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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Onda de calor intensifica-se hoje com os termómetros a chegarem aos 35ºC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 05:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O calor vai intensificar-se significativamente em Lisboa esta terça-feira numa jornada que promete ficar marcada por temperaturas excecionalmente elevadas para a época do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O calor vai intensificar-se significativamente em Lisboa esta terça-feira numa jornada que promete ficar marcada por temperaturas excecionalmente elevadas para a época do ano. A capital portuguesa deverá atingir os 35 graus de temperatura máxima, num contexto de tempo seco, céu pouco nublado e presença de poeiras saarianas em suspensão, num dos episódios de calor mais expressivos registados neste final de primavera climatológica.</p>
<p>Segundo previsões divulgadas pelo portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-abrasador-afeta-lisboa-esta-terca-feira-26-de-maio-a-capital-de-portugal-registara-ate-13-c-acima-da-media.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, Lisboa será mesmo uma das cidades portuguesas com maior desvio térmico face aos valores habituais para esta altura do ano, com uma anomalia positiva de até 13 graus acima da média climatológica. O valor destaca-se não apenas à escala nacional, mas também entre todas as capitais de distrito do território continental.</p>
<p>Este agravamento das temperaturas surge numa semana marcada por condições atmosféricas de cariz claramente veranil. De acordo com os meteorologistas, Portugal continental continuará sob influência de uma crista subtropical extensa e robusta, associada a uma massa de ar tropical continental oriunda do Norte de África. A combinação entre ar muito quente e seco, subsidência atmosférica provocada por um anticiclone de grande dimensão e uma insolação cada vez mais intensa nesta época do ano está a criar condições propícias a um episódio de calor persistente.</p>
<p>Na prática, Lisboa deverá registar uma subida de cerca de cinco graus na temperatura máxima em comparação com segunda-feira, passando dos 30 para os 35 graus em apenas 24 horas. Os especialistas sublinham que este tipo de valores é mais típico dos meses de verão, sobretudo de julho e agosto, do que da reta final de maio.</p>
<p>A situação meteorológica não se limitará à capital. Ao longo desta terça-feira, praticamente todo o território continental deverá apresentar temperaturas muito acima da média, especialmente nos vales do Douro, Tejo, Sado e Guadiana, assim como em várias zonas da Beira Baixa e do interior alentejano. Em alguns desses locais, os termómetros poderão atingir os 34 e os 35 graus.</p>
<p>Ainda assim, Lisboa destaca-se particularmente devido à intensidade da anomalia térmica prevista. Segundo os mapas de referência utilizados pela Meteored, baseados no modelo europeu ECMWF, a capital portuguesa apresentará o valor mais elevado entre as capitais distritais. Coimbra, Viseu, Santarém e Beja surgem logo atrás, mas com desvios previstos na ordem dos 10 graus acima do normal.</p>
<p>Os meteorologistas explicam que uma anomalia térmica corresponde ao desvio da temperatura relativamente à média climatológica habitual para uma determinada região e época do ano. Neste caso, Lisboa estará muito acima do padrão esperado para finais de maio, o que ajuda a ilustrar o caráter excecional deste episódio de calor.</p>
<p>Além das temperaturas elevadas, a previsão aponta para céu pouco nublado ou limpo ao longo de toda a terça-feira, embora com poeiras vindas do Saara em suspensão na atmosfera. O vento deverá soprar fraco, contribuindo para uma sensação térmica ainda mais intensa durante as horas de maior calor.</p>
<p>As previsões indicam ainda que o calor persistirá na quarta-feira, 27 de maio, sem alterações significativas na temperatura máxima, que deverá manter-se perto dos 35 graus. No entanto, os especialistas alertam sobretudo para o aumento das temperaturas mínimas durante a noite.</p>
<p>Em Lisboa, a madrugada de quarta-feira poderá registar uma temperatura mínima de 20 graus, um valor que entra na categoria de “noite tropical” em termos meteorológicos. Este fenómeno ocorre quando os termómetros não descem abaixo dos 20 graus durante a noite e costuma ser mais frequente em pleno verão, particularmente entre meados de julho e agosto.</p>
<p>Os especialistas consideram pouco habitual observar noites tropicais ainda durante o mês de maio, sobretudo numa cidade costeira como Lisboa, onde a proximidade do Atlântico tende normalmente a moderar as temperaturas noturnas.</p>
<p>Perante este cenário, as autoridades e os especialistas recomendam cuidados acrescidos com a exposição solar e a hidratação, especialmente durante as horas centrais do dia. A população mais vulnerável, como idosos, crianças e pessoas com doenças crónicas, deverá evitar exposição prolongada ao calor intenso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767326]]></sapo:autor>
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		<title>Taiwan supera Índia como quinto maior mercado bolsista do mundo &#8212; Bloomberg</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 04:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Taiwan ultrapassou a Índia como o quinto maior mercado bolsista do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China, Japão e Hong Kong, impulsionada pela procura de ações ligadas ao desenvolvimento da inteligência artificial, informou hoje a agência Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Taiwan ultrapassou a Índia como o quinto maior mercado bolsista do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China, Japão e Hong Kong, impulsionada pela procura de ações ligadas ao desenvolvimento da inteligência artificial, informou hoje a agência Bloomberg.</P><br />
<P>Segundo a agência, o valor combinado das empresas cotadas na bolsa taiwanesa atingiu na segunda-feira 4,95 biliões de dólares (4,26 biliões de euros), enquanto o mercado indiano recuou para 4,92 biliões de dólares (4,23 biliões de euros).</P><br />
<P>O principal motor deste desempenho é a TSMC, maior fabricante mundial de &#8216;chips&#8217; avançados, que representa cerca de 42% do índice de referência da bolsa de Taiwan, o Taiex.</P><br />
<P>As ações da empresa acumulam uma subida próxima de 45% desde o início do ano, impulsionando outras tecnológicas da ilha, como a Unimicron (+374,89%), a MediaTek (+191,84%), a ASE Technology (+137,6%), a Delta Electronics (+132,69%) ou a United Microelectronics Corporation (+132,4%).</P><br />
<P>O Taiex valorizou-se mais de 48% este ano e ultrapassou, no início de maio, pela primeira vez na história, a barreira dos 40 mil pontos.</P><br />
<P>&#8220;O crescente valor de mercado de Taiwan reflete fundamentalmente a elevada concentração em  equipamento tecnológico, que atualmente está no centro do ciclo de investimento em IA&#8221;, afirmou Yi Ping Liao, gestor de fundos da Franklin Templeton, citado pela Bloomberg.</P><br />
<P>&#8220;Os mercados com reduzida exposição ao equipamento tecnológico estão a ser cada vez mais ultrapassados por mercados com forte presença neste setor, como Taiwan e a Coreia&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O impulso da IA está também a favorecer a economia local: o produto interno bruto de Taiwan cresceu 13,69% no primeiro trimestre, em termos homólogos, o maior aumento em quase quatro décadas, impulsionado pelas exportações de produtos tecnológicos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767537]]></sapo:autor>
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		<title>Graves infrações de empresa mineira onde acidente mata pelo menos 82 mineiros &#8211; Xinhua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 02:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa proprietária da mina de Liushenyu, na província chinesa de Shanxi (centro), onde uma explosão de gás causou 82 mortos na sexta-feira, cometeu "graves infrações", avançou a imprensa oficial chinesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa proprietária da mina de Liushenyu, na província chinesa de Shanxi (centro), onde uma explosão de gás causou 82 mortos na sexta-feira, cometeu &#8220;graves infrações&#8221;, avançou a imprensa oficial chinesa. </P><br />
