Covid-19: Portugal administrou quase 2,8 milhões de vacinas. Mais de 736 mil pessoas já têm as duas doses

No total, o nosso país já administrou 2.778.982 vacinas, das quais 2.042.747 com a primeira dose e 736.235 com as duas.

Executive Digest com Lusa

Já foram administradas quase 2,8 milhões de vacinas em Portugal, de acordo com a mais recente atualização do Serviço Nacional de Saúde (SNS), através da sua página de Twitter. No total, o nosso país já administrou 2.778.982 vacinas, das quais 2.042.747 com a primeira dose e 736.235 com as duas.

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A ministra da saúde, Marta Temido, disse na quarta-feira que até à terceira semana de Maio, se espera que todos os portugueses com mais de 60 anos estejam vacinados com a primeira dose da vacina contra a Covid-19, até à terceira semana de maio.

Isto significa mais de 90% dos vacinados, concretamente cerca de 96%, estarão protegidos, numa faixa etária em que se registaram a maior parte dos óbitos por Covid-19, sendo por isso dos grupos mais vulneráveis.

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A responsável fez ainda, em conferência de imprensa, um balanço dos 120 dias do Plano de Vacinação. Foram já entregues 2,9 milhões de vacinas em Portugal. Destas vacinas, acrescem cerca de 131 mil doses da Johnson&Johnson. Neste momento dois milhões de pessoas têm já pelo menos uma dose de vacina contra a Covid-19 (20% da população) e 7% tem o processo de imunização completo.

A diretora geral da saúde, Graça Freitas, também revelou no mesmo dia que há determinadas patologias que vão passar a ser prioritárias já nesta fase do plano de vacinação, é o caso de doentes oncológicos ativos (que estejam a fazer quimioterapia ou radioterapia), pessoas em situação de transplantação, imunodeprimidos (com HIV são prioritários), doentes neurológicos e com epilepsia refratária.

Adicionalmente, os doentes mentais (por exemplo com esquizofrenia) também vão entrar nos grupos prioritários, bem como os que têm obesidade (acima de 35% do índice de marca corporal) e os diabéticos tipo II, que vão ser vacinados de acordo com a faixa etária.

Graça Freitas disse ainda que face a uma maior oferta de vacinas, nesta fase a faixa etária dos 70 aos 79 anos é fundamental, sendo esse o principal objetivo desta fase atual. «Depois 60 aos 69 e assim sucessivamente», afirmou sublinhando que o critério passa por ir «decrescendo» nos vários grupos etários.

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