O número de pessoas infectadas em todo o Mundo continua a aumentar de dia para dia, bem como o número de vítimas mortais a assinalar. Porém o ritmo de novas fatalidades parece abrandar: segundo o Financial Times, há três dias consecutivos que o número de novas mortes está em quebra.
Neste momento, registam-se mais de 2,7 milhões de casos confirmados a nível global, sendo os Estados Unidos da América o país mais afectado (mais de 905 mil casos). Verificam-se ainda 182 mil mortes em dezenas de geografias e com Itália, Espanha e França nos lugares cimeiros do top.
Dados desta sexta-feira citados pela mesma publicação norte-americana dão conta de mais 6.182 óbitos a nível global. Pelo terceiro dia, o número de novas mortes foi inferior ao do dia anterior. No que a recuperações diz respeito, são já mais de 798 mil, dos quais cerca de 52 mil foram divulgados nas últimas 24 horas.
Há mais 595 pessoas infectadas por COVID-19 em Portugal, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Direcção-Geral da Saúde (DGS) esta manhã. No total, existem 23.392 casos confirmados em território nacional. O número de vítimas mortais também subiu de 854 para 880, fazendo com que se registem mais 26 mortes nas últimas 24 horas e que a taxa de letalidade se fixe nos 3,8%. Verifica-se também um total de 1.277 recuperados, mais 49 do que ontem.
A ministra da Saúde revela também esta manhã que foi actualizada a norma 4 que diz respeito à caracterização dos casos curados, seguindo as recomendações internacionais: «Neste momento, considera-se que está livre de doença quem tenha tido os sintomas ultrapassados e, simultaeamente, tenha testado negativo.»
Isto significa que já não são necessários dois testes para quem não tenha sido internado. Por outor lado, doentes em internamento continuam a precisar de dois testes negativos com intervalo de 24 horas.
O relatório de hoje dá conta de 1.040 pessoas internadas (menos 28 do que ontem), das quais 186 estão nos cuidados intensivos (menos dois). Há também 4.783 pessoas a aguardar os resultados das análises e 29.932 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde.







