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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>South32 estima custos de 104 ME por parar fundição moçambicana Mozal desde março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A australiana South32 estima custos extraordinários de 104 milhões de euros com a paralisação da Mozal, maior indústria moçambicana, cuja produção caiu 30% e as vendas recuaram 22% no exercício fiscal de 2026, terminado em 30 de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A australiana South32 estima custos extraordinários de 104 milhões de euros com a paralisação da Mozal, maior indústria moçambicana, cuja produção caiu 30% e as vendas recuaram 22% no exercício fiscal de 2026, terminado em 30 de junho.</P><br />
<P>Segundo o relatório trimestral da grupo consultado hoje pela Lusa, aqueles encargos incluem 33 milhões de dólares (28 milhões de euros) associados a indemnizações de trabalhadores e rescisões contratuais, bem como perdas contabilísticas de 89 milhões de dólares (76 milhões de euros) relacionadas com matérias-primas, consumíveis e inventários, na sequência da passagem da fundição para regime de conservação e manutenção em 15 de março.</P><br />
<P>A Mozal empregava direta e indiretamente mais de 4.000 trabalhadores, tendo produzido 248 mil toneladas de alumínio até março de 2026, menos 30% face às 355 mil toneladas registadas no exercício anterior, enquanto as vendas recuaram de 351 mil para 275 mil toneladas, uma quebra de 22%.</P><br />
<P>A fundição, uma das maiores em África, era também das principais exportadoras moçambicanas e fonte de divisas do país. </P><br />
<P>Entre abril e junho, último trimestre do exercício fiscal de 2026 e o primeiro completo após a suspensão das operações, não registou qualquer produção, limitando-se à venda de 46 mil toneladas de alumínio provenientes dos inventários remanescentes, refere ainda.</P><br />
<P>A suspensão da atividade ocorreu após vários meses de negociações sem acordo sobre o fornecimento de energia elétrica necessária para manter a operação da fundição localizada na periferia da cidade de Maputo.</P><br />
<P>A South32 considerou anteriormente &#8220;totalmente insustentável&#8221; a tarifa proposta para o fornecimento de eletricidade à unidade industrial, atribuindo a decisão de encerramento à impossibilidade de garantir energia a custos compatíveis com a atividade.</P><br />
<P>Numa conferência com investidores realizada em março, o então diretor-executivo da empresa, Graham Kerr, explicou que a única proposta formal disponível apontava para um preço próximo dos 100 dólares por megawatt-hora, praticamente o dobro do que a companhia considerava viável para manter a produção.</P><br />
<P>Segundo a empresa, a energia representa cerca de um terço da estrutura de custos da Mozal, que defendia um preço máximo na ordem dos 51 dólares por megawatt-hora.</P><br />
<P>A fundição necessita de cerca de 950 megawatts para operar continuamente, energia fornecida pela Hidroelétrica de Cahora Bassa através da rede da sul-africana Eskom, cujo contrato terminou em março.</P><br />
<P>A South32, que detém 63,7% da Mozal, apontou os efeitos da seca que afetou a albufeira de Cahora Bassa como um dos fatores que limitaram a disponibilidade de energia.</P><br />
<P>Anteriormente, o grupo não descartou a possibilidade de voltar a produzir caso as condições energéticas e económicas se alterem. Entretanto, a South32 anunciou em 01 de julho a venda de parte dos seus ativos globais de alumínio à norte-americana Alcoa Corporation, numa operação avaliada em até 5,6 mil milhões de dólares (4,8 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A Mozal ficou fora da transação, permanecendo sob controlo da South32, que admitiu anteriormente à Lusa continuar a avaliar &#8220;diversas opções&#8221; para o futuro da fundição moçambicana.</P><br />
<P>A sul-africana Industrial Development Corporation (IDC), que detém atualmente 32,48% da Mozal, lançou em junho um concurso para contratar consultores independentes com vista à avaliação da eventual aquisição da participação maioritária da South32 e à análise da viabilidade de retoma da operação.</P><br />
<P>Segundo essa documentação, divulgada anteriormente pela Lusa, a instituição estatal sul-africana pretende estudar os riscos, custos e condições de uma eventual compra, incluindo soluções alternativas para o fornecimento de energia que permitam assegurar a sustentabilidade da fundição a longo prazo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793282]]></sapo:autor>
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		<title>Alto alerta: Casa Branca reforça segurança para jantar dos correspondentes de hoje após ataque falhado contra Trump em abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Branca]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Centenas de jornalistas, responsáveis federais e convidados participam esta sexta-feira no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, em Washington, numa edição marcada por um dispositivo de segurança reforçado, pela mudança de local e pelo clima de ameaça que levou ao adiamento do evento em abril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Centenas de jornalistas, responsáveis federais e convidados participam esta sexta-feira no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, em Washington, numa edição marcada por um dispositivo de segurança reforçado, pela mudança de local e pelo clima de ameaça que levou ao adiamento do evento em abril. A cerimónia decorrerá no Waldorf Astoria, em substituição do habitual Washington Hilton, depois de uma alegada tentativa de atentado contra o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter obrigado ao cancelamento da data inicialmente prevista.</p>
<p>A decisão de transferir o evento para o Waldorf Astoria surge após um incidente registado em abril, quando Cole Allen, um homem de 31 anos oriundo da Califórnia, foi acusado de atravessar uma zona de controlo de segurança transportando armas de fogo e facas, alegadamente com o objetivo de assassinar Donald Trump e outros responsáveis da Casa Branca presentes na cerimónia. Apesar de os organizadores terem confirmado o reforço das medidas de segurança para a edição desta sexta-feira, não foram divulgados detalhes sobre o dispositivo preparado para o evento.</p>
<p>A edição de 2026 tem ainda um significado especial por assinalar o primeiro ano em que Donald Trump confirmou que iria participar no tradicional jantar dos correspondentes. Durante o seu primeiro mandato presidencial, o republicano optou por não marcar presença nesta iniciativa, uma das mais emblemáticas da relação entre a comunicação social e a Casa Branca.</p>
<p>Além da mudança de local, a cerimónia terá também uma dimensão mais reduzida. Habitualmente, o jantar reúne mais de 2.600 participantes no Washington Hilton, mas desta vez decorrerá num salão do Waldorf Astoria com capacidade para cerca de 1.300 pessoas, segundo a informação disponibilizada pelo próprio hotel. O edifício, recorde-se, pertenceu anteriormente à empresa de Donald Trump, tendo sido vendido em 2021.</p>
<p><strong>Serviços Secretos alertam para aumento histórico das ameaças</strong><br />
A poucos dias do evento, os Serviços Secretos dos Estados Unidos revelaram que o nível de ameaças dirigidas a pessoas e locais sob proteção atingiu valores nunca antes registados. Desde janeiro, a agência abriu aproximadamente 10 mil processos de inteligência de proteção, um aumento de quase 40% face ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>&#8220;O número de casos é algo que esta agência — e certamente eu, ao longo dos meus 24 anos de carreira — nunca tinha visto&#8221;, afirmou o diretor dos Serviços Secretos, Sean Curran, durante uma conferência de imprensa.</p>
<p>Os responsáveis da agência revelaram igualmente que as intervenções relacionadas com indivíduos em situação de crise de saúde mental aumentaram para quase dez vezes o número registado no ano passado. Estas operações incluem internamentos voluntários e involuntários, bem como contactos com familiares e profissionais de saúde mental para tentar estabilizar pessoas consideradas potencialmente perigosas.</p>
<p>Segundo os Serviços Secretos, este agravamento resulta de uma combinação de ameaças difundidas através da internet, ações de indivíduos isolados, extremismo ideológico, ameaças provenientes do estrangeiro e casos relacionados com problemas de saúde mental. A agência acrescenta que a maioria das ameaças chega atualmente através das plataformas digitais, substituindo os tradicionais meios de comunicação utilizados no passado.</p>
<p>Sean Curran reconheceu que o contexto atual representa um desafio sem precedentes para as autoridades, salientando que &#8220;o ambiente tornou-se muito volátil, em todos os aspetos&#8221; e acrescentando que &#8220;o panorama das ameaças é o mais amplo&#8221; que encontrou em toda a sua carreira.</p>
<p><strong>Avaliação baseia-se nos comportamentos dos suspeitos</strong><br />
Os Serviços Secretos explicaram que qualquer ameaça comunicada é inicialmente tratada como potencialmente credível até que seja possível determinar se o suspeito possui intenção, capacidade e meios para concretizar um ataque.</p>
<p>A agência sublinha ainda que uma pessoa não necessita de proferir uma ameaça explícita para passar a ser alvo de investigação. Em vez disso, os investigadores analisam padrões de comportamento, procurando sinais como obsessão por figuras protegidas, agravamento de conflitos, perseguição, assédio, paranoia, delírios, tendências suicidas, alterações significativas de comportamento ou um interesse invulgar pela violência.</p>
<p><strong>Sistema de segurança utilizado em abril é defendido pela agência</strong><br />
Questionado sobre o incidente que levou ao adiamento do jantar em abril, Sean Curran rejeitou críticas ao dispositivo então utilizado no Washington Hilton, defendendo que o sistema funcionou exatamente como previsto.</p>
<p>Segundo explicou, os detetores de metais encontravam-se a cerca de 120 jardas — aproximadamente 110 metros — do palco principal, tendo sido precisamente nesse ponto que o suspeito foi intercetado.</p>
