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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 17:20:39 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Exames: Alargado prazo de inscrição para 2.ª fase de Geografia devido a erro na avaliação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 20 jul 2026 -- O prazo de inscrição para a 2.ª fase do exame de Geografia A foi alargado até ao final do dia de terça-feira devido a um erro na avaliação de dois itens, que obrigou à correção das notas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo de inscrição para a 2.ª fase do exame de Geografia A foi alargado até ao final do dia de terça-feira devido a um erro na avaliação de dois itens, que obrigou à correção das notas.</P><br />
<P>Numa informação enviada hoje às escolas e a que a Lusa teve acesso, o Júri Nacional de Exames explica que o erro resultou de &#8220;um problema de parametrização na matriz de classificação dos itens 1.3 e 4.3 da versão 2&#8221; da prova de Geografia A.</P><br />
<P>&#8220;Após a deteção da situação, foi efetuada a respetiva análise e correção, tendo sido revista a classificação das provas dos alunos abrangidos, de acordo com a parametrização correta dos referidos itens&#8221;, refere.</P><br />
<P>As classificações revistas serão enviadas às escolas ainda hoje, último dia para os alunos se inscreverem na 2.ª fase dos exames nacionais, que arranca na terça-feira com a prova de Português.</P><br />
<P>O JNE decidiu, por isso, dar mais um dia para que os alunos que queiram repetir o exame de Geografia A na 2.ª fase possam inscrever-se, alargando o prazo até às 23:59 de terça-feira.</P><br />
<P>A 2.ª fase da prova de Geografia A realiza-se na sexta-feira às 09:30.</P><br />
<P>Além de Geografia, também os exames nacionais de Física e Química A tiveram de ser reclassificados devido a um erro na avaliação de um item.</P><br />
<P>Segundo o ministro da Educação, que falou hoje sobre os exames nacionais numa conferência de imprensa, este erro afetou 12.603 alunos, dos quais 11.446 viram a sua nota aumentada e 1.117 baixaram. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791594]]></sapo:autor>
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		<title>Calor extremo reacende o inferno em França: fogo alastra e obriga à retirada de populações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Fogo deflagrou nas proximidades de Fréjus, na costa mediterrânica francesa, obrigando à evacuação de várias pequenas localidades e colocando habitações em risco]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Casas ameaçadas pelas chamas, colunas de fumo negro visíveis a quilómetros de distância e dezenas de bombeiros a tentar travar um incêndio que avança alimentado pelo calor extremo. As imagens captadas este domingo na Riviera Francesa, destacou o &#8216;The Independent&#8217; mostram um cenário que volta a repetir-se em vários pontos da Europa, onde as temperaturas elevadas e a seca estão a criar condições ideais para novos grandes incêndios. </p>
<p>O fogo deflagrou nas proximidades de Fréjus, na costa mediterrânica francesa, obrigando à evacuação de várias pequenas localidades e colocando habitações em risco.</p>
<p>Segundo as autoridades locais, o incêndio consumiu cerca de 180 hectares até ao final do dia, impulsionado pelos ventos fortes e pela vegetação extremamente seca.</p>
<p>&#8220;O fogo propagou-se com uma rapidez extrema devido à vaga de calor e à seca severa que estamos a atravessar&#8221;, afirmou o prefeito da região, Simon Babre.</p>
<p>As imagens mostram grandes chamas a aproximarem-se de moradias construídas nas encostas típicas da Riviera Francesa, enquanto densas nuvens de fumo envolvem pinheiros e ciprestes.</p>
<p>O incêndio obrigou também à suspensão da circulação ferroviária entre o porto mediterrânico de Toulon e Les Arcs.</p>
<p><strong>Espanha prepara-se para nova vaga de calor</strong></p>
<p>Enquanto França combate as chamas, Espanha prepara-se para enfrentar temperaturas ainda mais elevadas.</p>
<p>A agência meteorológica espanhola (AEMET) prevê uma nova subida dos termómetros já este fim de semana, com máximas que poderão atingir entre 42 e 44 graus em zonas da Andaluzia e de Castela-La Mancha durante a próxima semana.</p>
<p>Os meteorologistas alertam igualmente para um risco extremo de incêndios, provocado pela chegada de uma massa de ar muito quente e seco proveniente do Norte de África.</p>
<p>Os bombeiros continuam também a combater vários incêndios perto de Madrid e na província de Guadalajara, onde cerca de 1.500 hectares já arderam e um campo de férias teve de ser evacuado por precaução.</p>
<p>Há apenas uma semana, um dos incêndios mais mortíferos de Espanha matou pelo menos 13 pessoas na província de Almería.</p>
<p><strong>Grécia reforça vigilância</strong></p>
<p>Também a Grécia está em alerta máximo.</p>
<p>Na região metropolitana de Atenas, as autoridades reforçaram a vigilância das áreas florestais com drones equipados com câmaras térmicas e posicionaram canhões de água junto de parques de campismo e outras zonas consideradas mais vulneráveis.</p>
<p>O objetivo é detetar rapidamente qualquer foco de incêndio antes que as chamas se tornem incontroláveis.</p>
<p><strong>Organizações internacionais deixam novo aviso</strong></p>
<p>A Organização Meteorológica Mundial já tinha alertado, no mês passado, que as temperaturas recorde registadas no final de junho iriam aumentar significativamente o risco de grandes incêndios durante o verão europeu.</p>
<p>A combinação entre calor persistente, humidade muito baixa e vegetação seca cria condições particularmente perigosas para a rápida propagação do fogo.</p>
<p>Segundo o Reuters Climate Monitor, a temperatura máxima prevista para Les Arcs, uma das localidades mais afetadas pelo incêndio em França, ronda os 38 graus, cerca de 11 graus acima da média registada para esta altura do ano entre 1961 e 1990.</p>
<p><strong>&#8220;O verão ainda agora começou&#8221;</strong></p>
<p>Também a Organização Mundial da Saúde voltou a soar o alarme.</p>
<p>No início deste mês, o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Henri P. Kluge, avisou que o continente poderá enfrentar &#8220;semanas ainda mais mortíferas&#8221; à medida que novas vagas de calor atravessam o Atlântico.</p>
<p>Segundo o responsável, durante a onda de calor que atingiu a Europa no final de junho registaram-se milhares de mortes acima do esperado.</p>
<p>&#8220;Quase 10 mil mortes em excesso, e o verão ainda nem sequer terminou&#8221;, alertou, criticando os governos por continuarem a tratar o calor extremo como um simples fenómeno meteorológico, em vez de uma verdadeira emergência de saúde pública.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791595]]></sapo:autor>
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		<title>Quem é Khalil al-Hayya, o novo líder do Hamas que Israel tentou matar há um ano?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:07:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[hamas]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Khalil al-Hayya]]></category>
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					<description><![CDATA[Khalil al-Hayya foi escolhido para liderar o movimento islamista palestiniano, sucedendo a Yahya Sinwar e derrotando nas eleições internas o histórico dirigente Khaled Meshaal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sobreviveu a uma tentativa de assassínio atribuída a Israel, perdeu familiares em vários ataques israelitas e tornou-se uma das figuras mais influentes do Hamas durante a guerra em Gaza. Agora, Khalil al-Hayya foi escolhido para liderar o movimento islamista palestiniano, sucedendo a Yahya Sinwar e derrotando nas eleições internas o histórico dirigente Khaled Meshaal. </p>
<p>A eleição de al-Hayya, apontou o &#8216;France24&#8217;, representa uma mudança importante no equilíbrio interno do Hamas. Natural da Cidade de Gaza, mas atualmente baseado em Doha, no Qatar, o novo líder é considerado um dos principais arquitetos da estratégia política do grupo durante a guerra e mantém uma relação próxima com o regime iraniano, o principal aliado militar e financeiro do movimento.</p>
<p><strong>De negociador da guerra a líder do Hamas</strong></p>
<p>Nos últimos meses, Khalil al-Hayya foi o rosto das negociações indiretas para um cessar-fogo entre o Hamas e Israel, liderando os contactos com os mediadores internacionais.</p>
<p>Ao mesmo tempo, integrava o conselho de cinco dirigentes que assumiu a liderança do Hamas após a morte de Yahya Sinwar, morto pelas forças israelitas em 2024.</p>
<p>Segundo um alto responsável do Hamas citado pela AFP, al-Hayya foi eleito &#8220;por uma maioria esmagadora&#8221; e deverá assumir formalmente funções na próxima semana.</p>
<p>A eleição decorreu através de um processo altamente secreto, justificado pelo Hamas com as sucessivas operações israelitas que eliminaram vários dos seus principais dirigentes políticos e militares.</p>
<p><strong>Escapou a um ataque israelita em Doha</strong></p>
