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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>E se os fantasmas começarem no cérebro? A explicação científica para as experiências paranormais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 10:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[fantasmas]]></category>
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					<description><![CDATA[Ver um fantasma pode parecer uma experiência impossível de explicar. Mas há investigadores que defendem que, em muitos casos, o cérebro pode estar apenas a tentar dar sentido a sinais ambíguos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ver um fantasma pode parecer uma experiência impossível de explicar. Mas há investigadores que defendem que, em muitos casos, o cérebro pode estar apenas a tentar dar sentido a sinais ambíguos. Num artigo divulgado pelo &#8216;Daily Mail&#8217;, a professora Melissa Maffeo, da Wake Forest University, nos Estados Unidos, aponta três fatores que podem tornar algumas pessoas mais propensas a experiências paranormais: o ambiente, pequenos desencontros neurológicos e certos traços de personalidade.</p>
<p>A questão está longe de ser marginal. Os dados citados pelo tabloide britânico indicam que cerca de um terço das pessoas em Inglaterra acredita em fantasmas. Para a especialista, isso não significa necessariamente que haja algo sobrenatural em jogo. Significa, antes, que o cérebro humano pode interpretar de forma extraordinária estímulos que têm uma origem perfeitamente comum.</p>
<p>“Talvez uma tempestade perfeita de fatores do dia a dia possa convergir e desencadear a sensação de uma experiência paranormal”, escreveu Melissa Maffeo. A ideia central é simples: quando uma pessoa já acredita em fantasmas e se encontra perante uma sensação estranha, o cérebro pode preencher as lacunas com a explicação que lhe parece mais familiar.</p>
<p>O primeiro fator está no ambiente. Programas de caça-fantasmas costumam usar aparelhos para medir campos eletromagnéticos, zonas invisíveis de energia criadas por partículas eletricamente carregadas. Estudos realizados em locais associados a relatos de assombrações, como as caves de Edimburgo ou o Hampton Court Palace, em Inglaterra, encontraram variações maiores desses campos em áreas com histórico de fenómenos inexplicados.</p>
<p>A professora admite que algumas pessoas podem estar a sentir essas alterações ambientais e a atribuí-las a uma presença sobrenatural. A pergunta, diz, é saber se foi “o fantasma” que causou a alteração eletromagnética ou se foi essa alteração que ajudou a criar a sensação de fantasma.</p>
<p>Ainda assim, a relação não está provada. Um grupo de investigadores chegou a criar uma “sala assombrada”, variando diferentes frequências de campos eletromagnéticos, para perceber se os participantes sentiam algo invulgar. Houve relatos de tonturas, sensação de separação do corpo e perceção de uma presença, mas essas experiências não corresponderam de forma clara às alterações ambientais feitas pelos investigadores.</p>
<p><strong>Quando o cérebro acorda antes do corpo</strong></p>
<p>A segunda explicação passa pelo cérebro. Melissa Maffeo destaca o papel da junção temporoparietal, uma zona cerebral envolvida na sensação de que habitamos o nosso próprio corpo. Quando esta perceção falha ou se baralha, podem surgir sensações estranhas, incluindo a impressão de estar fora do corpo ou de haver outra presença por perto.</p>
<p>Um dos exemplos mais conhecidos é a paralisia do sono. Durante a fase REM, em que ocorrem muitos dos sonhos mais vívidos, o cérebro bloqueia os movimentos dos músculos para impedir que a pessoa “represente” fisicamente aquilo que está a sonhar. É um mecanismo de proteção. Mas há quem acorde durante essa fase e perceba que não se consegue mexer.</p>
<p>Nesses momentos, a pessoa pode continuar a ter imagens, sons ou sensações vindas do sonho, ao mesmo tempo que já está parcialmente consciente. A mistura pode ser assustadora. Como falta informação sensorial coerente, o medo ajuda a transformar fragmentos do sonho em algo que parece real. É por isso que muitas pessoas descrevem uma sombra, uma figura no quarto ou uma presença junto à cama.</p>
<p>Aqui, o fantasma pode ser menos uma aparição e mais um erro de sincronização: o cérebro já acordou, mas o corpo ainda está preso ao estado de sono.</p>
<p><strong>Acreditar pode fazer a diferença</strong></p>
<p>O terceiro fator está na personalidade e nas crenças. Segundo a especialista, há investigação que sugere que pessoas com determinados traços são mais propensas a acreditar no paranormal. Entre eles estão a tendência para sentir presenças, ter pensamentos mais distorcidos ou adotar crenças mágicas, um conjunto de características frequentemente associado à chamada esquizotipia.</p>
<p>Isto não significa, por si só, doença mental. Significa que algumas pessoas podem estar mais predispostas a interpretar acontecimentos ambíguos como sinais de algo sobrenatural. Quando essa predisposição se cruza com uma sensação física estranha, uma noite mal dormida ou um ambiente carregado de estímulos, a experiência pode parecer muito convincente.</p>
<p>A própria Melissa Maffeo resume esta ideia com uma imagem eficaz: a crença no paranormal pode ser a “cola” que junta os vários fatores e transforma uma sensação invulgar na perceção de um fantasma. A crença, sozinha, pode não bastar. Mas combinada com estímulos ambientais, falhas neurológicas ou certos traços psicológicos, pode tornar a experiência muito real para quem a vive.</p>
<p><strong>As casas antigas também ajudam à história</strong></p>
<p>O &#8216;Daily Mail&#8217; recorda ainda outro estudo, publicado este ano, que apontou para uma explicação curiosa para algumas sensações em edifícios antigos: o infrassom. Trata-se de som de frequência muito baixa, que os humanos normalmente não conseguem ouvir, mas que pode ser produzido por canalizações envelhecidas, sistemas de ventilação ou estruturas antigas.</p>
<p>Investigadores da MacEwan University, no Canadá, defenderam que uma breve exposição a infrassons pode alterar o humor e aumentar os níveis de cortisol, a hormona associada ao stress. Numa casa supostamente assombrada, essa agitação sem causa visível pode facilmente ser interpretada como uma presença sobrenatural.</p>
<p>O professor Rodney Schmaltz, um dos autores do estudo, dá o exemplo de alguém que entra num edifício antigo, se sente inquieto e não vê nem ouve nada de invulgar. Se já lhe disseram que o local é assombrado, essa sensação pode ser atribuída a um fantasma. Na prática, pode tratar-se apenas de vibrações de baixa frequência vindas de canos ou sistemas de ventilação.</p>
<p>É aqui que a ciência torna a história mais interessante, não menos. Em vez de se limitar a dizer que os fantasmas não existem, tenta perceber porque é que tantas pessoas têm experiências que lhes parecem reais. E a resposta pode estar na forma como o cérebro junta ambiente, medo, memória, sono e crença.</p>
<p>No fim, a pergunta talvez não seja apenas “viu um fantasma?”. Talvez seja também: estava num lugar estranho, acreditava no paranormal, dormiu mal ou sentiu algo que o corpo não conseguiu explicar? Para a ciência, é nessa combinação que muitas assombrações podem começar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772004]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Accenture rejeita irregularidades após condenação a multa pela Concorrência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 09:52:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A consultora Accenture rejeitou "categoricamente quaisquer alegações de irregularidade", após o anúncio pela Autoridade da Concorrência (AdC) de uma multa à empresa e às operadoras Meo, NOS e Vodafone.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A consultora Accenture rejeitou &#8220;categoricamente quaisquer alegações de irregularidade&#8221;, após o anúncio pela Autoridade da Concorrência (AdC) de uma multa à empresa e às operadoras Meo, NOS e Vodafone.</P><br />
<P>&#8220;A Accenture rejeita categoricamente quaisquer alegações de irregularidade e mantém-se convicta de que a sua atuação foi apropriada e em conformidade com a lei&#8221;, indicou fonte oficial, em reposta à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;A empresa irá analisar a decisão e ponderar as opções disponíveis de recurso&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>A AdC aplicou coimas de 13,35 milhões de euros à Meo, NOS, Vodafone e Accenture, por &#8220;acordo anticoncorrencial nos serviços de televisão por subscrição e na publicidade nas gravações televisivas&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado, a Concorrência explica que o &#8220;acordo levou a uma abordagem concertada por parte dos três maiores operadores de telecomunicações a operar no mercado nacional, em conjunto com uma empresa consultora, tendo determinado que os clientes ficassem, em geral, sem possibilidade efetiva de mudança de operador perante a degradação simultânea e concertada do serviço de televisão por subscrição, ainda que insatisfeitos com a introdução de publicidade no serviço de gravações&#8221;.</P><br />