<p>&#8220;Temos de começar e terminar o nosso perímetro em algum lugar&#8221;, afirmou Curran, explicando que um alargamento significativo da área de segurança teria consequências importantes para a circulação e para a atividade dos hotéis, empresas e restantes infraestruturas envolventes.</p>
<p>O diretor acrescentou que os Serviços Secretos assumem sempre que pessoas potencialmente perigosas poderão chegar aos pontos de controlo, motivo pelo qual esses locais concentram equipas especializadas de resposta. &#8220;Esperamos que pessoas perigosas apareçam. É simplesmente a realidade dos tempos em que vivemos&#8221;, afirmou, defendendo ainda que &#8220;esperamos que aconteçam incidentes nos pontos de controlo. Foi aí que aconteceu e foi aí que terminou. Portanto, o sistema funcionou&#8221;.</p>
<p><strong>Nova avaliação de risco para o evento desta sexta-feira</strong><br />
Sean Curran garantiu que a operação preparada para esta sexta-feira não é encarada como uma repetição do plano anterior, mas sim como uma nova visita presidencial, sujeita a uma avaliação de risco completamente independente.</p>
<p>Segundo explicou, &#8220;mesmo que o Presidente visite o mesmo local cem vezes, enviaremos uma equipa de preparação cem vezes, porque tudo muda. O ambiente muda. O próprio espaço muda&#8221;.</p>
<p><strong>Ameaças do Irão continuam sob vigilância</strong><br />
Questionado sobre as ameaças atribuídas ao Irão e sobre os sistemas de proteção do novo Air Force One, Sean Curran recusou revelar detalhes operacionais, justificando que &#8220;nunca vamos revelar os nossos métodos ou a forma como trabalhamos, porque não queremos dar vantagens ao inimigo&#8221;.</p>
<p>O diretor-adjunto dos Serviços Secretos, Matt Quinn, confirmou, contudo, que as ameaças iranianas dirigidas a Donald Trump continuam a integrar permanentemente o planeamento da agência. &#8220;Não é segredo que o Irão afirmou publicamente querer matar o Presidente Trump&#8221;, recordou Quinn, acrescentando que essa informação, juntamente com outros elementos de inteligência que não podem ser divulgados, é considerada &#8220;constantemente&#8221; na preparação das operações de proteção.</p>
<p><strong>Drones preocupam cada vez mais as autoridades</strong><br />
Outra das principais preocupações dos Serviços Secretos prende-se com a utilização de drones contra pessoas e locais protegidos.</p>
<p>Questionado sobre o risco representado por estes equipamentos, Matt Quinn respondeu que a preocupação da agência é &#8220;muito elevada&#8221;, sublinhando que &#8220;a ameaça é real&#8221;. O responsável acrescentou ainda que &#8220;basta olhar para a Ucrânia. É apenas uma questão de tempo até que isso aconteça nos Estados Unidos&#8221;, defendendo que a evolução tecnológica obriga a uma constante adaptação das capacidades de resposta.</p>
<p>Segundo Quinn, os Serviços Secretos estão a instalar sistemas avançados de deteção e neutralização de drones na Casa Branca e noutros locais protegidos, assegurando que nenhuma outra entidade federal está a investir tanto na prevenção deste tipo de ameaça.</p>
<p>Apesar de considerar que a Casa Branca é atualmente &#8220;muito segura&#8221; perante um eventual ataque com drones, Quinn admitiu que a evolução destes equipamentos, incluindo drones controlados por fibra ótica ou modelos de difícil deteção, obriga a uma atualização permanente das tecnologias de defesa. &#8220;A ameaça continua a tornar-se cada vez mais difícil. É uma corrida constante para acompanhar essa evolução&#8221;, afirmou.</p>
<p>Sean Curran acrescentou que os sistemas antidrones acompanham o Presidente em todas as deslocações e revelou que algumas dessas tecnologias já foram utilizadas pela primeira vez em território norte-americano. &#8220;Utilizaremos tudo o que for necessário. Não há nada que não estejamos dispostos a fazer&#8221;, garantiu.</p>
<p>Matt Quinn reconheceu ainda que, quando Donald Trump era apenas antigo Presidente, os recursos destinados à proteção contra drones não correspondiam ao nível atualmente considerado adequado. &#8220;Na altura, um antigo Presidente não estava a receber os recursos que provavelmente deveria receber. Assumo essa responsabilidade pelos Serviços Secretos. Isso já não acontece&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Milhares de operações de proteção realizadas este ano</strong><br />
Os Serviços Secretos revelaram igualmente que realizaram cerca de 3.000 operações de proteção desde o início do ano, incluindo deslocações nacionais e internacionais de personalidades protegidas, visitas de chefes de Estado estrangeiros e grandes eventos públicos.</p>
<p>Entre as operações mais recentes encontram-se o dispositivo de segurança da final do Campeonato do Mundo de Futebol, no MetLife Stadium, onde foram rastreadas aproximadamente 100 mil pessoas, as celebrações do Dia da Independência em Washington, um evento da UFC realizado na Casa Branca e uma deslocação presidencial ao Madison Square Garden durante as finais da NBA.</p>
<p>Grande parte deste trabalho é desenvolvida antes da chegada das personalidades protegidas e inclui recolha de informações de inteligência, operações de contravigilância, medidas técnicas de segurança, planeamento logístico e coordenação entre autoridades federais, estaduais e locais.</p>
<p>Sean Curran explicou que uma das suas prioridades passa por melhorar a comunicação entre todas as entidades envolvidas, destacando que as grandes operações utilizam atualmente centros de comando conjuntos. &#8220;Estamos todos a comunicar. Estamos todos na mesma sala, garantindo que aquilo que uma pessoa sabe passa imediatamente a ser conhecido por todos&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Estratégia procura travar ameaças antes de chegarem aos locais protegidos</strong><br />
Os Serviços Secretos anunciaram ainda a criação de uma capacidade de &#8220;interdição avançada de ameaças&#8221;, destinada a identificar e impedir potenciais atacantes antes de estes chegarem à Casa Branca, a eventos presidenciais ou a qualquer outro local protegido.</p>
<p>Para esse efeito, a agência recorre a tecnologia especializada, aos poderes legais de investigação e ao cruzamento de informação proveniente das redes sociais, forças policiais federais e locais, centros de partilha de informação, organismos governamentais, familiares e cidadãos.</p>
<p>Segundo os responsáveis, o objetivo consiste em alargar o perímetro de segurança muito para além dos locais protegidos, permitindo intercetar potenciais ameaças antes de estas alcançarem sequer os pontos de controlo.</p>
<p>Os Serviços Secretos salientaram igualmente que as denúncias feitas por familiares continuam a desempenhar um papel determinante, recordando que foi precisamente a informação fornecida por um familiar que permitiu descobrir um alegado plano para atacar um evento da UFC na Casa Branca, depois de terem sido identificados comportamentos preocupantes, publicações nas redes sociais e acumulação de armamento por parte do suspeito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793066]]></sapo:autor>
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		<title>Panamá diz que retenção dos seus navios na China diminuiu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:28:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Panamá anunciou hoje que diminuiu significativamente o número de navios com bandeira panamiana retidos nos portos chineses, após os dois países terem acordado renovar um tratado de transporte marítimo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Panamá anunciou hoje que diminuiu significativamente o número de navios com bandeira panamiana retidos nos portos chineses, após os dois países terem acordado renovar um tratado de transporte marítimo.</P><br />
<P>O Panamá queixava-se de que os seus navios estavam a ser sujeitos a um maior número de inspeções na China, acusando Pequim de exercer pressão na sequência da anulação da concessão de uma empresa de Hong Kong que explorava dois portos do Canal do Panamá.</P><br />
<P>&#8220;As conversações entre as autoridades dos governos do Panamá e da China produziram os primeiros resultados, permitindo uma redução significativa das retenções de navios com bandeira panamiana nos portos do país asiático&#8221;, afirmou hoje o Governo panamiano, em comunicado.</P><br />
<P>Segundo o executivo, o número de navios retidos caiu de 140, em maio, para 16 desde julho.</P><br />
<P>As negociações realizadas na semana passada, em Pequim, permitiram aos dois países alcançar um consenso. A renovação do acordo, que expirava este ano, permitirá que os navios com bandeira panamiana beneficiem de vantagens como tarifas portuárias preferenciais e procedimentos simplificados nos terminais chineses.</P><br />
<P>Segundo a imprensa local, cerca de 500 navios panamianos foram retidos para inspeção em 2026, um número sem precedentes.</P><br />
<P>O Panamá assumiu o controlo de dois portos anteriormente explorados por uma subsidiária da CK Hutchison, conglomerado sediado em Hong Kong, naquela via marítima por onde passa cerca de 5% do comércio mundial, na sequência de uma decisão do Supremo Tribunal panamiano, proferida em janeiro.</P><br />
<P>Pequim acusa o Panamá de ceder às pressões do Presidente norte-americano, Donald Trump, que afirma que a China pretende controlar esta rota comercial estratégica entre os oceanos Atlântico e Pacífico e que, no ano passado, ameaçou retomar o controlo do canal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793280]]></sapo:autor>
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		<title>Produção industrial de Taiwan cresce quase 20% no primeiro semestre graças à IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:28:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção industrial de Taiwan cresceu 19,82% no primeiro semestre de 2026, impulsionada pela forte procura de componentes eletrónicos relacionados com inteligência artificial (IA), segundo o Ministério dos Assuntos Económicos (MOEA, na sigla em inglês) da ilha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A produção industrial de Taiwan cresceu 19,82% no primeiro semestre de 2026, impulsionada pela forte procura de componentes eletrónicos relacionados com inteligência artificial (IA), segundo o Ministério dos Assuntos Económicos (MOEA, na sigla em inglês) da ilha.</P><br />
<P>O índice de produção industrial atingiu um novo máximo de 136,65 pontos, enquanto o subíndice da manufatura, que representa mais de 90% da produção total, subiu 12,68% para 139,12 pontos. </P><br />
