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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Organizações ambientais entregam hoje carta ao Governo a pedir cidades adaptadas ao calor extremo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 07:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Doze organizações ligadas ao ambiente e à sustentabilidade entregam esta quarta-feira uma carta aberta ao Governo e aos municípios portugueses, apelando a um compromisso urgente de adaptação das cidades ao calor extremo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doze organizações ligadas ao ambiente e à sustentabilidade entregam esta quarta-feira uma carta aberta ao Governo e aos municípios portugueses, apelando a um compromisso urgente de adaptação das cidades ao calor extremo. O documento apresenta seis propostas concretas, entre as quais a criação de uma rede nacional de refúgios climáticos acessíveis à população durante episódios de temperaturas elevadas.</p>
<p>A carta será entregue no Dia Europeu das Vítimas da Crise Climática Mundial, assinalado a 15 de julho, e tem como destinatários o primeiro-ministro, os ministros do Ambiente e Energia, da Saúde e das Infraestruturas e Habitação, bem como o presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses. Os subscritores defendem que Portugal precisa de acelerar a implementação de medidas de adaptação climática, considerando que o calor extremo constitui &#8220;uma emergência de saúde pública&#8221;.</p>
<p>Entre as propostas apresentadas, as organizações defendem que todos os municípios devem identificar e disponibilizar, desde já, espaços públicos e privados acessíveis — como bibliotecas, piscinas, jardins e outros equipamentos — onde qualquer pessoa possa encontrar proteção durante ondas de calor. As autarquias deverão também elaborar e divulgar anualmente um plano de implementação das medidas de adaptação ao calor, bem como fazer um balanço das ações previstas nos Planos Municipais de Ação Climática.</p>
<p>O documento pede ainda que os municípios identifiquem e apoiem grupos particularmente vulneráveis, como pessoas idosas isoladas, pessoas em situação de sem-abrigo e trabalhadores expostos a temperaturas elevadas. Os subscritores consideram igualmente prioritária a renovação energética dos edifícios e, quando adequado, a instalação de equipamentos de climatização ativa em creches, infantários, centros de dia, lares e unidades de cuidados continuados.</p>
<p>As organizações defendem também um aumento significativo das áreas verdes urbanas e do sombreamento, sobretudo junto de escolas, parques infantis, paragens de transportes públicos e zonas de grande circulação pedonal. Propõem ainda a adaptação de edifícios e do espaço público para reduzir as temperaturas nas cidades, através de soluções como coberturas verdes e investimentos em eficiência energética.</p>
<p>Embora reconheçam que Portugal já dispõe de legislação e de planos municipais de adaptação climática, os subscritores consideram que o principal problema é &#8220;a velocidade da implementação&#8221;. Por isso, pedem ao Governo a criação de uma linha de apoio específica para que os municípios possam concretizar as medidas previstas. A carta sublinha ainda que as ondas de calor são o evento climático mais mortal na Europa.</p>
<p>O documento cita dados segundo os quais a mais recente onda de calor terá causado mais de 1.300 mortes na Europa e recorda que Portugal já registou seis ondas de calor este ano. Para além do impacto na saúde pública, as organizações alertam também para os custos económicos significativos associados a estes fenómenos extremos.</p>
<p>Na carta, os subscritores afirmam que &#8220;cada árvore plantada, rua sombreada ou escola adaptada é uma intervenção para salvar vidas&#8221;. E deixam um aviso direto: &#8220;Não podemos aceitar que, verão após verão, continuemos a contabilizar mortes evitáveis enquanto as soluções permanecem adiadas&#8221;.</p>
<p>Entre as entidades que subscrevem o documento encontram-se associações como a Geota, Quercus, Zero, Greenpeace Portugal, WWF Portugal e a Rede Portuguesa de Embaixadores do Pacto Climático Europeu.</p>
<p>A entrega da carta será acompanhada por uma ação de sensibilização junto da sede do Governo, promovida pela Rede Portuguesa de Embaixadores do Pacto Climático Europeu. Sob o lema &#8220;Lisboa não é uma sauna!&#8221;, os participantes irão envolver-se em toalhas e erguer cartazes com essa mensagem, associando-se à campanha europeia #citiesnotsaunas, promovida pela CAN Europe (Climate Action Network Europe), que pretende exigir cidades mais resistentes às ondas de calor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787113]]></sapo:autor>
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		<title>“A confiança terá de ser construída”: portugueses confiam na IA para escolher um carro, mas estarão preparados para a deixar conduzir?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 07:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[condução autónoma]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedro Soares]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[standvirtual]]></category>
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					<description><![CDATA[Pedro Soares, Head of Sales do Standvirtual, considera que a abertura dos portugueses à inteligência artificial na compra de automóveis não significa que estejam já preparados para lhe entregar o volante]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase sete em cada dez portugueses estão disponíveis para utilizar inteligência artificial na compra do próximo automóvel. Mas uma coisa é confiar num algoritmo para recomendar um modelo, comparar preços ou ajudar a escolher uma motorização. Outra, bastante diferente, é aceitar que a tecnologia assuma o volante.</p>
<p>“São níveis de confiança diferentes”, explica à &#8216;Executive Digest&#8217; Pedro Soares, Head of Sales do Standvirtual. Quando a inteligência artificial intervém na compra de um automóvel, funciona sobretudo como uma ferramenta de recomendação e apoio à decisão. Na condução autónoma, porém, entram diretamente em causa a segurança dos ocupantes, o comportamento na estrada e a entrega de parte do controlo do veículo a um sistema automático.</p>
<p>“A confiança terá de ser construída de forma gradual, através de testes, legislação e experiências positivas”, sublinha o responsável.</p>
<p>A questão ganha atualidade com a criação, em Portugal, de um regime específico para testar sistemas automáticos de condução em vias públicas. O diploma abre caminho a ensaios com diferentes níveis de automação, mediante autorização do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, e introduz exigências reforçadas de segurança, supervisão, seguro e registo de dados.</p>
<p>Os testes estarão sujeitos a condições mais restritivas do que a circulação comum. Os limites de velocidade serão reduzidos em 20 quilómetros por hora, os condutores e operadores terão de possuir carta há pelo menos seis anos e não poderão exercer estas funções durante mais de três horas por dia.</p>
<p>Os veículos deverão ainda dispor de sistemas capazes de registar a velocidade, a localização, os momentos em que a condução automática é ativada ou desligada e quem detém o controlo em cada instante. Os operadores terão de apresentar planos de segurança e cibersegurança e comunicar ao IMT acidentes, incidentes, intervenções inesperadas e queixas de outros utilizadores da estrada.</p>
<p><strong>Recomendar um carro não é o mesmo que assumir o volante</strong></p>
<p>Para Pedro Soares, a disponibilidade dos portugueses para recorrer à IA na compra automóvel não deve ser confundida com uma aceitação imediata da condução autónoma.</p>
<p>“O automóvel continua a ser um bem de valor elevado e existem muitas dúvidas durante o processo de compra: qual é o preço certo, qual a motorização mais adequada, que combustível escolher ou que tipo de veículo responde melhor à utilização de cada pessoa”, explica.</p>
<p>Foi neste contexto que 69% dos portugueses disseram estar abertos a utilizar inteligência artificial. A tecnologia pode reduzir a complexidade da escolha e ajudar o consumidor a filtrar um mercado com milhares de modelos, versões, motorizações e níveis de equipamento.</p>
<p>“Quando passamos para a condução autónoma, há naturalmente mais reticências, porque já estamos a falar de segurança e de entregar à tecnologia parte do controlo do veículo”, acrescenta.</p>
<p>O novo regime de testes poderá ajudar a reduzir essa distância, mas a mudança não deverá acontecer de forma imediata. O responsável compara esta transição com a adoção dos automóveis elétricos, que exigiu tempo, contacto com os veículos, evolução das infraestruturas e alterações na perceção dos consumidores.</p>
<p>“Não acontece de um dia para o outro: é uma questão de confiança, de testes, de enquadramento legal e de contacto progressivo com a tecnologia”, afirma.</p>
<p><strong>“Existe curiosidade, mas ainda com algumas reticências”</strong></p>
<p>O consumidor português não rejeita a inovação automóvel, mas tende a ser mais prudente quando a tecnologia interfere diretamente com hábitos de condução ou com a segurança.</p>
<p>“Diria que existe curiosidade, mas ainda com algumas reticências. E isso é perfeitamente natural”, considera Pedro Soares.</p>
<p>A experiência internacional poderá ser determinante para mudar essa perceção. Em várias cidades dos Estados Unidos, serviços de transporte sem condutor já circulam em ambiente urbano, permitindo que os passageiros utilizem veículos totalmente autónomos em deslocações quotidianas.</p>
<p>“O caso da Waymo, nos Estados Unidos, é um bom exemplo. Muitos portugueses que visitam estes mercados acabam por experimentar este tipo de solução e regressam com relatos de uma experiência muito positiva e diferenciadora”, refere.</p>