<P>Sem identificar o nome das visadas, a decisão é referente à nota de ilicitude de dezembro de 2021, quando a AdC acusou as operadoras Meo, NOS e Vodafone e a consultora Accenture de restringirem a concorrência &#8220;ao combinarem entre si a inserção de 30 segundos de publicidade&#8221; para o acesso a gravações automáticas de televisão.</P><br />
<P>De acordo com a informação divulgada hoje, &#8220;a decisão da AdC resulta na aplicação de coimas no valor total de 13.351.000 euros às quatro empresas, uma das quais recorreu ao procedimento de transação, abdicando de litigar a imputação factual e procedendo ao pagamento voluntário da coima&#8221;.</P><br />
<P>A abertura do processo teve origem em informação divulgada em agosto de 2020 pela comunicação social, que mencionava a implementação de uma iniciativa conjunta e coordenada entre os três maiores operadores de televisão por subscrição, contando com o suporte tecnológico e operacional de uma empresa consultora, explica a entidade liderada por Nuno Cunha Rodrigues.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773005]]></sapo:autor>
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		<title>OPEP+ avalia este domingo ajustamentos à produção de petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 09:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A OPEP+, que integra 21 países produtores de petróleo, vai avaliar este domingo eventuais ajustamentos aos níveis de produção a curto e médio prazo, com o mercado afetado pelo bloqueio do estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A OPEP+, que integra 21 países produtores de petróleo, vai avaliar este domingo eventuais ajustamentos aos níveis de produção a curto e médio prazo, com o mercado afetado pelo bloqueio do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O grupo, liderado pela Arábia Saudita e pela Rússia, tem vindo a aumentar gradualmente a produção desde há um ano. </P><br />
<P>No mês passado, deu &#8216;luz verde&#8217; a um aumento de 188.000 barris por dia, o primeiro ajuste adotado após a saída dos Emirados Árabes Unidos da organização. </P><br />
<P>Contudo, em 2023, tinha sido adotado um corte voluntário de 1,65 milhões de barris por dia para controlar os preços do crude.</P><br />
<P>Segundo a agência espanhola EFE, os ministros com a pasta do petróleo da Venezuela, Irão e da Líbia também se vão juntar à reunião da OPEP+, mas estão isentos do compromisso de limitar a produção.</P><br />
<P>O bloqueio do estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial, e a consequente guerra comercial entre os EUA e o Irão têm afetado o preço do crude. </P><br />
<P>Ainda assim, na sexta-feira, o petróleo West Texas Intermediate (WTI), uma referência nos EUA, recuou 2,69% ficando acima dos 90 dólares (quase 78 euros) por barril. </P><br />
<P>Já o Brent, referência na Europa, baixou mais de 2% para 93 dólares (80,28 euros) por barril. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773003]]></sapo:autor>
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		<title>Para/Espanha: Leão XIV diz que abusos na Igreja são &#8220;chaga ainda aberta&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 09:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa disse hoje que os abusos sexuais "são uma chaga ainda aberta" e que vai continuar a trabalhar pessoalmente, assim como toda a Igreja, neste problema.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Papa disse hoje que os abusos sexuais &#8220;são uma chaga ainda aberta&#8221; e que vai continuar a trabalhar pessoalmente, assim como toda a Igreja, neste problema.</P><br />
<P>&#8220;Sublinho o facto de que eu pessoalmente trabalhei sempre para instituir comissões, para fazer regras e continuarei a fazê-lo, também toda a Igreja, porque é uma chaga ainda aberta&#8221;, disse Leão XIV, citado por jornalistas que viajaram hoje com o Papa no avião que o levou de Roma a Madrid.</P><br />
<P>O Papa respondeu assim a questões sobre os abusos sexuais no seio da Igreja Católica em Espanha e confirmou que se vai encontrar com vítimas durante a viagem de sete dias que iniciou hoje ao país.</P><br />
<P>Leão XIV aterrou no aeroporto Adolfo Suárez/Barajas, de Madrid, pouco antes das 10:15 locais (09:15 em Lisboa) e foi recebido, ao descer do avião, pelos Reis de Espanha, Felipe VI e Letizia, e pelo primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, assim como por outras autoridades políticas e da Igreja Católica.</P><br />
<P>Além de Madrid, a visita do Papa a Espanha inclui passagens por Barcelona e pelas Canárias, onde Leão XIV vai concretizar o desejo do antecessor Francisco de ir a estas ilhas, que que lidam diariamente com a chegada de migrantes em embarcações precárias oriundas de África, conhecidas como &#8216;pateras&#8217; ou &#8216;cayucos&#8217;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773002]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O leilão online que correu demasiado bem: paga 20 euros por uma torre de computador e o que encontra lá dentro era precioso&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 09:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Computador]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão]]></category>
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					<description><![CDATA[Comprar online pode ser uma lotaria, sobretudo quando a compra é feita fora dos sites oficiais ou em leilões de produtos usados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar online pode ser uma lotaria, sobretudo quando a compra é feita fora dos sites oficiais ou em leilões de produtos usados. Normalmente, o risco está do lado do comprador: o produto pode chegar danificado, incompleto ou muito diferente do anunciado. Mas há exceções em que o erro joga a favor de quem compra.</p>
<p>Foi o que aconteceu com um utilizador do Reddit, cuja história foi destacada pelo &#8216;El Economista&#8217;. O homem procurava apenas uma torre de computador simples e barata para começar um projeto de montagem de PC. Acabou por comprar, num leilão online, aquilo que parecia ser uma caixa antiga por 23,5 dólares, cerca de 20 euros.</p>
<p>Quando a encomenda chegou, percebeu logo que havia algo estranho. O pacote pesava muito mais do que seria normal para uma simples caixa vazia de computador. Ao abrir a embalagem, a surpresa foi a melhor possível: em vez de uma torre usada sem componentes, encontrou um computador completo e com hardware de alto desempenho.</p>
<p>A imagem partilhada pelo comprador mostrava uma motherboard TRX40 AORUS Pro WiFi, um processador AMD Ryzen Threadripper 3960X de 24 núcleos, 256 GB de RAM e uma placa gráfica NVIDIA GeForce RTX 3080 Ti. Só alguns destes componentes podem valer mais de 1.000 dólares, cerca de 850 euros, o que transforma a compra numa verdadeira descoberta tecnológica por uma fração mínima do valor real.</p>
<p>De acordo com o &#8216;El Economista&#8217;, o segredo esteve no próprio anúncio. As imagens eram pouco esclarecedoras e mostravam apenas a caixa dentro de outra caixa de cartão, além de uma fotografia de catálogo. Nada indicava que, no interior, estivesse escondido um computador completo e muito mais valioso do que o preço sugeria.</p>
<p>A história tornou-se rapidamente num daqueles casos que alimentam a esperança de qualquer comprador em leilões online: a possibilidade improvável de pagar por sucata e receber um tesouro. Na maior parte das vezes, comprar usado exige cautela, verificação e alguma desconfiança. Mas, desta vez, a falta de detalhe no anúncio acabou por transformar uma compra de 20 euros numa das melhores pechinchas que um entusiasta de informática poderia imaginar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772013]]></sapo:autor>
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		<title>Papa/Espanha: Leão XIV chega a Madrid para visita de sete dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 08:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa chegou hoje a Madrid para uma visita de uma semana a Espanha que o levará também a Barcelona e às ilhas Canárias e que tem a imigração no centro da agenda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Papa chegou hoje a Madrid para uma visita de uma semana a Espanha que o levará também a Barcelona e às ilhas Canárias e que tem a imigração no centro da agenda.</P><br />
<P>Leão XIV aterrou no aeroporto Adolfo Suárez/Barajas, de Madrid, pouco antes das 10:15 locais (09:15 em Lisboa) e foi recebido, ao descer do avião, pelos Reis de Espanha, Felipe VI e Letizia, e pelo primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, assim como por outras autoridades políticas e da Igreja Católica no país.</P><br />
<P>O Papa e as autoridades seguiram depois em direção ao Palácio Real de Madrid, onde Leão XIV será recebido numa cerimónia com honras de Estado.</P><br />
<P>Durante a tarde, visitará um centro da Caritas que trabalha com pessoas em situação de sem-abrigo e, à noite, fará uma vigília com jovens no centro de Madrid em que são esperadas centenas de milhares de pessoas.</P><br />