<P>Nos primeiros cinco meses de 2026, o índice acumulou uma subida de 19,12%, com a manufatura a crescer 20,57%.</P><br />
<P>Segundo Chen Yu-fang, vice-diretora do Departamento de Estatísticas do MOEA, o setor da eletrónica superou as expectativas, beneficiando da produção de semicondutores. </P><br />
<P>Em maio, a produção de componentes eletrónicos avançou 12,17%, impulsionada pelo aumento das remessas de wafers de 12 polegadas, chips de memória e serviços de montagem e testes de circuitos integrados.</P><br />
<P>O setor da informática e da optoeletrónica registou um crescimento ainda mais expressivo, 36,62%, devido à procura de servidores, dispositivos de inspeção de semicondutores e unidades de armazenamento sólido. </P><br />
<P>Apesar de ter abrandado face ao salto de 80% em abril, o subíndice manteve-se em níveis elevados, atingindo 377,55 pontos.</P><br />
<P>Por contraste, a chamada &#8220;velha economia&#8221; apresentou sinais de fragilidade: a indústria de materiais químicos e fertilizantes caiu 12,92% em maio, enquanto a maquinaria cresceu 10,68% e os metais de base 8,19%, mostrando recuperação gradual.</P><br />
<P>Em 2025, a produção industrial da ilha aumentou 18,33%, também apoiada nos setores de componentes eletrónicos e circuitos integrados.</P><br />
<P>A ilha autogovernada tem sido uma das principais beneficiadas pelo &#8216;boom&#8217; da IA e da computação de alto desempenho, dada a centralidade da indústria dos chips na sua economia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793281]]></sapo:autor>
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		<title>Estudantes manifestam-se hoje contra o caos nos exames e exigem a demissão do ministro da Educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[ministro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[protesto]]></category>
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					<description><![CDATA[O movimento estudantil CHUMBADO.PT promove hoje uma manifestação nacional contra as falhas registadas no processo de classificação dos exames nacionais, numa iniciativa que pretende denunciar aquilo que considera ser um "caos" na avaliação externa e exigir responsabilidades políticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento estudantil CHUMBADO.PT promove hoje uma manifestação nacional contra as falhas registadas no processo de classificação dos exames nacionais, numa iniciativa que pretende denunciar aquilo que considera ser um &#8220;caos&#8221; na avaliação externa e exigir responsabilidades políticas. O protesto está marcado para as 18h00, em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa, e surge num contexto de crescente contestação por parte de estudantes, pais e professores relativamente aos problemas identificados na correção das provas.</p>
<p>Além de reclamar a demissão do ministro da Educação, Fernando Alexandre, o movimento defende que nenhum aluno pode ser prejudicado por aquilo que descreve como &#8220;erros políticos e logísticos&#8221; do Governo. Os organizadores exigem medidas que garantam uma avaliação considerada justa para todos os estudantes e contestam igualmente a manutenção da taxa de 25 euros cobrada pelos pedidos de reapreciação das provas, classificando esse encargo como injusto.</p>
<p>A manifestação foi convocada depois de sucessivos relatos de problemas associados ao processo de classificação dos exames nacionais. Segundo o CHUMBADO.PT, nas últimas horas foram recolhidos dezenas de testemunhos de alunos, encarregados de educação e professores que denunciam situações como exames alegadamente mal corrigidos, folhas de continuação desaparecidas e provas trocadas logo na primeira fase dos exames nacionais.</p>
<p>Para o movimento, o acumular destes casos demonstra que a dimensão do problema é superior à inicialmente reconhecida, justificando a realização de um protesto nacional e a necessidade de uma resposta urgente por parte das autoridades educativas.</p>
<p>Os estudantes criticam igualmente a forma como o Ministério da Educação tem gerido a situação. Segundo o CHUMBADO.PT, apesar das denúncias que continuam a surgir, o ministro Fernando Alexandre terá mantido a posição de que &#8220;cumpriu a sua missão&#8221;, uma declaração que os organizadores entendem como uma desvalorização da gravidade dos problemas relatados.</p>
<p>Outra das críticas incide sobre a decisão de manter inalterado o calendário da segunda fase dos exames nacionais. O movimento considera injusto que alguns estudantes tenham sido chamados a realizar novas provas quando ainda desconheciam as classificações da primeira fase ou enfrentavam dúvidas sobre a correção dos exames já realizados.</p>
<p>Entre as reivindicações apresentadas encontra-se também a eliminação da taxa de 25 euros exigida para a reapreciação das provas. Na perspetiva dos estudantes, quem pretende contestar uma classificação potencialmente afetada por erros administrativos ou de correção não deve suportar qualquer custo adicional.</p>
<p>O protesto conta já com apoios políticos. Segundo os organizadores, a manifestação tem o apoio do deputado do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo, bem como de deputados do Livre e do Partido Socialista, que se associaram às críticas sobre a gestão do processo de exames.</p>
<p>O CHUMBADO.PT afirma ainda que a mobilização está aberta a toda a comunidade educativa e espera a participação de professores, profissionais da educação, estudantes do ensino superior, sindicatos e associações representativas do setor. De acordo com o movimento, este alargamento dos apoios reforça a dimensão das preocupações existentes e evidencia a necessidade de mudanças no sistema de avaliação.</p>
<p>Os organizadores defendem que a manifestação pretende dar voz aos alunos afetados pelas falhas registadas no processo de classificação e pressionar o Governo a adotar medidas que assegurem transparência, equidade e confiança no sistema de exames nacionais.</p>
<p>A concentração está marcada para as 18h00, em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa, onde os estudantes pretendem entregar um sinal público de contestação às decisões do ministério e exigir respostas para as situações denunciadas nas últimas semanas, numa altura em que o processo dos exames nacionais continua a dominar o debate no setor da Educação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793059]]></sapo:autor>
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		<title>Qantas completa voo de teste para maior ligação direta do mundo Sydney-Londres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea australiana Qantas completou hoje um passo decisivo para a inauguração do que será o voo comercial regular sem escalas mais longo do mundo, entre Sydney e Londres, com inauguração prevista para outubro de 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A companhia aérea australiana Qantas completou hoje um passo decisivo para a inauguração do que será o voo comercial regular sem escalas mais longo do mundo, entre Sydney e Londres, com inauguração prevista para outubro de 2027.</P><br />
<P>O avião, um Airbus A350-1000ULR desenvolvido para o Projeto Sunrise, levantou voo de Toulouse, em França, e percorreu aproximadamente 17.000 quilómetros (km) em cerca de 20 horas antes de aterrar em Melbourne às 10:46 locais (01:46 em Lisboa), no primeiro trajeto de longa distância da aeronave até à Austrália.</P><br />
<P>O voo gerou interesse entre entusiastas da aviação, com mais de 75.000 pessoas a seguirem em tempo real a aproximação através da plataforma Flightradar24, tornando-se o voo mais observado do mundo no momento da aterragem.</P><br />
<P>A bordo viajavam dois pilotos da Qantas e a equipa de testes da Airbus. O aparelho regressa na segunda-feira a Toulouse para continuar o programa de certificação antes da entrega definitiva, prevista para abril de 2027, após atrasos ligados a problemas na cadeia global de fornecimento.</P><br />
<P>A Qantas encomendou 12 aeronaves A350-1000ULR para o projeto, que pretende ligar sem escalas a costa leste da Austrália à Europa e à América do Norte, reduzindo em cerca de quatro horas o tempo de viagem face aos itinerários atuais com escala. </P><br />
<P>O plano é iniciar em outubro de 2027 um serviço diário entre Sydney e Londres e, pouco depois, uma rota direta entre Sidney e Nova Iorque. As reservas vão abrir em fevereiro de 2027 e as tarifas deverão ser cerca de 20% superiores às dos voos tradicionais com escala.</P><br />
<P>Quando entrar em operação, a rota Sydney-Londres ultrapassará as 20 horas de duração, superando o atual recorde da Singapore Airlines entre Singapura e Nova Iorque (15.300 km em cerca de 18 horas e 40 minutos). </P><br />
<P>O A350-1000ULR da Qantas inclui um depósito adicional de 20.000 litros de combustível, modificações técnicas que ampliam a autonomia e terá 238 lugares: seis em primeira classe, 52 em executiva, 40 em premium e 140 em turística.</P><br />
<P>O avião vai contar ainda com uma zona de bem-estar para os passageiros se poderem alongar durante o voo, sistemas de iluminação para reduzir os efeitos do jet lag e ligação wi-fi gratuita.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793279]]></sapo:autor>
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		<title>Funeral de Luís Represas realiza-se hoje: família e amigos despedem-se de uma das maiores vozes da música portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal presta hoje a última homenagem a Luís Represas, um dos nomes mais marcantes da música portuguesa, cujo funeral decorre esta sexta-feira, em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal presta hoje a última homenagem a Luís Represas, um dos nomes mais marcantes da música portuguesa, cujo funeral decorre esta sexta-feira, em Lisboa, após um velório público que reuniu familiares, amigos, admiradores e diversas figuras da cultura na Basílica da Estrela. A cerimónia fúnebre acontece depois de uma celebração religiosa marcada para as 15h00, no mesmo local, seguindo-se um funeral reservado à família.</p>
