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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2026 05:44:37 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Apoios aos combustíveis: Governo prepara retirada gradual das medidas extraordinárias. O que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de agora, a evolução das medidas dependerá das opções do Executivo, que já sinalizou uma redução gradual dos apoios fiscais aos combustíveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O pacote extraordinário de apoios aos combustíveis, criado para responder à subida dos preços associada à crise energética no Médio Oriente, não vai terminar de forma imediata esta terça-feira, apesar de o período de vigência inicialmente previsto chegar ao fim.</p>
<p>Fonte do Ministério do Ambiente e da Energia contactada pela ‘Executive Digest’ esclareceu que “o fim dos apoios vai ser gradual”. A orientação aplica-se não apenas aos descontos associados ao Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos, conhecido como ISP, mas também aos restantes apoios extraordinários criados para setores particularmente expostos ao aumento dos combustíveis.</p>
<p>O pacote tinha sido aprovado para vigorar entre abril e junho, num contexto de forte pressão sobre os preços da energia, agravado pela instabilidade no Médio Oriente e pela volatilidade nos mercados internacionais. Mas, apesar do fim do prazo inicialmente definido, o Governo não deverá retirar todas as medidas de uma só vez.</p>
<p>A ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, já tinha sinalizado essa orientação, ao defender uma redução progressiva dos descontos nos combustíveis fósseis, em linha com as recomendações da Comissão Europeia e com os objetivos climáticos. “A nossa ideia é ir reduzindo progressivamente”, afirmou a governante em entrevista à &#8216;Antena 1&#8217;, admitindo que o Executivo quer aproveitar momentos de descida dos preços dos combustíveis para reduzir o desconto no ISP.</p>
<p><strong>Era para terminar, mas entra agora numa fase de transição</strong></p>
<p>Entre as medidas abrangidas pelo pacote estão apoios ao gasóleo profissional, aos setores agrícola, florestal, das pescas e da aquicultura, às associações humanitárias de bombeiros, às empresas de táxis, às Instituições Particulares de Solidariedade Social e aos operadores de transporte público de passageiros.</p>
<p>No caso do gasóleo profissional, o mecanismo previa um apoio de 10 cêntimos por litro, até ao limite máximo de 15 mil litros por viatura, nos abastecimentos elegíveis realizados durante o período definido.</p>
<p>O Governo criou também um apoio extraordinário aos setores agrícola, florestal, das pescas e da aquicultura, no valor de 10 cêntimos por litro de gasóleo colorido e marcado, relativo aos consumos efetuados entre abril e junho.</p>
<p>As associações humanitárias de bombeiros e as empresas de transporte em táxi foram igualmente abrangidas por apoios associados à subida dos custos com combustíveis. Já as Instituições Particulares de Solidariedade Social tiveram direito a um pagamento único de 600 euros por instituição, destinado a compensar parte do aumento dos encargos energéticos.</p>
<p>Com o fim do prazo inicialmente fixado, estas medidas entram agora numa nova fase. Em vez de uma eliminação imediata, o Executivo deverá proceder a ajustamentos progressivos, tendo em conta a evolução dos preços dos combustíveis, o impacto nos setores abrangidos e os compromissos assumidos no quadro europeu.</p>
<p><strong>Autocarros têm novo apoio até 1.260 euros por veículo</strong></p>
<p>Dentro dos apoios que se mantêm, está também uma nova ajuda aos operadores privados de transporte público de passageiros, justificada pelo Governo com a “disrupção do mercado” causada pelo aumento abrupto dos preços dos combustíveis na sequência do conflito armado no Médio Oriente.</p>
<p>A portaria publicada em &#8216;Diário da República&#8217; prevê um apoio extraordinário mensal de 420 euros por veículo pesado licenciado para serviço público de passageiros. A medida prolonga-se por três meses e será paga de uma só vez, o que significa um apoio máximo de 1.260 euros por autocarro.</p>
<p>O apoio tem uma dotação global máxima de 15 milhões de euros, suportada pelo Fundo Ambiental e transferida para o Instituto da Mobilidade e dos Transportes, que ficará responsável pela gestão do processo e pela verificação da elegibilidade.</p>
<p>São abrangidos operadores privados de transporte público de passageiros com alvará válido no primeiro trimestre de 2026. A medida aplica-se a veículos das categorias M2 e M3, ou seja, veículos pesados de transporte de passageiros com mais de oito lugares sentados além do condutor, incluindo autocarros de maior dimensão.</p>
<p>Para serem elegíveis, os veículos terão de ter inspeção periódica obrigatória válida e situação regular no IMT. Caso o total das candidaturas ultrapasse a dotação disponível, será aplicado um rateio proporcional entre os beneficiários elegíveis.</p>
<p>O diploma justifica a medida com a rigidez dos contratos de serviço público, que obrigam os operadores a manter oferta, frequências e níveis de serviço, mesmo quando os custos operacionais aumentam. O Governo sublinha que estes operadores não podem repercutir automaticamente a subida dos combustíveis no preço dos títulos de transporte, nem reduzir unilateralmente os serviços prestados.</p>
<p><strong>Botija de gás solidária prolongada até setembro</strong></p>
<p>Outro apoio que não termina com o fim de junho é a botija de gás solidária. Maria da Graça Carvalho indicou que o Governo vai prolongar esta medida até meados de setembro.</p>
<p>O apoio concede 25 euros por botija, com o limite de duas botijas por mês, a famílias economicamente vulneráveis. A medida deveria terminar no final de junho, mas será mantida durante o verão.</p>
<p>A decisão surge num contexto em que o Executivo pretende retirar progressivamente os apoios aos combustíveis fósseis, mas sem provocar uma quebra abrupta nos mecanismos de proteção dirigidos a famílias e setores mais expostos.</p>
<p><strong>Espanha também retira apoios, mas de forma faseada</strong></p>
<p>A retirada gradual dos apoios aos combustíveis não é exclusiva de Portugal. Em Espanha, o IVA dos combustíveis volta a 21% a partir desta quarta-feira, depois de ter estado em 10% durante mais de três meses, no âmbito de um pacote aprovado em março para mitigar o impacto da subida dos preços provocada pela guerra no Médio Oriente.</p>
<p>As medidas espanholas incluíram a descida temporária do IVA de 21% para 10% nos combustíveis e hidrocarbonetos, além de descontos fiscais na energia e outras ajudas. Parte desses apoios foi sendo levantada de forma progressiva.</p>
<p>O ministro da Economia espanhol, Carlos Cuerpo, confirmou que o IVA reduzido nos combustíveis termina a 1 de julho. Ainda assim, mantém-se em julho um desconto de 15 cêntimos por litro nos hidrocarbonetos, que será reduzido em agosto e setembro.</p>
<p>Continuam também os apoios à compra de fertilizantes para a agricultura, bem como descontos específicos sobre gasóleo agrícola e para camiões. O Governo espanhol não anunciou alterações a esses mecanismos.</p>
<p>A decisão ocorre num momento em que a inflação espanhola se mantém sob pressão. Segundo a estimativa preliminar do Instituto Nacional de Estatística espanhol, os preços subiram 3,2% em junho face ao mesmo mês de 2025. A inflação subjacente ficou em 2,9%.</p>
<p>O Governo espanhol destacou que as medidas extraordinárias aprovadas em março contribuíram para reduzir a inflação geral em cerca de um ponto percentual.</p>
<p><strong>Governo quer reduzir apoios, mas sem corte abrupto</strong></p>
<p>Em Portugal, a estratégia passa agora por equilibrar três objetivos: retirar gradualmente os apoios aos combustíveis fósseis, cumprir as orientações europeias em matéria ambiental e evitar um choque imediato sobre famílias, empresas e setores fortemente dependentes da energia.</p>
<p>O Brent, referência para a Europa, tem vindo a aliviar nas últimas semanas, com a perspetiva de normalização no Médio Oriente e de menor pressão sobre o trânsito marítimo no Estreito de Ormuz. Ainda assim, o Governo não se compromete com um calendário fechado para a eliminação total dos descontos, alegando que a evolução dos preços do petróleo continua incerta.</p>
<p>Assim, mais do que o fim imediato do pacote extraordinário, esta terça-feira marca o início de uma fase de transição. Os apoios não desaparecem todos de uma vez: serão reduzidos, ajustados ou prolongados consoante a medida, o setor abrangido e a evolução dos preços nos mercados internacionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781296]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Moçambique já trocou quase 480 milhões de euros em dívida que vencia este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Moçambique trocou este ano 35.938 milhões de meticais (479,8 milhões de euros) em Obrigações do Tesouro (OT) que venciam em 2026, em cinco leilões realizados nos primeiros seis meses, segundo dados oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Moçambique trocou este ano 35.938 milhões de meticais (479,8 milhões de euros) em Obrigações do Tesouro (OT) que venciam em 2026, em cinco leilões realizados nos primeiros seis meses, segundo dados oficiais.</P><br />
<P>A mais recente destas operações, OT-2026-S5, aconteceu em 23 de junho e envolveu a troca de mais 779,4 milhões de meticais (10,4 milhões de euros), segundo dados da Bolsa de Valores de Moçambique (BVM).</P><br />
<P>Estes leilões têm permitido ao Estado moçambicano trocar dívida que vencia este ano por nova dívida, com maturidade até cinco anos, pagando juros de pouco mais de 13%.</P><br />