<p>O contacto direto poderá tornar a tecnologia menos abstrata. Enquanto a condução autónoma for vista apenas através de notícias, demonstrações ou promessas dos fabricantes, parte dos consumidores continuará a encará-la como uma ideia distante ou arriscada.</p>
<p>“Quando os consumidores experimentam estas soluções em outros mercados, muitas vezes percebem que a experiência é bastante mais natural e segura do que imaginavam”, sustenta.</p>
<p>A adoção deverá começar pelos chamados primeiros utilizadores, mais disponíveis para experimentar novas soluções e aceitar algum grau de incerteza. O público mais cauteloso deverá esperar pelos resultados dos testes, pela demonstração de segurança e pela consolidação das regras.</p>
<p>“Como acontece com todos os produtos tecnológicos, existirão sempre os chamados early adopters, que estarão disponíveis para experimentar primeiro, e outros consumidores que precisarão de mais tempo e de mais provas. Acredito que os portugueses não serão diferentes.”</p>
<p><strong>Testes, legislação e experiência</strong></p>
<p>Pedro Soares identifica três fatores essenciais para transformar a curiosidade numa confiança real: testes, legislação e experiência.</p>
<p>“Primeiro, será necessário testar a tecnologia de forma consistente e em condições reais, demonstrando que funciona em segurança”, explica.</p>
<p>Os ensaios em estrada são particularmente relevantes porque expõem os sistemas a situações difíceis de reproduzir integralmente em ambientes controlados: obras, peões, ciclistas, condições meteorológicas adversas, sinalização temporária, comportamentos imprevisíveis de outros condutores e características específicas das vias portuguesas.</p>
<p>“Os testes em vias públicas são essenciais para que os consumidores percebam que não estamos apenas a falar de uma ideia de futuro, mas de uma tecnologia que já está a ser desenvolvida e utilizada em outros mercados”, afirma.</p>
<p>O segundo elemento é a existência de regras claras. Para o responsável, a legislação terá de definir responsabilidades, limites operacionais e formas de atuação quando o sistema falha ou ocorre um acidente.</p>
<p>“Será fundamental existir um enquadramento legal claro, que defina responsabilidades e dê confiança tanto aos consumidores como às empresas.”</p>
<p>A atribuição de responsabilidades é uma das questões centrais da condução autónoma. Num veículo convencional, a responsabilidade recai geralmente sobre o condutor. Quando parte ou a totalidade da condução é assumida por um sistema, torna-se necessário determinar em que circunstâncias respondem o utilizador, o fabricante, o programador ou o operador responsável pelo ensaio.</p>
<p>O terceiro fator é a experiência. Quanto maior for o contacto da população com a tecnologia e mais conhecidos forem os resultados dos testes, mais fácil será avaliar os riscos sem depender apenas de receios ou expectativas.</p>
<p>“É uma adoção que acontecerá de forma progressiva. Primeiro através dos consumidores mais disponíveis para experimentar novas tecnologias e, depois, à medida que os resultados forem conhecidos e a confiança aumentar, junto de um público mais alargado.”</p>
<p><strong>A tecnologia convence quando o benefício é claro</strong></p>
<p>A experiência do Standvirtual sugere que os consumidores portugueses estão disponíveis para utilizar novas ferramentas quando percebem de forma concreta a vantagem que estas oferecem.</p>
<p>“O consumidor português está disponível para aderir à tecnologia quando percebe claramente qual é o benefício”, afirma Pedro Soares. “Mas, quando essa inovação interfere diretamente com a segurança e com os hábitos de condução, é natural que seja mais cauteloso.”</p>
<p>A plataforma já utiliza inteligência artificial em diferentes fases da compra e venda de automóveis. Entre as ferramentas desenvolvidas estão a geração automática de descrições, a criação de anúncios a partir de fotografias ou vídeos e a transformação de anúncios tradicionais em conteúdos audiovisuais.</p>
<p>A tecnologia pode também ajudar os profissionais a responder aos contactos de potenciais compradores e permitir pesquisas mais conversacionais, ajustadas às necessidades de cada utilizador.</p>
<p>“O objetivo não é substituir a decisão das pessoas. É utilizar a IA para esclarecer dúvidas, reduzir a complexidade do processo e tornar a compra e a venda de um automóvel mais simples, rápida e informada”, esclarece.</p>
<p>Esta distinção será também importante na condução autónoma. A aceitação poderá crescer mais rapidamente se os consumidores sentirem que os sistemas complementam a sua capacidade e aumentam a segurança, em vez de lhes retirarem abruptamente o controlo.</p>
<p><strong>Portugal quer ficar na linha da frente</strong></p>
<p>O Governo vê os testes de condução autónoma não apenas como uma transformação no setor da mobilidade, mas também como uma oportunidade económica.</p>
<p>O novo enquadramento poderá criar condições para que fabricantes, empresas tecnológicas, universidades e centros de investigação testem soluções em território português. O objetivo passa por atrair investimento estrangeiro, desenvolver conhecimento e avaliar tecnologias em condições reais.</p>
<p>“É importante que Portugal se mantenha na vanguarda e crie condições para que estes testes possam acontecer de forma segura e controlada”, defende Pedro Soares.</p>
<p>O responsável considera que o país deve acompanhar a evolução internacional, mesmo que a utilização quotidiana de veículos totalmente autónomos ainda não esteja próxima para a maioria dos consumidores.</p>
<p>“Ainda estamos numa fase inicial”, reconhece. Mas ficar de fora dos ensaios poderá significar perder investimento, conhecimento técnico e capacidade para influenciar as regras que irão moldar o setor.</p>
<p>O Standvirtual espera acompanhar essa evolução, embora Pedro Soares insista que a adoção deverá ocorrer ao ritmo dos consumidores.</p>
<p>“O Standvirtual estará naturalmente presente quando os consumidores estiverem confortáveis e preparados para adotar este tipo de tecnologia.”</p>
<p>A abertura à inteligência artificial já existe quando a tecnologia ajuda a escolher. Para passar da recomendação ao volante, porém, os portugueses exigirão mais do que inovação: terão de ver os sistemas funcionar, perceber quem responde por eventuais falhas e sentir que o controlo é entregue de forma segura.</p>
<p>Como resume Pedro Soares, a condução autónoma não será adotada apenas porque ficou tecnicamente disponível. “A confiança terá de ser construída.”</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789175]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a subir 1,49%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:53:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,49% para 68.751,51 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,49% para 68.751,51 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, encerrou a sessão a ganhar 1,22% para 4.099,12 pontos. </P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789390]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente da Conferência Consultiva chinesa inicia visita à Coreia do Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:53:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, Wang Huning, inicia hoje uma visita à Coreia do Norte, onde permanecerá até sexta-feira, num momento de intensificação dos contactos entre os dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, Wang Huning, inicia hoje uma visita à Coreia do Norte, onde permanecerá até sexta-feira, num momento de intensificação dos contactos entre os dois países.</P><br />
<P>A deslocação de Wang, quarto na hierarquia do Comité Permanente do Politburo do Partido Comunista Chinês (PCC) e considerado o principal ideólogo do Presidente chinês, Xi Jinping, ocorre poucos dias depois da visita a Pequim do primeiro-ministro norte-coreano, Pak Thae-song.</P><br />
<P>Trata-se de uma &#8220;visita oficial de amizade&#8221;, realizada a convite do Comité Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia e do Governo norte-coreano, segundo um porta-voz do Departamento Internacional do Comité Central do PCC, citado na véspera pela agência noticiosa oficial chinesa Xinhua.</P><br />
<P>Na semana passada, Pak deslocou-se à China para participar nas comemorações do 65.º aniversário do Tratado de Amizade, Cooperação e Assistência Mútua entre os dois países, assinado em 1961 e considerado um dos pilares formais das relações bilaterais.</P><br />
<P>Durante essa visita, Xi recebeu Pak em Pequim e defendeu o reforço da &#8220;coordenação estratégica&#8221; com Pyongyang, enquanto o primeiro-ministro norte-coreano afirmou que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, pretende desenvolver os laços bilaterais até os transformar na &#8220;mais poderosa relação estratégica&#8221;.</P><br />
<P>Xi e Kim trocaram também, no sábado, mensagens de felicitação pelo aniversário do tratado. O chefe de Estado chinês destacou a cooperação &#8220;ombro a ombro&#8221; entre os dois países, enquanto o líder norte-coreano descreveu a amizade bilateral como &#8220;inquebrável&#8221;.</P><br />
<P>A visita de Wang insere-se igualmente no novo impulso dado aos contactos bilaterais após a visita de Estado que Xi realizou em junho à Coreia do Norte, a primeira em sete anos, durante a qual ambos os líderes acordaram abrir um &#8220;novo capítulo&#8221; nas relações entre os dois países.</P><br />
<P>Durante essa deslocação, Pequim manifestou ainda a intenção de reforçar os intercâmbios militares com a Coreia do Norte, uma formulação que Seul classificou como inédita em declarações públicas.</P><br />
<P>A aproximação entre os dois países coincide também com o aprofundamento dos laços entre Pyongyang e Moscovo, levando Pequim a intensificar os esforços para reafirmar a sua influência sobre o país vizinho.</P><br />
