afirmou esperar que o serviço prisional tenha aprendido com os erros cometidos em Dartmoor e que os funcionários das unidades afetadas não estejam a ser colocados em risco.</p>
<p><strong>Eficácia das medidas é contestada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Representantes legais envolvidos nos processos relacionados com Dartmoor defendem a realização de inspeções para confirmar se as medidas adotadas pelo Ministério da Justiça estão efetivamente a reduzir a exposição.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma jurista que investiga casos noutras prisões questionou a eficácia das intervenções e criticou a transferência de reclusos de Dartmoor para Exeter, uma das unidades onde também foram registados níveis elevados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério da Justiça garantiu que monitoriza regularmente o radão em todo o sistema prisional e que toma medidas sempre que são detetadas concentrações excessivas.</p>
<p>Alguns dos testes mais recentes realizados nas nove prisões remontam a períodos entre abril de 2024 e fevereiro de 2026. O ministério assegurou que todos os estabelecimentos foram avaliados no último ano, aguardam resultados ou têm novos testes previstos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/gas-cancerigeno-detetado-em-nove-prisoes-britanicas-expoe-centenas-de-reclusos-e-funcionarios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797934]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Autoridades já apreenderam mais cocaína em 2026 do que em todo o ano de 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-autoridades-ja-apreenderam-mais-cocaina-em-2026-do-que-em-todo-o-ano-de-2025-pj/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-autoridades-ja-apreenderam-mais-cocaina-em-2026-do-que-em-todo-o-ano-de-2025-pj/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797930</guid>

					<description><![CDATA[As autoridades portuguesas apreenderam cerca de 28 toneladas de cocaína desde o início de 2026, mais três do que em todo o ano de 2025, revelou hoje a Polícia Judiciária (PJ).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades portuguesas apreenderam cerca de 28 toneladas de cocaína desde o início de 2026, mais três do que em todo o ano de 2025, revelou hoje a Polícia Judiciária (PJ).</p>
<p>&#8220;Este ano, apesar de estarmos no início de agosto, já foi apreendida uma quantidade de cocaína superior ao total apreendido durante todo o ano de 2025&#8221;, afirmou o diretor da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, numa conferência de imprensa, em Lisboa, a propósito da operação &#8220;Skydrop&#8221;, que levou à apreensão, na terça-feira, de cinco toneladas desta droga num navio porta-contentores, no Porto de Sines.</p>
<p>João Oliveira precisou que, até ao momento, foram apreendidos &#8220;à volta de 28 toneladas&#8221; de cocaína &#8220;ao passo que no ano passado estava na grandeza das 25 toneladas&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-autoridades-ja-apreenderam-mais-cocaina-em-2026-do-que-em-todo-o-ano-de-2025-pj/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797930]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão negoceia acordo paralelo com Omã para abrir nova rota em Ormuz à margem dos EUA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-negoceia-acordo-paralelo-com-oma-para-abrir-nova-rota-em-ormuz-a-margem-dos-eua/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-negoceia-acordo-paralelo-com-oma-para-abrir-nova-rota-em-ormuz-a-margem-dos-eua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797926</guid>

					<description><![CDATA[As perturbações no estreito têm agravado a instabilidade da economia mundial e contribuído para o aumento dos preços da energia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Mais de cinco meses depois do início da guerra lançada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão, Washington continua sem resolver uma das principais consequências do conflito: a crescente militarização do Estreito de Ormuz e os ataques a navios que atravessam aquela rota estratégica.</p>
<p class="isSelectedEnd">As perturbações no estreito têm agravado a instabilidade da economia mundial e contribuído para o aumento dos preços da energia. Ao mesmo tempo, Estados Unidos e Irão nem sequer concordam sobre a existência de negociações diretas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Donald Trump afirmou esta segunda-feira que as conversações estavam em curso, poucas horas depois de Teerão ter negado qualquer diálogo com Washington.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o The Independent, as autoridades iranianas reconhecem apenas negociações com Omã sobre o futuro do Estreito de Ormuz. O grau de participação dos Estados Unidos nesse processo permanece pouco claro.</p>
<p><strong>Omã deverá coordenar proposta com Estados Unidos e países do Golfo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Neil Quilliam, professor especializado no Médio Oriente e Norte de África na Chatham House, considera improvável que Omã atue isoladamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora Mascate esteja a conduzir as negociações, o especialista acredita que a proposta será coordenada com outros países do Golfo e com os Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Washington poderá acabar por aceitar um modelo no qual o Irão receba pagamentos por serviços prestados no estreito, eventualmente apresentados como taxas ambientais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta solução permitiria contornar uma das principais divergências entre as partes. A Casa Branca tem rejeitado repetidamente a exigência iraniana de cobrar uma portagem aos navios que atravessam Ormuz.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma eventual aceitação de pagamentos sob outra designação representaria, ainda assim, uma cedência dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Administração Trump mostra otimismo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Responsáveis da administração americana têm dado sinais de que um entendimento poderá estar próximo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que foram registados progressos nas conversações entre Irão e Omã, embora ainda não exista um acordo final.</p>
