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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Unicórnio português entra em insolvência após receber 13,3 milhões de euros do PRR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 09:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[startup, especializada em soluções de Inteligência Artificial, apresentou-se à insolvência em fevereiro deste ano, num processo que envolve cerca de três dezenas de credores, entre os quais entidades públicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa tecnológica Unbabel, que integrou a Unicorn Factory Lisboa, iniciativa lançada pela Câmara Municipal de Lisboa durante o mandato de Carlos Moedas, foi declarada insolvente pelo Tribunal do Comércio, depois de ter recebido 13,3 milhões de euros provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A startup, especializada em soluções de Inteligência Artificial, apresentou-se à insolvência em fevereiro deste ano, num processo que envolve cerca de três dezenas de credores, entre os quais entidades públicas.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/unicornio-falido-recebeu-13-3-milhoes-de-euros-do-estado" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, a Unbabel recebeu financiamento europeu no âmbito de um projeto ligado ao desenvolvimento de Inteligência Artificial. Os dados disponíveis no portal Mais Transparência indicam que o investimento total previsto através do PRR ascendia a 14,83 milhões de euros, dos quais já tinham sido pagos à empresa cerca de 13,3 milhões, correspondentes a 89,6% do montante global aprovado. Entre os credores identificados no processo de insolvência encontra-se o IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, organismo responsável pela gestão de fundos europeus, bem como o Instituto da Segurança Social.</p>
<p>A presença do IAPMEI na lista de credores poderá significar que a empresa não cumpriu integralmente os objetivos ou metas associados ao projeto financiado. Caso se confirme que os compromissos assumidos não foram concretizados, a legislação prevê a possibilidade de devolução dos apoios recebidos ao Estado. O processo de insolvência segue agora os seus trâmites legais, estando marcada para 2 de julho a assembleia-geral de credores, onde serão discutidos os próximos passos relacionados com a situação financeira da empresa.</p>
<p>Os problemas da Unbabel já se tinham tornado evidentes no final de 2025, quando um investidor avançou com uma ação judicial no valor de 12,75 milhões de euros, procurando anular a venda dos ativos da empresa à norte-americana TransPerfect. Poucos meses depois, a própria startup decidiu recorrer aos tribunais para se apresentar à insolvência, culminando num desfecho que coloca sob escrutínio um dos projetos tecnológicos mais mediáticos apoiados por fundos europeus nos últimos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780044]]></sapo:autor>
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		<title>Portuguesa Tekever vence contrato com a Polícia Marítima e vai usar drones para vigiar o mar português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:52:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Tekever]]></category>
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					<description><![CDATA[A Tekever vai fornecer um sistema de plataformas aéreas autónomas à Autoridade Marítima Nacional (AMN), num contrato que visa reforçar a vigilância e a capacidade de resposta no espaço marítimo português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Tekever vai fornecer um sistema de plataformas aéreas autónomas à Autoridade Marítima Nacional (AMN), num contrato que visa reforçar a vigilância e a capacidade de resposta no espaço marítimo português.</p>
<p>A empresa tecnológica pan-europeia, especializada em sistemas autónomos com recurso a inteligência artificial, venceu o concurso público para o fornecimento de um sistema baseado nas plataformas AR3 EVO, que será utilizado pela Polícia Marítima em missões de vigilância, deteção, reconhecimento, identificação e busca e salvamento.</p>
<p>Trata-se do primeiro contrato entre a Tekever e a AMN e representa, segundo a empresa, mais um passo na aplicação de tecnologia desenvolvida em Portugal ao serviço da segurança e monitorização do espaço marítimo nacional.</p>
<p>O sistema inclui, para além das plataformas aéreas não tripuladas, uma estação de controlo terrestre, formação especializada para os operadores e serviços de assistência técnica e manutenção. A operação ficará a cargo da Autoridade Marítima Nacional, após a formação das equipas pela Tekever.</p>
<p>O objetivo passa por criar uma capacidade operacional autónoma dentro da Polícia Marítima, com apoio inicial da empresa tecnológica na transferência de conhecimento e na consolidação do uso da tecnologia.</p>
<p>Em termos operacionais, o sistema permitirá alargar a área de vigilância e fornecer informação em tempo real, contribuindo para uma resposta mais rápida em contexto de operações no mar territorial e na Zona Económica Exclusiva portuguesa.</p>
<p>Em declarações, Pedro Petiz, diretor de desenvolvimento estratégico da Tekever, sublinha que o contrato “coloca uma tecnologia autónoma desenvolvida e produzida em Portugal ao serviço da proteção do nosso espaço marítimo”, destacando também a transferência de conhecimento como elemento central do projeto.</p>
<p>A tecnologia da empresa já soma milhares de horas de voo em missões marítimas, incluindo patrulhamento costeiro, proteção de fronteiras, deteção de atividades suspeitas, monitorização ambiental e operações de busca e salvamento, em vários contextos internacionais.</p>
<p>O sistema AR3 EVO foi escolhido por responder aos requisitos da AMN, destacando-se pela capacidade de descolagem e aterragem vertical (VTOL), o que permite operar a partir de embarcações ou locais com infraestruturas limitadas. Pode atingir até 14 horas de autonomia e está equipado com sensores óticos, térmicos e de comunicações de alta definição.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780060]]></sapo:autor>
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		<title>Na era da IA, o maior ativo continua a ser humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[sap]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Maria Miguel Malhão, Senior Enterprise Account Executive, SAP Portugal e Júri do START Rise Challenge, uma iniciativa da Start Campus em colaboração com a Porto Business School]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No contexto atual, marcado por uma aceleração tecnológica sem precedentes e por uma crescente instabilidade dos mercados globais, as organizações enfrentam um imperativo duplo: manter-se competitivas e garantir a sua resiliência. Estas duas dimensões não são antagónicas; são, na verdade, complementares e mutuamente reforçadas.</p>
<p>Ser competitivo significa, sobretudo, ser veloz. Implica apostar na produtividade e na capacidade de tomar decisões corretas, de forma mais rápida e fundamentada. A Inteligência Artificial (IA) é hoje a maior alavanca de transformação de negócio, mas só gera valor real quando aplicada nos processos centrais de uma organização e assente em três pilares fundamentais: pessoas, processos e mecanismos de governação sólidos.</p>
<p>Ser resiliente significa, por sua vez, ter a capacidade de absorver perturbações, adaptar-se a contextos em permanente mudança e recuperar sem perder o rumo estratégico. Não se trata apenas de resistir à adversidade, mas de sair dela mais forte e mais bem preparado. Neste sentido, a resiliência organizacional assenta na diversificação de competências, na robustez dos sistemas e, acima de tudo, numa cultura que valoriza a aprendizagem contínua e a adaptação como vantagens competitivas em si mesmas.</p>
<p>Quanto mais a tecnologia avança, mais decisivas se tornam as competências humanas: pensamento crítico, ética, liderança, comunicação e empatia. A IA está a criar perfis híbridos, em que pessoas e sistemas inteligentes trabalham lado a lado. Liderar nesta nova era é garantir que a tecnologia é usada de forma responsável, inclusiva e centrada nas pessoas. As funções tornaram-se mais analíticas e digitais, ao passo que as competências assumiram uma dimensão crescentemente estratégica e humana. É nesse equilíbrio que as organizações de referência continuam a investir.</p>
<p>E esta é uma realidade que não é apenas das grandes organizações, antes pelo contrário, é uma realidade que tem impacto direto também nas pequenas e médias empresas. É por isso que a democratização da tecnologia e, em particular, da IA é fundamental, pois permite que empresas de menor dimensão não só acedam a capacidades tecnológicas que de outra forma não seria viável, como também possam nivelar o campo de competição, ao criarem oportunidades de crescimento e tornarem o mercado muito mais competitivo.</p>
<p>E justamente porque é importante apoiar e dinamizar o ecossistema de inovação e empreendedorismo que surge o START Rise Challenge promovido pela Start Campus, um programa que tem como missão identificar startups em Portugal que estejam a desenvolver soluções baseadas em IA com potencial de escala global, apoiando o seu crescimento e a sua articulação com o ecossistema empreendedor nacional.</p>
<p>O START Rise Challenge pretende afirmar-se como uma plataforma de ativação do ambiente empreendedor de IA em Portugal, aproximando o talento emergente de mentores, investidores e de parceiros tecnológicos. Porque, em última análise, a verdadeira força surge quando Academia, Empresas, Tecnologia e Sociedade Civil se unem para construir algo maior do que a soma das suas partes. É desta convergência que emergem as soluções mais transformadoras e os meios de inovação mais dinâmicos e sustentáveis.</p>
<p>Em resumo, o futuro pertence às empresas que souberem decidir depressa, aprender continuamente e colocar as pessoas no centro da tecnologia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Maria Miguel Malhão, Senior Enterprise Account Executive, SAP Portugal e Júri do START Rise Challenge, uma iniciativa da Start Campus em colaboração com a Porto Business School]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sondagem: Ana Paula Martins continua a ser a pior ministra, mas Rosário Palma Ramalho dispara na impopularidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, foi a governante que mais viu aumentar os níveis de rejeição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, foi a governante que mais viu aumentar os níveis de rejeição no mais recente barómetro da Intercampus, realizado para o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/barometro-rejeicao-da-ministra-do-trabalho-quase-duplica-mas-a-da-saude-e-a-mais-impopular" target="_blank" rel="noopener">Negócios, Correio da Manhã, CMTV e NOW</a>. Apesar desta subida expressiva, continua a ser a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, quem reúne a maior percentagem de respostas entre os inquiridos quando questionados sobre quem consideram ser o pior membro do Governo. Os resultados surgem numa altura em que o debate político foi marcado pelas negociações falhadas em torno da reforma laboral e pela tentativa de entendimento entre o executivo e o Chega.</p>