<P>Moçambique prevê 18 emissões de Obrigações do Tesouro em 2026, totalizando 34,2 mil milhões de meticais (456,6 milhões de euros), e nove operações de troca de emissões que vencem este ano, no montante de 45,7 mil milhões de meticais (610 milhões de euros).</P><br />
<P>De acordo com um diploma do Ministério das Finanças, noticiado anteriormente pela Lusa, as emissões de &#8220;Obrigações do Tesouro &#8212; 2026&#8221; serão feitas através da BVM.</P><br />
<P>&#8220;Ao abrigo do presente diploma, o emitente poderá executar operações neutras, ou seja, de gestão do seu passivo em Obrigações do Tesouro por via de leilões de troca ou transações de recompra, sem acarretar o desgaste do limite de emissões fixado, sem prejuízo do Calendário de Emissões&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>O documento acrescenta que, &#8220;para permitir flexibilidade na gestão da carteira das OT, poderão ser introduzidos leilões de reabertura, sem prejuízo do Calendário de Emissões&#8221; definido.</P><br />
<P>Já no calendário de leilões de troca de &#8220;Obrigações do Tesouro 2026&#8221; incluem-se quatro emissões de 2021, quatro de 2022 e uma de 2023, todas com vencimento previsto para este ano.</P><br />
<P>A ministra das Finanças de Moçambique, Carla Loveira, afirmou em 29 de outubro que a sustentabilidade da dívida pública é &#8220;um dos maiores desafios&#8221; da economia moçambicana, estando em curso &#8220;reformas&#8221; para a sua gestão sustentável.</P><br />
<P>O Governo moçambicano contratou a norte-americana Alvarez &amp; Marsal para &#8220;apoiar na elaboração do plano de reestruturação da dívida pública&#8221; e para &#8220;prestar apoio na elaboração da Estratégia da Dívida Pública 2026-2029&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783419]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Interior de Portugal continental em perigo máximo e muito elevado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:38:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase 20 concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro enfrentam hoje um perigo de incêndio máximo e todos os distritos do interior têm concelhos em perigo muito elevado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quase 20 concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro enfrentam hoje um perigo de incêndio máximo e todos os distritos do interior têm concelhos em perigo muito elevado.</P><br />
<P>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) tem alertado em comunicados que está previsto um longo período de &#8220;tempo muito quente e seco&#8221; em Portugal continental, com temperaturas máximas até 43 graus em algumas regiões.</P><br />
<P>&#8220;Prevê-se um longo período com tempo quente e seco, com a temperatura máxima a atingir valores entre 40 e 43°C no Vale do Tejo e no Alentejo a partir de dia 01 [quarta-feira], e que poderão estender-se a alguns locais das restantes regiões no final da semana&#8221;, lê-se no comunicado distribuído na segunda-feira.</P><br />
<P>Face também a estas previsões, o perigo de incêndio vai agravar-se e na quinta-feira e até dia 08 de julho o risco será máximo e muito elevado em praticamente todo o continente, de acordo com a previsão do IPMA.</P><br />
<P>	O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783418]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>3.º período termina hoje para milhares de alunos do pré-escolar e 1.º ciclo. Veja o calendário do próximo ano letivo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/3-o-periodo-termina-hoje-para-milhares-de-alunos-do-pre-escolar-e-1-o-ciclo-veja-o-calendario-do-proximo-ano-letivo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta terça-feira é o último dia de aulas para os alunos do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo (1.º, 2.º,3.º e 4.º anos), que são os últimos a terminar o ano letivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As aulas do 3.º período arrancaram a 13 de abril e acabaram no início de junho, no dia 5, para os 9.º, 11.º e 12.º anos. Depois, a 12 de junho, foram os alunos do 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º ano a terminar as aulas.</p>
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<div id="brxe-titetb" class="brxe-post-content">
<p>Esta terça-feira é o último dia de aulas para os alunos do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo (1.º, 2.º,3.º e 4.º anos), que são os últimos a terminar o ano letivo.</p>
<p>Agora, os alunos do pré-escolar a 1.º ciclo vão de férias até setembro, sendo que já se conhece o calendário do próximo ano letivo (2026/2027).</p>
<p>O início das aulas está marcado para entre os dias 11 e 15 de setembro, com o o primeiro período a ter o fim marcado para o dia 18 de dezembro de 2026. À semelhança dos outros anos letivos, o calendário escolar conta com três períodos.</p>
<p>As férias de Natal estão marcadas entre o dia 16 de dezembro de 2026 e 31 de dezembro de 2026. O segundo período começa a 4 de janeiro e estende-se até ao dia 19 de março de 2027.</p>
<p>Já o terceiro período tem início marcado para dia 5 de abril, e termina entre o dia 4 e 28 de junho.</p>
<p>O dia em que os alunos terminam o terceiro período está relacionado com os exames, sendo que os do 9.º, 11.º e 12.º ano terminam primeiro, a 4 de junho, do 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º acabam a 11 de junho, e o pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico, a 30 de junho.</p>
<h3>Calendário escolar 2026-2027</h3>
<h4>Períodos letivos</h4>
<table id="tablepress-689" class="tablepress tablepress-id-689 tablepress-responsive">
<tbody>
<tr class="row-1">
<td class="column-1"><strong>Períodos letivos</strong></td>
<td class="column-2"><strong>Início</strong></td>
<td class="column-3"><strong>Fim</strong></td>
</tr>
<tr class="row-2">
<td class="column-1">1.º</td>
<td class="column-2">Entre 11 e 15 de setembro de 2026</td>
<td class="column-3">18 de dezembro de 2026</td>
</tr>
<tr class="row-3">
<td class="column-1">2.º</td>
<td class="column-2">4 de janeiro de 2027</td>
<td class="column-3">19 de março de 2027</td>
</tr>
<tr class="row-4">
<td class="column-1">3.º</td>
<td class="column-2">5 de abril de 2027</td>
<td class="column-3">4 de junho de 2027 — 9.º ano, 11.º e 12.º anos de escolaridade<br />
11 de junho de 2027 — 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade<br />
30 de junho de 2027 — educação pré-escolar</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Interrupções letivas</h4>
<table id="tablepress-688" class="tablepress tablepress-id-688 tablepress-responsive">
<tbody>
<tr class="row-1">
<td class="column-1"><strong>Pausas letivas</strong></td>
<td class="column-2"><strong>Início</strong></td>
<td class="column-3"><strong>Fim</strong></td>
</tr>
<tr class="row-2">
<td class="column-1">Natal</td>
<td class="column-2">16 de dezembro de 2026</td>
<td class="column-3">31 de dezembro de 2026</td>
</tr>
<tr class="row-3">
<td class="column-1">Carnaval</td>
<td class="column-2">8 de fevereiro de 2027</td>
<td class="column-3">10 de fevereiro de 2027</td>
</tr>
<tr class="row-4">
<td class="column-1">Páscoa</td>
<td class="column-2">22 de março de 2027</td>
<td class="column-3">2 de abril de 2027</td>
</tr>
<tr class="row-5">
<td class="column-1">Verão</td>
<td class="column-2">5 de junho de 2027 — 9.º ano, 11.º e 12.º anos de escolaridade<br />
12 de junho de 2027 — 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade<br />
1 de julho de 2027 — educação pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico</td>
<td class="column-3"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768834]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Macau participa pela primeira vez na Bienal de Arte Contemporânea de Curitiba</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/macau-participa-pela-primeira-vez-na-bienal-de-arte-contemporanea-de-curitiba/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Macau está a participar pela primeira vez na Bienal de Arte Contemporânea de Curitiba, um dos maiores eventos na América Latina, levando ao Brasil obras que evocam a portuguesa Helena Almeida, disse hoje à Lusa a curadora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Macau está a participar pela primeira vez na Bienal de Arte Contemporânea de Curitiba, um dos maiores eventos na América Latina, levando ao Brasil obras que evocam a portuguesa Helena Almeida, disse hoje à Lusa a curadora.</P><br />
<P>A portuguesa Margarida Saraiva, curadora do Museu de Arte de Macau, disse esperar que a estreia em Curitiba crie um &#8220;precedente para futuras colaborações&#8221; e &#8220;abra portas para o intercâmbio com o Brasil e a América Latina&#8221;.</P><br />
<P>O Instituto Cultural (IC) da região chinesa montou um pavilhão no espaço principal da bienal, o Museu Oscar Niemeyer, dedicado ao célebre arquiteto brasileiro, que morreu em 2012.</P><br />
<P>A 16.ª edição da bienal &#8212; de regresso ao formato presencial depois de a última, em 2021, ter decorrido online devido à pandemia &#8212; arrancou em 14 de junho e decorre até 15 de novembro na capital do estado de Paraná, no sul do Brasil.</P><br />
<P>O pavilhão de Macau é composto por três trabalhos digitais encomendados pelo IC para a primeira retrospetiva na Ásia de Helena Almeida (1934-2018), que reuniu no MAM, entre janeiro e abril, 190 peças da artista portuguesa.</P><br />
<P>A obra &#8220;Cinco Língu-Língu&#8221;, da artista de Macau Bianca Lei Sio Chong, junta cinco línguas: cantonês (língua dominante em Hong Kong e Macau), mandarim, inglês, português e patuá (crioulo de origem portuguesa de Macau, em vias de extinção).</P><br />
<P>Numa altura em que a inteligência artificial normaliza a tradução universal, o trabalho de Bianca Lei &#8220;resiste à homogeneização linguística num mundo de inteligência artificial&#8221;, sublinhou Margarida Saraiva.</P><br />
