A população deve poder regressar à vida normal em apenas dois meses, já que a variante sul-africana, Ómicron ajuda a pôr fim à pandemia do coronavírus, de acordo com a epidemiologista chefe do Instituto Estadual de Soro da Dinamarca, Tyra Grove Krause.
Segundo a responsável, um estudo recente mostrou que o risco de as pessoas serem hospitalizadas pela Ómicron é de cerca de metade em comparação com a variante Delta, o que dá às autoridades de saúde esperança de que a pandemia possa acabar em alguns meses, com o aumento da imunidade.
Em declarações à ‘TV2’, um canal de televisão local, em resposta a uma pergunta sobre durante quanto tempo a Ómicron terá uma influência na vida da população, a responsável prevê que isso aconteça “nos próximos dois meses, depois espero que a infeção comece a diminuir e voltemos à vida normal”.
Isto surge depois de o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS),Tedros Adhanom Ghebreyesu, ter dito, numa mensagem de ano novo, que havia esperança na retoma da normalidade, à medida que a pandemia entra no seu terceiro ano.
O responsável disse estar “confiante” de que este será o ano em que a pandemia irá terminar, mas alertou contra o “nacionalismo estreito e o acúmulo de vacinas”, sublinhando que a desigualdade de vacinas “criou as condições ideais para o surgimento da variante Ómicron”.
“E quanto mais a desigualdade continuar, maiores serão os riscos deste vírus evoluir de maneiras que não podemos prevenir ou prever”, alertou, adiantando que combater a desigualdade será a chave para acabar com o pesadelo global e trazer a vida de volta ao normal.