<p>O novo líder esteve muito perto de morrer em setembro de 2025, quando Israel tentou eliminar vários membros da direção do Hamas num ataque em Doha, capital do Qatar.</p>
<p>Al-Hayya sobreviveu, tal como Khaled Meshaal, mas o ataque matou várias pessoas, entre elas um dos seus filhos e o seu chefe de gabinete.</p>
<p>Foi apenas mais um episódio numa vida marcada pela violência.</p>
<p>Durante os anos 90 passou três anos em prisões israelitas e já tinha sobrevivido a outras duas tentativas de assassínio, em 2007 e 2014.</p>
<p>Também perdeu vários familiares em operações militares israelitas. Em 2007, um ataque contra a sua casa, no norte da Faixa de Gaza, matou a mulher e três dos seus filhos. Outro filho morreu num ataque israelita durante a atual guerra.</p>
<p><strong>Um dos fundadores do Hamas</strong></p>
<p>Nascido na Cidade de Gaza em 1960, Khalil al-Hayya cresceu numa família religiosa e estudou na Universidade Islâmica de Gaza.</p>
<p>Mais tarde concluiu um mestrado na Jordânia e um doutoramento em Direito Islâmico, no Sudão.</p>
<p>É considerado um dos fundadores do Hamas e desempenhou um papel político importante desde o início dos anos 2000.</p>
<p>Em 2006 liderou a bancada parlamentar do movimento depois da vitória eleitoral que acabaria por precipitar a rutura definitiva entre o Hamas e a Fatah, partido do presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas.</p>
<p><strong>O homem que aproxima o Hamas do Irão</strong></p>
<p>Ao contrário de Khaled Meshaal, que defendia uma maior aproximação aos países árabes do Golfo, al-Hayya é visto como um dirigente muito próximo de Teerão.</p>
<p>Essa ligação ficou evidente ao longo da guerra, tendo sido recebido várias vezes pelas autoridades iranianas, incluindo pelo líder supremo Ali Khamenei.</p>
<p>A sua eleição é encarada por vários analistas como um sinal de que o Hamas pretende manter e reforçar a aliança estratégica com o Irão.</p>
<p>Ao mesmo tempo, continua a preservar relações com o Hezbollah, no Líbano, e com países como Qatar, Egito e Argélia.</p>
<p><strong>Um dirigente pragmático, mas defensor da luta armada</strong></p>
<p>Apesar da proximidade ao Irão, dirigentes do Hamas descrevem al-Hayya como um político pragmático, conservador e respeitado tanto pela ala política como pelos comandantes militares.</p>
<p>&#8220;Não se deixa levar facilmente&#8221;, resumiu um responsável do movimento citado pela AFP.</p>
<p>Ainda assim, nunca escondeu que considera a luta armada uma parte essencial da estratégia do Hamas.</p>
<p><strong>Um Hamas perante decisões decisivas</strong></p>
<p>Khalil al-Hayya assume a liderança numa altura particularmente delicada.</p>
<p>A guerra deixou Gaza devastada, as negociações para um cessar-fogo definitivo continuam bloqueadas e Israel insiste que o Hamas terá de abandonar o poder e entregar as armas para que exista uma solução política.</p>
<p>Entretanto, o movimento já anunciou que irá dissolver o atual conselho de liderança e iniciar uma profunda reorganização interna, processo que deverá arrancar nos próximos dias durante uma reunião do gabinete político em Istambul.</p>
<p>A eleição de al-Hayya poderá definir o rumo do Hamas numa das fases mais críticas da sua história, num momento em que o movimento tenta equilibrar a pressão militar israelita, as negociações internacionais e a influência crescente do Irão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791590]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Carros abandonados, metro inundado e ruas submersas: as imagens do caos em Nova Iorque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:34:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cheias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Iorque]]></category>
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					<description><![CDATA[Chuva caiu com tal intensidade que a água invadiu várias estações de metro de Nova Iorque e inundou ruas em diferentes bairros da cidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chuva intensa, ruas transformadas em rios, estações de metro inundadas e carros abandonados em plena via. As imagens captadas este sábado em Nova Iorque e no estado vizinho de Nova Jérsia mostram a dimensão da tempestade que provocou inundações repentinas e fortes perturbações em toda a região. </p>
<p>As fortes chuvas, indicou a &#8216;BBC&#8217;, atingiram também partes do Connecticut, afetando toda a área metropolitana conhecida como Tri-State Area, onde milhares de pessoas enfrentaram cortes na circulação, atrasos e operações de resgate.</p>
<p>A chuva caiu com tal intensidade que a água invadiu várias estações de metro de Nova Iorque e inundou ruas em diferentes bairros da cidade.</p>
<p>Em algumas zonas, vários condutores foram obrigados a abandonar os veículos, incapazes de continuar a circular devido à rápida subida do nível da água.</p>
<p>Os serviços de emergência realizaram diversas operações de socorro para retirar pessoas presas em carros ou isoladas pelas inundações.</p>
<p><strong>Vídeos mostram a dimensão do caos</strong></p>
<p>As imagens partilhadas nas redes sociais tornaram-se rapidamente virais.</p>
<p>Nos vídeos é possível ver pessoas a atravessar ruas com água até aos joelhos, automóveis praticamente submersos e equipas de emergência a resgatar moradores em diferentes pontos da cidade.</p>
<p>Outras gravações mostram verdadeiras cascatas de água a entrarem pelas escadas das estações de metro, interrompendo a circulação em várias linhas.</p>
<p><strong>Aeroportos e eventos desportivos afetados</strong></p>
<p>A tempestade também teve impacto nos transportes aéreos.</p>
<p>Vários voos registaram atrasos e cancelamentos na véspera da final do Campeonato do Mundo, disputada em Nova Jérsia, complicando os planos de milhares de passageiros.</p>
<p>O mau tempo obrigou ainda ao cancelamento de diversos eventos desportivos, entre os quais o jogo de basebol entre os New York Yankees e os Los Angeles Dodgers, previsto para o Bronx.</p>
<p>As autoridades continuam a avaliar os danos provocados pela tempestade, enquanto mantêm o alerta para novas condições meteorológicas adversas na região.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🚨 <a href="https://x.com/hashtag/WATCH?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#WATCH</a> | New York City: A truck driver is stranded on top of his vehicle after it became surrounded by floodwaters on the Long Island Expressway in Queens amid severe flooding.<a href="https://x.com/hashtag/NYC?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#NYC</a> <a href="https://x.com/hashtag/Queens?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Queens</a> <a href="https://x.com/hashtag/Flood?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Flood</a> <a href="https://t.co/lphaepKZOu">pic.twitter.com/lphaepKZOu</a></p>
<p>&mdash; Mukesh (@mksh_kgp) <a href="https://x.com/mksh_kgp/status/2079105866549375485?ref_src=twsrc%5Etfw">July 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">𝐌𝐀𝐌𝐃𝐀𝐍𝐈 𝐏𝐔𝐒𝐇𝐄𝐒 𝐅𝐑𝐄𝐄 𝐁𝐀𝐁𝐘𝐒𝐈𝐓𝐓𝐈𝐍𝐆 𝐀𝐒 𝐍𝐘𝐂 𝐒𝐔𝐁𝐖𝐀𝐘𝐒 𝐅𝐋𝐎𝐎𝐃 𝐅𝐑𝐎𝐌 𝐁𝐀𝐒𝐈𝐂 𝐑𝐀𝐈𝐍</p>
<p>While New York City&#39;s subway system drowned under a Saturday storm, Mayor 𝐙𝐨𝐡𝐫𝐚𝐧 𝐌𝐚𝐦𝐝𝐚𝐧𝐢 spent the week rolling out a taxpayer-funded… <a href="https://t.co/0b9UyPJQ9U">pic.twitter.com/0b9UyPJQ9U</a></p>
<p>&mdash; M.A. Rothman (@MichaelARothman) <a href="https://x.com/MichaelARothman/status/2079008879153938797?ref_src=twsrc%5Etfw">July 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 121 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 121 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 121 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.</P><br />
<P>Entre os 121 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 98 eram adultos e 23 menores, 103 tinham também a nacionalidade venezuelana.</P><br />
<P>O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 49 cidadãos portugueses.</P><br />
<P>O balanço anterior indicava 120 portugueses e lusodescendentes mortos.</P><br />
<P>O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.208, depois das autoridades terem contabilizado mais 89 óbitos, divulgou domingo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791558]]></sapo:autor>
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		<title>Semapa e setor energético seguram bolsa de Lisboa no &#8216;verde&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:22:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje com ganhos ligeiros, com o PSI a subir 0,09% para 9.070,71 pontos, sustentada pelos ganhos da Semapa e das cotadas ligadas ao setor energético.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje com ganhos ligeiros, com o PSI a subir 0,09% para 9.070,71 pontos, sustentada pelos ganhos da Semapa e das cotadas ligadas ao setor energético. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, sete fecharam em terreno positivo e as restantes nove no &#8216;vermelho&#8217;.</P><br />