<p>O cantor e compositor morreu na quarta-feira, aos 69 anos, na sequência de uma doença prolongada, numa altura em que assinalava 50 anos de carreira. A informação sobre as cerimónias fúnebres foi confirmada à agência Lusa por fonte da agência que representava o músico, indicando que o velório decorreu na quinta-feira, entre as 16h00 e as 22h30, aberto ao público na Basílica da Estrela.</p>
<p>Nascido em Lisboa, em 1956, Luís Represas deixou uma marca profunda na música portuguesa desde que, em 1976, foi um dos fundadores dos Trovante, grupo que viria a tornar-se uma referência incontornável da música popular portuguesa. Ao longo das décadas de 1980 e início dos anos 1990, a banda editou álbuns emblemáticos como &#8220;Baile no Bosque&#8221; (1981) e &#8220;Cais das Colinas&#8221; (1983), trabalhos fortemente inspirados na tradição musical portuguesa e que ajudaram a definir uma geração.</p>
<p>Depois da separação dos Trovante, os elementos seguiram carreiras individuais, embora o grupo se tenha voltado a reunir em diversas ocasiões especiais. Esses regressos aconteceram em 1999, 2006, 2017 e, mais recentemente, em março deste ano, com concertos esgotados em Lisboa e no Porto que demonstraram a permanência da ligação do público à banda e ao seu repertório.</p>
<p>A carreira a solo de Luís Represas começou em 1993 com o álbum &#8220;Represas&#8221;, gravado em Cuba e inspirado por uma viagem àquele país. Desse trabalho fazem parte temas que se tornaram alguns dos maiores êxitos da sua carreira, como &#8220;Fora de Tempo&#8221;, &#8220;Neva sobre a marginal&#8221; e &#8220;Feiticeira&#8221;. O seu percurso artístico manteve-se ativo ao longo das décadas seguintes, tendo editado em 2024 o álbum &#8220;Miragem&#8221;, o mais recente da sua discografia.</p>
<p>Além da música, Luís Represas destacou-se pelo envolvimento em causas humanitárias e políticas, nomeadamente no apoio à independência de Timor-Leste. A canção &#8220;Timor&#8221;, com música de João Gil e letra de João Monge, integrada originalmente no álbum &#8220;Um destes dias&#8221; (1990), dos Trovante, ganhou uma dimensão simbólica durante o processo de autodeterminação do território. Em 1999, o grupo voltou a reunir-se para interpretar o tema, que acabaria por se tornar um dos hinos da luta timorense. A letra foi posteriormente traduzida para tétum por Xanana Gusmão.</p>
<p>O reconhecimento desse contributo levou o então Presidente da República, Jorge Sampaio, a convidar Luís Represas para integrar a visita oficial a Timor-Leste, realizada em 2000. Anos mais tarde, em 2016, o músico foi distinguido com a Medalha da Ordem de Timor-Leste, atribuída pelo então Presidente timorense Taur Matan Ruak, em reconhecimento pelo apoio prestado ao país.</p>
<p>Também em Portugal viu o seu percurso ser oficialmente reconhecido. Em 2005, recebeu do Estado português a Ordem de Mérito, no grau de Comendador, distinção que premiou uma carreira marcada pela promoção da cultura e da música nacionais.</p>
<p>Ao longo de cinco décadas de atividade, Luís Represas colaborou com alguns dos mais importantes artistas portugueses e internacionais. Entre os músicos com quem trabalhou encontram-se Fausto Bordalo Dias, José Afonso, Carlos do Carmo, Bernardo Sassetti, Jorge Palma, Pablo Milanés, Ivan Lins, Martinho da Vila, Simone, Gilberto Gil, Carlinhos Brown, Compay Segundo e Phil Collins, entre muitos outros.</p>
<p>À data da sua morte, o cantor encontrava-se a celebrar os 50 anos de carreira e tinha anunciado dois concertos comemorativos nos coliseus de Lisboa e do Porto, previstos para abril de 2027, espetáculos que simbolizariam meio século de um percurso artístico que atravessou gerações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793046]]></sapo:autor>
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		<title>Centros de investigação juntam-se para pedir o Oceano como Domínio Estratégico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cinco dos maiores centros de investigação na área do mar, numa iniciativa inédita, juntaram-se para aprovar um manifesto no qual reivindicam que o oceano seja reconhecido como um "domínio estratégico" na Ciência e Inovação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cinco dos maiores centros de investigação na área do mar, numa iniciativa inédita, juntaram-se para aprovar um manifesto no qual reivindicam que o oceano seja reconhecido como um &#8220;domínio estratégico&#8221; na Ciência e Inovação.</P><br />
<P>&#8220;Se oceano não é estratégico, o que é que é estratégico?&#8221;, questiona um dos subscritores da iniciativa, acrescentando que &#8220;Portugal ficaria muito mal na fotografia se não se assumisse  como um país marítimo&#8221;.</P><br />
<P>O manifesto, hoje divulgado, junta os centros de investigação MARE, CESAM, CIIMAR, CCMAR e OKEANOS, que reivindicam um lugar para o oceano entre os Domínios Estratégicos que a Agência para a Investigação e Inovação (AI²) está a definir, e que devem ser conhecidos ainda este ano.</P><br />
<P>A AI² está a definir as áreas prioritárias que vão concentrar o financiamento público da ciência na próxima década e teve na semana passada, com o &#8220;Encontro Ciência e Inovação 2026&#8221;, o primeiro grande evento.</P><br />
<P>No manifesto os centros começam por dizer que o Oceano é o único domínio que reúne, ao mesmo tempo, &#8220;soberania, segurança, clima, energia, biodiversidade, alimentação, recursos geológicos, dados, património cultural, inteligência artificial, telecomunicações, economia, diplomacia e inovação&#8221;.</P><br />
<P>E recordam que Portugal gere uma Zona Económica Exclusiva de cerca de 1,7 milhões de quilómetros quadrados, com uma proposta de extensão da plataforma continental superior a quatro milhões de quilómetros quadrados.</P><br />
<P>&#8220;Cerca de 97% do nosso território é mar. Essa responsabilidade governativa não se exerce com discursos. Exerce-se com ciência, tecnologia e inovação&#8221;, dizem os responsáveis dos cinco centros, que juntos somam mais de 900 investigadores doutorados.</P><br />
<P>A AI² diz que os domínios estratégicos devem responder aos grandes desafios da sociedade e integrar diferentes áreas e os autores do manifesto respondem que não há melhor exemplo dessa integração do que o Oceano, que junta biologia, engenharia, inteligência artificial, robótica, ciência de dados, materiais, energia, economia, direito, saúde, políticas públicas e ciências sociais. </P><br />
<P>Pedro Raposo, diretor do MARE (Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, juntando várias universidades e politécnicos), em declarações à agência Lusa, explica que o manifesto surge na sequência da preocupação dos centros quanto à estratégia que pode vir a ser delineada na nova agência (AI²), e acrescenta que o Oceano, que é muito mais do que pescas e energia, precisa de ser definido como um objetivo estratégico.</P><br />
<P>Segundo o responsável é consensual que Portugal &#8220;tem de se afirmar no que é a estratégia do mar em todos os níveis&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É aí que está a nossa riqueza e o nosso futuro. E Portugal tem de liderar a nível europeu&#8221; até porque &#8220;tem todas as condições&#8221;. </P><br />
<P>Falando das várias valências ligadas ao mar, da pesca ao turismo, Pedro Raposo diz não ter dúvidas de que Portugal pode ser uma &#8220;nova potência marítima&#8221;, desta vez pela via do conhecimento.</P><br />
<P>Aliás, acrescenta, não se entende se Portugal não estiver a assumir essa posição em Bruxelas. &#8220;Se não formos nós a tomar essas rédeas alguém o irá fazer&#8221;.</P><br />
<P>Pedro Raposo diz mesmo que não se pode afirmar que o mar é um &#8220;desígnio nacional&#8221; sem ser um objetivo estratégico. E, acrescenta: &#8220;tem de ser agora&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre os financiamentos da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) para a investigação o responsável ri. &#8220;A FCT nunca pagou investigação a sério. Financia o arranque mas não a manutenção&#8221;, diz, lembrando que o mar deteriora equipamentos muito rapidamente e a investigação &#8220;tem custos elevadíssimos&#8221;. </P><br />
<P>Com o mar como objetivo estratégico podem ser definidas prioridades a médio prazo, porque atualmente não há previsibilidade de financiamento e os projetos são financiados a três anos, pouco para casos que, por exemplo, necessitam de monitorização.</P><br />
<P>Em Portugal, diz-se no manifesto também, não há falta de excelência mas o problema é que essa excelência &#8220;continua demasiado fragmentada, dependente de financiamento de curto prazo, com infraestruturas insuficientes, precariedade do emprego, e uma interface ciência-política ainda demasiado frágil&#8221;.</P><br />
<P>Para mudar a situação a AI² pode fazer a diferença reconhecendo o oceano como domínio estratégico, dizem os autores do documento, no qual salientam que investir no oceano &#8220;é investir na soberania, na competitividade, na segurança, na sustentabilidade e no futuro de Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Em março passado, no âmbito de um Fórum de Investigação no Oceano, os mesmos cinco centros já tinham assinado a &#8220;Declaração de Aveiro&#8221; sobre a Ciência do Mar Português 2026-2035, na qual apontavam como algumas lacunas a precariedade nas carreiras ou a falta e difícil acesso a navios e outros equipamentos para investigação.</P><br />
<P>Os centros propunham que até 2035 50% dos investigadores com mais de cinco anos de pós-doutoramento tivessem contrato permanente ou de longo prazo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793278]]></sapo:autor>
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		<title>Hoje é o último dia da segunda fase dos exames nacionais do Secundário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ensino superior]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A segunda fase dos exames nacionais chega hoje ao fim, encerrando o calendário das provas escritas do ensino secundário referentes ao ano letivo de 2025/2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda fase dos exames nacionais chega hoje ao fim, encerrando o calendário das provas escritas do ensino secundário referentes ao ano letivo de 2025/2026. Depois de, na quinta-feira, terem terminado as provas finais do 9.º ano, é agora a vez dos alunos do 11.º e 12.º anos concluírem esta etapa da avaliação externa, que permite melhorar classificações, concluir disciplinas e candidatar-se ao ensino superior.</p>
