Covid-19: Se a pandemia piorar, alunos mais novos serão os últimos a deixar a escola

Caso a pandemia da Covid-19 se agrave e o país volte a entrar num estado de «contingência», os alunos mais novos, bem como aqueles sinalizados em situação de risco ou perigo, serão os últimos a deixar o ensino presencial. 

Revista de Imprensa

Caso a pandemia da Covid-19 se agrave e o país volte a entrar num estado de «contingência», os alunos mais novos, bem como aqueles sinalizados em situação de risco ou perigo, serão os últimos a deixar o ensino presencial, avança o jornal ‘Público‘ na edição deste sábado.

O ministro da educação, Tiago Brandão Rodrigues, anunciou na sexta-feira as novas medidas para o regresso do ano lectivo, entre 14 a 17 Setembro, mencionando três métodos de ensino possíveis: presencial (que vai ser a regra principal), misto e não presencial, os dois últimos aplicam-se caso a epidemia volte a agravar-se, mas não para todos.

«Em contingência vai privilegiar-se a manutenção do regime presencial aos alunos do pré-escolar, primeiro ciclo e segundo ciclo, bem como a todos os alunos da acção social escolar e a alunos em risco ou em perigo sinalizado», revelou o ministro, sublinhando que «trabalhamos entre todos para que se mantenham o maior tempo possível nas nossas escolas».

A secretária de Estado da Educação, Susana Amador, disse ao ‘Público’, que é possível que os alunos mencionados sejam distribuídos por diferentes estabelecimentos de ensino, para evitar uma maior concentração de alunos num único local.

Para além disso pode ainda aplicar-se a alternativa de, no regime misto, as turmas serem divididas, ficando metade dos alunos em ensino presencial e a outra metade em «trabalho autónomo» a partir de casa, »em regime de espelho» tal como explicou João Costa, secretário de Estado Adjunto e da Educação, citado pela mesma publicação.

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As Orientações Pedagógicas para a Educação Pré-Escolar, o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, as Aprendizagens Essenciais e os perfis profissionais continuam a constituir-se como os documentos curriculares para efeitos de planificação» das escolas,pode ler-se nas recomendações da Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.

As novas medidas para o ano letivo de 2020/21:

  • Todos os alunos regressam às escolas;
  • Ano letivo vai ser mais longo;
  • Pausas entre períodos vão ser menores;
  • Uso de máscara obrigatório para professores e alunos;
  • Distanciamento obrigatório de 1 metro nas salas de aula.

 

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