<P>Nas restantes principais praças europeias, o alemão DAX subiu 0,06% e o francês CAC-40 avançou 0,02%, enquanto o britânico FTSE 100 perdeu 0,71% e o espanhol IBEX-35 desvalorizou 0,05%. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791575]]></sapo:autor>
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		<title>Ganhar o Mundial rende muito mais do que um troféu: Espanha pode encaixar milhares de milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:21:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Triunfo por 1-0, decidido por um golo de Ferran Torres aos 106 minutos da final de domingo, garantiu à seleção espanhola o segundo título mundial da sua história, 16 anos depois da conquista na África do Sul]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A conquista do Campeonato do Mundo de futebol pode valer muito mais do que a glória desportiva. Além do prémio recorde de 50 milhões de dólares (43,7 milhões de euros) atribuído pela FIFA, especialistas estimam que a vitória de Espanha sobre a Argentina poderá dar um impulso de cerca de 4 mil milhões de euros à economia espanhola nos próximos meses. A análise foi divulgada pela &#8216;Euronews&#8217;, com base em estudos económicos e dados da FIFA.</p>
<p>O triunfo por 1-0, decidido por um golo de Ferran Torres aos 106 minutos da final de domingo, garantiu à seleção espanhola o segundo título mundial da sua história, 16 anos depois da conquista na África do Sul.</p>
<p><strong>O cheque da FIFA é apenas o começo</strong></p>
<p>A Federação Internacional de Futebol atribui ao campeão um prémio recorde de 50 milhões de dólares, acima dos 42 milhões pagos à Argentina após o Mundial de 2022.</p>
<p>Esse valor faz parte de um fundo total de prémios de 655 milhões de dólares distribuído pelas 48 seleções participantes.</p>
<p>Cabe agora à Federação Espanhola decidir quanto será repartido entre jogadores, equipa técnica e restante estrutura, sendo o remanescente destinado ao funcionamento da instituição e a programas de desenvolvimento do futebol.</p>
<p>Além disso, o Estado espanhol também arrecadará receitas fiscais. Segundo as estimativas citadas pela &#8216;Euronews&#8217;, cerca de 6 milhões de euros deverão entrar nos cofres públicos através dos impostos pagos pelos jogadores residentes em Espanha.</p>
<p><strong>O verdadeiro prémio pode chegar aos 4 mil milhões</strong></p>
<p>Mas o impacto mais significativo poderá surgir fora dos relvados.</p>
<p>Um estudo publicado em 2024 pelo economista Marco Mello, da Universidade de Aberdeen, concluiu que vencer um Campeonato do Mundo pode aumentar em pelo menos 0,48% o crescimento anual do PIB do país campeão durante os dois trimestres seguintes à final.</p>
<p>Aplicada à economia espanhola, atualmente avaliada em cerca de 1,69 biliões de euros, essa percentagem representa aproximadamente 4 mil milhões de euros de atividade económica adicional.</p>
<p>Segundo Pedro Santa Cruz, diretor da Freedom24 Iberia, o efeito não resulta apenas da euforia ou das celebrações, mas sobretudo do aumento das exportações.</p>
<p>O título mundial funciona como uma poderosa campanha de promoção internacional, reforçando a imagem do país e aumentando a procura pelos seus produtos e serviços nos mercados externos.</p>
<p><strong>Nem tudo o que parece é crescimento</strong></p>
<p>Durante o Mundial, os bares e restaurantes espanhóis registaram um aumento significativo da faturação.</p>
<p>Segundo dados da plataforma de pagamentos Square, as transações cresceram 36% durante os jogos da fase de grupos da seleção espanhola, chegando a atingir picos de 66% em Sevilha.</p>
<p>Ainda assim, os economistas alertam que este fenómeno nem sempre representa riqueza nova. Em muitos casos, trata-se apenas de consumo que é transferido de outros setores da economia.</p>
<p>Também as celebrações da conquista, que reuniram mais de um milhão de pessoas nas ruas de Madrid, deverão produzir um efeito semelhante: um aumento temporário da atividade económica, mas sem impacto estrutural.</p>
<p><strong>A história aconselha prudência</strong></p>
<p>Apesar das previsões otimistas, os especialistas lembram que o futebol não resolve os problemas económicos de um país.</p>
<p>A própria Espanha oferece um exemplo claro. Em 2010, quando conquistou o seu primeiro Mundial, o país enfrentava uma grave crise económica, com o desemprego próximo dos 20% e um sistema bancário que acabaria por necessitar de um resgate financeiro.</p>
<p>O troféu elevou o moral dos espanhóis, mas não alterou o rumo da economia.</p>
<p>O estudo de Marco Mello chega à mesma conclusão: embora vencer o Mundial possa gerar um impulso económico temporário, não existem provas de que produza efeitos duradouros no crescimento de um país.</p>
<p>Ganhar um Campeonato do Mundo continua, assim, a ser excelente para a imagem internacional e para a confiança dos consumidores. Mas, passada a festa, a economia volta inevitavelmente a depender dos mesmos fatores que sempre a fizeram crescer — ou abrandar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791572]]></sapo:autor>
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		<title>Houthis abrem uma nova frente na guerra e ameaçam bloquear o petróleo saudita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:05:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[arábia saudita]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[houthis]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão representa uma nova escalada na guerra entre o Irão e os Estados Unidos e surge numa altura em que Teerão e Washington continuam, discretamente, a explorar vias diplomáticas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os rebeldes houthis do Iémen anunciaram esta segunda-feira um bloqueio naval à Arábia Saudita, numa decisão que ameaça alargar o conflito no Médio Oriente, colocando em risco o fornecimento mundial de petróleo e importantes rotas do comércio internacional.</p>
<p>A decisão representa uma nova escalada na guerra entre o Irão e os Estados Unidos e surge numa altura em que Teerão e Washington continuam, discretamente, a explorar vias diplomáticas para travar a crescente espiral de confrontos militares.</p>
<p>Na declaração divulgada esta segunda-feira, os houthis afirmam que o bloqueio marítimo contra a Arábia Saudita entra em vigor &#8220;com efeito imediato&#8221;, justificando a medida como uma resposta ao que classificam como um &#8220;cerco injusto e opressivo&#8221; imposto ao Iémen por Riade.</p>
<p><strong>Petróleo e comércio sob ameaça</strong></p>
<p>O bloqueio poderá ter consequências muito para além da região. Segundo analistas citados pela &#8216;Reuters&#8217;, o Irão tem vindo a pressionar os houthis para encerrarem o estreito de Bab el-Mandeb, uma das principais portas de entrada para o Mar Vermelho e uma rota essencial para o transporte marítimo internacional.</p>
<p>Caso o estreito seja efetivamente fechado, cerca de 7% do abastecimento mundial de petróleo poderá ser afetado, uma vez que grande parte das exportações sauditas deixa de conseguir sair da região. O impacto somar-se-ia às perturbações já provocadas pelo conflito no Golfo, que reduziu significativamente o fluxo global de crude.</p>
<p>Os preços do petróleo reagiram de imediato ao anúncio, registando uma subida temporária, antes de voltarem a recuar perante a expectativa de um possível avanço diplomático.</p>
<p><strong>Teerão admite contactos para um cessar-fogo</strong></p>
<p>Apesar da nova escalada militar, os contactos diplomáticos continuam.</p>
<p>Um alto responsável iraniano revelou à Reuters que Teerão recebeu uma proposta de mediadores para um cessar-fogo de dez dias, destinado a preservar o acordo provisório alcançado no mês passado e abrir caminho a negociações mais duradouras.</p>
<p>O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano confirmou que recebeu propostas de mediação, embora sem revelar detalhes.</p>
<p>Em paralelo, segundo duas fontes governamentais paquistanesas, o ministro do Interior iraniano deslocou-se novamente a Islamabad para pedir ao Paquistão que retomasse o papel de mediador entre o Irão e os Estados Unidos.</p>
<p><strong>Ataques continuam de ambos os lados</strong></p>
<p>Enquanto decorrem os esforços diplomáticos, a atividade militar mantém-se intensa.</p>
<p>Os Estados Unidos voltaram a atacar várias cidades iranianas durante a noite, justificando a operação com a necessidade de reduzir a capacidade de Teerão para ameaçar a navegação comercial.</p>
<p>Do lado iraniano, a Guarda Revolucionária anunciou ataques com mísseis balísticos contra posições militares dos EUA na Jordânia, Kuwait e Síria, além de alegar ter atingido aeronaves norte-americanas estacionadas no aeroporto de Aqaba.</p>
<p>Também foram registados novos incidentes marítimos. Segundo a Guarda Revolucionária, dois petroleiros sofreram explosões quando atravessavam o estreito de Bab el-Mandeb por uma rota considerada &#8220;insegura&#8221;. A Reuters não conseguiu confirmar de forma independente esta informação.</p>
<p>Ao largo de Omã, uma embarcação foi atingida por um projétil de origem desconhecida, permanecendo à deriva, embora toda a tripulação tenha sido retirada em segurança.</p>