<p>O último dia da segunda fase fica marcado por um conjunto de exames distribuídos entre o período da manhã e da tarde. Às 9h30, os alunos do 11.º ano realizam as provas de Física e Química A (715) e Geografia A (719), enquanto os estudantes do 12.º ano encerram definitivamente o calendário dos exames nacionais com a realização da prova de Desenho A (706), igualmente marcada para as 9h30.</p>
<p>Durante a tarde, às 14h00, os alunos do 11.º ano realizam o exame de Inglês (550), a última prova escrita prevista nesta segunda fase. Com estes exames termina oficialmente o calendário das provas nacionais do ensino secundário, embora algumas componentes orais continuem a decorrer nos próximos dias.</p>
<p>A reta final da segunda fase acontece depois de uma quinta-feira particularmente preenchida, durante a qual os estudantes do 11.º ano realizaram os exames de Biologia e Geologia (702) e História B (723), enquanto os alunos do 12.º ano fizeram a prova de História A (623). Durante a tarde realizaram-se ainda os exames de Geometria Descritiva A (708), Alemão (501), Espanhol (547 e 847), Francês (517), Italiano (849) e Mandarim (848).</p>
<p>Já na quinta-feira terminou também a segunda fase das provas finais do ensino básico, com os alunos do 9.º ano a realizarem o exame de Matemática (código 92). A prova sucedeu aos exames de Português, Português Língua Segunda e Português Língua Não Materna, realizados no início da semana, concluindo assim o calendário das provas escritas do ensino básico.</p>
<p>Apesar do fim das provas escritas, o processo de avaliação externa ainda não está totalmente concluído. Mantêm-se em realização as componentes orais de Português Língua Não Materna (PLNM) e dos alunos autopropostos a Português no ensino básico, previstas até hoje, 24 de julho. No ensino secundário, as componentes orais das Línguas Estrangeiras e de Português Língua Não Materna prolongam-se até 28 de julho, de acordo com o calendário oficial.</p>
<p>Após a conclusão desta segunda fase, os alunos terão agora de aguardar pela divulgação dos resultados. As classificações das provas finais do ensino básico e dos exames nacionais do ensino secundário serão afixadas no próximo 7 de agosto.</p>
<p>Depois da publicação das pautas, os estudantes que pretendam contestar a classificação obtida poderão recorrer ao mecanismo de reapreciação das provas. Os resultados desses pedidos estão previstos para 28 de agosto, data que assinalará o encerramento formal do calendário da avaliação externa relativa ao ano letivo de 2025/2026.</p>
<p>A segunda fase dos exames nacionais assume especial importância para milhares de alunos, quer para aqueles que procuram melhorar a nota obtida na primeira fase, quer para os que necessitam de concluir disciplinas em atraso ou reunir as classificações exigidas para o acesso ao ensino superior. Com a realização das últimas provas desta sexta-feira, fica concluída mais uma etapa decisiva do percurso académico dos estudantes portugueses, seguindo-se agora a divulgação dos resultados e as fases seguintes do concurso nacional de acesso ao ensino superior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793070]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: Termina hoje segunda fase dos exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A segunda fase dos exames nacionais termina hoje, mas os alunos do ensino secundário terão, em setembro, outra oportunidade melhorar as notas, numa época especial criada na sequência dos problemas registados na classificação dos exames da primeira fase.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A segunda fase dos exames nacionais termina hoje, mas os alunos do ensino secundário terão, em setembro, outra oportunidade melhorar as notas, numa época especial criada na sequência dos problemas registados na classificação dos exames da primeira fase.</P><br />
<P>O último dia da segunda fase arranca às 09:30 com as provas de Desenho A, Física e Química A e Geografia, seguindo-se Inglês às 14:00, não tendo sido divulgado o número de inscritos.</P><br />
<P>Física e Química A e Geografia foram duas das quatro disciplinas em que o Júri Nacional de Exames (JNE) identificou erros na parametrização das matrizes de classificação da primeira fase, obrigando à reclassificação de milhares de provas após a divulgação das pautas.</P><br />
<P>Na sequência da reclassificação, 4.253 alunos viram a classificação de Geografia aumentar, enquanto 73 obtiveram uma nota inferior. Em Física e Química A, 10.294 alunos melhoraram a classificação e 1.025 ficaram com uma nota mais baixa.</P><br />
<P>Além da segunda fase, os alunos dos 11.º e 12.º anos terão mais uma oportunidade para melhorar os resultados nos exames nacionais, durante uma época especial que vai decorrer entre 03 e 08 de setembro.</P><br />
<P>A época especial foi anunciada na sequência dos problemas com o processo de digitalização dos quase 300 mil exames realizados na primeira fase, que levaram a que muitos alunos não tivessem acesso atempado às suas notas.</P><br />
<P>As inscrições para fazer os exames na época especial decorrem entre 27 e 31 de julho e está aberta a todos os alunos elegíveis para a realização de provas na segunda fase, incluindo aqueles que as realizaram esta semana.</P><br />
<P>Para os alunos que realizem exames na segunda fase e na época especial, será considerada a melhor classificação obtida, sendo a prova realizada em setembro equiparada, para todos os efeitos, à segunda fase.</P><br />
<P>A segunda fase dos exames nacionais estava inicialmente agendada para decorrer entre 16 e 22 de julho, mas foi adiada devido às falhas técnicas que obrigaram ao adiamento da segunda fase e atrasaram também a divulgação das classificações, conhecidas em 07 de agosto.</P><br />
<P>Apesar dos problemas reconhecidos pelo ministro Fernando Alexandre, o Governo manteve os calendários da primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que termina a 06 de agosto, mas a abertura de uma época especial obrigou a adiar a segunda fase do concurso.</P><br />
<P>A segunda fase do concurso decorrerá entre 24 de agosto e 20 de setembro, em vez de terminar em 02 de setembro, como inicialmente previsto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793277]]></sapo:autor>
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		<title>Combustíveis sobem na próxima semana e preços vão ultrapassar os 2 euros/litro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Precisa de atestar o depósito do seu veículo? Saiba que, na próxima semana, os combustíveis seguem uma tendência que já se tem tornado 'regra' nos últimos tempos: novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Precisa de atestar o depósito do seu veículo? Saiba que, na próxima semana, os combustíveis seguem uma tendência que já se tem tornado &#8216;regra&#8217; nos últimos tempos: novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal. A partir da próxima segunda-feira, o gasóleo deverá ficar sete cêntimos mais caro por litro, enquanto a gasolina deverá aumentar pelo menos três cêntimos, segundo indicou fonte da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis &#8211; ANAREC à Executive Digest.</p>
<p>Assim, a próxima semana será a quarta consecutiva de subidas de preços da gasolina e do gasóleo. Desde o início do ano, o gasóleo acumulou uma subida de 43 cêntimos por litro, enquanto a gasolina ficou 31 cêntimos mais cara. Num depósito de 60 litros, estas diferenças representam um encargo adicional de 25,8 euros no gasóleo e de 18,6 euros na gasolina comparativamente com a primeira semana de janeiro.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-793077" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5.png" alt="" width="996" height="465" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5.png 996w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5-300x140.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5-900x420.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5-768x359.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-5-600x280.png 600w" sizes="(max-width: 996px) 100vw, 996px" /></p>
<p>Os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia colocam o preço médio da gasolina em 1,974 euros por litro e o do gasóleo em 1,967 euros. Com as mudanças previstas na próxima semana, a partir de segunda-feira os preços do gasóleo e gasolina são &#8216;atirados&#8217; para a barreira acima dos dois euros/litro: 2,037 euros/litro no caso do gasóleo e 2,004 no caso da gasolina. Os valores praticados podem, contudo, variar entre postos, devido à concorrência local, à procura, à oferta disponível e aos custos de funcionamento de cada operador.</p>
<p>Segundo o mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal apresenta a sétima gasolina mais cara da União Europeia. O preço nacional encontra-se 6,34 cêntimos acima da média comunitária e 39 cêntimos acima do valor cobrado em Espanha. A fiscalidade explica grande parte da diferença, uma vez que, antes de impostos, a gasolina 95 é mais barata em Portugal do que no mercado espanhol.</p>
<p><strong>Veja quais os postos mais baratos do País</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-793079" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6.png" alt="" width="995" height="489" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6.png 995w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6-300x147.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6-900x442.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6-768x377.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-6-600x295.png 600w" sizes="(max-width: 995px) 100vw, 995px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-793080" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7.png" alt="" width="1000" height="488" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7.png 1000w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7-300x146.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7-900x439.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7-768x375.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-7-600x293.png 600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793054]]></sapo:autor>