<P>Esta é a primeira visita de um Papa a Espanha em 15 anos e esta &#8220;viagem apostólica&#8221; tem uma carga política inédita, que inclui um discurso no parlamento nacional, na segunda-feira, e dois dias dedicados à imigração e ao fenómeno das &#8216;pateras&#8217;, em 11 de 12 de junho, durante a deslocação às ilhas Canárias.</P><br />
<P>A agenda da visita tem, além da dimensão puramente religiosa, uma componente institucional e de Estado, com encontros e eventos oficiais com a Família Real e o Governo, assim como uma dimensão social (focada no acolhimento e integração de imigrantes, de pessoas em situação de sem-abrigo e presos) e outra dimensão cultural, centrada em Barcelona e na obra de Antoni Gaudí, o arquiteto da Sagrada Família, que é desde este ano o templo católico mais alto do mundo.</P><br />
<P>Nas Canárias, Leão XIV vai concretizar o desejo do antecessor Francisco de ir a estas ilhas, que que lidam diariamente com a chegada de migrantes em embarcações precárias oriundas de África, conhecidas como &#8216;pateras&#8217; ou &#8216;cayucos&#8217;.</P><br />
<P>Em 2025, dados oficiais indicaram terem chegado 17.788 pessoas em &#8216;pateras&#8217; às Canárias, depois dos recordes de 2023 e 2024, quando foram 39.910 e 46.843, respetivamente. Outras 3.100 morreram no mar no ano passado, de acordo com a organização não-governamental (ONG) Caminando Fronteras, que classifica a &#8220;rota das Canárias&#8221; a rota de imigração mais mortal do mundo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773001]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>10 Junho: Presidente da República sublinha papel da língua portuguesa como elemento de união</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 08:39:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, saudou hoje os portugueses que vivem fora do país, salientando o papel da língua portuguesa como elemento de união de todos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, saudou hoje os portugueses que vivem fora do país, salientando o papel da língua portuguesa como elemento de união de todos.</P><br />
<P>&#8220;Assinalo o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas com uma saudação aos portugueses que vivem fora do nosso país. Uma mensagem que quero centrar na língua portuguesa. É o que nos une, mesmo distantes uns dos outros&#8221;, refere, numa mensagem enviada aos órgãos de comunicação social na diáspora.</P><br />
<P>A mensagem foi divulgada no dia em que António José Seguro cumpre uma visita oficial ao Luxemburgo e que marca precisamente o arranque das comemorações do Dia de Portugal.</P><br />
<P>&#8220;A língua portuguesa é uma pertença que dispensa fronteiras. Uma comunhão que não se troca, apenas se partilha. E, por vezes, com imenso prazer&#8221;, destaca o chefe de Estado, considerando que os emigrantes &#8220;sabem isso melhor do que ninguém&#8221;.</P><br />
<P>O Presidente da República recordou que Luís de Camões &#8220;escreveu &#8220;Os Lusíadas&#8221; longe de Portugal.</P><br />
<P>&#8220;Na verdade, talvez só se vê um país inteiro quando se está suficientemente longe dele&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Por outro lado, lembrou que &#8220;a língua portuguesa também não se confina a um povo, foge a qualquer apropriação&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É de quem a aprende. É de muitos povos e culturas, com muitas falas, sotaques e timbres. Diversa nas suas qualidades e pródiga a unir-nos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Seguro pega na palavra &#8220;saudade&#8221; como exemplo de &#8220;sonoridades que despertam a curiosidade de outros&#8221; e que têm &#8220;sentido exclusivo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É, por tudo isto, que, mais do que as características que regimes ou as circunstâncias nos traçam como identitárias, é a língua portuguesa que persiste (&#8230;). É o sentir que não estamos longe nem próximos. Com a língua portuguesa estamos juntos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>António José Seguro aproveitou para desejar, através desta mensagem, um feliz Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas a todos os portugueses na diáspora.</P><br />
<P>António José Seguro chegou na sexta-feira ao Luxemburgo, para uma deslocação até domingo que se divide entre contactos institucionais, hoje, e encontro com a comunidade portuguesa, no domingo.</P><br />
<P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, junta-se ao chefe de Estado ao final do dia de hoje, depois de participar na Cimeira UE-Balcãs, em Tivat (Montenegro), na sexta-feira.</P><br />
<P>Este será o primeiro Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas assinalado no Luxemburgo e também o primeiro que Seguro e Montenegro celebram juntos.</P><br />
<P>As comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas prosseguirão depois em território nacional na ilha Terceira (Açores) nos dias 09 e 10 de junho.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773000]]></sapo:autor>
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		<title>Morreu hoje Osório Afonso bispo de Quelimane no centro de Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 08:35:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O bispo da diocese de Quelimane e administrador Apostólico da Arquidiocese da Beira, Osório Citora Afonso, morreu hoje, confirmou a Conferência Episcopal de Moçambique (CEM), mas não foram adiantadas as causas da morte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O bispo da diocese de Quelimane e administrador Apostólico da Arquidiocese da Beira, Osório Citora Afonso, morreu hoje, confirmou a Conferência Episcopal de Moçambique (CEM), mas não foram adiantadas as causas da morte.</P><br />
<P>&#8220;Não podem dizer que ele foi assassinado, foi encontrado morto e é só isso que posso dizer&#8221;, disse o presidente do CEM, Inácio Saúre, em declarações à Lusa, sem no entanto adiantar as causas da morte do bispo de Quelimane, na província da Zambézia, centro de Moçambique.</P><br />
<P>O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, manifestou hoje, em comunicado, profundo sentimento de pesar e consternação pela morte do bispo Osório Citora Afonso, ocorrida na madrugada de hoje, no Paço Episcopal, na residência oficial do bispo da Igreja Católica de Quelimane.</P><br />
<P>Na sua mensagem, o chefe de Estado refere que a morte do bispo Osório constitui uma perda irreparável para a sociedade moçambicana, em geral, e para a comunidade cristã, em particular, ressaltando o facto de ter-se destacado, em vida, pelo culto da humildade, dedicação pastoral e pregação dos valores da paz e reconciliação.</P><br />
<P>A Polícia da República de Moçambique (PRM) na Zambézia disse à Lusa que está a investigar as causas da morte, remetendo esclarecimentos para mais tarde.</P><br />
<P>&#8220;Houve morte, sim, confirmo, mas ainda não temos as causas e a polícia está no terreno a investigar, por isso não posso adiantar agora qualquer causa, porque os colegas estão a avançar com a perícia&#8221;, disse a porta-voz da polícia na Zambézia, Belarmina Muija.</P><br />
<P>Membro do Instituto dos Missionários da Consolata, Osório Citora Afonso foi eleito bispo de Quelimane em 25 de julho de 2025, tendo, em abril deste ano, sido nomeado, pelo Papa Leão XIV, Administrador Interino da Arquidiocese da Beira, conforme nota da Presidência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772999]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Coligação de líder da junta militar vence eleições na Guiné-Conacri</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 08:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A coligação do Presidente da Guiné-Conacri, general Mamadi Doumbouya, venceu as eleições de 31 de maio, realizadas quase sem participação da oposição, que pretendiam culminar a transição democrática após o golpe de Estado de 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A coligação do Presidente da Guiné-Conacri, general Mamadi Doumbouya, venceu as eleições de 31 de maio, realizadas quase sem participação da oposição, que pretendiam culminar a transição democrática após o golpe de Estado de 2021.</P><br />
<P>Segundo informaram no final de sexta-feira os meios de comunicação locais, a coligação Geração pela Modernidade e o Desenvolvimento (GMD) obteve a grande maioria dos 147 lugares da Assembleia Nacional e dos mandatos municipais.</P><br />
<P>Os resultados provisórios, publicados pela Direção-Geral de Eleições, ainda têm de ser confirmados pelo Supremo Tribunal, de acordo com a agência de notícias espanhola EFE.</P><br />
<P>Cerca de 6,9 milhões de pessoas foram chamadas às urnas para eleger os deputados, numa jornada que decorreu num ambiente pacífico.</P><br />
<P>As eleições realizaram-se sob a supervisão de uma missão de observadores da União Africana (UA), mas a oposição denunciou irregularidades.</P><br />
<P>A votação ocorreu depois de terem sido ilegalizados 40 partidos políticos da oposição em março, uma medida que surgiu no meio de uma crescente repressão contra os detratores da junta militar.</P><br />