<p><strong>Infraestruturas civis voltam a ser atingidas</strong></p>
<p>No Kuwait, o Governo denunciou um segundo ataque consecutivo contra uma central de dessalinização, que provocou um incêndio numa infraestrutura considerada essencial para o abastecimento de água potável.</p>
<p>As centrais de dessalinização são vitais para os países do Golfo, onde abastecem dezenas de milhões de pessoas.</p>
<p>Teerão já tinha avisado que poderia retaliar contra este tipo de instalações depois de acusar os Estados Unidos de atacarem uma central semelhante em território iraniano — uma alegação que Washington nunca confirmou.</p>
<p>Apesar da intensificação dos combates, nenhuma das partes fecha totalmente a porta à diplomacia.</p>
<p>O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, garantiu que Washington continuará a responder enquanto o Irão ameaçar a navegação internacional, mas reiterou que os Estados Unidos permanecem disponíveis para uma solução negociada.</p>
<p>Também o Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano confirmou que o canal diplomático continua aberto, admitindo que mediadores internacionais têm apresentado propostas para tentar travar o conflito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791562]]></sapo:autor>
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		<title>Ataque iraniano a uma base dos EUA na Jordânia deixou “dezenas” de feridos e danificou vários helicópteros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:45:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Teerão, a operação surge como resposta aos recentes ataques americanos contra território iraniano e teve como alvo infraestruturas utilizadas pelas forças dos EUA para operações com drones, apoio naval e forças especiais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão reivindicou esta segunda-feira uma nova vaga de ataques contra instalações militares norte-americanas no Médio Oriente, alegando ter atingido, em simultâneo, três posições dos Estados Unidos no Bahrain e no Kuwait. A informação foi avançada pelo jornal espanhol &#8216;El Español&#8217;, com base num comunicado da Guarda Revolucionária iraniana.</p>
<p>Segundo Teerão, a operação surge como resposta aos recentes ataques americanos contra território iraniano e teve como alvo infraestruturas utilizadas pelas forças dos EUA para operações com drones, apoio naval e forças especiais.</p>
<p>De acordo com a Guarda Revolucionária, o primeiro ataque atingiu hangares de armazenamento e manutenção de drones no aeroporto de Al-Sakhir, no Bahrein, onde se encontram destacadas unidades militares americanas.</p>
<p>Numa segunda ação, o Irão afirma ter atacado hangares utilizados por embarcações da Task Force 59 (TF59), no Porto Salman, também no Bahrain. Teerão garante que as instalações foram destruídas e que vários navios sofreram danos significativos.</p>
<p>O terceiro alvo foi, segundo a mesma fonte, a base militar de Arifjan, no Kuwait. O comunicado iraniano sustenta que os hangares utilizados pelas forças especiais navais dos Estados Unidos para apoio logístico e operações foram &#8220;completamente destruídos&#8221;.</p>
<p>As autoridades americanas não confirmaram, até ao momento, a versão apresentada por Teerão, nem divulgaram qualquer balanço sobre alegados danos nas instalações visadas.</p>
<p><strong>Ataques sucedem-se após ofensiva na Jordânia</strong></p>
<p>A nova ofensiva surge depois de o &#8216;New York Times&#8217; ter revelado que, antes do ataque que matou dois militares norte-americanos na Jordânia e deixou um terceiro desaparecido, o Irão já tinha lançado outras ações contra posições dos Estados Unidos na região.</p>
<p>Segundo o diário americano, citando responsáveis da administração americana sob anonimato, esses ataques anteriores provocaram dezenas de feridos e danos em vários helicópteros, embora o Pentágono nunca tenha tornado públicos esses incidentes nem atualizado oficialmente o número de ataques registados.</p>
<p>As novas reivindicações iranianas surgem num momento de crescente escalada entre Washington e Teerão, com ambos os lados a intensificarem operações militares e trocas de acusações no Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791548]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BdP instaura 135 processos de contraordenação e aplica 3,4 M€ em coimas no 2.º trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:38:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal (BdP) instaurou 135 processos de contraordenação e concluiu 106 no segundo trimestre de 2026, aplicando coimas no valor total de 3,4 milhões de euros, anunciou hoje o supervisor financeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco de Portugal (BdP) instaurou 135 processos de contraordenação e concluiu 106 no segundo trimestre de 2026, aplicando coimas no valor total de 3,4 milhões de euros, anunciou hoje o supervisor financeiro.</P><br />
<P>Dos processos abertos entre abril e junho, 121 dizem respeito a infrações de natureza comportamental, nove a infrações prudenciais e cinco a situações relacionadas com atividade financeira ilícita.</P><br />
<P>Entre os 106 processos concluídos no período, 88 referem-se a infrações comportamentais, 16 a infrações prudenciais e dois a atividade financeira ilícita.</P><br />
<P>As coimas aplicadas no âmbito destes processos totalizaram 3.424.500 euros, dos quais 15 mil euros ficaram suspensos na sua execução, detalha o Banco de Portugal.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791527]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Número de desempregados nos centros de emprego recua 9,9% em junho, indica IEFP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:36:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de desempregados inscritos nos centros de emprego caiu 9,9% em junho, em termos homólogos, e caiu 3,7% face a maio, recuando pelo quinto mês consecutivo para 264.517, segundo dados divulgados hoje pelo IEFP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de desempregados inscritos nos centros de emprego caiu 9,9% em junho, em termos homólogos, e caiu 3,7% face a maio, recuando pelo quinto mês consecutivo para 264.517, segundo dados divulgados hoje pelo IEFP.</P><br />
<P>Segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final de junho &#8220;estavam registados, nos Serviços de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 264.517 indivíduos desempregados, número que representa 65,5% de um total de 403.995 pedidos de emprego&#8221;.</P><br />
<P>São menos 28.971 pessoas inscritas nos centros de emprego face a junho de 2025. Para este recuo, &#8220;na variação absoluta, contribuíram os inscritos há menos de 12 meses (-18.547), os que procuram um novo emprego (-25.209) e os maiores de 25 anos (-24.279)&#8221;. </P><br />
<P>Já na comparação em cadeia, isto é, face a maio, há menos 10.249 pessoas inscritas nos centros de emprego. </P><br />
<P>Trata-se do quinto mês consecutivo em que o número de desempregados inscritos nos centros de emprego está a recuar, isto é, desde fevereiro. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791520]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Número de casais desempregados recua 11,4% em junho para 4.181, revela IEFP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:35:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de casais com ambos os elementos desempregados recuou 11,4% em junho, face ao período homólogo, e caiu 2,9% face a maio, para os 4.181, segundo os dados divulgados hoje pelo IEFP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de casais com ambos os elementos desempregados recuou 11,4% em junho, face ao período homólogo, e caiu 2,9% face a maio, para os 4.181, segundo os dados divulgados hoje pelo IEFP. </P><br />
<P>&#8220;Do total de desempregados casados ou em união de facto, 8.362 (8,1%) têm também registo de que o seu cônjuge está igualmente inscrito como desempregado no serviço de emprego, totalizando 4.181 casais desempregados, em junho de 2026, o que representa -11,4%, quando comparado com o período homólogo do ano anterior&#8221;, adianta o relatório do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).</P><br />
<P>Já na comparação em cadeia, o número de casais em que ambos os cônjuges estão desempregados caiu 2,9%, estando a recuar há cinco meses consecutivos, isto é, desde fevereiro. </P><br />
<P>Há vários anos que os casais nesta situação de duplo desemprego têm direito a uma majoração de 10% do valor da prestação de subsídio de desemprego, quando tenham dependentes a cargo.</P><br />
<P>O IEFP divulgou também que o número de desempregados registados nos serviços de emprego do continente foi de 255.735 no final de junho o que representa um recuo homólogo de 12% e uma queda de 6,6% face ao mês anterior.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Prenda de 400 milhões não chega: o novo Air Force One de Trump vai voltar à oficina</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:31:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Qatar]]></category>