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		<title>Tempo no fim de semana: Calor dá tréguas entre hoje e e amanhã, mas temperaturas voltam a disparar no domingo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:15:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental entra esta sexta-feira num curto período de alívio em relação ao calor dos últimos dias, com descida generalizada das temperaturas, alguma chuva fraca em várias regiões do Norte e Centro e um ambiente mais fresco que deverá prolongar-se até sábado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra esta sexta-feira num curto período de alívio em relação ao calor dos últimos dias, com descida generalizada das temperaturas, alguma chuva fraca em várias regiões do Norte e Centro e um ambiente mais fresco que deverá prolongar-se até sábado. No entanto, esta alteração será temporária e, a partir de domingo, o estado do tempo voltará a mudar, com a entrada de uma massa de ar quente e seco proveniente do Norte de África, que fará subir novamente os termómetros em praticamente todo o território, podendo os valores máximos atingir os 37 ºC nas zonas mais quentes do país.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, a mudança do estado do tempo resulta da passagem de uma bolsa de ar frio isolada em altitude sobre o norte da Península Ibérica, favorecendo a entrada de ar marítimo mais fresco e húmido. Este cenário permitirá uma descida significativa das temperaturas entre sexta-feira e sábado e a ocorrência de precipitação, embora os acumulados previstos sejam reduzidos e muito irregulares.</p>
<p>A chuva deverá concentrar-se sobretudo no litoral Norte e Centro, podendo estender-se pontualmente a algumas áreas montanhosas próximas. As previsões apontam para períodos de chuva ou aguaceiros nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e em parte do distrito de Lisboa, bem como em alguns sectores de Vila Real e Viseu e, de forma muito localizada, noutras áreas do interior Norte e Centro. A sul do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, a precipitação será pouco provável devido ao efeito de barreira imposto pelo relevo.</p>
<p>Os modelos meteorológicos indicam acumulados entre um e 11 milímetros ao longo de cerca de 48 horas, valores considerados modestos, mas relevantes tendo em conta que Portugal atravessa a canícula, a fase estatisticamente mais quente e seca do ano. A região de Aveiro poderá registar os maiores acumulados, embora os especialistas alertem que a distribuição da chuva poderá ainda sofrer ajustes devido à natureza dinâmica deste tipo de sistemas atmosféricos. Em alguns locais, a precipitação poderá ainda ser acompanhada por trovoadas isoladas.</p>
<p>A descida das temperaturas ficará sobretudo a dever-se à substituição da atual massa de ar quente por uma massa de ar de origem polar marítima, transportada por uma circulação predominante de noroeste. O ambiente tornar-se-á, assim, significativamente mais fresco em praticamente todo o continente durante sexta-feira e sábado, com diversas regiões a registarem temperaturas entre quatro e seis graus abaixo da média habitual para esta época do ano.</p>
<p>Os especialistas referem ainda que grande parte do território continental apresentará valores inferiores aos normalmente registados no final de julho, proporcionando uma pausa temporária ao calor intenso que marcou as últimas semanas. Apesar disso, o tempo continuará maioritariamente seco em muitas regiões, uma vez que a precipitação ficará praticamente limitada às áreas costeiras do Norte e Centro e às zonas montanhosas mais expostas à influência atlântica.</p>
<p>A partir de domingo, o cenário meteorológico altera-se novamente. A circulação atmosférica favorecerá a chegada de uma massa de ar quente e seco proveniente do Norte de África e do interior da Península Ibérica, impulsionada por uma crista subtropical com fluxo de sul e sudeste. A redução da nebulosidade permitirá maior insolação, potenciando uma subida generalizada das temperaturas máximas em quase todo o país.</p>
<p>O aumento das temperaturas será ligeiro em muitas regiões, mas bastante mais expressivo em diversas zonas do interior. Em alguns locais, os termómetros poderão subir entre cinco e seis graus de sábado para domingo, assinalando o início de um novo período de tempo quente que poderá prolongar-se durante os primeiros dias da próxima semana.</p>
<p>Entre as capitais de distrito e cidades analisadas nas previsões, Braga deverá passar de 30 ºC no sábado para 32 ºC no domingo, o Porto de 24 ºC para 26 ºC, Leiria de 25 ºC para 27 ºC, Lisboa de 28 ºC para 29 ºC, Bragança de 29 ºC para 31 ºC, Viseu de 26 ºC para 32 ºC, Coimbra de 27 ºC para 30 ºC, Castelo Branco de 29 ºC para 34 ºC e Évora de 31 ºC para 35 ºC. Faro constitui uma exceção, podendo registar uma ligeira descida da temperatura máxima, de 32 ºC para 30 ºC.</p>
<p>Os valores mais elevados deverão verificar-se nos vales do Douro, Tejo e Guadiana, na Beira Baixa, no Alentejo e no Sotavento Algarvio, onde são esperadas temperaturas entre 31 ºC e 37 ºC. Segundo os cenários atuais, Mértola e Alcoutim surgem como as localidades com maior probabilidade de atingir os 37 ºC durante o domingo.</p>
<p>Além da entrada de ar quente, o relevo poderá contribuir para intensificar o aquecimento em algumas zonas. Nos vales encaixados dos rios Douro, Tejo e Guadiana, a acumulação de calor ao longo do dia poderá favorecer temperaturas ainda mais elevadas nas localidades situadas nessas áreas.</p>
<p>Apesar da tendência para um regresso do calor, os meteorologistas sublinham que continua a existir alguma incerteza relativamente à duração e intensidade deste novo episódio de temperaturas elevadas. A evolução dependerá da interação entre os principais centros de ação atmosféricos, da trajetória das massas de ar e dos padrões de circulação que se instalarem sobre a Península Ibérica durante os próximos dias.</p>
<p>Assim, depois de um breve interlúdio marcado por temperaturas mais amenas e alguma chuva fraca entre sexta-feira e sábado, o calor deverá voltar a dominar o estado do tempo em Portugal continental a partir de domingo, iniciando uma nova fase de tempo seco, estável e progressivamente mais quente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793055]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão avisa que uso de fundos congelados para cobrir danos é &#8220;precedente incendiário&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, advertiu hoje que se os Estados Unidos utilizarem fundos iranianos congelados para cobrir danos em navios e cargas estarão a criar um "precedente incendiário".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, advertiu hoje que se os Estados Unidos utilizarem fundos iranianos congelados para cobrir danos em navios e cargas estarão a criar um &#8220;precedente incendiário&#8221;. </P><br />
<P>A declaração surge em resposta ao plano anunciado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, de recorrer a ativos persas bloqueados por Washington para financiar reparações no contexto da guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>Através da rede social X, Araghchi afirmou que &#8220;apoderar-se dos ativos de outra nação para pagar reclamações futuras não relacionadas é um precedente incendiário&#8221;, que poderia gerar um caos &#8220;nem bonito nem pacífico&#8221;. </P><br />
<P>Sublinhou ainda que &#8220;quem celebre ou beneficie desses fundos deve recordar: uma vez normalizada o confisco, os ativos de ninguém estarão seguros&#8221;.</P><br />
<P>O comentário surgiu horas depois de Trump ter escrito na rede Truth Social que os danos provocados por Teerão a navios, cargas ou outros bens seriam pagos com dinheiro iraniano sob controlo dos EUA. O republicano não especificou que tipo de ativos seriam usados nem o procedimento legal para tal.</P><br />
<P>Washington mantém bloqueados fundos e ativos ligados ao Governo iraniano como parte do regime de sanções, sem divulgar uma cifra única sobre o total. As restrições limitaram o acesso de Teerão a dezenas de milhares de milhões de dólares em receitas, segundo o Departamento do Tesouro norte-americano. </P><br />
<P>O acesso a fundos congelados é um elemento central do memorando de entendimento assinado em junho entre os dois países para pôr fim à guerra, mas Trump declarou o acordo terminado há duas semanas, alegando incumprimento por parte da República Islâmica.</P><br />
<P>Apesar de a maioria desses ativos não estar nos EUA, as sanções norte-americanas condicionam o seu desbloqueio, que poderia aliviar uma economia fragilizada pelo isolamento. </P><br />
<P>Previamente, Trump disse estar a ponderar lançar um &#8220;ataque massivo&#8221; contra o Irão, mais intenso do que o de 28 de fevereiro, quando começou a atual guerra após uma operação conjunta com Israel. Em entrevista ao portal Axios, o Presidente afirmou que &#8220;está perto de tomar uma decisão&#8221; e que &#8220;todos estão preparados&#8221;.</P><br />
<P>Os combates entre EUA e Irão já duram 13 dias desde o colapso da trégua, aumentando a tensão em torno da circulação marítima no estreito de Ormuz, por onde transita uma parte significativa dos combustíveis mundiais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793276]]></sapo:autor>
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		<title>Timor-Leste e Brasil assinam memorando para mecanismo de consultas políticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 04:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os chefes da diplomacia Timor-Leste, Bendito Freitas, e do Brasil, Mauro Vieira, assinaram, nas Filipinas, um memorando de entendimento sobre o Mecanismo de Consultas Políticas, anunciou esta quinta-feira o Ministério dos Negócios Estrangeiros timorense.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os chefes da diplomacia Timor-Leste, Bendito Freitas, e do Brasil, Mauro Vieira, assinaram, nas Filipinas, um memorando de entendimento sobre o Mecanismo de Consultas Políticas, anunciou esta quinta-feira o Ministério dos Negócios Estrangeiros timorense.</P><br />
<P>O memorando de entendimento foi assinado em Manila, Filipinas, à margem da 59.º reunião dos chefes da diplomacia da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) e da terceira reunião trilateral entre o Brasil, a ASEAN e a Conferência das Altas Partes Contratantes do Tratado de Amizade e Cooperação no Sudeste Asiático.</P><br />