<p class="isSelectedEnd">O secretário do Tesouro, Scott Bessent, mostrou-se igualmente otimista e admitiu que um entendimento para reabrir o estreito pudesse ser alcançado entre quarta e quinta-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o The Independent, esta confiança contrasta com as mais recentes exigências apresentadas por Teerão, que poderão dificultar um acordo duradouro.</p>
<p><strong>Omã propôs gestão regional e pagamentos voluntários</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na semana passada, Omã apresentou ao Irão uma proposta que prevê uma gestão regional conjunta do Estreito de Ormuz.</p>
<p class="isSelectedEnd">O plano inclui contribuições voluntárias por parte dos navios, destinadas a financiar a navegação, a proteção ambiental, as operações de busca e salvamento e outros serviços.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta afasta-se da posição defendida por Teerão, que pretende manter um controlo mais amplo sobre a passagem e cobrar pela utilização da rota.</p>
<p class="isSelectedEnd">A desconfiança entre Irão e Estados Unidos continua a ser um dos principais obstáculos. Para Neil Quilliam, faz sentido que Teerão e Mascate discutam diretamente o futuro do estreito, mas qualquer solução exigirá o apoio de Washington e dos restantes países da região.</p>
<p><strong>Irão quer controlar todos os navios que entram no estreito</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Durante as negociações, Teerão apresentou uma proposta que lhe daria controlo total sobre todo o tráfego marítimo de entrada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os navios que saíssem do estreito seguiriam uma rota entre o Irão e Omã. A autorização de saída seria concedida por Mascate, depois de o Irão ser informado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma fonte iraniana citada no artigo afirmou que Teerão dificilmente alterará esta posição.</p>
<p class="isSelectedEnd">Basil Germond, professor de segurança internacional na Universidade de Lancaster e especialista em assuntos marítimos, considera que esta exigência será inaceitável para Washington.</p>
<p class="isSelectedEnd">O académico não acredita que os Estados Unidos aceitem um acordo pós-guerra que aumente o controlo iraniano sobre a navegação regional.</p>
<p><strong>Teerão procura reforçar relações com países da região</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As negociações com Omã são também interpretadas como uma tentativa iraniana de reforçar relações com os países vizinhos e reduzir a influência americana no Golfo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Maziyar Ghiabi, diretor do Centro de Estudos Persas e Iranianos da Universidade de Exeter, considera que Teerão pretende demonstrar que a cooperação direta com o Irão pode trazer vantagens económicas e de segurança aos países da região.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sua perspetiva, esta estratégia procura criar uma distância entre os parceiros regionais e Washington.</p>
<p><strong>Estados Unidos podem aceitar taxas apresentadas como serviços ambientais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das diferenças, os especialistas admitem que Washington possa aceitar um acordo negociado entre Omã e o Irão.</p>
<p class="isSelectedEnd">A solução poderia passar pelo pagamento de taxas de serviço ao Irão, apresentadas formalmente como contribuições para a proteção ambiental e para a gestão da navegação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na prática, este modelo aproximar-se-ia da exigência iraniana de cobrar pela passagem no Estreito de Ormuz, por onde circulava, antes da guerra, cerca de um quinto do petróleo mundial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neil Quilliam considera que a prioridade de Donald Trump será reabrir o estreito, mesmo que isso implique aceitar pagamentos ao Irão sob uma designação diferente.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente americano poderá apresentar o entendimento como uma vitória de Washington, destacando os danos provocados ao programa nuclear, à marinha e à força aérea iranianas.</p>
<p>Para que o acordo avance, os países árabes do Golfo terão também de aceitar o modelo de taxas. Perante a alternativa de uma guerra de desgaste prolongada, os especialistas consideram que esta solução começa a tornar-se mais provável.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-negoceia-acordo-paralelo-com-oma-para-abrir-nova-rota-em-ormuz-a-margem-dos-eua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797926]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pelo menos quatro pessoas esfaqueadas em Londres e suspeita foi detida, revela polícia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pelo-menos-quatro-pessoas-esfaqueadas-em-londres-e-suspeita-foi-detida-policia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pelo-menos-quatro-pessoas-esfaqueadas-em-londres-e-suspeita-foi-detida-policia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:29:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Covent Garden]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797909</guid>