<P>A junta consolidou-se no poder após vencer as eleições presidenciais de 28 de dezembro de 2025.</P><br />
<P>O general Doumbouya, líder da junta militar que assumiu o poder na Guiné-Conacri no golpe de 2021, tomou posse em 17 de janeiro como novo Presidente do país, após arrecadar 86,72% dos votos.</P><br />
<P>Desde o golpe de Estado, têm sido relatados raptos e detenções sem julgamento de dirigentes da oposição, ativistas e jornalistas críticos do poder, com mais de 15 desaparecimentos documentados pela oposição do país africano.</P><br />
<P>A Guiné-Conacri possui uma das maiores reservas de minério de ferro do mundo e é o principal exportador de bauxite, minério fundamental para a produção de alumínio, embora grande parte da população viva na pobreza.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772998]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Defesas antiaéreas russas abatem 376 drones ucranianos em 14 regiões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 08:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As defesas antiaéreas russas abateram durante a noite 376 drones ucranianos em 14 regiões russas, informou hoje o Ministério da Defesa da Rússia, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As defesas antiaéreas russas abateram durante a noite 376 drones ucranianos em 14 regiões russas, informou hoje o Ministério da Defesa da Rússia, em comunicado.</P><br />
<P>Um condutor morreu na região de Tver, a pouco mais de 200 quilómetros de Moscovo, quando um fragmento de um drone atingiu o seu automóvel, segundo as autoridades locais, citadas pela agência de notícias EFE.</P><br />
<P>Os ataques atingiram tanto a região de Leninegrado, banhada pelo mar Báltico, como as regiões fronteiriças de Briansk, onde foram abatidos 133 aparelhos não tripulados. </P><br />
<P>Também foram atacadas a região de Moscovo, a península anexada da Crimeia e a região separatista georgiana da Abecásia, onde Moscovo possui uma base militar.</P><br />
<P>Por sua vez, na região sul de Krasnodar, uma das mais atingidas nas últimas semanas, um dos fragmentos de um drone provocou um incêndio numa refinaria.</P><br />
<P>Além disso, as autoridades de São Petersburgo ordenaram hoje, pela primeira vez em toda a guerra, aos habitantes da segunda maior cidade russa que não saíssem de casa, na sequência de um novo ataque massivo ucraniano com drones.</P><br />
<P>&#8220;Fiquem em casa e não saiam à rua&#8221;, escreveu Alexandr Beglov, governador da antiga capital czarista, no seu canal do Telegram.</P><br />
<P>Por sua vez, o governador da região vizinha de Leningrado, Alexandr Drozdenko, informou que tinha sido abatidos 141 drones durante a noite, sem especificar os danos pessoais e materiais causados.</P><br />
<P>O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, tinha avisado na quinta-feira, numa carta aberta dirigida ao chefe do Kremlin, que se este não aceitasse a proposta de negociações diretas Kiev continuaria com a sua campanha de ataques contra a retaguarda russa.</P><br />
<P>Putin rejeitou a oferta, alegando que &#8220;não lhe vê sentido&#8221;, apelando publicamente ao exército russo para que continuasse a avançar para assumir o controlo de todo o Donbass.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772997]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Líbano denuncia ataque israelita contra exército com vítimas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 07:59:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército do Líbano denunciou hoje a morte de um número ainda não especificado de militares, incluindo um oficial, num bombardeamento israelita no sul do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército do Líbano denunciou hoje a morte de um número ainda não especificado de militares, incluindo um oficial, num bombardeamento israelita no sul do país.</P><br />
<P>Uma &#8220;agressão selvagem israelita&#8221; atingiu um veículo militar que circulava na estrada que liga as localidades de Khardali a Nabatiyé, precisou o exército nas redes sociais, sem avançar mais pormenores de momento.</P><br />
<P>A agência oficial libanesa NNA noticiou dois mortos no ataque, um general de brigada e o condutor, também sem adiantar mais informações, segundo a agência espanhola Europa Press (EP).</P><br />
<P>A NNA divulgou uma fotografia em que se vê o que identifica como a viatura em que seguiam as duas vítimas envolta em chamas numa estrada.</P><br />
<P>O exército libanês não está em guerra com Israel e tem-se limitado até ao momento à vigilância, ao controlo da população civil e ao desmantelamento de estruturas das milícias xiitas do Hezbollah.</P><br />
<P>Israel avançou nas últimas duas semanas na invasão do sul do Líbano, mas suspendeu parcialmente as operações após a renovação, na quarta&#8211;feira, de um cessar-fogo relativo que, no terreno, é praticamente inexistente.</P><br />
<P>Ainda na sexta-feira à noite e hoje de manhã, os ataques israelitas causaram uma dezena de mortos em Nabatiye e Tiro.</P><br />
<P>Também o exército israelita denunciou hoje o lançamento de pelo menos um drone explosivo pelo Hezbollah contra as posições que ocupa no sul do país, sem registo de vítimas até ao momento.</P><br />
<P>A agência libanesa também divulgou hoje um aviso do exército israelita para a evacuação de uma localidade no sul do Líbano, que habitualmente antecede um ataque.  </P><br />
<P>&#8220;O exército inimigo israelita emitiu um aviso aos residentes de Balza al-Ansariya, no distrito de Sidon, instando-os a deslocarem-se para o norte do rio Zahrani&#8221;, noticiou a NNA.</P><br />
<P>O Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra no início de março, ao atacar Israel para vingar a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, em 28 de fevereiro, no início da ofensiva israelo-americanas contra o Irão.</P><br />
<P>Os ataques israelitas contra o Líbano provocaram mais de 3.560 mortos desde então, de acordo com o mais recente balanço das autoridades.</P><br />
<P>Do lado israelita, 27 soldados e um trabalhador civil contratado morreram no Líbano, segundo dados oficiais citados pela agência de notícias France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Teerão exige que qualquer acordo com Washington para terminar a guerra inclua o fim das hostilidades na frente libanesa, com a retirada das forças israelitas.</P><br />
<P>O Líbano e Israel concordaram na quarta-feira num cessar-fogo condicionado ao fim dos ataques do Hezbollah, que rejeitou a proposta e voltou a apelar às autoridades libanesas para que abandonassem as negociações.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772996]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dia D na Normandia: memória dos soldados aliados cruza-se este sábado com dúvidas sobre o futuro da NATO</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dia-d-na-normandia-memoria-dos-soldados-aliados-cruza-se-este-sabado-com-duvidas-sobre-o-futuro-da-nato/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 07:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dia D]]></category>
		<category><![CDATA[II Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[Normandia]]></category>
		<category><![CDATA[Pete Hegseth]]></category>
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					<description><![CDATA[Presença do secretário da Defesa americano, Pete Hegseth, confirmada pelo Pentágono, dá à comemoração uma leitura adicional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Normandia assinala este sábado o 82º aniversário do Dia D, numa cerimónia que volta a homenagear os soldados aliados que desembarcaram nas praias francesas em 1944 e ajudaram a abrir caminho à derrota da Alemanha nazi. </p>
<p>A presença do secretário da Defesa americano, Pete Hegseth, confirmada pelo Pentágono, dá à comemoração uma leitura adicional: poucas semanas antes de uma cimeira da NATO marcada pela perspetiva de retirada militar dos Estados Unidos da Europa, a memória da libertação volta a cruzar-se com o debate sobre a segurança do continente.</p>
<p>Hegseth deverá participar nas cerimónias na Normandia e reunir-se com o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, e com a ministra das Forças Armadas, Catherine Vautrini. Segundo o Pentágono, a deslocação pretende honrar os sacrifícios dos soldados que combateram e morreram nas praias normandas para defender a liberdade na Europa perante a tirania.</p>
<p>O contraste entre passado e presente é inevitável. Em 1944, a invasão da Normandia marcou um dos maiores esforços militares aliados da II Guerra Mundial. Em 2026, a cerimónia decorre num contexto de incerteza estratégica, com os aliados europeus a prepararem uma cimeira da NATO sob a sombra de uma possível redução da presença militar americana no continente.</p>
<p><strong>O desembarque que abriu caminho à libertação da Europa</strong></p>
<p>A operação de 6 de junho de 1944, oficialmente conhecida como invasão da Normandia e designada pelos Aliados como Operação Neptuno, combinou forças navais, terrestres e aéreas para abrir uma frente na França ocupada pela Alemanha nazi.</p>
