A Direção-Geral de Saúde atualizou esta segunda-feira a norma sobre o rastreio de contatos, passando a considerar “contatos de alto risco” os profissionais de saúde que tenham estado em contacto com um caso confirmado e prestem cuidados de saúde diretos e de maior risco de contágio. Mas há exceções, tais como os profissionais que estiveram infetados “há menos de seis meses” ou que “têm a dose de reforço há pelo menos 14 dias”.
Já são considerados contactos de alto risco as pessoas que “coabitam com um caso confirmado” e as que tenham tido “um contacto, com nível de exposição elevado, com um caso confirmado”, nomeadamente pessoas que residam, frequentem ou trabalhem em instituições de apoio ou acolhimento a populações mais vulneráveis” como lares.
O nível de exposição elevado, para a DGS, é definido pelas seguintes normas:
Contacto cara-a-cara com um caso confirmado de infeção por SARS-CoV-2/ COVID-19 a uma distância inferior a 1 metro, independentemente do tempo de exposição
Contacto cara-a-cara com um caso confirmado de infeção por SARS-CoV-2/ COVID-19 a uma distância entre 1 e 2 metros e durante 15 minutos ou mais (sequenciais ou cumulativos, ao longo de 24 horas)
Contacto em ambiente fechado com um caso confirmado de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19 durante 15 minutos ou mais, incluindo viagem em veículo fechado com caso confirmado de infeção por SARS-CoV-2/ COVID-19
Prestação direta e desprotegida de cuidados de saúde a casos confirmados de infeção pelo SARS-CoV-2/ COVID-19 (isto é, sem uso de EPI adequado à atividade assistencial respetiva, de acordo com a Norma n.º 007/2020 e/ou a Orientação n.º 019/2020 da DGS, ou sempre que houver indícios de utilização/remoção incorreta)
Contacto direto e desprotegido, em ambiente laboratorial ou locais de colheita, com produtos biológicos infetados com SARS-CoV-2.
Os profissionais de saúde que tenham contactado com um caso confirmado e prestem cuidados de saúde diretos e de maior risco de contágio passam a ser considerados contactos de alto risco. Exceto se tiveram infeção há menos de 6 meses ou têm a dose de reforço há pelo menos 14 dias pic.twitter.com/vnWVsqn3MT
— DGS (@DGSaude) January 24, 2022