					<description><![CDATA[Pelo menos quatro pessoas foram hoje esfaqueadas em Covent Garden, no centro de Londres, e uma mulher foi detida, anunciou a Polícia Metropolitana da capital britânica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos quatro pessoas foram hoje esfaqueadas em Covent Garden, no centro de Londres, e uma mulher foi detida, anunciou a Polícia Metropolitana da capital britânica.</P><br />
<P>As autoridades londrinas ainda não forneceram mais detalhes sobre o incidente, que ocorreu por volta da hora do almoço em Covent Garden, uma zona movimentada e muito frequentada por turistas.</P><br />
<P>A Polícia Metropolitana descreveu que quatro homens com idades de 34, 39, 42 e 52 anos foram encontrados com ferimentos e que uma mulher de 47 anos foi detida por suspeita de posse de arma e agressão.</P><br />
<P>A polícia respondeu a um alerta por volta das 11:30 (a mesma hora de Lisboa) neste bairro turístico da capital do Reino Unido, que conta com numerosos teatros e restaurantes. </P><br />
<P>Os quatro feridos foram socorridos no local pelos serviços de emergência, precisou um porta-voz do serviço de ambulâncias de Londres.</P><br />
<P>Não foram divulgadas mais informações sobre a gravidade dos ferimentos.</P><br />
<P>A polícia tinha inicialmente referido que três pessoas tinham sido esfaqueadas no incidente, mas, num comunicado posterior, confirmou que quatro pessoas foram encontradas com ferimentos infligidos aparentemente por uma arma branca.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pelo-menos-quatro-pessoas-esfaqueadas-em-londres-e-suspeita-foi-detida-policia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797909]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cinco maiores bancos reduziram 283 trabalhadores no 1.º semestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cinco-maiores-bancos-reduziram-283-trabalhadores-no-1-o-semestre/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/cinco-maiores-bancos-reduziram-283-trabalhadores-no-1-o-semestre/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:28:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[setor bancário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797880</guid>

					<description><![CDATA[Os cinco maiores bancos tinham, em final de junho, 25.085 trabalhadores, menos 283 do que um ano antes, mas a dinâmica diverge entre instituições, segundo as contas do primeiro semestre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os cinco maiores bancos tinham, em final de junho, 25.085 trabalhadores, menos 283 do que um ano antes, mas a dinâmica diverge entre instituições, segundo as contas do primeiro semestre.</P><br />
<P>Os dois principais bancos portugueses, Caixa Geral de Depósitos (CGD) e BCP, diminuíram o quadro de pessoal em mais de 200 pessoas. O BCP fechou junho com 5.996 empregados, menos 228 do que em junho de 2025, e o banco público fechou com 5.774 funcionários, menos 218.</P><br />
<P>Do Santander Totta saíram 139 pessoas, tendo fechado junho com 4.527 trabalhadores. O banco anunciou que tem em curso um plano de reformas antecipadas e redução de agências cujos custos deverão ascender a 25 milhões de euros este ano.</P><br />
<P>Já o BPI aumentou o quadro de pessoal em 276 pessoas para 4.630 e o Novo Banco aumentou 26 trabalhadores para 4.158.</P><br />
<P>Estas contas dizem respeito ao saldo líquido entre saídas e contratações de trabalhadores. Por exemplo, o presidente da CGD disse recentemente que o banco público vai contratar mil trabalhadores nos próximos cinco anos (sobretudo para áreas de inteligência artificial e análise de dados) mas, ao mesmo tempo, todos os anos saem centenas do banco, pelo que o número líquido de trabalhadores vem diminuindo.</P><br />
<P>Depois de anos em que a banca reduziu muito a força de trabalho (sobretudo a partir de 2010 justificando com a crise), nos últimos anos esse processo continua, mas de forma mais &#8216;suave&#8217; (e muitos bancos nem admitem a existência de planos formais de saída de pessoal).</P><br />
<P>Mais recentemente, em alguns períodos, há bancos que vêm apresentando contratações líquidas.</P><br />
<P>Em geral, os bancos promovem a saída de trabalhadores mais velhos (a partir de 55 anos) &#8211; através de reformas antecipadas, pré-reformas e rescisões por acordo &#8211; e contratam mais jovens para adaptar a estrutura (torná-la mais dedicada a áreas tecnológicas e mais flexível) e baixar custos (os trabalhadores mais jovens são, em regra, mais baratos).</P><br />
<P>Segundo dados do Banco de Portugal (séries longas do setor bancário), em final de 2025, o setor contava com 60.321 empregados, no quarto ano consecutivo em que o número de trabalhadores subiu.</P><br />
<P>Contudo, avisou o Banco de Portugal (BdP), tal não significa &#8220;uma inversão do processo de ajustamento do setor&#8221;, pois aumento reflete essencialmente &#8220;o crescimento do emprego numa entidade residente pertencente a um grupo internacional, que presta serviços a outras entidades do grupo à escala global e é atualmente o maior empregador do setor bancário em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Esse banco trata-se do BNP Paribas, que em junho anunciou que tem mais de 9.700 trabalhadores em Portugal e quer ultrapassar a barreira dos 10.000 até ao final deste ano. </P><br />