<p>Cerca de 160 mil militares atravessaram o Canal da Mancha em aproximadamente 7.000 embarcações e desembarcaram nas praias de Omaha, Utah, Juno, Sword e Gold. O objetivo era garantir uma cabeça de ponte em território francês e criar as condições para a libertação da Europa Ocidental.</p>
<p>A operação teve um custo humano pesado. Só nesse dia morreram 4.414 soldados aliados, incluindo mais de 2.500 americanos, e cerca de 5.000 ficaram feridos. Nos dias seguintes, o número de mortos em combate entre forças dos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá subiu para 9.843.</p>
<p>As tropas alemãs estavam preparadas para a invasão, com posições fortificadas em pontos estratégicos, artilharia instalada em zonas elevadas e minas colocadas tanto nas águas como nas praias. Omaha, em particular, tornou-se símbolo da violência do desembarque e do preço pago pelos soldados aliados.</p>
<p><strong>“Não temos o direito de os esquecer”</strong></p>
<p>As cerimónias comemorativas já começaram na Normandia, incluindo um serviço memorial em Colville-Montgomery, perto de Sword Beach, uma das zonas de desembarque. De acordo com a &#8216;BFBS Forces News&#8217;, estiveram presentes dois veteranos sobreviventes da campanha, ambos centenários.</p>
<p>Um deles foi Ken Hay, que tinha 17 anos quando chegou a Juno Beach, cinco dias depois do assalto inicial. O veterano descreveu a presença nas cerimónias como um dever de memória. “Os companheiros que deixámos para trás — não temos o direito de voltar para casa e esquecê-los”, afirmou.</p>
<p>Ken Hay tem participado em várias comemorações e em encontros com estudantes, procurando ligar as gerações mais novas às histórias de quem viveu a guerra. Para o veterano, recordar o Dia D não é apenas revisitar a História, mas transmitir uma mensagem para o futuro: fazer algo, em qualquer área da vida, para impedir guerras.</p>
<p>Também presente esteve Henry Rice, que chegou ao largo de Juno Beach poucos dias depois do desembarque inicial. O veterano destacou a forma como é recebido nas cerimónias e agradeceu o reconhecimento das multidões, que aplaudem os poucos sobreviventes ainda capazes de regressar às praias da Normandia.</p>
<p><strong>Uma cerimónia com peso histórico e leitura política</strong></p>
<p>O 82º aniversário do Dia D será, por isso, mais do que uma cerimónia de evocação militar. A presença de Hegseth e dos responsáveis franceses surge num momento em que o papel dos Estados Unidos na defesa da Europa volta a estar no centro das discussões atlânticas.</p>
<p>A próxima cimeira da NATO será acompanhada com especial atenção precisamente por causa da possibilidade de uma retirada ou redução da presença militar americana na Europa. O tema dá nova atualidade à memória de 1944, quando a intervenção dos Aliados foi decisiva para libertar o continente do domínio nazi.</p>
<p>Na Normandia, a homenagem aos mortos mantém-se como eixo central. Mas, este sábado, a cerimónia também deverá servir de pano de fundo a uma pergunta mais ampla: até que ponto a aliança construída sobre as ruínas da Segunda Guerra Mundial continuará a sustentar a defesa europeia nas próximas décadas?</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772819]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ébola: Sobe para 452 o número de casos na RDCongo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-sobe-para-452-o-numero-de-casos-na-rdcongo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 07:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades da República Democrática do Congo (RDCongo) elevaram para 452 o número de casos confirmados da epidemia de ébola, incluindo 82 mortes, e alertaram para "uma transmissão comunitária rápida e contínua".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da República Democrática do Congo (RDCongo) elevaram para 452 o número de casos confirmados da epidemia de ébola, incluindo 82 mortes, e alertaram para &#8220;uma transmissão comunitária rápida e contínua&#8221;.</P><br />
<P>No mais recente boletim sobre a doença divulgado esta noite, que corresponde aos dados recolhidos até quinta-feira, o Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) da RDCongo, que faz fronteira com Angola, assinalou que estes números representam 71 novos casos confirmados nas últimas 24 horas.</P><br />
<P>Embora tenha sido detetado na província congolesa de Ituri, na fronteira com o Uganda e o Sudão do Sul, a epidemia expandiu-se para as províncias orientais vizinhas de Kivu do Norte e Kivu do Sul, bem como para o território ugandês, onde foram registados até agora 19 casos de contágio, incluindo duas mortes.</P><br />
<P>A epidemia foi declarada oficialmente a 15 de maio.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772995]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Projeto académico britânico revitaliza histórias da cultura balanta da Guiné-Bissau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 07:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas histórias escritas pela artista Tuaila Milanca sobre a cultura balanta da Guiné-Bissau vão ser publicadas graças a um projeto académico britânico que desafiou estudantes de ilustração a reinterpretar narrativas tradicionais africanas através de linguagens visuais contemporâneas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Duas histórias escritas pela artista Tuaila Milanca sobre a cultura balanta da Guiné-Bissau vão ser publicadas graças a um projeto académico britânico que desafiou estudantes de ilustração a reinterpretar narrativas tradicionais africanas através de linguagens visuais contemporâneas.</P><br />
<P>Intitulada &#8220;Stories from Home&#8221;, a iniciativa pretende dar visibilidade a vozes de comunidades marginalizadas e promover a empatia e a compreensão intercultural junto de públicos mais jovens e alargados, num contexto politicamente sensível.</P><br />
<P>&#8220;Nós trabalhamos na área das migrações muito com o método de &#8216;storytelling&#8217;. É um método muito poderoso, tem muita força e chega a um público mais vasto, não apenas académico&#8221;, explicou à agência Lusa a professora associada de Antropologia Social da Faculdade de Desenvolvimento Global da Universidade de East Anglia, Maria Abranches.</P><br />
<P>Após conhecer a autora guineense através da organização The Bridge Plus+ Limited, a académica portuguesa considerou que a ilustração e publicação das histórias seria uma forma de &#8220;comunicar histórias de diversidade cultural a um público maior, mais jovem e mais alargado, numa altura em que isso é muito necessário&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós vemos, no Reino Unido e não só, um aumento de discursos anti-imigração e um sentimento muito negativo em relação à imigração&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O projeto contou com a colaboração da Norwich University of the Arts, que desafiou cerca de 70 alunos do segundo ano do curso de Ilustração a produzir uma história completa, um excerto ou apenas algumas cenas.</P><br />
<P>Dois desses trabalhos vão agora ser publicados, graças ao financiamento obtido para dar continuidade à iniciativa, que responde também a um dos objetivos da autora: reaproximar as gerações mais jovens das suas origens, valores e tradições.</P><br />
<P>Natural de Bissau, Tuaila Milanca reside no Reino Unido há quatro anos, embora tenha saído da Guiné-Bissau há 22, tendo vivido anteriormente na Rússia e em Portugal.</P><br />
<P>As histórias foram escritas quando tinha 16 anos, em Moscovo, para partilhar os costumes da etnia balanta, à qual pertence, e retratar o quotidiano das suas comunidades que observou pessoalmente.</P><br />
<P>Quando tinha cerca de 10 anos, Milanca refugiou-se com a família numa aldeia para fugir à violência da guerra de 1998-1999, resultante de um golpe militar contra o presidente &#8220;Nino&#8221; Vieira.</P><br />
<P>&#8220;Saí da Guiné ainda pequena, mas mantenho-me sempre ligada à minha etnia, porque tenho familiares que ainda vivem na aldeia&#8221;, contou à Lusa.</P><br />
<P>Agora, com duas filhas pequenas nascidas no Reino Unido, quer que estas conheçam a sua cultura, incluindo práticas como o cultivo de arroz nas bolanhas, o uso dos tambores &#8220;bombolom&#8221; para comunicação e peças de vestuário como os tradicionais barretes vermelhos.</P><br />
<P>&#8220;E não só. Estamos num país que não sabe muito sobre a Guiné, nem sobre a etnia balanta. Gostava que a população inglesa também pudesse conhecer um pouco destas tradições&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Uma das histórias acompanha Alanten e Alanan, dois irmãos que desobedecem aos avós e entram numa zona proibida da floresta, onde são transformados em árvores pela &#8220;dona da mata&#8221;.</P><br />
<P>A sua libertação só é possível graças à intervenção do &#8220;latindan&#8221;, uma figura de liderança na comunidade.</P><br />
<P>Em &#8220;A Fuga de Baptida&#8221;, uma menina obrigada a casar com um homem mais velho foge da aldeia, numa referência aos casamentos forçados que ainda persistem na Guiné-Bissau.</P><br />
