Os credores da empresa de restauração detida por Jamie Oliver não deverão recuperar a maioria do dinheiro emprestado à companhia. Um relatório da KPMG, que está a administrar a cadeia após o colapso em Maio do ano passado, revela que grande parte dos 80 milhões de libras (cerca de 94 milhões de euros) emprestados não será paga.
Citado pelo The Guardian, o relatório sublinha como a KPMG tem tentado cobrar as dívidas de outros parceiros de Jamie Oliver, mantendo em simultâneo três restaurantes em funcionamento. Porém, os esforços não parecem ser suficientes para resolver o défice e pagar aos credores.
Centenas de fornecedores e alguns municípios deverão ser os principais afectados, mas também a própria holding de Jamie Oliver, que poderá perder 57,7 milhões de libras (perto de 68 milhões de euros). O banco HSBC também estará entre os mais prejudicados.
Recorde-se que o pedido de insolvência da cadeia restaurantes no Reino Unido resultou no encerramento da quase totalidade de espaços do chef britânico no país e no despedimento de quase mil pessoas. Porém, nos restantes países não se registaram mudanças, incluindo Portugal.