<p>Segundo indica o Barómetro, a percentagem de inquiridos que identifica Rosário Palma Ramalho como a pior ministra do Governo passou de 5,9% em maio para 10,8% em junho, praticamente duplicando num único mês. Já Ana Paula Martins manteve-se destacada no topo desta classificação, embora tenha registado uma ligeira melhoria face ao mês anterior. Depois de ter alcançado 26,9% das respostas em maio, a ministra da Saúde recuou para 24% em junho, permanecendo, ainda assim, bastante acima dos restantes membros do executivo.</p>
<p>A evolução da perceção sobre a ministra do Trabalho coincide com semanas de forte discussão em torno das alterações à legislação laboral. Em abril, o Governo ainda procurava alcançar um acordo com as confederações patronais e a UGT sobre a reforma laboral. No mês seguinte, as negociações terminaram sem consenso e o Conselho de Ministros aprovou uma proposta que recuperava várias medidas do anteprojeto inicial, incluindo um maior alargamento dos contratos a prazo e alterações às regras de não reintegração dos trabalhadores. O trabalho de campo do barómetro decorreu entre 10 e 16 de junho, depois da greve geral, mas antes de a proposta ser rejeitada no Parlamento.</p>
<p>O estudo revela também quais são os governantes mais valorizados pelos portugueses. O ministro da Administração Interna, Luís Neves, lidera essa classificação com 12,8% das preferências dos inquiridos. Seguem-se a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, com 5,9%, e o ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, com 4,1%. Por outro lado, o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, perdeu posições relativamente ao levantamento anterior.</p>
<p>No plano partidário, o barómetro reforça a posição de André Ventura como principal rosto da oposição. Mais de metade dos inquiridos, 51,1%, consideram o líder do Chega o verdadeiro líder da oposição em Portugal, acima dos 33,3% que apontam José Luís Carneiro. Ambos registaram uma subida face aos resultados de maio. Já na avaliação dos líderes partidários numa escala de um a cinco, Luís Montenegro desceu ligeiramente para 2,5 pontos, enquanto Rui Tavares e José Luís Carneiro surgem com as classificações mais elevadas, ambos com 2,9 pontos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780043]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Do Brasil ao Uganda: Projetos apoiados pela Delta Cafés ajudam 13 mil famílias produtoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:29:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Delta Cafés revelou que os projetos desenvolvidos pela International Coffee Partners (ICP) apoiaram, em 2025, um total de 12.819 famílias de pequenos produtores de café em cinco países — Brasil, Honduras, Indonésia, Tanzânia e Uganda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Delta Cafés revelou que os projetos desenvolvidos pela International Coffee Partners (ICP) apoiaram, em 2025, um total de 12.819 famílias de pequenos produtores de café em cinco países — Brasil, Honduras, Indonésia, Tanzânia e Uganda — contribuindo para o reforço do rendimento familiar, a diversificação das fontes de subsistência e o aumento da resiliência das comunidades face às alterações climáticas.</p>
<p>A informação foi divulgada pela empresa através da rede social LinkedIn, com base nos dados do <em>Annual Report 2025</em> da International Coffee Partners, organização que reúne várias empresas internacionais do setor cafeeiro com o objetivo de promover práticas sustentáveis na produção de café.</p>
<p>Segundo a Delta Cafés, os projetos implementados ao longo do último ano tiveram um impacto significativo nas comunidades de origem da matéria-prima, refletindo o compromisso da empresa com a sustentabilidade da cadeia de valor do café.</p>
<p>O relatório destaca ainda o papel crescente das mulheres nas comunidades cafeeiras. De acordo com a ICP, a sua participação tem contribuído para decisões mais informadas, uma maior diversificação dos rendimentos familiares e a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis.</p>
<p>Rui Miguel Nabeiro, Presidente do <em>Steering Committee</em> da International Coffee Partners, sublinha que “as mulheres podem ser agentes-chave de transformação”. O responsável defende que o acesso a recursos, conhecimento e oportunidades de liderança permite fortalecer as comunidades produtoras, tornando-as mais produtivas e preparadas para enfrentar os desafios futuros.</p>
<p>A Delta Cafés refere que continuará a apoiar iniciativas que promovam o desenvolvimento sustentável das regiões produtoras, reforçando a ligação entre a atividade cafeeira e o progresso social e económico das comunidades locais.</p>
<p><iframe title="Publicação incorporada" src="https://www.linkedin.com/embed/feed/update/urn:li:share:7474766396669956096?collapsed=1" width="504" height="523" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780042]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Gestora do &#8220;Volta&#8221; faz balanço positivo, mas Deco aponta falta de informação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:24:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A entidade gestora do Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) faz um balanço "muito positivo" do arranque da operação, mas a Deco diz que os consumidores continuam pouco informados sobre como reaver o depósito pago pelas embalagens de bebidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A entidade gestora do Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) faz um balanço &#8220;muito positivo&#8221; do arranque da operação, mas a Deco diz que os consumidores continuam pouco informados sobre como reaver o depósito pago pelas embalagens de bebidas.</p>
<p>&#8220;A comunicação sobre a entrada em vigor do sistema não foi bem acautelada, porque a informação só começou a chegar de forma mais consistente aos consumidores já o sistema estava implementado. Há muitas dúvidas sobre como é que funciona e, dois meses depois, continuamos com os consumidores sem saberem, por exemplo, que têm direito a exigir o [reembolso da caução paga pelas embalagens em] numerário&#8221;, afirmou à agência Lusa a jurista da associação de defesa do consumidor Deco Susana Correia.</p>
<p>Já a SDR Portugal, associação sem fins lucrativos responsável pela implementação e gestão do sistema &#8211; que funciona sob a marca &#8220;Volta&#8221; e está operacional desde 10 abril &#8211; faz &#8220;um balanço globalmente muito positivo&#8221;, tendo em conta que a operação está &#8220;ainda numa fase inicial e de adaptação&#8221;.</p>
<p>O SDR abrange embalagens de bebidas de uso único &#8212; garrafas e latas, de plástico, metal e alumínio, inferiores a três litros, permitindo ao consumidor o reembolso do depósito de 10 cêntimos pago na compra de cada embalagem mediante o seu depósito em máquinas instaladas por todo o país.</p>
<p>Em declarações à Lusa, o presidente da SDR Portugal salientou que o &#8220;Volta&#8221; arrancou &#8220;com uma infraestrutura muito robusta, com mais de 90% da rede de pontos automáticos já instalada desde o primeiro dia, o que corresponde a cerca de 2.500 pontos distribuídos por todo o país, incluído ilhas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nesta fase, o principal objetivo tem sido assegurar a estabilização operacional do sistema, esclarecer operadores e consumidores e promover a familiarização dos cidadãos com este novo gesto de devolução&#8221;, referiu Leonardo Mathias.</p>
<p>Embora reconhecendo que, &#8220;como em todos os países que implementaram sistemas semelhantes, há um período de aprendizagem&#8221;, a associação considera que &#8220;os primeiros sinais são muito positivos&#8221;: &#8220;Os consumidores começam a identificar as embalagens abrangidas, a utilizar os pontos &#8216;Volta&#8217; e a integrar progressivamente a devolução de embalagens nas suas rotinas&#8221;, sustenta.</p>
<p>Na opinião da jurista da Deco Susana Correia, a operação arrancou, contudo, sem que os consumidores estivessem devidamente elucidados sobre os seus objetivos e funcionamento, o que &#8220;leva a que fiquem algo desconfortáveis com o próprio sistema, porque não o entendem&#8221;.</p>
<p>&#8220;Gostávamos que primeiro tivesse sido apresentado aos consumidores como uma forma de incentivo [à reciclagem], explicando que se trata de pagar um depósito, mas este valor pode ser reembolsado&#8221;, explicou.</p>
<p>No entanto, &#8220;como não foi bem trabalhado, bem planeado e bem comunicado&#8221;, o facto é que &#8220;pelos consumidores ainda é muito percebido como mais uma taxa, um imposto ou uma penalização, quando na verdade o sistema não tem esse objetivo&#8221;.</p>
<p>Para a SDR Portugal, estas são &#8220;questões normais de fase de implementação&#8221;, predominando sobretudo &#8220;dúvidas sobre o funcionamento do sistema, as condições de elegibilidade das embalagens e o processo de devolução e reembolso do valor de depósito&#8221;.</p>
<p>Paralelamente, existem algumas questões relacionadas com a existência temporária de embalagens com símbolo &#8220;Volta&#8221; e outras sem símbolo, correspondentes a &#8216;stocks&#8217; anteriores à entrada em vigor do SDR, no âmbito da fase de transição que decorre até 09 de agosto.</p>
<p>O presidente da associação garante, contudo, que &#8220;estas situações estão a ser acompanhadas de forma contínua e respondidas através de reforço de comunicação, esclarecimento no terreno e ajustamentos operacionais normais próprios de um sistema desta escala&#8221;.</p>
<p>&#8220;O sistema está a funcionar dentro do esperado para uma operação desta escala e complexidade. Como em qualquer arranque desta dimensão, existe uma fase natural de afinação operacional, com alguns equipamentos ainda em instalação final&#8221;, assegura.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780037]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Consumidores devem confirmar símbolo &#8220;Volta&#8221; quando pagam caução pelas embalagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:24:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A SDR Portugal aconselha os consumidores a confirmarem a presença do símbolo "Volta" nas embalagens que adquirem, nomeadamente em restaurantes, caso suspeitem que lhes foi cobrado indevidamente o respetivo valor de depósito de 10 cêntimos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A SDR Portugal aconselha os consumidores a confirmarem a presença do símbolo &#8220;Volta&#8221; nas embalagens que adquirem, nomeadamente em restaurantes, caso suspeitem que lhes foi cobrado indevidamente o respetivo valor de depósito de 10 cêntimos.</p>