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					<description><![CDATA[Air Force One ainda terá de passar por uma profunda atualização de segurança antes de poder ser utilizado em pleno pelo presidente dos Estados Unidos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O luxuoso Boeing 747-8 oferecido pelo Qatar para servir de Air Force One ainda terá de passar por uma profunda atualização de segurança antes de poder ser utilizado em pleno pelo presidente dos Estados Unidos. A revelação foi feita pelo próprio Donald Trump, numa aparente confirmação das dúvidas levantadas nas últimas semanas sobre as capacidades do aparelho. A informação foi avançada pelo &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>Questionado por jornalistas depois de regressar a Washington a bordo da aeronave, Trump garantiu que o avião será enviado &#8220;dentro de cerca de um mês&#8221; para ser &#8220;maximizado&#8221;, expressão utilizada pelo presidente para descrever um conjunto de melhorias que, segundo disse, irão reforçar as suas capacidades.</p>
<p>&#8220;Tem muitas capacidades, mas, tanto quanto sei, dentro de um mês será enviado para ficar totalmente preparado&#8221;, afirmou, sem esclarecer quais os sistemas que serão instalados.</p>
<p>As declarações surgem poucos dias depois de o &#8216;The New York Times&#8217; revelar que Trump optou por utilizar o antigo Air Force One numa parte da viagem de regresso da cimeira da NATO, na Turquia, devido a preocupações relacionadas com a segurança da aeronave oferecida pelo Qatar.</p>
<p>Segundo o jornal americano, a decisão coincidiu com o reacender das hostilidades entre os Estados Unidos e o Irão, embora fontes da administração tenham sublinhado que não existia qualquer ameaça específica contra o presidente.</p>
<p><strong>Avião ainda não tem os sistemas mais avançados</strong></p>
<p>De acordo com o &#8216;The New York Times&#8217;, o Boeing 747-8 oferecido por Doha não dispõe dos sofisticados sistemas antimíssil presentes nos atuais Air Force One, uma limitação que terá pesado na decisão de recorrer temporariamente ao avião presidencial mais antigo.</p>
<p>Ainda assim, Steven Cheung, diretor de comunicação da Casa Branca, garantiu ao jornal que a aeronave é &#8220;de última geração&#8221; e já foi equipada com protocolos de segurança de elevado nível.</p>
<p>Trump não confirmou nem desmentiu diretamente essas informações, limitando-se a reconhecer que o aparelho será submetido a novas intervenções antes de entrar plenamente ao serviço.</p>
<p><strong>Um presente que continua a gerar polémica</strong></p>
<p>O Boeing, avaliado em cerca de 400 milhões de dólares, foi oferecido pelo Governo do Qatar para funcionar como solução temporária até à chegada da nova geração de Air Force One, cuja entrada em operação continua apontada para 2028.</p>
<p>Desde que o negócio foi conhecido, a decisão provocou forte controvérsia nos Estados Unidos, tanto pelo valor da oferta como pelas questões éticas e de segurança associadas à utilização de uma aeronave oferecida por um governo estrangeiro.</p>
<p>Trump realizou o primeiro voo oficial no aparelho há apenas algumas semanas.</p>
<p>Na deslocação à cimeira da NATO, viajou inicialmente no novo Boeing, mas fez parte do regresso utilizando o antigo Air Force One até à base britânica de RAF Mildenhall. A partir daí voltou a embarcar no avião oferecido pelo Qatar.</p>
<p>O presidente justificou essa escolha dizendo que quis viajar no antigo aparelho &#8220;pelos velhos tempos&#8221;. No entanto, segundo fontes ouvidas pelo New York Times, a verdadeira razão esteve relacionada com as limitações de segurança do novo avião.</p>
<p><strong>O destino final já está decidido</strong></p>
<p>Trump já garantiu que a aeronave não ficará na sua posse quando abandonar a Casa Branca.</p>
<p>&#8220;O avião irá para a minha biblioteca&#8221;, afirmou anteriormente.</p>
<p>O filho do presidente, Eric Trump, revelou entretanto ao &#8216;The Palm Beach Post&#8217; que tanto o Boeing oferecido pelo Qatar como um dos atuais Air Force One deverão integrar o futuro complexo da biblioteca presidencial da família Trump.</p>
<p>Segundo Eric Trump, o avião atualmente ao serviço foi encomendado durante a presidência de Ronald Reagan e acumulou cerca de 6,5 milhões de milhas ao longo de três décadas ao serviço dos presidentes americanos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791536]]></sapo:autor>
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		<title>Conheça a nova arma da Ucrânia: um barco que lança enxames de drones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto foi desenvolvido pelos engenheiros da unidade em parceria com uma empresa civil de tecnologias de informação e representa mais um passo na rápida evolução da guerra não tripulada travada pela Ucrânia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À primeira vista, parece apenas mais um drone naval. Mas a nova plataforma desenvolvida pela unidade de mergulho do Centro de Operações Especiais Omega, da Guarda Nacional da Ucrânia, foi concebida para desempenhar várias missões ao mesmo tempo: transportar e lançar drones FPV, apoiar operações especiais, defender a costa de ataques aéreos e, se necessário, transformar-se numa arma suicida.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Kyiv Post&#8217;, o projeto foi desenvolvido pelos engenheiros da unidade em parceria com uma empresa civil de tecnologias de informação e representa mais um passo na rápida evolução da guerra não tripulada travada pela Ucrânia.</p>
<p>&#8220;O nosso barco é, por assim dizer, uma nave-mãe que transporta drones FPV, que depois seguem para destruir o inimigo&#8221;, explicou o comandante da unidade de mergulho Omega, conhecido pelo indicativo &#8220;Krava&#8221;, citado pelo Ministério do Interior ucraniano.</p>
<p>O objetivo é simples: aproximar os drones das posições russas antes do lançamento, aumentando significativamente o seu alcance operacional.</p>
<p><script async src="https://telegram.org/js/telegram-widget.js?24" data-telegram-post="mvs_ukraine/65212" data-width="100%"></script></p>
<p><strong>Uma ideia nascida em combate</strong></p>
<p>O conceito surgiu durante as operações no setor de Zaporizhzhia, onde a unidade já utilizava drones FPV para atingir posições russas muito para lá da linha da frente.</p>
<p>Segundo &#8220;Varyag&#8221;, comandante do grupo de sistemas não tripulados da unidade, transportar os drones por via marítima permite aproximá-los do alvo antes da descolagem, aumentando o raio de ação sem necessidade de alterar os próprios aparelhos.</p>
<p>&#8220;Foi por isso que decidimos criar um veículo de superfície não tripulado, para que a nossa presença seja sentida ainda mais profundamente na retaguarda inimiga e os nossos drones consigam voar ainda mais longe&#8221;, explicou.</p>
<p><strong>Muito mais do que um drone naval</strong></p>
<p>Embora o novo sistema possa atuar como embarcação kamikaze, essa é apenas uma das suas funções.</p>
<p>A plataforma foi concebida para servir de base móvel de lançamento de drones FPV, apoiar operações conduzidas por mergulhadores de combate e, nas próximas versões, transportar drones intercetores destinados a destruir aparelhos russos antes de estes atingirem a costa ucraniana.</p>
<p>&#8220;Nós queremos proteger a costa a partir da água para impedir que o inimigo consiga aproximar-se do litoral&#8221;, afirmou Krava.</p>
<p>Esta integração de sistemas aéreos, marítimos e subaquáticos reflete a estratégia seguida por Kiev desde o início da guerra: multiplicar capacidades recorrendo a plataformas autónomas relativamente baratas, mas capazes de executar missões cada vez mais complexas.</p>
<p><strong>A próxima geração da guerra no Mar Negro</strong></p>
<p>Segundo a Guarda Nacional, as equipas de sistemas não tripulados da unidade Omega já destruíram numerosos veículos militares russos, blindados, camiões-cisterna e infraestruturas energéticas no sul da Ucrânia.</p>
<p>Para &#8220;Dart&#8221;, comandante-adjunto da unidade de mergulho, o futuro passa precisamente pela integração de diferentes tipos de drones num único sistema operacional.</p>
<p>&#8220;O nosso objetivo é que a tecnologia salve a vida dos nossos combatentes e, ao mesmo tempo, aumente a eficácia na destruição das forças ocupantes&#8221;, afirmou.</p>
<p>As especificações técnicas do novo barco permanecem confidenciais e o sistema ainda não recebeu uma designação oficial.</p>
<p><strong>Uma tendência que está a acelerar</strong></p>
<p>O novo projeto surge poucos dias depois de a Marinha ucraniana ter apresentado publicamente o sistema Barracuda, um drone naval capaz de atacar posições russas e lançar, de seguida, drones de reconhecimento e drones FPV para identificar e destruir novos alvos.</p>
<p>A inteligência militar ucraniana revelou igualmente que as futuras gerações de drones navais deverão ganhar capacidades muito para além do ataque direto, incluindo missões de reconhecimento, apoio à defesa aérea, escolta de embarcações e interdição marítima no Mar Negro.</p>