<P>Em outra obra, &#8220;Fragmentos do Tempo &#8211; Teatro do Rosto&#8221;, do chinês Gao Fuyan, o rosto do espetador é capturado, projetado, impresso e triturado, para questionar &#8220;o que resta do ser humano na era do reconhecimento facial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;WU . Stone . Sardapass&#8221;, de Peng Yun, mergulha no &#8220;limiar entre o humano e a máquina&#8221;, ao mostrar a artista chinesa radicada em Macau a trabalhar, observada por um cão-robô.</P><br />
<P>Margarida Saraiva sublinhou que a presença de Macau na bienal de Curitiba faz parte das atividades do Ano Cultural Brasil-China 2026, que assinala os 50 anos de relações diplomáticas entre os dois países.</P><br />
<P>A mostra reflete &#8220;a política de reforço dos laços com os países de língua portuguesa&#8221; e reafirma a &#8220;posição única de Macau entre os mundos chinês e lusófono&#8221;, defendeu a investigadora.</P><br />
<P>A presença em Curitiba é &#8220;um marco de diplomacia cultural&#8221;, sendo a primeira vez que Macau cria um pavilhão num grande evento artístico da América Latina, recordou Saraiva.</P><br />
<P>A bienal de Curitiba, organizada pela primeira vez em 1993, reúne este ano mais de 300 artistas de 38 países e territórios. O evento, com uma área de exposição de 35 mil metros quadrados, atrai mais de um milhão de visitantes por edição, disse Saraiva.</P><br />
<P>O público poderá descobrir &#8220;uma Macau que não é apenas destino turístico, mas lugar de reflexão profunda sobre o nosso tempo&#8221;, disse a curadora.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783417]]></sapo:autor>
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		<title>Entrega do IRS termina hoje com 6 milhões de declarações já submetidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:24:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O prazo para os contribuintes entregarem a declaração de IRS de 2025 termina hoje, ao fim de três meses, numa altura em que o Portal das Finanças já recebeu seis milhões de declarações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O prazo para os contribuintes entregarem a declaração de IRS de 2025 termina hoje, ao fim de três meses, numa altura em que o Portal das Finanças já recebeu seis milhões de declarações.</P><br />
<P>Segundo as estatísticas publicadas no site da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), até segunda-feira foram submetidas 6.130.014 de declarações de rendimento.</P><br />
<P>A submissão das declarações é feita exclusivamente no Portal das Finanças, onde o fisco apresenta uma declaração pré-preenchida com informações sobre os rendimentos e outros dados relevantes para o cálculo final do imposto (como as deduções à coleta, de saúde, educação e outras).</P><br />
<P>A administração fiscal tem até 31 de julho para concluir as liquidações de IRS em relação aos contribuintes que entregarem a declaração no prazo regular, isto é, para dar por concluído o cálculo final do imposto e todo o processo de validação das declarações.</P><br />
<P>O imposto a pagar é calculado sobre a totalidade dos rendimentos ganhos de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2025, das várias categorias de rendimento, que podem não ser apenas os do salário, mas de outro tipo (como rendimentos de capital ou de rendas do arrendamento de uma casa, por exemplo).</P><br />
<P>Do acerto final do imposto resulta uma de três situações: um contribuinte recebe um reembolso, entrega mais imposto ao Estado, ou nada tem a receber nem a entregar.</P><br />
<P>Se um contribuinte ainda tiver de entregar IRS ao Estado neste momento &#8212; porque o valor já entregue ao longo do ano passado através das retenções na fonte não perfaz a totalidade do imposto real que incide sobre os rendimentos &#8211;, o prazo para fazer o pagamento à AT termina em 31 de agosto.</P><br />
<P>Se um contribuinte tiver direito a um reembolso, significa que o valor do imposto que já se encontra do lado do Estado é superior ao imposto devido.</P><br />
<P>A AT tem até 31 de agosto para emitir os reembolsos de IRS, que são processados para o IBAN (número de conta bancária internacional) indicado por um contribuinte no momento da entrega da declaração ou que esteja associado à base de dados central do fisco.</P><br />
<P>Se um IBAN não estiver válido, o reembolso &#8220;será emitido por cheque para a morada do contribuinte&#8221; constante da base de dados da AT, de acordo com a informação publicada no Portal das Finanças.</P><br />
<P>&#8220;Os cheques de reembolso são sempre emitidos &#8216;não à ordem&#8217; e cruzados, o que impossibilita o endosso e obriga ao seu depósito em conta bancária&#8221;, mas para atender aos contribuintes sem conta bancária &#8220;foi criada a figura da &#8216;cedência de crédito&#8217;, a qual consiste na cedência de crédito a um contribuinte diferente, que possua conta bancária&#8221;, refere-se no Portal das Finanças.</P><br />
<P>Segundo o artigo 95.º do Código do IRS, se o valor a devolver for inferior a dez euros, não há reembolso.</P><br />
<P>Da mesma forma, o fisco não cobra a um contribuinte se o acerto do IRS ditar que um contribuinte tem de entregar menos de 25 euros.</P><br />
<P>Se o fisco não emitir o reembolso dentro do prazo legal até 31 de agosto, tem de pagar juros indemnizatórios aos contribuintes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783416]]></sapo:autor>
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		<title>Cinco mortos em desabamento de uma mina de jade em Myanmar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:24:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O desabamento de uma mina de jade abandonada em Myanmar (antiga Birmânia), provocado por fortes chuvas da monção, deixou cinco mortos e pelo menos quinze pessoas estão desaparecidas, informou hoje a imprensa estatal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O desabamento de uma mina de jade abandonada em Myanmar (antiga Birmânia), provocado por fortes chuvas da monção, deixou cinco mortos e pelo menos quinze pessoas estão desaparecidas, informou hoje a imprensa estatal.</P><br />
<P>&#8220;Cerca de vinte garimpeiros independentes de jade ficaram soterrados quando a pilha de resíduos ruiu repentinamente&#8221; no domingo à noite, no estado de Kachin, noticiou o jornal The Global New Light of Myanmar.</P><br />
<P>&#8220;A morte de pelo menos cinco pessoas foi confirmada e cerca de 15 pessoas continuam desaparecidas&#8221;, acrescentou o jornal, precisando que as buscas continuam em curso.</P><br />
<P>Atolada numa guerra civil desde um golpe de Estado militar, que derrubou em 2021 o governo eleito de Aung San Suu Kyi, Myanmar possui um vasto setor mineiro não regulamentado.</P><br />
<P>O estado de Kachin, no norte do país, alberga a maior reserva mundial de jade, uma pedra preciosa considerada um amuleto da sorte em muitas culturas asiáticas, nomeadamente na vizinha China.</P><br />
<P>Fações rebeldes envolvidas no conflito controlam muitas minas, cujos lucros utilizam para financiar as suas operações militares.</P><br />
<P>Os habitantes mais pobres vasculham frequentemente os escombros abandonados à procura de fragmentos de jade esquecidos.</P><br />
<P>Os acidentes são frequentes nas minas birmanesas, especialmente durante a estação das monções, quando as chuvas desestabilizam os locais.</P><br />
<P>O área onde ocorreu o acidente no domingo tem sido, nos últimos meses, palco de violentos combates entre o exército e as forças da oposição, que procuram assumir o controlo das minas de jade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783415]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Primeiros portugueses repatriados chegaram esta madrugada a Figo Maduro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:24:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Embraer KC-390 proveniente da Venezuela com 19 cidadãos portugueses a bordo aterrou hoje no aeroporto militar de Figo Maduro às 05:18, de acordo com o site AirNav Radar, de rastreamento mundial de voos da aviação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Embraer KC-390 proveniente da Venezuela com 19 cidadãos portugueses a bordo aterrou hoje no aeroporto militar de Figo Maduro às 05:18, de acordo com o site AirNav Radar, de rastreamento mundial de voos da aviação.</P><br />
<P>O ministro da Defesa, Nuno Melo, anunciou na segunda-feira o repatriamento de 17 cidadãos nacionais, número que foi esta manhã alterado para 19 pela CMTV, prevendo-se ainda inicialmente que Beja fosse o aeroporto de chegada. </P><br />
<P>Os 19 portugueses chegados a Figo Maduro são os primeiros nacionais repatriados depois dos sismos registados na Venezuela em 24 de junho, que causaram, pelo menos, 1.719 mortos e 5.034 feridos, segundo o mais recente balanço oficial, anunciado esta segunda-feira pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 53 portugueses e lusodescendentes, e outros 89 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Nuno Melo disse na segunda-feira que as Forças Armadas portuguesas mantêm a disponibilidade para apoiar a operação na Venezuela com meios e equipamentos.</P><br />
<P>O ministro explicou que, até agora, &#8220;têm existido pedidos de natureza logística e de transporte&#8221; e que a disponibilidade das forças portuguesas para ajudar a Venezuela &#8220;é permanente&#8221;.</P><br />
<P>O governante disse ainda não ter conhecimento de qualquer pedido ao Estado de apoio à trasladação das vítimas mortais portuguesas ou lusodescendentes para Portugal.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783414]]></sapo:autor>