<p>&#8220;Durante o período de transição, que decorre até 09 de agosto, coexistem embalagens com e sem símbolo &#8216;Volta&#8217;. Apenas as embalagens com símbolo estão abrangidas pelo SDR [Sistema de Depósito e Reembolso], pelo que as embalagens sem símbolo não estão sujeitas ao valor de depósito e devem continuar a ser encaminhadas para os outros fluxos de reciclagem, nomeadamente para o ecoponto amarelo&#8221;, explica a associação sem fins lucrativos responsável pela implementação e gestão do sistema, que funciona sob a marca &#8220;Volta&#8221; e está operacional desde 10 abril.</p>
<p>A SDR Portugal respondia a questões levantadas pela agência Lusa, na sequência da denúncia de casos em que foi cobrado, nomeadamente em restaurantes, o valor de depósito de 10 cêntimos por garrafas sem o símbolo &#8220;Volta&#8221;, ou seja, que não estão sujeitas a esta caução por não fazerem ainda parte do sistema.</p>
<p>O SDR abrange embalagens de bebidas de uso único &#8212; garrafas e latas, de plástico, metal e alumínio, inferiores a três litros, permitindo ao consumidor o reembolso do depósito de 10 cêntimos que passou a ser pago na compra de cada embalagem mediante o seu depósito em máquinas instaladas por todo o país.</p>
<p>Também em declarações à Lusa, a jurista do departamento jurídico e económico da Deco Susana Correia explicou que, nos super e hipermercados, os sistemas informáticos identificam automaticamente as embalagens pertencentes ao sistema quando, no momento da compra, é feita leitura do respetivo código de barras na caixa de pagamento, sendo cobrado ou não o respetivo depósito, consoante o caso.</p>
<p>Contudo, nos restaurantes não é frequentemente feita a leitura do código de barras das embalagens (nomeadamente nos estabelecimentos de &#8216;fast food&#8217;, em que as garrafas estão frequentemente inseridas em menus), pelo que, se os sistemas informáticos do estabelecimento já estiverem configurados para aplicar por defeito a caução, esta pode ser cobrada a embalagens não abrangidas que ainda estejam em circulação.</p>
<p>&#8220;Em situações de dúvida ou eventual cobrança indevida, os consumidores devem confirmar sempre a presença do símbolo &#8216;Volta&#8217; na embalagem e solicitar esclarecimento no ponto de venda&#8221;, enfatiza a SDR Portugal.</p>
<p>A este propósito, a entidade gestora sublinha que &#8220;o valor de depósito não é uma taxa&#8221;, funcionando antes &#8220;como uma &#8216;caução'&#8221; que &#8220;é integralmente reembolsada ao cidadão quando as embalagens &#8216;Volta&#8217; são devolvidas ao sistema nas devidas condições&#8221;.</p>
<p>À Lusa, o presidente entidade gestora do sistema salientou que este &#8220;arrancou com uma infraestrutura muito robusta, com mais de 90% da rede de pontos automáticos já instalada desde o primeiro dia, o que corresponde a cerca de 2.500 pontos distribuídos por todo o país, incluindo ilhas, garantindo uma cobertura nacional efetiva&#8221;.</p>
<p>Segundo Leonardo Mathias, esta rede &#8220;continuará a crescer nos próximos meses, estando previsto atingir cerca de 3.000 pontos automáticos &#8216;Volta&#8217;, sobretudo em supermercados e hipermercados&#8221;, aos quais se juntam &#8220;outros estabelecimentos comerciais que estão a aderir à rede de recolha junto da SDR Portugal&#8221;.</p>
<p>Em paralelo, está a ser desenvolvida uma rede de 50 quiosques &#8220;Volta&#8221;, em articulação com 38 municípios, que &#8220;permitirão a devolução de maiores volumes de embalagens em zonas de maior circulação, concentração de consumo e presença de estabelecimentos do setor HoReCa [hotéis, restaurantes e cafés]&#8221;.</p>
<p>&#8220;Apesar das dúvidas iniciais que uma mudança destas significa nas rotinas dos cidadãos, este arranque demonstra que estamos perante uma transformação estrutural que está a evoluir de forma consistente e alinhada com os objetivos do sistema&#8221;, sustenta a SDR Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780036]]></sapo:autor>
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		<title>Devolução em dinheiro do depósito das embalagens &#8220;Volta&#8221; tem de ser sempre possível</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/devolucao-em-dinheiro-do-deposito-das-embalagens-volta-tem-de-ser-sempre-possivel-sdr-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:24:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O consumidor tem sempre direito a receber em numerário o depósito de 10 cêntimos pago pelas embalagens "Volta", podendo devolvê-las em qualquer ponto da rede, independentemente de onde foram adquiridas, esclareceu à agência Lusa a entidade gestora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumidor tem sempre direito a receber em numerário o depósito de 10 cêntimos pago pelas embalagens &#8220;Volta&#8221;, podendo devolvê-las em qualquer ponto da rede, independentemente de onde foram adquiridas, esclareceu à agência Lusa a entidade gestora.</p>
<p>&#8220;O princípio fundamental do sistema é que o consumidor recupera integralmente o valor de depósito pago no momento da compra, desde que devolva a embalagem &#8216;Volta&#8217; nas devidas condições&#8221;, sublinhou a SDR Portugal, associação sem fins lucrativos responsável pela implementação e gestão do Sistema de Depósito e Reembolso (SDR), que funciona sob a marca &#8220;Volta&#8221;.</p>
<p>O sistema, que está operacional desde 10 abril e, em dois meses de funcionamento, ultrapassou os 10 milhões de embalagens recolhidas, abrange embalagens de bebidas de uso único &#8211; garrafas e latas, de plástico, metal e alumínio &#8211; inferiores a três litros.</p>
<p>Até 09 de agosto encontra-se numa fase de transição, em que coexistem no mercado embalagens com e sem o símbolo &#8220;Volta&#8221;, sendo que apenas as que possuem este símbolo estão abrangidas pelo SDR. As outras não estão sujeitas ao valor de depósito e devem continuar a ser encaminhadas para os outros fluxos de reciclagem, nomeadamente para o ecoponto amarelo.</p>
<p>Em resposta a questões colocadas pela agência Lusa, a entidade gestora esclarece que o reembolso após a devolução da embalagem &#8220;pode assumir diferentes modalidades, incluindo devolução em vale, convertível em numerário ou descontado no ponto de venda, cartões de fidelização, soluções digitais ou doação a uma instituição&#8221;, tendo o consumidor &#8220;assegurada a restituição do valor de depósito, de forma clara, transparente, sem perda do montante pago na modalidade pretendida&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nunca pode ser afastada a hipótese [da devolução] do dinheiro, se for essa a vontade do cliente&#8221;, corrobora a jurista do departamento jurídico e económico da Deco Susana Correia, em declarações à Lusa.</p>
<p>A jurista explica que, embora não seja possível reaver diretamente o dinheiro nos pontos de recolha automática do sistema existentes em estabelecimentos de retalho, estes equipamentos emitem um talão que, esse sim, pode ser convertido em numerário ao balcão da loja.</p>
<p>Em alternativa, os consumidores podem optar pela devolução em vale ou em cartões de fidelização, a descontar nos estabelecimentos de retalho, ou pela doação a uma instituição.</p>
<p>De acordo com o presidente da SDR Portugal, Leonardo Mathias, no âmbito da evolução tecnológica da &#8220;Volta&#8221; estão atualmente em desenvolvimento soluções adicionais de reembolso digital a disponibilizar nos pontos de recolha automática, incluindo mecanismos de transferência e opções eletrónicas.</p>
<p>&#8220;Estas soluções visam aumentar a conveniência e a flexibilidade para os consumidores, acompanhando a modernização dos meios de pagamento&#8221;, referiu.</p>
<p>O objetivo é &#8220;garantir que o processo de devolução seja cada vez mais simples, acessível e integrado no dia-a-dia dos utilizadores, sem comprometer a rastreabilidade e a robustez do SDR&#8221;.</p>
<p>Entretanto, indicou o responsável à Lusa que alguns operadores, &#8220;no quadro das suas políticas comerciais, estão a disponibilizar a transferência bancária via digital&#8221;, mas nestes casos a SDR Portugal não tem &#8220;conhecimento dos termos contratuais envolvidos&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780035]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Manifesto dos 50+ exige resultados e prazos cumpridos na Justiça</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/manifesto-dos-50-exige-resultados-e-prazos-cumpridos-na-justica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:18:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os autores do Manifesto dos 50+ "Por uma Reforma na Justiça" exigiram hoje conhecer o resultado de investigações e de processos "de grande envergadura" que se arrastam há anos sem chegar a julgamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os autores do Manifesto dos 50+ &#8220;Por uma Reforma na Justiça&#8221; exigiram hoje conhecer o resultado de investigações e de processos &#8220;de grande envergadura&#8221; que se arrastam há anos sem chegar a julgamento.</p>
<p>Os subscritores da iniciativa lançada em 2024, por ocasião dos 50 anos do 25 de Abril, pretendem que sejam fixados prazos obrigatórios para procuradores e juízes na condução e apreciação dos processos.</p>
<p>De acordo com os responsáveis pelo Manifesto, dois anos após o lançamento deste repto &#8220;nada melhorou&#8221; e entrou-se mesmo numa fase de &#8220;normalização dos abusos&#8221;.</p>
<p>&#8220;As mudanças legislativas em curso diminuem os direitos dos cidadãos e as suas garantias de defesa&#8221;, defenderam numa posição divulgada em comunicado, no qual anunciaram a intenção de recorrer ao parlamento.</p>
<p>O grupo dos 50 vai, assim, propor aos partidos com assento parlamentar que legislem para que os prazos legalmente previstos nas leis processuais sejam obrigatórios e não meramente indicativos, &#8220;como têm sido interpretados pelos tribunais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os subscritores do Manifesto dos 50 reagem à aprovação pelo Parlamento em 12 de junho das alterações aos Códigos Penal e de Processo Penal e ao Regulamento das Custas Processuais propostas pelo Governo no início do ano, as quais introduzem alterações que restringem direitos de defesa e impõem multas pesadas às partes por atos que os juízes considerem infundados e irrelevantes&#8221;, lê-se no documento.</p>
<p>O movimento considerou, nesta posição, que estas normas, enviadas para a Presidência da República para promulgação, &#8220;diminuem os direitos dos cidadãos e as suas garantias de defesa&#8221;.</p>