<P>A China é o principal parceiro político e económico da Coreia do Norte, com a qual partilha uma fronteira de mais de 1.400 quilómetros, desempenhando um papel central no comércio bilateral e no fornecimento de alimentos e energia.</P><br />
<P> </P><br />
<P>JPI //</P></p>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão ameaça suspender exportações de energia após novo bloqueio dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:53:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Guarda Revolucionária iraniana ameaçou hoje suspender todas as exportações de energia do Médio Oriente após novo bloqueio imposto pelos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Guarda Revolucionária iraniana ameaçou hoje suspender todas as exportações de energia do Médio Oriente após novo bloqueio imposto pelos Estados Unidos. </P><br />
<P>&#8220;A exportação de petróleo e gás da região será ou para todos ou para ninguém&#8221;, declarou a força militar iraniana.</P><br />
<P>O exército norte-americano voltou a impor na madrugada de quarta-feira um bloqueio aos portos iranianos devido aos ataques de Teerão contra navios que tentavam atravessar o estreito de Ormuz, desencadeando novas ofensivas do Irão contra países que acolhem forças dos EUA, e numa altura em que o acordo interino para pôr fim à guerra se encontra perto do colapso.</P><br />
<P>O Comando Central dos EUA anunciou ter realizado uma nova vaga de ataques a várias áreas no Irão na terça-feira antes de restabelecer o bloqueio durante a madrugada, com sirenes de alerta de mísseis a soar no Bahrein e no Kuwait perante ataques iranianos.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde iraniano confirmou hoje que a mais recente vaga de ataques aéreos dos EUA durante a noite provocou mais de 260 feridos, número superior ao registado em qualquer outra ronda recente de violência entre os dois países.</P><br />
<P>O porta-voz Hossein Kermanpour não forneceu dados sobre vítimas mortais, mas sublinhou que a ofensiva norte-americana agravou a crise em torno do estreito de Ormuz, por onde em tempos de paz circulava cerca de um quinto do comércio mundial de petróleo e gás natural.</P><br />
<P>Os EUA justificaram os ataques como resposta à &#8220;agressão injustificada&#8221; de Teerão, enquanto a Guarda Revolucionária reiterou que poderá bloquear totalmente as exportações energéticas da região.</P><br />
<P>Os EUA tinham imposto o bloqueio em meados de abril e levantado a medida em meados de junho, um dia após assinarem o acordo interino que previa 60 dias de negociações sobre questões como o programa nuclear iraniano. </P><br />
<P>Mas as conversações estagnaram à medida que os combates pelo estreito se intensificaram.</P><br />
<P>O acordo provisório previa passagem gratuita pelo estreito durante 60 dias, mas deixou em aberto o futuro, com Teerão a afirmar ter direito a gerir o tráfego e cobrar taxas, posição contestada por Washington.</P><br />
<P>O preço do barril de Brent chegou a ultrapassar os 87 dólares (cerca de 74 euros) terça-feira, ainda abaixo dos quase 120 dólares (102 euros) registados no auge da guerra, mas caiu para 78 dólares (66 euros) após o anúncio de Trump.</P></p>
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		<item>
		<title>China considera manobras do Exército taiwanês &#8220;encenação completamente inútil&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:51:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As manobras de defesa conjunta que o Exército de Taiwan estão a realizar esta semana não passam de uma "encenação completamente inútil", afirmou hoje uma porta-voz do Governo chinês, num contexto de agravamento das tensões entre Taipé e Pequim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As manobras de defesa conjunta que o Exército de Taiwan estão a realizar esta semana não passam de uma &#8220;encenação completamente inútil&#8221;, afirmou hoje uma porta-voz do Governo chinês, num contexto de agravamento das tensões entre Taipé e Pequim.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa regular, a porta-voz do Gabinete para os Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado (Executivo chinês), Zhu Fenglian, acusou as autoridades do Partido Democrático Progressista (DPP), no poder na ilha, de &#8220;procurarem a independência através do uso da força&#8221;.</P><br />
<P>Zhu responsabilizou também os dirigentes do DPP por serem, na sua opinião, os &#8220;principais causadores da tensão e da instabilidade no estreito de Taiwan&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Perante o poderoso Exército de Libertação Popular (ELP, Exército chinês), por mais exercícios que as autoridades do DPP realizem, estes não passam de uma encenação e serão completamente inúteis&#8221;, afirmou Zhu, citada pela agência noticiosa oficial chinesa Xinhua.</P><br />
<P>&#8220;As manobras não alterarão o destino da derrota da &#8216;independência&#8217; de Taiwan, nem conseguirão travar a tendência histórica para a inevitável &#8216;reunificação&#8217; da pátria&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A responsável chinesa reagia às manobras de defesa conjunta das Forças Armadas de Taiwan iniciadas na segunda-feira, um exercício inédito de cicno dias que decorre num contexto de crescente atividade militar e marítima da China em torno da ilha.</P><br />
<P>Segundo o ministério da Defesa Nacional de Taiwan, os exercícios, que decorrem até 17 de julho, integram o plano anual de treino conjunto das Forças Armadas e dão continuidade aos simulacros de &#8220;preparação imediata para combate&#8221; realizados no mês passado.</P><br />
<P>&#8220;O principal objetivo é treinar as tropas durante a fase de operações defensivas para que, sob um mecanismo descentralizado de comando e controlo, se familiarizem com as diferentes missões de ação conjunta, reforcem a coordenação e a cooperação entre os vários ramos das Forças Armadas e alcancem o objetivo das operações conjuntas de defesa territorial&#8221;, indicou o ministério em comunicado.</P><br />
<P>Pequim considera Taiwan uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês e não exclui o recurso à força para assumir o controlo da ilha. </P><br />
<P>O Governo taiwanês rejeita essa posição e defende que apenas os cerca de 23 milhões de habitantes de Taiwan têm o direito de decidir o futuro político do território.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789387]]></sapo:autor>
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		<title>Austrália anuncia criação de agência governamental para inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, anunciou hoje a criação de uma agência governamental dedicada à inteligência artificial (IA), com o objetivo de estabelecer normas que regulem diferentes aspetos desta tecnologia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, anunciou hoje a criação de uma agência governamental dedicada à inteligência artificial (IA), com o objetivo de estabelecer normas que regulem diferentes aspetos desta tecnologia.</P><br />
<P>&#8220;A partir de hoje, estabeleço o &#8216;Gabinete de IA&#8217; na minha administração [&#8230;] para coordenar a criação de novas normas nacionais'&#8221;, afirmou o chefe do Governo durante um discurso na Universidade de Sydney.</P><br />
<P>O Executivo de Albanese anunciou em março ter planos para grandes centros de dados de IA no país, incluindo minimizar o consumo de água e maximizar a eficiência energética.</P><br />
<P>&#8220;O nosso objetivo é apresentar a legislação ao Parlamento no início do próximo ano&#8221;, disse o líder trabalhista, acrescentando que a regulação deverá permitir &#8220;uma tomada de decisões mais ágil&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O nosso objetivo não é legislar para cada eventualidade ou risco possível. Isso só criaria o risco de a Austrália perder investimentos por completo&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Em abril, o Governo australiano assinou um memorando de entendimento com a tecnológica norte-americana Anthropic &#8212; uma das principais empresas emergentes de IA, conhecida pelo seu assistente Claude &#8212; para reforçar a colaboração no desenvolvimento e uso seguro desta tecnologia.</P><br />
<P>Na altura, a Anthropic manifestou interesse em investir em centros de dados e infraestruturas energéticas na Austrália, bem como expandir a sua presença na Ásia-Pacífico, com a abertura prevista de um escritório em Sidney.</P><br />
<P>Também em abril, a Microsoft anunciou o maior compromisso económico da empresa no país: um investimento de 25 mil milhões de dólares australianos (15 mil milhões de euros) até 2029, para expandir em mais de 140% a sua infraestrutura de IA.</P><br />
<P>A Austrália tem intensificado a aposta na inteligência artificial como motor de crescimento económico e modernização, com as autoridades do país a lançar um Plano Nacional de IA no final de 2025.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789386]]></sapo:autor>
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		<title>Petição contra alegada privatização das praias da Arrábida é entregue hoje na Assembleia da República</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:45:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A petição que pretende levar ao Parlamento o debate sobre a alegada privatização de cinco praias da Arrábida é entregue esta quarta-feira, na Assembleia da República.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A petição que pretende levar ao Parlamento o debate sobre a alegada privatização de cinco praias da Arrábida é entregue esta quarta-feira, na Assembleia da República. A iniciativa, intitulada &#8220;Querem tirar-nos a Praia de Albarquel! Areia e tudo!&#8221;, foi promovida pelo Bloco de Esquerda (BE) de Setúbal e pede que os deputados discutam, em sessão plenária, o processo judicial que reclama a titularidade privada das praias de Albarquel, Esguelha, Rainha, Comenda e Rasca.</p>