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		<title>Até 40 ºC: calor aperta esta terça-feira, mas nem todo o país vai sentir o mesmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:15:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto a costa beneficia da influência marítima, nas regiões interiores o calor intensifica-se.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O tempo esta terça-feira, 30 de junho, fica marcado pelo reforço do anticiclone sobre o Atlântico, que garante estabilidade atmosférica em grande parte do território continental e dá início a uma subida mais acentuada das temperaturas, sobretudo no interior do país, de acordo com a previsão divulgada pela Luso Meteo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A expansão gradual deste sistema de altas pressões para leste favorece a compressão da massa de ar e impulsiona a entrada de ar mais quente sobre Portugal Continental. Esta evolução cria as condições para o desenvolvimento de um episódio de calor intenso nos próximos dias.</p>
<p><strong>Interior aquece, litoral continua mais fresco</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da estabilização do estado do tempo, a circulação de norte mantém-se ao longo da faixa costeira ocidental. A tradicional nortada continua, por isso, a fazer-se sentir durante a tarde, ajudando a manter temperaturas mais amenas junto ao litoral.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em contrapartida, o interior do país regista uma subida expressiva dos termómetros, fruto da influência de uma massa de ar mais quente, reforçada pela presença de uma depressão térmica no interior da Península Ibérica.</p>
<p class="isSelectedEnd">O contraste entre litoral e interior volta, assim, a ser evidente. Enquanto a costa beneficia da influência marítima, nas regiões interiores o calor intensifica-se e, em alguns dos locais habitualmente mais quentes, os termómetros aproximam-se dos 40 ºC.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a manhã, persistem neblinas e nuvens baixas em alguns pontos do litoral ocidental. No entanto, estas condições dissipam-se ao longo do dia, dando lugar ao predomínio do céu limpo.</p>
<p><strong>Céu pouco nublado e nortada mais intensa durante a tarde</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O céu apresenta-se pouco nublado ou limpo na generalidade do território. No litoral ocidental, as primeiras horas da manhã são marcadas por nuvens baixas e neblinas, enquanto durante a tarde apenas se prevê alguma nebulosidade de desenvolvimento no Interior Norte e Centro.</p>
<p class="isSelectedEnd">O vento sopra do quadrante norte entre os 15 e os 30 km/h, aumentando de intensidade a partir do meio da tarde. Nas praias da costa ocidental e nas terras altas, a nortada torna-se moderada a forte, com rajadas que podem atingir os 65 km/h nos locais mais expostos.</p>
<p><strong>Temperaturas sobem e calor aperta no interior</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As temperaturas máximas registam uma nova subida, especialmente no interior de Portugal Continental.</p>
<p class="isSelectedEnd">No litoral, a influência do vento marítimo limita o aquecimento, com máximas entre os 22 e os 23 ºC na região Oeste e cerca de 26 ºC no Porto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já no interior e no sul do país, o calor torna-se mais intenso. Vila Real alcança os 35 ºC, enquanto Évora e Beja registam cerca de 39 ºC, podendo alguns locais atingir os 40 ºC.</p>
<p>As temperaturas mínimas mantêm-se elevadas no interior, onde várias localidades voltam a registar noites tropicais, com valores superiores a 20 ºC.</p>
<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>Mar mais agitado na costa ocidental</strong></p>
<p>A persistência da nortada provoca um aumento da agitação marítima na costa ocidental, com ondas de noroeste entre os dois e os três metros. A temperatura da água do mar varia entre os 17 e os 19 ºC.</p>
<p>Na costa sul do Algarve, o mar permanece bastante mais calmo, com ondulação inferior a um metro e temperatura da água em torno dos 21 ºC.</p>
<p>O índice de radiação ultravioleta mantém-se muito elevado, entre os níveis 9 e 10, sendo aconselhada proteção adequada durante os períodos de maior exposição solar.</p>
<p><strong>Açores e Madeira mantêm tempo estável</strong></p>
<p>Nas regiões autónomas, o anticiclone continua a garantir tempo seco e céu pouco nublado.</p>
<p>Na Madeira, o vento sopra com maior intensidade e o mar apresenta alguma agitação. Já nos Açores, o estado do tempo mantém-se estável, com temperaturas amenas e uma sensação de tempo ligeiramente abafado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782835]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fitch revê em baixa previsão para vendas de habitação nova na China</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fitch-reve-em-baixa-previsao-para-vendas-de-habitacao-nova-na-china/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fitch Ratings reviu em baixa a previsão para as vendas de habitação nova na China em 2026, estimando uma queda entre 11% e 13%, devido à "persistente fraqueza nas cidades de menor dimensão".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Fitch Ratings reviu em baixa a previsão para as vendas de habitação nova na China em 2026, estimando uma queda entre 11% e 13%, devido à &#8220;persistente fraqueza nas cidades de menor dimensão&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a agência de notação financeira, a revisão reflete a persistente debilidade do mercado imobiliário nas cidades de menor dimensão, que continua a anular a recuperação observada num número reduzido de mercados mais fortes. </P><br />
<P>A Fitch aponta ainda para um aumento da procura de habitação usada, sobretudo nas cidades de maior dimensão, em detrimento das casas novas, devido a &#8220;uma maior parcela da procura habitacional estar a ser absorvida pelas transações de habitação existente&#8221;.</P><br />
<P>A anterior previsão apontava para uma quebra entre 7% e 8%.</P><br />
<P>Apesar da revisão, a agência considera que a contração será menos acentuada do que em 2025 e prevê uma nova moderação da queda em 2027, apoiada na continuidade das medidas de estímulo e numa &#8220;melhoria gradual da confiança&#8221;, liderada pelas cidades de primeira linha.</P><br />
<P>A Fitch assinala que a descida dos preços da habitação usada abrandou desde o início do ano nas 70 maiores cidades chinesas e que a diferença entre a evolução dos preços da habitação nova e usada também diminuiu, sinalizando &#8220;menos vendas motivadas pelo pânico&#8221; no mercado de habitação usada.</P><br />
<P>A recuperação, contudo, permanece desigual. Xangai continua a apresentar o mercado residencial mais resiliente entre as cidades de primeira linha desde o início da crise imobiliária, na segunda metade de 2021, seguida por Pequim e Shenzhen, enquanto Cantão enfrenta maiores dificuldades devido à maior oferta de terrenos.</P><br />
<P>Segundo a agência, esta polarização levou muitas promotoras imobiliárias classificadas pela Fitch a abandonarem cidades mais fracas para concentrarem a atividade em 10 a 15 mercados considerados estratégicos, onde a oferta e a procura estão mais equilibradas.</P><br />
<P>A Fitch acrescenta que todas as promotoras estatais classificadas pela agência que divulgam dados mensais registaram crescimento das vendas nos primeiros cinco meses do ano, com exceção da Yuexiu Property, cuja quebra deverá, ainda assim, atenuar-se ao longo do segundo semestre.</P><br />
<P>A agência prevê igualmente que as margens de lucro do setor permaneçam sob pressão em 2026, devido à necessidade de escoar projetos desenvolvidos em terrenos adquiridos nos anos de maior expansão do mercado, antecipando uma recuperação gradual apenas nos próximos anos.</P><br />
<P>O fluxo de caixa operacional deverá estabilizar com a recuperação das vendas e uma política mais prudente de aquisição de terrenos, aponta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783413]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Atenção contribuintes: Hoje é o último dia para entregar o IRS (e evitar coimas)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os contribuintes portugueses têm até ao final do dia para entregar a declaração de IRS relativa aos rendimentos obtidos em 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os contribuintes portugueses têm até ao final do dia para entregar a declaração de IRS relativa aos rendimentos obtidos em 2025. O prazo legal termina esta terça-feira, 30 de junho, e o incumprimento desta obrigação fiscal pode resultar em coimas, atrasos nos reembolsos e até na perda de alguns benefícios fiscais e apoios sociais.</p>
<div id="brxe-ueiyjj" class="brxe-block">
<div id="brxe-titetb" class="brxe-post-content">
<p>A entrega da declaração Modelo 3 decorre desde 1 de abril e deve ser efetuada exclusivamente através do Portal das Finanças. Com a data limite a hotas do fim, a Autoridade Tributária recomenda que os contribuintes confirmem cuidadosamente todos os dados antes da submissão para evitar erros e eventuais correções posteriores.</p>
<p><strong>Último dia para entregar a declaração</strong><br />
A campanha do IRS de 2026 entra agora na sua fase decisiva. Até ao final do dia, os contribuintes obrigados à entrega da declaração devem submeter a respetiva Modelo 3 referente aos rendimentos de 2025.</p>
<p>A declaração encontra-se disponível no Portal das Finanças e surge frequentemente pré-preenchida pela Autoridade Tributária. Ainda assim, é responsabilidade do contribuinte verificar se os rendimentos, deduções, composição do agregado familiar, IBAN e restantes elementos estão corretos antes da validação final.</p>
<p>O cumprimento do prazo permite evitar penalizações e garante um processamento mais célere do eventual reembolso ou do imposto a pagar.</p>
<p><strong>Quem pode estar dispensado da entrega?</strong><br />
Nem todos os contribuintes estão obrigados a entregar declaração de IRS.</p>