<p>Disse ainda que na maioria dos casos, a morosidade dos processos se deve à ação do Ministério Público.</p>
<p>O movimento cívico deu exemplos de processos parados durante meses ou anos: &#8220;Relatórios como o da inspeção ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) revelam a multiplicação de escutas prolongadas, anos para digitalizar provas, falhas graves de comunicação interna e, em geral, um cenário de descontrolo e falta de gestão no Ministério Público&#8221;.</p>
<p>&#8220;Repetem-se operações com centenas de meios, de magistrados e de polícias envolvidos que, anos e anos depois, continuam sem produzir resultados: são os casos da investigação na Madeira, do processo Influencer, do processo Tutti-Fruti e da investigação ao PSD, entre tantos outros&#8221;, exemplificaram os subscritores do manifesto, ao defenderem que o atual estado da justiça põe em causa o Estado de Direito.</p>
<p>&#8220;O país tem o direito a conhecer o resultado objetivo de tais operações e investigações: ninguém pode estar acima do escrutínio e este não pode continuar a ser adiado indefinidamente pela ausência de prazos perentórios e rigorosos&#8221;, concluiu o grupo dos 50.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780031]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Secretas não receberam informação sobre ameaças a Luís Montenegro e Marcelo Rebelo de Sousa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os serviços de informações portugueses não foram informados das ameaças alegadamente planeadas por elementos do Movimento Armilar Lusitano (MAL) contra o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os serviços de informações portugueses não foram informados das ameaças alegadamente planeadas por elementos do Movimento Armilar Lusitano (MAL) contra o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Também não tiveram conhecimento da existência de uma denominada “Lista de Indesejáveis”, onde figuravam mais de 170 pessoas e dezenas de organizações, segundo informações conhecidas no âmbito da investigação ao grupo. A ausência dessa comunicação impediu qualquer avaliação formal do grau de risco ou eventual adoção de medidas de proteção às pessoas visadas.</p>
<p>De acordo com informações avançadas pelo <a href="https://www.publico.pt/2026/06/23/sociedade/noticia/secretas-nao-informadas-ameacas-luis-montenegro-marcelo-rebelo-sousa-2179119" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, os planos atribuídos ao MAL só foram identificados após a análise forense dos cerca de oito terabytes de dados apreendidos durante buscas realizadas em junho de 2024. A investigação permitiu reconstruir comunicações e atividades ocorridas entre o início de 2024 e meados de 2025. Contudo, tanto a Polícia Judiciária (PJ) como o Ministério Público optaram por não partilhar essa informação no âmbito da Unidade de Coordenação Antiterrorismo (UCAT), organismo criado precisamente para coordenar a troca de informações relacionadas com ameaças terroristas e segurança interna.</p>
<p>A UCAT integra representantes de várias entidades do sistema de segurança nacional, incluindo a secretária-geral do Sistema de Segurança Interna, o Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), a Polícia Judiciária, a PSP, a GNR, o Serviço de Informações de Segurança (SIS), o Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) e a Polícia Marítima. Segundo fonte oficial do SIRP citada pelo jornal, “com o conhecimento do SIRP, não foi partilhada qualquer informação nas reuniões da UCAT”. A mesma fonte acrescentou que qualquer situação comunicada ao SIS que exija uma avaliação urgente de ameaça é analisada de imediato. Como a informação nunca chegou aos serviços de informações, não foi realizada qualquer avaliação de segurança relativamente aos alvos mencionados.</p>
<p>O caso ganhou especial relevância depois de ter sido revelado que o grupo discutiu a possibilidade de realizar ataques contra figuras do Estado, incluindo um alegado plano para lançar uma granada contra o apartamento da família de Luís Montenegro, em Lisboa. Entretanto, uma operação da Polícia Judiciária levou à detenção de seis elementos do MAL, quatro dos quais ficaram em prisão preventiva, tendo ainda sido apreendido um vasto arsenal de armas produzidas com recurso a impressoras 3D. Apesar disso, a PJ e o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) recusaram esclarecer se a informação sensível chegou ou não a ser formalmente discutida no âmbito da UCAT, invocando deveres de confidencialidade associados ao funcionamento daquele organismo.</p>
<p>A polémica intensificou-se depois de o atual ministro da Administração Interna, Luís Neves, que liderava a Polícia Judiciária quando as informações foram conhecidas, admitir publicamente que existiu uma falha de comunicação. Em declarações à RTP, afirmou que “a comunicação poderia e deveria ter sido diferente porque, em matérias de Estado, não faz sentido as pessoas serem informadas através da comunicação social”. A questão levanta agora dúvidas sobre os mecanismos de partilha de informação entre as autoridades responsáveis pela investigação criminal e os organismos encarregues da avaliação de ameaças à segurança nacional, numa altura em que o processo relacionado com o Movimento Armilar Lusitano continua a gerar forte escrutínio público e político.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780027]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dezassete concelhos de oito distritos em perigo máximo de incêndio rural</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dezassete-concelhos-de-oito-distritos-em-perigo-maximo-de-incendio-rural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:06:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dezassete concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Coimbra, Viseu, Castelo Branco e Faro estão esta terça-feira em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dezassete concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Coimbra, Viseu, Castelo Branco e Faro estão esta terça-feira em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Em perigo máximo de incêndio estão esta terça-feira os concelhos de Montalegre, Chaves (Vila Real), Vinhais, Bragança, Macedo de Cavaleiros, Vimioso, Miranda do Douro, Mogadouro (Bragança), Figueira de Castelo Rodrigo, Pinhel, Almeida (Guarda), Armamar, Moimenta da Beira, Tabuaço (Viseu), Pampilhosa da Serra (Coimbra), Oleiros (Castelo Branco) e Tavira (Faro).</p>
<p>De acordo com o IPMA, dezenas de concelhos dos distritos de Faro, Leiria, Beja, Évora, Santarém, Portalegre, Castelo Branco, Coimbra, Viseu, Guarda, Bragança, Braga, Viana do Castelo, Aveiro e Vila Real estão esta terça-feira em perigo muito elevado de incêndio.</p>
<p>Em perigo elevado de incêndio rural estão vários concelhos dos distritos de Faro, Évora, Beja, Santarém, Setúbal, Portalegre, Leiria, Coimbra, Viseu, Porto, Vila Real e Viseu.</p>
<p>O perigo de incêndio rural vai manter-se até quarta-feira, prevendo-se depois um desagravamento gradual.</p>
<p>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</p>
<p>Por causa do tempo quente, o IPMA colocou esta terça-feira sob aviso laranja os distritos de Bragança, Guarda e Vila Real até às 18h00, passando depois a amarelo até às 18h00 de quarta-feira.</p>
<p>Também esta terça-feira, os distritos de Viseu, Évora, Porto, Viana do Castelo, Coimbra, Castelo Branco, Braga e Portalegre estão sob aviso amarelo devido ao tempo quente até às 18h00.</p>
<p>O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe &#8220;situação meteorológica de risco moderado a elevado, e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</p>
<p>O IPMA prevê para esta terça-feira no continente céu geralmente muito nublado, possibilidade de ocorrência de aguaceiros dispersos e trovoada mais prováveis no Centro e Sul durante a manhã e no interior Norte e Centro durante a tarde.</p>
<p>A previsão aponta ainda para vento fraco a moderado, neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais da faixa costeira ocidental e pequena subida da temperatura máxima.</p>
<p>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 13 graus Celsius (Viana do Castelo) e os 21 (Faro e Portalegre) e as máximas entre os 22 graus (Aveiro) e os 37 (Évora).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780023]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias em terreno negativo em linha com Wall Street e mercados asiáticos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-em-terreno-negativo-em-linha-com-wall-street-e-mercados-asiaticos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias seguiam hoje em terreno negativo, depois de a Ásia e dos Estados Unidos da América terem tido os seus índices com desempenhos maioritariamente negativos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias seguiam hoje em terreno negativo, depois de a Ásia e dos Estados Unidos da América terem tido os seus índices com desempenhos maioritariamente negativos.</p>
<p>Pelas 08:30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 perdia 0,94% para 633,26 pontos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Frankfurt recuava 1,29% e Milão 1,04%. Noutros índices nacionais de referência na Europa, Paris perdia 0,83%, Londres recuava 0,72% e Madrid baixava 0,21%.</p>
<p>Os mercados continuam focados nas negociações entre o Irão e os Estados Unidos da América e à descida do preço do petróleo.</p>
<p>Apesar do avanço nas negociações, Wall Street fechou com perdas no Nasdaq (-1,33%) e no S&amp;P 500 (-0,37%). Apesar de crescer, o Dow Jones teve uma variação inferior a qualquer um dos outros dois índices (+0,29%).</p>
<p>No lado asiático, o principal índice de Seul, o Kospi, baixou 9,99% &#8211; a atividade chegou mesmo a ser interrompida -, enquanto o japonês Nikkei caiu 3,55%.</p>
<p>Em Hong Kong, o Han Seng perde 1,85% e a bolsa de valores de Shangai recua 1,34%.</p>
<p>Não obstante o desempenho das tecnológicas, em que se insere a SpaceX, que na segunda recuou 16% e acabou por arrastar outras tecnológicas, os investidores continuam atentos às negociações para a paz no Médio Oriente.</p>
<p>Além das negociações, Washington emitiu uma licença geral que autoriza a venda de crude iraniano por 60 dias.</p>
<p>Neste contexto, o barril de Brent, referência para a Europa, continua hoje a descer e recua 1,4%, para abaixo dos 77 dólares.</p>