<p>A entrega da petição está marcada para as 15h00 e será feita por um grupo de cerca de dez pessoas, liderado por Daniela Rodrigues, primeira subscritora da iniciativa e antiga cabeça de lista do BE à Câmara Municipal de Setúbal. Segundo confirmou ao Público, a delegação será recebida por Diogo Pacheco de Amorim, vice-presidente da Assembleia da República, formalizando a entrada da petição para apreciação parlamentar.</p>
<p>O objetivo dos promotores é que o tema seja debatido em plenário, permitindo que os diferentes grupos parlamentares assumam publicamente a sua posição relativamente ao processo que envolve aquelas praias da Serra da Arrábida. Na petição é defendido que os deputados devem pronunciar-se sobre &#8220;as vicissitudes que envolvem este processo&#8221;, numa altura em que continua a decorrer uma ação judicial relacionada com a propriedade daqueles espaços costeiros.</p>
<p>A origem da controvérsia remonta ao processo judicial n.º 4833/25.7T8STB, instaurado no Tribunal de Setúbal em 14 de julho de 2025 pela empresa Palácio da Comenda, S.A., sucessora da Seven Properties. Na ação, apresentada contra o Estado português e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), a empresa sustenta que as praias de Albarquel, Esguelha, Rainha, Comenda e Rasca, bem como as margens da Ribeira da Ajuda, entre o estuário do rio Sado e a zona do Parque de Merendas da Comenda, pertencem ao domínio privado da Herdade da Comenda e não ao domínio público marítimo do Estado. Tanto o Ministério Público como a APA contestaram judicialmente essa pretensão.</p>
<p>A mobilização em torno deste tema não termina com a entrega da petição. O Bloco de Esquerda já anunciou uma nova ação de protesto para o próximo dia 19 de julho, que prevê uma marcha pública até ao Parque de Merendas da Comenda, acompanhada por um piquenique comunitário, atuações artísticas e a formação de um cordão humano até aos portões do Palácio da Comenda, numa iniciativa destinada a reafirmar o caráter público daqueles espaços.</p>
<p>Também a Câmara Municipal de Setúbal tem manifestado oposição à reivindicação apresentada pelos proprietários da Herdade da Comenda. A autarquia reforçou recentemente a posição já assumida pela presidente Maria das Dores Meira e colocou um outdoor na Avenida dos Ciprestes com a mensagem: &#8220;As praias são públicas e são para continuar a ser&#8221;, reafirmando o entendimento de que aquelas zonas balneares devem permanecer de acesso público.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789146]]></sapo:autor>
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		<title>“O seu futuro está nas mãos de um sistema que falhou”: especialista alerta para o impacto do caos dos exames nos alunos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Catarina Lucas]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[A psicóloga Catarina Lucas falou à 'Executive Digest' para analisar os efeitos nos jovens estudantes da confusão que tem reinado na correção dos exames mais importantes do seu percurso escolar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Prepararam-se durante anos, fizeram exames que podem decidir o curso e a universidade a que terão acesso e, agora, esperam pelas classificações num ambiente marcado por atrasos, falhas técnicas, respostas desaparecidas e dúvidas sobre a fiabilidade da correção. Para milhares de alunos do ensino secundário, a ansiedade habitual desta fase foi agravada por uma pergunta difícil de afastar: será que a nota final corresponde realmente ao exame que entregaram?</p>
<p>A classificação dos cerca de 300 mil exames nacionais ficou marcada por falhas técnicas, correções repetidas e professores chamados à última hora, numa corrida contra o tempo para cumprir o calendário.</p>
<p>O Ministério da Educação reconheceu problemas na digitalização, incluindo folhas de resposta em falta, páginas mal processadas e casos em que o ficheiro digital não correspondia integralmente à prova em papel. Alguns docentes tiveram mesmo de corrigir duas ou três vezes as mesmas respostas.</p>
<p>Fernando Alexandre pediu desculpa aos professores, mas garantiu que os mecanismos de controlo estavam a ser usados para assegurar que cada classificação corresponde ao exame efetivamente realizado pelo aluno. As notas deverão ser divulgadas na sexta-feira, antes da segunda fase, marcada para 20 a 24 de julho.</p>
<p><strong>Quando a confiança no processo desaparece</strong></p>
<p>Para os alunos, porém, a sucessão de problemas pode ter consequências que vão além da irritação ou do nervosismo momentâneo. “Quando um aluno sente que o processo de avaliação deixou de ser fiável, pode surgir um forte sentimento de frustração e impotência”, explica à &#8216;Executive Digest&#8217; a psicóloga Catarina Lucas.</p>
<p>A especialista sublinha que a sensação de que o esforço poderá não ser justamente reconhecido aumenta a ansiedade, a insegurança e a perda de confiança. “Esta perda de confiança pode afetar a motivação e a autoestima”, alerta, lembrando que é fundamental reforçar junto dos jovens que o seu valor não depende de um único exame ou de uma classificação.</p>
<p>A incerteza é particularmente difícil de gerir quando a nota pode condicionar diretamente a entrada num curso ou numa instituição de ensino superior. Segundo Catarina Lucas, a ausência de controlo sobre o processo pode levar os alunos a anteciparem constantemente o pior cenário e a interpretarem qualquer falha como uma ameaça ao seu futuro.</p>
<p>“É importante ajudar o aluno a distinguir aquilo que pode controlar daquilo que depende de fatores externos”, afirma. A psicóloga defende que o jovem deve ser recordado de que existem diferentes percursos para atingir os mesmos objetivos académicos, mesmo quando o resultado não corresponde às expectativas iniciais.</p>
<p><strong>Os sinais de ansiedade a que famílias e professores devem estar atentos</strong></p>
<p>O clima criado em torno da correção dos exames pode aumentar significativamente os níveis de ansiedade, sobretudo entre alunos que já estavam sujeitos a uma forte pressão académica e familiar. Alterações do sono, irritabilidade, isolamento, dificuldades de concentração ou crises de ansiedade são alguns dos sinais a que famílias e professores devem estar atentos.</p>
<p>“Quando estes sintomas persistem ou interferem no dia a dia, é importante procurar apoio psicológico”, recomenda Catarina Lucas. A especialista salienta que não basta dizer ao aluno para não pensar no exame ou garantir que tudo acabará por correr bem. As emoções devem ser reconhecidas, sem dramatização, mas também sem serem desvalorizadas.</p>
<p>Durante os dias que antecedem a divulgação das pautas, manter rotinas, praticar atividade física e reservar tempo para atividades agradáveis pode ajudar a reduzir a ansiedade. A psicóloga aconselha ainda os jovens e as famílias a evitarem conversas permanentes sobre as provas, previsões sucessivas sobre as notas ou comparações com colegas.</p>
<p>“O foco deve estar no presente e não em cenários hipotéticos”, explica. Embora seja útil preparar diferentes possibilidades, esse exercício deverá ser feito de forma serena, sem transformar cada alternativa num sinal de fracasso antecipado.</p>
<p>As famílias têm, nesta fase, um papel decisivo. Devem transmitir segurança, mostrar disponibilidade para ouvir e evitar que o ambiente familiar fique inteiramente dominado pelos exames. “O essencial é que o aluno sinta que o apoio da família não depende dos resultados”, sublinha Catarina Lucas.</p>
<p><strong>Uma nota pode mudar o percurso, mas não define o futuro</strong></p>
<p>Quando as notas forem divulgadas, alguns jovens poderão sentir que a classificação não corresponde ao trabalho realizado ou às expectativas criadas. Nesses casos, a primeira resposta deverá passar por acolher a desilusão, em vez de a minimizar com frases como “não é o fim do mundo” ou “para o ano tentas outra vez”.</p>
<p>“É importante ajudar o jovem a explorar as opções disponíveis e a perceber que um resultado não define o seu futuro”, afirma a psicóloga. O apoio emocional da família e da escola será particularmente importante para os alunos que sintam ter sido prejudicados ou que associem a classificação a uma perda irreversível.</p>
<p>A partir desta sexta-feira, os estudantes terão acesso às provas em formato digital, uma novidade introduzida este ano. Esse acesso poderá permitir uma avaliação mais clara de eventuais erros ou omissões, mas também poderá reabrir a tensão em torno de um processo que já foi marcado por sucessivas falhas.</p>
<p>Para Catarina Lucas, a mensagem central deve ser inequívoca: uma nota pode alterar um percurso imediato, mas não resume as capacidades, o esforço ou o futuro de um jovem. Quando o sistema gera insegurança, cabe aos adultos devolver alguma estabilidade — não prometendo resultados, mas garantindo que nenhum aluno terá de enfrentar sozinho aquilo que vier depois.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789001]]></sapo:autor>
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		<title>Lei Laboral: Governo volta hoje a reunir com parceiros sociais e redução de feriados pode voltar à discussão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A revisão do Código do Trabalho é apontada como um dos temas que poderá dominar a reunião, podendo também regressar à discussão outras medidas relacionadas com a organização do trabalho, entre elas a eventual redução do número de feriados obrigatórios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo reúne esta quarta-feira com as confederações patronais e as centrais sindicais numa nova sessão da Comissão Permanente da Concertação Social, um encontro convocado poucos dias depois do chumbo parlamentar da reforma laboral. A revisão do Código do Trabalho é apontada como um dos temas que poderá dominar a reunião, podendo também regressar à discussão outras medidas relacionadas com a organização do trabalho, entre elas a eventual redução do número de feriados obrigatórios.</p>