<p>À medida que a guerra evolui, os drones deixam de ser plataformas especializadas para assumirem múltiplas funções. E, no caso desta nova embarcação da unidade Omega, a Ucrânia parece estar a aproximar-se de um conceito semelhante ao de um pequeno porta-drones autónomo, capaz de projetar poder muito para lá da linha da frente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791526]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quinta da Pacheca entra em exclusiva rede mundial de turismo de luxo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[hotelaria]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Quinta da Pacheca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Quinta da Pacheca passou a integrar a Takumians by Traveller Made, uma comunidade internacional que reúne propriedades, experiências e marcas de hospitalidade de luxo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Quinta da Pacheca passou a integrar a Takumians by Traveller Made, uma comunidade internacional que reúne propriedades, experiências e marcas de hospitalidade de luxo.</p>
<p>A integração na comunidade representa, segundo a empresa, um novo passo na estratégia de internacionalização da Quinta da Pacheca, permitindo reforçar a sua presença junto de especialistas em viagens de luxo e consolidar o Douro como destino de referência para este segmento.</p>
<p>A Traveller Made é uma rede internacional dedicada ao setor das viagens de luxo e, através da comunidade Takumians, reúne propriedades e marcas que se distinguem pela excelência do serviço, autenticidade, identid             ade própria e oferta de experiências personalizadas.</p>
<p>Com uma história de vários séculos, a Quinta da Pacheca é um dos destinos de referência do enoturismo em Portugal. A propriedade combina alojamento, experiências vínicas e gastronomia com a ligação ao património e à cultura do Douro, procurando aliar tradição, inovação e hospitalidade.</p>
<p>&#8220;É com enorme satisfação que passamos a integrar a comunidade Takumians by Traveller Made. Este reconhecimento reforça a notoriedade internacional da Quinta da Pacheca e valida o trabalho que temos vindo a desenvolver na criação de experiências autênticas e diferenciadas para os nossos hóspedes&#8221;, afirma Bernardo Mesquita, Diretor-Geral do Pacheca Group.</p>
<p>Segundo o responsável, a integração na rede permitirá &#8220;estreitar relações com alguns dos mais relevantes especialistas em viagens de luxo a nível mundial&#8221; e contribuir para &#8220;continuar a afirmar o Douro como um destino de excelência&#8221;.</p>
<p>A adesão à Takumians by Traveller Made deverá também reforçar a visibilidade da Quinta da Pacheca junto de mercados estratégicos e de viajantes que procuram experiências personalizadas, autênticas e diferenciadas.</p>
<p>A entrada na rede acontece numa altura em que a Quinta da Pacheca continua a investir na sua oferta turística, vínica e gastronómica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791525]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A nova subida dos combustíveis não começa no petróleo: ERSE coloca gasóleo acima dos dois euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Cálculos constam do mais recente relatório semanal da ERSE sobre o mercado dos combustíveis e representam aumentos de 6% no gasóleo e de 2,5% na gasolina relativamente à semana anterior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço eficiente do gasóleo simples ultrapassou a barreira dos dois euros por litro, refletindo uma forte subida das cotações internacionais dos combustíveis refinados. Para a semana de 20 a 26 de julho, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) aponta para um valor de 2,009 euros por litro no gasóleo e de 1,986 euros na gasolina 95 simples.</p>
<p>Os cálculos constam do mais recente relatório semanal da ERSE sobre o mercado dos combustíveis e representam aumentos de 6% no gasóleo e de 2,5% na gasolina relativamente à semana anterior.</p>
<p>A subida acontece apesar de o Governo ter voltado a reforçar a redução temporária do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos, numa tentativa de amortecer o impacto da volatilidade dos mercados internacionais no preço final pago pelos consumidores.</p>
<p>Antes de impostos, o preço eficiente calculado pelo regulador situa-se em 1,159 euros por litro no gasóleo simples e em 1,004 euros na gasolina 95 simples. Depois de acrescentados o ISP, a taxa de carbono e o IVA, os valores sobem para 2,009 euros e 1,986 euros, respetivamente.</p>
<p>A ERSE salienta, no entanto, que estes valores não constituem preços regulados, máximos ou recomendados. O preço eficiente é apenas um referencial que procura refletir os principais custos associados à colocação dos combustíveis nos postos de abastecimento, uma vez que cada operador continua a definir livremente os seus preços de venda ao público.</p>
<p><strong>Gasóleo dispara 14,2% nos mercados internacionais</strong></p>
<p>A principal explicação para o agravamento dos preços encontra-se nos mercados internacionais dos produtos já refinados. Na semana analisada, a cotação internacional da gasolina 95 simples aumentou 6,6%, enquanto a do gasóleo simples disparou 14,2%.</p>
<p>É esta evolução, e não apenas o preço do barril de petróleo bruto, que tem uma relação mais direta com o valor dos combustíveis vendidos nos postos de abastecimento.</p>
<p>O petróleo é a matéria-prima a partir da qual são produzidos a gasolina e o gasóleo, mas as oscilações da sua cotação não se transmitem de forma automática ou imediata ao consumidor. Entre o barril e a bomba entram ainda os custos de refinação, os fretes marítimos, a logística, a incorporação de biocombustíveis, a comercialização e os impostos.</p>
<p>Para calcular o preço eficiente, a ERSE utiliza como referência a média aritmética simples das cotações internacionais da semana anterior. A este valor são acrescentados os respetivos fretes marítimos, os custos de logística primária, as reservas estratégicas e de segurança do Sistema Petrolífero Nacional, os sobrecustos associados aos biocombustíveis e uma componente de retalho.</p>
<p>A componente de retalho corresponde à média observada nos últimos quatro anos, tendo como base os preços anunciados nos pórticos dos postos. As restantes componentes seguem a metodologia utilizada pela ERSE nos seus boletins mensais.</p>
<p><strong>Governo aumenta desconto no ISP</strong></p>
<p>Perante a perspetiva de subida dos dois combustíveis, o Governo aumentou novamente o desconto extraordinário e temporário aplicado ao ISP.</p>
<p>Para a semana de 20 a 26 de julho, estão em vigor as taxas definidas pela Portaria n.º 301-A/2026/1, de 17 de julho, aplicáveis desde o dia 20. A taxa unitária passou para 0,45110 euros por litro na gasolina sem chumbo e para 0,30147 euros no gasóleo rodoviário.</p>
<p>Estes valores já incluem a consignação de serviço rodoviário, de 0,087 euros por litro na gasolina e de 0,111 euros no gasóleo, assim como o desconto temporário e extraordinário do imposto.</p>
<p>Esse desconto ascende agora a 0,04642 euros por litro na gasolina e a 0,06013 euros no gasóleo.</p>
<p>Em comparação com a semana anterior, a revisão representa uma redução do ISP de aproximadamente 0,59 cêntimos por litro na gasolina e de 1,78 cêntimos no gasóleo, antes da aplicação do IVA.</p>
<p>Face às taxas fixadas em 1 de dezembro de 2025, o alívio fiscal acumulado corresponde a 4,64 cêntimos por litro na gasolina e a 6,01 cêntimos no gasóleo, também antes de IVA.</p>
<p>Nessa altura, a Portaria n.º 427-A/2025/1 tinha estabelecido taxas unitárias de 0,49752 euros por litro para a gasolina e de 0,36160 euros para o gasóleo. Desde então, estes valores têm sido revistos através do mecanismo extraordinário de redução do ISP.</p>
<p>O objetivo é acomodar a evolução dos preços dos combustíveis nos mercados internacionais e reduzir o impacto das subidas junto dos consumidores. Ainda assim, o reforço do desconto fiscal não foi suficiente para anular a forte valorização internacional do gasóleo.</p>
<p>Às taxas de ISP acresce ainda o adicionamento sobre as emissões de dióxido de carbono, atualizado para 2026 pela Autoridade Tributária e Aduaneira. Esta taxa corresponde a 0,15911 euros por litro na gasolina e a 0,17334 euros no gasóleo.</p>
<p><strong>Preços anunciados continuam acima do referencial</strong></p>
<p>A ERSE distingue entre o preço anunciado no pórtico de cada posto e o preço que os consumidores acabam efetivamente por pagar depois da aplicação de descontos.</p>
<p>Na informação mais recente disponível, a média dos preços de venda ao público anunciados nos pórticos situou-se acima do preço eficiente nos dois combustíveis.</p>
<p>Na gasolina 95 simples, o preço médio anunciado ficou 1,6 cêntimos por litro acima do referencial da ERSE, uma diferença relativa de 0,8%. No gasóleo simples, o desvio foi de 1,4 cêntimos por litro, ou 0,7%.</p>