<P>&#8220;O memorando estabelece uma plataforma estruturada para consultas políticas regulares, permitindo aos dois países aprofundar o diálogo político, reforçar a cooperação diplomática e trocar perspetivas sobre questões bilaterais, regionais e multilaterais de interesse comum&#8221;, explicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros timorense.</P><br />
<P>&#8220;O instrumento reflete igualmente o compromisso partilhado de Timor-Leste e do Brasil em fortalecer os históricos laços de amizade, aprofundar a cooperação no âmbito da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa] e de outros fóruns internacionais, e promover uma parceria voltada para o futuro, assente no diálogo, no respeito mútuo e em valores comuns&#8221;, acrescentou o Governo timorense.</P><br />
<P>O ministro das Relações Exteriores brasileiro termina hoje a deslocação Manila, durante a qual passou em revista a cooperação entre o Brasil e a ASEAN.</P><br />
<P>Dados do Ministério dos Negócios Estrangeiro brasileiro indicam que o comércio bilateral entre o Brasil e os países da ASEAN foi superior a 38,4 mil milhões de dólares (33,75 mil milhões de euros) em 2025, consolidando o bloco como o quinto maior parceiro comercial brasileiro.</P><br />
<P>&#8220;A ASEAN foi responsável por 15% de todo o superavit da balança comercial brasileira em 2025, com saldo positivo de 10,3 mil milhões de dólares [9,05 mil milhões de euros]&#8221;, segundo os dados.</P><br />
<P>Timor-Leste e o Brasil cooperação nos setores da educação, formação técnica-vocacional, justiça, entre outros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793275]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Ataques norte-americanos e Huthis fazem disparar preço do petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 04:20:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos lançaram esta madrugada a 13.ª noite consecutiva de ataques contra o Irão, após rebeldes Huthis terem atacado dois petroleiros sauditas no mar Vermelho, e levando a uma subida do preço internacional do petróleo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos lançaram esta madrugada a 13.ª noite consecutiva de ataques contra o Irão, após rebeldes Huthis terem atacado dois petroleiros sauditas no mar Vermelho, e levando a uma subida do preço internacional do petróleo.</P><br />
<P>As ofensivas ocorreram após os rebeldes Huthis do Iémen, apoiados por Teerão, terem anunciado ataques a dois petroleiros sauditas no mar Vermelho, ampliando o conflito e fazendo disparar o preço internacional do petróleo para cerca de 100 dólares (91 euros) por barril.</P><br />
<P>Pouco depois dos novos ataques, os meios estatais iranianos relataram explosões em Bandar Abbas, importante porto militar e comercial, onde duas pessoas ficaram feridas.</P><br />
<P>Foram também registadas explosões na ilha de Qeshm, que alberga meios navais como barcos-drone, e em zonas do noroeste como Andimeshk, Omidiyeh e Firuzabad. Em Ahvaz, quatro pessoas morreram e cinco ficaram feridas na sequência de um ataque com mísseis norte-americanos.</P><br />
<P>O Comando Central dos EUA afirmou que a ofensiva visou &#8220;degradar ainda mais a capacidade do Irão de ameaçar marinheiros civis e navios comerciais&#8221; na região, procurando recuperar o controlo do estreito de Ormuz, por onde em tempos de paz transitava um quinto do petróleo e gás mundial. Os ataques terminaram pouco antes desta manhã.</P><br />
<P>Entretanto, os Huthis ameaçaram encerrar outra rota comercial vital, agravando os efeitos da guerra. O Presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu que haverá &#8220;punição militar severa&#8221; contra os rebeldes se os ataques a navios continuarem, responsabilizando diretamente o Irão por apoiar o grupo.</P><br />
<P>O impacto económico foi imediato: o preço do Brent subiu mais de 6%, atingindo o nível mais alto desde maio. O primeiro-ministro iraquiano, Ali al-Zaidi, esteve em Teerão para apelar ao diálogo e garantiu que não permitirá o uso do território iraquiano para ataques contra o Irão, após se ter reunido com Trump em Washington.</P><br />
<P>A agência SABA dos Huthis disse que os rebeldes atingiram os petroleiros Encelia e Layla no mar Vermelho, provocando incêndios. </P><br />
<P>O estreito de Bab el-Mandeb, ponto estratégico que liga o mar Vermelho ao golfo de Áden e por onde passa cerca de 12% do comércio mundial, está agora em risco. Uma análise da empresa de dados e inteligência marítima Lloyd&#8217;s List Intelligence classificou os ataques como um &#8220;duplo golpe&#8221; para os fluxos de petróleo, já afetados pelo bloqueio no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O Irão insiste que tem direito a gerir o tráfego no estreito e chegou a atacar navios que utilizavam rotas sob escolta norte-americana. Trump declarou que fundos iranianos congelados nos EUA serão usados para reparar navios danificados, embora não tenha especificado os mecanismos legais.</P><br />
<P>Desde o reinício dos ataques aéreos norte-americanos, em 27 de junho, o Ministério da Saúde iraniano contabilizou 55 mortos e 629 feridos. Teerão retaliou atingindo infraestruturas energéticas e unidades de dessalinização em países vizinhos do Golfo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793274]]></sapo:autor>
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		<title>Número de mortos em deslizamento de terras no sudoeste da China sobe para 11</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 04:15:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As equipas de resgate encontraram, nos últimos dias, mais três corpos nos escombros do deslizamento de terras ocorrido na semana passada em Chongqing, sudoeste da China, elevando para 11 o número de mortos, enquanto 50 pessoas continuam desaparecidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As equipas de resgate encontraram, nos últimos dias, mais três corpos nos escombros do deslizamento de terras ocorrido na semana passada em Chongqing, sudoeste da China, elevando para 11 o número de mortos, enquanto 50 pessoas continuam desaparecidas.</P><br />
<P>As operações de busca prosseguem, mas não foram detetados sinais recentes de vida, apesar dos esforços para localizar sobreviventes após o deslizamento de sexta-feira no condado de Pengshui, na periferia do município de Chongqing, indicou o governo local em comunicado.</P><br />
<P>As equipas de socorro recuperaram oito corpos pouco depois do deslizamento, que soterrou mais de dez edifícios residenciais, e outras dez pessoas ficaram feridas.</P><br />
<P>As operações de resgate têm sido particularmente difíceis devido ao enorme volume de terra e rochas desprendidas, incluindo grandes blocos de pedra. As equipas recorreram a maquinaria pesada, drones e explosivos para fragmentar algumas das rochas, segundo o governo do condado.</P><br />
<P>O condado de Pengshui situa-se na parte sudeste do município de Chongqing, fazendo fronteira com as províncias de Hubei e Guizhou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793273]]></sapo:autor>
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		<title>Taipé pede racionalidade e contenção a Pequim após anúncio de exercícios militares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 04:00:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Taiwan condenou hoje o anúncio, por parte da China, de dois dias de exercícios militares com fogo real no Estreito de Taiwan e instou Pequim a "agir com racionalidade e contenção" e a "pôr imediatamente fim às provocações militares".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Taiwan condenou hoje o anúncio, por parte da China, de dois dias de exercícios militares com fogo real no Estreito de Taiwan e instou Pequim a &#8220;agir com racionalidade e contenção&#8221; e a &#8220;pôr imediatamente fim às provocações militares&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado, o ministério dos Negócios Estrangeiros de Taiwan sublinhou que estas manobras, realizadas nas imediações da ilha chinesa de Dongshan, na província de Fujian, constituem uma &#8220;violação flagrante das práticas internacionais&#8221; e representam um &#8220;elevado risco&#8221; para o tráfego aéreo e marítimo.</P><br />
<P>&#8220;A China ignora a aspiração comum da comunidade internacional à segurança regional e recorre unilateralmente à ameaça do uso da força nas águas em redor do estreito de Taiwan, gerando tensões na região e confirmando, mais uma vez, a sua condição de fator de instabilidade&#8221;, denunciou o ministério.</P><br />
<P>A diplomacia taiwanesa apelou ainda à comunidade internacional para que &#8220;condene em uníssono&#8221; esta &#8220;conduta hegemónica&#8221; da China, que &#8220;altera gravemente o &#8216;statu quo&#8217; e ameaça a segurança regional&#8221;, acrescentou o comunicado.</P><br />
<P>As declarações surgem horas depois de a Administração de Segurança Marítima (MSA) da província chinesa de Fujian ter divulgado um aviso à navegação sobre exercícios militares com fogo real numa área ao largo da costa da província.</P><br />
<P>O aviso delimita duas zonas em torno da ilha de Dongshan, a segunda maior de Fujian, onde as manobras decorreram entre as 06:00 e as 18:00 locais de hoje (23:00 de quarta-feira e 11:00 de hoje em Lisboa) e prosseguem na sexta-feira no mesmo horário, estando proibida a entrada de todo o tipo de embarcações.</P><br />
<P>A Administração de Portos e Navegação de Taiwan indicou hoje, em declarações citadas pelo Economic Daily News, que as coordenadas divulgadas pelas autoridades chinesas se situam em águas próximas de Dongshan e que, à partida, não deverão afetar as embarcações que navegam em águas sob jurisdição de Taiwan.</P><br />
<P>As forças chinesas realizaram, nos últimos anos, múltiplos exercícios na ilha de Dongshan e nas águas circundantes, incluindo simulações de desembarque anfíbio.</P><br />