<p>A convocatória para esta reunião foi enviada pelo Governo no final de junho às quatro confederações empresariais e às duas centrais sindicais, depois de a proposta de reforma laboral ter sido rejeitada na Assembleia da República, com o Chega a juntar-se aos partidos da esquerda para inviabilizar o diploma. O encontro realiza-se no Palácio das Laranjeiras, em Lisboa, e representa a primeira reunião da Concertação Social desde o fracasso da revisão da legislação laboral.</p>
<p>A última reunião entre Governo e parceiros sociais decorreu no início de maio e encerrou um longo processo negocial sobre mais de uma centena de alterações ao Código do Trabalho. Na altura, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, reconheceu que não tinha sido possível alcançar um entendimento e anunciou que o Executivo avançaria com a proposta para o Parlamento. Contudo, poucos dias depois, a iniciativa acabou por ser rejeitada pelos deputados.</p>
<p>Apesar desse desfecho, o Governo já deixou claro que não considera encerrada a discussão sobre a reforma laboral. Durante o congresso nacional do PSD, realizado no passado fim de semana, Maria do Rosário Palma Ramalho afirmou que o processo deverá voltar a ser retomado, assegurando: &#8220;Se bem conheço [o primeiro-ministro, Luís Montenegro], lá iremos outra vez fazer esta e outras reformas.&#8221;</p>
<p>Também do lado das confederações empresariais têm sido renovados os apelos para que a revisão da legislação laboral prossiga. A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) considera que &#8220;uma nova lei laboral continua a ser essencial&#8221;, enquanto a Confederação Empresarial de Portugal (CIP) defende que, sem alterações, Portugal continuará a ser &#8220;um país sem instrumentos para dar uma vida melhor à generalidade das famílias e sem capacidade de reter os jovens mais talentosos&#8221;.</p>
<p>Entre os temas que poderão voltar à mesa das negociações está igualmente a redução do número de feriados obrigatórios, uma medida que, embora não conste oficialmente da agenda desta reunião, já fez parte de anteriores processos de concertação social. Em 2012, durante o Governo liderado por Pedro Passos Coelho, o Executivo propôs a eliminação dos feriados de 5 de Outubro e 1 de Dezembro, procurando cumprir o compromisso assumido com os parceiros sociais de reduzir entre três e quatro feriados obrigatórios para reforçar a competitividade da economia.</p>
<p>Na altura, o então ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, justificou a escolha destes dois feriados civis afirmando que &#8220;não haveria muito mais alternativas&#8221;, uma vez que o Governo não pretendia eliminar os feriados de 25 de Abril, 1 de Maio nem 10 de Junho, data que pretendia, inclusivamente, transformar numa celebração nacional mais ampla.</p>
<p>A proposta surgiu depois de a Igreja Católica ter condicionado a eliminação de feriados religiosos à existência de uma redução equivalente dos feriados civis. Segundo Álvaro Santos Pereira, &#8220;para a Igreja Católica era muito importante haver simetria, e nós concordámos que fazia sentido haver simetria na eliminação de feriados civis e religiosos&#8221;. Coube posteriormente à Comissão Paritária da Igreja definir quais os dois feriados religiosos a eliminar ao abrigo da Concordata.</p>
<p>Embora esse processo tenha ocorrido há mais de uma década e as alterações tenham sido posteriormente revertidas, a discussão sobre os feriados continua a ser frequentemente associada às negociações em sede de Concertação Social sempre que são debatidas medidas destinadas a aumentar a produtividade ou introduzir alterações na legislação laboral.</p>
<p>Até ao início da reunião de hoje, o Governo mantém em aberto os assuntos que pretende discutir com sindicatos e associações empresariais. Além da eventual retoma da reforma laboral, fontes ouvidas anteriormente pelo ECO admitiram que a formação profissional poderá igualmente integrar os trabalhos, embora vários interlocutores considerem que insistir já na revisão do Código do Trabalho poderá revelar-se prematuro, tendo em conta o recente chumbo parlamentar da proposta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789186]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Matrículas do 10.º e 12.º anos arrancam hoje com prazo alargado após adiamento das notas dos exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As matrículas e renovações de inscrição para os alunos do 10.º e 12.º anos do ensino secundário arrancam esta quarta-feira, com um calendário alargado decidido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI). ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As matrículas e renovações de inscrição para os alunos do 10.º e 12.º anos do ensino secundário arrancam esta quarta-feira, com um calendário alargado decidido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI). O prolongamento do prazo, anunciado na terça-feira através de despacho publicado em Diário da República, permite que os estudantes disponham de mais tempo para concluir o processo depois de conhecerem os resultados dos exames nacionais.</p>
<p>De acordo com o novo calendário, as matrículas decorrem entre 15 e 24 de julho, substituindo o prazo inicialmente previsto. A alteração surge na sequência do adiamento da divulgação das classificações dos exames nacionais, motivado pelos constrangimentos registados no processo digital de correção das provas, que afetaram tanto os exames finais do ensino secundário como as provas finais de Matemática do 9.º ano.</p>
<p>Com a divulgação das classificações marcada para sexta-feira, 17 de julho, o Governo pretende garantir que os alunos e as respetivas famílias possam tomar decisões informadas relativamente à matrícula ou renovação da inscrição, já na posse dos resultados das avaliações externas. O ajustamento do calendário procura, assim, evitar que o processo administrativo decorra antes de serem conhecidas as classificações que poderão influenciar o percurso escolar dos estudantes.</p>
<p>Entretanto, os professores continuam a concluir a classificação das provas realizadas na primeira fase dos exames nacionais, um processo que sofreu vários atrasos devido às verificações adicionais realizadas pelo MECI na sequência de problemas identificados na digitalização de algumas provas. Paralelamente, o Ministério já confirmou que os resultados dos pedidos de reapreciação das provas finais do ensino básico e dos exames nacionais da primeira fase serão divulgados no próximo 7 de agosto.</p>
<p>Com este prolongamento do prazo de matrícula, o Ministério da Educação pretende assegurar que todos os alunos do 10.º e 12.º anos dispõem do tempo necessário para concluir a inscrição no ensino secundário depois de conhecerem as respetivas classificações, adaptando o calendário escolar aos atrasos verificados no processo de avaliação externa.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_744575]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndio em sete armazéns de várias empresas em Sobrosa, Paredes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 05:54:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um incêndio em Sobrosa, Paredes, deflagrou hoje num armazém, alastrando a outros seis, e às 06:30 ainda estava ativo, disse fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um incêndio em Sobrosa, Paredes, deflagrou hoje num armazém, alastrando a outros seis, e às 06:30 ainda estava ativo, disse fonte da Proteção Civil.</P><br />
<P>Fonte do Comando Sub-Regional da Área Metropolitana do Porto disse que não há vítimas deste fogo, na rua da Estrada, cujo alerta foi dado às 04:41. </P><br />
<P>&#8220;O fogo começou num armazém e depois alastrou a outros seis contíguos, que são de proprietários diferentes. Não há registo de vítimas e a esta hora [06:30] o incêndio continua ativo&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>ÀS 06:40 estavam no local 41 operacionais de várias corporações de Bombeiros, apoiados por 14 veículos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789385]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-ministros do Nepal condenados por fraude ligada a emigração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 05:50:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A justiça nepalesa condenou dois ex-ministros e outras 14 pessoas a penas de prisão por terem extorquido dinheiro a cidadãos, prometendo-lhes residência no estrangeiro como refugiados, anunciou hoje um tribunal local.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A justiça nepalesa condenou dois ex-ministros e outras 14 pessoas a penas de prisão por terem extorquido dinheiro a cidadãos, prometendo-lhes residência no estrangeiro como refugiados, anunciou hoje um tribunal local.</P><br />
<P>O antigo vice-primeiro-ministro Top Bahadur Rayamajhi foi condenado terça-feira a quatro anos de prisão e ao pagamento de 40.000 rupias (228 euros). </P><br />
<P>O ex-ministro do Interior Bal Krishna Khand recebeu uma pena de dois anos de prisão e 20.000 rupias (114 euros) de multa, segundo Shiva Katiwada, porta-voz do tribunal distrital de Katmandu.</P><br />
<P>Rayamajhi foi considerado culpado de crimes contra o Estado, fraude e associação criminosa, enquanto Khand foi condenado por cumplicidade, num veredicto proferido na semana passada.</P><br />