<p>O preço de pórtico corresponde à oferta comercial de base comunicada pelos operadores ao Balcão Único da Energia. Trata-se do valor exibido no posto antes da aplicação de cartões de desconto, vales, campanhas promocionais ou benefícios associados a clientes de frota.</p>
<p><strong>Quando esses descontos são considerados, o cenário muda.</strong></p>
<p>Os preços com descontos publicados pela Direção-Geral de Energia e Geologia situaram-se 2,4 cêntimos por litro abaixo do preço eficiente na gasolina e 4,4 cêntimos abaixo no gasóleo. Em termos relativos, estes valores representam desvios de menos 1,2% e menos 2,3%, respetivamente.</p>
<p>A ERSE considera que o preço com descontos constitui uma aproximação mais fiel ao montante efetivamente pago pela maioria dos consumidores, embora os dados disponíveis digam respeito à semana anterior devido ao momento em que são recolhidos e publicados.</p>
<p>Assim, embora os valores anunciados nos pórticos permaneçam acima do referencial calculado pelo regulador, os preços médios após descontos continuam abaixo desse nível.</p>
<p><strong>Uma média que não conta toda a história</strong></p>
<p>Os números apresentados pela ERSE correspondem a médias nacionais para Portugal continental e agregam realidades comerciais bastante diferentes.</p>
<p>Entre os operadores analisados encontram-se as companhias de bandeira, que tendem a apresentar preços de pórtico mais elevados, mas também políticas de descontos mais expressivas; os operadores de baixo custo; e os postos associados a hipermercados, que geralmente disponibilizam as ofertas mais competitivas.</p>
<p>Por esse motivo, a média nacional não representa necessariamente o preço praticado em cada posto nem o valor pago por cada automobilista.</p>
<p>A localização, a marca, a política comercial do operador e os descontos disponíveis podem produzir diferenças significativas entre postos, mesmo dentro do mesmo concelho.</p>
<p>Antes de abastecer, a ERSE aconselha os consumidores a consultarem o seu Comparador de Preços de Combustíveis, que apresenta em tempo real os valores praticados nos postos de abastecimento.</p>
<p>A ferramenta permite comparar as ofertas disponíveis numa determinada área, confrontá-las com o preço eficiente calculado pelo regulador e identificar os postos onde abastecer poderá sair mais barato.</p>
<p>Num momento em que o gasóleo ultrapassa novamente os dois euros no referencial da ERSE, alguns cêntimos de diferença por litro podem traduzir-se numa poupança relevante no final de cada depósito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791521]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia já protege mais de 1.000 quilómetros de estradas com redes antidrone para garantir abastecimento das tropas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ucrânia ultrapassou a marca dos 1.000 quilómetros de estradas protegidas com redes antidrone, numa das maiores adaptações logísticas impostas pela guerra contra a Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia ultrapassou a marca dos 1.000 quilómetros de estradas protegidas com redes antidrone, numa das maiores adaptações logísticas impostas pela guerra contra a Rússia. A expansão desta infraestrutura reflete o impacto crescente dos drones no campo de batalha, transformando as rotas de abastecimento militar em alvos prioritários e obrigando Kiev a criar corredores protegidos para assegurar a circulação de tropas, veículos e equipamentos junto à linha da frente.</p>
<p>Segundo o Euromaidan Press, que cita o Ministério da Defesa ucraniano, o Serviço Estatal de Transportes Especiais construiu, desde o início de 2026, 1.066 quilómetros de proteção antidrone sobre estradas consideradas estratégicas para a logística militar. A intervenção foi realizada por ordem do Ministério da Defesa e visa reduzir a vulnerabilidade das principais vias de abastecimento utilizadas pelas Forças Armadas ucranianas.</p>
<p>Os números revelam uma aceleração significativa do projeto. Apenas desde o início de junho foram construídos 325 quilómetros adicionais de proteção, restaurados mais de 31 quilómetros de estruturas já existentes e efetuadas reparações em cerca de 233 quilómetros de estradas. Paralelamente, desde abril foram realizados trabalhos de manutenção e recuperação em 369,6 quilómetros da rede viária, encontrando-se atualmente obras em curso em 16 troços, enquanto outros 27 segmentos já foram totalmente concluídos.</p>
<p>As autoridades ucranianas explicam que esta resposta resulta da transformação profunda que os drones provocaram na guerra. Atualmente, os drones FPV (First Person View) e os aparelhos de reconhecimento russos conseguem operar entre 15 e 30 quilómetros da linha da frente, atacando sistematicamente veículos de transporte, ambulâncias, colunas logísticas e outros alvos móveis. Perante esta realidade, a instalação de redes suspensas sobre as estradas tornou-se essencial para permitir qualquer circulação relativamente segura nas zonas próximas dos combates.</p>
<p>O Ministério da Defesa sublinha que as rotas logísticas são hoje um dos principais objetivos das forças russas, razão pela qual a proteção destas vias influencia diretamente a capacidade de abastecimento das unidades no terreno. Segundo o ministério, os corredores protegidos permitem deslocar recursos militares de forma mais rápida e segura, contribuindo para manter o ritmo das operações e reforçando a capacidade de resistência das forças ucranianas.</p>
<p>A dimensão do esforço demonstra também a rapidez com que o projeto tem evoluído. Em junho, a Ucrânia alcançou um ritmo médio de construção de 9,2 quilómetros de proteção por dia, mais do dobro do registado durante 2025. O objetivo estabelecido pelas autoridades passa por atingir 4.000 quilómetros de estradas protegidas até ao final de 2026. A região de Kherson, uma das mais expostas aos ataques russos, representa atualmente 207 quilómetros desta rede de proteção.</p>
<p>As redes antidrone constituem apenas uma das componentes da estratégia logística ucraniana. A outra assenta na crescente utilização de veículos autónomos e robôs terrestres, que percorrem precisamente estas rotas protegidas para transportar munições, abastecimentos, equipamentos e evacuar militares feridos. Enquanto as redes procuram intercetar os drones FPV antes de atingirem os veículos, os sistemas robotizados reduzem significativamente a exposição dos soldados às zonas mais perigosas.</p>
<p>Os resultados desta estratégia já começam a ser visíveis. De acordo com o Ministério da Defesa, os robôs terrestres realizaram mais de 66 mil missões logísticas e de evacuação durante o primeiro semestre de 2026, assumindo muitas das operações anteriormente executadas por militares e diminuindo o risco humano nas missões de abastecimento e resgate.</p>
<p>Para Kiev, a conjugação entre infraestruturas protegidas e meios autónomos representa uma resposta estrutural às novas características da guerra moderna, onde os drones passaram a dominar grande parte do espaço entre a retaguarda e a linha da frente. O Ministério da Defesa considera que a segurança das rotas logísticas se tornou um dos fatores determinantes para garantir a capacidade operacional e a resiliência das Forças de Defesa da Ucrânia, numa guerra em que assegurar o abastecimento contínuo das unidades pode ser tão decisivo como a própria capacidade de combate.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791498]]></sapo:autor>
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		<title>Despiste de camião seguido de incêndio corta estrada nacional em Serpa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[acidente de viação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Serpa]]></category>
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					<description><![CDATA[O trânsito no troço da Estrada Nacional 385 (EN385) junto a Vila Verde de Ficalho, no concelho de Serpa, distrito de Beja, está hoje cortado devido ao despiste de um camião que acabou por se incendiar, informou a GNR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O trânsito no troço da Estrada Nacional 385 (EN385) junto a Vila Verde de Ficalho, no concelho de Serpa, distrito de Beja, está hoje cortado devido ao despiste de um camião que acabou por se incendiar, informou a GNR.</P><br />
<P>A fonte do Comando Territorial de Beja indicou que o alerta para o acidente foi dado às 14:12 e que o pesado de mercadorias ficou tombado a ocupar toda a estrada.</P><br />
<P>Segundo a fonte da GNR, o condutor terá sofrido ferimentos ligeiros.</P><br />