<P>Nos bancos de retalho e com fortes operações domésticas, os que têm mais funcionários são BCP e CGD.</P><br />
<P>Quanto à rede comercial, o número de agências vem continuando a encolher e o processo deverá manter-se, tendo em conta a crescente digitalização dos serviços.</P><br />
<P>Os cinco maiores bancos fecharam o primeiro semestre com 1.785 agências em termos agregados, menos 44 do que um ano antes.</P><br />
<P>A redução da rede das principais instituições deveu-se sobretudo a Santander Totta, que num ano fechou 66 agências tendo agora 261. Também o BCP reduziu a rede, encerrando 11 balcões, tendo agora 385.</P><br />
<P>Indicaram crescimento da rede o BPI (mais cinco para 308 agências), o Novo Banco (mais 11 para 302) e a CGD (mais 17 para 529, entre agências e centros de empresa).</P><br />
<P>Segundo dados do BdP referentes a 2025, em final desse ano, havia 3.182 agências em Portugal (menos 102 do que em 2024).</P><br />
<P>O número de agências bancárias era, em 2025, cerca de metade do máximo registado em 2010 (6.453).</P><br />
<P>A redução da rede comercial da banca tem sido um problema levantado em Portugal por deixar populações de zonas mais remotas sem acesso a serviços bancários presenciais.</P><br />
<P>Um estudo recente do BdP identificou 1.241 freguesias que, em 2025, não tinham ponto de acesso a dinheiro físico (sem agências bancárias ou máquina ATM), o que corresponde a 40% do total de freguesias. A maior parte das freguesias situam-se em zonas rurais.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/cinco-maiores-bancos-reduziram-283-trabalhadores-no-1-o-semestre/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797880]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vendas da dona da Nivea baixam 3,5% para 5.000 M€ no 1.º semestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vendas-da-dona-da-nivea-baixam-35-para-5-000-me-no-1-o-semestre/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/vendas-da-dona-da-nivea-baixam-35-para-5-000-me-no-1-o-semestre/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:27:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Beiersdorf]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nivea]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797887</guid>

					<description><![CDATA[O grupo Beiersdorf, dono da Nívea, totalizou vendas de 5.000 milhões de euros na primeira metade do ano, uma descida de 3,5% face ao mesmo período do ano passado, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo Beiersdorf, dono da Nívea, totalizou vendas de 5.000 milhões de euros na primeira metade do ano, uma descida de 3,5% face ao mesmo período do ano passado, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>&#8220;As vendas do grupo diminuíram 3,5% para 5.000 milhões de euros&#8221;, indicou, em comunicado.  </P><br />
<P>Esta evolução foi justificada com a pressão sobre a marca Nívea, que perdeu quota de mercado nos últimos anos. </P><br />
<P>Contudo, o grupo quer retomar o crescimento da marca e elaborou um plano a 18 meses, que prevê a expansão da linha de produtos e o aumento do investimento da publicidade em 100 milhões de euros até ao final do ano. </P><br />
<P>O Beiersdorf perspetiva que a receita deverá voltar a aumentar em 2027. </P><br />
<P>No período em análise, o lucro operacional (EBIT) fixou-se em 760 milhões de euros, abaixo dos 816 milhões de euros reportados no período homólogo. </P><br />
<P>As vendas ao consumidor situaram-se em 4.113 milhões de euros, valor que compara com os 4.330 milhões de euros reportados no primeiro semestre de 2025. </P><br />
<P>Em junho, o grupo, que também é dono de marcas como Eucerin e Labello, contava com 22.326 trabalhadores, abaixo dos 22.480 de novembro de 2025.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/vendas-da-dona-da-nivea-baixam-35-para-5-000-me-no-1-o-semestre/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797887]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: Será &#8220;praticamente impossível&#8221; concluir reapreciações até sexta-feira, alertam professores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-sera-praticamente-impossivel-concluir-reapreciacoes-ate-sexta-feira-professores/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/exames-sera-praticamente-impossivel-concluir-reapreciacoes-ate-sexta-feira-professores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797895</guid>

					<description><![CDATA[O movimento de professores Missão Escola Pública (MEP) considerou hoje que será "praticamente impossível" concluir as reapreciações da 1.ª fase dos exames nacionais até sexta-feira, relatando casos de docentes convocados nos últimos dias.   ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O movimento de professores Missão Escola Pública (MEP) considerou hoje que será &#8220;praticamente impossível&#8221; concluir as reapreciações da 1.ª fase dos exames nacionais até sexta-feira, relatando casos de docentes convocados nos últimos dias.   </P><br />
<P>À semelhança das pautas da 2.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário, na sexta-feira deverão ser igualmente divulgados os resultados das reapreciações de provas realizadas na 1.ª fase.</P><br />
<P>No domingo, estavam concluídos cerca de 50% dos mais de 20 mil pedidos de reapreciação, mas Cristina Mota, porta-voz da MEP, tem dúvidas de que o processo esteja concluído a tempo.</P><br />
<P>&#8220;Durante o fim de semana e nos últimos dias, apercebamo-nos que ainda estão a ser convocados professores para reapreciações&#8221;, disse a professora, em declarações à agência Lusa.  </P><br />