<p>A legislação prevê situações de dispensa para rendimentos provenientes de trabalho dependente ou pensões inferiores a 8.500 euros, desde que não tenha existido retenção na fonte de IRS.</p>
<p>Também podem estar dispensados contribuintes com rendimentos sujeitos a taxas liberatórias sem opção pelo englobamento e pessoas que tenham obtido rendimentos através de ato isolado de valor inferior a 2.090 euros, equivalente a quatro vezes o Indexante dos Apoios Sociais em vigor para 2025.</p>
<p>Ainda assim, mesmo nos casos de dispensa, pode ser vantajoso apresentar a declaração se existir imposto a recuperar.</p>
<p><strong>O que acontece se o IRS for entregue fora do prazo?</strong><br />
A entrega tardia da declaração constitui uma infração tributária e pode dar origem à aplicação de coimas por parte da Autoridade Tributária.</p>
<p>A legislação prevê uma moldura sancionatória que varia entre 150 euros e 3.750 euros para os casos de atraso na entrega da declaração.</p>
<p>No entanto, quando o contribuinte regulariza voluntariamente a situação antes da instauração de um processo de contraordenação, a lei admite uma redução significativa da penalização.</p>
<p>Segundo as regras em vigor, a coima pode ser reduzida para 12,5% do valor mínimo legal, desde que sejam cumpridos os requisitos previstos no Regime Geral das Infrações Tributárias. Nestas situações, o valor a pagar não poderá ser inferior a 25 euros.</p>
<p><strong>Atrasos podem originar processos de contraordenação</strong><br />
Quando a obrigação fiscal não é regularizada ou quando a coima reduzida não é paga dentro dos prazos estabelecidos, a Autoridade Tributária pode avançar com um processo de contraordenação.</p>
<p>Nessa fase, o contribuinte é notificado para apresentar defesa, solicitar eventual atenuação especial da coima, pedir dispensa da penalização ou efetuar o respetivo pagamento.</p>
<p>As coimas devem ser liquidadas numa única prestação, dentro do prazo indicado na nota de cobrança emitida pelas Finanças.</p>
<p>O pagamento pode ser efetuado através do multibanco, homebanking ou nos serviços de atendimento da Autoridade Tributária.</p>
<p>Caso o montante não seja pago, poderá ser desencadeado um processo de cobrança coerciva.</p>
<p><strong>Reembolso pode atrasar ou ser reduzido</strong><br />
Uma das consequências mais frequentes da entrega fora de prazo prende-se com o atraso no processamento do reembolso.</p>
<p>Embora o contribuinte mantenha o direito ao eventual valor a receber, a análise da declaração deixa de seguir os prazos normais de processamento.</p>
<p>Além disso, a existência de coimas poderá reduzir o valor líquido do reembolso ou, em determinadas situações, absorver parte significativa da quantia que seria devolvida ao contribuinte.</p>
<p><strong>Casais perdem possibilidade de tributação conjunta</strong><br />
A legislação prevê igualmente consequências específicas para contribuintes casados ou que vivam em união de facto.</p>
<p>Quando a declaração é submetida após 30 de junho, deixa de ser possível optar pela tributação conjunta, obrigando cada elemento do casal a apresentar os seus rendimentos de forma autónoma.</p>
<p>Esta alteração pode traduzir-se numa carga fiscal superior para alguns agregados familiares.</p>
<p><strong>Benefícios e apoios sociais também podem ser afetados</strong><br />
As consequências do atraso não se limitam às coimas.</p>
<p>A entrega tardia do IRS pode comprometer o acesso a determinados apoios sociais que exigem a apresentação da nota de liquidação do imposto.</p>
<p>Entre os exemplos encontram-se programas de apoio à habitação e outros mecanismos de apoio público cuja atribuição depende da situação fiscal devidamente regularizada.</p>
<p>O atraso pode igualmente afetar benefícios relacionados com o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e impedir o acesso a determinadas vantagens fiscais atribuídas pelos municípios.</p>
<p>Alguns contribuintes podem ainda perder o benefício correspondente à participação variável no IRS definida pela respetiva autarquia, que pode atingir até 5% da coleta municipal.</p>
<p><strong>Atenção aos erros na declaração</strong><br />
Além do incumprimento dos prazos, os contribuintes devem assegurar que toda a informação prestada está correta.</p>
<p>Caso a Autoridade Tributária detete erros, omissões ou inexatidões relevantes na declaração, as coimas podem ser substancialmente superiores.</p>
<p>Nestes casos, as penalizações podem variar entre 375 euros e 22.500 euros, dependendo da gravidade da situação e das circunstâncias concretas.</p>
<p><strong>IRS automático não dispensa verificação</strong><br />
Os contribuintes abrangidos pelo IRS automático devem igualmente estar atentos.</p>
<p>Mesmo que não intervenham ativamente no processo, a declaração será considerada entregue automaticamente a 30 de junho.</p>
<p>No entanto, a falta de validação prévia pode impedir a correção de erros ou omissões que acabem por influenciar o valor final do imposto a pagar ou do reembolso a receber.</p>
<p>Por esse motivo, recomenda-se a verificação cuidadosa de todos os elementos antes do encerramento da campanha.</p>
<p><strong>Ainda é possível evitar penalizações</strong><br />
Para quem ainda não submeteu a declaração, a recomendação é simples: entregar o IRS o mais rapidamente possível.</p>
<p>A regularização voluntária antes da atuação da Autoridade Tributária pode permitir beneficiar dos mecanismos legais de redução de coimas e minimizar os impactos financeiros do atraso.</p>
<p>Os contribuintes que necessitem de apoio podem recorrer aos Espaços Cidadão, aos serviços das Finanças ou a juntas de freguesia que disponibilizam assistência no preenchimento e submissão da declaração.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781294]]></sapo:autor>
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		<title>Investimento de residentes de Macau em títulos lusófonos cresce 12% em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os investimentos dos residentes de Macau em títulos emitidos por entidades em Portugal e no Brasil aumentaram 12,1% em 2025, para 1,1 mil milhões de patacas (116,5 milhões de euros)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os investimentos dos residentes de Macau em títulos emitidos por entidades em Portugal e no Brasil aumentaram 12,1% em 2025, para 1,1 mil milhões de patacas (116,5 milhões de euros)</P><br />
<P>Segundo dados da Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no conjunto, os investimentos externos dos residentes de Macau &#8212; incluindo indivíduos, Governo e outras entidades, mas excluindo as reservas cambiais da Região Administrativa Especial &#8212; atingiram 1,3 biliões de patacas (148,1 mil milhões de euros) no final de 2025, mais 6,3% face a junho e 16,1% em relação ao final de 2024.</P><br />
<P>Entre os componentes da carteira, os títulos representativos de capital somaram 354,8 mil milhões de patacas (37,6 mil milhões de euros), as obrigações a longo prazo 871,3 mil milhões (92,3 mil milhões de euros) e as obrigações a curto prazo 171,9 mil milhões (18,2 mil milhões de euros), traduzindo aumentos de 12,1%, 16,1% e 25,4%, respetivamente, face a 2024.</P><br />
<P>A região asiática manteve a maior fatia da carteira (42,3%), seguida pela América do Norte (24,6%), Europa (16,6%), Atlântico Norte e Caraíbas (10,6%) e Oceânia (2,3%).</P><br />
<P>O investimento em títulos emitidos por entidades do interior da China representou 25% do total (349,5 mil milhões de patacas; 37,0 mil milhões de euros), enquanto a quota de Hong Kong aumentou para 10,1% (141,2 mil milhões; 14,9 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Nos Estados Unidos, os investimentos dos residentes de Macau em títulos atingiram 318,1 mil milhões de patacas (33,7 mil milhões de euros), correspondendo a 22,8% da carteira externa.</P><br />
<P>Na Europa, o valor de mercado foi de 231,5 mil milhões de patacas (24,5 mil milhões de euros), com maior peso na Irlanda (6,9 mil milhões de euros), Luxemburgo (4,9 mil milhões de euros) e Reino Unido (4,7 mil milhões de euros).</P><br />
<P>No Atlântico Norte e Caraíbas, os investimentos alcançaram 147,7 mil milhões de patacas (15,6 mil milhões de euros), destacando-se as Ilhas Virgens Britânicas (7,6 mil milhões de euros) e as Ilhas Caimão (7,6 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Já nos países integrados na iniciativa &#8220;Uma Faixa, Uma Rota&#8221; (excluindo a China), os investimentos somaram 127,8 mil milhões de patacas (13,6 mil milhões de euros), representando 9,1% da carteira externa.</P><br />
<P>&#8220;Uma Faixa, Uma Rota&#8221; é um megaprojeto global de infraestrutura e comércio lançado pela China em 2013, que procura desenvolver as ligações económicas e políticas do país com outros mercados na Ásia, África e Europa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783411]]></sapo:autor>
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		<title>Atividade industrial chinesa expande-se em junho graças às exportações de tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:45:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A atividade industrial na China acelerou em junho, segundo um inquérito oficial divulgado hoje, impulsionada pela forte procura externa de equipamento relacionado com a inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A atividade industrial na China acelerou em junho, segundo um inquérito oficial divulgado hoje, impulsionada pela forte procura externa de equipamento relacionado com a inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>O índice oficial de gestores de compras (PMI) da indústria transformadora subiu para 50,3 pontos, face aos 50 registados em maio, superando as previsões dos economistas, de acordo com o Gabinete Nacional de Estatísticas.</P><br />