<P>O acidente, numa exploração situada no distrito de Qinyuan, deixou também dois desaparecidos, que ainda não foram localizados.</P><br />
<P>A agência de notícias Xinhua apontou hoje várias irregularidades, entre as quais um controlo deficiente do número real de trabalhadores no subsolo, a existência de galerias não declaradas, planos que não correspondiam à situação real da mina e sistemas de vigilância duplicados. </P><br />
<P>O responsável máximo do distrito de Qinyuan, Guo Xiaofang, afirmou numa conferência de imprensa que, após o acidente, a confusão no local e a falta de clareza da empresa quanto ao número de trabalhadores fizeram com que os primeiros balanços fossem imprecisos. </P><br />
<P>O painel de entrada da mina indicava que, naquele dia, 124 pessoas tinham descido, mas durante as operações de resgate verificou-se que a lista de trabalhadores que tinham subido à superfície não correspondia à informação fornecida pela empresa, o que levou à descoberta de um número elevado de pessoas que tinham entrado sem cartão de localização. </P><br />
<P>Vários mineiros citados pela Xinhua afirmaram que muitos trabalhadores não tinham cartões, apesar de a regulamentação exigir a sua utilização para entrar nas explorações subterrâneas. </P><br />
<P>Um deles afirmou que, no seu turno, quase ninguém tinha o dispositivo e que não lhes era exigido que o utilizassem. </P><br />
<P>Durante o resgate, as equipas descobriram ainda que as plantas fornecidas pela empresa não correspondiam à realidade e que existiam galerias ocultas não assinaladas.</P><br />
<P>Segundo o meio de comunicação, o carvão extraído dessas zonas, por vezes exploradas por trabalhadores subcontratados, não era contabilizado na produção nem tributado.</P><br />
<P>Um especialista não identificado citado pela imprensa local explicou que &#8220;algumas minas, para escapar à supervisão, criam dois conjuntos de plantas: um para as inspeções e outro para orientar a produção real&#8221;.</P><br />
<P>A mina, de gestão privada e com uma capacidade anual de 1,2 milhões de toneladas, tinha sido classificada este ano como exploração de tipo B, ou seja, com um nível de segurança &#8220;geral&#8221;, e constava de uma lista nacional de minas com riscos graves devido a elevados níveis de gás. </P><br />
<P>A agência acrescentou que, nos últimos cinco anos, a Liushenyu tinha sido sancionada pelo menos cinco vezes por problemas de segurança. </P><br />
<P>Os responsáveis da empresa já foram colocados &#8220;sob a custódia das autoridades&#8221;, expressão habitualmente utilizada na China para se referir a uma detenção por parte dos órgãos de segurança, enquanto uma equipa do Conselho de Estado (Executivo chinês) investiga as causas do acidente e as responsabilidades da empresa e dos órgãos de supervisão.</P><br />
<P>As minas de carvão, material com o qual a China gera cerca de 60% da eletricidade, continuam a registar uma elevada taxa de acidentes, embora nos últimos anos o número de acidentes mortais tenha diminuído significativamente.</P><br />
<P>O setor mineiro chinês registou mais de três mil mortes entre 2018 e 2023, um número que representou uma descida de 53,6% em relação ao quinquénio anterior, de acordo com dados oficiais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767536]]></sapo:autor>
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		<title>ICE nega a governadora de Nova Jersey acesso a centro de detenção de imigrantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 01:36:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Serviço de Controlo de Imigração e Alfândega (ICE) dos Estados Unidos recusou à governadora de Nova Jérsia, Mikie Sherrill, acesso a um centro de detenção onde os imigrantes entraram em greve de fome.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Serviço de Controlo de Imigração e Alfândega (ICE) dos Estados Unidos recusou à governadora de Nova Jérsia, Mikie Sherrill, acesso a um centro de detenção onde os imigrantes entraram em greve de fome.</P><br />
<P>Sherrill afirmou num comunicado, na segunda feira, que o pedido de acesso ao centro Delaney Hall, em Newark (Nova Jérsia), foi recusado, o que levanta &#8220;sérias questões sobre o que é que pretendem esconder do público&#8221;.</P><br />
<P>A democrata é a primeira governadora em exercício de Nova Jérsia a tentar entrar nas instalações do centro de detenção, que enfrenta graves denúncias de sobrelotação, falta de cuidados médicos e condições insalubres. </P><br />
<P>Desde sexta-feira, mais de 300 detidos no centro entraram em greve de fome, numa tentativa de chamar a atenção para a situação, e dezenas de pessoas manifestam-se no exterior devido às denúncias de más condições no centro. </P><br />
<P>Sherrill falou na segunda-feira com familiares dos imigrantes detidos e com os defensores dos direitos humanos que se encontravam a manifestar-se no exterior da prisão.</P><br />
<P>&#8220;O que ouvi deles foi comovente&#8221;, sublinhou a governadora. </P><br />
<P>Desde o início da campanha de deportações em massa do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a prisão tem sido alvo de críticas devido à superlotação que mantém. </P><br />
<P>&#8220;As pessoas que se encontram no Delaney Hall são pais e mães, filhos e filhas, e membros da nossa comunidade. Em Nova Jérsia, acreditamos no Estado de direito e que todas as pessoas merecem ser tratadas com dignidade&#8221;, afirmou Sherrill.</P><br />
<P>A governadora esteve acompanhada por outros parlamentares democratas de Nova Jérsia, entre os quais o senador Andy Kim e os deputados Rob Menendez Jr., Nellie Pou e LaMonica McIver.</P><br />
<P>A democrata garantiu que continuará a exigir responsabilização e o encerramento do centro de detenção. </P><br />
<P>As manifestações do fim de semana resultaram em confrontos com as autoridades federais, que procederam a detenções.</P><br />
<P>Pelo menos 17 imigrantes morreram sob custódia do ICE desde o início do ano. Uma investigação recente da CNN revelou que quase 50 detidos do ICE faleceram desde que Trump assumiu a Presidência, o que constitui o número mais elevado de mortes em pelo menos duas décadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767535]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a cair 0,41%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 00:25:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com os investidores a realizarem lucros após os recordes na véspera e o principal índice, o Nikkei, a descer 0,41% para 64.889,98 pontos, após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com os investidores a realizarem lucros após os recordes na véspera e o principal índice, o Nikkei, a descer 0,41% para 64.889,98 pontos, após a abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, baixava 0,58% para 3.910,53 pontos, às 09:13 locais (01:13 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<title>Médio Oriente: Israel limita aglomerações a 50 pessoas junto à fronteira com o Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 23:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Exército israelita proibiu, durante a maior parte do dia de hoje (terça-feira), aglomerações de mais de 50 pessoas em espaços abertos em cidades junto à fronteira com o Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Exército israelita proibiu, durante a maior parte do dia de hoje (terça-feira), aglomerações de mais de 50 pessoas em espaços abertos em cidades junto à fronteira com o Líbano.</P><br />
<P>As escolas do norte de Israel também vão permanecer hoje encerradas por ordem dos presidentes de câmara das respetivas cidades, após trocas de ataques entre as tropas israelitas e a milícia xiita libanesa pró-Irão Hezbollah.</P><br />
<P>Numa publicação nas redes sociais, um porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) anunciou uma ordem que reduz os limites para as aglomerações, que passarão a ser de &#8220;até 50 pessoas em espaços abertos e até 200 pessoas em edifícios, em vez de 200 pessoas em espaços abertos e 600 pessoas em edifícios&#8221;. </P><br />
<P>A ordem, especificou, aplica-se às comunidades localizadas ao longo da fronteira com o Líbano.</P><br />
<P>O porta-voz enfatizou ainda que a situação em relação às atividades educativas permanece inalterada. </P><br />