<P>Inicialmente, os relatores tinham até terça-feira para finalizar esse trabalho, mas Cristina Mota refere casos de professores que ainda não tinham conseguido dar resposta a todos os pedidos e foram, entretanto, informados que poderiam fazê-lo até quinta-feira, para que os resultados sejam publicados no dia seguinte.</P><br />
<P>&#8220;Será praticamente impossível termos a totalidade das reapreciações na sexta-feira&#8221;, antecipa.</P><br />
<P>Enquanto os principais problemas na classificação eletrónica dos exames nacionais parecem ter ficado resolvidos na 2.ª fase, a MEP relata vários constrangimentos que estão a dificultar o processo de reapreciação.</P><br />
<P>Depois dos erros iniciais na atribuição das provas &#8212; alguns professores receberam exames de disciplinas que não lecionam &#8211;, há casos em que faltam os modelos preenchidos pelos alunos com a alegação justificativa para o pedido de reapreciação, ou os documentos que os relatores devem preencher. </P><br />
<P>&#8220;Este é um processo muito mais burocrático&#8221;, sublinha Cristina Mota, afirmando que, além do prazo apertado e do volume de trabalho, alguns docentes não conseguem concluir as reapreciações devido a documentação em falta.</P><br />
<P>Quanto aos exames da 2.ª fase, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, disse na segunda-feira que cerca de 97% das respostas estavam classificadas e que o processo está a decorrer &#8220;com normalidade e tranquilidade&#8221;.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital, mas durante a 1.ª fase o processo registou várias falhas técnicas, obrigando ao adiamento por alguns dias da divulgação das notas.</P><br />
<P>Admitindo que as pautas serão, provavelmente, afixadas na sexta-feira, como previsto, Cristina Mota sublinhou que voltaram a registar-se constrangimentos, ainda que em menor dimensão.</P><br />
<P>Entre folhas de continuação em falta e itens que, de um momento para o outro, desapareceram da área de trabalho dos classificadores, a porta-voz da MEP diz que na terça-feira ainda havia questões por atribuir.</P><br />
<P>Também o movimento MetaProf divulgou hoje um balanço dos relatos recebidos através da página &#8220;Exames 2026: O caos documentado&#8221;, criada durante a 1.ª fase, em que professores dão conta de falhas no acesso à plataforma, erros de correção sem resposta e fichas A (que identificam alunos com dislexia) que não estavam associadas às provas correspondentes.</P><br />
<P>Num dos testemunhos, uma professora de Física e Química conta também que tinha 141 itens para corrigir, mas o acesso à plataforma foi interrompido e os itens atribuídos desapareceram.</P><br />
<P>Perante as falhas no processo de classificação, a Federação Nacional da Educação (FNE) defendeu, na terça-feira, 10 garantias mínimas para reforçar a credibilidade dos exames nacionais.</P><br />
<P>Entre as recomendações, a federação defende que os professores devem participar na definição de futuras soluções, a valorização da função de classificador, a criação de planos de contingência e de procedimentos de avaliação e melhoria contínua do sistema.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/exames-sera-praticamente-impossivel-concluir-reapreciacoes-ate-sexta-feira-professores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797895]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Preço dos alimentos não dá tréguas: cabaz essencial volta a subir e está 35% mais caro do que há quatro anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/preco-dos-alimentos-nao-da-treguas-cabaz-essencial-volta-a-subir-e-esta-35-mais-caro-do-que-ha-quatro-anos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/preco-dos-alimentos-nao-da-treguas-cabaz-essencial-volta-a-subir-e-esta-35-mais-caro-do-que-ha-quatro-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:10:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797884</guid>

					<description><![CDATA[O cabaz de produtos alimentares essenciais acompanhado pela DECO PROteste voltou a aumentar esta semana e passou a custar 253,60 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O cabaz de produtos alimentares essenciais acompanhado pela DECO PROteste voltou a aumentar esta semana e passou a custar 253,60 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A subida foi ligeira, de 0,12 euros em relação à semana anterior, mas mantém a tendência de agravamento do custo dos alimentos ao longo dos últimos anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desde o início de 2026, o mesmo conjunto de 63 produtos ficou 11,77 euros mais caro, o equivalente a um aumento de 4,87%.</p>
<p><strong>Cabaz custa mais 12,95 euros do que há um ano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em comparação com o mesmo período do ano passado, os consumidores pagam agora mais 12,95 euros pelo cabaz, uma diferença de 5,38%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A distância torna-se ainda mais expressiva quando se recua até ao início de 2022. Nessa altura, era possível comprar os mesmos produtos por menos 65,90 euros, o que representa uma subida acumulada de 35,11%.</p>
<p><strong>Alho, fiambre e pão de forma lideram aumentos semanais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre 29 de julho e 5 de agosto, o alho seco registou a maior subida percentual, com um aumento de 8%, passando a custar 3,34 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O fiambre de perna extra fatiado aumentou 6%, para 2,45 euros, enquanto o pão de forma sem côdea subiu 5%, atingindo 2,58 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estes foram os três produtos que mais encareceram em termos percentuais durante a última semana.</p>