<P>Milanca mostrou-se satisfeita com as ilustrações dos estudantes, sublinhando que &#8220;conseguiram mostrar como se vive na aldeia, os trajes e os objetos&#8221;.</P><br />
<P>Lois Farnsworth, autora de um dos trabalhos que será publicado, afirmou ter apreciado o desafio de &#8220;representar uma cultura com a qual não estava familiarizada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Deu-me uma perspetiva mais real de uma comunidade que conhecia pouco e à qual quis dar visibilidade, dando voz às pessoas através da imagem&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Outra estudante, Celeste Castillo, optou por um &#8220;estilo mais conceptual&#8221;, organizado em forma circular, mantendo os diálogos em português, língua que estudou na Costa Rica.</P><br />
<P>Para o professor de Design de Comunicação da Norwich University of the Arts, Christian Peterson, o projeto demonstrou o valor dos artistas visuais num contexto de crescimento da inteligência artificial.</P><br />
<P>&#8220;Quando falamos de memórias e património cultural, temas que exigem sensibilidade cultural, continua a haver um espaço para os ilustradores&#8221;, defendeu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772994]]></sapo:autor>
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		<title>Do ‘Bigodes’ ao ‘laranjinha’: clássicos da Carris desfilam este sábado em Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 07:15:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[carris]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa permite ver de perto veículos que muitos lisboetas já só conhecem de fotografias e outros que continuam a fazer parte da memória afetiva da cidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os clássicos da Carris voltam à rua este sábado, num desfile entre a Estação de Santo Amaro e a Praça da Figueira. O Museu da Carris preparou uma viagem pela memória dos transportes de Lisboa, com elétricos e autocarros históricos a circular entre as 10h30 e as 16h00, avança a &#8216;TimeOut&#8217;.</p>
<p>A iniciativa permite ver de perto veículos que muitos lisboetas já só conhecem de fotografias e outros que continuam a fazer parte da memória afetiva da cidade. Quem quiser viajar a bordo terá de comprar bilhete, com o preço de 10 euros por percurso. Para menores de 18 anos, o bilhete custa 7,5 euros, enquanto as crianças até três anos podem entrar gratuitamente, desde que viajem ao colo dos acompanhantes.</p>
<p>Para quem preferir apenas assistir, o desfile poderá ser acompanhado a partir da rua, ao longo de parte do percurso. A organização deixa assim duas formas de viver o evento: dentro dos veículos históricos, como passageiro, ou em terra firme, a ver passar algumas das peças mais emblemáticas da coleção do Museu da Carris.</p>
<p><strong>Elétricos do início do século XX e autocarros que marcaram Lisboa</strong></p>
<p>Entre os protagonistas do desfile estarão elétricos do início do século XX, como o Salão Aberto n.º 283, o elétrico nº 444 e os modelos T1 e T2. Também estarão presentes veículos que ganharam alcunhas populares ao longo dos anos, como o ‘Bigodes’, elétrico n.º 535, e o ‘Caixote’, elétrico n.º 741.</p>
<p>A &#8216;TimeOut&#8217; destaca ainda a presença do autocarro n.º 217, de dois pisos, que circulou em Lisboa na década de 1950, e do autocarro n.º 76, um Daimler Victory de um piso, construído em 1967 e restaurado em 2024, com a particularidade de ter três portas do lado direito.</p>
<p>Outro dos modelos esperados é o autocarro n.º 1001, de 1975, conhecido como o ‘laranjinha’, que marcou as ruas de Lisboa durante a década de 1980. Ao desfile junta-se também o elétrico temático n.º 745, revestido de cortiça e decorado com elementos e técnicas tradicionais portuguesas.</p>
<p><strong>Um sábado de nostalgia nos transportes de Lisboa</strong></p>
<p>O Desfile dos Clássicos do Museu da Carris cruza a dimensão histórica com a nostalgia urbana. Mais do que uma exposição parada, a iniciativa coloca novamente em circulação veículos que ajudam a contar a evolução dos transportes públicos da capital.</p>
<p>Entre Santo Amaro e a Praça da Figueira, Lisboa terá este sábado uma espécie de museu em movimento, com eléctricos e autocarros que atravessaram várias gerações e que voltam agora a ocupar a estrada, ainda que apenas por algumas horas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772801]]></sapo:autor>
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		<title>Marcha do Orgulho LGBTI+ sai às ruas de Lisboa este sábado: “Nem silêncio, nem medo”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 07:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcha do Orgulho LGBTI+]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A 27.ª edição da marcha parte às 16h30 do Marquês de Pombal e segue pela Avenida da Liberdade até ao Terreiro do Paço]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa sai às ruas este sábado, sob o lema “Nem Silêncio, Nem Medo: Existimos e Resistimos”, numa edição em que a organização espera uma participação ainda maior do que nos anos anteriores, avança a &#8216;Renascença&#8217;.</p>
<p>A 27.ª edição da marcha parte às 16h30 do Marquês de Pombal e segue pela Avenida da Liberdade até ao Terreiro do Paço. A Comissão Organizadora da Marcha do Orgulho LGBTI+ afirma que a iniciativa se mantém centrada na sua origem política, comunitária e social, apresentando-se como uma manifestação pela liberdade, pelos direitos e pela visibilidade da comunidade.</p>
<p>O lema deste ano surge num contexto que a organização considera particularmente sensível. Em comunicado, a comissão alerta que a “nova conjuntura política” volta a colocar pessoas e famílias LGBTQI+ em perigo, com sinais de que conquistas alcançadas nas últimas décadas podem estar em risco de retrocesso.</p>
<p><strong>Organização fala em risco de reversão de direitos</strong></p>
<p>A comissão organizadora refere que 2026 tem sido marcado por ataques a pessoas LGBTQIA+, em especial pessoas trans e de género diverso, e por tentativas de reversão de direitos adquiridos. Na leitura da organização, isso representaria o primeiro retrocesso em matéria de direitos humanos desde o 25 de Abril.</p>
<p>A marcha ganha também peso simbólico por acontecer num ano em que Lisboa não terá Arraial Pride em junho, pela primeira vez em décadas. Para a organização, esse contexto torna a manifestação “incontestável” enquanto símbolo de orgulho e de luta da comunidade, das suas famílias e das pessoas aliadas.</p>
<p>A Renascença recorda que a Marcha do Orgulho de Lisboa é a maior manifestação LGBTQI+ realizada anualmente em Portugal. Em 2024 e 2025, mais de 50 mil pessoas encheram a Avenida da Liberdade, e a organização acredita que este ano o número possa ser ainda superior.</p>
<p><strong>Manifesto, discursos e intervenções artísticas no Terreiro do Paço</strong></p>
<p>A edição deste ano conta com a participação de 17 associações e coletivos com intervenção política nas áreas LGBTI+, feminista e antirracista. Estas organizações juntam-se de forma voluntária para dar visibilidade à comunidade e reivindicar direitos.</p>
<p>No final do percurso, no palco instalado no Terreiro do Paço, será lido o Manifesto Reivindicativo de 2026. Estão ainda previstos discursos das associações e coletivos que integram a organização da marcha, além de várias intervenções artísticas.</p>
<p>A Comissão Organizadora apelou à mobilização de todas as pessoas que queiram celebrar e reivindicar os direitos da comunidade LGBTI+ em Portugal. A mensagem central da marcha deste sábado é, por isso, dupla: celebrar a diversidade e afirmar resistência perante o que a organização descreve como um tempo de ameaça às conquistas alcançadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772733]]></sapo:autor>
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		<title>Leão XIV chega hoje a Espanha: a primeira viagem do Papa entra numa semana de política, migração e fé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 06:45:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[papa leão xiv]]></category>
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					<description><![CDATA[Sob o lema ‘Levantai o olhar’, Leão XIV deverá percorrer quase 2.500 quilómetros até 12 de junho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Papa Leão XIV inicia este sábado a sua primeira viagem apostólica a Espanha, numa visita de seis dias que combinará celebrações religiosas, encontros institucionais e momentos de forte carga política e social. Madrid, Barcelona, Montserrat, Gran Canária e Tenerife fazem parte de uma agenda com mais de 20 atos oficiais, 12 discursos e cinco missas, numa deslocação acompanhada com grande expectativa por ser a primeira visita de um Papa a Espanha em 15 anos.</p>
<p>Sob o lema ‘Levantai o olhar’, Leão XIV deverá percorrer quase 2.500 quilómetros até 12 de junho. A viagem começa em Madrid, com chegada prevista ao aeroporto Adolfo Suárez Madrid-Barajas às 10h30, seguindo depois para o Palácio Real, onde será recebido pelos reis de Espanha e fará o primeiro discurso perante autoridades civis e corpo diplomático.</p>