<P>No entanto, o Conselho Regional do Norte de Israel suspendeu as aulas durante todo o dia devido às contínuas trocas de ataques entre as IDF e o Hezbollah, de acordo com um anúncio do presidente do conselho, Shimon Gueta, divulgado pelo jornal Jerusalem Post.</P><br />
<P>O Líbano foi arrastado pelo Hezbollah para a nova guerra na região ao reatar, no início de março, ataques aéreos contra o território israelita.</P><br />
<P>Israel respondeu com bombardeamentos intensivos e expandiu as posições militares que já mantinha no sul do país vizinho durante o conflito anterior.</P><br />
<P>Desde 02 de março, mais de 3.100 pessoas foram mortas e quase dez mil ficaram feridas, segundo o Ministério da Saúde libanês, em resultado dos ataques israelitas, que provocaram também acima de um milhão de deslocados.</P><br />
<P>As partes tinham estado em confronto no seguimento da guerra de Faixa de Gaza, entre outubro de 2023 e novembro de 2024, data de um cessar-fogo nunca verdadeiramente respeitado e que foi interrompido com o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irão. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767533]]></sapo:autor>
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		<title>Estádio Algarve vai ser a casa do Torreense na Liga Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 23:19:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Torreense, que conquistou pela primeira vez a Taça de Portugal de futebol, vai disputar os jogos em casa para a Liga Europa no Estádio Algarve, em Faro, revelou hoje o diretor desportivo do clube de Torres Vedras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Torreense, que conquistou pela primeira vez a Taça de Portugal de futebol, vai disputar os jogos em casa para a Liga Europa no Estádio Algarve, em Faro, revelou hoje o diretor desportivo do clube de Torres Vedras.</P><br />
<P>Em entrevista ao Canal 11, um dia depois do triunfo frente ao Sporting, na final da 86.ª edição da Taça de Portugal, por 2-1, após prolongamento, André Sabino deu conta de que o emblema &#8216;azul&#8211;grená&#8217; licenciou para as competições europeias o Estádio Algarve, sem, contudo, revelar onde jogará caso suba à I Liga.</P><br />
<P>&#8220;Aconteça o que acontecer, vamos jogar e vamos desfrutar. O estádio que licenciámos foi o do Algarve, pela lotação. Podemos fazer uma alteração, foi o mais simples na altura, mas a nossa intenção é jogar o mais perto possível de Torres Vedras. Se subirmos, também não vamos jogar em Torres Vedras&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O Torreense, terceiro classificado da edição de 2025/26 da II Liga, defronta na quinta-feira, a partir das 20:00, o Casa Pia, 16.ª e penúltimo do primeiro escalão, na segunda mão do play-off de acesso à I Liga, em Rio Maior, depois do empate 0-0 em Torres Vedras.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767532]]></sapo:autor>
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		<title>Exército israelita reivindica a destruição de mais de 70 infraestruturas do Hezbollah</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 23:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército israelita reivindicou esta noite a destruição de mais de 70 infraestruturas do movimento islamita pró iraniano Hezbollah no Líbano, em ataques em várias zonas do país vizinho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército israelita reivindicou esta noite a destruição de mais de 70 infraestruturas do movimento islamita pró iraniano Hezbollah no Líbano, em ataques em várias zonas do país vizinho.</P><br />
<P>Após terem durante o dia anunciado ataques a alvos do Hezbollah em múltiplas zonas do Líbano, incluindo o Vale do Bekaa (leste), as Forças de Defesa de Israel (IDF) reivindicaram ao início da noite a destruição de mais de 70 infraestruturas do Hezbollah e &#8220;terroristas (do movimento) que operavam em motociclos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Na região de Tiro, foram visados ??cerca de 10 centros de comando, depósitos de armas e outras instalações de infra-estruturas utilizadas pelo Hezbollah&#8221;, adiantaram as IDF em comunicado.</P><br />
<P>Os media locais deram conta de 15 mortos em ataques no sul do país.</P><br />
<P>De acordo com a agência de notícias estatal libanesa, NNA, os ataques israelitas no sul atingiram dois carros e uma mota perto da cidade de Jarmaq, especificamente em estradas que ligam a cidade a Kfar Raman e Jardali.</P><br />
<P>Outras três pessoas morreram e várias ficaram feridas num ataque aéreo contra um edifício em Al Dueir e durante a tarde quatro pessoas morreram e três ficaram feridas num ataque aéreo israelita ao cemitério de Kafar Reman, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>As forças israelitas, adianta, bombardearam Kafar, no distrito de Bint Yebeil, destruíram um edifício comercial na estrada Habush-Nabatiye tendo ainda realizado intensos bombardeamentos nas cidades de Frun, Hadatha, Tulén, Safad al-Batij, Al-Yamiya, Aita al-Jabal e Haris.</P><br />
<P>O porta-voz do exército israelita em árabe, Avichai Adrai, emitiu esta manhã ordens de evacuação para dez cidades do sul do Líbano &#8212; Kfar Raman, Nabatiye al-Tahta, Al-Luiza, Sajd, Ain Qana, Haruf, Zibdin, Al-Dauir, Adshit al-Shaqif e Majdun &#8212; em antecipação de bombardeamentos contra alegados membros do movimento islamita Hezbollah, aliado do Irão.</P><br />
<P>&#8220;Considerando as violações do acordo de cessar-fogo por parte do grupo terrorista Hezbollah, o exército vê-se obrigado a agir com firmeza contra ele&#8221;, afirmou Adrai.</P><br />
<P>&#8220;Qualquer pessoa próxima de elementos do Hezbollah, das suas instalações e equipamentos de combate está a colocar a sua vida em risco&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O exército reportou posteriormente uma onda de ataques aéreos contra alvos do Hezbollah em Tiro e noutras zonas do sul, em retaliação pelos recentes ataques com &#8216;drones&#8217; realizados pela milícia xiita libanesa.</P><br />
<P>As últimas hostilidades em grande escala eclodiram a 02 de março, quando o Hezbollah lançou &#8216;rockets&#8217; contra Israel em resposta ao assassinato do Líder Supremo do Irão, o ayatollah Ali Khamenei, na ofensiva lançada a 28 de fevereiro por Israel e pelos Estados Unidos contra o país asiático.</P><br />
<P>As forças israelitas desencadearam desde então uma nova ofensiva em grande escala e uma invasão terrestre do Líbano, com quase 3.200 mortes, de acordo com as autoridades locais.</P><br />
<P>As partes tinham acordado um cessar-fogo em novembro de 2024, após treze meses de combates que se seguiram aos ataques de 07 de outubro de 2023 do movimento pró-iraniano Hamas contra Israel.</P><br />
<P>Desde então, as duas partes têm continuado a trocar ataques e Israel manteve uma presença militar em vários locais, alegando estar a agir contra o Hezbollah, apesar de protestos do governo libanês contra estas ações.</P><br />
<P>Também hoje, as forças israelitas anunciaram ataques ao Vale do Bekaa (leste), uma das áreas menos afetadas desde o cessar-fogo entre Israel e a milícia xiita libanesa Hezbollah.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Saar, respondeu a uma publicação no X da Presidência libanesa, afirmando que as &#8220;atividades&#8221; de Israel no sul do Líbano visam apenas proteger os seus cidadãos dos ataques do Hezbollah e desmantelar o reinado de terror do grupo na região.</P><br />
<P>&#8220;Este é o resultado do completo incumprimento dos compromissos do Governo libanês&#8221;, conclui a publicação de Saar.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje o aumento da intensidade da ofensiva militar no Líbano contra o grupo xiita Hezbollah, numa fase em que Estados Unidos tentam concluir um acordo de paz entre os dois países.</P><br />
<P>&#8220;Não estamos a abrandar o ritmo. Pelo contrário, pedi aceleração&#8221;, declarou o chefe do Governo numa declaração em vídeo nas redes sociais, na qual acrescentou: &#8220;Intensificaremos os ataques, aumentaremos a sua potência e esmagaremos o Hezbollah&#8221;.</P><br />