<p><strong>Bacalhau e robalo destacam-se na comparação anual</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Quando a comparação é feita com o mesmo período de 2025, o bacalhau graúdo surge entre os produtos com maior aumento, ao ficar 25% mais caro e atingir 20,02 euros por quilograma.</p>
<p class="isSelectedEnd">O robalo subiu 21%, para 9,90 euros por quilograma, enquanto a perca do Nilo aumentou 19%, passando a custar 12,02 euros por quilograma.</p>
<p><strong>Carne de novilho mais do que duplicou desde 2022</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Desde que a DECO PROteste começou a acompanhar este cabaz, a 5 de janeiro de 2022, a carne de novilho para cozer foi o produto que mais aumentou em termos percentuais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O preço subiu 120%, para 12,80 euros por quilograma.</p>
<p class="isSelectedEnd">Seguem-se o bacalhau graúdo, com uma subida de 89%, para 20,02 euros, e os ovos, que aumentaram 78%, atingindo 2,03 euros por quilograma.</p>
<p>Apesar de a variação desta semana ter sido reduzida, os dados mostram que o custo dos alimentos essenciais continua bastante acima dos valores registados há quatro anos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/preco-dos-alimentos-nao-da-treguas-cabaz-essencial-volta-a-subir-e-esta-35-mais-caro-do-que-ha-quatro-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797884]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Apoio a Infantino em troca de verbas? Jordânia acusa FIFA de “chantagem”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/apoio-a-infantino-em-troca-de-verbas-jordania-acusa-fifa-de-chantagem/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/apoio-a-infantino-em-troca-de-verbas-jordania-acusa-fifa-de-chantagem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797879</guid>

					<description><![CDATA[O presidente da Federação Jordana de Futebol, príncipe Ali bin al-Hussein, acusou a administração de Gianni Infantino de recorrer a “chantagem” para garantir apoio à recandidatura do atual presidente da FIFA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O presidente da Federação Jordana de Futebol, príncipe Ali bin al-Hussein, acusou a administração de Gianni Infantino de recorrer a “chantagem” para garantir apoio à recandidatura do atual presidente da FIFA.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o The Guardian, o dirigente afirma que a federação foi informada de que o acesso a apoio financeiro poderia ser facilitado caso a Jordânia declarasse apoio a Infantino para um novo mandato.</p>
<p class="isSelectedEnd">O príncipe Ali, que concorreu à presidência da FIFA em 2016 e terminou em terceiro lugar, garantiu que a Jordânia não cederá à pressão e voltou a criticar a liderança do organismo que tutela o futebol mundial.</p>
<p><strong>Jogadores aguardam prémios desde dezembro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na declaração publicada na rede social X, o dirigente enumerou várias dificuldades enfrentadas pela federação jordana na relação com a FIFA.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as principais queixas está o atraso no pagamento dos prémios devidos aos jogadores que participaram na Taça Árabe, realizada no ano passado no Qatar. A seleção da Jordânia chegou à final da competição, mas os atletas ainda não receberam o valor correspondente.</p>
<p class="isSelectedEnd">O príncipe Ali criticou o facto de a FIFA anunciar reservas financeiras de milhares de milhões enquanto continua sem pagar os prémios em falta.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável referiu ainda problemas com adeptos que compraram bilhetes para o Mundial, mas não receberam vistos, e manifestou desagrado com a tributação aplicada pelos Estados Unidos durante a permanência da seleção no país.</p>
<p><strong>Apoio a Infantino teria sido apresentado como solução</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente da federação afirmou que, durante meses, a FIFA recusou ajudar a Jordânia nestes e noutros assuntos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante o Mundial, terá sido transmitido verbalmente ao dirigente que uma declaração de apoio a Infantino poderia contribuir para resolver os problemas da federação.</p>
<p class="isSelectedEnd">O príncipe Ali classificou essa abordagem como chantagem e sublinhou que a Jordânia não apoiou anteriormente o presidente da FIFA, nem o fará agora.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o The Guardian, outras federações terão também sido pressionadas a formalizar o apoio a Infantino antes das eleições marcadas para março, embora não sejam conhecidos os métodos utilizados em todos os casos.</p>
<p><strong>Infantino perde apoios para novo mandato</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A contestação surge numa altura em que Infantino estará a perder o apoio de várias federações que anteriormente tinham enviado cartas a defender a sua continuidade para um quarto mandato.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Grécia será o caso mais recente de retirada de apoio, seguindo países como Inglaterra, País de Gales, Finlândia e Sérvia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outras federações europeias poderão tomar a mesma decisão nos próximos dias. Vários países da Concacaf, confederação que reúne a América do Norte, a América Central e as Caraíbas, estarão igualmente a ponderar deixar de apoiar Infantino.</p>