<p>A agenda na capital espanhola inclui uma oração mariana na catedral de Almudena, uma missa multitudinária na Praça de Cibeles, uma vigília com jovens e um encontro com a comunidade diocesana no estádio Santiago Bernabéu. O Papa deverá ainda visitar um centro da Cáritas, num primeiro contacto com pessoas em situação de sem-abrigo.</p>
<p><strong>O Papa no Parlamento espanhol pela primeira vez</strong></p>
<p>Um dos momentos politicamente mais relevantes será a visita ao Congresso dos Deputados. Será a primeira vez que um pontífice participa num ato deste tipo no Parlamento espanhol, discursando perante a câmara baixa num momento em que Espanha vive um clima político fortemente polarizado.</p>
<p>A expectativa em torno desse discurso é elevada. A viagem acontece num país marcado por divisões políticas profundas, pelo debate em torno da habitação, da saúde, da educação e da migração, e por uma disputa crescente sobre o lugar da Igreja e dos católicos na vida pública. Uma análise enviada sobre a visita sublinha precisamente esse contexto de polarização, descrevendo uma Espanha em que partidos e governos tentam também disputar politicamente a presença do Papa.</p>
<p>Fernando Nistal, diretor do Centro de Análise Social, antecipa que Leão XIV deverá procurar uma mensagem “mais acima da política”, assente em concórdia, diálogo, entendimento e paz. Ainda assim, admite que cada partido tentará aproveitar a parte do discurso que mais lhe interessar.</p>
<p><strong>Canárias colocam migração no centro da viagem</strong></p>
<p>O momento mais social da visita deverá acontecer nas Canárias, arquipélago que receberá pela primeira vez uma deslocação papal oficial. Leão XIV vai encontrar-se com migrantes num dos principais pontos de chegada à Europa de pessoas provenientes do continente africano.</p>
<p>A visita coincide com o período de regularização extraordinária de imigrantes decretado pelo Governo espanhol, uma medida também defendida pela Igreja Católica espanhola e que provocou confronto direto com o Vox, terceira força política do país. O partido de extrema-direita tem defendido o princípio de ‘prioridade nacional’, segundo o qual os espanhóis devem ter preferência no acesso a serviços e apoios públicos.</p>
<p>Leão XIV tem adotado uma posição clara sobre o tema migratório. O Papa defendeu recentemente que os migrantes devem ser tratados de “forma digna”, sublinhando que são seres humanos e merecem respeito pela dignidade humana.</p>
<p>Na Gran Canária, o Papa deverá deslocar-se ao porto de Arguineguín, que ficou conhecido em 2020 como o ‘cais da vergonha’, devido às condições em que milhares de pessoas foram ali concentradas após chegarem por mar. A organização da visita quer agora transformar simbolicamente esse espaço no ‘porto da esperança’.</p>
<p>Cerca de 1.800 migrantes deverão estar no local para receber Leão XIV. Estão previstos testemunhos, uma homenagem aos mortos no mar e a quem salva vidas, incluindo pescadores das ilhas. Será ainda benzida uma cruz feita com madeira de pateras, as embarcações usadas por muitos migrantes na travessia.</p>
<p><strong>Sagrada Família terá momento histórico</strong></p>
<p>Em Barcelona, um dos pontos altos será a passagem pela Sagrada Família. Leão XIV deverá presidir a uma missa no templo e abençoar a Torre de Jesus Cristo, concluída este ano, no centenário da morte de Antoni Gaudí.</p>
<p>Com 172,5 metros de altura, a nova torre transforma a Sagrada Família na igreja mais alta do mundo e marca uma etapa simbólica numa construção iniciada há mais de um século. A passagem por Barcelona inclui ainda uma vigília de oração no estádio olímpico Lluís Companys e uma deslocação a Montserrat.</p>
<p>A visita à Sagrada Família terá também leitura política. O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, deverá acompanhar o Papa nesta celebração, depois de se ter deslocado ao Vaticano no final de maio para se reunir com Leão XIV e sublinhar a sintonia do Governo com o pontífice.</p>
<p><strong>Segurança reforçada e encontros reservados</strong></p>
<p>A viagem obrigou a um forte dispositivo de segurança. Estarão mobilizados mais de 15.000 agentes, 600 veículos e 16 drones, enquanto o Ministério espanhol da Administração Interna elevou para grau 4 o nível de alerta antiterrorista.</p>
<p>A organização confirmou ainda que o Papa deverá reunir-se com vítimas de abuso sexual por parte da Igreja. Esses encontros não integram a agenda pública e só deverão ser conhecidos depois de acontecerem.</p>
<p>A visita de Leão XIV a Espanha junta, assim, vários planos numa só semana: a dimensão religiosa de uma primeira viagem apostólica ao país, a carga simbólica da Sagrada Família, o peso político de um discurso no Parlamento e a centralidade social da migração nas Canárias.</p>
<p>Para o Papa, será uma entrada num dos debates mais tensos da Europa atual. Para Espanha, será uma semana em que fé, política e fronteiras dificilmente ficarão separadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772723]]></sapo:autor>
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		<title>Calor regressa este fim de semana, mas sem extremos: interior pode chegar aos 35ºC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 06:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Aproximação da alta pressão, depois da passagem de uma depressão próxima das Ilhas Britânicas, e a entrada de uma massa de ar mais quente no interior da Península Ibérica vão marcar a mudança do tempo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O calor vai regressar a Portugal continental este fim de semana, com uma subida das temperaturas máximas em praticamente todo o território, avança a &#8216;Luso Meteo&#8217;. A aproximação da alta pressão, depois da passagem de uma depressão próxima das Ilhas Britânicas, e a entrada de uma massa de ar mais quente no interior da Península Ibérica vão marcar a mudança do tempo.</p>
<p>A subida será já sentida este sábado, embora o dia comece ainda com muita humidade no Norte e Centro, sobretudo no litoral. Durante a madrugada e o início da manhã, podem ocorrer períodos de chuva fraca ou chuvisco nessas regiões, mas a precipitação não deverá conseguir avançar muito para o interior nem para Sul.</p>
<p>No Sul, o cenário será diferente, com tempo mais soalheiro desde cedo. Ao longo da tarde, o céu deverá tornar-se gradualmente pouco nublado em todo o território continental, mantendo-se apenas neblinas ou nevoeiros matinais no litoral e em algumas zonas montanhosas.</p>
<p><strong>Sábado com subida de 3 a 6ºC</strong></p>
<p>As temperaturas vão subir tanto nas mínimas como nas máximas, com aumentos entre 3 e 6ºC na maioria do território. Em várias localidades, sobretudo no interior e no Sul, as máximas deverão ultrapassar os 30ºC.</p>
<p>O &#8216;Tempo.pt&#8217; aponta também para uma subida térmica este sábado, associada ao afastamento do ar polar marítimo que marcou os últimos dias e ao reforço do anticiclone dos Açores. Em Lisboa, a temperatura máxima deverá subir cerca de 5ºC, passando dos 22ºC registados na sexta-feira para 27ºC este sábado.</p>
<p>Apesar do regresso do calor, o litoral continuará a sentir alguma influência atlântica e nortada, o que deverá moderar os valores junto à costa. O vento será em geral fraco de Norte, mas poderá aumentar de intensidade durante a tarde no litoral e nas terras altas, com rajadas até 50 quilómetros por hora.</p>
<p>O mar deverá tornar-se gradualmente mais calmo ao longo do fim de semana, embora a costa ocidental ainda possa registar ondas até 3 a 4 metros no sábado. A água do mar deverá rondar os 15 a 17ºC na costa ocidental e os 18 a 19ºC na costa sul do Algarve.</p>
<p><strong>Domingo mais soalheiro e com calor no interior</strong></p>
<p>O domingo deverá ser o melhor dia do fim de semana para quem procura sol. A previsão aponta para céu pouco nublado ou limpo em Portugal continental, apenas com possibilidade de neblinas ou nevoeiros matinais de rápida dissipação.</p>
<p>As temperaturas máximas deverão voltar a subir em várias regiões, sobretudo no interior Centro e Sul, onde alguns locais podem atingir valores entre 33 e 35ºC. A Norte, a influência de ar mais fresco de origem polar ainda deverá travar uma subida mais acentuada.</p>
<p>Em Lisboa, o &#8216;Tempo.pt&#8217; prevê uma ligeira descida face a sábado, com a máxima a rondar os 26ºC. Em Faro, a temperatura deverá ficar perto dos 28ºC. Ainda assim, a tendência geral será de tempo mais quente e estável em grande parte do território.</p>
<p>O vento continuará de Norte, fraco a moderado, mas a nortada poderá voltar a intensificar-se durante a tarde no litoral, com rajadas entre 50 e 55 quilómetros por hora na faixa costeira e em zonas mais altas.</p>
<p><strong>Calor regressa, mas sem cenário extremo</strong></p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; sublinha que o cenário de calor intenso ou extremo, que alguns modelos chegaram a sugerir, não se deverá confirmar. A circulação atmosférica a oeste dos Açores deverá favorecer uma predominância de Oeste/Noroeste, e não um jato polar com forte componente de Sudoeste, o que limita a entrada de ar muito quente.</p>