<P>No início da década de 1990, mais de 100.000 pessoas de origem nepalesa fugiram do Butão &#8212; cerca de um sexto da população &#8212; depois de o reino budista ter tornado obrigatório o uso do traje nacional e restringido a utilização da língua nepalesa.</P><br />
<P>Os Lhotsampas, butaneses de língua nepalesa, foram privados de direitos civis quando o rei introduziu em 1985 a política &#8220;Uma nação, um povo&#8221;. Muitos exilados foram colocados em campos de refugiados no Nepal.</P><br />
<P>Entre 2007 e 2018, foi implementado um programa de reinstalação em países terceiros, enviando refugiados para os Estados Unidos, Europa ou Austrália, entre outros destinos.</P><br />
<P>O esquema fraudulento que envolvia os ex-ministros começou após o fim desse programa. Os acusados terão extorquido grandes quantias a cidadãos nepaleses, prometendo fazê-los passar por refugiados para que pudessem emigrar.</P><br />
<P>Segundo os meios de comunicação locais, centenas de pessoas foram vítimas da manobra, afirmando que os burlões lhes retiraram o dinheiro sem qualquer ajuda posterior.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789384]]></sapo:autor>
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		<title>Deputado do Chega Pedro Frazão conhece hoje sentença no caso de alegada difamação de José Manuel Pureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 05:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Criminal de Lisboa lê esta quarta-feira a sentença do processo em que o deputado do Chega Pedro Frazão é acusado de difamar José Manuel Pureza, atual coordenador do Bloco de Esquerda, através de publicações nas redes sociais divulgadas em 2021. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Criminal de Lisboa lê esta quarta-feira a sentença do processo em que o deputado do Chega Pedro Frazão é acusado de difamar José Manuel Pureza, atual coordenador do Bloco de Esquerda, através de publicações nas redes sociais divulgadas em 2021. A leitura da decisão está marcada para as 13h30, depois de ter sido adiada na semana passada devido à necessidade de juntar novos elementos ao processo.</p>
<p>O adiamento ocorreu na sessão inicialmente destinada à leitura da sentença, quando o juiz determinou que fosse anexada aos autos a identificação civil de José Manuel Pureza, com o objetivo de confirmar a sua data de nascimento e, consequentemente, a idade que tinha à data das publicações em causa. A diligência pretende esclarecer se o dirigente bloquista tinha efetivamente 62 anos quando Pedro Frazão publicou um comentário onde questionava: &#8220;Quem será o nojento de 62 anos?&#8221;.</p>
<p>Como a documentação adicional passou a integrar o processo, foi concedido prazo para que o arguido, o Ministério Público e o assistente se pronunciassem sobre os novos elementos, o que levou ao adiamento da leitura da sentença para esta quarta-feira.</p>
<p>Segundo a acusação do Ministério Público, a que a agência Lusa teve acesso, o processo centra-se numa publicação feita por Pedro Frazão nas redes sociais, na qual o deputado do Chega lançou a suspeita de que José Manuel Pureza, então vice-presidente da Assembleia da República, poderia ter cometido um &#8220;crime contra a liberdade e autodeterminação sexual&#8221; envolvendo &#8220;uma jovem militante/simpatizante&#8221; do Bloco de Esquerda.</p>
<p>Na publicação, Pedro Frazão escreveu &#8220;Já não há Pureza no Bloco de Asquereza? #MeToo&#8221;, acrescentando posteriormente, num comentário, a pergunta &#8220;Quem será o nojento de 62 anos?&#8221;. Para o Ministério Público, o deputado atuou com pleno conhecimento da identidade da pessoa visada, considerando que &#8220;tinha perfeita consciência&#8221; de que José Manuel Pureza integrava os órgãos dirigentes do Bloco de Esquerda, tinha sido eleito deputado por aquele partido e possuía 62 anos de idade à data dos factos.</p>
<p>A decisão que hoje será conhecida colocará um ponto final no julgamento deste processo, determinando se o tribunal considera provada a acusação de difamação imputada ao deputado do Chega relativamente às publicações dirigidas a José Manuel Pureza.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789158]]></sapo:autor>
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		<title>Moçambique avança com regulamentação para jogos de azar online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 05:43:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Moçambique vai passar a contar com um regime jurídico específico para jogos de fortuna ou azar online, visando regular a atividade em plataformas digitais e diferenciá-la dos casinos físicos, num contexto de queda das receitas fiscais do setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Moçambique vai passar a contar com um regime jurídico específico para jogos de fortuna ou azar online, visando regular a atividade em plataformas digitais e diferenciá-la dos casinos físicos, num contexto de queda das receitas fiscais do setor.</P><br />
<P>A medida foi aprovada esta terça-feira em Conselho de Ministros, com o novo Regulamento de Exploração e Prática de Jogos de Fortuna ou Azar através de suportes eletrónicos ou informáticos, conforme explicou, depois da reunião semanal, o porta-voz do órgão, Inocêncio Impissa.</P><br />
<P>O diploma estabelece o regime jurídico aplicável à exploração e prática de jogos de fortuna ou azar online, enquanto modalidade praticada à distância através de plataformas eletrónicas, sistemas informáticos ou outros meios digitais de acesso remoto.</P><br />
<P>O regulamento define igualmente o regime de concessão aplicável à exploração desta atividade, reconhecendo os jogos online como uma modalidade autónoma, independente e sujeita a requisitos próprios, distintos das concessões atribuídas a casinos físicos.</P><br />
<P>A decisão surge numa altura em que o próprio Governo tem associado a expansão dos jogos online à redução das receitas fiscais provenientes dos casinos.</P><br />
<P>Dados da execução orçamental de 2025 do Ministério das Finanças, noticiados anteriormente pela Lusa, indicam que o Estado arrecadou 359,5 milhões de meticais (4,8 milhões de euros) com impostos pagos pelos casinos, valor correspondente a apenas 54% dos 666,1 milhões de meticais (8,8 milhões de euros) previstos para aquele ano.</P><br />
<P>O desempenho representou ainda uma redução de 7,3% face aos 387,7 milhões de meticais (5,1 milhões de euros) cobrados em 2024, ano em que o Governo tinha inscrito no Orçamento uma meta de 1.235 milhões de meticais (16,4 milhões de euros), mas arrecadou apenas 34% desse valor.</P><br />
<P>No relatório de execução orçamental de 2025, o Ministério das Finanças justificou o fraco desempenho deste imposto com o &#8220;aumento significativo de jogos &#8216;online'&#8221;, fenómeno que, segundo o documento, reduziu a afluência de jogadores aos casinos.</P><br />
<P>Moçambique conta atualmente com concessões de casinos e salas de máquinas em cidades como Maputo, Matola, Beira, Tete, Nampula e Pemba, empreendimentos que, segundo dados divulgados anteriormente pelo Governo, envolveram investimentos privados de cerca de 36 milhões de dólares (31,2 milhões de euros).</P><br />
<P>De acordo com a Direção Nacional de Jogos de Fortuna ou Azar, a atribuição de concessões para casinos obriga a um capital social mínimo equivalente a 2,7 milhões de dólares (2,3 milhões de euros), bem como a investimentos de pelo menos 5,5 milhões de dólares (4,7 milhões de euros) nos primeiros cinco anos de atividade.</P><br />
<P>As concessionárias estão sujeitas ao pagamento do Imposto Especial sobre o Jogo, calculado sobre as receitas brutas da exploração, com taxas que variam entre 20% e 35%, em função da duração da concessão.</P><br />
<P>Além disso, devem pagar Imposto do Selo correspondente a 50% do preço dos bilhetes de entrada nos casinos, beneficiando, contudo, de isenções sobre outros impostos incidentes sobre os lucros da exploração do jogo e sobre direitos de importação de equipamentos destinados exclusivamente à atividade.</P><br />
<P></P><br />
<P>PVJ //</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789383]]></sapo:autor>
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		<title>Barragem de Girabolhos avança hoje: Governo lança concurso público para obra aguardada há quase 20 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 05:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A cerimónia decorre em Gouveia e conta com a presença da ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, bem como de representantes dos municípios diretamente abrangidos pelo empreendimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto da Barragem de Girabolhos, uma das infraestruturas hidráulicas mais aguardadas da região Centro e sucessivamente adiada ao longo de quase duas décadas, entra esta quarta-feira numa nova fase com o lançamento oficial do concurso público para a atribuição da concessão destinada à captação de água, produção de energia hidroelétrica, conceção, construção, exploração e conservação da futura infraestrutura. A cerimónia decorre em Gouveia e conta com a presença da ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, bem como de representantes dos municípios diretamente abrangidos pelo empreendimento.</p>
<p>O concurso público marca um passo decisivo para um projeto integrado no Empreendimento Hidráulico de Fins Múltiplos de Girabolhos, considerado pelo Governo uma infraestrutura estratégica no âmbito da estratégia nacional &#8220;Água que Une&#8221; e do Plano Nacional de Energia e Clima 2030. O objetivo passa por reforçar a gestão integrada dos recursos hídricos, aumentar a capacidade nacional de produção de energia renovável, reforçar o abastecimento público de água, melhorar a resiliência hídrica do território, mitigar os efeitos das cheias e promover a valorização do interior do país.</p>