<P>Antes, dois ministros de extrema-direita do Governo israelita defenderam a intensificação da guerra no Líbano, numa fase em que os Estados Unidos procuram finalizar um acordo de paz entre Israel e as autoridades de Beirute. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767531]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de metade dos trabalhadores dos &#8216;contact centers&#8217; com contratos sem termo em 2025 &#8211; estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 23:02:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de metade dos trabalhadores dos 'contact centers' tinham, em 2025, um contrato de trabalho sem termo, recebiam, em média, acima dos 1.000 euros brutos e cerca de um terço tinham o ensino superior, conclui um estudo hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de metade dos trabalhadores dos &#8216;contact centers&#8217; tinham, em 2025, um contrato de trabalho sem termo, recebiam, em média, acima dos 1.000 euros brutos e cerca de um terço tinham o ensino superior, conclui um estudo hoje divulgado.</P><br />
<P>No ano passado, 55,8% dos trabalhadores dos &#8216;contact centers&#8217; tinham um contrato sem termo, &#8220;o valor mais elevado desde 2022&#8221;, enquanto 38,9% tinham contrato a termo, segundo um estudo promovido pela Associação Portuguesa de Contact Centers (APCC) e que será hoje apresentado na Conferência Internacional APCC 2026.</P><br />
<P>Dos cerca de 40% trabalhadores com contratos a termo, 26,9% tinham contrato a termo incerto e 12% a termo certo, aponta. </P><br />
<P>Segundo este estudo, que faz um retrato deste setor, que em Portugal emprega mais de 115 mil pessoas, os contratos sem termo têm vindo a ganhar terreno (em 2023 eram 50,7% e em 2024 54,6%), enquanto os contratos a termo têm vindo a recuar (em 2023 eram 45,2% e no ano seguinte 40,8%).</P><br />
<P>Já os &#8220;contratos de prestação de serviços e trabalho temporário representam cerca de 5%, mantendo-se em linha com os anos anteriores&#8221;, acrescenta o estudo. </P><br />
<P>As remunerações têm vindo a crescer, com o salário bruto médio mensal dos operadores a ultrapassar &#8220;pela primeira vez os 1.000 euros&#8221; em 2025, fixando-se nos 1.021 euros, um aumento face aos 973 euros em 2024 e aos 932 euros registados em 2023. </P><br />
<P>Por setor de atividade, é nos dos transportes e viagens que o ordenado bruto médio mensal dos operadores é mais elevado, tendo-se fixado nos 1.063 euros no ano passado, seguido pela assistência em viagem (1.030 euros) e pelos bancos e outras instituições financeiras (1.028 euros). </P><br />
<P>No polo oposto está o comércio (retalho e distribuição) e o turismo, cuja remuneração média mensal bruta dos operadores era 931 euros e 947 euros, respetivamente. </P><br />
<P>A situação é semelhante no caso dos supervisores, cujo salário médio bruto era de 1.344 euros em 2025, o que compara com os 1.312 euros no ano anterior e os 1.230 em 2023. </P><br />
<P>&#8220;Os setores com RBM mais elevadas são a assistência em viagem (1.501euros) e os transportes e viagens (1.378 euros)&#8221;, enquanto &#8220;os valores médios mais baixos encontram-se no turismo (1.245 euros) e no comércio (1.190 euros)&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, os técnicos de qualidade e formação tinham uma remuneração média mensal bruta &#8220;ligeiramente abaixo do valor dos supervisores&#8221;, fixando-se nos 1.271 euros em 2025, sendo que por setor de atividade a indústria ocupa o lugar cimeiro (1.407 euros) e o valor mais baixo pertence ao turismo (1.045 euros).</P><br />
<P>Já no caso dos coordenadores, cujo indicador é, a par dos técnicos de qualidade e formação, incluindo pela primeira vez neste estudo, o ordenado médio mensal bruto era de 1.727 euros, com o valor mais elevado a ser registado no setor dos transportes e viagens (1.747 euros) e os mais baixos no comércio (retalho e distribuição) (1.537 euros) e na administração pública e setor social (1.526 euros).</P><br />
<P>O estudo revela ainda que &#8220;os incentivos têm agora um peso menor&#8221;, tendo passado de 20% para 18% no caso dos operadores e de 21% para 19% da remuneração global nos supervisores. </P><br />
<P>As habilitações dos trabalhadores têm vido a aumentar: quase metade (49,8%) tinham, no ano passado, o ensino secundário completo e cerca de um terço (30,6%) completaram o ensino superior. </P><br />
<P>&#8220;Em crescimento constante nos últimos anos está a frequência do ensino superior, que tem vindo a ganhar terreno em relação a quem detém o ensino secundário (7,5% em 2023, 9,9% em 2024, 16,3% agora)&#8221;, assinala o estudo, acrescentando que &#8220;os únicos setores com uma diferença mais significativa em relação à média são a indústria, com um número superior de frequência do ensino secundário, e a assistência em viagem, com apenas 16% com ensino superior completo&#8221;.</P><br />
<P>As mulheres continuam a estar em maioria no setor, incluindo em cargos de chefia, sendo que os &#8216;contact centers&#8217; &#8220;continuam presentes em todos os distritos e regiões autónomas&#8221;, ainda que com uma concentração significativa em Lisboa &#8220;que representa aproximadamente 70% das respostas e 60% dos colaboradores&#8221;.  </P><br />
<P>Na edição de 2026 do Estudo de Caracterização e Benchmarking da Atividade dos Contact Centers foi recolhida informação junto de 59.409 profissionais, distribuídos por 1.717 operações, de 96 empresas. Sendo que sendo este um estudo de participação voluntária, a taxa de resposta às diferentes questões não é sempre de 100%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767530]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sete distritos do centro e sul sob aviso amarelo por calor a partir de 3.ª feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 21:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Évora, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria, Beja e Portalegre vão estar a partir de terça-feira sob aviso amarelo devido ao tempo quente, que se estende aos restantes distritos, à exceção de Faro, a partir de quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Évora, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria, Beja e Portalegre vão estar a partir de terça-feira sob aviso amarelo devido ao tempo quente, que se estende aos restantes distritos, à exceção de Faro, a partir de quarta-feira.</P><br />
<P>O aviso amarelo por &#8220;persistência de valores elevados da temperatura máxima&#8221; vigora até às 18:00 de quinta-feira, segundo um comunicado do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA),</P><br />
<P>Em Évora, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria, Beja e Portalegre começa às 09:00 de terça-feira.</P><br />
<P>Nos restantes distritos de Portugal continental, à exceção de Faro, o aviso amarelo começa às 09:00 de quarta-feira.</P><br />
<P>O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767504]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Livre vai alterar projeto sobre doadores partidários sem abdicar do princípio de transparência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Livre vai analisar os reparos da Entidade das Contas e da CADA sobre o projeto do partido que pretende garantir acesso à identificação de doadores partidários, sem abdicar do princípio de transparência, adiantou hoje Rui Tavares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Livre vai analisar os reparos da Entidade das Contas e da CADA sobre o projeto do partido que pretende garantir acesso à identificação de doadores partidários, sem abdicar do princípio de transparência, adiantou hoje Rui Tavares.</P><br />
<P>&#8220;Vamos sempre olhar em detalhe para os comentários que fazem, para os podermos integrar em iniciativas nossas, não temos nenhum problema em melhorar sempre as iniciativas que temos&#8221;, afirmou Rui Tavares, em declarações aos jornalistas, à margem de uma iniciativa na sede nacional do partido, em Lisboa.</P><br />
<P>Rui Tavares foi questionado acerca dos pareceres da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) e da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) que apontam falhas nos projetos do PS, Livre e BE para garantir o acesso à identificação dos doadores dos partidos, alertando que não esclarecem que dados devem ser públicos e podem manter restrições.</P><br />
<P>As propostas dos partidos foram apresentadas depois de a ECFP ter deixado de disponibilizar a identidade dos doadores dos partidos, na sequência de um parecer da CADA, argumentando estar em causa a proteção de dados pessoais dos doadores. </P><br />