<P>As operações de socorro mobilizam, de acordo com o &#8216;site&#8217; da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, 13 operacionais, apoiados por cinco veículos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791494]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Líbano começa a controlar zonas-piloto no sul do país, garantem EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército libanês começou a assumir o controlo das zonas-piloto no sul do país, no âmbito do acordo entre Beirute e Telavive, anunciou hoje o Departamento de Estado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército libanês começou a assumir o controlo das zonas-piloto no sul do país, no âmbito do acordo entre Beirute e Telavive, anunciou hoje o Departamento de Estado norte-americano.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, tiveram início as operações na zona-piloto nas aldeias de Froun, Srifa e Zawtar Al-Gharbiya, em conformidade com o Acordo-Quadro Trilateral e sob os auspícios do Grupo de Coordenação Militar para o Líbano&#8221;, afirmou a diplomacia norte-americana em comunicado.</P><br />
<P>Washington descreveu este marco como um &#8220;um resultado direto das discussões da semana passada entre Israel e o Líbano, em Roma&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos vão continuar a trabalhar em estreita colaboração com ambas as partes para realizar a execução do Acordo-Quadro até a uma conclusão bem-sucedida&#8221;, acrescentou o Departamento de Estado.</P><br />
<P>O início deste processo de estabilização pelas forças libanesas ocorre um dia antes da reunião entre o Presidente libanês, Joseph Aoun, e o homólogo norte-americano, Donald Trump.</P><br />
<P>O encontro vai abordar, entre outros assuntos, o acordo-quadro promovido pelos Estados Unidos e a retirada das tropas israelitas que continuam destacadas em vários pontos do sul do Líbano onde travam um conflito com o movimento xiita Hezbollah, apoiado pelo Irão.</P><br />
<P>Aoun recebeu já o apoio da Arábia Saudita à gestão e às decisões tomadas para preservar a soberania e a integridade territorial do Líbano, durante uma conversa telefónica com o príncipe herdeiro saudita, Mohamed bin Salman.</P><br />
<P>Bin Salman manifestou apoio do reino ao Líbano &#8220;nesta situação específica&#8221; e também às decisões impulsionadas por Aoun em defesa da soberania, da independência e da integridade territorial do país, de acordo com um comunicado da Presidência libanesa.</P><br />
<P>O líder saudita reiterou também o compromisso de Riade em prestar assistência ao Líbano em todas as áreas necessárias, de acordo com as prioridades estabelecidas pelo Governo libanês, e convidou o Presidente a realizar uma visita oficial à Arábia Saudita para abordar assuntos de interesse comum.</P><br />
<P>Aoun agradeceu o apoio saudita e as iniciativas adotadas pelo reino para ajudar o Líbano e fortalecer a economia, além de aceitar o convite para visitar a Arábia Saudita.</P><br />
<P>O apoio de Riade surgiu também num contexto de renovadas tensões regionais, na sequência da recente troca de ataques entre a Arábia Saudita e os rebeldes Huthis do Iémen, um episódio que ameaça complicar o processo de paz, paralisado neste país desde 2022.</P><br />
<P>Esta chamada representa uma nova aproximação entre Beirute e Riade após vários anos de distanciamento, embora Aoun tenha escolhido, em março de 2025, a Arábia Saudita como destino da primeira viagem oficial ao estrangeiro desde que assumiu a Presidência libanesa.</P><br />
<P>Nessa visita, ambas as partes aproveitaram para manifestar a vontade de reforçar a cooperação bilateral, depois de anos marcados por divergências em torno da influência do Hezbollah e da situação regional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791500]]></sapo:autor>
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		<title>A nova &#8220;Odisseia&#8221; já pôs os gregos em pé de guerra. Helena voltou a fazer estragos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[A Odisseia]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Nolan]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Estreia de "A Odisseia", a aguardada adaptação cinematográfica do realizador britânico, está a dividir opiniões na Grécia, onde Homero continua a fazer parte do currículo escolar e qualquer reinterpretação da epopeia é recebida com escrutínio quase académico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a Antiguidade que os gregos discutem Helena de Troia — ou de Esparta, consoante a versão —, a mulher cuja beleza, diz a lenda, lançou mil navios ao mar. Três mil anos depois, a polémica continua, agora por causa de Christopher Nolan.</p>
<p>A estreia de &#8220;A Odisseia&#8221;, a aguardada adaptação cinematográfica do realizador britânico, está a dividir opiniões na Grécia, onde Homero continua a fazer parte do currículo escolar e qualquer reinterpretação da epopeia é recebida com escrutínio quase académico, defendeu o jornal &#8216;POLITICO&#8217;.</p>
<p>As perguntas multiplicam-se: até que ponto Nolan respeita o texto original? Porque não incluiu atores gregos no elenco? E por que motivo Helena é interpretada por Lupita Nyong&#8217;o?</p>
<p>O filme, protagonizado por Matt Damon no papel de Odisseu, acompanha a viagem de regresso do herói a Ítaca após a Guerra de Troia, uma travessia de dez anos marcada por monstros, divindades e provações até reencontrar Penélope.</p>
<p>Parte das filmagens decorreu na Grécia, passando por alguns dos locais mais emblemáticos do país, como o Palácio de Nestor, em Pilos, a praia de Voidokilia, o Castelo de Methoni e a Acrópole de Corinto. Para muitos gregos, a produção representa uma oportunidade para mostrar o património nacional a uma audiência global e recordar que a epopeia de Homero continua viva três milénios depois.</p>
<p>Atenas também investiu no projeto. A produção recebeu cerca de 6,5 milhões de euros em incentivos estatais, ao abrigo do programa criado em 2017 para atrair grandes produções internacionais. Num orçamento total de 250 milhões de euros, o apoio representa uma pequena parcela, mas suficiente para alimentar o debate político.</p>
<p>A controvérsia ganhou força quando foi anunciada a escolha de Lupita Nyong&#8217;o para interpretar Helena, a figura cujo rapto por Páris desencadeou a Guerra de Troia.</p>
<p>Entre os críticos está Elon Musk. Na rede social X, o empresário acusou Nolan de ter &#8220;profanado Homero&#8221; para cumprir critérios &#8220;woke&#8221; e conquistar um Óscar, rematando a publicação com um insulto ao realizador.</p>
<p>Na Grécia, o debate rapidamente passou das redes sociais para os meios de comunicação. Historiadores, realizadores e críticos de cinema dividiram-se entre os que defendem a liberdade criativa e os que consideram que determinadas escolhas descaracterizam a tradição clássica.</p>
<p>Os defensores da adaptação lembram que os mitos gregos pertencem hoje ao património cultural universal e que qualquer reinterpretação artística deve ter margem para inovar.</p>
<p>Os críticos respondem que Homero descreve Helena como uma mulher de cabelos belos (kallikomos), rosto harmonioso (kallipareios), vestes elegantes (tanypeplos) e braços brancos (leukolenos), ainda que nunca detalhe de forma inequívoca a sua aparência física.</p>
<p>A polémica chegou também ao Parlamento. O pequeno partido nacional-conservador Niki contestou tanto o elenco como os apoios públicos atribuídos ao filme, acusando o Governo de financiar uma leitura &#8220;woke&#8221; da identidade cultural grega.</p>
<p>O líder do partido, Dimitris Natsios, afirmou que o executivo continua a apoiar todas as expressões &#8220;progressistas&#8221;, ao mesmo tempo que ignora iniciativas destinadas a proteger a identidade nacional.</p>
<p>A ministra da Cultura, Lina Mendoni, rejeitou as críticas. &#8220;Não cabe ao Estado dizer a um criador como deve interpretar artisticamente uma obra ou um mito&#8221;, afirmou à revista Lifo. &#8220;Estamos realmente a discutir se o Estado deveria censurar Christopher Nolan?&#8221;</p>
<p>Nem todos os membros do Governo demonstraram o mesmo entusiasmo. O ministro da Saúde, Adonis Georgiadis, disse compreender o financiamento público, mas confessou não perceber algumas opções do realizador, sugerindo que Nolan poderá ter pensado numa eventual corrida aos Óscares.</p>
<p>Outro foco de descontentamento prende-se com a ausência de atores gregos numa adaptação de um dos textos fundadores da cultura helénica.</p>
<p>O &#8216;Greek City Times&#8217;, publicação dirigida à diáspora grega, publicou uma carta aberta à equipa do filme: &#8220;A Grécia não é apenas um cenário da Antiguidade. É um país vivo. Os gregos não são figuras históricas. Somos contemporâneos.&#8221;</p>
<p>Num tom semelhante, Endy Zemenides, diretor do Conselho de Liderança Helénico-Americana, classificou a ausência de intérpretes gregos como &#8220;uma oportunidade perdida&#8221;.</p>
<p>A pergunta ecoou também nos media internacionais. &#8220;Homero pertence a todos, mas porque estão os gregos ausentes da Odisseia de Nolan?&#8221;, questionou a Lifo. O &#8216;The Guardian&#8217; lançou uma interrogação semelhante: &#8220;Que coisa helénica! Porque é que o novo épico grego de Christopher Nolan não tem gregos?&#8221;</p>
<p>Apesar da controvérsia, tudo indica que a discussão pouco afetará a bilheteira. A estreia esgotou rapidamente sessões na Grécia e, ironicamente, a adaptação cinematográfica provocou também uma corrida às livrarias para comprar o original de Homero.</p>
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