<p class="isSelectedEnd">O príncipe Ali preside também à Federação de Futebol da Ásia Ocidental, que integra países influentes como o Qatar e os Emirados Árabes Unidos, até agora favoráveis à permanência do dirigente suíço.</p>
<p><strong>Número dois da FIFA critica projeto falhado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A autoridade de Infantino sofreu ainda outro revés depois de dois dos seus principais aliados se terem distanciado do projeto Fifa Forward Enterprise, entretanto abandonado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mattias Grafström, secretário-geral da FIFA, classificou o processo como uma série de acontecimentos “tristes e censuráveis” numa mensagem enviada aos trabalhadores da organização.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dirigente procurou manter o ânimo interno depois de um Mundial considerado bem-sucedido, mas reconheceu a existência de uma turbulência difícil de compreender e aceitar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sem mencionar Infantino diretamente, Grafström afirmou que pessoas, momentos instáveis e episódios infelizes acabam por passar, enquanto a instituição e a sua missão permanecem.</p>
<p><strong>Wenger diz que afastamento do plano era inevitável</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Arsène Wenger, diretor de desenvolvimento global da FIFA, revelou que não participou na elaboração do projeto e que só soube da sua existência através da comunicação social.</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo treinador do Arsenal considerou que a retirada do plano era absolutamente necessária e defendeu uma FIFA independente, transparente e comprometida com a integridade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Infantino terá convocado os funcionários da FIFA para uma reunião de crise em Rabat, capital de Marrocos, numa altura em que tenta preservar a sua posição e recuperar apoios antes da eleição.</p>
<p>A FIFA foi contactada para responder às acusações feitas pelo presidente da Federação Jordana de Futebol.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/apoio-a-infantino-em-troca-de-verbas-jordania-acusa-fifa-de-chantagem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797879]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dona dos molhos Paladin compra a Diese e relança marca histórica da alimentação saudável</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dona-dos-molhos-paladin-compra-a-diese-e-relanca-marca-historica-da-alimentacao-saudavel/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/dona-dos-molhos-paladin-compra-a-diese-e-relanca-marca-historica-da-alimentacao-saudavel/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Diese]]></category>
		<category><![CDATA[Mendes Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Paladin]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797875</guid>

					<description><![CDATA[A Casa Mendes Gonçalves adquiriu a Diese, marca portuguesa com quase 70 anos de história e pioneira no segmento da alimentação saudável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa Mendes Gonçalves adquiriu a Diese, marca portuguesa com quase 70 anos de história e pioneira no segmento da alimentação saudável.</p>
<p>A operação marca a entrada da empresa de Golegã na área da nutrição consciente e é acompanhada por uma renovação da identidade da marca e pelo lançamento de novas gamas de produtos.</p>
<p>Com a aquisição, a Casa Mendes Gonçalves, que se posiciona como uma “Casa de Marcas” portuguesas com identidade própria, pretende dar uma nova fase à Diese, aproximando-a de consumidores mais atentos à alimentação, ao bem-estar e a novas tendências de consumo.</p>
<p>“É impossível falar da história da alimentação saudável em Portugal sem falar da Diese. Estamos a falar de uma marca com legado, memória e um papel relevante na forma como os portugueses começaram a olhar para a nutrição e para o bem-estar”, afirma Carlos Mendes Gonçalves, CEO da Casa Mendes Gonçalves.</p>
<p>Segundo o responsável, a Diese “nasceu como uma marca à frente do seu tempo” e a estratégia passa agora por “dar continuidade a essa história”, adaptando-a a um consumidor “mais informado, exigente e atento a novas tendências”.</p>
<p>O relançamento inclui uma nova identidade visual e uma oferta renovada, que conta, nesta primeira fase, com vinagres e cremes de frutos secos.</p>
<p>Entre os novos produtos está uma gama de vinagre de sidra 100% não filtrado, com “mãe do vinagre”, que inclui versões com gengibre e mel. A marca apresenta também manteigas de amendoim e creme de amêndoa com receitas simples, sem ingredientes adicionados, fonte de proteína e ricos em fibra. Estes produtos são comercializados num formato “top-up”, que a empresa apresenta como uma novidade no mercado, pensado para facilitar a utilização.</p>
<p>A Diese prevê ainda lançar novos produtos ao longo do ano, com o objetivo de alargar o portefólio e reforçar a sua presença no segmento da alimentação saudável.</p>
<p>“Este relançamento reflete a ambição de aproximar a Diese de uma nova geração de consumidores que valoriza a nutrição consciente, mas não abdica do sabor”, explica Melissa Branco, Brand Manager da Diese. A responsável sublinha que a marca pretende manter “o espírito pioneiro” e a ambição de tornar a alimentação saudável acessível.</p>
