Um novo estudo sugere que a recusa em tomar a vacina contra a Covid-19 é mais significativa nos portugueses até aos 40 anos. A pesquisa, a que a ‘TSF’ teve acesso, ficou a cargo do Instituto Superior de Administração e Gestão (ISAG) e do Centro de Investigação de Ciências Empresariais e de Turismo.
Segundo a mesma publicação, o estudo contou com a participação de mais de mil pessoas. Deste total quase 13% recusa ser vacinado, com maior destaque para as mulheres (65,2% diz que não quer receber a vacina) e também para dois grupos etários entre os 16 e 25 anos e entre 26 e os 40, que juntos concentram 86% das recusas.
O estudo analisou também a confiança dos portugueses nas marcas das vacinas. Segundo os autores verificou-se um «sentimento de confiança independentemente da marca selecionada». Dos 87,2% que querem receber a vacina, cerca de 37% diz que não tem preferência sobre a marca.
Por outro lado, 34,9% tomariam a vacina da Pfizer, seguindo-se, os 8,7% que optavam pela vacina da AstraZeneca e, por fim, 5,6% pela da Moderna. Há ainda 1,2% que prefere marcas que ainda não receberam luz verde por parte das autoridades de saúde portuguesas.
De ressalvar que a pesquisa realizou-se antes dos últimos acontecimentos relacionados com a vacina da AstraZeneca, de eventuais ligações à formação de coágulos sanguíneos, mas depois das questões sobre a sua segurança em determinadas faixas etárias, adianta a ‘TSF’.