<p>Na apresentação do concurso estarão representados os municípios de Gouveia, Seia, Mangualde, Nelas e Fornos de Algodres, diretamente envolvidos no projeto. Após a sessão oficial, agendada para as 16h30 no Salão Nobre da Câmara Municipal de Gouveia, a comitiva deslocar-se-á ao local previsto para a construção da barragem, na freguesia de Girabolhos.</p>
<p>Para Maria da Graça Carvalho, o empreendimento constitui uma peça fundamental da estratégia nacional de adaptação às alterações climáticas. A ministra tem defendido que &#8220;o Empreendimento de Girabolhos é uma infraestrutura estratégica para reforçar a segurança hídrica do País, proteger as populações do vale do Mondego e aumentar a capacidade nacional de produção de energia renovável&#8221;. O Governo considera igualmente que a obra permitirá reduzir significativamente o risco de cheias na bacia do Mondego, ao mesmo tempo que reforçará a disponibilidade de água para consumo público e para diferentes atividades económicas.</p>
<p>A importância da futura barragem voltou a ganhar destaque após as cheias registadas nos últimos anos na região do Mondego. Em março, numa entrevista ao ECO/Local Online, o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pimenta Machado, defendeu que a infraestrutura teria permitido evitar alguns dos episódios mais graves. &#8220;Ter mais uma barragem é um instrumento para conter as cheias. Se eu tivesse essa barragem, as cheias de 2019 e 2026 não aconteciam. No açude do Mondego, os caudais nunca podem ultrapassar os 2.000 metros cúbicos por segundo; se ultrapassarem esse valor, os diques podem rebentar. Com esta barragem, tal como estava concebida, os caudais nunca ultrapassariam os 1.800 metros cúbicos por segundo e nunca teria havido o colapso do dique&#8221;, afirmou o responsável.</p>
<p>O Governo voltou a integrar Girabolhos entre os investimentos prioritários após os danos provocados pelo denominado &#8220;comboio de tempestades&#8221;, incluindo a obra no Plano Territorial de Recuperação e Resiliência (PTRR), na vertente dedicada à proteção contra fenómenos extremos. Na apresentação desse plano, o primeiro-ministro Luís Montenegro confirmou a intenção de avançar com quatro novas barragens — Girabolhos, Ocreza-Alvito, Alportel e Foupana —, bem como com a construção de cerca de 400 charcas e pequenas albufeiras distribuídas pelo território nacional.</p>
<p>A concretização do concurso surge depois de a Agência Portuguesa do Ambiente ter sido mandatada pelo Governo para coordenar todo o processo, assegurando a articulação com os municípios envolvidos e com as entidades ligadas ao abastecimento de água, produção de energia, proteção civil, agricultura, ordenamento do território, economia, conservação da natureza e biodiversidade.</p>
<p>O percurso da Barragem de Girabolhos tem sido marcado por sucessivos avanços e recuos. O projeto foi inicialmente apresentado em 2007, durante o primeiro Governo de José Sócrates, integrando o Plano Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico. No ano seguinte, a obra foi adjudicada à Endesa, mas acabou por enfrentar vários adiamentos até ser definitivamente suspensa em 2016, durante o primeiro Governo liderado por António Costa.</p>
<p>Quase dez anos depois dessa suspensão e cerca de duas décadas após a sua apresentação, o lançamento do concurso público representa o passo mais significativo dado até agora para retirar o empreendimento do papel. Caso o processo decorra conforme previsto, Girabolhos poderá finalmente avançar como uma das maiores infraestruturas hidráulicas e energéticas previstas para a bacia do Mondego, reunindo funções de proteção contra cheias, reforço da segurança hídrica, produção de energia renovável e desenvolvimento do interior do país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788809]]></sapo:autor>
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		<title>Temperaturas sobem hoje e podem antecipar nova onda de calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 05:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal entra esta quarta-feira num novo período de aquecimento, com uma subida generalizada das temperaturas, sobretudo nas regiões do interior, onde os termómetros poderão atingir valores entre os 30 e os 35 graus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal entra esta quarta-feira num novo período de aquecimento, com uma subida generalizada das temperaturas, sobretudo nas regiões do interior, onde os termómetros poderão atingir valores entre os 30 e os 35 graus. Apesar de o calor ficar ainda longe dos extremos registados no início do mês, a evolução prevista é encarada como um possível primeiro sinal de uma nova mudança do estado do tempo, que poderá conduzir ao regresso de uma onda de calor nos próximos dias.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/tempo-na-quarta-15-julho-31435/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, a manhã deverá começar com alguma nebulosidade baixa, neblinas e nevoeiros no litoral Norte e Centro, um cenário típico da época, mas que tenderá a dissipar-se rapidamente à medida que a radiação solar aumentar. Durante a tarde, o céu deverá permanecer pouco nublado ou apresentar apenas algumas nuvens altas, enquanto no Alentejo e no Algarve o sol deverá dominar praticamente todo o dia. O vento soprará, em geral, fraco de oeste, entre 10 e 20 km/h, podendo intensificar-se temporariamente nas terras altas, com rajadas até aos 35 km/h.</p>
<p>O maior destaque da previsão continua a ser a subida das temperaturas máximas, particularmente nas zonas do interior, onde várias localidades poderão alcançar os 35 graus. No litoral, apesar da influência marítima, o ambiente será igualmente agradável, favorecido por vento fraco e por temperaturas da água do mar excecionalmente elevadas para esta altura do ano. Na costa ocidental, a água poderá atingir localmente os 21 a 23 graus, enquanto na costa sul do Algarve deverá rondar os 24 graus, criando condições muito favoráveis para atividades balneares, embora seja recomendada especial atenção aos elevados índices de radiação ultravioleta.</p>
<p>Do ponto de vista meteorológico, o padrão atmosférico mantém-se praticamente inalterado relativamente aos últimos dias. Uma depressão isolada continua posicionada a noroeste da Península Ibérica, sobre o Atlântico, sem produzir efeitos diretos em Portugal. Ainda assim, esta configuração favorece o transporte de ar quente proveniente do Norte de África para o interior da Península, contribuindo para alimentar a intensa onda de calor que continua a afetar Espanha, França e grande parte da região mediterrânica.</p>
<p>Nos arquipélagos, o cenário será distinto. Nos Açores prevê-se um dia com períodos de céu muito nublado alternados com abertas, mais frequentes nas ilhas do grupo Oriental, podendo ocorrer aguaceiros fracos e isolados, sobretudo nos grupos Central e Ocidental. As temperaturas deverão oscilar entre os 17 e os 26 graus, com vento fraco a moderado de oeste e mar relativamente calmo. Na Madeira, o anticiclone continuará a garantir estabilidade atmosférica, com céu pouco nublado, possibilidade reduzida de aguaceiros nas zonas montanhosas e nas encostas voltadas a oeste, vento fraco a moderado de norte e temperaturas praticamente sem alterações.</p>
<p>Embora esta quarta-feira apresente um cenário típico de verão, marcado por dias soalheiros, vento fraco e calor moderado, os indicadores atmosféricos sugerem que esta subida das temperaturas poderá representar apenas o início de um novo episódio de calor mais intenso. As projeções apontam para a possibilidade de uma nova onda de calor começar já no próximo sábado, tornando os próximos dias decisivos para confirmar a evolução do estado do tempo em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789137]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nova tecnologia permite medir humidade florestal na Península Ibérica para prevenir incêndios</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nova-tecnologia-permite-medir-humidade-florestal-na-peninsula-iberica-para-prevenir-incendios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:57:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nova ferramenta digital desenvolvida na Catalunha permite conhecer em tempo real a humidade da vegetação florestal da Península Ibérica e ilhas Baleares, para prever com maior precisão o risco de incêndios durante as ondas de calor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma nova ferramenta digital desenvolvida na Catalunha permite conhecer em tempo real a humidade da vegetação florestal da Península Ibérica e ilhas Baleares, para prever com maior precisão o risco de incêndios durante as ondas de calor.</P><br />
<P>A plataforma, denominada ForestDrought e desenvolvida pelo Centro de Investigação Ecológica e Aplicações Florestais (CREAF), atualiza diariamente o estado hídrico das florestas e a quantidade de água no solo através de mapas de acesso livre, informou o CREAF hoje em comunicado.</P><br />
<P>O mapa desenvolvido pela ferramenta digital demostra que, nos últimos meses, as chuvas abundantes do inverno permitiram que as florestas chegassem a junho com boas reservas de água, mas as ondas de calor estão agora a alterar essa situação devido à transpiração das plantas.</P><br />
<P>Segundo as estimativas da ForestDrought, nas últimas semanas registou-se maior secura na Extremadura, na zona ocidental da Andaluzia e em Castela-La Mancha.</P><br />
<P>&#8220;Quando as plantas têm menos de 100% de humidade, é indicativo de stress hídrico, e se desce abaixo dos 80%, é preciso estar alerta, porque significa que a vegetação está muito seca e pode inflamar-se com maior facilidade&#8221;, destacou Miquel de Cáceres, investigador no CREAF.</P><br />