<p>A aquisição da Diese integra a estratégia da Casa Mendes Gonçalves de investir em marcas portuguesas com história e potencial de crescimento, ao mesmo tempo que procura reforçar a presença em áreas como a inovação, sustentabilidade e alimentação.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/dona-dos-molhos-paladin-compra-a-diese-e-relanca-marca-historica-da-alimentacao-saudavel/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797875]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Wall Street em alta com otimismo face a acordo no Médio Oriente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/wall-street-em-alta-com-otimismo-face-a-acordo-no-medio-oriente/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/wall-street-em-alta-com-otimismo-face-a-acordo-no-medio-oriente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 13:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797872</guid>

					<description><![CDATA[A bolsa de Wall Street negociava hoje em alta no início da sessão, impulsionada por relatórios de resultados sólidos e pela expectativa de um acordo que prepare o terreno para negociações capazes de, eventualmente, terminar a guerra no Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Wall Street negociava hoje em alta no início da sessão, impulsionada por relatórios de resultados sólidos e pela expectativa de um acordo que prepare o terreno para negociações capazes de, eventualmente, terminar a guerra no Irão.</p>
<p>Pelas 14:40 (hora de Lisboa), o índice Dow Jones subia 0,90% para 54.610,42 pontos e o tecnológico Nasdaq avançava 0,50% para 26.719,77 pontos.</p>
<p>Já o índice alargado S&amp;P 500 ganhava 1,79% para 7.736,52 pontos.</p>
<p>Na terça-feira, a bolsa nova-iorquina encerrou em alta, após o Dow Jones, principal índice, e o S&amp;P 500 terem atingido novos máximos históricos.</p>
<p>O Presidente Donald Trump afirmou esta terça-feira que um acordo para reabrir o estreito de Ormuz poderia ser fechado já hoje, à medida que o Irão e Omã avançavam em direção a um entendimento sobre essa via navegável estratégica, o que poderia aliviar a pressão sobre a economia global.</p>
<p>A Walt Disney informou hoje que a obtenção de mil milhões de dólares nas bilheteiras com &#8220;Toy Story 5&#8221;, bem como os resultados sólidos dos parques temáticos nos EUA, impulsionaram os lucros no trimestre encerrado em junho, levando as ações a subir 3,4% nas negociações de pré-mercado.</p>
<p>Por outro lado, a SpaceX caiu mais de 10% depois de, esta terça-feira, ter divulgado prejuízos, ainda que menores do que o esperado por Wall Street, além de um forte aumento na receita, no primeiro relatório trimestral como empresa de capital aberto.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/wall-street-em-alta-com-otimismo-face-a-acordo-no-medio-oriente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797872]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucro da Disney cai 34,2% nos primeiros nove meses do exercício fiscal para 6.328 ME</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-disney-cai-342-nos-primeiros-nove-meses-do-exercicio-fiscal-para-6-328-me/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-disney-cai-342-nos-primeiros-nove-meses-do-exercicio-fiscal-para-6-328-me/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 13:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797870</guid>

					<description><![CDATA[A Walt Disney Company registou um lucro de 7.287 milhões de dólares (cerca de 6.328 milhões de euros) nos primeiros nove meses do exercício fiscal, menos 34,2% face ao mesmo período de 2025, anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Walt Disney Company registou um lucro de 7.287 milhões de dólares (cerca de 6.328 milhões de euros) nos primeiros nove meses do exercício fiscal, menos 34,2% face ao mesmo período de 2025, anunciou hoje a empresa.</p>
<p>De acordo com um comunicado publicado antes da abertura de Wall Street, a &#8216;gigante&#8217; do entretenimento registou uma receita acumulada de 76.397 milhões de dólares (cerca de 66.345 milhões de euros) nesses nove meses, um aumento de 6%.</p>
<p>Apenas no terceiro trimestre, a Disney obteve um lucro líquido de 2.638 milhões de dólares (cerca de 2.290 milhões de euros), menos 49,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>No período em análise, as receitas fixaram-se nos 25.248 milhões de dólares (cerca de 21.926 milhões de euros), o que representa um aumento homólogo de mais de 7%.</p>
<p>Destas receitas, 11.345 milhões de dólares (cerca de 9.852 milhões de euros) corresponderam à área do entretenimento.</p>
<p>O negócio de &#8216;streaming&#8217; da Disney (composto principalmente pelo Disney+ e pelo Hulu) voltou a registar lucros, com as receitas deste segmento a aumentarem 11%, atingindo os 5.530 milhões de dólares (cerca de 4.802 milhões de euros), durante o trimestre.</p>
<p>Com a divulgação dos resultados, as ações da Disney subiram cerca de 3% nas negociações antes da abertura do mercado.</p>
<p>A &#8216;gigante&#8217; norte-americana também anunciou hoje um acordo com o TikTok para autorizar a utilização de excertos dos filmes e séries nos vídeos publicados na plataforma.</p>
<p>&#8220;O TikTok irá oferecer aos criadores acesso a recursos relacionados com centenas de filmes e séries retirados do imenso catálogo de franquias icónicas e propriedades intelectuais apreciadas da Disney&#8221;, escreveu a empresa num comunicado, citando, nomeadamente, o universo dos filmes da Pixar, da Marvel ou de Star Wars.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-disney-cai-342-nos-primeiros-nove-meses-do-exercicio-fiscal-para-6-328-me/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797870]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
