O primeiro-ministro, António Costa, disse hoje, em relação às vacinas, que o problema não é de propriedade industrial. O problema é que “há pouca produção para a quantidade que é necessária”. “Nunca foi necessário tantas vacinas para vacinar simultaneamente tantas pessoas”, afirmou no final do Conselho de Ministros.
Ainda assim, o governante indica que “tem havido um esforço muito grande por parte da Comissão Europeia, para mobilizar o conjunto de recursos que existem em cada país, para poderem concorrer numa força industrial conjunta que incremente a produção de vacinas”.
“Por exemplo em Portugal identificámos um conjunto de 11 empresas, que podem dar contributo para o processo de produção de vacinas, infelizmente nenhuma na produção desta vacina propriamente dita, mas podem contribuir para a fase final do enchimento dos frascos”, sublinhou.
António Costa reitera que tem vindo a haver uma “articulação através do comissário Thierry Breton, para que o conjunto das empresas que podem dar as suas contribuições para o processo de vacinas, possam ajudar a aumentar a sua quantidade de produção”.