<P>Manifestando disponibilidade para melhorar a iniciativa, Rui Tavares realçou, contudo, que o partido não vai abdicar do princípio que levou à apresentação do projeto no qual propõe que os donativos iguais ou superiores a seiscentos euros sejam de acesso público, e os de valor inferior sejam fornecidos a quem demonstrar &#8220;interesse direto, pessoal e legítimo na sua obtenção&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O princípio é que para nós é muito claro: os portugueses têm o direito de saber, nomeadamente através da imprensa, quem é que são os financiadores dos partidos, porque senão estaremos a recuar na salubridade da democracia em Portugal&#8221;, avisou.</P><br />
<P>O porta-voz do Livre salientou que a falta de informação ou acesso a ela &#8220;é dar pasto para todos os populismos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portanto, sem transigir nesse princípio, que para nós é absolutamente essencial, que achamos que é um princípio democrático que vale noutras democracias comparáveis, evidentemente que olharemos para qualquer crítica, qualquer sugestão que tenham a fazer a iniciativas legislativas do Livre e que incorporaremos essas críticas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Rui Tavares foi ainda questionado acerca do relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro entre 06 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades &#8212; noticiado no sábado pelo Público e a que a Lusa teve acesso -, no qual o Presidente da República considera que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que &#8220;se acelerem apoios, se clarifiquem medidas&#8221; e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.</P><br />
<P>&#8220;Ainda bem que o senhor Presidente da República tem esse horizonte como preocupação, ainda bem que vai de certa forma pressionar o Governo para que tenha sempre em atenção a questão da resiliência, da preparação, da prevenção e da proteção contra catástrofes&#8221;, considerou Tavares.</P><br />
<P>O deputado disse acompanhar as preocupações do chefe de Estado, salientando que o Livre desde &#8220;pelo menos novembro de 2024&#8221; apresenta iniciativas no parlamento relativas à resposta a catástrofes, dando como exemplo a criação de um sistema de envio de mensagens por telefone através de sinal de rádio.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que este Governo não está a fazer o que é suficiente para reverter uma situação na qual as pessoas baixam os braços e, no fundo, se conformam com a ideia de que Portugal tem uma fraca cultura de prevenção. Isso não é uma fatalidade&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Rui Tavares lamentou que o tema só seja debatido no país após fatalidades e num curto espaço de tempo.</P><br />
<P></P><br />
<P>ARL (TS/SMA) //</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767500]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bombardeamentos israelitas no sul e leste do Líbano fazem pelo menos 15 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército israelita anunciou hoje ataques a alvos do movimento islamita Hezbollah em várias zonas do Líbano, incluindo o Vale do Bekaa (leste), enquanto os media locais deram conta de 15 mortos em ataques no sul do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército israelita anunciou hoje ataques a alvos do movimento islamita Hezbollah em várias zonas do Líbano, incluindo o Vale do Bekaa (leste), enquanto os media locais deram conta de 15 mortos em ataques no sul do país. </P><br />
<P>De acordo com a agência de notícias estatal libanesa, NNA, os ataques israelitas no sul atingiram dois carros e uma mota perto da cidade de Jarmaq, especificamente em estradas que ligam a cidade a Kfar Raman e Jardali.</P><br />
<P>Outras três pessoas morreram e várias ficaram feridas num ataque aéreo contra um edifício em Al Dueir e durante a tarde quatro pessoas morreram e três ficaram feridas num ataque aéreo israelita ao cemitério de Kafar Reman, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>As forças israelitas, adianta, bombardearam Kafar, no distrito de Bint Yebeil, destruíram um edifício comercial na estrada Habush-Nabatiye tendo ainda realizado intensos bombardeamentos nas cidades de Frun, Hadatha, Tulén, Safad al-Batij, Al-Yamiya, Aita al-Jabal e Haris.</P><br />
<P>O porta-voz do exército israelita em árabe, Avichai Adrai, emitiu esta manhã ordens de evacuação para dez cidades do sul do Líbano &#8212; Kfar Raman, Nabatiye al-Tahta, Al-Luiza, Sajd, Ain Qana, Haruf, Zibdin, Al-Dauir, Adshit al-Shaqif e Majdun &#8212; em antecipação de bombardeamentos contra alegados membros do movimento islamita Hezbollah, aliado do Irão.</P><br />
<P>&#8220;Considerando as violações do acordo de cessar-fogo por parte do grupo terrorista Hezbollah, o exército vê-se obrigado a agir com firmeza contra ele&#8221;, afirmou Adrai.</P><br />
<P>&#8220;Qualquer pessoa próxima de elementos do Hezbollah, das suas instalações e equipamentos de combate está a colocar a sua vida em risco&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O exército reportou posteriormente uma onda de ataques aéreos contra alvos do Hezbollah em Tiro e noutras zonas do sul, em retaliação pelos recentes ataques com &#8216;drones&#8217; realizados pela milícia xiita libanesa.</P><br />
<P>As últimas hostilidades em grande escala eclodiram a 02 de março, quando o Hezbollah lançou &#8216;rockets&#8217; contra Israel em resposta ao assassinato do Líder Supremo do Irão, o ayatollah Ali Khamenei, na ofensiva lançada a 28 de fevereiro por Israel e pelos Estados Unidos contra o país asiático. </P><br />
<P>As forças israelitas desencadearam desde então uma nova ofensiva em grande escala e uma invasão terrestre do Líbano, com quase 3.200 mortes, de acordo com as autoridades locais.</P><br />
<P>As partes tinham acordado um cessar-fogo em novembro de 2024, após treze meses de combates que se seguiram aos ataques de 07 de outubro de 2023 do movimento pró-iraniano Hamas contra Israel. </P><br />
<P>Desde então, as duas partes têm continuado a trocar ataques e Israel manteve uma presença militar em vários locais, alegando estar a agir contra o Hezbollah, apesar de protestos do governo libanês contra estas ações.</P><br />
<P>Também hoje, as forças israelitas anunciaram ataques ao Vale do Bekaa (leste), uma das áreas menos afetadas desde o cessar-fogo entre Israel e a milícia xiita libanesa Hezbollah.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Saar, respondeu a uma publicação no X da Presidência libanesa, afirmando que as &#8220;atividades&#8221; de Israel no sul do Líbano visam apenas proteger os seus cidadãos dos ataques do Hezbollah e desmantelar o reinado de terror do grupo na região.</P><br />
<P>&#8220;Este é o resultado do completo incumprimento dos compromissos do Governo libanês&#8221;, conclui a publicação de Saar.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje o aumento da intensidade da ofensiva militar no Líbano contra o grupo xiita Hezbollah, numa fase em que Estados Unidos tentam concluir um acordo de paz entre os dois países.</P><br />
<P>&#8220;Não estamos a abrandar o ritmo. Pelo contrário, pedi aceleração&#8221;, declarou o chefe do Governo numa declaração em vídeo nas redes sociais, na qual acrescentou: &#8220;Intensificaremos os ataques, aumentaremos a sua potência e esmagaremos o Hezbollah&#8221;.</P><br />
<P>Antes, dois ministros de extrema-direita do Governo israelita defenderam a intensificação da guerra no Líbano, numa fase em que os Estados Unidos procuram finalizar um acordo de paz entre Israel e as autoridades de Beirute.</P><br />
<P>Em comunicado, o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, instou Benjamin Netanyahu a retomar &#8220;uma guerra em grande escala&#8221; contra o Líbano, além de cortar o fornecimento de eletricidade no país vizinho.</P><br />
<P>O ministro das Finanças, o ultrarradical nacionalista Bezalel Smotrich, outra figura de relevo da extrema-direita israelita, afirmou pelo seu lado que, por cada drone disparado pelo grupo xiita libanês Hezbollah contra Israel, &#8220;deverão cair dez edifícios em Beirute&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767499]]></sapo:autor>