<p>O euro é negociado a 1,143 dólares e o ouro recua 1,69% para 4.120 dólares a onça. Por sua vez, a bitcoin baixa 1,60% para 63.371 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780024]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Revolução na fatura da luz: preço poderá variar consoante a hora e o local de consumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 07:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia está a preparar uma profunda alteração às regras de acesso às redes elétricas que poderá mudar a forma como consumidores e empresas pagam a eletricidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia está a preparar uma profunda alteração às regras de acesso às redes elétricas que poderá mudar a forma como consumidores e empresas pagam a eletricidade. A proposta prevê que os encargos associados à utilização da rede passem a refletir não apenas a quantidade de energia consumida, mas também a potência utilizada, a hora do consumo e até a localização geográfica, numa tentativa de tornar o sistema mais eficiente e responder aos crescentes desafios da transição energética.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/custo-da-eletricidade-podera-passar-a-depender-da-hora-e-do-local-de-consumo" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, citando informação inicialmente divulgada pelo diário espanhol elEconomista, Bruxelas pretende reformular o atual modelo tarifário para que os custos da rede elétrica estejam mais diretamente ligados ao impacto que cada utilizador tem no sistema. A proposta surge num contexto em que a União Europeia estima necessidades de investimento em infraestruturas de transporte e distribuição de eletricidade entre 75 mil milhões e 100 mil milhões de euros por ano até 2050.</p>
<p>Entre as principais mudanças está a introdução de mecanismos que diferenciem os encargos cobrados em função dos períodos de maior pressão sobre a rede, da época do ano ou da zona onde a eletricidade é consumida ou produzida. O objetivo passa por reduzir os picos de procura, melhorar o aproveitamento da produção de energias renováveis e incentivar novos investimentos em áreas onde exista maior capacidade disponível. Atualmente, os custos das redes representam, em média, entre 24% e 29% da fatura de eletricidade dos consumidores europeus.</p>
<p>A proposta poderá ter impacto significativo sobretudo nos grandes consumidores de energia, como a indústria, centros de dados, projetos de armazenamento energético e instalações de energias renováveis. Bruxelas pretende ainda atribuir um tratamento específico às baterias, defendendo que as tarifas aplicáveis ao armazenamento reflitam os benefícios que estas infraestruturas proporcionam à estabilidade da rede, evitando situações de dupla tributação. O plano prevê igualmente que os Estados-membros possam financiar parcialmente alguns investimentos através de fundos públicos, nomeadamente em projetos ligados à descarbonização, interligações energéticas, infraestruturas offshore e reforço das redes elétricas.</p>
<p>Paralelamente, a Comissão Europeia quer acelerar a digitalização do setor energético, propondo que pelo menos 50% dos consumidores disponham de contadores inteligentes até 2030, aumentando essa cobertura para 65% até 2033. Bruxelas considera que estas medidas serão essenciais para acomodar a crescente eletrificação da economia, dos transportes e dos edifícios, evitando que a expansão das redes elétricas se traduza num aumento excessivo dos custos para consumidores e empresas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780017]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>IRS: o que é a nota de liquidação, como ler e o que verificar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 07:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[consultorio de IRS]]></category>
		<category><![CDATA[irs]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A nota de liquidação é uma demonstração dos cálculos efetuados pelas Finanças para determinarem se já pagou o IRS devido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="3a46d0d1-8b8b-41c6-a014-89ddb5f4f8d2">
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<p>A nota de liquidação é uma demonstração dos cálculos efetuados pelas <strong>Finanças </strong>para determinarem <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/impostos/dicas/irs-ajudamos-preencher-passo-a-passo" target="_blank" rel="noopener">se já pagou o IRS devido</a>. É disponibilizada apenas quando o imposto é liquidado, sendo <strong>enviada aos contribuintes por correio</strong>, ou, para quem aderiu, <strong>através da <a href="https://www.ctt.pt/particulares/receber/viactt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ViaCTT</a></strong>, uma caixa postal eletrónica. Também é possível consultar a nota de liquidação no Portal das Finanças.</p>
<p>Por norma, quem tem direito ao reembolso e indicou o IBAN na declaração de IRS recebe a <strong>transferência </strong>das Finanças ainda antes de a nota de liquidação ser enviada. Para quem ainda tem imposto por pagar, este documento contém os dados que permitem fazer o pagamento. Este ano, há mais contribuintes com imposto a pagar do que em anos anteriores, em resultado da <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/impostos/noticias/porque-reembolso-do-irs-mais-baixo-este-ano" target="_blank" rel="noopener">aproximação entre os valores retidos e o imposto a pagar</a> verificada em 2025, uma tendência que já se vinha a sentir no ano anterior.</p>
<p>Na prática, o reembolso não é mais do que a <strong>devolução ao contribuinte do IRS pago em excesso</strong> durante o ano anterior, seja através das retenções na fonte ou de pagamentos por conta. Para saber quanto adiantou ao Estado em 2025, consulte as parcelas 23 (pagamentos por conta) e 24 (retenções na fonte). Estas serão descontadas ao valor que lhe cabia efetivamente entregar, e que é indicado na parcela 22, relativa à coleta líquida. Se sobrou dinheiro, há lugar a reembolso. Se os adiantamentos não foram suficientes, há ainda imposto a pagar.</p>
<p>Se o valor a reembolsar for inferior a 10 euros, o Fisco não o devolve, tal como também não cobra IRS até 25 euros.</p>
<p>Veja abaixo as parcelas da nota de liquidação descodificadas.</p>
</div>
</div>
<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{7672D800-5E67-4D4C-B114-CA662539BE07}">
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<h2>Nota demonstrativa da liquidação do imposto</h2>
<div class="js-scroll-table-wrapper">
<div class="js-sticky-td-table">
<table class="table table-bordered">
<caption> </caption>
<thead>
<tr>
<th colspan="2">Descrição</th>
<th></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
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</tr>
<tr>
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<tr>
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<tr>
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</tr>
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</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader" colspan="2"><strong>VALOR A REEMBOLSAR</strong></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="js-scroll-table scroll-table--horz">
<table class="table table-bordered">
<caption> </caption>
<thead>
<tr>
<th colspan="2">Descrição</th>
<th>Valores</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>1</td>
<td><strong>RENDIMENTO GLOBAL</strong></td>
<td class="middle"><strong>€ 15.170,78</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td><strong>Deduções específicas</strong></td>
<td class="middle">€ 4.104,00</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td><strong>Perdas a recuperar</strong></td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>Abatimento por mínimo de existência</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>Deduções ao rendimento</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td><strong>RENDIMENTO COLETÁVEL [1-(2+3+4+5)]</strong></td>
<td class="middle"><strong>€ 11.066,78</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>Quociente rendimentos anos anteriores</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>8</td>
<td><strong>Rendimentos isentos englobados para determinação da taxa</strong></td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>TOTAL DO RENDIMENTO PARA DETERMINAÇÃO DA TAXA (6+8-7)</td>
<td class="middle"><strong>€ 11.066,78</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td colspan="2"><strong>Coeficiente familiar 1,00 ; taxa 28,500%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td><strong>IMPORTÂNCIA APURADA (9 : COEF x TAXA)</strong></td>
<td class="middle"><strong>€ 3.154,03</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>12</td>
<td><strong>Parcela a Abater</strong></td>
<td class="middle">€ 1.194,79</td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>Imposto correspondente a rendimentos anos anteriores</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>14</td>
<td>Imposto correspondente a rendimentos isentos</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>15</td>
<td>Taxa adicional (0,00 x 0,0% + 0,00 x 0%) x 1,00</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>16</td>
<td>Excesso em relação ao limite do quociente familiar (já não está em vigor, mas ainda consta da nota de liquidação)</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>17</td>
<td><strong>Imposto relativo a tributações autónomas</strong></td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>18</td>
<td><strong>COLETA TOTAL [(11-12) x (1,00) + 13 &#8211; 14 + 15 + 16+17]</strong></td>
<td class="middle"><strong>€ 1.959,24</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>19</td>
<td><strong>Deduções à coleta</strong></td>
<td class="middle">€ 410,20</td>
</tr>
<tr>
<td>20</td>
<td><strong>Benefício municipal (0,00% da coleta)</strong></td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>21</td>
<td><strong>Acréscimo à coleta</strong></td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>22</td>
<td><strong>COLETA LÍQUIDA [ 18 &#8211; 19 &#8211; 20 (&gt;=0) + 21]</strong></td>
<td class="middle"><strong>€ 1.549,04</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>23</td>
<td><strong>Pagamentos por conta</strong></td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>24</td>
<td><strong>Retenção na fonte</strong></td>
<td class="middle">€ 1.621,00</td>
</tr>
<tr>
<td>25</td>
<td><strong>IMPOSTOS APURADOS [22 &#8211; (23 + 24)]</strong></td>
<td class="middle"><strong>€ 71,96</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>26</td>
<td>Juros de retenção-poupança</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>27</td>
<td><strong>Sobretaxa-resultado</strong></td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>28</td>
<td>Juros compensatórios</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>29</td>
<td>Juros indemnizatórios</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader" colspan="2"><strong>VALOR A REEMBOLSAR</strong></td>
<td class="middle"><strong>€ 71,96</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<h3>Rendimento global</h3>
<p>Soma de todos os <strong>rendimentos brutos </strong>obtidos pelo contribuinte, por exemplo, com ordenados, prestações de serviços ou pensões.</p>