<P>A China ainda não anunciou este ano manobras militares de grande dimensão em torno de Taiwan, mas reforçou a presença da Guarda Costeira e de outras embarcações oficiais nas imediações da ilha, em particular ao largo da costa oriental, onde lançou no mês passado uma &#8220;operação de controlo do tráfego marítimo&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades de Pequim consideram Taiwan uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês e nunca excluíram o recurso à força para assumir o controlo da ilha, posição rejeitada pelo Governo taiwanês, que defende que apenas os 23 milhões de habitantes de Taiwan têm o direito de decidir o seu futuro político.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793272]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 25 crianças retiradas das ruas de Díli &#8211; instituto de defesa da criança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 03:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Defesa dos Direitos da Criança (Inddica) identificou 27 crianças a vender nas ruas de Díli, duas das quais originárias de Oecussi, enclave timorense no lado indonésio da ilha de Timor, que foram devolvidas à família.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto Nacional de Defesa dos Direitos da Criança (Inddica) identificou 27 crianças a vender nas ruas de Díli, duas das quais originárias de Oecussi, enclave timorense no lado indonésio da ilha de Timor, que foram devolvidas à família.</P><br />
<P>A Indica, em conjunto com a sociedade civil, Ministério da Solidariedade Social e Inclusão e a Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) realizou uma operação para identificar, resgatar e prestar proteção às crianças que vendem nas ruas da capital timorense.</P><br />
<P>&#8220;A equipa conseguiu resgatar um total de 27 crianças, que levou de regresso a casa, onde se reuniu e conversou com os pais sobre os graves riscos que as crianças enfrentam quando vendem produtos na rua&#8221;, pode ler-se numa informação divulgada terça-feira pela Indica nas redes sociais.</P><br />
<P>Durante a operação, foram também detidas duas pessoas por utilizarem crianças com oito e nove anos de idade em atividades comerciais.</P><br />
<P>As duas pessoas estiveram detidas na PNTL durante 12 horas para investigação.</P><br />
<P>Segundo o Inddica, das 27 crianças que receberam proteção, uma foi encaminhada para uma oportunidade de formação profissional em Maliana, duas foram transportadas de regresso a Oecussi para a continuarem a sua educação e viverem junto da família.</P><br />
<P>&#8220;O lugar das crianças é em casa, na escola e num ambiente seguro e não nas ruas à procura de rendimento económico&#8221;, salienta a Indica.</P><br />
<P>O instituto continua a apelar aos pais, às comunidades e ao setor privado para trabalharem em conjunto na prevenção da exploração económica das crianças e &#8220;garantirem que todas possam viver com dignidade, ter acesso a educação e desenvolver o seu potencial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As crianças não são trabalhadores. As crianças têm direito a aprender, brincar e viver num ambiente seguro&#8221;, afirma o Instituto de Defesa dos Direitos da Criança.</P><br />
<P>Os deputados timorenses têm manifestado preocupação com o aumento da presença de crianças a vender produtos na via pública, considerando tratar-se de uma questão recorrente e prioritária e apelaram ao Governo para que adote medidas destinadas a proteger aquelas crianças.</P><br />
<P>O ano passado, o Indicca disse ter identificado 50 crianças a venderem nas ruas da capital timorense, principalmente no circuito entre o centro comercial Timor Plaza e o Largo de Lecidere.</P></p>
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		<title>UE e Filipinas reforçam laços políticos e económicos com vista a tratado de livre comércio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 03:43:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As chefes da diplomacia europeia e filipina assinaram hoje um acordo em Manila para reforçar laços políticos e económicos, no contexto das negociações do tratado de livre comércio e da incerteza global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As chefes da diplomacia europeia e filipina assinaram hoje um acordo em Manila para reforçar laços políticos e económicos, no contexto das negociações do tratado de livre comércio e da incerteza global.</P><br />
<P>&#8220;A relação entre a União Europeia (UE) e as Filipinas encontra-se numa trajetória positiva. Hoje, concordámos em reforçar os nossos laços através do lançamento da Parceria Reforçada&#8221;, declarou a responsável europeia, Kaja Kallas numa conferência de imprensa ao lado da homóloga e Theresa Lazaro.</P><br />
<P>A diplomata europeia precisou que este novo nível de parceria se traduz em diálogos de alto nível mais frequentes, uma coordenação mais estreita em matéria de política externa e de segurança e uma cooperação mais sólida em áreas que vão desde o comércio ao clima.</P><br />
<P>Por seu lado, Lazaro destacou o bom momento das relações bilaterais e afirmou que isso é um testemunho do compromisso partilhado &#8220;de construir uma parceria mais sólida, melhorada e com visão de futuro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As relações económicas entre o bloco europeu e Manila estão a avançar. A UE é o quarto parceiro comercial mais importante das Filipinas, com um comércio anual de bens que ronda os 17 mil milhões de euros&#8221;, assinalou Kallas.</P><br />
<P>&#8220;Foram alcançados avanços significativos nas negociações do nosso tratado de livre comércio. Estamos na reta final&#8221;, sublinhou a representante de Bruxelas.</P><br />
<P>Kallas, que participou na quarta e na quinta-feira, na capital filipina, na reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), reuniu-se também ontem com o secretário da Defesa das Filipinas, Gilberto Teodoro.</P><br />
<P>Com o responsável pelas Forças Armadas filipinas, a diplomata da UE abordou a ajuda no valor de 15 milhões de euros, concedida através do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz a favor do país asiático, com o objetivo de reforçar capacidades marítimas através de equipamentos de vigilância e monitorização não letais.</P><br />
<P>&#8220;Uma demonstração clara de que a Europa está a assumir um papel mais importante como parceiro em matéria de segurança na região&#8221;, sublinhou Kallas, garantindo que esta é a primeira ajuda deste tipo na região do Indo-Pacífico.</P><br />
<P>Este reforço das relações com as Filipinas surge no âmbito dos esforços de Bruxelas para diversificar os parceiros comerciais e reduzir a dependência do bloco em relação aos Estados Unidos, na sequência da política de tarifas do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</P><br />
<P>Entre o final do ano passado e o início deste ano, Bruxelas assinou com Indonésia, Índia e Austrália acordos de livre comércio que estavam em suspenso há uma ou duas décadas, e que se somam aos que já tinha na região com Singapura, Vietname, Japão, Coreia do Sul e Nova Zelândia, bem como ao que está a ser negociado com a Tailândia.</P></p>
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		<title>Ex-líder da oposição de Hong Kong entra em Londres para pedir asilo após detenção na fronteira</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 03:08:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo líder do Partido Democrático de Hong Kong Wu Chi-wai entrou no Reino Unido para solicitar asilo político, após estar detido no aeroporto de Heathrow devido a questões administrativas, noticiou o Hong Kong Free Press (HKFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo líder do Partido Democrático de Hong Kong Wu Chi-wai entrou no Reino Unido para solicitar asilo político, após estar detido no aeroporto de Heathrow devido a questões administrativas, noticiou o Hong Kong Free Press (HKFP).</P><br />
<P>A detenção não esteve ligada ao estatuto político de Wu em Hong Kong, mas terá estado ligada a um problema administrativo relacionado com documentação, escreveu o portal de notícias em língua inglesa HKFP, citando fontes familiarizadas com o caso. Wu foi libertado após cerca de dez horas de estar retido na fronteira.</P><br />
<P>O jornal britânico The Times avançou na quinta-feira que Wu, de 63 anos, foi inicialmente informado que seria deportado. </P><br />
<P>&#8220;O agente de imigração disse-lhe apenas que estava a confiscar o passaporte e que seria deportado para Hong Kong em sete dias&#8221;, relatou Paul Harris, antigo presidente da Hong Kong Bar Association de Hong Kong &#8211; órgão regulador dos advogados daquele território -, citado pelo diário britânico.</P><br />
<P>Wu, que viajava com passaporte britânico de Cidadão Nacional Ultramarino (BNO), foi libertado no mesmo dia e autorizado a entrar no Reino Unido.</P><br />
<P>O Ministério do Interior britânico declarou ao HKFP que &#8220;o Governo mantém-se firme no apoio à comunidade de Hong Kong no Reino Unido&#8221;, acrescentando que não comenta casos individuais.</P><br />
<P>Wu Chi-wai saiu da prisão de Hong Kong no mês passado, após cumprir quatro anos e cinco meses de pena por conspiração para subversão no âmbito do processo conhecido como &#8220;Hong Kong 47&#8221;, considerado o maior julgamento ao abrigo da lei de segurança nacional imposta por Pequim.</P><br />
<P>Wu foi o 20.º arguido a concluir a pena, num caso que envolveu 47 democratas acusados de planear &#8220;uma crise constitucional&#8221; através de eleições primárias não oficiais em 2020.</P><br />
<P>Querenta e cinco arguidos foram condenados e dois foram absolvidos neste processo.</P><br />
<P>De acordo com o The Times, Wu pretende obter residência através do regime especial para titulares de passaportes BNO, criado em 2021, que permite a obtenção de estatuto permanente após cinco anos de residência, em vez dos dez exigidos para outros migrantes.</P><br />
<P>Centenas de milhares de cidadãos da antiga colónia britânica já se mudaram para o Reino Unido desde a entrada em vigor da lei de segurança nacional, incluindo ativistas pró-democracia como Nathan Law e Finn Lau, ambos procurados pela polícia de Hong Kong, de acordo com o HKFP.</P><br />
<P>Pequim introduziu legislação para regular a segurança nacional em Hong Kong em 2020, criminalizando atos de subversão, secessão, terrorismo e colusão com forças estrangeiras, o que levou ao encerramento de dezenas de organizações civis e à prisão de centenas de opositores. Uma segunda legislação, em 2024, veio ampliar a anterior.</P><br />
<P>A ONU e governos ocidentais expressaram preocupação com a deterioração do Estado de direito, enquanto Pequim defendeu que a medida trouxe estabilidade e paz à região.</P></p>
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