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		<title>Pagou 4.300 euros para reparar um farol do Lamborghini. Mas o problema não acabou aí&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:15:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O caso foi partilhado no Reddit por um técnico que trabalhou no SUV da Lamborghini e que decidiu pedir a opinião de outros entusiastas da marca. O carro tinha chegado à oficina depois de uma reparação de colisão, com a luz diurna do lado do passageiro a apresentar uma tonalidade amarelada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O proprietário de um Lamborghini Urus pagou 5.000 dólares, cerca de 4.300 euros, para reparar uma ótica dianteira, mas acabou por descobrir um novo problema: depois da intervenção, o farol reparado ficou com uma tonalidade diferente do outro, conta a &#8216;Supercar Blondie&#8217;.</p>
<p>O caso foi partilhado no Reddit por um técnico que trabalhou no SUV da Lamborghini e que decidiu pedir a opinião de outros entusiastas da marca. O carro tinha chegado à oficina depois de uma reparação de colisão, com a luz diurna do lado do passageiro a apresentar uma tonalidade amarelada.</p>
<p>Segundo o técnico, esse problema foi corrigido e o farol ficou novamente com um aspeto limpo e nítido. Mas a intervenção acabou por criar uma diferença visual: o farol do lado do condutor, que não tinha sido reparado, passou a parecer ligeiramente mais amarelo quando comparado com o outro.</p>
<p>À distância, a diferença seria subtil. De perto, porém, a variação de tonalidade entre os dois faróis era percetível. Foi esse detalhe que levou o técnico a perguntar se os condutores deixariam o carro assim, já que ambos os faróis funcionavam, ou se exigiriam que os dois lados fossem corrigidos para ficarem perfeitamente uniformes.</p>
<p>A maioria dos utilizadores que respondeu no fórum foi clara: num carro como um Lamborghini Urus, a simetria importa. Vários comentários defenderam que, mesmo que a função técnica estivesse assegurada, o resultado visual não seria aceitável num modelo deste valor.</p>
<p>A situação, no entanto, tornou-se mais complicada por causa dos custos e das seguradoras. O próprio técnico explicou que as companhias de seguros costumam dificultar a substituição dos dois faróis, precisamente devido ao preço das peças.</p>
<p>Segundo a &#8216;Supercar Blondie&#8217;, uma ótica de substituição para o Lamborghini Urus pode custar entre 5.000 e 7.000 dólares, ou seja, aproximadamente entre 4.300 e 6.000 euros. O valor ajuda a perceber porque é que uma seguradora pode resistir a trocar o segundo farol apenas para garantir correspondência estética.</p>
<p>Ainda assim, para muitos entusiastas, o argumento financeiro não resolve o problema. Num carro de luxo, sobretudo num SUV desportivo como o Urus, pequenos desalinhamentos visuais tornam-se mais difíceis de aceitar. O que num automóvel comum poderia passar quase despercebido, num Lamborghini pode transformar-se numa questão de imagem, valor e detalhe.</p>
<p>O caso mostra também uma realidade frequente em carros de alta gama: uma reparação aparentemente simples pode ter custos muito elevados e criar efeitos secundários inesperados. Neste caso, a ótica foi corrigida, mas a diferença de tonalidade tornou visível o envelhecimento ou desgaste do farol que ficou intacto.</p>
<p>A solução mais provável, segundo a leitura dos utilizadores, seria corrigir também o segundo farol para manter a uniformidade. Mas isso poderia obrigar o proprietário a aceitar uma despesa adicional significativa, caso a seguradora não cobrisse a substituição.</p>
<p>No fim, o problema deixou de ser apenas técnico. Ambos os faróis funcionam. A questão é saber se, num Lamborghini Urus, “funcionar” chega quando a diferença se vê.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767397]]></sapo:autor>
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		<title>Angola Cables e TelCables Europe reforçam conectividade internacional com parceria americana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:13:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um acordo entre a TelCables Europe, subsidiária da Agola Cables, e a americana Uniti Wholesale foi assinado para aumentar o alcance e capacidade das ligações internacionais entre continentes, divulgou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um acordo entre a TelCables Europe, subsidiária da Agola Cables, e a americana Uniti Wholesale foi assinado para aumentar o alcance e capacidade das ligações internacionais entre continentes, divulgou hoje a empresa.</P><br />
<P>Numa nota de imprensa, a que a Lusa teve acesso, a TelCables Europe destacou a parceria estratégica com a Uniti Wholesale, operador líder em infraestruturas de fibra ótica, especializado na disponibilização de soluções de conectividade de elevada capacidade para redes críticas em todo o território norte-americano.</P><br />
<P>Esta parceria, lê-se no comunicado, tem o objetivo de &#8220;integrar a robusta infraestrutura submarina da TelCables Europe, incluindo os sistemas SACS, MONET e WACS, com a extensa rede terrestre de fibra da Uniti nos EUA, permitindo alargar o alcance e a capacidade das ligações internacionais entre continentes&#8221;.</P><br />
<P>O diretor-executivo da Angola Cables, Ângelo Gama, citado na nota, disse que esta colaboração vai trazer vantagens significativas para operadores grossistas, empresas multinacionais, fornecedores de conteúdos digitais e operadores de telecomunicações em África, América Latina, Médio Oriente e Europa.</P><br />
<P>O acordo vai permitir o acesso à infraestrutura nacional da Uniti, que cobre mais de 300 áreas metropolitanas e cerca de 386.000 quilómetros de rede de fibra ótica.</P><br />
<P>Por sua vez, o diretor-executivo da TelCables Europe, Samuel Carvalho, destacou que esta conectividade direta vai ser particularmente relevante &#8220;para empresas do setor energético, nomeadamente petróleo e gás, que necessitam de comunicações digitais seguras e resilientes para partilhar informação crítica relacionada com operações de exploração ao largo das costas africanas e sul-americanas&#8221;.</P><br />
<P>Ângelo Gama reforçou que &#8220;o mesmo se aplica a empresas de outros setores, desde a aviação, transportes e logística, até organizações da área da saúde que trabalham com empresas norte-americanas no desenvolvimento e fornecimento de equipamento médico e instrumentos de precisão para outros mercados em desenvolvimento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As ligações internacionais seguras e de múltiplos &#8216;gigabytes&#8217; são atualmente vitais para empresas que se expandem para mercados externos ou que necessitam de ligar as suas redes e operações internacionais. A Uniti e a Angola Cables podem disponibilizar conectividade personalizada e preparada para &#8216;cloud&#8217;, serviços de comunicações e um conjunto completo de soluções geridas de conectividade, colaboração e redes avançadas para entidades e empresas fora dos EUA que pretendam ligar-se ao mercado norte-americano&#8221;, acrescentou Ângelo Gama.</P><br />
<P>A parceria inclui, entre outras, a extensão de rede e acesso ao mercado, com a melhoria da conectividade entre os EUA, a América Latina, África e a Europa, reforçando o ecossistema digital atlântico e permitindo fluxos de dados mais rápidos e fiáveis para empresas que operam nestas regiões.</P><br />
<P>Segundo o documento, o acordo inclui ainda disposições para expansão da capacidade de rede, para responder às crescentes necessidades de &#8216;hyperscalers&#8217; e clientes empresariais.</P><br />
<P>&#8220;Esta iniciativa reforça a posição da TelCables Europe como um interveniente-chave no ecossistema global das telecomunicações, ao mesmo tempo que fortalece as parcerias da Uniti com operadores de rede noutros mercados de elevado crescimento&#8221;, destaca-se na nota.</P><br />
<P>A TelCables Europe, parte do Grupo Angola Cables, operador sediado em Portugal, afirma fornecer conectividade submarina de baixa latência, soluções seguras de &#8216;Cloud&#8217;, &#8216;IP Transit&#8217; e &#8216;Peering&#8217;, a partir de Lisboa, Marselha e Londres, ligando as empresas a mais de 1.000 data centres globais e a um &#8216;backbone&#8217; de cabos submarinos com 80.000 quilómetros de extensão mundial.</P><br />