<h3>Deduções específicas</h3>
<p>Montante retirado ao rendimento global. Pode ser fixo, como acontece à maioria dos trabalhadores por conta de outrem, ou depender das <strong>despesas </strong>realizadas para obter os rendimentos, como acontece aos senhorios, caso estes optem pelo englobamento. Neste último caso, ao valor das rendas recebidas subtraem-se os encargos com obras ou com o IMI, por exemplo.</p>
<h3>Perdas a recuperar</h3>
<p>Investidores com resultados negativos, por exemplo, com a <strong>venda de ações</strong>, ou <strong>senhorios com mais despesas do que rendimentos</strong> podem tentar recuperar o prejuízo no IRS do ano seguinte.</p>
<h3>Abatimento por mínimo de existência</h3>
<p>Parte do rendimento isenta de IRS.</p>
<h3>Rendimento coletável</h3>
<p>Rendimento que determina a taxa de imposto a aplicar. Corresponde à <strong>diferença entre o rendimento bruto e as deduções específicas</strong>.</p>
<h3>Quociente rendimentos anos anteriores</h3>
<p>Diz respeito aos rendimentos produzidos em anos anteriores ao ano em que foram efetivamente pagos.</p>
<h3>Rendimentos isentos englobados para determinação da taxa</h3>
<p>Apesar de estarem isentos, os rendimentos de quem trabalha para <strong>missões diplomáticas</strong> ou ao abrigo de <strong>acordos de cooperação</strong>, por exemplo, são somados a outros que tenham sido obtidos. É com base no valor total que o Fisco apura a taxa a aplicar aos rendimentos que pagam imposto.</p>
<h3>Total do rendimento para determinação da taxa</h3>
<p>Valor que se obtém pela soma do “Rendimento coletável” e dos “Rendimentos isentos englobados para determinação da taxa”, uma vez retirado o “Quociente rendimentos anos anteriores”.</p>
<h3>Coeficiente familiar</h3>
<p><strong>Divide o total do rendimento pelo número de contribuintes</strong>. Aos solteiros, viúvos ou divorciados, é aplicado o coeficiente “1”; no caso dos casados ou dos unidos de facto que optam pela declaração conjunta, o rendimento é dividido por “2”. Os dependentes não entram nestas contas.</p>
<h3>Importância apurada e parcela a abater</h3>
<p>Variam em função do rendimento do contribuinte: quanto mais elevado, mais agravada é a taxa. Pode <strong>consultar as taxas e as parcelas a abater</strong> no <a href="https://www.deco.proteste.pt/todos-conteudos/publicacoes?magazine=guia%20fiscal" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia Fiscal 2026</a>.</p>
<h3>Imposto relativo a tributações autónomas</h3>
<p>O contribuinte pode optar pela <strong>tributação autónoma </strong>de alguns rendimentos. Em vez de estes serem somados aos restantes para se apurar a taxa a aplicar, é cobrada uma taxa única e definitiva. No caso das rendas, o senhorio pode não optar pelo englobamento.</p>
<h3>Coleta total</h3>
<p>Imposto que o contribuinte teria a pagar <strong>caso não houvesse deduções</strong> <strong>ou imposto retido na fonte</strong> durante o ano anterior.</p>
<h3>Deduções à coleta</h3>
<p>O valor das <strong>despesas</strong> que o Fisco tem em conta (saúde ou educação, por exemplo) é subtraído ao imposto a pagar. Estas despesas são <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/impostos/noticias/faturas-tudo-o-que-precisa-de-saber" target="_blank" rel="noopener">validadas na plataforma e-Fatura</a> geralmente até 25 de fevereiro do ano seguinte, embora o prazo possa ser estendido.</p>
<h3>Benefício municipal</h3>
<p>Alguns <strong><a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/impostos/noticias/devolucao-irs-municipios" target="_blank" rel="noopener">municípios optam por entregar aos residentes</a></strong> parte, ou o total, da receita de IRS a que têm direito. A percentagem é decidida anualmente.</p>
<h3>Acréscimos à coleta</h3>
<p>Quando o contribuinte levanta montantes investidos em <strong>aplicações com benefício fiscal</strong>, por exemplo, <strong>PPR</strong>, fora das condições previstas, é alvo de uma penalização (tem de fazer a devolução dos benefícios fiscais usufruídos, acrescidos de 10% por cada ano). Soma-se ao imposto a pagar.</p>
<h3>Coleta líquida</h3>
<p>Montante que o contribuinte tem efetivamente<strong> a pagar </strong>de IRS, depois de todas as deduções terem sido consideradas.<strong><br />
</strong></p>
<h3>Pagamentos por conta</h3>
<p>Os trabalhadores independentes que não tenham feito retenções na fonte suficientes em anos anteriores podem estar obrigados a fazer <strong>pagamentos antecipados </strong>de imposto, tendo em conta o que ganharam. Estes montantes são subtraídos ao imposto a pagar.</p>
<h3>Retenções na fonte</h3>
<p>É o <strong>imposto retido</strong> quando se obtém um rendimento. Nas contas finais, é subtraído ao imposto a pagar.</p>
<h3>Imposto apurado</h3>
<p><strong>Imposto a pagar ou a ser reembolsado</strong> caso não houvesse mais parcelas de cálculo.</p>
<h3>Juros de retenção-poupança</h3>
<p>Quando o contribuinte tem direito a reembolso, por lhe ter sido cobrado imposto a mais no ano anterior, o <strong>Fisco pode pagar juros</strong>.</p>
<h3>Valor a reembolsar</h3>
<p>Corresponde ao montante que o <strong>contribuinte pagou a mais durante o ano de 2025</strong> e que agora lhe é reembolsado. Pelo contrário, se não tiver sido retido imposto suficiente ao longo do ano, há imposto a pagar.</p>
<h2>IVA e outras informações na nota de liquidação</h2>
<div>Além da tabela principal, em que o contribuinte pode verificar quanto pagou de IRS, se esse montante foi suficiente ou se ainda tem de pagar mais imposto, a nota de liquidação traz informação adicional, nomeadamente sobre a eventual <strong>consignação do imposto </strong>a uma instituição à escolha do contribuinte.</div>
<div class="js-scroll-table-wrapper">
<div class="js-sticky-td-table">
<table class="table table-bordered">
<caption> </caption>
<thead>
<tr>
<th colspan="3">Informação Adicional</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
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</tr>
<tr>
<td></td>
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</tr>
<tr>
<td></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="js-scroll-table scroll-table--horz">
<table class="table table-bordered">
<caption> </caption>
<thead>
<tr>
<th colspan="3">Informação Adicional</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">Montante de cada pagamento por conta a efetuar durante o ano de 2026</td>
</tr>
<tr>
<td>Identificação Fiscal: xxxxxxxxx</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"></td>
</tr>
<tr>
<td>Total de Perdas a Reportar</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Consignação do Imposto</strong></td>
<td class="middle">Identificação Fiscal: xxxxxxxxx</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Valor Consignado:</strong></td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Valor Consignado de IVA:</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<h3>Consignação do imposto</h3>
<p>Neste caso, o contribuinte optou por não encaminhar 1% do IRS que iria para as Finanças para uma instituição, mas poderia fazê-lo. Ao contrário do que acontece com a consignação do IVA, a <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/impostos/noticias/que-e-consignacao-irs-como-faze-la" target="_blank" rel="noopener">consignação do IRS</a> não influencia o reembolso a receber pelo contribuinte. O valor do <strong>benefício do IVA </strong>pode ser consultado na plataforma e-Fatura, no quadro referente a “Dedução exigência de fatura”</p>
<div class="js-scroll-table-wrapper">
<div class="js-sticky-td-table">
<table class="table table-bordered">
<caption> </caption>
<thead>
<tr>
<th>Deduções à coleta</th>
<th></th>
<th></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td class="middle"></td>
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</tr>
<tr>
<td></td>
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</tr>
<tr>
<td></td>
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</tr>
<tr>
<td></td>
<td class="middle"></td>
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</tr>
<tr>
<td></td>
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</tr>
<tr>
<td></td>
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</tr>
<tr>
<td colspan="2"></td>
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</tr>
<tr>
<td colspan="2"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="js-scroll-table scroll-table--horz">
<table class="table table-bordered">
<caption> </caption>
<thead>
<tr>
<th>Deduções à coleta</th>
<th>Valor despesa</th>
<th>  Dedução</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Dedução dependentes</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Dedução despesas gerais e familiares</td>
<td class="middle">€ 1.911,89</td>
<td class="middle">€ 250,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Dedução com despesas de saúde e com seguros de saúde</td>
<td class="middle">€ 934,96</td>
<td class="middle">€ 140,24</td>
</tr>
<tr>
<td>Dedução com despesas de educação e formação</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Dedução encargos com imóveis</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Dedução exigência de fatura</td>
<td class="middle">€ 3,06</td>
<td class="middle">€ 0,45</td>
</tr>
<tr>
<td>Dedução donativos</td>
<td class="middle">€ 60,00</td>
<td class="middle">€ 19,50</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Total das Deduções:</strong></td>
<td class="middle">€ 410,20</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Total das Deduções sujeitas a limite (art 78):</strong></td>
<td class="middle">€ 160,20</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Limite:</strong></td>
<td class="middle">€ 0,00</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>Dedução Efetiva:</strong></td>
<td class="middle">€ 410,20</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<h3>Deduções à coleta</h3>
<p>O valor destas <strong>despesas, validadas na plataforma e-Fatura</strong>, é subtraído ao imposto a pagar.</p>
<h3><strong>Deduções exigência de fatura</strong></h3>
<p>O montante correspondente a <strong>15% do IVA</strong> que pagou em despesas com reparação e manutenção de automóveis e motociclos, restauração, alojamento, cabeleireiros, institutos de beleza e veterinários foi automaticamente considerado pelo Fisco como benefício fiscal. O mesmo sucedeu com 30% do IVA pago por qualquer membro do agregado familiar em ginásios ou com 35% do IVA suportado com a aquisição de medicamentos de uso veterinário. Os títulos de transportes públicos e as subscrições de publicações periódicas também são considerados, mas em 100% do IVA. A partir de 2026 passam a ser consideradas as despesas culturais.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779847]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Associações ciganas em risco de fechar sem estratégia nacional e financiamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 07:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ausência de uma nova Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas está a deixar associações sem financiamento e em risco de encerrar, alertam dirigentes associativos, que denunciam atrasos do Governo e o bloqueio de projetos considerados essenciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ausência de uma nova Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas está a deixar associações sem financiamento e em risco de encerrar, alertam dirigentes associativos, que denunciam atrasos do Governo e o bloqueio de projetos considerados essenciais.</p>
