Doze meses bastaram aos CTT para encerrar 31 estações de correio de Norte a Sul do país (23 delas num espaço de três meses). Contudo, a empresa presidida por João Bento ainda só reabriu seis das 33 estações de correio que deixaram de funcionar em sedes de concelho, segundo o “Público”.
A intenção de reactivar as estações encerradas em sedes de concelho em 2018 (mais as duas que fecharam em 2013, em Pedrogão Grande e Gavião, nos distritos de Leiria e Portalegre, respectivamente) foi anunciada pela empresa há nove meses. Das seis estações reabertas, a primeira foi a de Vila Flor (distrito de Bragança), em Setembro do ano passado, seguindo-se Alpiarça (Santarém), em Outubro; Melgaço (Viana do Castelo), em Janeiro; Redondo (Évora) e Aljustrel (Beja), em Fevereiro, e Manteigas (Guarda), no início deste mês.
Em declarações enviadas ao “Público”, fonte oficial da empresa adiantou que conta reabrir entre «duas a quatro lojas CTT» até ao final deste trimestre. Porém, não tem cronograma de reaberturas, nem previsão de data para concluir o processo.
A mesma fonte garantiu que a renegociação do contrato de concessão do serviço postal universal (SPU) que, segundo as declarações feitas na semana passada pelo ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, deverão avançar em breve, não influencia o calendário de aberturas. Este é definido por factores como «o espaço, os recursos humanos envolvidos, a relação existente com os parceiros [as entidades que têm contratos para explorar os postos de correio que substituíram as estações] e as oportunidades em cada uma das localidades».