<P>A Uniti Wholesale, unidade de negócio da Uniti (NASDAQ: UNIT), diz desenvolver e disponibilizar infraestruturas de &#8216;dark fiber&#8217; orientadas para as necessidades dos clientes, bem como serviços de elevada capacidade em &#8216;wavelength&#8217;, &#8216;Ethernet&#8217; e acesso &#8216;wireless&#8217;, suportados pela sua rede de transporte ótico.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767498]]></sapo:autor>
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		<title>Serviço de televisão da MEO com falhas em várias zonas do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 20:07:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O serviço de televisão da MEO encontrava-se hoje com falhas, de acordo com relatos registados em várias zonas do país, enquanto a operadora referiu à Lusa que está a trabalhar para resolver o problema.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O serviço de televisão da MEO encontrava-se hoje com falhas, de acordo com relatos registados em várias zonas do país, enquanto a operadora referiu à Lusa que está a trabalhar para resolver o problema.</P><br />
<P>&#8220;A MEO confirma uma afetação parcial do serviço de televisão, estando as suas equipas técnicas totalmente empenhadas na resolução da situação, que se prevê ultrapassada nas próximas horas&#8221;, pode ler-se, numa resposta enviada à Lusa.</P><br />
<P>De acordo com relatos recolhidos pela agência Lusa, o serviço de televisão através da box Android estava sem funcionar pelas 20:30 de hoje.</P><br />
<P>O portal Downdetector, plataforma que fornece informações, em tempo real, sobre vários serviços, registou nas últimas horas vários relatos de avaria no serviço de televisão da MEO.</P><br />
<P>Os primeiros relatos de avaria reportados nesta plataforma foram publicados pelas 18:00.</P><br />
<P>Clientes desta operadora de norte a sul de Portugal continental referem que estão sem serviço de televisão e com dificuldade para contactar o serviço de apoio.</P></p>
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		<title>Médio Oriente: Netanyahu anuncia aumento da ofensiva no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:47:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje o aumento da intensidade da ofensiva militar no Líbano contra o grupo xiita Hezbollah, numa fase em que Estados Unidos tentam concluir um acordo de paz entre os dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou hoje o aumento da intensidade da ofensiva militar no Líbano contra o grupo xiita Hezbollah, numa fase em que Estados Unidos tentam concluir um acordo de paz entre os dois países.</P><br />
<P>&#8220;Não estamos a abrandar o ritmo. Pelo contrário, pedi aceleração&#8221;, declarou o chefe do Governo numa declaração em vídeo nas redes sociais, na qual acrescentou: &#8220;Intensificaremos os ataques, aumentaremos a sua potência e esmagaremos o Hezbollah&#8221;.</P><br />
<P>A declaração de Netanyahu surge em pleno cessar-fogo, acordado no mês passado com as autoridades de Beirute e que o Hezbollah não reconhece, no âmbito das conversações de paz israelo-libanesas promovidas por Washington, igualmente contestadas pelo grupo apoiado pelo Irão.</P><br />
<P>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, considerou hoje porém que Israel tem o direito à defesa dos ataques aéreos do Hezbollah, referindo-se aos próprios termos da trégua entre os dois países.</P><br />
<P>Benjamin Netanyahu frisou, no vídeo hoje divulgado, que Israel está &#8220;em guerra com o Hezbollah&#8221; e que, nas últimas semanas, os militares israelitas eliminaram mais de 600 elementos do grupo xiita libanês.</P><br />
<P>&#8220;Estão a atacar-nos com drones, drones com tecnologia cibernética, e temos uma equipa especializada a trabalhar nisso &#8212; e vamos resolver isso também&#8221;, avisou o primeiro-ministro.</P><br />
<P>Anteriormente, meios de comunicação israelitas já tinham noticiado que os Estados Unidos poderiam autorizar uma operação militar mais ampla no Líbano, no seguimento dos últimos ataques do Hezbollah contra o norte de Israel e de uma conversa telefónica no domingo entre Netanyahu e o Presidente norte-americano, Donald Trump. </P><br />
<P>O líder israelita encontra-se sob pressão da ala radical do seu Governo, que hoje defendeu o aumento das operações no Líbano.</P><br />
<P>Em comunicado, o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, instou o chefe do Governo a retomar &#8220;uma guerra em grande escala&#8221; contra o Líbano, além de cortar o fornecimento de eletricidade no país vizinho e aumentar a ocupação militar até cerca de 40 quilómetros a partir da fronteira.</P><br />
<P>O ministro das Finanças, o ultrarradical nacionalista Bezalel Smotrich, outra figura de relevo da extrema-direita israelita, afirmou pelo seu lado que, por cada drone disparado pelo grupo xiita libanês Hezbollah contra Israel, &#8220;deverão cair dez edifícios em Beirute&#8221;. </P><br />
<P>Também o líder da oposição israelita, Yair Lapid, considerou hoje ser &#8220;inaceitável que os soldados e civis israelitas (&#8230;) continuem debaixo de fogo&#8221; no Líbano.</P><br />
<P> &#8220;Ou há um cessar-fogo, ou responderemos com força desproporcional a cada ataque contra nós&#8221;, defendeu em declarações aos jornalistas, num momento em que a política interna de Israel se agita face à aproximação de eleições, previstas para outubro, embora estejam em curso iniciativas legislativas para serem antecipadas.</P><br />
<P>As negociações de paz no Líbano estão ligadas às conversações indiretas entre Estados Unidos e Irão sobre o conflito iniciado em 28 de fevereiro pela ofensiva aérea israelo-americana contra República Islâmica.</P><br />
<P>Depois de Trump ter anunciado um acordo próximo com o Irão, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Teerão, Esmail Baghaei, afastou hoje um entendimento iminente e reiterou que um eventual compromisso deve envolver todo o Médio Oriente, incluindo o Líbano.</P><br />
<P>O Líbano foi arrastado pelo Hezbollah para a nova guerra na região ao reatar, no início de março, ataques aéreos contra o território israelita.</P><br />
<P>Israel respondeu com bombardeamentos intensivos e expandiu as posições militares que já mantinha no sul do país vizinho durante o conflito anterior.</P><br />
<P>Desde 02 de março, mais de 3.100 pessoas foram mortas e quase dez mil ficaram feridas, segundo o Ministério da Saúde libanês, em resultado dos ataques israelitas, que provocaram também acima de um milhão de deslocados.</P><br />
<P>As partes tinham estado em confronto no seguimento da guerra de Faixa de Gaza, entre outubro de 2023 e novembro de 2024, data de um cessar-fogo nunca verdadeiramente respeitado e que foi interrompido com o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irão. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767495]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: PR ordena reposição de acesso à internet suspenso desde início da guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:40:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente iraniano ordenou o restabelecimento do acesso à internet internacional no Irão, suspenso desde o início da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o país, noticiou hoje a comunicação social nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente iraniano ordenou o restabelecimento do acesso à internet internacional no Irão, suspenso desde o início da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o país, noticiou hoje a comunicação social nacional.</P><br />
<P>&#8220;O decreto que visa repor o acesso à internet ao seu estado anterior a janeiro foi comunicado ao Ministério das Comunicações pelo Presidente, Masoud Pezeshkian&#8221;, informaram as agências de notícias iranianas Tasnim e Fars.</P><br />
<P>Interrompido durante os protestos populares de grande escala que culminaram no início de janeiro com violenta repressão e milhares de detenções, o acesso internacional à internet no Irão foi suspenso a 28 de fevereiro, data do início da ofensiva aérea israelo-norte-americana dos EUA ao país.</P><br />
<P>Desde então, a população apenas tinha acesso a plataformas digitais e &#8216;sites&#8217; pertencentes à rede nacional da República Islâmica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767494]]></sapo:autor>