<p>Em 24 de junho assinala-se o Dia Nacional da Pessoa Cigana, mas Portugal continua sem uma nova Estratégia Nacional, mais de dois anos após o termo da anterior, uma situação que está a comprometer o trabalho das associações ciganas, a execução de projetos locais e até a sobrevivência de algumas organizações.</p>
<p>O alerta é deixado por Bruno Gonçalves, mediador cigano e vice-presidente da associação Letras Nómadas, que acusa o Governo de falta de coragem política para avançar com o novo instrumento estratégico e aponta casos de associações que já encerraram ou estão em vias de fechar devido à ausência de financiamento.</p>
<p>&#8220;Só Portugal e Malta [na União Europeia] não adotaram a nova geração de estratégias nacionais&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo Bruno Gonçalves, as associações continuam sem informações concretas sobre o processo, apesar de o Governo ter anunciado há vários meses que o documento estava a ser preparado para consulta pública.</p>
<p>&#8220;Ninguém nos informa de nada, somos sempre os últimos a saber&#8221;, lamentou.</p>
<p>O dirigente associativo considerou que a demora está a comprometer programas que produziram resultados nos últimos anos, nomeadamente nas áreas da educação e da mediação comunitária, apontando como exemplos os programas &#8216;Opré&#8217; e &#8216;RomEduca&#8217;, que permitiram aumentar o número de jovens ciganos no ensino superior.</p>
<p>&#8220;Estamos a ver isto andar para trás&#8221;, afirmou.</p>
<p>A principal consequência da ausência da estratégia é o bloqueio das linhas de apoio ao associativismo cigano, que permitiam financiar projetos de pequena dimensão desenvolvidos pelas próprias comunidades.</p>
<p>&#8220;Tenho informação de quatro ou cinco associações que, até ao final do ano, vão fechar as portas porque não conseguem sobreviver&#8221;, disse.</p>
<p>Bruno Gonçalves sublinha que a maioria destas organizações não possui estrutura técnica nem recursos para competir por financiamentos mais complexos, ao contrário de grandes instituições do setor social.</p>
<p>O risco de desaparecimento destas estruturas preocupa o dirigente, que destaca o papel crescente das mulheres ciganas na liderança associativa e teme perder o trabalho de capacitação desenvolvido ao longo da última década.</p>
<p>A realidade descrita por Bruno Gonçalves encontra eco na experiência da Associação Intercultural Cigana (Incig), sediada em Carnide, Lisboa.</p>
<p>O presidente da associação, Bruno Oliveira, admite que a organização já teria fechado se não fosse o apoio prestado pela Junta de Freguesia de Carnide.</p>
<p>&#8220;Só a junta de freguesia tem dado algum apoio pontual e é o que nos permite ainda estar ativos enquanto associação&#8221;, afirmou.</p>
<p>Criada para promover a literacia em saúde e apoiar as comunidades ciganas no acesso aos cuidados de saúde, a Incig perdeu o acesso às linhas de financiamento que existiam no âmbito da estratégia nacional e viu-se obrigada a procurar apoios alternativos.</p>
<p>Segundo Bruno Oliveira, a associação continua a organizar iniciativas e ações de sensibilização graças a parcerias locais, apoio logístico de entidades públicas e contributos pessoais de dirigentes, voluntários e participantes.</p>
<p>&#8220;Se antes tínhamos aquele apoio específico, hoje já não temos. Temos de procurar outros caminhos porque a vida continua&#8221;, resumiu.</p>
<p>O responsável considera que falta um compromisso mais forte do Estado com as associações ciganas e alerta para a diferença entre integração e inclusão: &#8220;Muitas vezes estamos integrados, mas não estamos incluídos&#8221;.</p>
<p>A importância do movimento associativo cigano é também destacada pela socióloga Maria Manuela Mendes, investigadora responsável pelo novo estudo nacional sobre as comunidades ciganas.</p>
<p>Segundo a investigadora, cerca de metade dos mais de 2.200 inquéritos já realizados no âmbito da investigação foram aplicados diretamente por associações ciganas espalhadas pelo país.</p>
<p>&#8220;Tem havido uma grande colaboração da parte das associações, dos ativistas e das pessoas que representam as comunidades nos diferentes territórios&#8221;, explicou.</p>
<p>Maria Manuela Mendes considera que o associativismo foi decisivo para ultrapassar a desconfiança existente em algumas comunidades e garantir a recolha de informação num contexto marcado pelo aumento do anticiganismo.</p>
<p>A investigadora alertou, contudo, que o trabalho desenvolvido nos últimos anos está em risco.</p>
<p>&#8220;Sem a estratégia nacional, este trabalho, este empoderamento e esta autonomia que muitas associações conseguiram fica comprometido&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo explicou, as linhas de apoio ao associativismo deixaram de abrir concursos no final de 2021, criando dificuldades crescentes às organizações para manterem atividades e projetos.</p>
<p>Apesar do crescimento do número de associações e da diversificação das áreas de intervenção, desde os direitos humanos ao combate ao racismo ou à violência de género, Maria Manuela Mendes admitiu que o setor atravessa atualmente um momento de grande fragilidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780016]]></sapo:autor>
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		<title>Calor obriga a parar central nuclear em França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 07:16:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma central nuclear em França foi desligada na noite de segunda-feira devido a "restrições ambientais" relacionadas com a onda de calor, anunciou um porta-voz da unidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma central nuclear em França foi desligada na noite de segunda-feira devido a &#8220;restrições ambientais&#8221; relacionadas com a onda de calor, anunciou um porta-voz da unidade.</p>
<p>A central de Golfech (no sudoeste do pais) possui dois reatores de água pressurizada de 1,3 gigawatt (GW) e utiliza água do rio Garonne para arrefecer os seus reatores.</p>
<p>Um deles foi desligado às 23:45 de segunda-feira, antecipando a subida da temperatura da água do rio Garonne para 28°C, que deverá ocorrer no dia de hoje.</p>
<p>Como o primeiro reator está inativo para manutenção desde maio, a central ficou efetivamente desligada.</p>
<p>Um decreto de 2006 estipula que a temperatura do rio não deve exceder 28°C após as descargas central, a fim de proteger a vida selvagem e a vegetação.</p>
<p>Os 57 reatores nucleares da França precisam ser arrefecidos continuamente e daí sua localização próxima do mar ou de rios.</p>
<p>Em caso de calor extremo, o aumento da temperatura dos rios pode forçar a operadora nacional de energia &#8212; EDF &#8211; a reduzir ou mesmo interromper a produção para evitar o aquecimento adicional dos cursos de água.</p>
<p>As interrupções ou restrições por razões ambientais têm um impacto limitado na produção de energia nuclear da EDF, com uma diminuição anual estimada em 0,3%.</p>
<p>No entanto, no contexto das alterações climáticas e sem medidas de adaptação, esta diminuição poderá atingir uma média de 1,4% até 2035 e, posteriormente, 1,5% até 2050.</p>
<p>O calor extremo que afeta França, que já causou vároas mortes, também levou a EDF a considerar cortes na produção de outras centrais elétricas, como a de Bugey (sudeste).</p>
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		<title>São João 2026: Porto tem hoje a noite mais longa do ano com Tony Carreira, D.A.M.A e fogo de artifício</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 07:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Porto vive esta terça-feira a noite mais emblemática do seu calendário festivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Porto vive esta terça-feira a noite mais emblemática do seu calendário festivo. As tradicionais Festas de São João regressam em força à cidade, prometendo milhares de pessoas nas ruas até de madrugada, numa celebração que combina música, tradição popular, fogo de artifício, animação de rua e dezenas de iniciativas espalhadas por vários pontos da Invicta.</p>
<p>Considerada uma das maiores festas populares de Portugal, a noite de São João volta a transformar o Porto num enorme palco ao ar livre, com programação distribuída por diferentes zonas da cidade e atividades que se prolongam até às primeiras horas da manhã de quarta-feira.</p>
<p>Com um orçamento global de 800 mil euros, as festividades incluem concertos gratuitos, espetáculos multimédia, arraiais populares, divertimentos e o tradicional fogo de artifício sobre o rio Douro, um dos momentos mais aguardados da celebração.</p>
<p><strong>Concertos espalhados pela cidade até às quatro da manhã</strong><br />
A programação musical arranca ao início da noite e estende-se até de madrugada, com vários palcos instalados em diferentes zonas da cidade.</p>
<p>Na Avenida dos Aliados, um dos principais centros das celebrações, o público poderá assistir aos concertos dos Quinta do Bill e de Tony Carreira. A animação será complementada por atuações de Fernando Alvim em formato DJ Set e pela Dupla Mete Cá Sets, que prometem manter a festa viva até ao nascer do dia.</p>
<p>Antes dos espetáculos musicais, o ecrã gigante instalado nos Aliados transmitirá, a partir das 18 horas, o encontro entre Portugal e Uzbequistão, referente ao Mundial de Futebol.</p>
<p>No Largo Amor de Perdição, na zona da Cordoaria, a programação inclui atuações dos Últimos Românticos e do projeto Noz Pimba. Um dos momentos mais aguardados da noite acontece após a meia-noite, quando os D.A.M.A sobem ao palco para apresentar o espetáculo &#8220;Canções Bonitas em PORTOguês&#8221;, especialmente concebido para as festas da cidade.</p>
<p>Já na Casa da Música será instalado o Palco Juventude, dedicado às novas sonoridades e aos projetos emergentes. O espaço recebe a iniciativa &#8220;Nunca Mates o Arraial&#8221;, com curadoria do coletivo Nunca Mates o Mandarim.</p>
<p>Ao longo da noite atuam Cedofeita Takeover, Rapaz Ego, Bar Dançante — projeto dos músicos Mike El Nite e João Não — e ainda o coletivo Más Influências. A apresentação do palco estará a cargo de Beatriz Gosta e David Bruno.</p>