<P>Numa escala de zero a 100, um valor acima de 50 indica expansão da atividade, enquanto um resultado inferior sinaliza contração.</P><br />
<P>O subíndice de novas encomendas aumentou para 51,2 pontos em junho, depois dos 49,9 de maio, enquanto o indicador da produção avançou para 51,4 pontos, face aos 51,2 do mês anterior.</P><br />
<P>&#8220;O dinamismo da economia chinesa recuperou algum ímpeto recentemente. Mas continua a depender fortemente das exportações e da tecnologia ligada à inteligência artificial&#8221;, escreveu hoje Julian Evans-Pritchard, economista para a China da consultora Capital Economics.</P><br />
<P>&#8220;O principal motor de crescimento da indústria transformadora chinesa continua a ser a procura externa&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Huo Lihui, estatístico do Gabinete Nacional de Estatísticas, afirmou, em comunicado, que os dados de junho mostram que &#8220;o clima económico da China está a melhorar&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, vários economistas alertaram que os consumidores chineses continuam cautelosos, após vários anos de crise no setor imobiliário, e que a procura interna permanece fraca.</P><br />
<P>Lynn Song, economista para a Grande China do banco ING, considerou que novas medidas de estímulo por parte do Governo chinês para impulsionar o consumo e o investimento seriam benéficas e ajudariam a evitar um modelo de crescimento cada vez mais desequilibrado.</P><br />
<P>Os dirigentes chineses fixaram para este ano uma meta de crescimento económico entre 4,5% e 5%, objetivo que, segundo os economistas, deverá ser alcançado com o apoio do forte crescimento das exportações relacionadas com a inteligência artificial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783410]]></sapo:autor>
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		<title>Partido Comunista Chinês ultrapassa 101 milhões de membros antes do 105.º aniversário</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Partido Comunista Chinês (PCC) contabilizava 101,28 milhões de membros no final de 2025, mais 1% do que um ano antes, segundo dados divulgados hoje, na véspera do 105.º aniversário da fundação da organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Partido Comunista Chinês (PCC) contabilizava 101,28 milhões de membros no final de 2025, mais 1% do que um ano antes, segundo dados divulgados hoje, na véspera do 105.º aniversário da fundação da organização.</P><br />
<P>De acordo com um relatório publicado pelo Departamento de Organização do Comité Central do partido, 31,91 milhões de militantes eram mulheres, o equivalente a 31,5% do total, enquanto 7,87 milhões pertenciam a minorias étnicas, representando 7,8%.</P><br />
<P>O documento indica ainda que 59,76 milhões de membros, ou 59% do total, possuíam formação superior.</P><br />
<P>Por faixas etárias, o maior grupo continuava a ser o dos militantes com 61 ou mais anos, com 29,91 milhões de membros, seguido pelos que tinham entre 36 e 40 anos, com 12,19 milhões, e pelos que tinham até 30 anos, com 12,09 milhões.</P><br />
<P>O PCC admitiu em 2025 cerca de 2,08 milhões de novos membros, dos quais 1,75 milhões, ou 84%, tinham 35 anos ou menos.</P><br />
<P>Fundado em 1921 e no poder desde a proclamação da República Popular da China, em 1949, o partido assinala na quarta-feira o 105.º aniversário, num contexto marcado pela crescente centralização do poder em torno do Presidente chinês e secretário-geral do PCC, Xi Jinping.</P><br />
<P>Sob a liderança de Xi, o partido reforçou o controlo sobre as instituições do Estado, as Forças Armadas e o setor privado, num processo que incluiu a eliminação, em 2018, do limite constitucional de dois mandatos presidenciais, a obtenção de um terceiro mandato como secretário-geral do PCC, em 2022, e a recondução na Presidência da China, em 2023.</P><br />
<P>Xi, que também preside à Comissão Militar Central, o principal órgão dirigente das Forças Armadas chinesas, elevou o seu pensamento político a orientação ideológica central do partido, enquanto o PCC consolidou um modelo em que a autoridade se concentra cada vez mais na direção da organização e na figura do líder.</P><br />
<P>Este processo foi acompanhado por uma intensa campanha de disciplina interna e combate à corrupção, que serviu simultaneamente para afastar quadros do partido e consolidar a liderança de Xi.</P><br />
<P>O aniversário coincide ainda com um período de desafios para a China, marcado pelo abrandamento económico, pelo agravamento das tensões com o Ocidente e pela situação em torno de Taiwan, fatores que levaram o partido a reforçar o discurso sobre estabilidade política e disciplina interna.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783409]]></sapo:autor>
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		<title>Iene cai para o seu valor mais baixo em quase 40 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:27:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A moeda japonesa caiu hoje para 162 ienes por dólar, atingindo o nível mais baixo desde 1986, após uma intervenção falhada das autoridades japonesas que apenas teve efeitos temporários perante a valorização da divisa norte-americana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A moeda japonesa caiu hoje para 162 ienes por dólar, atingindo o nível mais baixo desde 1986, após uma intervenção falhada das autoridades japonesas que apenas teve efeitos temporários perante a valorização da divisa norte-americana.</P><br />
<P>Durante a madrugada, o iene chegou a ser transacionado a 161,98 por dólar, registando valores entre 161,90 e 162,36 mesmo após a abertura da bolsa de Tóquio, segundo a emissora pública NHK.</P><br />
<P>Este patamar representa a queda mais acentuada em 39 anos e meio, desde dezembro de 1986, quando a moeda oscilava entre 158 e 163 por dólar no mercado cambial.</P><br />
<P>A desvalorização do iene reflete as expectativas de que a Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos avance nos próximos meses com uma subida das taxas de juro, que em junho se mantiveram inalteradas entre 3,5% e 3,75%, acompanhadas da divulgação do relatório trimestral de projeções económicas.</P><br />
<P>Assim, a divisa nipónica apagou os ganhos obtidos após a intervenção no mercado cambial entre abril e maio pelo Governo da primeira-ministra, Sanae Takaichi, e pelo Banco do Japão, que tinham levado a uma valorização do iene de 160 para 155 por dólar nos primeiros dias de maio.</P><br />
<P>&#8220;Tomaremos as medidas adequadas em qualquer momento e conforme necessário&#8221;, afirmou hoje o porta-voz do Governo japonês, Minoru Kihara, em conferência de imprensa, acrescentando que o Executivo pretende &#8220;construir uma estrutura económica resistente&#8221; às flutuações cambiais.</P><br />
<P>As autoridades japonesas não excluíram uma nova intervenção na semana passada, depois de a ministra das Finanças, Satsuki Katayama, ter mantido conversações com o homólogo norte-americano, Scott Bessent, garantindo que ambos os países atuariam &#8220;com firmeza quando fosse necessário&#8221;.</P><br />
<P>A nova queda ocorre apesar da decisão do Banco do Japão, há algumas semanas, de aumentar a taxa de juro de referência de curto prazo para 1%, o nível mais alto em mais de três décadas, prosseguindo os esforços para controlar os riscos inflacionistas derivados da subida dos preços do petróleo e da fraqueza do iene.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783408]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Magnata chinês Guo Wengui condenado a 30 anos de prisão nos EUA por fraude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:25:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O magnata chinês Guo Wengui, empresário exilado nos Estados Unidos e antigo crítico de Pequim, foi hoje condenado a 30 anos de prisão por um tribunal federal de Nova Iorque por fraude que lesou mais de mil investidores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O magnata chinês Guo Wengui, empresário exilado nos Estados Unidos e antigo crítico de Pequim, foi hoje condenado a 30 anos de prisão por um tribunal federal de Nova Iorque por fraude que lesou mais de mil investidores.</P><br />
<P>A juíza Analisa Torres proferiu a sentença num tribunal de Manhattan, onde afirmou que Guo &#8220;explorou pessoas que procuravam levar a democracia à China&#8221;, utilizando o dinheiro dos investidores para sustentar um estilo de vida luxuoso.</P><br />
<P>Antes da leitura da sentença, Guo queixou-se das condições de detenção, afirmando que foi transportado para um hospital de manhã devido a problemas de saúde. Contestou ainda a caracterização feita pela acusação de que estaria a fingir doença para atrasar o processo.</P><br />
<P>&#8220;Quando cheguei aqui, disse: &#8216;Tenho dores de barriga, preciso de ir à casa de banho, não me sinto bem'&#8221;, afirmou Guo, através de um intérprete.</P><br />
<P>Referindo-se ao processo criminal, limitou-se a defender as suas motivações políticas. E afirmou: &#8220;a razão pela qual vim para os Estados Unidos foi destruir o Partido Comunista Chinês&#8221;.</P><br />
<P>Na leitura da sentença, a juíza citou cartas enviadas por vítimas que relataram ter perdido as poupanças de uma vida, sofrido ansiedade e vergonha e enfrentado conflitos familiares devido aos investimentos realizados.</P><br />
<P>Segundo Torres, Guo &#8220;não assume qualquer responsabilidade pelos seus atos e insiste, de forma inacreditável, que a sua conduta não causou perdas nem prejudicou ninguém&#8221;. A magistrada acrescentou que o empresário &#8220;incitou apoiantes a assediar e intimidar aqueles que ousaram denunciá-lo&#8221;.</P><br />
<P>O tribunal ordenou ainda o confisco de 889 milhões de dólares (779 milhões de euros) para efeitos de restituição às vítimas.</P><br />