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		<title>O nome mítico que a Nissan não quer deixar morrer: novo Skyline já está a caminho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:30:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ainda não há uma apresentação oficial, mas a Nissan já começou a levantar o véu sobre o futuro sedã desportivo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nissan está a preparar o regresso de um dos nomes mais icónicos da sua história. O Skyline, modelo com quase sete décadas de vida e estatuto especial entre os entusiastas, deverá ganhar uma nova geração nos próximos anos, numa altura em que a marca japonesa procura recuperar fôlego depois de um período difícil, revela o &#8216;Motor1&#8217;.</p>
<p>Ainda não há uma apresentação oficial, mas a Nissan já começou a levantar o véu sobre o futuro sedã desportivo &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=xSXAqIkTDZI" target="_blank" rel="noopener">pode ver o vídeo aqui</a>. As primeiras imagens mostram apenas detalhes do desenho, como a dianteira, as lanternas traseiras e alguns elementos de identificação, mas chegam para confirmar que o Skyline continuará a ser tratado como um modelo de forte carga simbólica para a marca.</p>
<p>O primeiro Skyline entrou em produção em 1957, ainda pela Prince Motor Company. A fusão entre a Prince e a Nissan aconteceu em 1966, e o Skyline passou a surgir associado à marca Nissan a partir de 1969. Desde então, atravessou mais de uma dúzia de gerações e tornou-se um dos nomes mais reconhecidos da indústria automóvel japonesa, sobretudo entre os fãs de modelos desportivos.</p>
<p>A nova geração deverá manter o nome Skyline, já confirmado pela Nissan, e poderá também chegar aos Estados Unidos sob a marca Infiniti, como aconteceu no passado. O posicionamento previsto coloca o modelo entre o Nissan Z e o GT-R no mercado japonês, o que ajuda a perceber a ambição da marca para este regresso.</p>
<p>O design será uma das principais novidades. Alfonso Albaisa, diretor global de design da Nissan, explicou que o novo Skyline será inspirado no passado, mas sem se transformar num exercício de estilo retro. A ideia passa por criar um carro agressivo e moderno, com proporções que remetam para o original.</p>
<p>Essa ligação à história deverá notar-se sobretudo nas lanternas traseiras redondas, um dos elementos mais reconhecíveis do Skyline. As imagens de antecipação mostram também a inscrição &#8220;Skyline&#8221; no guarda-lamas traseiro, o emblema Skyline S e luzes diurnas verticais. A interpretação avançada pelo Motor1 aponta para um sedã de linhas mais angulares, com uma frente marcada por uma grande abertura inferior e entradas de ar expressivas.</p>
<p>O interior ainda não foi revelado. A expectativa é que o novo Skyline recorra a um painel de instrumentos digital, a um ecrã central de infoentretenimento de maiores dimensões e, possivelmente, mantenha comandos físicos para funções essenciais como climatização e volume, evitando uma abordagem demasiado dependente de ecrãs.</p>
<p>A mecânica será outro ponto central. O novo Skyline deverá usar uma versão revista do V6 biturbo de 3,0 litros da Nissan, o mesmo bloco que no Nissan Z Nismo produz 420 cv, ou cerca de 309 kW, e 521 Nm de binário. No Skyline, a potência poderá subir até aos 450 cv, aproximadamente 331 kW.</p>
<p>A versão mais potente deverá enviar a força para as rodas traseiras e poderá contar com caixa manual opcional, uma decisão que seria particularmente bem recebida pelos entusiastas. Ainda assim, a Nissan deverá também apostar em versões menos extremas, com caixa automática, motores menos potentes e tração integral, para alargar o público potencial do modelo.</p>
<p>A apresentação poderá acontecer antes do final deste ano, embora o calendário ainda possa deslizar para o início de 2027. As vendas no Japão são esperadas para 2028. Quanto ao preço, ainda não há valores oficiais, mas o posicionamento entre o Z e o GT-R indica que o novo Skyline deverá assumir-se como uma proposta desportiva relevante dentro da gama da Nissan, sem entrar diretamente no território mais exclusivo do GT-R.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767043]]></sapo:autor>
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		<title>Associação de Fertilidade alerta para omissão de gestação de substituição em projeto de lei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Portuguesa de Fertilidade (APF) expressou hoje a sua preocupação por o projeto de lei que redefine o funcionamento do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) "não incluir referências explícitas" à gestação de substituição nas suas competências.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação Portuguesa de Fertilidade (APF) expressou hoje a sua preocupação por o projeto de lei que redefine o funcionamento do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) &#8220;não incluir referências explícitas&#8221; à gestação de substituição nas suas competências.</P><br />
<P>O diploma em causa é da autoria do grupo parlamentar do PSD e deu entrada na Assembleia da República na sexta-feira.</P><br />
<P>Em comunicado, a APF &#8220;alerta para o risco de esta omissão poder gerar incerteza jurídica sobre o futuro enquadramento da gestação de substituição e sobre o papel do CNPMA nesta área específica&#8221;.</P><br />
<P>A associação realça que, de acordo com a legislação em vigor, a gestação de substituição, popularmente conhecida como &#8216;barriga de aluguer&#8217;, depende de autorização prévia do CNPMA, &#8220;entidade responsável por supervisionar todo o processo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É fundamental perceber se se pretende alterar esse modelo ou se apenas se trata de uma omissão&#8221;, afirmou, citada no comunicado, a presidente da APF, Cláudia Vieira.</P><br />
<P>A APF salienta que a gestação de substituição, apesar de prevista na lei em situações muito específicas, como ausência ou doença do útero que impeça a gravidez, &#8220;continua sem aplicação prática consistente, em grande parte devido à instabilidade normativa e à ausência de um quadro regulamentar plenamente operacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A clarificação do papel institucional do CNPMA torna-se determinante, não só do ponto de vista jurídico, mas também ético e clínico&#8221;, defende a associação, que considera igualmente importante perceber se a ausência de referência de &#8216;barriga de aluguer&#8217; no projeto do PSD &#8220;pode traduzir uma alteração no modelo de governação da Procriação Medicamente Assistida ou uma eventual redistribuição de competências por outras entidades&#8221;. </P><br />
<P>A APF pede aos autores do projeto de lei &#8220;esclarecimentos públicos sobre o enquadramento futuro da gestação de substituição, o papel e competências do CNPMA nesta matéria e o modelo de supervisão ética, científica e jurídica que se pretende assegurar&#8221;. </P></p>
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		<title>Guarda-redes João Afonso é reforço do FC Porto proveniente do Santa Clara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:14:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O guarda-redes João Afonso é o primeiro reforço do FC Porto para a época 2026/27, contratado ao Santa Clara por 1,5 milhões de euros (ME), anunciaram hoje os campeões nacionais de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O guarda-redes João Afonso é o primeiro reforço do FC Porto para a época 2026/27, contratado ao Santa Clara por 1,5 milhões de euros (ME), anunciaram hoje os campeões nacionais de futebol.</P><br />
<P>&#8220;O FC Porto chegou a acordo com o Clube Desportivo Santa Clara para a transferência, a título definitivo, dos direitos de inscrição desportiva e de 80% dos direitos económicos de João Afonso pelo valor fixo de 1,5 ME, acrescido de uma remuneração variável máxima de 500 mil euros em função do cumprimento de certos objetivos&#8221;, divulgou hoje o clube &#8216;azul e branco&#8217; no seu sítio oficial na Internet.</P><br />
<P>Além dos 80% dos direitos económicos já adquiridos, o FC Porto terá a opção de adquirir os restantes 20% por dois ME e o guardião, de 19 anos, assinou um vínculo com os &#8216;dragões&#8217; até 30 de junho de 2031, que contempla uma cláusula de rescisão cifrada nos 30 ME.</P></p>
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