<P>Além da secura do solo e das plantas, é possível visualizar outros indicadores críticos para a prevenção, como o potencial de propagação do fogo pelas copas das árvores, a probabilidade de ignição do mato e a humidade da vegetação morta.</P><br />
<P>&#8220;Queremos que esta ferramenta seja útil para antecipar com maior fiabilidade quando e onde a vegetação viva se encontra em situação crítica e pode representar risco de incêndio&#8221;, afirmou Víctor Granda, cientista de dados da equipa.</P><br />
<P>Para elaborar estas simulações diárias, a ferramenta integra dados meteorológicos da Agência Estatal de Meteorologia (AEMET), do Servei Meteorològic de Catalunya (SMC), da MeteoGalicia e da Rede de Informação Agroclimática da Andaluzia (RIA).</P><br />
<P>Esta informação é cruzada com dados sobre tipo de solo, relevo e estrutura das florestas, provenientes do Inventário Florestal Nacional, do Mapa Florestal de Espanha e de mapas LiDAR.</P><br />
<P>A base científica da plataforma provém de um estudo publicado na revista New Phytologist e liderado pelo CREAF, que pela primeira vez incorpora a humidade da vegetação viva nos modelos de risco de incêndio, superando os índices tradicionais que apenas avaliavam a secura da matéria morta.</P><br />
<P>A investigação demonstra que as árvores resistem melhor à seca por terem raízes profundas e fecharem os poros para reter água, enquanto os arbustos do sub-bosque secam muito mais rapidamente, o que explica porque dois bosques vizinhos com o mesmo clima podem apresentar riscos de incêndio totalmente distintos.</P><br />
<P>A associação ambientalista portuguesa Zero indicou que 2025 foi &#8220;o quarto pior ano em área ardida desde 2001&#8221; em Portugal, com o &#8220;dobro da área queimada em 2024 e mais ignições do que no ano anterior&#8221;.</P><br />
<P>A mesma associação destacou que os incêndios rurais em 2025 elevaram a área ardida para 98% da extensão prevista até 2030 pelo Programa Nacional de Ação (PNA) desenhado pelas autoridades. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789382]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-presidente colombiano pede à futura governação que mantenha acordo de paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente colombiano e Prémio Nobel da Paz Juan Manuel Santos (2010-2018) apelou esta terça-feira ao presidente eleito Abelardo de la Espriella para que prossiga com a implementação do acordo de paz assinado em 2016.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-presidente colombiano e Prémio Nobel da Paz Juan Manuel Santos (2010-2018) apelou esta terça-feira ao presidente eleito Abelardo de la Espriella para que prossiga com a implementação do acordo de paz assinado em 2016. </P><br />
<P>&#8220;Faço um apelo respeitoso, mas firme, ao próximo Governo para que retome o caminho da implementação. Não como um legado de um Governo, mas como uma política de Estado que beneficia todos os colombianos&#8221;, afirmou Santos durante a participação num congresso que comemora uma década da assinatura do acordo de paz, assinado em 24 de novembro de 2026, que permitiu a desmobilização das antigas FARC. </P><br />
<P>De la Espriella, que tomará posse no próximo dia 07 de agosto, anunciou esta segunda-feira a eliminação de conselhos e agências ligados à Presidência da República, entre os quais o do comissário para a Paz, que tem conduzido as negociações com os grupos armados ilegais.</P><br />
<P>&#8220;A partir de 07 de agosto, o objetivo será a segurança do povo e o desmantelamento total do perverso sistema de impunidade que reina neste momento e que vai acabar assim que eu assumir o cargo de forma definitiva&#8221;, declarou esta terçafeira o presidente eleito, crítico da política de &#8220;Paz Total&#8221; do Presidente cessante, Gustavo Petro.</P><br />
<P>De la Espriella afirmou que, quando assumir a Presidência, os ministérios da Justiça e do Interior, juntamente com o comissário para a Segurança &#8212; uma figura que ainda não existe &#8212;, &#8220;têm ordens para acabar imediatamente, no respeito pela Constituição e pela lei, com toda a impunidade que se refugia na ilusão de uma falsa paz&#8221;.</P><br />
<P>Santos destacou, por isso, os resultados alcançados desde a assinatura do acordo e agradeceu àqueles que participaram no processo, em especial às vítimas, pela confiança. </P><br />
<P>&#8220;Quero agradecer à comunidade internacional que nos acompanhou com constância e perseverança (&#8230;), aos negociadores do Governo e da antiga guerrilha, cujo trabalho permitiu abrir uma porta que muitos acreditavam estar fechada. Mas, acima de tudo, quero agradecer às vítimas e aos signatários da paz&#8221;, afirmou Santos, que recebeu o Prémio Nobel da Paz em 2016. </P><br />
<P>O ex-presidente destacou o trabalho da Jurisdição Especial para a Paz (JEP), que impõe penas restaurativas, que não implicam prisão, àqueles que colaboram no esclarecimento da verdade sobre o que aconteceu durante o conflito armado.</P><br />
<P>&#8220;O que está a acontecer na JEP não tem precedentes no mundo. Os principais responsáveis a reconhecerem publicamente crimes atrozes, delitos que durante décadas permaneceram impunes&#8221;, enfatizou. </P><br />
<P>Além disso, Santos rejeitou que o acordo tenha fortalecido os grupos criminosos no país.</P><br />
<P>&#8220;Atribuir a culpa ao acordo pelas ações destas estruturas é ignorar deliberadamente a realidade e, acima de tudo, ignorar que o que permite travar esses grupos é precisamente a sua implementação e não a sua sabotagem. O fracasso não é do acordo, é daqueles que impediram a sua implementação integral&#8221;, afirmou o ex-governante. </P><br />
<P>Por seu lado, os últimos dirigentes do antigo secretariado da guerrilha das FARC pediram, esta terça-feira, em carta enviada ao presidente eleito que &#8220;encontre formas&#8221; que permitam cumprir a implementação do tratado, cujo décimo aniversário será comemorado em novembro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789381]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-comandante das FARC preocupado com violência após posse do futuro presidente da Colômbia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 04:49:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ex-comandante das ex-FARC colombianas manifestou-se preocupado com "mensagens de ódio" estimuladas pelo presidente eleito da Colômbia, que ameaça prendê-lo e revogar o acordo de paz de 2016 entre a guerrilha e o Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um ex-comandante das ex-FARC colombianas manifestou-se preocupado com &#8220;mensagens de ódio&#8221; estimuladas pelo presidente eleito da Colômbia, que ameaça prendê-lo e revogar o acordo de paz de 2016 entre a guerrilha e o Estado.</P><br />
<P>Rodrigo Londoño, também conhecido por Timochenko, explicou em declarações à AFP que antigos líderes da guerrilha, hoje dissolvida, escreveram ao presidente eleito Abelardo de la Espriella a reconhecer a vitória eleitoral e a solicitar um diálogo, com o objetivo de &#8220;honrar&#8221; o acordo de paz de que são signatários.</P><br />
<P>Os signatários do acordo, segundo o ex-comandante, são constantemente alvo de &#8220;estigmatização&#8221; e de &#8220;mensagens de ódio&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há pessoas que, com uma voz influente, difundem estas mensagens e isso é extremamente perigoso (&#8230;). É muito importante que diminuamos o volume destas mensagens de ódio&#8221;, apelou.</P><br />
<P>De la Espriella, um advogado sem experiência na política, representa a direita radical e defende uma linha dura contra os grupos armados. </P><br />
<P>Qualificando Timochenko como um &#8220;criminoso de guerra&#8221; que &#8220;merece prisão perpétua&#8221;, De la Espriella manifestou a intenção de bombardear os grupos envolvidos no tráfico de droga e pôr fim às negociações infrutíferas iniciadas pelo ainda Presidente de esquerda, Gustavo Petro, com as facções dissidentes das ex-FARC ainda ativas.</P><br />
<P>O presidente eleito pretende abolir o tribunal especial que julga os crimes cometidos durante o conflito entre os rebeldes e o Estado, o qual aplica penas alternativas à prisão aos antigos guerrilheiros e militares cujos testemunhos ajudam a esclarecer os acontecimentos.</P><br />
<P>Rodrigo Londoño foi condenado, em 2025, a oito anos de trabalhos de interesse geral pelos mais de 21.000 sequestros perpetrados pelas FARC.</P><br />
<P>De la Espriella considera que a justiça se mostrou mais clemente para com os ex-rebeldes do que para com os militares acusados de execuções extrajudiciais.</P><br />
<P>Cerca de 13.000 guerrilheiros depuseram as armas na altura do acordo assinado em 24 de novembro de 2016, numa tentativa de se reintegrarem na sociedade. Entre os signatários, 492 foram mortos, segundo a Missão de Verificação da ONU.</P><br />
<P>Na terça-feira, Timochenko e outros seis líderes históricos das ex-FARC, entre os quais Pastor Alape, Pablo Catatumbo e Julian Gallo, reafirmaram numa carta dirigida a Abelardo de la Espriella o &#8220;compromisso inabalável de respeitarem&#8221; a paz.</P><br />
<P>&#8220;Esperamos que o Estado colombiano honre o acordo celebrado com a mesma sinceridade&#8221;, escreveram ainda.</P><br />
<P>&#8220;Penso que o diálogo é essencial para instaurar a paz. É assim que nós, seres humanos, nos podemos compreender uns aos outros&#8221;, sublinhou Timochenko à agência France Presse.</P><br />
<P>&#8220;A sociedade colombiana já amadureceu bastante e podemos compreender-nos e fazer avançar a Colômbia, como todos desejamos, e construir juntos apesar das nossas diferenças&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Segundo os especialistas, os grupos armados ilegais ganharam força nos últimos quatro anos na Colômbia.</P><br />
<P>Abelardo de la Espriella assumirá funções no próximo dia 07 de agosto.</P></p>
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