<P>Wei Chen, uma das vítimas que testemunhou durante o julgamento, afirmou que a fraude de Guo &#8220;destruiu&#8221; a sua vida e a da sua família.</P><br />
<P>Antes de ser detido, há três anos, Guo estreitou relações com o estratega político conservador norte-americano Steve Bannon, com quem anunciou, em 2020, uma iniciativa destinada a derrubar o Governo chinês.</P><br />
<P>Vivia num apartamento de luxo com vista para o Central Park, em Nova Iorque, e era membro do clube privado Mar-a-Lago, propriedade do Presidente norte-americano, Donald Trump.</P><br />
<P>O ministério Público pediu uma pena mínima de 30 anos de prisão, argumentando que a fraude, cometida entre 2018 e 2023, &#8220;destruiu centenas de vidas&#8221; e deixou &#8220;um rasto de vítimas e famílias devastadas financeira, emocional e psicologicamente&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a acusação, o dinheiro obtido de forma ilícita financiou &#8220;um estilo de vida de extraordinário excesso e ostentação&#8221;, incluindo mansões, iates, carros de competição, roupa de luxo e mobiliário de elevado valor.</P><br />
<P>Guo foi considerado culpado de nove das doze acusações apresentadas no final de um julgamento de sete semanas, durante o qual os procuradores defenderam que enganou milhares de investidores em centenas de milhões de dólares através de esquemas fraudulentos.</P><br />
<P>A defesa sustentou que Guo foi alvo de uma campanha de perseguição do Partido Comunista, que classificou como &#8220;ampla, persistente e ameaçadora da vida&#8221;, alegando que Pequim recrutou figuras influentes dos meios empresarial, político e do entretenimento nos Estados Unidos para conspirar contra o empresário.</P><br />
<P>Os advogados defenderam ainda que uma longa pena de prisão apenas legitimaria a campanha de difamação conduzida pela China e encorajaria novos esforços para afastar dissidentes chineses da vida pública.</P><br />
<P>Segundo a defesa, Guo tem cicatrizes e deformações resultantes de alegadas torturas sofridas na China e de cirurgias realizadas entre 1993 e 2022.</P><br />
<P>Os advogados afirmaram ainda que Guo construiu a sua fortuna quando a família se tornou a maior acionista da maior corretora de valores mobiliários cotada na bolsa chinesa, mas passou a ser perseguido pelas autoridades após denunciar alegados casos de corrupção entre dirigentes chineses.</P><br />
<P>Acusado na China de violação, rapto, suborno e outros crimes, Guo sempre negou as acusações, classificando-as como falsas.</P><br />
<P>Segundo a acusação norte-americana, Guo convenceu centenas de milhares de pessoas a investir mais de mil milhões de dólares (877 milhões de euros) em entidades sob o seu controlo e manteve-se &#8220;completamente sem remorsos&#8221; após tirar partido das leis norte-americanas de asilo para prosperar nos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783407]]></sapo:autor>
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		<title>Empresa assina acordo para nova ligação aérea de carga entre Macau e América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:13:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Empresas chinesas e latino-americanas assinaram acordos para desenvolver uma plataforma sino-brasileira de inovação aeronáutica e uma ligação aérea direta de carga entre Macau e a América Latina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Empresas chinesas e latino-americanas assinaram acordos para desenvolver uma plataforma sino-brasileira de inovação aeronáutica e uma ligação aérea direta de carga entre Macau e a América Latina.</P><br />
<P>Segundo um comunicado publicado na segunda-feira, o Centro de Serviços Económicos e Comerciais entre a China e os Países de Língua Portuguesa/Espanhola (CECPS), em Zhuhai, cidade vizinha de Macau, organizou uma cerimónia em que foram assinados acordos estratégicos de internacionalização com 16 empresas nos setores da inovação tecnológica e das finanças.</P><br />
<P>Os acordos envolveram empresas como a Huawei Macao, Mercado Libre, JD.com, Kuaishou Technology, Banco da China e China Southern Airlines Technology.</P><br />
<P>Um dos acordos envolve a empresa chinesa WGL Group, que segundo o CECPS tem prestado apoio em matéria de investimento e financiamento, contribuindo para impulsionar a abertura, por Macau, de uma rota aérea direta de carga para a América Latina.</P><br />
<P>O WGL Group é um grupo sediado em Shenzhen &#8211; outra cidade no sul da China &#8211; de logística e soluções para cadeias de abastecimento de comércio eletrónico transfronteiriço internacional.</P><br />
<P>A empresa é especializada no transporte de mercadorias da China diretamente para mercados globais, com foco principal nas regiões da América Latina e dos Estados Unidos. Atualmente, opera cinco voos de ida e volta por semana na rota China-México.</P><br />
<P>Existe atualmente um projeto do terminal de carga de Hengqin para o Aeroporto Internacional de Macau com conclusão prevista para o final de 2026 e entrada em operação em meados de 2027. </P><br />
<P>O terminal, com 66.700 metros quadrados de área logística e investimento de cerca de 700 milhões de yuan (90,3 milhões de euros), é financiado pelo Aeroporto de Macau e pela China COSCO Shipping Logistics Supply Chain.</P><br />
<P>De acordo com o CECPS, os contratos assinados visam apoiar empresas na expansão para mercados da América Latina e países lusófonos, através de serviços de crédito, avaliação de riscos, financiamento transfronteiriço, registo de investimento direto no exterior e promoção de tecnologias avançadas.</P><br />
<P>No mesmo comunicado, Ng In Cheong, vice-presidente do CECPS, destacou que, além das 16 entidades agora envolvidas, o centro já estabeleceu parcerias com cerca de 200 empresas e prestadores de serviços, sobretudo na área da inteligência artificial. </P><br />
<P>&#8220;A complementaridade entre a posição de vanguarda da China e as lacunas tecnológicas dos países de língua portuguesa e espanhola abre amplo espaço para cooperação&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O centro foi lançado em abril de 2025 pelo Governo da RAEM e pela Comissão Executiva da Zona de Cooperação Aprofundada Guangdong-Macau, com o objetivo de criar uma plataforma integrada de serviços de internacionalização que liga a China aos países de língua portuguesa e espanhola. </P><br />
<P>Os planos de integração e cooperação existentes de Macau com a província de Guangdong e a zona económica especial de Hengqin oferecem também uma via para a entrada de empresas de países de língua espanhola na China.</P><br />
<P>As áreas prioritárias do centro abrangem economia digital, saúde, manufatura avançada, comércio de matérias-primas, comércio eletrónico transfronteiriço e indústrias culturais e desportivas.</P><br />
<P>Entre os resultados práticos, o centro destacou a redução de riscos na exportação de equipamentos de simulação de voo, a instalação de centros de entrega digitais em Espanha e Brasil pela companhia Beyondsoft e o apoio a empresas na expansão para mercados externos através de soluções integradas de conformidade, logística e financiamento.</P><br />
<P>O CECPS destacou também ter vindo a apostar em missões empresariais ao Brasil, como a realizada em junho durante a Web Summit Rio, onde reuniu mais de 200 empresas brasileiras.</P><br />
<P>Até março deste ano, a Zona de Cooperação de Hengqin contava com 27 plataformas de inovação científica e tecnológica, 238 empresas de alta tecnologia reconhecidas nacionalmente e 18 unicórnios registados.</P><br />
<P>O CECPS planeia também desenvolver um Centro de Inovação em Inteligência Artificial Incorporada, cuja primeira fase ocupará 3.400 metros quadrados em Hengqin, com capacidade anual de produção de dados superior a 10 PB (petabyte). </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783406]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: AFRICOM defende investimento como motor de estabilidade em África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:03:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Raquel Rio (texto), Marcos Focosso (vídeo), Ampe Rogério (foto), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Raquel Rio (texto), Marcos Focosso (vídeo), Ampe Rogério (foto), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luanda, 30 jun 2026 (Lusa) &#8212; O comandante do AFRICOM rejeitou hoje a presença de tropas americanas para assegurar a paz na República Democrática do Congo e defendeu que o plano para a região assenta no investimento como motor de estabilidade.</P><br />
<P>Dagvin Anderson, general que lidera a estrutura do Departamento de Defesa norte-americano responsável pelas relações militares com os países africanos, falava à Lusa à margem da Conferência de Chefes de Defesa do AFRICOM (Comando dos Estados Unidos para África), que reúne hoje e quarta-feira representantes de 35 países, em Luanda.</P><br />
<P>Questionado sobre se os acordos de paz para a República Democrática do Congo (RDCongo), negociados pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, em Washington, poderiam implicar presença militar dos EUA no terreno, Anderson foi categórico: &#8220;Não estamos a planear ter quaisquer tropas americanas no terreno. Não há nenhuma discussão sobre isso neste momento&#8221;.</P><br />
<P>O general reconheceu que os chamados Acordos de Washington para a Paz e a Prosperidade &#8212; que incluem um cessar-fogo permanente entre a RDCongo e o Ruanda, o desarmamento de grupos armados e acordos bilaterais que concedem a empresas norte-americanas prioridade no acesso a reservas de minerais críticos &#8212; associam paz e investimento económico, mas rejeitou que se trate de uma troca direta.</P><br />
