Portugal subiu 13 posições no ranking de melhores locais para viver em pandemia, ocupando agora o 23º numa lista de mais de 50 países.
Assim, no chamado ‘Ranking de Resiliência da Bloomberg’, Portugal regista uma pontuação de 59,7 (em 100), estando à frente de países europeus como Espanha, Irlanda, Alemanha, Áustria, Bélgica, Suécia, Holanda e Itália.
O ranking tem em conta diversos indicadores para classificar os países, baseando-se assim no número de casos num mês por 100 mil habitantes, na taxa de mortalidade no mesmo período, no total de mortes por 100 mil habitantes, na taxa de positividade e na cobertura vacinal.
Em Portugal esses indicadores são de 145 casos por 100 mil habitantes a um mês, 1% de taxa de mortalidade, 1.663 mortes por 100 mil habitantes, 0,9% de taxa de positividade e, por último, 13,9% de cobertura dada pela vacina contra a Covid-19.
A liderar a tabela está Singapura, destronando assim a Nova Zelândia pela primeira vez, que desceu para o segundo lugar. A completar o pódio está a Austrália, seguida de perto por Israel e Taiwan, ambos com taxas e vacinação muito elevadas.
Locais como França e Chile caíram no ranking com o aumento dos surtos – alimentados por mutações do vírus. A situação mais preocupante vive-se na Polónia e no Brasil, países que caíram para as duas últimas posições no ranking das 53 economias classificadas.
O México, que é o último desde a estreia da tabela em novembro, subiu em abril pela primeira vez, para o 48º lugar, à medida que a sua capacidade de testagem melhorou.
Os EUA subiram quatro posições este mês para o 17.º lugar, uma vez que o seu programa de vacinação rápida contribuiu para uma redução nas mortes, embora os casos tenham aumentado, devido a um relaxamento nas medidas restritivas.














