Os ministros das Finanças dos países representados no G7, que se reuniram esta terça-feira por teleconferência, garantiram que estão atentos à propagação do novo coronavírus e admitiram que estão em cima da mesa estímulos orçamentais para conter o Covid-19.
«Nós, Ministros das Finanças do G7 e Governadores do Banco Central, estamos a monitorizar de perto a propagação do coronavírus 2019 (COVID-19) e o seu impacto nos mercados e condições económicas. (…) “Juntamente com o fortalecimento dos esforços para expandir os serviços de saúde, os ministros das Finanças do G7 estão prontos para tomar acções, incluindo medidas orçamentais quando apropriado, para ajudar na resposta ao vírus e apoiar a economia durante esta fase», pode ler-se no comunicado, emitido pelo secretário do Tesouro dos Estados Unidos Steve Mnunchin, que preside actualmente ao G7, pode ler-se.
A mesma nota sublinha que «os ministros das Finanças do G7 e os governadores do Banco Central estão prontos para cooperar ainda mais com medidas oportunas e eficazes».
Os governantes reuniram depois de os mercados accionistas terem vivido a sua pior semana desde a crise financeira de 2008. Não foram, no entanto, avançadas medidas concretas.
O G7 é constituído pela Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, embora a União Europeia também esteja representada.
*Notícia actualizada com mais informação ás 13:58












