Portugal regista hoje mais 106 casos de infecção por COVID-19, fazendo com que o total de infectados desde o início da pandemia suba para 51.569. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), não há novas vítimas mortais a assinalar, fazendo com que esta seja a primeira vez desde que se registaram mortes na sequência da pandemia em que não há novos óbitos a assinalar. Neste momento, o total fixa-se nos 1.738 em território nacional.
Quanto ao número de recuperações, a DGS dá conta de mais 127 casos de pessoas recuperadas ao longo das últimas 24 horas, impulsionando o total para 37.111. Há ainda 1.423 pessoas que aguardam os resultados das análises e 36.481 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde.
Nos hospitais portugueses, encontram-se 390 doentes internados devido ao novo coronavírus, dos quais 42 estão em unidades de cuidados intensivos. É menos uma pessoa do que ontem nestes espaços dedicados a casos mais graves.
A análise geográfica desta segunda-feira aponta para 18.797 casos no Norte de Portugal desde o início da pandemia, considerando casos activos e recuperações. Há também registo de 828 mortes. Já no Centro, os números fixam-se nos 4.465 casos e 252 óbitos.
Lisboa e Vale do Tejo contabiliza 26.389 casos e 606 vítimas mortais – a região é responsável por cerca de 62% dos novos casos desde ontem. No Alentejo, verificam-se 745 casos e 22 mortes, ao passo que no Algarve há 892 casos e 15 óbitos a assinalar. Nas regiões autónomas, o relatório aponta para 113 casos na Madeira, onde não há registo de mortes. Nos Açores, por seu turno, há 168 casos e 15 mortes no total.
O mais recente balanço global aponta para mais de 18 milhões de casos confirmados em todo o Mundo. Dados compilados pela Universidade John Hopkins mostram que os Estados Unidos da América são o país mais afectado, ultrapassando os 4,6 milhões de infectados. Seguem-se Brasil, Índia, Rússia e África do Sul.
Os mesmos dados apontam para 689 mil mortes em todo o Mundo, com os EUA também a liderar, e para mais de 10,7 milhões de pessoas recuperadas. Neste caso, o Brasil é o país com mais casos registados.