<p>Ainda assim, o fim de semana marca o regresso de temperaturas mais elevadas e de um ambiente mais próximo do verão. As noites continuarão relativamente frescas, mas com mínimas acima das registadas esta sexta-feira, quando alguns locais desceram abaixo dos 5ºC.</p>
<p>A ida à praia poderá tornar-se mais apelativa, sobretudo no domingo, com mais sol e mar gradualmente mais calmo. Mas há um alerta importante: o índice UV deverá estar muito elevado, exigindo proteção solar, especialmente nas horas de maior radiação.</p>
<p><strong>Açores e Madeira com tempo mais estável</strong></p>
<p>Nos Açores, este sábado deverá começar com céu nublado, aguaceiros fracos em algumas ilhas e possibilidade de nevoeiros, sobretudo durante a manhã. O vento será fraco a moderado, um pouco mais intenso nas ilhas Ocidentais, e as temperaturas poderão subir ligeiramente.</p>
<p>Já no domingo, o arquipélago deverá ter céu pouco nublado em geral, vento fraco a moderado de Oeste e sem alterações significativas nas temperaturas. O mar poderá ter ondas até 3 metros nas ilhas Ocidentais, mas não deverá ultrapassar 1 metro nas ilhas Orientais.</p>
<p>Na Madeira, o fim de semana será marcado por céu pouco nublado e sem previsão de precipitação. A principal diferença chegará no domingo, com aumento significativo do vento, que poderá soprar forte, com rajadas até 50 a 60 quilómetros por hora, sobretudo nas encostas voltadas a Norte e nas zonas montanhosas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772698]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Frota da NATO está nos Açores até este sábado para reforçar presença aliada no Atlântico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 06:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Frota está em Ponta Delgada desde quarta-feira e reúne navios de vários países da Aliança Atlântica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma força naval multinacional de “elevada prontidão” da NATO permanece até este sábado nos Açores, no âmbito de uma escala operacional integrada no plano anual de atividades, treino avançado e interoperabilidade entre aliados. A frota está em Ponta Delgada desde quarta-feira e reúne navios de vários países da Aliança Atlântica.</p>
<p>Em causa está a Standing NATO Maritime Group 1, uma das forças navais permanentes da NATO, comandada pela comodoro Maryla Ingham, da Royal Navy. Segundo a Marinha Portuguesa, trata-se de uma força multinacional composta por navios preparados para responder a diferentes missões no quadro da defesa coletiva e da segurança cooperativa da Aliança.</p>
<p>A escala nos Açores inclui embarcações da Alemanha, Países Baixos, Noruega, Turquia, Portugal e Dinamarca. A presença destes navios insere-se no esforço da NATO para fortalecer a cooperação marítima aliada, promover a segurança no Atlântico Norte e assegurar uma presença naval credível, interoperável e dissuasora.</p>
<p><strong>Açores reforçam papel estratégico no Atlântico</strong></p>
<p>A passagem da frota pelos Açores é também apresentada como uma oportunidade para aprofundar contactos institucionais, promover o intercâmbio operacional e reforçar a visibilidade da NATO na região.</p>
<p>Até este sábado, estão previstas atividades protocolares, ações de representação e encontros com entidades civis e militares do arquipélago. A Marinha sublinha que estas iniciativas contribuem para consolidar o papel estratégico dos Açores como ponto de apoio logístico, operacional e diplomático no contexto euro-atlântico.</p>
<p>A localização do arquipélago continua a ser central para a segurança marítima no Atlântico Norte, numa zona atravessada por importantes linhas de comunicação marítima. A presença da força multinacional volta também a chamar a atenção para a importância militar e diplomática dos Açores, onde se encontra a base das Lajes, na ilha Terceira, enquadrada no acordo bilateral de defesa e cooperação entre Portugal e os Estados Unidos.</p>
<p><strong>Portugal no dispositivo marítimo da NATO</strong></p>
<p>A Marinha Portuguesa considera que a presença desta frota multinacional nos Açores evidencia o papel central de Portugal na arquitetura de segurança marítima da NATO.</p>
<p>Além da dimensão operacional, a escala tem uma leitura política e estratégica: reafirma o compromisso nacional com a defesa coletiva, a estabilidade regional e a proteção das rotas marítimas que atravessam o Atlântico.</p>
<p>Num contexto internacional marcado por maiores exigências de prontidão militar e cooperação entre aliados, a escala em Ponta Delgada funciona como demonstração de presença, treino e capacidade de articulação entre marinhas da NATO.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772702]]></sapo:autor>
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		<title>Papa/Espanha: Leão XIV chega hoje a Madrid com imigração no centro da agenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 06:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa Leão XIV chega hoje a Espanha para "uma viagem apostólica" de carga política inédita, com um discurso no parlamento nacional e dois dias dedicados à imigração e ao fenómeno das 'pateras'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Papa Leão XIV chega hoje a Espanha para &#8220;uma viagem apostólica&#8221; de carga política inédita, com um discurso no parlamento nacional e dois dias dedicados à imigração e ao fenómeno das &#8216;pateras&#8217;.</P><br />
<P>Esta é a primeira visita de um papa a Espanha em 15 anos e Leão XIV vai concretizar o desejo do antecessor Francisco de ir às Canárias, ilhas que lidam diariamente com a chegada de migrantes em embarcações precárias oriundas de África, conhecidas como &#8216;pateras&#8217; ou &#8216;cayucos&#8217;.</P><br />
<P>Em 2025, dados oficiais indicaram terem chegado 17.788 pessoas em &#8216;pateras&#8217; às Canárias, depois dos recordes de 2023 e 2024, quando foram 39.910 e 46.843, respetivamente. Outras 3.100 morreram no mar no ano passado, de acordo com a organização não-governamental (ONG) Caminando Fronteras, que classifica a &#8220;rota das Canárias&#8221; a rota de imigração mais mortal do mundo.</P><br />
<P>A ida às Canárias vai decorrer no final da viagem de Leão XIV a Espanha, em 11 e 12 de junho, depois de passagens do Papa por Barcelona, nos dias 09 e 10, e por Madrid, onde arranca hoje a visita.</P><br />
<P>Leão XIV aterra hoje no aeroporto Adolfo Suárez/Barajas de Madrid às 10:30 (09:30 em Lisboa), onde será recebido pelos Reis de Espanha, Felipe VI e Letizia, e pelo primeiro-ministro, Pedro Sánchez.</P><br />
<P>Seguir-se-á, uma hora mais tarde, no Palácio Real de Madrid, uma cerimónia de boas-vindas ao Papa, com honras de Estado, na qual o líder da Igreja Católica fará a primeira intervenção pública em Espanha, na presença das máximas autoridades do país.</P><br />
<P>Durante a tarde, o Papa visita um centro da Caritas que trabalha com pessoas em situação de sem-abrigo, no primeiro momento com dimensão social desta visita, que inclui também encontros com presos, durante uma ida a uma cadeia em Barcelona, e com imigrantes, nas Canárias.</P><br />
<P>&#8220;A realidade das pessoas sem-abrigo foi-se intensificando nos últimos anos, especialmente em grandes cidades como Madrid&#8221;, por causa de &#8220;fatores estruturais&#8221; como &#8220;a dificuldade de acesso à habitação&#8221;, a precariedade laboral ou &#8220;a situação administrativa irregular de muitas pessoas migrantes, que limita o acesso ao emprego e a recursos básicos&#8221;, sublinhou a Conferência Episcopal Espanhola (CEE), no dossiê de imprensa da visita do Papa entregue esta semana aos jornalistas.</P><br />
<P>Os bispos espanhóis reivindicaram e apoiaram o processo de regularização extraordinário de imigrantes com que o Governo liderado pelo socialista Pedro Sánchez avançou recentemente, com o primeiro-ministro a realçar a &#8220;sintonia bastante elevada&#8221; neste tema com Leão XIV, depois de um encontro com o Papa no Vaticano em 27 de maio último.</P><br />
<P>A CEE admitiu também encontros do Papa com vítimas de abuso sexual no seio da Igreja em Espanha que, porém, só deverão ser noticiados &#8216;a posteriori&#8217;.</P><br />
<P>O primeiro dia de Leão XIV em Espanha termina com uma vigília à noite com jovens no centro de Madrid em que são esperadas centenas de milhares de pessoas, disse a CEE.</P><br />
<P>O discurso inédito do Papa no parlamento nacional de Espanha, país com um discurso político muito polarizado e onde os bispos católicos têm mantido um confronto público com o terceiro maior grupo parlamentar, o Vox (extrema-direita), por causa da imigração, está previsto para segunda-feira.</P><br />
<P>Antes, no domingo, o Papa vai celebrar uma missa ao ar livre no centro de Madrid e encontrar-se com representantes da sociedade civil espanhola ligados a áreas como desporto, cultura e empresas.</P><br />
<P>O Papa segue na terça-feira para Barcelona, onde a visita tem como foco a arte de Antoni Gaudí, o arquiteto da basílica da Sagrada Família, que este ano se tornou a igreja mais alta do mundo, como a conclusão da Torre de Jesus Cristo, que Leão XIV vai inaugurar formalmente.</P></p>
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