<p><strong>Karetus animam o Douro antes do fogo de artifício</strong><br />
Na zona da Ribeira, junto ao rio Douro, os Karetus assumem o protagonismo musical da noite.</p>
<p>O grupo apresenta um DJ Set entre as 22h30 e as 23h59, tendo como cenário a Ponte Luís I e as margens do Porto e de Vila Nova de Gaia.</p>
<p>A atuação servirá de antecâmara para o momento mais aguardado das festividades: o espetáculo multimédia e de fogo de artifício que terá início à meia-noite.</p>
<p><strong>Fogo de artifício promete iluminar Porto e Gaia durante 12 minutos</strong><br />
Às 00h00 de quarta-feira, os olhos de milhares de pessoas estarão voltados para o céu do Douro.</p>
<p>Entre a Ponte Luís I e a Ponte da Arrábida será lançado o tradicional espetáculo multimédia e de fogo de artifício, que este ano terá uma duração de 12 minutos.</p>
<p>A iniciativa, financiada conjuntamente pelas autarquias do Porto e de Vila Nova de Gaia, representa um investimento de 215 mil euros e deverá voltar a ser um dos pontos altos das celebrações sanjoaninas.</p>
<p><strong>Balões de São João apenas podem ser lançados durante período autorizado</strong><br />
Uma das tradições mais emblemáticas da noite de São João continua a ser o lançamento dos balões de ar quente.</p>
<p>No entanto, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) recordou que os balões apenas podem ser lançados entre as 21h45 desta terça-feira e a 1h00 da madrugada de quarta-feira.</p>
<p>Durante esse período, o espaço aéreo do Aeroporto Francisco Sá Carneiro será temporariamente encerrado, à semelhança do que acontece em anos anteriores.</p>
<p>A autoridade aeronáutica alertou ainda para os riscos associados ao lançamento destes balões fora do horário autorizado, sublinhando que as lanternas de ar quente representam um perigo para a segurança da navegação aérea, sobretudo quando são lançadas em grande número.</p>
<p><strong>Festas populares chegam a vários bairros da cidade</strong><br />
Além dos grandes palcos centrais, os festejos estendem-se a diferentes freguesias e bairros do Porto.</p>
<p>Esta noite haverá animação em Lordelo do Ouro com os Minhotos Marotos, na Foz com a Bandalusa, em Campanhã com Zé Amaro, nas Fontainhas com Jorge Guerreiro, em Paranhos com os Iniciadores, em Ramalde com Tiago Neto e Paulo Fragoso, e em Miragaia com o espetáculo Ritmo e Alma Show.</p>
<p>Estas iniciativas procuram preservar o ambiente tradicional dos arraiais populares, mantendo viva uma das mais antigas celebrações da cidade.</p>
<p><strong>Divertimentos, gastronomia e tradição até ao final do mês</strong><br />
As festas não se resumem à música.</p>
<p>Em vários pontos da cidade estão instaladas zonas de restauração, carrosséis, bancas de farturas, pipocas e outras diversões típicas das festas populares.</p>
<p>As Fontainhas continuam a ser um dos principais centros de animação, recebendo divertimentos até 29 de junho. Já no Jardim do Cálem, em Lordelo do Ouro, as atividades prolongam-se até 5 de julho, tal como acontece na Avenida D. Carlos I, na Foz.</p>
<p>Entretanto, o Mercado do Bolhão mantém patente a tradicional Cascata Comunitária de São João até 28 de junho. O espaço acolhe ainda oficinas para famílias e iniciativas ligadas às tradições sanjoaninas.</p>
<p><strong>Concerto gratuito assinala o feriado de São João</strong><br />
As celebrações prosseguem esta quarta-feira, 24 de junho, feriado municipal no Porto.</p>
<p>Um dos destaques será o habitual Concerto de São João da Banda Sinfónica Portuguesa, marcado para as 18 horas na Concha Acústica dos Jardins do Palácio de Cristal, com entrada livre.</p>
<p>A atuação encerra oficialmente uma edição das Festas de São João que volta a colocar o Porto no centro das atenções nacionais, numa noite em que tradição, cultura popular e animação prometem voltar a reunir centenas de milhares de pessoas nas ruas da cidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778509]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fugir do calor com 48 milhões de euros no bolso? Hoje há jackpot &#8216;escaldante&#8217; no Euromilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 07:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Se está a pensar fugir do calor para outras paragens, saiba que tem hoje a sua hipótese, uma vez que estão em jogo 48 milhões de euros no sorteio de hoje do Euromilhões, depois de, no último sorteio, o primeiro prémio não ter saído a um apostador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se está a pensar fugir do calor para outras paragens, saiba que tem hoje a sua hipótese, uma vez que estão em jogo 48 milhões de euros no sorteio de hoje do Euromilhões, depois de, no último sorteio, o primeiro prémio não ter saído a um apostador. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong><br />
O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (222 vezes), o 42 (220 vezes), o 23 (219 vezes), além do 19 (217 vezes) e 29 (216 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (386 vezes) e no 2 (384 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779827]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: MNE chinês pede manutenção das conversações de paz entre EUA e Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 06:50:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, apelou à continuação das negociações de paz entre Estados Unidos e Irão, durante um encontro com o conselheiro de segurança nacional egípcio, Youssef Alaa El-Deen, na Índia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, apelou à continuação das negociações de paz entre Estados Unidos e Irão, durante um encontro com o conselheiro de segurança nacional egípcio, Youssef Alaa El-Deen, na Índia.</P><br />
<P>&#8220;O memorando de entendimento assinado entre os Estados Unidos e o Irão &#8212; no qual se comprometeram a respeitar mutuamente a soberania e a integridade territorial, a abster-se de ações militares e a evitar interferências nos assuntos internos um do outro &#8212; enviou um sinal positivo ao mundo que deve ser preservado e aplicado conjuntamente&#8221;, afirmou Wang, na segunda-feira, citado num comunicado do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia chinesa defendeu a manutenção do diálogo para pôr fim à guerra no Médio Oriente, apesar de considerar &#8220;pouco provável&#8221; que o processo decorra sem recuos ou dificuldades.</P><br />
<P>Durante a reunião, realizada na segunda-feira à margem de um encontro de responsáveis de segurança nacional do bloco de economias emergentes BRICS, em Nova Deli, Wang afirmou também que a China está disposta a &#8220;defender conjuntamente a independência e o fortalecimento do Sul Global&#8221;.</P><br />
<P>Na segunda-feira, Wang reuniu-se igualmente com o conselheiro de segurança nacional do Irão, Ghadir Nezamipour, com quem discutiu as negociações entre Teerão e Washington, um processo mediado diretamente pelo Paquistão e pelo Qatar.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto parceiro estratégico abrangente do Irão, a China manteve sempre uma posição justa e objetiva, apoia todos os esforços que contribuam para a paz e apoia o Irão na defesa da sua soberania, segurança e dignidade nacional&#8221;, afirmou Wang.</P><br />
<P>A presença dos representantes dos países dos BRICS decorre em paralelo com as conversações técnicas entre delegações iranianas e norte-americanas, previstas para decorrer durante toda a semana na Suíça.</P></p>
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		<item>
		<title>Presidente iraniano visita hoje o Paquistão após conversações com EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 06:45:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, desloca-se esta terça-feira ao vizinho Paquistão, país mediador nas conversações entre o Irão e os Estados Unidos (EUA) destinadas a pôr termo à guerra no Médio Oriente, indicou, esta segunda-feira, um porta-voz presidencial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, desloca-se esta terça-feira ao vizinho Paquistão, país mediador nas conversações entre o Irão e os Estados Unidos (EUA) destinadas a pôr termo à guerra no Médio Oriente, indicou, esta segunda-feira, um porta-voz presidencial.</p>
<p>A visita, anunciada no dia seguinte às discussões realizadas na Suíça entre Teerão e Washington, incidirá, nomeadamente, sobre &#8220;a continuação das consultas&#8221; entre os dois países, sublinhou a fonte, citada pela agência noticiosa estatal IRNA.</p>
<p>O diretor-geral das Relações Públicas da presidência iraniana, Habib Abasi, especificou à agência noticiosa Tasnim que a deslocação de Pezeshkian deverá ter a duração de um dia.</p>
<p>Segundo o responsável, Pezeshkian abordará com as autoridades paquistanesas as negociações de domingo com os EUA, na Suíça, que prosseguem a nível técnico.</p>
<p>Indicou ainda que Teerão e Islamabad irão analisar os acordos alcançados em visitas anteriores e discutir formas de reforçar as relações económicas bilaterais.</p>
<p>A visita insere-se na atividade diplomática que se seguiu à primeira ronda de conversações entre Teerão e Washington, realizada em Bürgenstock, na Suíça, na qual o Paquistão, juntamente com o Qatar, atuou como mediador.</p>
<p>O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, que participou nas conversações, classificou hoje como bem-sucedida a ronda negocial sobre o memorando de entendimento assinado por Teerão e Washington na semana passada.</p>
<p>No final das conversações, o Qatar e o Paquistão anunciaram um acordo sobre um roteiro com o objetivo de alcançar um pacto final em 60 dias, a criação de um comité superior de negociações e o início de grupos de trabalho técnicos.</p>
<p>Os mediadores informaram igualmente sobre a criação de uma linha de comunicação entre Teerão e Washington para evitar &#8220;incidentes e mal-entendidos&#8221; e garantir a passagem segura de navios mercantes pelo estreito de Ormuz, bem como da aplicação de um mecanismo para supervisionar o cumprimento da cessação das operações militares no Líbano.</p>
<p>Por seu lado, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, assegurou que também tinham sido alcançados &#8220;progressos importantes&#8221; para pôr fim à guerra no Líbano, uma das frentes de combate do conflito na região que tem envolvido Israel e o movimento xiita Hezbollah, apoiado pelo Irão.</p>
<p>O chefe da diplomacia iraniana afirmou também que as exportações de petróleo e produtos petroquímicos ficaram isentas de restrições, que o bloqueio naval norte-americano foi levantado, que alguns ativos congelados foram libertados e que foi lançado um amplo plano de reconstrução e desenvolvimento para o Irão, aspetos que não foram mencionados pelos mediadores nem confirmados pelos EUA.</p>
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