<P>&#8220;Não diria que é um &#8216;quid pro quo&#8217;, mas permitem o investimento e o desenvolvimento para beneficiar desses minerais que lá estão, tanto para os países anfitriões como para outras empresas que estejam disponíveis e sejam capazes de investir&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P> Anderson reconheceu que o Presidente angolano, João Lourenço, tem estado muito envolvido na mediação do conflito, adiantando que há oportunidades para que as nações da região trabalhem em conjunto, com o AFRICOM a disponibilizar-se para apoiar, nomeadamente, na partilha de experiências no combate ao terrorismo.</P><br />
<P>Sobre a escolha de Luanda para acolher a conferência, Anderson sublinhou o papel central de Angola na região e no continente, referindo que a relação bilateral tem vindo a aprofundar-se ao longo dos últimos cinco a seis anos.</P><br />
<P>Relativamente ao Corredor do Lobito &#8211; projeto ferroviário que atravessa Angola, ligando o porto angolano do Lobito à RDCongo e considerado estratégico por Washington &#8212;, Anderson afirmou que o AFRICOM não terá um papel direto na sua segurança, mas destacou que o investimento económico e estabilidade andam lado a lado: &#8220;O investimento ajuda a construir estabilidade e a construir prosperidade em geral, e isso acaba por levar à segurança&#8221;.</P><br />
<P>O general afastou, por outro lado, a hipótese de instalação de uma base militar norte-americana em Angola, esclarecendo que o Acordo de Aquisição e Serviços Recíproco assinado entre os dois países estabelece apenas um quadro logístico para cooperação pontual e não implica uma presença permanente.</P><br />
<P>A visita coincidiu com a assinatura, segunda-feira, de uma parceria entre a Guarda Nacional do estado norte-americano do Ohio e Angola, no âmbito do State Partnership Program, iniciativa que, segundo Anderson, permite construir relações entre forças armadas que vão além do domínio militar, estendendo-se a instituições académicas, sociais e oportunidades de investimento.</P><br />
<P>O general citou o exemplo da parceria entre o Ohio e a Hungria, como modelo do tipo de envolvimento de longo prazo que os EUA pretendem replicar em Angola.</P><br />
<P>Sobre o fim de projetos da USAID (agência dos EUA para o desenvolvimento internacional), o fecho de embaixadas e a redução de pessoal diplomático norte-americano em África, Anderson negou que o AFRICOM pretenda substituir o &#8220;soft power&#8221; pelo poder militar, afirmando que o papel das forças armadas é complementar e não substituto dos restantes instrumentos de poder.</P><br />
<P>Quanto às principais ameaças para o continente, o comandante identificou o terrorismo &#8216;jihadista&#8217; como preocupação central, alertando que a Al-Qaida e o Estado Islâmico transferiram liderança e operações para África, que se tornou &#8220;o epicentro do terrorismo global&#8221;.</P><br />
<P>Anderson destacou a este propósito a colaboração recente com a Nigéria, que resultou na eliminação de Al-Minuki, que descreveu como o segundo terrorista mais procurado do Estado Islâmico a nível mundial.</P><br />
<P>Sobre uma eventual relocalização do quartel-general do AFRICOM, atualmente sediado na Alemanha, para o continente africano, Anderson disse não antever mudanças a curto prazo, invocando os custos de uma tal transferência e o atual contexto orçamental norte-americano, mas remeteu qualquer decisão para os responsáveis políticos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783405]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Marrocos vence Países Baixos nos penáltis e segue para os &#8216;oitavos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 03:59:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Marrocos qualificou-se na segunda-feira para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer os Países Baixos por 3-2, no desempate por penáltis, após 1-1 nos 120 minutos, em Guadalupe, no México.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Marrocos qualificou-se na segunda-feira para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer os Países Baixos por 3-2, no desempate por penáltis, após 1-1 nos 120 minutos, em Guadalupe, no México.</P><br />
<P>Cody Gakpo, aos 72 minutos, adiantou o &#8216;onze&#8217; do ex-técnico do Benfica Ronald Koeman, enquanto Issa Dipo, aos 90+1, apontou o tento da equipa sensação da edição 2022, no quarto jogo dos 16 avos de final.</P><br />
<P>Nos oitavos de final, em encontro marcado para sábado, em Houston, pelas 12:00 locais (18:00 em Lisboa), Marrocos, que na edição de 2022 eliminou Espanha e Portugal antes de cair nas &#8216;meias&#8217; face à França, defronta o coanfitrião Canadá.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783404]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Venezuela/Sismo: Luís converteu-se no portador da notícia da morte dos conterrâneos em Catia La Mar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 03:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[   *** André Campos Ferrão, em serviço para a agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>   *** André Campos Ferrão, em serviço para a agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Catia La Mar, Venezuela, 30 jun 2026 (Lusa) &#8212; Luís tem 19 anos, é filho de Catia La Mar, cidade venezuelana à beira-mar e a mais fustigada pelos terramotos de 24 de junho, e converteu-se no portador das más notícias para as famílias das vítimas.</P><br />
<P>São quase 20:00 de segunda-feira em Catia La Mar, a cidade que se ergueu no areal de uma praia e que foi &#8216;apagada&#8217; pelos dois sismos de há quase uma semana, deixando apenas um rastro de escombros e desespero.</P><br />
<P>Na Avenida de la Playa havia edifícios de dez andares com vista privilegiada para o oceano. Agora, o mar é quase indistinguível perante o cenário de destruição e a altura dos escombros.</P><br />
<P>Nesta avenida convergiu tudo: os desalojados que ocuparam jardins e as estradas com tendas e sacos de cama, as filas que atravessam quarteirões de pessoas a aguardar pela distribuição de comida da noite, e os que aguardam sentados no separador que divide as duas vias da Avenida de la Playa, enquanto decorrem as operações de resgate.</P><br />
<P>&#8220;Já não há nada para resgatar, abandonaram-nos&#8221;, gritou um homem, visivelmente consternado, enquanto retira as luvas, já perfuradas nos dedos polegar e indicativo da mão direita.</P><br />
<P>Luís aproximou-se e pediu-lhe que tivesse calma. É um homem jovem, de 19 anos, calças negras e umas sapatilhas da mesma cor, uma t-shirt cinzenta coberta de pó das escavações, um boné verde de tom escuro, virado ao contrário e um par de óculos de sol a recair sobre a chapéu.</P><br />
<P>Luís cresceu em Catia La Mar, é filho da terra, conhecia as ruas de trás para a frente, cada edifício. E viu tudo ruir à sua frente. </P><br />
<P>O complexo residencial à sua frente continha sete edifícios. Ficaram as paredes de dois e continuam a cair pedaços do que outrora foi uma cozinha de um dos apartamentos.</P><br />
<P>&#8220;Já recuperámos 11 pessoas com vida, a última há 62 horas, precisamente&#8221;, disse à Lusa Luís, que se intitulou o coordenador das operações naquela área, &#8220;abandonada pelas autoridades&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não está aqui ninguém, nem um bombeiro, e os militares estão ali em cima a distribuir comida e a levá-la para eles&#8221;, criticou.</P><br />
<P>À sua volta um tumulto, cidadãos de Catia La Mar e de outras partes da Venezuela, perguntavam pelos familiares. Queriam saber se os socorristas, todos voluntários, já tinham chegado a um determinado andar, se já tinham vasculhado todos os apartamentos, o que tinham encontrado.  </P><br />
<P>O momento para conversar é escasso, aproximaram-se duas mulheres, que tinham sido chamadas ao local. Procuravam-nas há quase duas horas.</P><br />
<P>Luís aproximou-se e com a mão no ombro de uma das mulheres anunciou que tinham encontrado o pai sem vida entre os escombros. O tumulto cessa, permanece o silêncio.</P><br />
<P>Com calma, Luís diz a todas as pessoas que permaneçam sentadas e que vão continuar a procurar até encontrar todas as pessoas.</P><br />
<P>&#8220;Faço-o porque alguém tem de o fazer, as pessoas têm o direito de saber o que aconteceu, para bem e para mal&#8221;, disse à Lusa o jovem que nos últimos cinco dias se encarregou de anunciar o resgate de cada pessoa daquele mar de escombros e de dar &#8220;a dura notícia&#8221; da morte das vítimas dos terramotos de 24 de junho.</P><br />
<P>&#8220;Não o quero fazer, mas se o fizer eu poupo os que já estão exaustos de os procurar e não têm forças para comunicar às famílias estas notícias&#8221;, prosseguiu.</P><br />
<P>&#8220;Eles acham que há uma pessoa presa num elevador no terceiro andar, mas não entraram porque se o tentarem abrir, o prédio inteiro pode cair&#8221;, disse à Lusa Mariana, que veio &#8220;de longe&#8221; para ajudar a distribuir comida. </P><br />
<P>&#8220;Arranjei 100 colchões para as pessoas, mas não os posso trazer, os militares não deixam, dizem que tenho de os entregar para que os distribuam&#8221;, comentou, acrescentando que não o vai fazer porque &#8220;todos sabem que assim que chegam às mãos deles as pessoas não recebem nada&#8221;.</P><br />
<P>A noite avança e já sob a luz de lanternas prosseguem as operações de resgate: &#8220;As câmaras térmicas ontem [domingo] não detetaram sinais de vida debaixo daquele estacionamento, mas nós ouvimos a voz de uma pessoa&#8221;, revelou Mariana, enquanto, apressada, escreve no telemóvel, pedindo apoio a pessoas que possam juntar-se para trazer os colchões que tem &#8220;à espera em Caracas&#8221;.</P><br />
<P>O som das marretas e das pás mistura-se com o das pessoas que exigem mais comida, os murmúrios na rua e a conversa para tentar distrair o pensamento, enquanto cerca de 40 pessoas continuam a procurar sobreviventes.</P></p>
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